Sangue Ruim - Vampiros Caçados

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Re: Sangue Ruim - Vampiros Caçados

Mensagem por Lord_Suiciniv em Ter Out 25, 2016 11:57 pm

Eu encostava minha moto um pouco mais afastada da dos outros motoqueiros e descia dela, já atirando uma cara de mau encarado para os mortais que tinham me visto daquele jeito deixar a moto mais cara do mundo. Era uma cara de quem dizia nem pensem em fazer alguma gracinha. Estava familiariazado com aquele tipo de ambiente e sabia que se eu não me impusesse logo de chegada, os caras iam montar em cima de mim.

Eu entro no bar e olho em volta, lar doce de lar, aquilo me lembrava muito minha vida antes de glover, chegava a ser nostalgico e pensar que ela tinha acabado a apenas uma noite. O tempo realmente era algo engraçado.

Eu caminho tranquilamente até o balcão e chamo a atenção do barman. - Irmão, me vê um whisky. - Ele pedia e quando ele trouxesse a bebida faria uma nova pergunta. - Meu velho, se eu estivesse procurando uma pessoa, por aqui, com quem eu falaria para encontrar essa pessoa? Acredito que você possa me indicar alguém. - Eu falava enquanto utilizava o fascinio no barman.
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Re: Sangue Ruim - Vampiros Caçados

Mensagem por Rian em Ter Out 25, 2016 11:59 pm

Franchesca Sardou; PS: 12/13; FV: 7/7; Vitalidade: -


Após conferir no gps do celular, Franchesca sabia que estava há 2km do seu destino. Era longe, contudo era uma distância possível de se cobrir a pé. A vampira fazia uma longa caminhada. No decorrer do percurso ela se viu obrigada a passar para um lado e outro da rua pelo menos mais de uma vez, já que em determinados pontos havia usuários de drogas nas proximidades. Se quisesse passar desapercebida pela bastarda, precisaria passar assim também pelos mortais. Em alguns pontos as luzes dos postes estavam queimadas, os carros passavam em alta velocidade no asfalto e o vento frio atiçava os cabelos da Toreador. Cães latiam no interior de residências próximas e sirenes da polícia eram escutadas ao longe. Era como se um clima hostil estivesse no ar e Franchesca tinha a sensação de que a qualquer momento poderia ser assaltada.

Aos poucos a paisagem ia mudando. Diminuía os paredões de concreto à beira da calçada e começava surgir os primeiros estabelecimentos comerciais. A princípio todos fechados. Entretanto logo surgiam postos de combustíveis, um ou outro pub e finalmente a cainita chegava ao hipermercado, com seu grande estacionamento iluminado e movimento de pessoas na porta, entrando e saindo. Uma sensação bem diferente e menos desolada do que o caminho que ela percorrera. Agora, era só ir às compras!

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Re: Sangue Ruim - Vampiros Caçados

Mensagem por Winterfell em Qua Out 26, 2016 4:38 am

Off. Pessoal desculpem a minha ausência, ela foi motivada pelos meus estudos. Estarei retomando as minhas atividades no fórum. Primeiro aqui na crônica e depois na cidade. Smile  

Lenta e silenciosamente, atento tanto ao "magrelo na arvore!¹" quanto a igreja. Começo a me deslocar, me esvaindo pouco a pouco enquanto ainda observo a cena tentando tirar o maior numero de impressões possível. (Minha intenção ao me deslocar lentamente, era me assegurar que não cometeria nenhum erro por pressa, nem revelaria minha posição).  

Mas tão logo começo a me mover, "as formas de sombra e névoa" retornam. Ai meu caralho... Deixo de me mover receoso que a movimentação possa facilitar a quebra de meu ocultamento (Ofuscação) e me mantenho com cobertura e o mais discretamente possível. Agora esses putos vão ver o que houve com os pneus e procurar por alguém por aqui. Só faltava me acharem por procurar a porra do magrelo! Mas embora tivessem reparado nos pneus, eles focam sua atenção no carro anterior ao deles e então decidem checa o cemitério. O lugar onde estava me escondendo não recebeu atenção. Realmente o cemitério devia ser um "alvo de busca" bem mais suspeito. Minha posição estava um tanto mais segura agora que ficava as costas e cada vez mais longe do "casal". Que ia adentrando o cemitério.    

Ainda imóvel, observando tanto o "casal", quanto o "magrelo empoleirado", penso: É melhor refletir com cuidado, ambas as opções podem ser desastrosas. Teria de decidir agora: ou retornar ao apartamento, ou segui-los. Essa dupla é obviamente poderosa e "já me conhecem" (por assim dizer, na verdade devem conhecer o John). Enfim... Continuar é muito arriscado, mas de qualquer forma já devo estar sendo procurado por eles. Afinal eles tinham meu endereço. Saber um pouco mais, qualquer coisa, pode me ajudar a evita-los com mais eficiência. Alem disso saber porque um sabá... (Presumo que o casal seja Sabá, já que o Homem se utiliza de tenebrosidade, disciplina exclusivamente lasombra cujo clã, é um dos pilares do Sabá). ...esta aqui, e também por que me procura; é prioritário. Não estou com um bom pressentimento ... De qualquer forma eles devem estar procurando os passageiros do outro veiculo. Pelo interesse que demonstravam no outro carro, E também o puto do magrelo. Já que é obvio que os pneus não se furaram sozinhos. Esta também é a melhor chance que tive de entender o que esta acontecendo nessa cidade e com esse interesse deles em mim. Não posso deixa passar. Descido por seguir o casal, me mantendo o mais distante possível (tão longe que só consigo ouvir o que dizem ao forçar meus sentidos sobrenaturais). As suas costas e longe do raio de visão do casal, preferencialmente com cobertura e em área pouco iluminada. Eles vasculham o lugar e logo chegam ao ritual que investiguei anteriormente. Droga... ele fala baixo, o que me leva a forçar a audição ao limite. (Consigo ouvi tudo? Parte? Nada)? Ele começa a fazer uns gestos, o que entendo com mais facilidade. O pentagrama. Eu precisei do bastão de luz negra pra chegar ao ritual, ele deduziu muito mais rápido. Indicio ruim. Por motivos óbvios, preferia ter alguém menos sagas atrás de mim. Ele a chama de Joan. Isto poderia ser útil, ao menos é alguma coisa.          

A mulher que antes era nevoa diz: - Deve ser por isso que você é o inquisidor e eu sou o templário. Um Inquisidor Lasombra e Joan Templário.... (O que sei a respeito desses cargos? Posso deduzi que sei o significado deles)?


(Alem disso, o Magrelo continua na arvore)?


¹ Enquanto o cainita espreita entre os túmulos ele vê algo: Uma pessoa, um homem magro, uma aparência quase raquítica de tão magro, surgia do nada atrás de uma árvore que ficava em frente a uma residência dois lotes ao lado da igreja. Era como se ele estivesse ofuscado e de repente se revelasse. Ele caminhava normalmente e ao chegar ao lado do Mercedes que tinha acabado de estacionar, "disfarçava" e mordia em um dos pneus, que ficava do lado do cemitério. Desta forma ele ficava escondido atrás do carro para quem estava na igreja e ficava de costas para Marko. Ele caminhava até o outro sedã sorrateiramente e fazia o mesmo. Sem saber que estava sendo notado o homem deixava o local e voltava para a árvore novamente, onde ficava escondido. Entretanto, Marko ainda podia vê-lo observando a igreja e os veículos. Um sorriso sádico estava estampado em sua face.


Vou seguindo-os cautelosamente, a distancia. Quando então as velas começam a se acender. Mas que porra... dando lugar a uma imensa parede de labaredas! CACETE! Desvio o olhar do fogo, tentando me manter concentrado na minha ocultação (ofuscação), imóvel e controlado. Podia ser eu nessa armadilha no lugar deles. E pensar que estive ali antes ... mas logo esse pensamento perde a importância. Pelo Mais Velho!! Vai tomar no Cú! Segue então o embate mais absurdo que já presenciei. Braços, assas, tentáculos, cruzes... Porra vai se fuder! Eram quatro contra um e mal fazia diferença. Serio que esse cara tá atrás de mim? Mas que caralho! Os poderes do infeliz eram um negocio surreal. Os infernalistas não tinham chance. E o puto ainda é um fanático! Como se isso já não estivesse ruim o bastante. Ele nem pensou na companheira e continua com esse discurso bizarro. Se esse lamparão me pegasse seria o fim, não teria chance nenhuma de explicar que não sou infernalista, nem mesmo que não sou o John. Que a Mary se foda, uma de minhas primeiras providencias saindo daqui vai ser trocar de rosto. Não podia continuar na mira desse cara. Preciso voltar a ser anônimo. Era perigoso demais continuar como estava, era perigoso demais continuar aqui também. Esse é um bom momento pra vazar daqui. Quando ele terminasse com os infernalistas sua atenção se voltaria aos arredores. Pretendia não estar mais aqui quando isso acontecesse.


Estou começando a sair de lá. O mais oculto e sorrateiramente possível. (Me valendo também de ofuscação, cobertura e da pouca luminosidade. Alem de tomar o cuidado de não ficar na rota ate os carros estacionados).

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Re: Sangue Ruim - Vampiros Caçados

Mensagem por Black Thief em Qua Out 26, 2016 3:11 pm

O local onde estava era digno de aplausos, decadente como gostava... Como queria se juntar à toda aquela algazarra e fazê-la piorar... E ainda por cima com aqueles traficantes. Franchesca só passava longe deles por que não sabia a quem serviam verdadeiramente, caso contrário era para lá que guiaria todas as suas más intenções.

A qualquer momento um bezerro podia pará-la e tentaria levar suas coisas e infelizmente ela não podia impedir isso de acontecer sem ser a vampira que era, por isso era melhor evitá-los.

Chegando finalmente na loja, Franchesca comprava tudo o que precisava para mudar um pouco sua aparência, e assim com o risco de ser assaltada, ela prefere ligar pra outro taxista, sem sair da loja, e esperar que seu transporte chegasse lá para levá-la "em segurança" para o hotel.
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Re: Sangue Ruim - Vampiros Caçados

Mensagem por Rian em Sex Out 28, 2016 6:34 pm

Lincoln; PS: 04/12; Força de Vontade: 7/8 ;Vitalidade: ok

O vampiro se impunha assim que chegava ao local para evitar possíveis gracinhas para o lado dele por parte dos desavisados que desejassem mexer em sua moto. O tamanho do motoqueiro já era suficiente para impor o respeito através da intimidação. Poucos ali tentariam alguma coisa após a cara feia que Lincoln tinha demonstrado.
No balcão o barman trazia o pedido e ao fazer a entrega da bebida sentia um magnetismo sobrenatural em Lincoln, que pedia uma informação. Outro sujeito que estava tomando uma cerveja no tamborete do balcão arrastava seu copo para mais perto do vampiro como se de repente tivesse sentido uma vontade de se aproximar e participar da conversa, Lincoln um vampiro inexperiente, começava a descobrir na prática que a disciplina afetava as pessoas próximas ao usuário do poder de forma aleatória.
- O “Pinóquio”! Respondia o garçom.

Por um instante o cainita poderia pensar que o barman estivesse zoando o Brujah. Mas a seriedade no rosto do homem e o sentimento de que a disciplina não tinha falhado logo tiravam essa dúvida, o que era ratificado pelo sujeito vestido de calça jeans e boné vermelho que tinha se aproximado de Lincoln. Ele apontava o dedo na direção do canto do bar. Naquela direção havia 4 sujeitos jogando em uma mesa de sinuca. Havia também espectadores, mulheres e homens, muita gritaria e bagunça. Como estava acostumado com aquele tipo de ambiente, Lincoln sabia que poderia ser uma partida apostada.

- Lenço com a bandeira dos Estados Unidos... Complementava o sujeito ao lado de Lincoln. Entre os quatro apeanas um usava um lenço na cabeça e era realmente uma estampa da bandeira do país. Ele usava uma jaqueta e calça de couro, corrente na cintura cerca de 1.80m de altura, contudo bastante magro, talvez não pesasse nem 70kg. Sua voz era alta, aguda e irritante. Contudo, Lincoln não compreendia porque ninguém ainda não tinha quebrado um daqueles tacos na cabeça do idiota. Sim, ele parecia um idiota.

dados:
Lincoln rolou 5 dados de 10 lados com dificuldade 7 para fascínio que resultou 1, 10, 7, 6, 9 - Total: 2 Sucessos

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Re: Sangue Ruim - Vampiros Caçados

Mensagem por Lord_Suiciniv em Sex Out 28, 2016 10:14 pm

Percebia o quão franzino o era o tal de pinoquio. talvez o apelido dele viesse de seu corpo pequeno que parecia de um graveto facilmente quebravel, mas poderia ser que ele fosse um mentiroso nato também, não duvido nem um pouco que seja a segunda opção.

- Obrigado camaradas. - Eu agradecia de maneira educada mas mantinha a postura de brucuto, naquele tipo de ambiente uma postura marrenta era melhor que um sorriso amigavel. Eu sabia muito bem conviver nesse tipo de ambiente.

Pegava a minha bebida e fazia uma mesura com ela enquanto saia do balcão e ia até a mesa de sinuca apostada onde o tal de pinoquio estava. Por hora eu não falava com ele, apenas ficava observando o cenario de perto, como se eu estivesse interessado no jogo.

Tentaria reconhecer em pinoquio os mesmos traços que eu via nos outros vampiros com que eu me encontrei, bem como se possivel entender como aquela vareta era respeitado daquele jeito. Talvez ele realmente pudesse falar de mim para Jack.
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Re: Sangue Ruim - Vampiros Caçados

Mensagem por Rian em Sab Out 29, 2016 3:11 pm

Marko Cerveni Obertus, PS: 08/11; Força de Vontade: 7/7 Vitalidade: ok

Finalmente o Tzimisce começaria a descobrir o que estava se passando naquela cidade inóspita. Marko se esconde e tenta se manter silenciosa e imóvel o máximo possível. Ele pode ver perfeitamente o movimento do casal e acompanhar os passos do magrelo. Seus sentidos aguçados se concentram, entre os tantos ruídos que chegavam, vozes, latidos, buzinas, sirenes, no diálogo entre o casal. Aos poucos o cainita conseguia diferir as vozes do homem e da mulher dos outros sons e era naquele diálogo que ele concentrava sua atenção. Por ter aptidões mentais incomuns, o revenante obertus facilmente consegue se concentrar e acompanhar a conversa como se estivesse caminhando ao lado do Lassombra.

- Deve ser por isso que você é o inquisidor e eu sou o templário.

Sim! Marko sabia do que estavam falando. No bando de Miesha ele havia sido esclarecido sobre o preço do infernalismo e a inquisição. Ele sabia o que significava Joan ser um templário bem como o papel do inquisidor.

O que acontecia em seguida era um combate surreal, que mostrava a Marko uma verdade nua sobre vampiros poderosos que se escondem no véu escuro das noites sombrias. O cainita decidia que era perigoso demais continuar ali e sua primeira providência era sair dali o mais sorrateiramente possível. Enquanto saía ele nota que o magrelo também estava se aproximando sorrateiramente... Havia visto Marko? Não... o magrelo se esgueirava entre as tumbas na direção da batalha, ignorando por completo a existência do Tzimisce. Provavelmente sua intenção seria atacar o Lassombra ou ajudar um de seus companheiros. Marko, entretanto, não ficaria para saciar essa curiosidade. Ele conseguia caminhar ofuscado até a rua novamente. Com a batalha cada vez mais longe, ele podia se mover mais rápido. E assim o fazia.

Alguns minutos depois e o vampiro já estava a uma distância segura o suficiente para, se preciso fosse, até correr. E ele corria! Corria para bem longe dali....

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Re: Sangue Ruim - Vampiros Caçados

Mensagem por Rian em Sab Out 29, 2016 3:58 pm

Franchesca Sardou; PS: 12/13; FV: 7/7; Vitalidade: -


Na loja de departamentos a cainita logo enchia uma cesta de compras com perucas (uma rosa, uma loira e uma ruiva) lenços, pincéis, tintas de maquilagem, um conjunto completo de maquilagem, unhas postiças, cola, tesoura, linha e todo um conjunto capaz de construir um visual diferente. Antes de ir embora ela acaba vendo em uma seção uma máscara do Darth Vader. A vampira não resiste e acaba colocando a máscara também no carrinho de compras, afinal se não conseguisse montar uma aparência decente, capaz de convencer nem uma criança de 8 anos, aquela máscara poderia lhe servir como um plano B.
O cupom fiscal era lançado no nome falso que a sereia usava. A atendente do caixa olhava para Franchesca com medo ou com suspeitas, a maldição presente na presença da vampira de fato incomodava os mortais.

Ao sair da loja nem foi preciso chamar um táxi, pois alguns taxistas já faziam ponto ali na porta, onde ficavam à espera de clientes. Ela escolhe o veículo mais próximo, o motorista estava sentado no banco da frente do passageiro com a cara escondida atrás de um jornal que ele talvez lia e com a porta aberta. Ao pedir o serviço, a Toreador se surpreendia, o taxista era uma mulher loira. No entanto, a mulher era competente em seu trabalho, o carro estava bastante limpo, e enquanto dirigia, ao sair, ela perguntava se Franchesca gostaria de conversar ou se preferia ler um jornal. Franchesca escolhia a segunda opção e pegava um jornal que estava no porta revistas do sedã. Ao folear o jornal impresso daquele dia(atualizado) ela tinha uma surpresa. Na capa do jornal estava estampada a foto do motoqueiro que se envolvera no acidente, mais cedo, com o título:

Polícia divulga foto do suspeito de magia negra

“O homem é Lincoln Duarte Nóbrega. Segundo informações da vítima, ele teria contratado a garota para um programa. Ela conta que assim que entraram no motel ele a “apagou”, e ela acordou horas depois no hospital. A vítima tinha perdido metade do sangue e por um milagre não morreu. A polícia suspeita que o Lincoln, que já passou 10 anos preso por estupro, agora esteja envolvido com magia negra e, por isso, drenou o sangue da mulher. No momento toda a polícia de Glover reúne esforços para localizar o criminoso.”


A taxista avisava que Franchesca tinha chegado ao seu destino.

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Re: Sangue Ruim - Vampiros Caçados

Mensagem por Rian em Sab Out 29, 2016 4:46 pm

Lincoln; PS: 04/12; Força de Vontade: 7/8 ;Vitalidade: ok


Lincoln era prevenido. Discretamente ele apenas observava os jogadores e os espectadores. Algo estava errado! Pinóquio não aparentava nenhuma característica que pudesse dizer que ele fosse um vampiro, como então aquele filho da mãe tinha respeito? De onde viria sua carta na manga. Ele era apenas mais um maldito saco de sangue humano como todos outros. Rapidamente Lincoln conseguia perceber que ele não aceitava perder. Ao menor sinal que os adversários estavam ganhando o jogo ele ficava nervoso e queria apelar, como se não aceitasse o resultado. E quando começava a ganhar ele caçoava de todos, como se fosse o melhor jogador do mundo. Ele seria um péssimo perdedor... Nada nele parecia levar a Jack. Como poderia alguém como ele ter ligações com Jack? Poderia ter e não ter. O Brujah estava agindo de acordo com suas próprias teorias, e havia possibilidades de ele estar certo quanto errado...

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Re: Sangue Ruim - Vampiros Caçados

Mensagem por Lord_Suiciniv em Sab Out 29, 2016 6:02 pm

Suspiro mentalmente enquanto percebia que aquele tal de pinoquio era um verdadeiro babaca, o respeito que ele possuia provavelmente não era merecido, ele deveria ter pegado emprestado de algum familiar ou coisa do tipo. Não tem como alguém com uma personalidade dessas ir longe pelos proprios meritos. Ele era muito imprudente e chorão, ainda por cima arrogante quando os adversários claramente resolviam deixa-lo ganhar. Eu definitivamente não gostei dele.

Eu ficava esperando a partida terminar e anunciar o vencedor obvio, o maldito pinoquio, já que os adversarios por questão de respeito ou seja lá o que for o deixariam ganhar no ultimo momento, apenas para evitar ouvir o maldito chorar que perdeu.

- Senhor Pinoquio? Tem um segundo? - Eu chamava a atenção dele, finalmente puxando a conversa com ele, caso ele tivesse ganhado como eu havia previsto, entraria no jogo de forças e faria um elogio a sua magnifica performance na mesa. Caso ele perdesse, eu não tocaria no assunto, pois ele já estaria bastante chateado e chorando por causa disso.
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Re: Sangue Ruim - Vampiros Caçados

Mensagem por Black Thief em Sab Out 29, 2016 9:26 pm

A vampira já fizera o que viera fazer, e não mais além de comprar tudo o que julgava apropriado para fazer uma aparência sutilmente nova, não resistira comprar uma máscara do Darth Vader que vira lá, era super fã do Darth Vader, mas principalmente de seu mestre, Lord Sidious, pois no final... Vader foi fraco, e quem sabe esconder seu rosto com qualquer coisa ainda fosse necessário?

Por fim, sorria diante do desconforto dos mortais de estarem na presença maculada da Toreador Antitribu, era até divertido ver as pessoas sentirem algum arrepio, sentia-se plena em sua natureza predatória, mas claro que ia ter que aprender a mascarar esse medo todo, talvez com a Ofuscação, que pretendia aprender futuramente.

Ela passava o dinheiro, felizmente ainda tinha muito mas ele ainda não duraria para sempre, por isso ia precisar de Jessy e ainda por cima fazê-lo subir na vida para que ele trouxesse mais dinheiro à ela.

Por fim, felizmente haviam táxis nas redondezas, adentrou em um e logo deu o endereço do hotel novamente. Uma motorista ao invés de um motorista, deixava o veículo bem mais agradável de se estar do que homens sabiam deixar, mas não era como se "agradável" ou não, fosse algo absoluto, pois era muito agradável à Franchesca e muitos mortais um local fechado com várias pessoas trepando, se entupindo de cocaína como se não houvesse amanhã sendo que, um terço delas estivessem lá contra sua vontade, e para outras pessoas isso era um absurdo... É claro que faria muitas dessas pessoas mudarem suas mentes quando experimentassem a mácula do vício e da degeneração.

A mulher perguntava se Franchesca queria conversar no caminho e por incrível que pareça a Albigiense preferiu ficar em silêncio e leu o jornal com surpresa absoluta estampada em seu rosto e logo um sorriso nefasto:

"ora, ora... Lincoln Duarte de Nóbrega... Parece que além de sermos criaturas malditas ainda gostamos de fama, não é?"

Aquele Camarilla estaria a um passo de estar com a morte final... Além de quebrar a Máscara uma vez, quebrara a segunda. Logo as pessoas que o viram no acidente vão conciliar seu rosto... No caminho Franchesca continuou lendo e ainda por cima imaginando e ponderando se esse Lincoln poderia ou não vir a ser um aliado... Franchesca não podia negar que sim, precisava muito de aliados nesse momento, e com esse Lincoln quebrando a máscara duas vezes... Se a Camarilla for tão tirana quanto ouviu falar mesmo, então ele será idiota se ainda continuar com eles. Será que deveria arriscar? Um erro imbecil desses de tirar muito sangue de alguém pra morrer é coisa de Criança da Noite, nem Franchesca com sua década de não-vida faria isso sem poder se livrar do corpo, ou ao menos dar uma explicação como um sangramento em um órgão vital que fez a vítima perder muito sangue... Enfim, aquele erro do jornal, parecia mesmo o tipo de erro que um novato cometeria, ela mesma o era, mas felizmente ainda não cometera nenhuma burrada e torcia para nunca cometer. Se Lincoln fosse mesmo um novato, e estivesse com duas bolas foras bem presenciadas e relatadas, como essa do jornal e a próxima que viria com o relato das testemunhas do acidente que logo depois conciliariam com o jornal e reportariam às autoridades, e a Camarilla for mesmo tirana, então não precisaria do terceira grande bola fora, ele já estava pra ser, no minimo, torturado, talvez conseguisse usar as promessas do Sabá para fazer um aliado, mas aquilo era um grande TALVEZ... Iria precisar falar com ele sozinha, e se não desse certo, teria que espantá-lo e se visse a oportunidade, acabar com sua não-vida... Mas tudo era um grande SE, afinal ainda era um plano muito arriscado, mas precisava de aliados nessa cidade e no momento Lincoln era a sua melhor aposta, mas uma aposta que se não desse certo, iria lhe causar muitos problemas...

Olhou para o relógio do celular para ver as horas e logo reparava que já chegavam. Franchesca pagou a corrida e voltou ao seu quarto, iria verificar no notebook se tinha algo de informação que conseguiria com Lincoln Duarte Nóbrega.
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Re: Sangue Ruim - Vampiros Caçados

Mensagem por Ignus em Sab Out 29, 2016 10:11 pm

Caso seu coração ainda batesse o pulso de Henry provavelmente estaria ligeiramente acelerado naquele momento. O êxito das maquinações Ventrue e, por derivação, de suas próprias dependiam basicamente da opinião do Arconte.


William dava um peteleco na porta e após escutar um "entre" bastante abafado, ele saía do local e deixava o advogado à sós com o ancião, que estava de pé, encarando a janela onde era possível ver parte da cidade.
O vampiro tinha uma aparência um pouco mais velha, gordinho, e usava um sobretudo marrom bem como um chapéu de couro.
- No que posso ajudar?
Indagava ele após fitar Henry rapidamente e voltar sua visão para a janela.


"Essa é a hora de cair nas boas graças desse ancião. Devo deixar clara a disposição de meu clã de ajudar a remediar a situação da cidade, mas sem ser por demais subserviente ou ele não irá me dar o devido respeito."

-É um prazer conhecê-lo, nobre Arconte. Sou Henry Crow, cria de Dryan Smith, cria de Edward Sean, cria de Balthazar, cria de Veddartha, cria de Ventrue e venho de NY.

- Pausa -

-Estou certo que seu tempo é precioso, então me esforçarei para não desperdiçá-lo sendo direto quanto ao propósito de minha visita. Rogo naturalmente por sua discrição a respeito do que tenho a dizer para não criar animosidades desnecessárias com as autoridades locais.

-Pausa-

-O clã Ventrue de NY anda preocupado com a aparente incapacidade da Torre de Marfim local de manter a Máscara e com o risco que isso representa para todos nós.Em face disso decidiu se certificar de que as coisas caminhem no caminho certo me enviando. Nesse contexto, embora a rigor as Tradições apenas exijam que eu me apresente para o Príncipe pareceu-me de bom alvitre vir ter com Vossa Excelência na primeira oportunidade que  tive.
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Re: Sangue Ruim - Vampiros Caçados

Mensagem por Winterfell em Dom Out 30, 2016 11:28 am

Como um reles espectador, observo toda movimentação e o subsequente embate. O Lasombra é tão excepcional na manipulação da noite, que mesmo a emboscada e a vantagem numérica de seus confrontantes, nada significa.

Ele é "ridiculamente forte". E pensar que também esta atrás de mim. Estreito os olhos, observando fria e desgostosamente a cena. O "John Original" deve ser um infernalista também. Afinal esta é a justificativa mais obvia para um Inquisidor e uma Templário estarem em meu encalço... se é que eram apenas eles... o segundo carro indica que há ao menos mais um deles. Droga. Era só o que me faltava, como se já não tivesse problemas o bastante...Agora a inquisição estava em meu encalço.  Mas ao menos não fui pego de surpresa. Agora sabia estar sendo caçado, e melhor, também sabia por quem. Isso me da alguma vantagem. Algum "espaço de manobra" que usaria o quanto pudesse a meu favor.

Agora... observo o grupo de infernalistas... John não esta entre eles... Continuo obsevando a cena. Melhor investigar o endereço, (aquele encontrado no quarto de John). mas isso depois. Ate onde sei, é bem possível que seja uma célula destes cultistas então terei de agir com cautela ao investigar.

Teria muito no que pensar ao sair daqui. Mas cada coisa a seu tempo. Primeiro é claro, preciso me evadir eficientemente. Ficar aqui, obviamente não era seguro e entrar em confronto com o "Fanático Inquisidor" era sinônimo de morte final.

Cacete! Por mais que estivesse tentando ser objetivo e racional, ver o Inquisidor em ação, estava alem do que minha imaginação tinha concebido. Nunca imaginei que um Guardião pudesse se valer das trevas dessa maneira. A Tenebrosidade me interessava agora. Penso cobiçoso: Este é um poder que desejo. (Unificador).  

Mas de qualquer forma, por agora, minha prioridade era sair de lá. Então é isto que começo a fazer, quando então noto o magrelo se aproximando. Droga! Inicialmente mesmo penso ter sido percebido, mas Alarme falso. Não parecia ser este o caso no final.

O Magrelo rumava em direção a batalha. Ousado... Ao menos momentaneamente deixo de me afastar, voltando a procurar cobertura em um lugar afastado enquanto observo o magrelo se aproximando.  Se fosse eu, me aproveitaria do caos desse combate para sequestrar a Joan. Penso de forma objetiva. Afinal o acompanhante da mulher estava tão absorto em seu próprio fanatismo, que sequer pensou em auxiliar a companheira vulnerável. Os outros infernalistas não tem chance e não acho que ele se arriscaria dessa forma por eles. Seria uma jogada ruim. Alem disso como ele mesmo pode ver, uma emboscada não tende a funcionar tão bem contra esse Inquisidor. Minha aposta é que ele visaria a mulher, e depois se evadiria de lá, antes que o inquisidor terminasse com a Cainita com quem se digladiava.

(Ação Condicional: Se ele pegar a mulher e começar a se evadir, vou segui-lo o mais imperceptivelmente possível e tentar descobrir o local ou para quem pretende leva-la).            

(Ação Condicional: Se ele atacar o Inquisidor, vou voltar a me afastar o mais imperceptivelmente possível, ate estar a uma distancia que me permita correr. Podendo correr, começaria a faze-lo e só pararia quando estivesse consideravelmente longo e consequentemente mais seguro. Em seguida procuraria algum local como uma lan house, ou qualquer estabelecimento com um radio ou tv ligado no canal de noticias, onde entraria simulando um fregues. Queria saber se era seguro voltar a meu refugiu antes de simplesmente aparecer lá. Já que pela forma extravagante com a qual chegaram na igreja, também podiam ter comprometido meu refugio. Portanto procuro por alguma noticia da Morte de Mary White).

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Re: Sangue Ruim - Vampiros Caçados

Mensagem por Rian em Dom Out 30, 2016 3:36 pm

Lincoln; PS: 04/12; Força de Vontade: 7/8 ;Vitalidade: ok


Uma coisa era certa... Aquele indivíduo patético já tinha conquistado a antipatia do vampiro, que observava calmamente o desenrolar do jogo. Não demorou muito para que a partida terminasse.  Um sujeito baixinho, magro, cabelos castanhos e lisos, que estava jogando contra Pinóquio derrubava, uma atrás da outra, sem chance para o adversário, as últimas 3 bolas que faltavam. Era como se ele estivesse dando a vantagem o jogo inteiro e só esperando a hora da virada.
- Chupa!! Aaaaaaaah! Gritava o baixinho dando uma peitada com o parceiro comemorando a vitória, como se eles fossem dois galos de briga.
Pinóquio amaldiçoava o jogo e acendia um cigarro sentando no canto da mesa de sinuca. Nisso uma moça bonita, com roupas bem extravagantes e um decote à mostra abraçava o idiota o consolando pela derrota. Lincoln esperava que a moça fizesse o seu trabalho e depois sim se aproximava do casal.
- Senhor Pinoquio? Tem um segundo?
Pinóquio olhava sério para Lincoln e então depois de um momento caia na gargalhada juntamente com os outros à sua volta.
"- Senhor Pinóquio!" Hahahaahahaha O sarro durou pelo menos meio minuto... - De onde você saiu, oh "pé grande"? Isso aqui não é uma igreja! Isso aqui é a "Seeeeeeelvaaaaaaaaaa!!" Os malucos gritavam e uivavam como macacos e jogavam cerveja para o alto. Após eles se acalmarem, o filho da mãe finalmente falava sério com Lincoln:
- Fala "pé grande"?!
Se Lincoln conhecia bem aquele tipo de lugar, ele sabia que tinha acabado de ser apelidado e que se irritar com o apelido apenas iria fortalecê-lo.

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Re: Sangue Ruim - Vampiros Caçados

Mensagem por Lord_Suiciniv em Dom Out 30, 2016 4:42 pm

Eu dava uma gargalhada junto dos animais da tal selva, como se tivesse gostado do apelido. - Me disseram que voce conhece todo mundo por essas bandas, que se eu quisesse achar alguém deveria falar contigo. - Eu falava em um tom menos respeitoso, e mais descontraido enquanto deixava os braços soltos e mantinha um sorriso divertido no rosto, como se ainda tivesse achando graça do seu novo apelido.

Em seguida eu ia me sentando na mesma mesa que o pinoquio idiota. - Queria saber se o que me contaram é verdade. - Eu ia deixando o sorriso morrer, como se tivesse começando a me controlar após a brincadeira, mas ainda mantinha o tom amigavel e brincalhão.
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Re: Sangue Ruim - Vampiros Caçados

Mensagem por Baruch King, O Anjo Caído em Seg Out 31, 2016 5:17 pm


-- A mais difícil das vadias - Baruch voltava a falar com a mulher, enquanto suas asas moldavam-se novamente formando uma nova proteção sobre sua metamorfose sombria. Desta vez, a armadura era composta por dois tentáculos distintos, que se sobrepunham, criando uma espécie de ''proteção dupla". -- Esta noite você ouvirá o chamado!

Os tentáculos da metamorfose sombria mexiam-se, movimentando o machado que, em um novo movimento parabólico, acertavam a mulher em sua nuca, com o objetivo de romper a conexão entre sua cabeça e o pescoço. Desta vez não haveria erro, Baruch tinha a exata noção da posição da mulher, já que sua cabeça aproximava-se do peito do Inquisidor, após ela mordê-lo para destruir sua armadura de sombras.

Além do golpe com o machado, Baruch usaria seus próprios braços para atacar a mulher, sacando uma de suas armas de fogo - uma de suas Desert Eagle - e atirando na cabeça da mulher.


-- Quando nenhuma oração pode aliviar sua dor e o sermão é completamente insano. Quando seu paraíso e esperança se forem, Eles vão caçar você pelo que você fez para Nós. - O Inquisidor falava mais uma vez, concentrando-se para intimidar a mulher com suas palavras¹. -- Na escuridão Eles vão esperar por você. Sete demônios encarnados, Sete Santos Mortais, é verdade!


Por fim, Baruch sentia seu sangue sair, mais uma vez de suas veias, enquanto ele era absorvido por seus músculos e tudo ao seu redor perdia, aos olhos de Baruch, a velocidade, ficando em câmera lenta.²




1) Gasto de 1 ponto de FDV pra sucesso automático na rolagem de intimidação.
2) Gasto de 1 ponto de sangue pra ativar rapidez pro próximo turno.

_________________
Nós queremos ver você se curvar à escuridão. Você quer nos seguir através da noite? Você nunca morrerá como uma criança da noite
Encare sua morte com orgulho, Ele irá vê-lo sorrir.  Com seus olhos brilhantes como estrelas, ele matará a todos, sem remorso. Fome pela escuridão golpeando seu coração, enegrecido desde o início, seu mal arrasta-se em sua mente. Provocando arrepios na espinha, Ele é a Noite! Alegrai-vos na carnificina, sabem que a merecem.





Spoiler:

"Penso, Logo Existo"
- Sussurros, pois ninguém deve nos ouvir.
-- Por que não falamos de igual para igual?
--- Gritos, pois devo ser ouvido.
*Atos, pois não devo confiar apenas nas palavras.*
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Re: Sangue Ruim - Vampiros Caçados

Mensagem por Rian em Seg Out 31, 2016 6:19 pm

Franchesca Sardou; PS: 12/13; FV: 7/7; Vitalidade: -



A cainita conferia a hora, no mesmo instante em que o carro chegava ao destino. 2:43, era o que marcava. Após pagar a corrida, Franchesca entrava pela recepção do hotel e ia direto para o seu quarto. A velha gorda estava ainda mais feia, as olheiras a deixavam com um aspceto horrível e seu cabelo já estva esvoaçado. Ela encarava Franchesca franzindo os olhos, mas ao ver que era a hóspede desligava seu estado de alerta. A cainita se trancava no quarto e decidia buscar mais informações sobre Lincoln Duarte Nóbrega.
Spoiler:

Franchesca rolou 4 dados de 10 lados com dificuldade 6 para comptuador que resultou 4, 6, 6, 5 - Total: 2 Sucessos

Em alguns minutos ela confirmava a versão do jornal. Uma manchete antiga, de um jornal antigo, relatava o caso. Lincoln tinha sido condenado em 1992 pelo crime de estupro no Estado de New York. Um trecho da matéria lhe chamava a atenção. O repórter dizia: “O réu foi condenado jurando inocência, no entanto o depoimento da vítima fora consistente o suficiente para convencer o juiz do caso e condenar o acusado.” Lincoln tinha sido colocado em liberdade 10 anos depois. Depois disso Franchesca só encontrava notícias sobre Lincoln novamente em Glover. Os jornais locais divulgavam sua foto, uma versão digital da matéria impressa que ela tinha lido.

No entanto, a Toreador encontrava um detalhe a mais, uma matéria pretérita que já havia sido lançada na TV local antes de sua chegada e, por isso, ela ainda não estava sabendo. No site do jornal tinha o vídeo da reportagem que tinha ido ao ar. À época, o suspeito ainda não tinha sido identificado. Franchesca só encontrara o vídeo porque algum telespectador escrevera nos comentários. “Esse cara foi identificado, é o Lincoln Duarte Nóbrega que a polícia está procurando.” Franchesca estava com sorte naquela noite...
Ao abrir o vídeo, ela podia assistir a reportagem antiga como se fosse hoje: A repórter de nome Samantha, abria a edição:

"Boa noite! Na manhã de hoje uma mulher foi encontrada, em coma, no End Night Motel, localizado próximo à auto-estrada W153, principal via de acesso à cidade. Os funcionários acionaram o número de emergência 911. Ela foi levada de ambulância para o hospital onde está internada recebendo transfusão de sangue, pois segundo os médicos a mulher estava com apenas metade da quantidade de sangue no corpo e morreria em poucas horas se os funcionários não tivessem acionado o socorro. Vamos ao vivo agora ao Motel End Night onde falaremos com a repórter Jenifer Secada que tem mais informações sobre o caso. Jenifer":

A imagem deixa de ser transmitida do estúdio e passa a ser transmitida direto do End Night Motel.

“- Boa noite Samantha! Boa noite telespectadores! A polícia informou que está investigando o caso e está tentando localizar o último cliente de Penépole De La Cruz, a garota de programa e está aguardando a mulher recobrar a consciência para colher mais pistas sobre esse misterioso caso. A polícia também negou que esse caso tenha a ver com os ataques de raiva, segundo o detetive responsável pelo caso, este é apenas um incidente isolado e, portanto, a população pode ficar tranquila que até que se prove o contrário não se trata de mais um caso da epidemia de raiva humana.”


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Re: Sangue Ruim - Vampiros Caçados

Mensagem por Black Thief em Seg Out 31, 2016 9:22 pm

A vampira retornava para seu quarto já ciente que era melhor não sair mais aquela noite pois dentro de quatro horas o sol estaria para nascer.

Ela observou a velha gorda que se espantara a toa ao ver Franchesca, ela estava caindo de sono, estava fraca... Seria muito fácil dominá-la se pretendesse fazer algo com ela, e talvez pretendesse para o futuro.

Ela subia as escadas e já dentro do quarto caçara e achara algumas informações que queria... Observando as notícias ela esboça uma leve sorriso:

"Lincoln Duarte Nóbrega... Então você é mesmo apenas uma criança da noite? Ha Ha Ha Ha Ha..."

Pelo que lia era aquilo mesmo... Lincoln era bem novato naquele mundo, isso explica o grande erro com a prostituta sendo deixada quase morte na cama... Foi guloso... O que na verdade, Franchesca encorajava, a gula era um prazer maravilhoso, a fartura e o excesso eram coisas deste mundo criadas para serem apreciadas em sua natureza.

Podia ser uma notícia forjada para manipular a verdadeira identidade e idade de Lincoln? Franchesca achava pouco provável pois seu passado tem um escândalo e porque escolher um passado escandaloso e recente que as pessoas podiam te conciliar facilmente se você tinha como escolher um passado totalmente discreto sem nada de interessante para seus inimigos e outros curiosos fuxicarem? Não fazia sentido... E diante de todo o descuido de Lincoln, realmente acreditava que o sangue ainda era fresco nele, mais do que o de Franchesca, mas pelo que entendia ela não era tão mais velha que ele, mas essa diferença de idade pouco importava para aqueles que tinham a eternidade para permanecerem no mundo. Não devia contar que seu sangue era mais forte que o de Lincoln, ainda não.

De qualquer forma, aquela notícia da prostituta era uma notícia antiga, de antes da Toreador chegar na cidade, ela já fizera o reconhecimento que era a matéria dessa noite, o máximo que podia fazer para achar Lincoln era procurar a prostituta novamente, era a única pista que tinha dele, mas droga... Porque não procurou memorizar a placa da moto dele?

"Franchesca, você já foi muito melhor que isso..."

Agora não tinha nada que podia fazer, principalmente com poucas horas antes do sol nascer... Franchesca anotava então o nome da vítima de estupro de Lincoln, anotava também o nome da prostituta, qualquer coisa se precisasse rever alguma coisa era só entrar naquelas páginas da web novamente e para garantir que as acharia, salvava-as nos "favoritos", agora Franchesca teria que ver alguns videos do youtube para ver algumas dicas de maquiagem de disfarce, e usar um pouco delas pra definir qual estilo usaria para quando chegasse a hora já soubesse exatamente o que ia fazer com sua cara nova. Deixar as coisas pra ultima hora podia ser um problema e depois... Provavelmente levaria o resto da noite nisso e antes disso já deixaria aquela garrafa no jeito, para quando acordasse na próxima noite já a pegasse derramasse seu sangue nela e na torneira do banheiro anexo, usaria a água pra complementar um pouco mais da garrafa e misturar o sangue com água para que o bezerro tomasse a próxima dose de seu laço.
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Re: Sangue Ruim - Vampiros Caçados

Mensagem por Rian em Qua Nov 02, 2016 2:10 pm

Henry Crow; PS: 14/15; Força de Vontade: 10/10; Vitalidade: ok




O homem gordo continuava fitando o horizonte infinito através da janela, no entanto enquanto seus olhos estavam naquela direção percebia-se que sua audição concentrava-se nas palavras do Ventrue que agora declamava sua linhagem. Ele não esboçava nenhuma expressão, como se fosse imparcial à origem do vampiro. Durante a primeira pausa de Crow ele se apresentava, no entanto sem mover um músculo a não ser aqueles do maxilar:

- Arconte Luiz Antomiel Lunato à sua disposição, cavalheiro.

A segunda frase do Ventrue conseguia atrair o olhar do Arconte. Finalmente ele olhava diretamente nos olhos de Crow. No entanto seu corpo ainda estava voltado para a janela. No entanto o Ventrue sabia que a atenção daquele jovem ancião, ou velho ancila, ele já tinha conseguido.

- Pois, continue, Henry Crow.

Finalmente, aquele ser deixava a janela. Luiz caminhava, em lentos passos em direção a Henry. Entre eles havia um carpete, grande e vermelho. A sala, grande e escura, o teto era alto e estava a uma distância de no mínimo 3m ou mais em relação ao piso, em blocos branco e preto como um grande tabuleiro de xadrez. As paredes eram revestidas com um papel roxo, moldurado nos quatro cantos com detalhes dourados como serpentes que se entrelaçavam subindo do piso até o teto. Havia uma estante velha, repleta de velharias como taças antigas, jarras, bandejas, enfeites, livros, um grande relógio de parede antigo, com ponteiros góticos, e cada estalar que marcava os segundos parecia interferir na conversa entre os dois monstros. Henry estava em uma extremidade do carpete, próximo à porta. O arconte parava na extremidade oposta do mesmo carpete, coçava a barba com um dos dedos retorcendo a boca e fazia uma careta como se tivesse mastigado algo ruim. Talvez uma mania ou um tique nervoso que ele mantinha desde quando ainda fosse mortal.

- Então New York está preocupada com o Colorado... Bem, digamos que não seria para menos, afinal essa preocupação também partiu, talvez do círculo interno, e por isso eu estou aqui. De fato, a príncipe Kate não possui as qualidades necessária para o cargo e outro que as tenha deverá assumir. Conhecendo o clã Ventrue eu presumo que é por isso que você esteja aqui, Henry...

Um sorriso breve era estampado no rosto do vampiro.


OFF: Não estou com disposição para narrar um Conclave e a chegada de um Justicar apenas para julgar Kate. Portanto, levando em consideração que Kate não é uma príncipe poderosa, como o é o principado de Londres (por exemplo), considere que o Arconte tem poderes suficientes para destituí-la e que Henry sabe disso.
Em relação a foto do personagem: Considerar chapéu.

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Re: Sangue Ruim - Vampiros Caçados

Mensagem por Rian em Qua Nov 02, 2016 2:39 pm

Marko Cerveni Obertus, PS: 08/11; Força de Vontade: 7/7 Vitalidade: ok


A visão do guardião manipulando as trevas agora dificilmente sairia das lembranças de Marko, mas não por medo, e sim porque ele desejava aquele poder. Como unificador que ele era, aquele poder lhe serviria aos seus propósitos. Estava decidido, ele iria buscar aquele tipo de poder para si. Mas antes disso, o outro vampiro surgia em cena, se esgueirando em direção à batalha. O palpite de Marko é que o lazarento roubaria o corpo em torpor do templário. Por um instante Marko parecia estar certo, ele parecia ir em direção a ela até que... até que o filho da mãe corta volta em torno de um túmulo e começa a se movimentar para as costas do Lassombra. Sim! O magrelo preparava um ataque pela retaguarda do inquisidor. Ação suicida? Teria êxito e conseguiria empalar o Guardião? Não! Marko não ficaria para ver. Seja qual fosse o resultado quem vencesse a luta poderia voltar sua atenção para o Tzmisce e isso seria uma péssima ideia. Antes de sair Marko nota que o líder do grupo, o barbudo, havia desaparecido! Não estava em lugar nenhum! A simples possibilidade de que outro vampiro invisível poderia estar em qualquer lugar ali já era suficiente para Marko perceber que tinha sido uma péssima ideia alimentar a curiosidade para ver o que aquele vampiro magrelo faria.
Spoiler:

Marko rolou 4 dados de 10 lados com dificuldade 6 para mover-se furtivamente que resultou 7, 10, 7, 9 - Total: 4 Sucessos

Aquela era uma noite de sorte para o Tzimisce e ele conseguia deixar o cemitério sem pisar em nenhum graveto. Por estar ofuscado provavelmente também não tinha sido visto pelo líder dos vampiros que também estava ofuscado. Assim que tomava distância suficiente, Marko corria como nunca havia corrido em sua vida. Precisava se antecipar aos movimentos do inquisidor.
Não foi difícil achar uma lan house. Havia uma no caminho para a casa de Mary. Por sorte, esse tipo de estabelecimento funcionava até tarde da noite. O tzmisce pedia um computador e rapidamente buscava por sites de notícias da cidade de Glover.

Spoiler:
Marko rolou 5 dados de 10 lados com dificuldade 6 para computador que resultou 10, 6, 3, 10, 5 - Total: 3 Sucessos

Ao buscar as palavras chaves do bairro de Mary combinado com o nome da cidade, o inteligente vampiro ficava estarrecido com o que descobria. Era como se ele estivesse advinhando! Um homicídio tinha acontecido no condomínio de prédios em que Mary morava. Se fosse vivo, o coração de Marko já iria bater disparado. No entanto, logo sua ansiedade era remediada. A imprensa tinha divulgado que a vítima era do sexo masculino e que a polícia, por questões de sigilo da investigação, não tinha divulgado o nome da vítima. Entretanto, em entrevista com moradores locais, os repórteres descobriram que a vítima era o porteiro. O tzimisce lembrava-se com facilidade agora. Lembrava inclusive até do cheiro da comida, de quando o vampiro estivera na guarita procurando pelas chaves.

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Re: Sangue Ruim - Vampiros Caçados

Mensagem por Rian em Qui Nov 03, 2016 11:03 am

Lincoln; PS: 04/12; Força de Vontade: 7/8 ;Vitalidade: ok


Lincoln aos poucos contornava a situação e deixava a piada de lado tornando o assunto sério, partindo para os negócios. O “idiota” ao ver que se tratava de um negócio, ou de um possível cliente, também ficava sério. Ele mandava a mulher que estava sentada em seu colo caçar um rumo. Ele encarava Lincoln seriamente. Por um instante ele parecia ter deixado de ser um imbecil. Mas logo ele caía numa gargalhada:
- É claro que sim! Eu sou maior negociador de informações do bairro San Francisco!
O sujeito voltava a ficar sério e levantava-se. Ele fazia um sinal com a mão convidando Lincoln para sair dali.
Eles passavam perto do balcão novamente, entrando por um estreito corredor que incialmente o vampiro nem tinha notado de tão pequeno que era. Eles entravam por uma porta à direita. Era uma sala pequena, com uma mesa, piso de madeira, forro e paredes de madeira. A lâmpada estava dentro de um lustre branco em forma de funil.
- O que você deseja saber? Perguntava Pinóquio agora acendendo um cigarro enquanto oferecia outro a Lincoln. Mais uma vez ele pareceu um homem de negócios e não apenas um idiota.

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Re: Sangue Ruim - Vampiros Caçados

Mensagem por Lord_Suiciniv em Qui Nov 03, 2016 12:48 pm

Excelente, ele está me levando para um lugar mais reservado, longe dos olhos de todos. No entanto ele está me levando também para um lugar onde ele se sente seguro, o território dele, o que significa que eu posso estar entrando em um buraco dificil de sair. Eu o seguia prestando bastante atenção na existencia de cameras que pudessem estar monitorando os acontecimentos daquele corredor e por fim, daquele aposento onde iriamos negociar.

Para garantir o meu lado da barganha, assim que entravamos na sala do idiota, eu ativava o fascinio, precisava que aquele arrogante idiota estivesse inclinado para o meu lado, ainda mais por que eu não tinha os recursos necessários para pagar a informação que ele tem, eu precisava ser bastante esperto naquela hora, eu queria que Jack soubesse que eu o estou procurando e viesse até mim, e fazer o homem contar para o anarquista era o primeiro passo.

Eu percebia a clara mudança na postura do idiota, quando o assunto passou a ser negocios, ele parecia uma pessoa diferente, talvez houvesse algum respeito reservado para ele no fim das contas. Talvez esse seja o motivo dele ser tão respeitado pelos outros mortais do bar.

- Estou procurando um homem que não quer ser encontrado. Muitos falharam e muitos encontraram becos sem saida. Eu o procuro por que temos mais coisas em comum do que aqueles que falharam em encontra-lo e eu possa ajuda-lo. Estou procurando por Jack Redflag. - Como eu queria que o negociador despertasse o interesse em Jack em conversar comigo, pois eu não espero encontrar o homem sozinho, eu precisava dizer o que eu pretendo, sem necessariamente dizer o que eu pretendo, Quando eu disser que não tenho dinheiro para pagar pela informação, para o caso improvavel dele decidir me vender ela. Ele provavelmente vai ficar com raiva e vai me expulsar daqui, se ele disser que não conhece, eu irei embora de qualquer modo, mas o fato é que com sorte, essa busca chegue aos ouvidos de quem realmente importa. Eu estava contando com isso. - Pode me ajudar com isso? - Eu falava serio, mantendo o tom de negociação.
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Re: Sangue Ruim - Vampiros Caçados

Mensagem por Rian em Qui Nov 03, 2016 2:29 pm

Baruch King, O anjo caído; PS: 07/15; Força de Vontade: 5/7; Vitalidade: Escoriado (Agravado)
Modificadores: Rapidez Ativa






A batalha no cemitério continuava. O inquisidor amaldiçoava o destino da mulher anunciando o futuro negro que a aguardava. No entanto, enquanto Baruch brandia aquelas palavras, a mulher aproveitava para iniciar logo o seu ataque. Ela já tinha destruído um dos tentáculos na mordida anterior e conseguia encaixar uma nova dentada. O segundo e último tentáculo era facilmente destruído e uma das presas da vagabunda, após atravessar o tentáculo, atingia também a pele do Lassombra. Pela primeira vez a vagabunda conseguia infligir-lhe algum dano.

O troco veio a galope. As sombras golpeavam a nunca da pagã, que aidna estava com a presa cravada no peito de baruch. O golpe era perfeito, preciso, quase cirúrgico e a lâmina do machado, embora não decepara o pescoço, cortava a nuca expondo também o primeiro ferimento na mulher. Por incrível que pareça, ela resistira muito bem ao golpe. Mas aquela não era a única carta do inquisidor. Um criminoso que se prese, deve carregar consigo uma arma de verdade. E Baruch tinha um exemplar de uma delas ali. Uma desert eagle, a arma que separa os homens dos meninos. Num movimento rápido o Lassombra sacava a pistola. Não fora difícil acertar a cabeça da mulher, que estava colada em seu peito. O estrondo do disparo da .50 era imponente e ecoava cemitério afora... O impacto  descolava imediatamente a cabeça da mulher do peito do vampiro e ela dava um pequeno grito de dor. O sangue começava e escorrer entre os cabelos da maldita. Baruch sabia que tinha conseguido machucá-la, pelo menos.

O próximo passo do inquisidor seria intimidar a infernalista. Ele a jurava para os sete demônios encarnados. Mesmo diante da visão assustadora proporcionada pela disciplina Tenebrosidade que amplificava o poder da intimidação, ela deixava um sorriso transparecer após as palavras de Baruch, insultando-o:
- Yo Soy uno de los siete demonios, Jajajaja! Ela gargalhava das palavras de Baruch dizendo que ela própria era um dos sete demonios.

Como se não bastasse, Baruch escutava alguém que caminhava às suas costas. Ao olhar para tras ele via um sujeito magrelo e feio que se aproximava furtiva e rápidamente para atacá-lo. O indivíduo já estaba saltando para tentar agarrar o pescoço do inquisidor. Contudo, atento à sua volta, Baruch conseguia esquivar do maldito a tempo. Provavelmente o último integrante do bando infernalista.
Aquilo já estava se estendendo demais. O Lassombra queimava o sangue em suas veias. Seu corpo ficava leve e agora ele podía mover-se sobrenaturalmente mais rápido do que as leis da física permitiam…


Rolagens:
1 – Iniciativas
Baruch rolou 1 dados de 10 lados com dificuldade 1 para iniciativa que resultou 3 - Total: 1 Sucessos
Mulher rolou 1 dados de 10 lados com dificuldade 1 para iniciativa que resultou 5 - Total: 1 Sucessos
Lider rolou 1 dados de 10 lados com dificuldade 1 para iniciativa que resultou 3 - Total: 1 Sucessos
Resultado das iniciativas:
Baruch: 9 Mulher: 10 Lider: 9

2 - Ataque da mulher
Mulher rolou 4 dados de 10 lados com dificuldade 6 para morder que resultou 3, 7, 8, 1 - Total: 1 Sucessos
Mulher rolou 7 dados de 10 lados com dificuldade 6 para dano que resultou 7, 2, 1, 7, 7, 10, 5 - Total: 3 Sucessos + 2 potência = 5 dano agravado
Baruch rolou 2 dados de 10 lados com dificuldade 6 para fortitude que resultou 5, 5 - Total: 0 Sucessos

3 – Ataque de Baruch
3.1 –Ataque do tentáculo com Machado

Tentaculo rolou 10 dados de 10 lados com dificuldade 6 para machadada que resultou 10, 9, 7, 9, 8, 3, 7, 2, 3, 1 - Total: 5 Sucessos
Machado rolou 11 dados de 10 lados com dificuldade 6 para dano que resultou 5, 5, 2, 3, 6, 2, 5, 6, 10, 4, 8 - Total: 4 Sucessos
Mulher rolou 3 dados de 10 lados com dificuldade 6 para vigor que resultou 2, 10, 10 - Total: 2 Sucessos
Total: 2 sucessos = Vitalidade da mulher: Machucada (/).
3.2 – Disparo com a Desert Eagle na cabeça da mulher
Baruch rolou 6 dados de 10 lados com dificuldade 6 para acertar que resultou 7, 2, 8, 4, 1, 4 - Total: 1 Sucessos
(Alvos imobilizados o sucesso é automático. Só rolei o teste porque você pediu disparo na cabeça que tem modificador +1, entretanto o fiz com dificuldade 6 devido ao fato de ela estar “imobilizada”.)
Desert eagle rolou 7 dados de 10 lados com dificuldade 6 para dano que resultou 9, 4, 3, 9, 2, 10, 1 - Total: 2 Sucessos
Mulher rolou 3 dados de 10 lados com dificuldade 6 para vigor que resultou 4, 3, 4 - Total: 0 Sucessos
Resultado: Vitalidade: Ferida Gravemente (/)
3.3 – Tentativa de intimidação
Baruch rolou 10 dados de 10 lados com dificuldade 6 para intimidação que resultou 3, 3, 7, 7, 1, 1, 1, 5, 6, 3 - Total: 0 Sucessos + 1 FV
Mulher rolou 6 dados de 10 lados com dificuldade 6 para resistir a intimidação que resultou 8, 5, 2, 2, 6, 3 - Total: 2 Sucessos

4 – “Alguém” tenta ataque pelas costas
Agluém rolou 6 dados de 10 lados com dificuldade 6 para furtividade que resultou 8, 1, 3, 6, 5, 3 - Total: 1 Sucessos
Baruch rolou 5 dados de 10 lados com dificuldade 6 para percepção que resultou 7, 1, 8, 6, 5 - Total: 2 Sucessos
Alguém rolou 6 dados de 10 lados com dificuldade 6 para ataque que resultou 8, 5, 9, 1, 8, 3 - Total: 2 Sucessos
Baruch rolou 5 dados de 10 lados com dificuldade 6 para esquiva que resultou 7, 6, 4, 2, 7 - Total: 3 Sucessos

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Rian

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Re: Sangue Ruim - Vampiros Caçados

Mensagem por Rian em Qui Nov 03, 2016 2:55 pm

Franchesca Sardou; PS: 11/13; FV: 7/7; Vitalidade: -



Franchesca anotava o nome da vagabunda de Lincoln e salvava aquelas páginas em seus favoritos. Antes de dormir ela dava o start ao seu plano, assistindo a alguns vídeos de como fazer um disfarce pelo menos convincente. Não sairia mais aquela noite, afinal, uma das poucas coisas que matam um vampiro é a luz do sol e isto sua sire a ensinou logo no início.
O relógio marcava quase seis horas da manhã, Franchesca começava a ficar sonolenta e letárgica. Ela conferia se a porta estava devidamente trancada bem como checava a janela e depois deixava a garrafa do suco “no jeito”.
O dia começava e, momentaneamente as trevas se recolhiam, juntamente com Franchesca...

--

Os olhos da vampira se abriam! Ela ainda estava no mesmo lugar da noite anterior. A luz do dia havia se recolhido e as trevas caiam mais uma vez sobre a cidade amaldiçoada de Glover. Mais um demônio se levantava para atormentar a vida dos mortais naquela noite. Tinha a sensação que tivera um pesadelo e que uma mulher gritava... Cautelosamente a vampira, ainda um pouco zonza, conferia as horas: 19:15. Jessy já era para ter chegado.
Em todo caso, a Toreador preparava mais uma “poção do amor” para o seu futuro escravo.

“Toc Toc Toc...”

Alguém batia na porta. Infelizmente aquele pobre hotel não tinha “olho mágico” na porta, porém, coincidentemente alguém batia em sua porta no horário aproximado do combinado com Jessy.

“Toc toc toc...”
Aparentemente seu capacho estava com saudade...

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Re: Sangue Ruim - Vampiros Caçados

Mensagem por Black Thief em Qui Nov 03, 2016 5:16 pm

O final de noite fora sem mais surpresas, como esperado... Fora dormir tomando as devidas providencias básicas de segurança.

Na noite seguinte, despertara... Um sonho estranho ela lembrava-se de ter... Uma mulher gritando, era ruím, mas como um grito de pavor alheio podia ser ruím? Não sabia dizer... Mas num mundo em que criaturas monstruosas e sobrenaturais existiam, não podia se destacar ideias de presságios, até porque... Franchesca não costumava sonhar com nada.

Olhou para o relógio, o bezerro já era pra ter chegado, mas não tinha problema... Isso dava tempo para por um pouco de seu sangue na mesma garrafa de ontem e misturar com um pouco de água... Estava pronto, só faltava o gado, que acabava de chegar... A vampira então resolve ver olho no mágico antes de anter, mas então se dá com a surpresa de que aquele hotel de quinta não tinha olho mágico nas portas... Era estranho, mas imaginou coisas ruíns com uma cena assim que se passam em filmes... E então, antes de atender, Franchesca aguça seus sentidos e perguntava:

- Quem é?

Esperava pela voz de Jessy, mas uma pequena paranoia bem subita tomou conta de seu momento... Não custava nada se precaver disso e distinguir a voz do futuro lacaio.

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Re: Sangue Ruim - Vampiros Caçados

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