As Trevas do Vale Sagrado

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As Trevas do Vale Sagrado

Mensagem por Baruch King, O Anjo Caído em Ter Ago 30, 2016 10:25 pm

As Trevas do Vale Sagrado


A Bispa do distrito montanhoso de Ofn vêm obtendo resultados interessantes para o Sabá. Seu controle sobre o distrito é tão perceptível que, nos dois anos de domínio Sabá, todos os movimentos de insurreição promovidos por remanescentes da Camarilla no distrito foram suprimidos antes mesmo de seus ataques serem feitos. 
Por sua vez, o Arce-Bispado de Alesia, o qual reúne sob sua influência 3 distritos do país, têm mostrado-se bastante interessado na forma como a Bispa de Ofn exerce seu domínio sobre o distrito. Tal interesse é, no entanto, um misto de contentamento e desconfiança. O que é, sem dúvidas, uma faca de dois gumes nas mãos da Bispa do distrito. Se por um lado o contentamento da Arce-Bispa é algo bom para se ter - podendo ser usado como um recurso adicional, em caso de necessidade - a desconfiança pode ser a ruína da Lasombra, que não sabe o que o Arce-Bispado poderá fazer com ela, caso ela seja considerada um risco. 

 Como se a desconfiança gerada pela mera paranoia da Arce-Bispa, uma Inquisidora ''aposentada'', não fosse o suficiente, acontecimentos recentes em Ofn têm aumentado ainda mais esse sentimento, depois que uma série de assassinatos de mortais e de Panders - sob circunstâncias suspeitas - foram considerados ''incidentes isolados'' pela Bispa e, por isso, foram ignorados pela Lasombra. Será mesmo que tais assassinatos eram, apenas, infelizes coincidências, ou seriam parte de um plano maior? Independentemente do significado destas mortes, Ofn está começando a atrair a indesejada atenção do Sabá e, principalmente, de alguns membros influentes da seita.





INFORMAÇÕES SOBRE O CENÁRIO

Alesia é uma ilha de relevo formado por dobramentos modernos, ao extremo norte do território, e antigos escudos cristalinos, que dividem seu espaço abaixo das grandiosas cadeias montanhosas do Norte, com as belíssimas praias do sul. 
O clima, ao Norte, é bastante frio, com temperaturas médias variando de 5 ºc à 18 ºc ao longo do ano e podendo, é claro, chegar a temperaturas ainda mais baixar. Enquanto ao Sul, o clima ameno apresenta temperaturas médias que variam entre os 19 ºc à  25 ºc. Além de apresentar grandes cadeias montanhosas no extremo norte, e planaltos e algumas montanhas espalhadas pelo território nacional, Alesia possui inúmeros bosques e pequenas e médias florestas nos vales, além de ter seu território nacional irrigado por uma complexa malha de rios, cortando a ilha em diversos pontos, o que mostra sua vantajosa hidrografia.

Geopoliticamente, o país é dividido em Distritos - Semelhante a Estados, porém com uma única cidade - que são chefiados por governadores. O Governo de Alesia é, atualmente, uma Monarquia Parlamentarista, em que o Rei, no entanto, divide o poder político com o 1º Ministro, não sendo, apenas, o Chefe de Estado. Assim é necessário o aval do Monarca para que medidas a nível nacional sejam adotadas. 

Informações Geopolíticas:
 - Idioma Oficial: Inglês
 - Monarca: Rei Charles VII
 - 1º Ministro: Richard Carlisle
 - Distrito mais populoso: Distrito Capital (
 - População: 118 937 152 habitantes
 - Território Nacional: 982 395 km²
 - Nº de Distritos: 15

Ofn (do Galês, "Medo") é um dos distritos de Alesia. Por localizar-se na parte norte do país, possui relevo montanhoso, sua vegetação é composta por pequenas e médias florestas de pinheiros e algumas florestas de árvores petrificadas nos vales no extremo norte do distrito. Possui clima frio, com variações anuais de temperatura entre 5 ºc até 12 ºc e neva no distrito durante todo o inverno e durante a segunda metade do outono. 

Informações do Distrito:
 - População Mortal: Aproximadamente 8 milhões
 - População de Vampiros: Cerca de 83
 - Domínio: Sabá
 - Bispo: Selenya Black Rose , Lasombra
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Encare sua morte com orgulho, Ele irá vê-lo sorrir.  Com seus olhos brilhantes como estrelas, ele matará a todos, sem remorso. Fome pela escuridão golpeando seu coração, enegrecido desde o início, seu mal arrasta-se em sua mente. Provocando arrepios na espinha, Ele é a Noite! Alegrai-vos na carnificina, sabem que a merecem.





Spoiler:

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Re: As Trevas do Vale Sagrado

Mensagem por Baruch King, O Anjo Caído em Qui Set 01, 2016 7:09 pm

Capítulo I - In Nomine Veritas
"The Dead are living still. Their intention is to kill and they will, they will, they will..."

Damian King

 Depois de uma longa viagem, lá estava - finalmente - seu destino: O Distrito de Ofn. Damian conseguia vê-lo à distância, preenchendo o vale à sua frente. Era como se a cidade sempre estivera ali, como se os prédios do "distrito do medo" tivessem surgido das próprias montanhas que o cercam, e não que tivessem sido construídos por homens, milênios após a formação daquele relevo. De qualquer forma, ele ainda tinha uma certa distância à percorrer em seu carro, faltavam alguns quilômetros, boa parte deles para descer a montanha e chegar ao Vale de Ofn, a entrada para o distrito.

Enquanto percorria a rodovia até o vale, King podia ouvir uivos vindos da floresta, nas margens da estrada. Conforme acelerava o veículo, o Malkaviano podia jurar ter visto vultos passando bastante próximos do asfalto, esses vultos pareciam andar em quatro patas, a uma velocidade alta o suficiente para conseguir acompanhar o Dodge do cainita.

Passaram-se mais uma ou duas horas desde que ele estava na montanha e, agora, encontrava-se na entrada do distrito, passando pelos portões da cidade. Ofn era uma cidade relativamente grande, e exercia bastante influência em Alesia. Aparentemente a Bispa Black Rose tivera algum trabalho pra tomar a cidade da Camarilla, e pelas informações que o malkaviano recebera, parecia não ter tanto trabalho assim para manter o controle. E isso estava chamando atenção de muita gente...

Damian estava lá pra investigar. Fazia pouco tempo que ele havia se tornado um membro da Mão Negra, e ele tinha que passar por um batismo, passar em uma espécie de teste. Bom, aparentemente esta seria sua missão. O malkaviano havia chegado antes do previsto, mesmo que não faltasse muito para o fim da noite. Ele deveria, na noite seguinte, encontrar-se com um contato - um padre chamado Mattheo Schlengel, o qual daria os detalhes da missão do Malkaviano - antes mesmo de notificar sua presença no distrito à Bispa Selenya.


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Re: As Trevas do Vale Sagrado

Mensagem por Outis em Ter Set 06, 2016 10:55 am

Três meses atrás, Damien King não era ninguém no Mundo das Trevas. Talvez um alvo para uma futura tentativa de recrutamento do Sabá. No submundo até que tinha certa influência, mas nunca havia se metido com a Jyhad, muito menos com seu clã. Até que certo dia teve um presságio.

Nele, viu um cainita idêntico a Damien, mas ele sabia que algo estava diferente, era como se fosse outro ser. Mais frio e focado, parecia ter passado por uma espécie de amadurecimento. Seus olhos deixavam evidente tais mudanças. Logo que entendeu que estava vendo uma versão futura dele mesmo, conseguiu ver a si mesmo, deitado no chão e com olhos fechados. Logo chegou a conclusão que ele mesmo haveria que mudar o rumo de sua não-vida, caso quisesse chegar naquele estado. Era hora de escolher um lado.

Damien podia nunca ter se metido na Jyhad, mas isso não significa que ele não a conhecia. Escolheu o Sabá como porta de entrada. Quando lhe foi revelado a existência de uma facção secreta dentro do Sabá, sua cede de poder falou mais alto. O que ele não esperava, é que seria convertido tão rapidamente. A princípio, por conta da Vaulderie, mas após passar por um processo brutal de desumanização, sua visão ficou clara.

Com os ideais alinhados com a Espada de Caim, não foi difícil ganhar a confiança dos novos irmãos. Damien iria se tornar um espião da Mão Negra, e para isso acontecer, seria necessário uma nova identidade, com raízes tão profundas que nem mesmo o próprio Sabá desconfie, afinal, seu batismo será feito em casa. Bartholomew "Law" Lawler terá que investigar o Sabá do distrito Ofn, em Alesia.


. . .


Após alguns horas na estrada, Law finalmente avistava - de longe - o distrito de Ofn. Um nome um tanto quanto peculiar. Devido a origem inglesa de Damien, consegue reconhecer algumas palavras do idioma Galês, embora não seja nada comparado com as línguas em que é fluente. Logo que começa a chegar mais próximo do distrito, é saudado pelos eternos inimigos, os lobisomens.

"Esses vira-latas malditos... Será que possuem algum trato? Ou apenas estão mais espertos e pararam de atacar descontroladamente todo cainita que encontram? Mal posso esperar para ver como estão lidando com esses vermes."

Law continua o percurso e já começa a analisar as variáveis que encontra. Ele sabe quanto estrago os lupinos podem fazer em uma cidade, se assim desejarem. O fato de terem acompanhado a velocidade do carro e não terem feito nada é um pouco intrigante, talvez tenha sido apenas um aviso para o cainita de que estão de olho. De qualquer forma, Law os ignora e mantém a velocidade até chegar na entrada da cidade.

"Bispa Selenya Black Rose. Está aí um nome que impõe Ofn hehehe parando pra pensar, lá vou eu me meter com outra Bispa de renome, se já não bastasse a Bispa Linda Thompson. Porém, sinto que Black Rose com certeza tem muito a esconder, preciso ser cauteloso."

Assim que chega no Distrito, Law vai até o hotel 5 estrelas mais próximo da Diocese para se hospedar, com o final da noite se aproximando, não vai arriscar ficar sem um lugar para passar o dia tranquilo.

"A missão só vai realmente começar amanhã, quando me encontrar com o padre."

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Re: As Trevas do Vale Sagrado

Mensagem por Baruch King, O Anjo Caído em Ter Set 06, 2016 9:42 pm

Capítulo I - In Nomine Veritas
"The Dead are living still. Their intention is to kill and they will, they will, they will..."

Damian King

"Esses vira-latas malditos... Será que possuem algum trato? Ou apenas estão mais espertos e pararam de atacar descontroladamente todo cainita que encontram? Mal posso esperar para ver como estão lidando com esses vermes."

Aquilo era estranho. Lupinos e Vampiros eram inimigos há mais tempo que qualquer ancião desperto tenha de vida, muito mais tempo. E não eram raros os casos de ataques lupinos à cainitas solitários, ainda mais em situações como aquela. Damian estava sozinho, em território desconhecido, e a tensão aumentava, uma vez que ele continuava a ver os vultos em seu encalço. Vez ou outra era possível ver algo mais detalhado, como a cor das bestas e seus olhos. Ambas tinham pelagem negra e olhos vermelhos, pouco mais escuros que a cor do sangue.
Pouco antes do final da floresta, os uivos tornavam-se ainda mais fortes e, então, cessavam, conforme o malkaviano atravessava os portões do distrito.

Já no interior do distrito, King, encontrava uma certa dificuldade em encontrar um hotel que atendesse a seus padrões. No centro da cidade ele lembrava-se de ter passado por vários, mas conforme aproximava-se do ponto de encontro, a antiga catedral de Ofn, hotéis tornavam-se artigos de luxo, enquanto os grandes arranha-céus do distrito eram substituídos por pequenos prédios e casas, pouco mais espaçadas e degeneradas pelo tempo e abandono. Aquele bairro parecia ser bastante antigo e abandonado pelas autoridades mortais. À distância, King conseguia ver as torres da catedral, seu ponto de encontro. A construção, muito provavelmente do século passado, tinha uma arquitetura sombria, e estava bastante desgastada pelo tempo. Sem chances de encontrar um hotel naquele bairro, não restava outra opção ao vampiro a não ser retornar ao centro.

De volta ao centro da cidade, não levou mais que 10 minutos para King encontrar um hotel à sua altura. Deixando seu carro no estacionamento, ele seguia para a recepção. O Hotel estava bem movimentando, havia alguns carros entrando e saindo do estacionamento e um número bem grande de hóspedes no saguão. O hotel era luxuoso, e parecia ser um dos mais caros de Ofn. Assim que o Malkaviano aproximava-se da recepção, ele era recebido por uma jovem, que aparentava ter 19 anos.

-- Boa Noite! Seja bem-vindo ao King's Way Hotel. - Ela cumprimentava-o, já munida de um tablet e de um grande sorriso. -- Gostaria de hospedar-se em nosso Hotel, senhor?


OFF: Ainda não tive tempo de preparar o mapa do distrito de Ofn, então ta aqui uma pequena descrição geográfica.
Ofn é o distrito mais ao norte de Alesia, logo é o que possui o terreno mais irregular e montanhoso, marcado por cordilheiras ao extremo norte. Os portões do distrito - pelos quais você passou - ficam ao sul. O Bairro no qual fica a catedral, é à noroeste do centro da cidade.

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Re: As Trevas do Vale Sagrado

Mensagem por Outis em Ter Set 06, 2016 11:11 pm

Após rodar pelas ruas próximas a antiga catedral, sua busca por um hotel que atendesse suas expectativas foi em vão. "Ficar na região central é até melhor, estrategicamente falando." - Pensa, tentando consolar-se pelo tempo perdido. De volta ao centro do distrito, Damien rapidamente encontra seu provável abrigo, King's Way Hotel. "Uau, será que algum descendente distante é quem comanda esse lugar? Seria muita coincidência, apesar de não acreditar nisso."

— Boa noite. Exatamente, senhorita. Não precisa ser seu melhor quarto, contanto que consiga fechar completamente as janelas... Gosto de descansar no escuro total. Isso não é tão estranho, não é mesmo? - King  tenta ser simpático, ele sabe que sua voz causa impacto nas pessoas, e que juntamente de sua habilidade de manipulação, dificilmente não consegue o que quer. — A senhorita saberia me dizer se algum evento está acontecendo por aqui hoje? Ou esse movimento todo é comum por aqui?

Tanto movimento assim pode ser perigoso. Primeiro precisa descobrir do que se trata, para depois, quem sabe, tomar alguma ação. Damien tenta identificar algum membro em meio a tantas pessoas. Caso não obtenha sucesso de início, irá utilizar-se do segundo nível de Auspícios para ler algumas auras.

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Re: As Trevas do Vale Sagrado

Mensagem por Baruch King, O Anjo Caído em Ter Set 06, 2016 11:41 pm

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Damien King

— Boa noite. Exatamente, senhorita. Não precisa ser seu melhor quarto, contanto que consiga fechar completamente as janelas...
-- Certo. Nossas suítes variam de 1300 dólares a diária à 10.000 dólares, sendo esta última a Suíte Real. Em qualquer escolha o senhor terá o máximo do conforto que podemos oferecer.

Gosto de descansar no escuro total. Isso não é tão estranho, não é mesmo? A senhorita saberia me dizer se algum evento está acontecendo por aqui hoje? Ou esse movimento todo é comum por aqui?

-- De maneira alguma! Aqui no King's Way, nossos hóspedes são tratados como reis e seu conforto é nossa prioridade.  - Ela respondia de maneira que Damien não conseguia identificar se era sinceridade ou se ela estava apenas forçando o entusiasmo para conseguir mais um hóspede. -- Parte disto é nosso fluxo normal de hóspedes. O King's é um dos maiores hotéis de Alesia, e o mais importante de Ofn. Eu garanto ao senhor que o fluxo de hóspedes não será uma perturbação. O King's garante seu conforto ou a diária é por nossa conta. Grande parte dos hóspedes passa o tempo aqui no saguão, onde tem um ambiente agradável para conversar, realizar refeições ou se divertir, os andares das suítes têm, entretanto, o silêncio garantido por nossos funcionários.

Tanto movimento assim pode ser perigoso. Primeiro precisa descobrir do que se trata, para depois, quem sabe, tomar alguma ação. Damien tenta identificar algum membro em meio a tantas pessoas. Caso não obtenha sucesso de início, irá utilizar-se do segundo nível de Auspícios para ler algumas auras.

Não demorou para que Damien descobrisse que não havia cainitas ali. Os hóspedes que estavam no saguão não tinham aparência de imortais, e suas auras indicavam ser humanos, cada um com uma coloração diferente dos demais, mas não havia sinais de cainitas naquele hotel. [/font]

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Re: As Trevas do Vale Sagrado

Mensagem por Outis em Sex Set 09, 2016 7:13 pm

"Jackpot." - Damien gosta do movimento. "É muito mais difícil ser notado quando há um monte de pessoas a serem notadas." - Ele conclui, e então responde a atendente. — Ótimo. Você já havia me ganhado no reis, hahaha - Damien fala com um sorriso no rosto. — Não preciso de nada muito luxuoso, mademoiselle, contanto que o acesso seja fácil e a luz de fora não entre, está ótimo. - Damien brinca com a palavra utilizando um sotaque francês perfeito.

"Interessante. Pelo visto, essa cidade não é muito diferente de New York, me pergunto se isso é bom ou ruim..."

— Que horas começa o seu expediente? - King muda totalmente o ar brincalhão e risonho, seu objetivo é seduzir a atendende¹, que, provavelmente, não tem chance alguma de resistir. As palavras são sua arma mais forte e, apesar de saber de um ou dois dons de Caim que poderiam facilitar e muito sua vida, Damien prefere o modo convencional.

Caso a atendente demonstre interesse, irá continuar.

— Meu sono é muito pesado, e como já não somos mais meros desconhecidos, afinal, você sabe onde eu moro, você poderia dar uma passadinha no meu quarto após as 19h e me acordar? Seria muito melhor acordar com um rosto conhecido. - Ele volta com o ar descontraído e com um leve sorriso no rosto.

Já no quarto, Damien irá guardar suas coisas, certificar-se de que as janelas se fecham completamente para que a luz do sol não entre, e então irá partir rumo ao sono dos imortais.

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Re: As Trevas do Vale Sagrado

Mensagem por Baruch King, O Anjo Caído em Sex Set 09, 2016 8:42 pm

— Ótimo. Você já havia me ganhado no reis, hahaha - Damien fala com um sorriso no rosto. — Não preciso de nada muito luxuoso, mademoiselle, contanto que o acesso seja fácil e a luz de fora não entre, está ótimo. - Damien brinca com a palavra utilizando um sotaque francês perfeito.

-- Quem nunca quis ser um rei, não é mesmo? - Ela sorria e então continuava a falar, enquanto digitava no tablet -- Temos a suite perfeita. Localizada no 13º andar, janelas com filtro luminoso e bem distantes da rua, para que o barulho do trânsito não o incomode. A diária custa 4000 dólares, podendo ser paga em dólares, euros, cartão ou cheque. Esperamos que aprecie sua estadia, Senhor. Preciso apenas de alguns minutos do seu tempo para preencher algumas informações, para o check-in. Não levará mais que 5 minutos.


— Que horas começa o seu expediente? — Meu sono é muito pesado, e como já não somos mais meros desconhecidos, afinal, você sabe onde eu moro, você poderia dar uma passadinha no meu quarto após as 19h e me acordar? Seria muito melhor acordar com um rosto conhecido.

-- Pode encontrar-me a partir das sete e meia da noite. - Ela respondia, com entusiasmo -- Acredito que o hotel não permita tal coisa, mas farei o possível.

A recepcionista do hotel guiava King até os elevadores do saguão, e indicava que ele entrasse primeiro. Instantes após a entrada do Malkaviano, uma outra funcionária do hotel entrava, acompanhando uma mulher. Ela era alta, com cerca de 1,85 de altura, tinha cabelos negros e pele branca, quase pálida. A mulher vestia um longo vestido de seda decotado e sapatos de salto alto.

Enquanto o elevador subia, as duas recepcionistas trocavam algumas palavras.

-- Nossa, como tá frio aqui. - Dizia a recepcionista que acompanhara a mulher -- Vic, veja se não há nenhuma reclamação quanto ao clima do hotel.

King notava que, quando a funcionária comentava o frio, a mulher parada ao seu lado, de frente para a recepcionista que a acompanhava, levava uma das mãos, nas quais usava um par de luvas de couro preto, ao rosto - na altura da boca - e sendo um pouco mais atento, via que ela dava uma leve risada, sem emitir som ou mover muito os lábios.

As duas funcionárias voltavam-se, então, para seus respectivos hóspedes.

-- Aqui está o cartão de acesso para a sua suíte, senhor. É a de número 1313. - King percebia que a mulher ao seu lado estava hospedada na suíte 1314 -- Caso tenha algum pedido ou reclamação à fazer, o número da recepção encontra-se no livro posto sob a mesa de cabeceira, assim como a lista de serviços disponíveis.

A mulher deixava o elevador primeiro, assim que este parava. Conforme andavam, King notava que o "clima frio" acompanhava-a. Mas as recepcionistas, sem perceber a peculiaridade, continuavam achando que o ar-condicionado estava frio demais.

-- Aqui está, senhor. Sua suíte. Logo suas malas serão entregues, esperamos que aproveite a estadia. - A Recepcionista dizia, antes de voltar para o elevador. -- Tenha uma boa noite, senhor Lawler.

Antes de entrar em sua suíte, algo chamava a atenção do malkaviano. Alguém chamava-o

-- Tenha uma boa noite - Dizia a mulher, King tinha a vaga lembrança de ouvir a outra recepcionista chamando-a de senhorita King. Ela tinha uma voz doce, melódica, quase encantadora.


Já dentro de seu quarto, King recebia suas malas alguns minutos após sua chegada à suíte e então caía em sono profundo, despertando na noite seguinte.

-- Senhor Lawler...? - King podia ouvir a voz da recepcionista, acompanhada de algumas batidas na porta, que estava aberta. -- Vim acordá-lo, como pedira ontem a noite.

Eram 19:35, King ainda tinha cerca de 1 hora e meia para encontrar-se com o contato, na catedral de Ofn.


Mulher no Elevador:

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Re: As Trevas do Vale Sagrado

Mensagem por Outis em Seg Set 12, 2016 5:04 pm

"Janelas com filtro luminoso... Com certeza foram colocadas para acomodar a nossa espécie. Pelo visto encontrei meu lar temporário." - Damien finaliza o processo de check-in sem se importar muito com o preço da diária, dinheiro é uma coisa que não trás preocupações para o cainita a muito tempo. — Perfeito. - Ele completa entusiasmado.

Já no elevador, King é surpreendido ao prestar um pouco de atenção na mulher que entra acompanhada de outra funcionária. — Boa noite. - Ele cumprimenta ambas. Os sinais claramente indicam que ela é uma cainita, mas não seria a primeira vez que estaria errado, caso ela não fosse. A aura gélida que contamina o elevador é apenas mais um indício de que Damien está certo, afinal, já esteve na presença de outro cainitas que emanavam a mesma aura e algumas um pouco diferente¹. Ao perceber o sorriso discreto da mulher, Damien demonstra um leve sorriso de canto enquanto olha rapidamente para ela.

— Muito obrigado, até amanhã. - Ele responde a recepcionista enquanto se prepara para entrar no quarto, até que é surpreendido pela possível voz da mulher do elevador. — Igualmente, senhorita King. - Damien responde sem hesitar, e então finalmente descansa.


. . .


Damien desperta aliviado por ter sobrevivido mais um dia de sono. O fato de uma possível cainita estar no quarto ao lado é preocupante, mas intriga Damien na mesma proporção. Ele tinha planos para a recepcionista, mas o simples fato de encontrar uma cainita morando na porta ao lado, muda totalmente o cenário.

— Muito boa noite, senhorita. - Damien pega uma nota de 100 dólares e entrega a ela. — Por favor, aceite essa pequena recompensa por ter me acordado. Não a conheço direito, então creio que fará melhor proveito comprando algo que a agrade. Tenho uma reunião em algumas horas, quem sabe num momento mais oportuno poderemos no conhecer melhor. Se não me falha a memória, já está em horário de trabalho, não é mesmo? Tenha uma boa noite!

Damien dispensa a mulher e ativa seus sentidos². "Será que ela já acordou?" - Damien pensa enquanto tenta ouvir algum barulho vindo do quarto ao lado. Caso escute, irá esperar a mulher sair do quarto, e sairá junto com ela.

— Boa noite novamente! Senhorita King, estou correto? - Ele indaga com um sorrido no rosto. — Alguma relação com o Hotel ou é apenas uma mera coincidência? - Damien da inicio a conversa com um tom casual e feição tranquila.

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¹. Ocultismo 3 (?)
². Auspícios nível 1

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Re: As Trevas do Vale Sagrado

Mensagem por Baruch King, O Anjo Caído em Dom Set 18, 2016 10:24 pm

Mais um dia de sono em paz. King despertava com leves batidas em sua porta, a voz da recepcionista do Hotel penetrava em sua mente, fazendo-o despertar.

— Muito boa noite, senhorita. — Por favor, aceite essa pequena recompensa por ter me acordado. Não a conheço direito, então creio que fará melhor proveito comprando algo que a agrade. Tenho uma reunião em algumas horas, quem sabe num momento mais oportuno poderemos no conhecer melhor. Se não me falha a memória, já está em horário de trabalho, não é mesmo? Tenha uma boa noite!

-- Nossa, é muita generosidade sua, Sr. Lawler, muito obrigado! - A mulher sorria, enquanto guardava a nota de 100 dólares em seu bolso. -- Mas é claro, em um momento mais oportuno... Agora, se me der licença, tenho de voltar ao meu posto, tenha uma boa noite, Sr. Lawler!

A recepcionista saía do quarto, provavelmente retornando ao saguão do hotel. King procurava, então, ouvir o que se passava no quarto ao lado, onde a possível cainita estava hospedada. Ao aproximar-se da parede, ele ouvia o som de passos - aparentemente a mulher andava de um lado para o outro no quarto. - e então um som metálico, algo como um click, porém mais forte. Mais alguns passos e um outro ruído - também metálico - algo como um som de encaixe. E então mais alguns passos.

Quando King decidira, finalmente, deixar o quarto, ele encontrava a mulher trancando a porta de seu quarto.


— Boa noite novamente! Senhorita King, estou correto? — Alguma relação com o Hotel ou é apenas uma mera coincidência?

-- Boa Noite. - Ela respondia, com um leve sorriso. - Infelizmente é uma mera coincidência... Mas diga-me, o que o trás à Ofn, senhor...?


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Re: As Trevas do Vale Sagrado

Mensagem por Outis em Ter Out 04, 2016 9:04 am

Damien apenas acena com a cabeça enquanto esboça um leve sorriso para a recepcionista que esbanja alegria por ter recebido 100 dólares. "Pobre criatura..." - Damien já se importou mais com o gado, porém, após sua conversão para a Espada de Caim, já não nutre mais da mesma visão.

Assim que fica sozinho, ele se apronta para sair e começa seu seu plano investigativo. Ao ouvir os passos da mulher, indo de um lado para o outro, o faz pensar que talvez ela esteja ansiosa, ou até mesmo preocupada com algo. "Mas quem não está? Ainda mais se tratando da nossa espécie." - Se Damien não fosse tão centrado, talvez estivesse andando de um lado para o outro também. O fato de dividir a parede com outro cainita não é bom, ainda mais se tratando de uma desconhecida. O som do click chama a atenção, ainda mais por se tratar de um som metálico. O encaixe que vem em seguida apenas confirma a sua teoria. "Provavelmente uma arma. Nada mal, é sempre bom andar prevenido. Além de ser um ótimo meio de intimidação quando usado em humanos." - Damien sai do quarto e após se encontrar com a vizinha, continua o diálogo.

— Oh, mil perdões. Pode me chamar de Lawler. Infelizmente, não é mesmo? Hahaha quem não gostaria de ter um hotel desse? - Damien tenta ser simpático. Mostrar qualquer tipo de insegurança pode mudar muito o rumo das coisas. — O de sempre... n E a senhorita?

Damien pensa que ela não seja uma residente da cidade, assim como ele, mas a pergunta indagando o motivo da presença dele na cidade não o faz deixar de pensar que talvez ela seja sim uma moradora da cidade. Saber o refúgio de alguém não é lá uma das melhores informações para se ter, ainda mais quando o dono do lugar sabe disso.

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Re: As Trevas do Vale Sagrado

Mensagem por Baruch King, O Anjo Caído em Qui Out 13, 2016 8:25 pm

Capítulo I - In Nomine Veritas
"The Dead are living still. Their intention is to kill and they will, they will, they will..."

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— Oh, mil perdões. Pode me chamar de Lawler. Infelizmente, não é mesmo? Hahaha quem não gostaria de ter um hotel desse? O de sempre... n E a senhorita?

-- Nada de especial - Ela dizia, sem dar muita importância. -- Apenas viajando, quem sabe não consigo algo de interessante por aqui? Você chegou à cidade há muito tempo? - Ela perguntava, sendo simpática. -- Oh, desculpe-me, não se importa se eu tratá-lo por "você", não é mesmo? - Ela sorria.

Os dois finalmente chegavam ao elevador, e a mulher entrara, esperando que Lawler fizesse o mesmo. Os instantes de espera até que o elevador chegasse ao térreo pareciam uma eternidade, até que o silêncio era quebrado, mais uma vez.

-- Ofn é um lugar intrigante... - Ela dizia, fitando o vazio -- "Medo", combina com a aura do lugar... Não acha?

A porta do elevador finalmente se abria. Após deixar o elevador, Lawler percebia que a mulher seguia praticamente o mesmo caminho que ele. Ela, no entanto, parava no balcão onde a recepcionista que atendera Lawler encontrava-se. Ela dizia algo à recepcionista, e entregava à recepcionista o que parecia ser a chave de sua suíte. Em seguida, ela ia em direção à garagem do hotel.

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Encare sua morte com orgulho, Ele irá vê-lo sorrir.  Com seus olhos brilhantes como estrelas, ele matará a todos, sem remorso. Fome pela escuridão golpeando seu coração, enegrecido desde o início, seu mal arrasta-se em sua mente. Provocando arrepios na espinha, Ele é a Noite! Alegrai-vos na carnificina, sabem que a merecem.





Spoiler:

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Re: As Trevas do Vale Sagrado

Mensagem por Outis em Ter Nov 01, 2016 7:25 pm

-- Apenas viajando, quem sabe não consigo algo de interessante por aqui? Você chegou à cidade há muito tempo?
— Havia acabado de chegar quando nos encontramos no elevador. Tenho certeza que existem muitas coisas interessantes nesse lugar.

-- Oh, desculpe-me, não se importa se eu tratá-lo por "você", não é mesmo?
— Claro que não, fique a vontade. - Damien mantem o tom agradável e a feição tranquila.

-- Ofn é um lugar intrigante... - Ela dizia, fitando o vazio -- "Medo", combina com a aura do lugar... Não acha?
— Ainda não tive a oportunidade de sentir a aura do lugar, medo parece ser um pouco extremo. Mas o que eu sei? Acabei de chegar... hehehe

"Suspeitar e saber são coisas diferentes." - Damien aguarda enquanto a moça deixa a chave da sua suíte na recepção. "Melhor não dar chance para o azar, preciso encontrar o padre e a Bispa, após isso posso perder um pouco de tempo com os acasos da vida." - Damien aguarda até que ela volte e então segue para o estacionamento. Chegando lá, continua o diálogo.

— Bom, creio que temos coisas a fazer, quem sabe num momento mais oportuno retomamos a conversa para ver se encontramos algo de interessante na cidade. Até logo, vizinha.

Damien vai até seu carro e segue até o local em que deve encontrar o padre. Caso o percurso ocorra sem problemas e tenha algum tempo sobrando, irá rodar as redondezas do local para conhecer o bairro. Após isso irá parar o carro alguns quarteirões do local. Quando faltar cinco minutos para o encontro, irá sair do carro e partir rumo a catedral.

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Re: As Trevas do Vale Sagrado

Mensagem por Baruch King, O Anjo Caído em Seg Nov 14, 2016 1:46 pm

Capítulo II - The House on a Hill
"In this House on a Hill, the Dead are living still. Their intentions is to kill and they will, they will, they will..."

Wolwerine Heart
OFF: Desculpe a demora, mas tive pouquíssimo tempo livre este mês, e acabei usando-o pra resolver outras pendências.



O Escuro... Tudo o que Azmaliel conseguia "ver" era a escuridão. Imerso em sombras, que faziam-no imaginar onde ele estava, realmente. A consciência do Salubri aparentava certa relutância, e fragmentos de tempo em que o cainita estava imerso na escuridão confundiam-se com a escuridão do próprio subconsciente do vampiro.
Durante seus momentos de consciência, Ron Shibatsu podia jurar ouvir sons de passos, os quais confundiam-se com o som de pancadas e de algo sendo arrastado. O Salubri nota, também, que algo impede seus movimentos enquanto sente uma dor excruciante em seu tórax.

Não se sabe, ao certo, há quanto tempo o vampiro está naquela situação. A dor em seu peito, a solidão e, principalmente, seus momentos de inconsciência fazem com que o salubri perca a noção de tempo, e fazem com que aquilo pareça uma eternidade.

Sem saber quanto tempo aquela espécie de torpor durou, Azmaliel sente uma movimentação mais brusca, seguida pelo som de objetos pesados sendo arrastados. Por fim, antes de perder mais uma vez a consciência, ele sentia que,  seja lá o que estivesse ao redor do Salubri, começava a mover-se também.

Ao recuperar a consciência Ron conseguia, desta vez, ver onde estava. O Céu estava encoberto por nuvens, mas era possível ver algumas estrelas e a lua, de coloração avermelhada. Shibatsu via-se em um pequeno navio preto, o qual estava ancorado em um porto. À sua frente, dois homens para ele, um dos homens tinha uma estaca de madeira em sua mão. Naquele momento Ron recuperava suas lembranças de sua última noite em Londres.


-- Azmaliel, você tem uma nova missão. - Dissera o mentor do Salubri, instantes após entrar no refúgio comunitário do Sabá na cidade. Ele caminhava ao lado de uma mulher ruiva, que vestia um sobretudo que fazia com que ela se parecesse com uma bruxa saída de um filme hollywoodiano. Ela carregava uma espada embainhada em sua cintura e, atrás da mulher, outros três homens acompanhavam os dois.

-- Seu destino é o Distrito de Ofn, em Alesia. - Dissera a mulher -- E lá você deverá achar a Casa na Colina.

A mulher aproximava-se ainda mais do Salubri, parando poucos centímetros a frente do cainita. Naquele momento, ele percebia a estaca de madeira negra na mão da mulher. Mais um passo a frente e a mulher praticamente abraçava o cainita. Enquanto a estaca penetrava o peito do Salubri, a mulher sussurrava algo em seu ouvido, a voz dela era doce, e ela falava com Shibatsu da mesma forma que um amante falaria com seu amado. Ron, então, afogava-se na escuridão e perdia a consciência.


Ao ver os dois homens, Shibatsu ouvia - novamente - o que a mulher sussurrava em seu ouvido. "Quando acordar, Mate-os!"


Foto da Mulher:

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Re: As Trevas do Vale Sagrado

Mensagem por Baruch King, O Anjo Caído em Seg Nov 14, 2016 2:16 pm

Capítulo I - In Nomine Veritas
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Damian King

OFF: Desculpe a demora, mas tive pouquíssimo tempo livre este mês, e acabei usando-o pra resolver outras pendências.

— Bom, creio que temos coisas a fazer, quem sabe num momento mais oportuno retomamos a conversa para ver se encontramos algo de interessante na cidade. Até logo, vizinha.


-- Até logo, vizinho. - A mulher sorria, enquanto entrava em seu carro e dava a partida, deixando o estacionamento.

King tinha outros assuntos com os quais se preocupar agora. Ele seguia até o local que visitara na noite anterior, refazendo o caminho até a Catedral. O Malkaviano não estava atrasado, e o fluxo de carros diminuía conforme distanciava-se do centro do distrito, o que permitia que o cainita chegasse ao local marcado com pouco mais de dez minutos de antecedência. Era tempo mais que suficiente para dar uma pequena volta pelo bairro.

Aquela região do distrito parecia ser relativamente pobre, se muito, aquele seria um bairro da classe média-baixa de Ofn. Durante o pequeno passeio, King via que o bairro aparentava ter uma certa taxa elevada de criminalidade, pois passara por inúmeros grupos vendendo drogas e consumindo-as livremente. O bairro também tinha pequenas lojas - quase todas fechadas naquele horário - e tinha uma escola, bastante vandalizada e na qual o malkaviano via um grupo comercializando drogas em seu terreno. As casas, quase todas espaçadas com pequenos quintais, raramente contavam com alguma iluminação chamativa e tinham uma atmosfera triste, desolada. Ofn parecia ser um lugar que sugava a felicidade, devolvendo apenas uma atmosfera pesada.

Ao encontrar um local satisfatório para deixar seu carro, King andava pelas ruas estreitas e mal-iluminadas do bairro, em direção à Catedral. Chegando lá, o vampiro via que ainda acontecia uma missa. Os bancos da igreja estavam cheios, embora ele conseguisse encontrar um espaço vazio no meio de um deles, próximo ao altar.
À frente do longo corredor que levava até as portas duplas de madeira da Igreja, um Padre que provavelmente terminava de reger a missa, cantava um hino.


-- Maria durch den dornwald ging. Kyrie eleison! Maria dann I'm dornwald hing. Kyrie eleison! - Ao passar pela porta da Igreja, Damian ouvia o próprio Padre cantando. -- Zur abtreibung war sie bereit. Kyrie eleison! Doch hätte sie damit entweiht das gebot der christenheit. Ergebene maria...

Damian compreendia as palavras do Padre. Ele cantava em alemão:
Maria passou pelo caminho de espinhos. Senhor, tende piedade! Maria então eu estou pendurado ao caminho de espinhos, Senhor, tende piedade! Ela estava disposta a fazer um aborto. Senhor, tende piedade! Mas eles teriam profanado, assim, o mandamento do cristianismo. Devota Maria...


Após o fim do hino, a multidão de devotos começava a se dispersar. Cerca de quinze minutos depois, o interior da Catedral estava vazio, exceto pela presença do Padre e de Damian.

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Spoiler:

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Re: As Trevas do Vale Sagrado

Mensagem por Wolverine Heart em Qua Nov 16, 2016 2:00 am

Azmaliel


Azmaliel ao despertar, senta-se, leva uma das mãos ao ferimento no peito, olha para os lados, parece estar um pouco confuso, ajusta sua espada na cintura
"Por quanto tempo estive inconsciente?? e que diabos de ferimento é este? "
Sua memoria vai retornando, por alguns segundos o Salubri observa os dois homens a sua frente, tentando identificar alguma tatuagem ou marca familiar, talvez possíveis armamentos  a mostra,não que isto o preocuparia, mas era de sua natureza examinar,calcular antes de agir, logo fica em pé, mas ainda agindo lentamente, como se estivesse sonolento, desembainha sua espada e fica parado por alguns segundos a olhando,aquelas doces palavras ecoavam em sua cabeça
Spoiler:
(gasto de 1 ponto de sangue para ganhar uma ação extra)
"Quando acordar, Mate-os!"
"Já devo estar em Ofn, caso ainda não esteja, devo estar próximo... "
Azmaliel volta a olhar para os homens a sua frente, meche a cabeça de um lado para o outro como se tivesse se espreguiçando, e fala calmamente em quanto se aproxima dos homens o suficiente para ficarem no alcance de sua espada:
-- Chegamos, certo??? a casa da colina não deve estar muito longe..
*O terceiro olho do salubri localizado em sua testa se abre repentinamente, o semblante de seu rosto muda, o olhar se torna fixo nos olhos da presa a sua frente e em um único e rápido movimento com a sua katana de baixo para cima, visando acertar a cabeça do homem que estava com a estaca na mão, ao espada passar pelo primeiro alvo o segundo movimento é de cima para baixo acertando o segundo homem em qualquer parte do corpo*


Última edição por Wolverine Heart em Qua Nov 16, 2016 7:29 am, editado 3 vez(es) (Razão : .)
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Re: As Trevas do Vale Sagrado

Mensagem por Baruch King, O Anjo Caído em Qui Nov 17, 2016 10:27 pm

Capítulo II - The House on a Hill
"In this House on a Hill, the Dead are living still. Their intentions is to kill and they will, they will, they will...

Wolwerine Heart
PdS: 13/13
FdV: 8/8
Vitalidade: Machucado (-1 dado) [DANO LETAL]

As memórias do Salubri voltavam aos poucos, e pequenos flashes de sua última noite em Londres eram 'vistos'. A perda de memória causava um certo atordoamento no guerreiro que, sem saber exatamente onde estava e por quanto tempo estivera naquela situação, perguntava-se o que havia acontecido e qual a origem do ferimento que ainda estava aberto em seu peito, cicatrizando-se lentamente.

Ao recuperar a memória recente, Shibatsu perguntava se aquele local seria o Distrito de Ofn, para onde fora mandado. Teria sido ótimo se seu mentor - ou a mulher - tivessem permitido que ele, ao menos, visse como é o local para onde estava sendo mandado, antes de ser forçado a partir para a missão. Infelizmente, Shibatsu não tivera nem mesmo esta sorte e fora jogado, apenas com seus pertences pessoais, em um caixão e guiado até um país distante e desconhecido.

-- Chegamos, certo??? a casa da colina não deve estar muito longe..
-- Mas que merda é essa?! - Dizia um dos homens, colocando uma das mãos para trás. -- Que porra é essa, Mike?

Ron, então, sacava sua espada, desferindo um golpe contra o homem com a estaca de madeira na mão. O golpe era bem sucedido e, pela ação repentina de Shibatsu, o homem não tivera uma reação rápida o suficiente pra tentar, ao menos, esquivar-se da katana do Salubri. O Ferimento, entretanto, não fora capaz de matá-lo. A deformação provocada pela lâmina fora notável: Uma das orelhas do homem fora arrancada, junto com parte da pele de sua face e um pedaço de seu couro cabeludo, fazendo com que o sangue jorrasse, e deixando alguns pedaços de músculo à mostra e, em outras partes, os ossos, cobertos apenas pelo sangue vivo que corria pelo grande ferimento. Além disso, um dos braços do homem era decepado.

-- AAAH! Filho da Puta! - Gritava o homem. A dor e a raiva eram perceptíveis em seu tom de voz, enquanto sangue jorrava da lateral de sua cabeça e do local onde ficava seu braço, encharcando suas roupas - E as do Salubri - e manchando sua face. -- Faz alguma coisa, seu Corno!

Antes que o outro homem pudesse fazer algo, Shibatsu já desferia um novo ataque. Desferido logo após a espada arrancar um pedaço da face do homem, o qual a nova vítima chamara de Mike, instantes antes. O ataque era certeiro, e causava estrago semelhante. A coloração vermelha na lâmina da espada tornava-se ainda mais intensa, enquanto uma mancha escura surgia na camisa do homem. Assim que Shibatsu recuava a lâmina, após seu último ataque, ele via mais uma parte de um corpo humano chocando-se contra o chão. Seu ataque, embora não fosse o suficiente para matar os homens, arrancara o braço esquerdo do homem, levando seu ombro e uma parte do peito. Um novo grito era ouvido, embora este fosse incompreensível, apenas urros de dor enquanto o homem perdia um de seus membros.

Ao ver ambos os braços chocando-se contra o chão, Shibatsu via que, do primeiro golpe, o braço decepado era o que segurava a estaca, enquanto o outro tinha, em sua mão, um revólver Smith & Wesson M640

Os dois homens não tinham muitas opções. Sem armas em punho, seria difícil para dois mortais sobreviverem a um membro treinado do Sabá. Sem saber, ao certo, a natureza do monstro que estava prestes à matá-los, um dos homens, por estar no chão após o golpe que lhe fizera perder o braço e parte do peito, utilizava a mão que ainda restava-lhe para pegar o revólver caído, e atirar contra o Salubri.



Rolagens:

ESTÁGIO I - INICIATIVA
- Ron shibatsu rolou 8 dados de 10 lados com dificuldade 7 para iniciativa que resultou 1, 8, 6, 9, 1, 9, 10, 10 - Total: 3 Sucessos
- Homem I rolou 7 dados de 10 lados com dificuldade 7 para iniciativa que resultou 6, 9, 1, 8, 9, 8, 4 - Total: 3 Sucessos
- Homem II rolou 7 dados de 10 lados com dificuldade 7 para iniciativa que resultou 6, 7, 1, 1, 3, 7, 2 - Total: 0 Sucessos
[Resultado: Ordem das ações: Shibatsu - Homem I - Homem II (Estaca na mão)]



1º ATAQUE

- Ron shibatsu rolou 10 dados de 10 lados com dificuldade 9 para ataque com a katana que resultou 3, 4, 3, 7, 3, 10, 4, 5, 10, 8 - Total: 2 Sucessos (Dificuldade 7 +2 devido à especificidade do ataque: cabeça.)
 -- Re-rolando os dois dados 10, vc obteve resultados: 10 e 6 (com a mesma dificuldade da rolagem anterior)
 -- Re-rolando o último dado 10, vc obteve resultado: 9 (Total de 4 sucessos)
- Ron shibatsu rolou 10 dados de 10 lados com dificuldade 7 para dano - katana que resultou 9, 10, 5, 8, 4, 6, 10, 7, 8, 1 - Total: 5 Sucessos



2º ATAQUE

- Ron shibatsu rolou 9 dados de 10 lados com dificuldade 7 para ataque com a katana que resultou 1, 3, 9, 4, 7, 7, 4, 10, 1 - Total: 2 Sucessos
- Ron shibatsu rolou 8 dados de 10 lados com dificuldade 7 para dano - katana que resultou 10, 2, 7, 3, 8, 5, 10, 9 - Total: 5 Sucessos
-- Re-rolando os dois dados 10, vc obteve resultados: 10 e 1, o dado 10 da re-rolagem é anulado pelo 1. (Total de 5 sucessos)



DADO DO DESTINO

- DADO DO DESTINO: Ao decepar o braço do homem com a estaca, um resultado (1) no dado do destino equivale ao braço decepado ser o braço inábil e um resultado (2) no dado equivale ao braço decepado ser o braço hábil.
-- Dado do Destino (I) - Resultado: 1
- DADO DO DESTINO: Ao decepar o braço do outro homem, um resultado (1) no dado equivale ao braço decepado ser o que não segurava a arma e um resultado (2) no dado equivale ao braço decepado ser o que segurava a arma.
-- Dado do Destino (II) - Resultado: 2



ATAQUE DO MORTAL + ABSORÇÃO DE DANO

- Homem ii rolou 2 dados de 10 lados com dificuldade 7 para atirar que resultou 3, 5, - Total: 0 Sucessos
- Homem ii rolou 2 dados de 10 lados com dificuldade 7 para atirar que resultou 5, 7, - Total: 1 Sucesso
- Homem ii rolou 2 dados de 10 lados com dificuldade 7 para atirar que resultou 7, 7, - Total: 2 Sucessos

- Homem ii rolou 4 dados de 10 lados com dificuldade 7 para dano - revolver que resultou 4, 2, 4, 6 - Total: 0 Sucessos
- Homem ii rolou 5 dados de 10 lados com dificuldade 7 para dano - revolver que resultou 7, 7, 4, 3, 9 - Total: 3 Sucessos
- Homem ii rolou 5 dados de 10 lados com dificuldade 7 para dano - revolver que resultou 2, 10, 4, 6, 10 - Total: 2 Sucessos

- Ron shibatsu rolou 2 dados de 10 lados com dificuldade 7 para absorver dano que resultou 4, 7 - Total: 1 Sucessos
- Ron shibatsu rolou 2 dados de 10 lados com dificuldade 7 para absorver dano que resultou 10, 7 - Total: 2 Sucessos
-- Resultado: 2 níveis de Dano (Letal)

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Re: As Trevas do Vale Sagrado

Mensagem por Wolverine Heart em Sab Nov 19, 2016 2:03 pm

Azmaliel


Azmaliel desfere dois golpes de espada, os golpes não foram tão precisos como de costume, mas não importava, os dois os homens a sua frente, agora estão no chão mutilados, sangue por todo lado, e em um momento de hesitação do Salubri, um estampido seco,um disparo de arma de fogo o atinge, o som ecoa dentro da sua cabeça.    

"Oque?? eles não morreram?? "

--Hey! isto incomoda..  um pouco.

Ele fala olhando para o ferimento feito pela arma de fogo, o disparo da arma de fogo o fez sentir algo,(a dor) por mais leve que fosse, foi o suficiente para arrancar um sorriso sarcástico e logo *um golpe de cima para baixo com sua espada no braço do homem ainda armado, com intuito de desarmá-lo, apos tirá-lo de combate, Azmaliel se aproxima do mesmo, o agarra pelo restante do cabelo e o morde no jugular com intuito de se alimentar e recuperar os danos causados ao seu corpo, se necessário se alimenta dos dois.*
"Ahhh o doce vittae "

O medo e a adrenalina no olhar daquele homem o faz lembrar quem ele é realmente, "um Deus para os mortais, que decide quem vive, quem morre ou vai ser amaldiçoado",  alimentar-se depois de todo aquele tempo em torpor, foi como chegar a um orgasmo.

*Logo vistoria os corpos e sala onde se encontra, procurando armas, dinheiro e documentos, isto sempre atento a possíveis movimentações de fora da sala.*    

Salubri tinha poucas certezas sobre o caminho que ia percorrer a partir daquele momento, mas uma delas é que iria ser como nos velhos tempos, um rastro de brutalidade e corpos iriam ficar para trás, até ele se ocultar nas sombras novamente. A Fúria estava em sua alma, o desejo de vingança, era tão grande quanto a vontade de beber sangue, Azmaliel fará com que todos que cruzarem seu caminho saibam que os antigos guerreiros caçadores de demônios, da casta de Samiel, estão de volta neste novo mundo.
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Re: As Trevas do Vale Sagrado

Mensagem por Outis em Ter Nov 22, 2016 9:46 pm

A desolação do local chamava a atenção de King. "Pelo visto estou subestimando esse lugar." - O lunático seguia seu caminho até a catedral sem dar muita importância para o ambiente carregado, já estava acostumado a navegar em águas turbulentas, era sua especialidade. "Feels like home." - Ao entrar na igreja, por alguns segundos, é tomado pelo hino que o padre entoava. Já fazia algum tempo que não houvia o idioma alemão, e o padre certamente sabia como pronunciá-lo corretamente.

Assim que o lugar fica vazio, Damien vai até o Padre.

— Boa noite, Padre Schlengel. - King cumprimenta o padre em alemão. Então continua em inglês. — Foi uma pena não ter ouvido o hino inteiro, talvez numa próxima oportunidade. - King sorri. — Parabéns. É raro ver uma igreja tão cheia nos dias de hoje, não é mesmo? De onde venho, as igrejas servem apenas para nos lembrar de outrora. - King obversa melhora o lugar enquanto conversa com o Padre. — Bom, creio que temos coisas mais importantes a fazer do que lembrar do passado. Iremos conversar aqui mesmo ou possui um local mais reservado?

Damien não planeja perder muito tempo com o Padre. Após o inesperado encontro com a vizinha cainita, Damien sabe que é preciso o quanto antes ir se apresentar para a Bispa Selenya. Não sabe se ambas possuem alguma ligação, mas prefere não arriscar.

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Re: As Trevas do Vale Sagrado

Mensagem por Baruch King, O Anjo Caído em Qui Dez 01, 2016 12:48 pm

Capítulo II - The House on a Hill
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Os dois homens já estavam praticamente mortos. Aquele que havia atirado, após o último golpe de Shibatsu, começava a perder rapidamente os poucos litros de sangue que restavam em seu organismo. A perda era, então, acelerada pela mordida que o Salubri desferia na jugular do homem, absorvendo os pontos de sangue que necessitaria pra se curar totalmente. Restava ainda, o segundo homem, o qual encontrava-se em Estado de Choque. A brusca mudança de temperatura corporal, motivada pela perda rápida de um volume considerável de sangue, além da dor lancinante provocada pelos ferimentos, eram a causa deste estado. Aquele homem não tinha mais condições de causar danos ao Vampiro.

No momento em que Ron dava fim à vida do segundo mortal, terminando de beber as últimas gotas de sangue restantes em seu corpo, ele ouvia o som de passos calmos sobre uma superfície de madeira, aparentemente vindo da plataforma de madeira onde o barco estava amarrado. Os passos eram confiantes, pesados e aproximavam-se cada vez mais do barco. Além do som dos passos, Ron ouvia também o som de uma arma - possivelmente uma pistola - sendo carregada.



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Encare sua morte com orgulho, Ele irá vê-lo sorrir.  Com seus olhos brilhantes como estrelas, ele matará a todos, sem remorso. Fome pela escuridão golpeando seu coração, enegrecido desde o início, seu mal arrasta-se em sua mente. Provocando arrepios na espinha, Ele é a Noite! Alegrai-vos na carnificina, sabem que a merecem.





Spoiler:

"Penso, Logo Existo"
- Sussurros, pois ninguém deve nos ouvir.
-- Por que não falamos de igual para igual?
--- Gritos, pois devo ser ouvido.
*Atos, pois não devo confiar apenas nas palavras.*
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Baruch King, O Anjo Caído

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Re: As Trevas do Vale Sagrado

Mensagem por Baruch King, O Anjo Caído em Sex Dez 02, 2016 4:00 pm

Capítulo I - In Nomine Veritas
"The Dead are living still. Their intention is to kill and they will, they will, they will..."

Damian King

DIÁLOGO:

"— Boa noite, Padre Schlengel. Foi uma pena não ter ouvido o hino inteiro, talvez numa próxima oportunidade. Parabéns. É raro ver uma igreja tão cheia nos dias de hoje, não é mesmo? De onde venho, as igrejas servem apenas para nos lembrar de outrora. Bom, creio que temos coisas mais importantes a fazer do que lembrar do passado. Iremos conversar aqui mesmo ou possui um local mais reservado?"


-- Muito obrigado, eu mesmo que escrevi esta canção. - o Padre virava-se para o Malkaviano. -- Imagino que você seja o Sr. Lawler, estou certo?                        






[22:17, 24/11/2016] Albert Alt: - Isso o torna ainda mais especial. - Damien completa. - Correto. Em carne e osso!                        






[22:22, 24/11/2016] Padre: -- É uma canção interessante... - Ele apaga a última vela sobre o altar. -- Mas creio que não veio aqui apenas para falarmos sobre minhas missas. Bispa Thompson entrou em contato comigo esta semana, tenho algumas informações para passar a você. Venha comigo.

Assim que lawler estivesse próximo ao meio do corredor central da Igreja, ele ouviria o som das pesadas portas de madeira se fechando.

-- Conversaremos em um local mais reservado. Por mais que seja minha missão espalhar a Palavra à todos, não é de bom tom permitir que algumas pregações cheguem aos ouvidos dos infiéis.                        

O Padre começa a andar, em direção a uma porta nos fundos da Igreja. Atrás da porta existe uma escada, e conforme os dois vampiros sobem, Lawler se vê em uma espécie de sala de leitura e escritório.

-- Eis um bom lugar para conversar. - Ele dizia, sentando-se em uma cadeira -- Vou direto ao ponto, não há porquê não ser direto. Coisas estranhas têm acontecido em Ofn.                        






[22:45, 24/11/2016] Albert Alt: - Certamente que não, são apenas observações pessoais. - Damien diz descontraído. - Ela é uma mulher e tanto, não acha, Padre?

Damien segue o padre para a possível sala onde iriam conversar. As portas se fechando confirmam o isolamento do local, tranquilizando o lunático.

- Muito aconchegante. - Senta-se em uma das cadeiras. - Direto é como deve ser. Pois bem, conte-me mais. Acabei de chegar, e tirando a escolta de lupinos que tive quando me aproximava da cidade, ainda não vi nada de estranho. - Damien diz intrigado com o que o Padre tem a dizer.                        






[12:02, 25/11/2016] Padre: -- Selenya e, de fato, alguém excepcional...

Assim que Damien se sentava, o Padre pegava uma pasta de couro com um símbolo un pouco estranho desenhado em baixo relevo. O símbolo era, provavelmente a Espada de Caim, o símbolo do saba, porém estilizado.

-- Os lupinos fazem parte de um acordo que Selenya fizera com as matilhas da fronteira. E quanto aos acontecimentos estranhos, veja com seus próprios olhos...

O padre jogava a pasta na mesa, ja aberta. Havia fotos e marcações em um mapa. As fotos pareciam saídas de filmes de terror Snuff. Elas mostravam corpos mutilados. Tanto humanos quanto animais apareciam nas fotos                        






[13:30, 25/11/2016] Albert Alt: — Eu estava me referindo a Bispa Thompson, ainda não tive o prazer de conhecer a Bispa Selenya. Pretendo cuidar disso assim que sair daqui. - Damien revela intrigado pela confusão do Padre. — Devo agradecer a ela por estar vivo então, anotado.

Assim que vê as imagens, Damien continua.

— Definitivamente é algo estranho, o que temos de informações sobre esses mutilamentos?                        






[21:20, 25/11/2016] Padre: -- Ah, claro. Desculpe-me a confusão, sabe como é, com tantos pensamentos, as vezes me pego confundindo um ou outro... Bispa Thompson é um membro valoroso de nossa sociedade. É uma pena que eu ainda não tenha tido o prazer de conhecê-la pessoalmente...

-- Bem, Selenya é uma negociadora extraordinária. Mas igualmente perigosa, tenha cuidado com o que fala... Todos que se aproximam são suspeitos, para ela. Os espiões capturados são bons exemplos disso.

-- Todos os casos têm semelhanças. Dois, dos quatro casos, apresentam mutilações graves, como pescoços arrancados e ossos quebrados. Ao todo são seis vítimas, sendo 4 mulheres e dois homens. Todas as mulheres foram mortas da mesma maneira: cortes no pescoço e lacerações internas. Enquanto os homens foram brutalmente assassinados, com perfurações, cortes e sinais de dilaceração corporal. Dois casais e duas vítimas solitárias. Em um dos casos, um animal também fora morto, um cachorro, teve o pescoço quebrado.                        






[13:37, 1/12/2016] Albert Alt: — Entendo perfeitamente, deve ser difícil conciliar tudo com os deveres de um padre. - Damien mantém o tom informal. — Parece que estamos em lados opostos, não é mesmo? E nossas Bispas não parecem tão diferentes uma da outra, o Mundo das Trevas realmente sabe como brincar com suas peças. O único jeito de conseguir informações concretas e sujando as mãos, meu caro.

Damien apenas observa enquanto o padre continua a explicar os fatos ocorridos.

— Fascinante, temos um serial killer a solta. E pelo visto é um dos nossos, né? Um humano não teria força suficiente para arrancar pescoços. - Damien observa as fotos das vítimas intrigado. — Temos alguma pista do assassino? Algo deixado para trás, alguma imagem, qualquer coisa...                        






[13:41, 1/12/2016] Padre: -- O universo é curioso... Talvez nossos estudiosos possam explicar como dois opostos podem ter tanto em comum... Mas isso e assunto para um outro momento.

-- É um serial killer bastante incomum. E sim, é certo que seja um vampiro. Um mortal não conseguiria fazer isto com um de nós, mesmo se tratando de um Pander.

O padre apontava para a primeira mulher das fotos.                        

-- Os investigadores mortais não tiveram acesso a elas, mas sim, nós já temos pistas.

O Padre levantava-se e pegava outra pasta, desta vez uma pasta-catálogo de capa preta. E a colocava sobre a mesa, após abri-la.

-- Em todos os locais, encontramos estas marcas.


Ele folheava as páginas. Cada página continha uma foto. Símbolos estranhos que, embora Damien reconhecesse sua natureza, não sabia decifrá-los, ao que parecia, tinham algo a ver com demônios. Além disso, havia inscrições no que parecia ser um idioma desconhecido.                        






[13:59, 1/12/2016] Albert Alt: — Realmente curioso hehehe quem sabe num futuro onde essa lambança já foi limpa!

— Agora entendo a real preocupação. Por enquanto é um mero Pander, mas e quando esse infeliz começar a atacar membros mais importantes da nossa estrutura? Precisamos traze-lo a justiça o quanto antes.

Mais uma vez Damien observava intrigado e com extrema atenção as imagens que o padre mostrava.

— Se me permite... - Damien alinhava as imagens na mesa e então se concentrava para utilizar o dom da Demência* afim de encontrar respostas mais claras na mensagens deixadas pelo serial killer.

Assim que volta do pequeno transe, continua.

— Precisamos identificar o idioma dessas inscrições e traduzi-las, assim teremos alguma ideia do objetivo real dele. Certamente são mais do que simples mortes, temo que esses símbolos tenham algum envolvimento com demônios.                        
*Demência - Nível 3*






[14:12, 1/12/2016] Padre -- Sendo um mero Pander, ou não, é hora de tomar as providências necessárias. Selenya considera estas mortes como fatos isolados e pouco se preocupa com o que está acontecendo. Se ela não intervém em seu próprio domínio, a Espada o fará por ela. - O Tom de voz do Padre tornava-se mais sério.

-- Sinta-se a vontade para investigar, faça o que achar necessário.

Damien rolou 8 dados de 10 lados com dificuldade 8 para olhos do caos que resultou 7, 1, 7, 4, 2, 3, 10, 4 - Total: 0 Sucessos


Infelizmente Damien não conseguia decifrar alguma mensagem oculta naquelas imagens. Sua mente enchia-se com os mais variados padrões possíveis, milhares de imagens formavam-se sob os olhos do Malkaviano até que, então, sua visão escurecia. Ele não conseguia mais ver onde estava, e a única sensação que ele tinha era a de estar caindo, embora não soubesse se esta sensação estava apenas em sua mente ou se era algo físico.


Ao recuperar a consciência, Damien via-se em um local estranho. À sua frente, havia uma pequena cabana de madeira, sem janelas, e aparentemente abandonada. Já bastante desgastada pela ação do tempo. O ambiente ao redor era escuro, aparentemente uma floresta. Damien estava, pela forma do relevo onde ficava a cabana, numa pequena clareira em algum lugar.                        






[14:21, 1/12/2016] Albert Alt: — Que assim seja!

O olhar de Damien não negava a empolgação de ver um pouco de ação. Ajudar ou ser responsável pela captura desse serial killer certamente ajudará Damien a ganhar  reconhecimento na mão.

Quando tenta decifrar os códigos contidos nas fotos, é surpreendido por si mesmo, ao perder o controle dos pensamentos, até finalmente perder a consciência. Assim que retoma os sentidos, os amplia*. Percebe que já não está mais na catedral falando com o padre, o que é no mínimo estranho, se não assustador.

Caso não perceba nada de estranho, ofuscado, irá entrar na cabana.






Não há ninguém ao redor, a floresta esta absolutamente silenciosa e não há sons vindo de dentro da cabana. Damien, sob o manto da ofuscação, abre a frágil porta de madeira e, ao passar por ela, se vê mais uma vez numa repentina mudança de cenário. A cabana por dentro é, pelo menos, quatro vezes maior que por fora, e é bem iluminada, por tochas e velas vermelhas. As paredes, por dentro, são feitas de pedra.

No interior da cabana, há ganchos de metal e pedaços de correntes presas à parede oposta à porta, mas não há nada sendo preso por estas correntes.

Damien, repentinamente, vê-se novamente na catedral, de frente para o Padre. Ele aparenta estar nervoso, sua expressão demonstra que ele não está entendendo o que se passou.                        






[14:34, 1/12/2016] Albert Alt: — Me desculpe padre, a verdade caminha lado a lado com a loucura. Muitas vezes, nós, os Malkavianos, ao procurar pela verdade, escorregamos e somos tragados por ela. - Damien fala enquanto se recompõe, então explica em detalhes tudo o que viu.

— Talvez não tenha nada a ver com o serial killer, mas sinto que o interior da cabana seja algum lugar importante, embora macabro. - Recomposto, Damien continua. — Precisamos identificar o idioma dessas inscrições e traduzi-las, assim teremos alguma ideia do objetivo real dele. Certamente são mais do que simples mortes, temo que esses símbolos tenham algum envolvimento com demônios.                        






[14:37, 1/12/2016] Padre: -- Cabana? Sr. Lawler, não vejo cabana alguma nessas fotos, do que está falando?

-- Você deve se encontrar com uma pessoa. - Ele dizia, olhando para as fotos com as inscrições desconhecidas -- Que talvez possa ajudar. Ela está na cidade há algumas noites. Vamos, não posso lhe ser útil em mais nada.                        






[14:55, 1/12/2016] Albert Alt: — Não espero que entenda, Padre Schlengel. Apenas utilizei a Demência para procurar respostas nos símbolos das fotos. Mas nem sempre temos as respostas que procuramos. - Damien tenta explicar enquanto coça a barba.

— Pelo visto irei conhecer muitas pessoas hoje. - Damien segue o Padre.

— Pelo visto irei conhecer muitas pessoas hoje.

Capítulo II - A Casa na Colina
"The Dead are living still. Their intention is to kill and they will, they will, they will..."


Os dois Malkavianos voltavam para o salão da Catedral. Enquanto caminhavam, o Padre falava -- Todos nós temos nossos respectivos papéis no Ofício... A pessoa que você deve encontrar é uma Inq... - Schlengel, no entanto, calava-se ao avistar uma mulher parada de frente para o altar.

A mulher vestia um manto negro e estava encapuzada. Não era possível ver seu rosto, apenas partes de seu cabelo, branco como a lua. Ela cantarolava uma canção.

- Eu era o filho da alvorada, a estrela brilhante de firmamento de Deus. Eu era querubim, um guardião do céu - Ela cantava em alemão, assim como o Padre, quando Damien chegou a igreja. -- Estou interrompendo algo, Padre?

A mulher virava-se para os dois, com os olhos fixos em Damien. Sua pele era pálida, seus olhos eram negros envoltos por uma sombra preta. A mulher era bela (Aparência 4), e em seu pescoço, pendia um crucifixo.


-- Selenya... - A expressão do Padre mudava, e ele ficava levemente tenso naquele momento. -- É claro que não, todos são bem-vindos na casa de deus, a qualquer hora!

-- Ótimo... - Se ela havia percebido a mudança de expressão do Padre, Damien não conseguia dizer. -- E você, quem seria?

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Encare sua morte com orgulho, Ele irá vê-lo sorrir.  Com seus olhos brilhantes como estrelas, ele matará a todos, sem remorso. Fome pela escuridão golpeando seu coração, enegrecido desde o início, seu mal arrasta-se em sua mente. Provocando arrepios na espinha, Ele é a Noite! Alegrai-vos na carnificina, sabem que a merecem.





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Re: As Trevas do Vale Sagrado

Mensagem por Wolverine Heart em Seg Dez 05, 2016 12:15 am

A vittae dos homens era suficiente para que o Salubri recuperasse os danos superficiais que havia recebido, ao terminar de se alimentar, seu corpo ainda se encontrava êxtase mas por pouco tempo, passos no lado de fora, o barulho de uma arma sendo engatilhada o fazia despertar, alguém se aproximava.

" Eu poderia simplesmente sair, absorver aluns tiros e retalhar tudo que se movimentar, mas se não forem humanos??  é mais sensato me ocultar e deixar que entrem ao meu alcance"  

*Azmaliel segura sua katana próxima a seu rosto, se aproxima da porta e se oculta nas sombras (ofuscação), espera aproximação. *

"Depois que estiverem aqui dentro, não vai ter para onde correr !"

Um sorriso diabólico abre no rosto do salubri.
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Re: As Trevas do Vale Sagrado

Mensagem por Baruch King, O Anjo Caído em Seg Dez 12, 2016 12:05 am

Capítulo II - The House on a Hill
"In this House on a Hill, the Dead are living still. Their intentions is to kill and they will, they will, they will...

Wolwerine Heart
PdS: 13/13
FdV: 8/8
Vitalidade: OK

OFF: Peço desculpas pela demora, mas esse final de semana foi um tanto atípico, e por causa do vestibular não tive como postar hoje mais cedo.



As sombras envolviam o Salubri, que tinha total certeza de que não seria descoberto. O Salubri mantinha a lâmina de sua Katana próxima ao seu rosto, preparado para que, se necessário, pudesse ter uma reação rápida. Ele ouvia a aproximação, aparentemente sozinho. Passos pesados, apressados e, principalmente, fortes. Ron não sabia ao certo quem estava aproximando-se, mas era possível perceber que se tratava de uma pessoa corpulenta, pelo som que ecoava no local.

-- Que merda é essa? - A voz era de um homem. Sua voz era grave e era perceptível que, pela entonação, se tratava de uma pessoa com corpo grande.

-- Você, atenção! - Foi então que Ron notou que ele estava errado, ao ouvir a voz de uma mulher. Não era apenas uma pessoa, mas sim duas, que aproximavam-se. Um homem e uma mulher

Os passos aproximavam-se e Ron notava que estava, mais uma vez, enganado. Eles não vinham de fora do barco, eles estavam às suas costas. No momento em que o Salubri preparava-se para emboscar seu possível atacante, utilizando as sombras à seu favor, ele sentia que elas deixavam-no desprotegido.

--- ORMESWR!

Ela gritava, em um idioma desconhecido. Os olhos da mulher ardiam como fogo, enquanto ela olhava nos olhos do Salubri. Seu olhar era forte, como se avaliasse cada centímetro do corpo do guerreiro e, estranhamente, Ron sentia a necessidade de recuar. Enquanto o peso do olhar daquela mulher forçava seu instinto a recuar, ela avançava, com um punhal em mãos.

Em um movimento rápido, ela realizaria um movimento de leque, com o punhal, com o intuito de cortar o pescoço do Salubri. Após o primeiro golpe, ela giraria o punhal em sua mão, invertendo a forma como segurava-o, e realizaria um segundo golpe, com um novo movimento de leque, na direção oposta ao primeiro.



ROLAGENS:

PRESENÇA - OLHAR ATERRORIZANTE
Mulher rola 5d10, dificuldade 6, resultado: 8  3  5  2  3 - Sucessos: 1.
INICIATIVA:
Ron rola 1d10, resultado 8 - Iniciativa = 8 + 5 + 2 = 15
Mulher rola 1d10, resultado 7 - Iniciativa = 7 + X + Y = 13
Age Primeiro: Ron / Declara Ação Primeiro: Mulher

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Re: As Trevas do Vale Sagrado

Mensagem por Wolverine Heart em Sab Dez 17, 2016 4:40 pm



Eles não vinham de fora do barco, eles estavam às suas costas.
Azmaliel se vira rapidamente, sem entender oque aconteceu.  "Merda! de onde eles vieram? como eu não percebi estes dois?? " por alguns instantes o Salubri exita, não por medo, mas sim por entender, como pudera ser pego desprevenido desta forma.
--- ORMESWR!
Um  grito, aquela voz ecou na sua cabeça, algo estranho aconteceu, o Salubri, exita novamente, recua, tudo acontece muito rápido, aquela mulher de estatura baixa continua avançando em sua direção com um punhal.

"Ela tentou lançar um feitiço em mim??? "

A expressão de espanto some de seu rosto, um leve sorriso se esboça em sua boca, seus 3 olhos se fixaram na mulher a sua frente

"Vamos ver do que você é feita bruxa!"

*Azmaliel, volta a si, e antecipa o ataque de sua adversaria, a golpeando antes. Desfere o primeiro golpe de cima para baixo visando acertar o pescoço da sua atacante, logo desfere um segundo golpe de baixo para cima com a intenção de mutilar*

"Menos um! cade o outro?" *olha para os lados a procura pelo o outro homem que estava na sala.*

Spoiler:
(utiliza um ponto de sangue para ganhar uma ação extra no turno seguinte)
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Re: As Trevas do Vale Sagrado

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