Sangue Ruim - Vampiros Caçados

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Re: Sangue Ruim - Vampiros Caçados

Mensagem por Lord_Suiciniv em Dom Out 23, 2016 5:34 pm

Com cautela eu verificava debaixo da mesa e encontrava um gato, provavelmente de rua, e inofensivo, mas também havia a possibilidade do gato ser um carniçal dos nosferatu que suspeitavam dessa possibilidade de eu vir para cá, e enviou o gato para verificar. Eu não poderia correr qualquer risco, por isso quando vejo o gato já avanço rapidamente para agarra-lo e me alimentar se seu sangue, afinal eu já estava com fome e não iria desperdiçar.

Após me alimentar do gato eu continuo explorando a casa, e percebendo que Maximus havia feito com o lugar, era o suficiente para um vampiro viver, quando a casa estava em boas condições, e é o suficiente para um vampiro se esconder, que é o meu caso, agora que ela parece abandonada.

Quando já tenho toda a casa explorada vou até a mesa e coloco meu mapa aberto em cima dela. Analisando bem seu conteudo, assim como verificava que horas eram naquele momento, se possivel eu precisava chegar no bairro anarquista e me alimentar ainda naquela noite. Como maximus havia dito, é essencial que eu continue me movendo o tempo todo.
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Re: Sangue Ruim - Vampiros Caçados

Mensagem por Rian em Dom Out 23, 2016 11:15 pm

Lincoln; PS: 04/12; Força de Vontade: 7/8 ;Vitalidade: ok

dados:
Lincoln: agarrar: 2 sucessos
Gato: esquiva: 3 sucessos

Para qualquer pessoa aquilo poderia ser apenas um gato de rua à procura de comida. Mas para Lincoln Duarte Nóbrega, um vampiro à beira da fome, o gato era a comida! Sem pensar duas vezes o vampiro se jogava embaixo da mesa para agarrar o gato e fazer dele o seu jantar. Entretanto, o felino era dotado de reflexos rápidos e uma destreza digna de um predador ágil. Talvez a mesa também tenha atrapalhando o movimento do vampiro. O fato é que o Brujah por um instante sentiu tocar o pelo do animal, mas ele conseguia esquivar a tempo e fugia escalando pela janela. O vampiro ainda poderia tentar alcançar o bichano, mas para isso teria que dar a volta na casa e precisava ser rápido.

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Re: Sangue Ruim - Vampiros Caçados

Mensagem por Lord_Suiciniv em Dom Out 23, 2016 11:32 pm

Mais que droga, o maldito gato conseguiu fugir!! Eu não posso simplesmente arriscar minha posição indo la fora atrás dele. Não seria uma boa ideia, alguém poderia me ver e ainda por cima para que eu o alcançasse teria que gastar o pouco do meu sangue para pega-lo, isso seria contra produtivo. Melhor eu pegar alguém quando estiver no bairro anarquista, longe do meu refugio.

Decidido isso, eu deixo o gato viver e continuo explorando a casa, quando finalmente tivesse explorado tudo analisaria o meu mapa para descobrir onde exatamente ficava o bairro anarquista e qual seria o melhor caminho até ele.
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Re: Sangue Ruim - Vampiros Caçados

Mensagem por Rian em Dom Out 23, 2016 11:48 pm

Lincoln; PS: 04/12; Força de Vontade: 7/8 ;Vitalidade: ok


O Brujah optava por não perseguir aquela presa. Seria um trabalho árduo por uma recompensa não tão gratificante. Ele tinha outros planos em mente. Após checar a residência e conferir que realmente estava sozinho ali e que o perímetro estava seguro, Lincoln colocava o mapa sobre a mesa e traçava uma rota até o bairro San Francisco. Pelos seus cálculos ele estava longe do bairro, no mínimo uns 10km e teria que andar cerca de 30min com a moto para chegar até lá. O bairro dos anarquistas ficava na posta Oeste da cidade, enquanto ele estava na zona norte. A boate de Máximus estava na zona Sul e o Elísio no centro...

Ao olhar as horas ele via que faltavam 15minutos para meia noite.

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Re: Sangue Ruim - Vampiros Caçados

Mensagem por Lord_Suiciniv em Dom Out 23, 2016 11:58 pm

Analisava bem aquele mapa e tentava memorizar aquelas rotas, pois não poderia ficar olhando o mapa enquanto dirigia. Feito isso eu fechava o mapa e o deixava em cima da mesa mesmo.

Eu tinha plena noção de que estava fedendo pra caramba, e por isso procurava por roupas limpas nos armarios dos quartos, queria tomar um banho mas precisava antes me certificar que havia roupas limpas para que eu usasse depois.

Caso existam roupas limpas, eu ia até o banheiro e verificaria a pressão da agua, se desse para tomar um banho minimamente decente, eu tomaria.
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Re: Sangue Ruim - Vampiros Caçados

Mensagem por Rian em Seg Out 24, 2016 12:30 am

Lincoln; PS: 04/12; Força de Vontade: 7/8 ;Vitalidade: ok


O vampiro vistoriava os guarda roupas dos dois quartos. Um dos quartos parecia ser um quarto de casal, com uma cama e um armário maiores e o outro uma cama de "solteiro" e também um guarda roupas menor. Para a surpresa do vampiro não havia nada no interior dos dois guarda roupas. Ambos estavam completamente vazios. Seja lá quem tivesse usado aquela casa por último, a tinha usado apenas com o intuito de "aparência". Já no banheiro o vampiro encontrava água. Ele tomava um banho para remover os odores dos esgotos, contudo ainda era obrigado a vestir a mesma roupa.

[22:19:20] Lord_Suiciniv :após verificar que não havia roupas limpas para que eu pudesse vestir, suspirava derrotado e vou para o banheiro tomar o banho mesmo assim. Agora eu precisava fazer mais uma parada, e conseguir roupas limpas para mim, não queria ter que fazer isso, mas parecia que roubar seria a melhor a opção, já que aquela hora não teria nenhuma loja aberta.
[22:21:25] Lord_Suiciniv : Finado meu banho, eu visto as mesmas roupas sujas que eu estava vestindo, pegava o meu mapa, pois poderia ser importante em outro momento e seguia até a moto para partir ao bairro anarquista, onde eu iria procurar um bar mortal, de baixa renda. Precisava me alimentar e talvez o bar me fornecesse tal alimentação

Lincoln saía da residência com a motocicleta e trancava a porta. Ele monta no veículo e assim que toma a rua nota algo no mínimo inusitado. O mesmo gato que fugira do vampiro agora estava em cima do muro de uma residência vizinha lambendo a própria pata. O animal fitava o vampiro o tempo todo, entretanto não fugia. Continuava onde estava, apenas observando.



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Re: Sangue Ruim - Vampiros Caçados

Mensagem por Lord_Suiciniv em Seg Out 24, 2016 12:53 am

Esse gato maldito de novo. Por que ele está me encarando desse jeito? Eu retribuia a fitada dele enquanto carregava o capacete e a moto para fora da casa, ponderando se eu deveria me livrar dele ou não. Olhava ao redor para ver se tinha alguém nas ruas ou que pudesse ver minha posição naquele momento.

Caso constatasse que não poderia ser visto por ninguém eu faço uma finta brusca para assustar o felino. Se o maldito não se assustasse eu teria certeza que ele não era normal e iria atrás dele, mas se ele fugisse, eu colocaria meu capacete e subiria na moto, para seguir meu caminho até os anarquistas.
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Re: Sangue Ruim - Vampiros Caçados

Mensagem por Black Thief em Seg Out 24, 2016 9:07 am

A resposta que a Depravada queria não era essa, a ligação foi encerrada e dessa vez não tinha só vontade de atirar o notebook na parede, agora o celular poderia muito bem ir junto, mas não o fez, precisava daquele pequeno aparelho, embora não estivesse surpresa ainda assim estava torcendo pelo otimismo.

Franchesca se via de mãos atadas, pouco tempo em um local perigo e inimigo... O que faria? Ainda não sabia... Precisava pensar... Assim sendo, a Vampira procurou saber na internet as informações de antes que queria, quem era o novo, ou nova vocalista da Aerofire desde sua morte? Como era aquele hotel? Quem era o dono dele? O empresário da Aerofire ainda era o mesmo de sua época? Por enquanto essas informações eram as que procuraria, talvez elas lhe dessem alguma luz, talvez não, mas ainda estava tentando ser otimista.
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Re: Sangue Ruim - Vampiros Caçados

Mensagem por Rian em Seg Out 24, 2016 12:07 pm

Franchesca Sardou; PS: 12/13; FV: 7/7; Vitalidade: -



A Albigiense mais uma vez entrava na world wide web para extrair informações, desta vez ela buscava informações da Aerofire e do hotel. Conseguir informações sobre a Aerofire foi fácil. Havia sites, blogs, anúncios e notícias de todos os lugares do mundo sobre a banda. Em pouco tempo de pesquisa ela conseguia descobrir o atual elenco da banda. Franchesca teve algumas surpresas. Alguns integrantes tinham envelhecido bastante no decorrer dos 10 anos da morte da vocalista, outros nem tanto... principalmente o novo vocalista, que era um antigo conhecido da cainita: Henry Kutcher.
Após se recompor da desagradável surpresa, a vampira iniciava suas buscas por informações sobre o Glover Park Hotel.
Ela descobria que era um hotel 5 estrelas, onde políticos, famosos e pessoas ricas se hospedavam. Consultando os sites de anúncio ela percebia que as diárias daquele hotel eram as mais caras da cidade.

Franchesca rolou 4 dados de 10 lados com dificuldade 6 para computador que resultou 4, 8, 5, 4 - Total: 1 Sucessos

Entretanto, descobrir o proprietário não seria uma tarefa fácil. Tudo que ela conseguia era que o estabelecimento era uma S.A (sociedade anônima) e que suas ações eram comercializada na bolsa de valores de Nova Iorque, portanto, descobrir quem detinha a maioria das ações não seria uma tarefa tão simples como ela imaginava...

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Re: Sangue Ruim - Vampiros Caçados

Mensagem por Black Thief em Seg Out 24, 2016 8:57 pm

A vampira imediatamente ardeu os olhos em brasa ao ver quem era o integrante que nunca iria substituí-la verdadeiramente e exlcamou com suas presas afiadas saltadas e sua expressão monstruosa em clara evidencia:

- HENRY KUTCHER??? SÓ PODE ESTAR DE PIADA COMIGO!!!

Aquele BOSTA do Kutcher havia sido chutado para que Franchesca pudesse entrar na banda, agora eles punham aquele grande pedaço de merda nenhuma novamente??? Franchesca não tinha só vontade de cumprir com o que cada ser humano era predestinado, não tinha vontade de mantê-los vivos para se decaírem, queria estrebuchá-los, estripá-los, esfolá-los, ouvi-los gritar e cada um deles implorando pra morrer, fazendo-os devorar os membros um dos outros até sobrarem-lhes apenas o essencial para a vida e Franchesca dar-lhes o golpe final!!!

Alguns segundos e Franchesca aos poucos se acalmava... No final das contas ela sabia que cumprir com o seu papel nesta não-vida era, inclusive, a vingança mais maldosa, deixá-los vivos para sofrer na própria danação, por mais que a priori não parecesse isso para Franchesca, em fato era.

Checava depois o nome do empresário atual, ainda era o desgraçado do Oliver Green, ele também fora um mandante de sua morte. O problema é que todos conheciam Franchesca, embora dificilmente fossem acreditar que ela estava mesmo viva se a vissem. Talvez se ela fosse até o lado de fora do hotel pegar autógrafo com a multidão e mudar sua aparência um pouco... Cortar seu cabelo poderia ajudar muito e quem sabe um pouco de maquiagem... Vê-los de perto, se encontrava alguma brecha pra falar com eles pessoalmente, vestir um capuz, ficar no meio das pessoas não daria pra ser reconhecida mesmo por "Membros". Se conseguisse ver uma brecha talvez com os seguranças pra falar com pelo menos um deles e arrastar nem que seja um pra longe de todos com sua Presença... Se conseguisse prender um, prender os outros seria questão de tempo, pois eles não podem prosseguir sem um dos integrantes, ou até mesmo o Green... Sim, talvez seja o melhor a se fazer... Pegar o Green primeiro talvez fosse o mais fácil, ninguém estaria doido pra ficar ao lado dele, não haveria seguranças querendo afastá-lo de fãs loucos. Ao menos, com poucas opções, era a única saída que conseguira enxergar agora. Sua Presença era sua maior aliada no momento...

Logo depois, começou a pesquisar e descobriu que aquele local era realmente o estilo da Torre de Marfim, toda cheia de frescuras e gastos excruciantes só pra mostrar que podiam, além do mais... Tanta dificuldade para encontrar o gerente do local, e ainda por cima ser um local de uma sociedade anônima... Definitivamente suas suspeitas de que aquele era um local onde os "Membros" se reuniam pareciam ser cada vez mais fortes.

Franchesca então fechara seu notebook, ela então verificava suas coisas, as vezes podia fazer alguma maquiagem, além do corte de cabelo que pudesse ajudá-la a ficar ainda menos reconhecível, talvez algumas sardas, tinta de cabelo por uma noite, simular algumas levez manchas na pele, sutis nada muito chamativo. Se tivesse coisas o suficiente para simular uma aparência diferente, já ajudava, caso não tivesse teria que sair pra arranjar...

"Maldição... Como o dom da Ofuscação fazia falta"

Embora, seu esquema de disfarce tinha uma vantagem que a ofuscação não tinha, ela enganava câmeras.
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Re: Sangue Ruim - Vampiros Caçados

Mensagem por Ignus em Seg Out 24, 2016 9:06 pm

- Excelente, Henry! Somos da mesma família, temos muito o que conversar. Em seguida o senescal também declamava sua linhagem até Ventrue.

(Gostaria de saber qual a geração do Senescal)

...

William tomava o contato de Henry, ao mesmo passo que também lhe entregava o seu cartão. Rapidamente Crow notava uma semelhança: ”William Jones - Advogado”.

Henry se permite um sorriso genuíno ao ver que estava lidando com outro advogado. Embora frequentemente não gostem um do outro é usual que advogados colaborem mutuamente para atingir um objetivo comum e essa é uma qualidade que Crow acreditava que seria essencial a qualquer Príncipe que pretendesse ter alguma chance de ser bem-sucedido..

Assim que entrava na sala, Henry podia perceber que o lugar parecia um escritório. A porta por onde ele entrara estava no canto esquerdo, próximo à parede. A sala se estendia largamente à sua direita, onde, ao fundo, não havia uma parede e sim uma grande vidraça através da qual era possível a cidade quilômetros à distância, pela altura em que estavam. Parecia um escritório de advocacia, moderno e equipado, denunciando que a príncipe poderia ser uma anciã jovem ou talvez até uma ancilla poderosa. Sua beleza a parte já denunciava os traços marcantes do Clã Toreador. Ali estavam também dois homens com ponto eletrônico no ouvido, ambos de terno e óculos escuros, possivelmente armados e possivelmente carniçais treinados que pareciam duas estátuas, um de cada lado da mesa da mulher que encaravam o Ventrue como dois pastores alemães pronto para morder ao menor sinal do dono.

Henry vê com maus olhos o fato de a príncipe manter aqueles carniçais ali. Em primeiro lugar porque a medida praticamente não trazia qualquer benefício. Caso ele fosse uma ameaça aqueles dois, carniçais ou não, poderiam ser neutralizados em poucos segundos. Em segundo lugar, aquilo transmitia uma sensação de que a Príncipe não seria capaz de lidar por conta própria com um elementos hostil. Por fim, ainda que fossem devidamente condicionados para servir e que tivessem a lealdade assegurada por laço de sangue aqueles dois ainda tinham ouvidos e, consequentemente, informações poderiam vir a ser extraídas deles.

"Não é de se espantar que a cidade não esteja nos trilhos com uma liderança como essa no Trono."


Inobstante suas impressões desfavoráveis, Henry mantém um sorriso agradável nos lábios ao se apresentar.

...

- Boa noite, Henry Crow! Suas palavras eram suaves e sua voz bonita, o que fazia com que o Ventrue desejava escutá-la por mais tempo, não importando o que fosse dito.

"Apesar disso tudo, sou forçado a reconhecer que ela tem um carisma fantástico. Talvez seja assim que ela conduz as coisas por aqui afinal, com o mel em vez de com uma estratégia fria."

Antes à frente da mesa, ela dava uma volta, passando a ficar do lado de trás, abaixando o relatório e revelando sua face por completa.
Algo na mulher mexia com Crow. Era como se ele já a tivesse visto em algum lugar em sua vida mortal ou não-vida, mas que por mais que Henry se esforçasse não conseguia lembrar onde a teria visto e nem quando. - Concedo-lhe minha aceitação e anuência para que desfrute dos prazeres da cidade e, enquanto for eu a príncipe, prometo corresponder-lhe com meus deveres. Sinta-se a vontade.

Ela volta sua atenção ao relatório. Talvez, por estar ciente de sua iminente e inevitável queda, ela já não mais estivesse interessada nos problemas da cidade, mas sim nos seus próprios.

"É uma lástima que alguém tão agradável esteja na iminência de perder o Trono. Eu quase sinto vontade de trabalhar para impedir que isso aconteça... Mas apenas quase. Vim aqui com uma missão e, gostando ou não, a queda de Kate é pressuposto para que a política local se moldada de acordo com meus interesses".

-Agradeço por sua generosidade. Não desejo tomar mais de seu precioso tempo. Com sua licença.

(...)

Ao sair da presença da Príncipe Henry permanecerá por mais algum tempo no Elísio, no intuito de interagir com algum outro Membro que por lá apareça para conseguir novas informações sobre a política local ou sobre as recentes infrações da Máscara. Havendo possibilidade ele priorizará falar com o Arconte, com o Xerife, com algum Nosferatu ou com uma Harpia (nessa ordem).


{Ações condicionais}
Caso não consiga novas informações ele irá seguir para o hotel que procurou mais cedo online para deixar suas malas. Ele deixará claro para o atendente que não quer ser perturbado durante o dia, entregando-lhe 100 dólares e usando Presença 3 ao fazer esse pedido para ter certeza de que será atendido. Crow também pedirá um exemplar de todos os jornais locais que estejam disponíveis.

Ao entrar no quarto ele o inspecionará e decidirá se é seguro dormir na cama mesmo ou se, embora mais desconfortável, seria melhor dormir em outro lugar (dentro de uma banheira coberto, embaixo da cama bloqueando com edredons o espaço ou algo que o valha) e deixará o ambiente preparado para a eventualidade de ele voltar pouco antes do nascer do Sol.

A seguir se dedicará a ler os jornais para ver se encontra alguma notícia que possa lhe dar uma pista sobre as infrações à Máscara. Terminado isso ele irá conferir no relógio quanto tempo tem antes do Sol nascer para decidir o próximo passo.
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Re: Sangue Ruim - Vampiros Caçados

Mensagem por Rian em Seg Out 24, 2016 10:01 pm

Franchesca Sardou; PS: 12/13; FV: 7/7; Vitalidade: -


A Toreador agora tinha um propósito: sua doce vingança contra a banda Aerofire. E ela poderia estar bem mais perto de acontecer do que a sereia imaginava. Só precisava fisgar um daqueles idiotas e ganharia os outros de brindes, um a um...

Vistoriando suas coisas, a vampira encontrava apenas o básico para manipular sua beleza. Ela não podia contar apenas com o básico. Precisava de algo mais elaborado, que realmente lhe desse uma nova cara. Para isso, ela precisaria ir às compras. O show já estava perto, só mais dois dias e esse era o prazo que a vampira tinha. Não podia perder tempo. A noite ainda era uma criança. Aproveitando que o computador estava ligado, ela busca por uma loja que estivesse aberta naquele horário e que vendesse o que precisava. Para sua sorte, Glover era uma cidade grande e, portanto, era possível encontrar de tudo, mesmo no período noturno. Ela verifica que no centro da cidade havia um hipermercado que teria tudo o que precisava.

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Re: Sangue Ruim - Vampiros Caçados

Mensagem por Black Thief em Seg Out 24, 2016 11:13 pm

Pelo visto precisava de mais do que tinha para fazer uma aparência um pouco diferente... Tudo bem, felizmente Glover era uma cidade grande e podia encontrar o que precisava e a noite ainda estava longe de acabar. Procurou na internet uma das lojas que poderia comprar o que precisava pelo melhor preço, após isso ligou para outro taxista com algum contato da internet ou aplicativo de taxistas para celular. Não queria chamar Jessy agora pois talvez fosse um tormento ter que dispensá-lo novamente e ainda tinha que fingir ser a nova namorada boazinha que ele nunca teria do jeito que é hoje... Esse fingimento patético era só por mais duas noites, felizmente...

Além disso não podia ficar chamando táxis o tempo inteiro, ficar dependendo dessa porcaria pra ir e vir... Era melhor investir em um transporte logo de uma vez, assim enquanto o táxi ainda não chegava, também procuraria por uma concessionária onde poderia comprar uma moto de pelo menos 250 cc com o melhor preço que achasse em Glover, e ainda por cima negociar o pagamento à vista pois sua Presença iria lhe ajudar a ter um bom desconto. Poderia pegar a moto por aí de algum mortal? Poderia... Mas isso poderia desencadear empecilhos futuros e matar arbitrariamente era contra seus princípios, sendo que era capaz de manipular um mortal, jogar com ele de alguma forma até ele presentar com a moto de forma consciente sem que o efeito de sua Presença passasse depois e ele ligasse para a policia, mas isso levaria tempo e tempo era algo que não podia gozar.

Mesmo com Glover sendo uma cidade aparentemente violenta, principalmente naquela área da cidade, ainda tinha ciência de não conhecer a cidade totalmente, além do mais as ruas conversam e os Nosferatu e seus ratos vêem o que acontece em becos escuros, então  mesmo que matar um mortal de forma pura e simples não fosse contra seus princípios, ainda poderia catar a atenção de alguém, e pior, alguém invisível. Precisava se comportar ainda enquanto não manjasse de como a cidade funcionava.
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Re: Sangue Ruim - Vampiros Caçados

Mensagem por Rian em Seg Out 24, 2016 11:54 pm

Lincoln; PS: 04/12; Força de Vontade: 7/8 ;Vitalidade: ok


Lincoln estava encucado com o gato. Ele começava a char que algo estava por trás daquele comportamento estranho do animal. Ele olha em volta e percebe que ninguém estava olhando para o vampiro naquele instante. A rua estava um tanto deserta. Havia algumas pessoas no interior de algumas residências, no entanto, nenhuma delas vigiava a rua. Sem pensar duas vezes o Brujah dá uma finta no gato. Imediatamente o animal miava e pulava para o interior do quintal de uma residência fugindo da ameaça vampírica.
Aquilo fora o suficiente para aquietar a mente do motoqueiro, que monta em seu veículo e acelera as ruas à fora com destino ao bairro anarquista. Tudo indicava que aquela seria uma longa noite...

Pelos seus cálculos, Lincoln teria que passar pelo centro. Era o melhor caminho, onde poderia pegar uma via rápida. Ele aproveitava a potência da motocicleta para acelerar quando pegava uma via de várias faixas e trânsito rápido. Muitos motoristas e outros motoqueiros olhavam admirados para o ronco da moto e o tamanho do Brujah. Era como se ele e a moto tivessem sido feitos um para o outro. Lincoln estava numa velocidade incrível e um táxi que era dirigido por um velhinho que ia mais devagar atrapalhava seu caminho. Ele pega a faixa da direita que estava limpa e acelera para ultrapassar o carro. Contudo, um cão entrava na pista, na frente do táxi. Quando Lincoln previu o que iria acontecer já era tarde. Não havia mais tempo. No susto, para desviar do animal, o taxista jogava o carro na faixa de Lincoln e o derrubava. O impacto era terrível. O peso do carro provocava uma força bruta inimaginável. O brujah sentia seu corpo descolar da moto e por um instante ele flutuava como se estivesse voando. O corpo do motoqueiro é arremessado na calçada. Um lixeira de metal envolvia seu corpo ficando toda retorcida e ainda assim ele não parava. O corpo de Lincoln era muito pesado e só parava depois de destruir também um pedaço de um muro.

Por ser um vampiro e um vigor incrível, o Brujah nada sentia. Ele se levantava instantaneamente, o que deixava as pessoas incrédulas. Alguns diziam que era um milagre, obra divina. Outros murmuravam que tinha sido pura sorte. O taxista responsável pelo acidente parava um pouco logo à frente do vampiro. O motoqueiro então percebe algo interessante. Havia uma passageira no táxi, ela era muito bonita, contudo... algo intrigava o Brujah. A mulher era branca, extremamente pálida, cabelos negros como a noite e lisos. Lincoln tinha a sensação de que a conhecia de algum lugar....

rolagem:
Lincoln rolou 6 dados de 10 lados com dificuldade 6 para percepção + raciocínio que resultou 8, 4, 9, 9, 5, 2 - Total: 3 Sucessos

Sim! Lincoln, que fazia parte de um motoclube juntamente com seus irmãos Arroto e Fusível, inevitavelmente sempre escutavam um rock pesado. E aquela que estava ali era nada mais nada menos do que a vocalista da antiga banda Aerofire, uma banda famosa mundialmente do porte de Guns n’ Roses, Metallica e Nirvana. Entretanto... algo estava errado, pois a menos que Lincoln se enganara, a vocalista do Aerofire tinha se suicidado há cerca de 10 anos...

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Re: Sangue Ruim - Vampiros Caçados

Mensagem por Rian em Seg Out 24, 2016 11:55 pm

Franchesca Sardou; PS: 12/13; FV: 7/7; Vitalidade: -


Franchesca colocava seu plano em ação. Ela chamava um táxi que chegaria em poucos minutos. Enquanto isso, a cainita procurava uma moto pela internet. Para sua decepção, diferentemente dos produtos de beleza, as concessionárias de veículos pareciam operar somente no horário diurno. Havia a opção de compra pela internet através do cartão de crédito. Contudo, ainda assim precisaria de alguém para buscar o veículo no horário comercial. Quem sabe Jessy poderia fazer isso futuramente...

O táxi chega. A vampira reunia o que precisava para sair e trancava a porta do hotel. Ao passar pela recepção a mulher gorda e feia encarava Franchesca com um olho arregalado. Talvez aquela mulher fosse muito antiquada para acompanhar a moda da Toreador.

O taxista era um senhor idoso, que usava óculos e calvo. Diferente de Jessy ele era bastante calado e só abria a boca para perguntar sobre o destino que a cliente desejava tomar. Eles estavam em uma pista larga, de várias faixas e de velocidade considerável. Provavelmente já estariam quase chegando ao centro, pelos cálculos da vampira, quando ela percebe que um cachorro tentava atravessar a rua e entrava na frente do táxi. Franchesca percebe uma moto de alta cilindrada ultrapassando o táxi na faixa da direita. Era uma moto do jeitinho que ela queria. Uma manobra brusca e Franchesca era jogada para o lado esquerdo do banco de trás. O taxista tentava desviar do cão e atingia a moto. A colisão provocava um choque no carro e um ruído alto. Franchesca vê claramente o motoqueiro, que era bastante alto voando e caindo na calçada destruindo uma lixeira e sendo jogando contra um muro que quebrava com o impacto com o corpo do motoqueiro.

O taxista parava, desesperado e com as mãos tremendo. Vários carros buzinavam. Contudo, a Toreador percebia que algo estava errado. O motoqueiro, de quase 2m de altura, levantava-se como se nada tivesse acontecido. Impossível! Uma pessoa comum teria morrido instantaneamente...

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Re: Sangue Ruim - Vampiros Caçados

Mensagem por Lord_Suiciniv em Ter Out 25, 2016 12:28 am

La estava eu rodando a centenas de km por hora, o vento em meu rosto, a sensação de ter uma moto super potente debaixo de mim, eu estava literalmente nas nuvens.

Mas tinha um maldito taxi na minha frente que parecia mais uma tartaruga, eu precisava passar dele antes que eu perdesse a paciencia. E foi isso que eu fiz, cortei para direita, fiz o motor roncar ainda mais e acelerei, não previa a existencia de um maldito cachorro suicida que resolveu atravessar na nossa frente,e o maldito taxista idiota que preferiu colocar o carro pra cima de mim a passar por cima do cachorro! ou puxar para o outro lado, e bater em carro ou sei la, ele nõa aprendeu na merda da auto escola a evitar colisões com motos? Que é perigoso? Filho da Puta!

Eu sentia a lata de lixo arrebentar em minhas costas enquanto a força da colisão de me arremessava e eu não conseguia parar, uma hora ela perderia força o suficiente para que eu parasse. Agora eu sinto o muro de uma casa se quebrar também nas minhas costas, estou me sentindo a porra do Luke Cage aqui. Definitivamente uma colisão dessa era para ter matado um humano normal, mas eu não sou um humano normal, porém minha moto é!! Se eu era para estar todo quebrado, minha moto deve ter ido pro caralho!! Como eu vou chegar la agora nessa porra! Esse taxista vai me pagar!

Alem do que essa merda vai levantar uma atenção bastante indesejada. era pra eu ter morrido nesse caralho! Enquanto eu estou lá pregado no muro, eu percebo que o taxista transportava nada mais nada menos que Franchesca Sardou, a grande vocalista morta do Aerofire, a julgar pela sua aparencia, ela não morreu de fato apenas ficou como eu. Era só o que me faltava, mais um maldito vampiro para me identificar. Preciso me certificar que a vagabunda não me reconheceu.

Eu começo a me levantar do muro fingindo dificuldades, segurando minhas costelas como se elas tivessem quebrado por dentro, também fingia estar sentindo dor. A quantidade de dano fingido não seria suficiente para justificar o acidente mas era melhor que sair andando como o maldito Luke Cage. Eu caminho a passos curtos e dolorosos atrás da minha moto, queria ter certeza que ela havia sido completamente destruída.
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Re: Sangue Ruim - Vampiros Caçados

Mensagem por Rian em Ter Out 25, 2016 12:41 am

Lincoln e Franchesca


Lincoln caminhava fingindo dificuldade em direção à sua moto. Mas nem era preciso. Alguns cidadãos tinham se proposto a ajudar. Dois deles já traziam a moto, para calçada e um deles, um rapaz jovem de aproximadamente 18 anos dizia após dar partida no veículo e testar sua aceleração:
- Cara, que moto top! Depois dessa queda ela continua funcionando como se nada tivesse acontecido! De fato, a moto não parecia ter estragado, exceto por um dos retrovisores que ficou todo trincado.
Outras pessoas iam chegando para tentar ajudar Lincoln. Um deles ligava e dizia que já estava chamando a ambulância. Outros estavam ali apenas por curiosidade mesmo...

Franchesca por outro lado notava que o motoqueiro estava mais preocupado com a moto do que consigo mesmo. Talvez os seus ferimentos fossem superficiais, ou então... ele também seria um vampiro, assim como ela....

OFF: fiquem a vontade para interagirem sem o narrador

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Re: Sangue Ruim - Vampiros Caçados

Mensagem por Lord_Suiciniv em Ter Out 25, 2016 12:47 am

Suspito aliviado ao ver que a moto estava boa e funcionando graças ao bom caim. Eu continuava fingindo os ferimentos, mas agora meu passo estava um pouco mais apressado.

- Moto de qualidade é assim mesmo, e também sabe o que dizem, o para choque da moto é o motoqueiro. - Eu falava com uma voz mais grave e também mais dolorida, para que ninguém reconhecesse nem minha voz, e aproveitando que o capacete estava no lugar que impedia dos mortais reconhecerem meu rosto, eu subia na moto e dava partida.

Dirigia para longe dali o mais rapido possivel, sem me importar agora em fingir que eu estava ferido, o mais importante era correr dali e torcer que aqueles putos esquecessem logo o que haviam visto, claro que seria muita sorte da minha parte também. Quando eu tivesse o mais longe daqui, precisava roubar a placa de outra moto para trocar pela minha, certeza que alguém anotou a placa dela.

Partia novamente em direção ao bairro anarquista
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Re: Sangue Ruim - Vampiros Caçados

Mensagem por Black Thief em Ter Out 25, 2016 1:01 am

Infelizmente não iria conseguir a moto fora do horário comercial, uma grande porcaria... Felizmente ainda podia mandar Jessy efetuar a compra para ela, mas isso só aconteceria quando o laço como bezerro estivesse completo...

Franchesca então desceu onde viu aquela mulher gorda e feia a encarando com uma cara que, se não fosse natural dela, diria que também era feia. Podia suspeitar que ela não estava acostumada com o estilo gótico jovem da Toreador, mas não descartava a ideia de ela sentir o desconforto de sua alma maculada como muitos outros mortais. Contanto que aquela bovina ficasse na dela, não haveria problemas.

O taxista atual era velho e ficava quieto. No caminho Franchesca via notícias de Glover com mais detalhes em seu celular, ela então notava logo à frente, uma olhada básica no caminho, um cão que ia passar e logo em seguida o ronco de uma moto passando, a vampira olhou para moto e sentiu um baita desejo... e logo depois, sentiu o empurrão e não pode deixar de exclamar:

- MAS QUE PORRA!?

Logo em seguida um barulho estrondoso e uma cena que chamara a atenção de todos. Franchesca olhou pro taxista e sua vontade era de puxá-lo pelo colarinho e ameaçá-lo por fazer merda com ela no carro, mas não fez isso porque algo muito, mas muito mais importante chamou sua atenção. O acidentado da moto levantava, ele havia quebrado um muro ele havia QUEBRADO A PORRA DO MURO E TAVA ANDANDO.

"Mas que merda..."

Franchesca logo se encolheu cautelosamente e aguçou seus sentidos, o cara definitivamente não era normal, um acidente daqueles teria matado qualquer um na hora, o deixaria partido ao meio, mas ele ainda se levantava e tentava caminhar até a maldita moto, o cara estava mais preocupado com a Porra da moto do que ter quase se partido ao meio, pois deveria ter sido partido ao meio. Hoje definitivamente não era sua noite, encontrara dois "Membros" na cidade só hoje, a cidade devia estar cheia deles... Talvez fosse uma péssima ideia arriscar ter vindo à Glover sozinha.

Pra piorar, o desgraçado tinha olhado pra ela, Franchesca aproveitou toda a atenção que estavam focando no cara e a desviada de olhar que ele tivera de dar em algum momento para sair do taxi vestindo o capuz de sua jaqueta e se afastar da cena de forma ligeira, porém discreta mas à medida que foi ouvindo notou que não precisava, o "Membro" estava também alarmado, ele precisava dar o fora dali, chamara atenção demais, podia ouvir pela conversa dele com o gado e a pressa que tinha de dar o fora, assim como o ronco da moto e já a partida da mesma... Franchesca ia embora, pelo visto não ia precisar mais, observou cautelosamente com sua visão aguçada ele ir embora e notar se ele estava reparando demais nela.
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Re: Sangue Ruim - Vampiros Caçados

Mensagem por Rian em Ter Out 25, 2016 2:41 pm

Franchesca Sardou; PS: 12/13; FV: 7/7; Vitalidade: -


Depois do baita susto, Franchesca decidia esgueirar-se entre os curiosos e sair do local. De qualquer forma aquele táxi não lhe serviria mais, pois é provável que o velho iria aguardar o seguro para fazer a perícia do acidente. Vestindo seu capuz ela fugia dali, com sucesso, aproveitando que os curiosos estavam com sua atenção voltada para o motoqueiro e não para a Albigiense. Após caminhar alguns metros ela era apenas uma patricinha que caminhava pelas calçadas daquela cidade. Os carros passavam com velocidade na pista ao seu lado, atiçando seus cabelos com o vento. Um ou outro idiota buzinava e paquerava a garota.
Já o motoqueiro por outro lado deixara o local sem tão depressa como Franchesca, sem nenhum interesse aparente na RockStar. E agora?

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Re: Sangue Ruim - Vampiros Caçados

Mensagem por Rian em Ter Out 25, 2016 2:54 pm

Lincoln; PS: 04/12; Força de Vontade: 7/8 ;Vitalidade: ok


Lincoln dava partida na moto e acelerava. Tudo o que ele queria era ir para longe dali. Ao perceber que o motoqueiro ia embora, alguns cidadãos gritavam para ele esperar ou para ficar, dizendo que ele não podia sair do local do acidente, pois era preciso fazer a perícia e o acidentado também precisava receber atendimento médico, pois aparentemente poderia estar bem, mas havia possibilidade de algum ferimento interno mais grave. Lincoln não dava ouvidos e acelerava a moto em cima daqueles que ficavam em seu caminho que saíam da frente gritando: - Esse cara é louco! Deve estar drogado! Tinha é que ter morrido mesmo...

Aparentemente, no calor da confusão, ninguém lembrara de anotar a placa da moto. Lincoln agora acelerava para o Bairro San Francisco. Depois de 20minutos ele chegava ao local. De cara Lincoln notava a diferença entre aquele lugar e os outros bairros da cidade. A aparência era inóspita, as pessoas pareciam desconfiadas e avessas a estranhos. Havia grupos de traficantes e usuários de drogas na calçada, mulheres e travestis faziam ponto de programa em algumas esquinas. Havia também muitos pub's, motoqueiros, quadras de basquete onde jovens se reuniam para escutar e dançar rap. Lincoln percebe que aquele lugar poderia ser perigoso, era notável que ali havia gangues. Mas como ainda era um vampiro novato ele não sabia como os anarquistas se organizavam e nem o que eles pensariam do Brujah...



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Re: Sangue Ruim - Vampiros Caçados

Mensagem por Rian em Ter Out 25, 2016 3:11 pm

Henry Crow; PS: 14/15; Força de Vontade: 10/10; Vitalidade: ok


Ao fazer a contagem a partir do Ventrue, Henry concluía que o Senescal era um vampiro de 8ª geração. O fato de ambos serem advogados despertava em Henry tanto a possibilidade de uma apatia quanto de um trabalho em cooperação. Ele apostava na segunda hipótese, até porque ambos estariam trabalhando pelo mesmo fim naquela causa.

Assim que sai do recinto o Ventrue procura falar com o Arconte ou com o Xerife. William ainda estava ali e era ele quem informava que o Arconte estava em uma sala isolada do Elísium e que era possível sim falar com ele. Já o xerife estava ocupado...

Os dois vampiros voltam pelo caminho que fizeram. O senescal acompanhava Crow, que descia às escadas de volta para o primeiro andar, mas ao invés de voltar para o saguão principal eles tomavam o caminho de um corredor que levava a uma porta no final da linha.
William dava um peteleco na porta e após escutar um "entre" bastante abafado, ele saía do local e deixava o advogado à sós com o ancião, que estava de pé, encarando a janela onde era possível ver parte da cidade.
O vampiro tinha uma aparência um pouco mais velha, gordinho, e usava um sobretudo marrom bem como um chapéu de couro.
- No que posso ajudar?
Indagava ele após fitar Henry rapidamente e voltar sua visão para a janela.

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Re: Sangue Ruim - Vampiros Caçados

Mensagem por Lord_Suiciniv em Ter Out 25, 2016 11:30 pm

Eu claramente percebia a diferença no clima do bairro dos anarquistas, não é a toa que a Kate não conseguiu achar o Lider deles aqui, essa area da cidade pertence ao sub mundo, as gangues, para encontrar alguém como o lider, ele tem que querer ser encontrado.

Eu corria pelas ruas do bairro, enquanto pensava. Eu provavelmente não serie capaz de encontrar ele sozinho, o que significa que se eu quiser falar com o Lider, ele terá que me encontrar, infelizmente para isso eu vou ter que chamar atenção para mim. Eu suspiro com aquele pensamento, vamos torcer para que as teias de aranha da Kate não tenham força aqui no bairro anarquista.

Acelerava minha moto até encontrar um bar de motoqueiros, era um lugar tão bom como qualquer outro para encontrar Jack Redflag.
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Re: Sangue Ruim - Vampiros Caçados

Mensagem por Black Thief em Ter Out 25, 2016 11:33 pm

Não adiantava ficar perdendo tempo ali, o velho provavelmente ia ficar pra dar seu depoimento do acidente e a Toreador Antitribu ficaria na mão... Resolveu deixar pra lá, não valia a pena gastar palavras pra fazer aquele babão nojento e demente seguir com a merda do seu trabalho, logo a policia estaria ali, confusão e alarde, talvez até a imprensa para falar do acidente e falar com testemunhas oculares. Franchesca queria se poupar de tudo isso.

Saiu de perto da algazarra e seguiu caminho, deixando que os homens loucos para meter seus pênis no primeiro buraco que vissem falassem à vontade, no momento tinha que fazer outras coisas, caso contrário poderia mesmo trepar com eles e cheirar tanto que poderiam quase entrar em overdose... Mas primeiro os acertos de sua vingança, os demais assuntos, tinha a eternidade para tratar.

Ela então verificava no celular o seu GPS, ver qual era a distância de onde estava agora para a loja que estava indo. Se desse para ir caminhando, iria caminhando mesmo, caso não desse o jeito era procurar outro maldito taxi, e que de preferência, não fosse conduzido por um velho.

No final das contas, pelo menos aquele "Membro" azarado não parecia ter reparado na vampira como a outra skatista. Esperava mesmo que ele não tivesse reparado, vai saber se aqueles dois um dia poderiam se encontrar e conversar, poderia ser um problema.
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Re: Sangue Ruim - Vampiros Caçados

Mensagem por Rian em Ter Out 25, 2016 11:46 pm

Lincoln; PS: 04/12; Força de Vontade: 7/8 ;Vitalidade: ok


Não demorava muito para que Lincoln encontrasse um bar com dezenas de motos estacionadas na porta. O lugar era uma típica espelunca, repleto de homens bêbados, brigões, putas, jogos de azar, sinuca, whisky barato e todo o tipo de perversão que uma alma humana poderia encontrar em um único lugar. O ambiente estava lotado, tocava rock 'n roll pesado e por um instante lembrava o bar do Walder, onde Lincoln passara suas primeiras noites. Assim que ele encosta a moto, algumas mulheres e alguns homens notam sua chegada, afinal não era comum ver alguém de 2m de altura andando por aí em trajes esfarrapados e sujos, numa moto cara.

O lugar era daqueles que tinha um balcão no fundo e uma prateleira repleta de todos os tipos de bebidas. Caso o vampiro desejasse alguma coisa deveria procurar no balcão. Um grupo de pessoas empolgadas gritavam em volta de uma mesa de sinuca, ao que parecia estava rolando uma partida apostada.

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