A Cidade dos Sonhos: Prólogo - Afterwar

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Re: A Cidade dos Sonhos: Prólogo - Afterwar

Mensagem por Outis em Sex Set 09, 2016 7:33 pm

† Jack Hunter †

Jack Hunter fica intrigado com as lembranças compartilhadas pela parede pútrida dos esgotos. Em busca de respostas, só encontrou mais perguntas, é claro. Mas o Nosferatu sabe que é só questão de tempo até que as peças comecem a se encaixar, ele apenas tem que seguir jogando o jogo dos anciões.

— Disse certo, meu camarada, morava. - O velho continua apontando a arma, mas parece ser sensato o suficiente para ouvir o que Hunter tem a dizer. — Não comprei, assim como você, eu o aluguei. Você era o imundo que morava aqui antes? - Ele pergunta com um olhar curioso. — Eu morava no apartamento de cima, e após o seu sumiço, o dono do lugar alugou para mim por um preço melhor do que eu pagava no meu. Esse lugar tava um chiqueiro, o que diabos estava fazendo aqui? Talvez eu deva mesmo chamar a polícia...

Jack estava sem refúgio, sem império, sem informações e sem muitas opções. Dois anos apodrecendo nos confins do esgoto é tempo mais do que suficiente para ser esquecido, principalmente no mundo mortal. Talvez devesse procurar respostas onde realmente pudesse achá-las. Um Nosferatu sendo atacado no esgoto é quase tão grave quanto um Príncipe sendo atacado em seu Elísio.

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Re: A Cidade dos Sonhos: Prólogo - Afterwar

Mensagem por Outis em Sex Set 09, 2016 7:46 pm

† Prince †

Prince pode ter mudado muitos de seus trejeitos ao se livrar da maldição dos Nosferatu, mas sua mente continua mais criminosa do que nunca. Em todo ambiente que passa, seus olhos fitam o local a procura de rotas de fuga e objetos a serem roubados. Com apenas um idoso é um vidro de segurança em seu caminho, as chances de sucesso começam a ampliar.

— O senhor é um avaliador? Porque não disse antes... - Ao ouvir as palavras de Prince, o semblante do senhor se transforma em surpresa e medo. — Não pode ser, procurei por muito tempo, me deram certeza de ser a peça original. - O homem coloca o dedo polegar direito em um painel ao lado do vidro, que então desce para dentro da base de pedra, expondo a peruca. O homem tira um par de luvas do bolso interno do paletó e então pega a cabeça de manequim com a peruca na mão. — Veja senhor... Qual é mesmo seu nome? Eu contratei um avaliador, mas ele só chega amanhã! Seria ótimo ter uma segunda opinião.

É bem provável que o vidro possua alarme, além de aparentar ser bem resistente. Mas isso não importa, com poucas palavras e a ajuda do Fascínio, Prince consegue ficar frente a frente com a peruca. E agora?

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Re: A Cidade dos Sonhos: Prólogo - Afterwar

Mensagem por Outis em Sex Set 09, 2016 8:09 pm

† Jorge Altobello †

— Eu o matei. - Friamente, ela afirma. — Seu nome era Enzo Giovanni, ele era cria de um poderoso Giovanni chamado Diego Giovanni. Ele é um dos anciões do clã, e avô de Tristan Thorn, por assim dizer. Embora Tristan Thorn tenha me dado muito mais trabalho do que imaginei, é com Diego que me preocupo. - Embora não possa ver a expressão facial de Irina, Jorge sabe que ela está preocupada. — Ele possui um plano do qual ainda não descobri nenhum detalhe, apenas um nome, Projeto Vórtice. - Ela faz uma pequena pausa. — Por algum tempo, eu e meus antigos companheiros, acompanhamos de longe as viagens de Diego e Enzo pelo mundo espiritual. Até que certo dia vimos que algo grande iria acontecer, sem muitas escolhas, atacamos sem piedade. Enzo talvez pudesse se salvar, mas se sacrificou para que sua cria vivesse, desconfio que ele seja importante de alguma maneira e Enzo sabia disso. Você parece saber de uma coisa ou outra, mas não me leve a mal, não sabe nem da metade.

Surpreendentemente, Irina se torna uma aliada e tanto para Jorge. Conectados pelo menos inimigo, o Lasombra e a Precursora começam a compartilhar informações e traçar planos para acabar com os planos dos Giovanni. No entanto, Tristan Thorn parece ser apenas a ponta do Iceberg, até que ponto essa aliança trará benefícios para o Bispo?

— Infelizmente não, preferimos atrair os espíritos ao invés de repeli-los. Posso designar um de meus escravos espirituais para lhe acompanhar, caso seja do seu interesse. Já possuo alguns deles pelas ruas da cidade em busca de informações, mas como disse, estou com poucos recursos.

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Re: A Cidade dos Sonhos: Prólogo - Afterwar

Mensagem por HaSSaM em Sab Set 10, 2016 10:53 am

- Chamar a policia? Eu aposto que se divertiu com meus pertences. - Jack da as costas, não havia mais nada o que se fazer lá. - Próxima vez tranca as portas, essa cidade pode ser perigosa as vezes. - Jack descia as escadas ainda ofuscado.

Por onde começar? O que fazer? 2 Anos... Não seria esperto voltar pra Nova Iorque. Provavelmente os novos donos não iriam querer ele por perto, afinal, por direito aquilo ainda me pertencia, mas o que Jack iria fazer, processa-los? Não tinha mais influencia, não sabia por onde andava seus contatos e de que lados estariam, seus recursos estavam perdidos. Então o que diabos fazer? Por onde começar? Jack ganhava as ruas noturnas, sentia o vento frio, a rua parecia que se espremia, ele se sentia oprimido, uma onda de fúria começa a crescer em seu peito. "Talvez nem tudo esteja perdido. Por enquanto é só suposições" Pensa ele se acalmante lentamente. "Certo. Talvez eu esteja preocupado demais. Fiz muito por aqueles canalhas pra eles me largarem assim" Jack fica parada olhando o movimentos dos carros, ele sabia que gratidão não era o forte nos dias modernos.

Jack começa a caminha pela rua a esmo. Por onde iria? Pra qual direção? Elísio... Se lembrou da ultima vez que tentou ir lá. Se lembrou das ultimas noite. Esgoto. Fuga. Algoz. Torpor. Maldito momento altruísta. Esgoto. Frio. sombras. Vultos. Um simbolo. Jack se lembrou do homem nos esgotos. Porque o ajudou? Quem era ele? Estava na hora de receber historias concreta. Momento de ver tudo que estava acontecendo. Estava na hora de encontrar seus irmão. Claro que nos esgotos seria a melhor ideia, mas Jack não estava afim de voltar ali. E no Elísio tria uma variedade maior de informações. Jack pega o Taxi e segue para o Elísio. Entrando no Elisio Jack procura algum conhecido, depois um nosferatu ou então qualquer um que se mostra reconhece-lo.
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Re: A Cidade dos Sonhos: Prólogo - Afterwar

Mensagem por R.Gato em Dom Set 11, 2016 10:35 pm

O momento era decisivo, a cúpula que protegia a peruca parecia tirada de um filme; sem dúvida alguma estava além da capacidade de Crow e seria uma tarefa extremamente difícil abrir aquilo depois. Já estava decidido, a hora era agora. Toda aquela segurança fazia com que os olhos do morto-vivo brilhassem, como se naquela casca oca de seu corpo residisse uma alma, era um prazer quase sexual ter a oportunidade de roubar algo tão precioso, a muito tempo o ladrão não sentia isso.

Filho da puta, essa porra deve valer uma nota preta, caralho, eu preciso pegar isso AGORA!

Contendo toda sua euforia, Prince mantêm seu semblante extremamente sério enquanto também pega um par de luvas - Posso? - perguntava enquanto esperava com as mãos estendidas para pegar a peruca. Sua vontade borbulhava e ele decide usar Desaparecimento do Olho da Mente (ofuscação 4) assim que pegar a valiosa peça...era arriscado mas por algo tão valioso ele teria que arriscar-se e dar melhor de si (gastar pfv para sumir completamente da memória do atendente). Se desse certo, Prince já pensava em aproveitar o desaparecimento e silenciar o velho através do beijo, antes que ele recobre a consciência.
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Re: A Cidade dos Sonhos: Prólogo - Afterwar

Mensagem por Bispo Altobello em Ter Set 13, 2016 2:02 pm

- "Projeto Vórtice?" - O Bispo se questiona que tipo de plano traiçoeiro se tratava o tal projeto. Não pôde deixar de considerar a possibilidade da transferência do mundo físico pra dentro do mundo espiritual, já que se trata de Giovannis. Lá seriam como reis. Isso é, se forem capaz de subjulgar as aparições mais poderosas. No entanto, poderia ficar conjecturando durante noites sem chegar a resultado algum, precisava de mais informações. Enquanto coçava o queixo, ouvindo as declarações de Irina, não pôde deixar de escapar um risinho ao ouvir a Precursora dizer que não sabia metade das coisas. - "Se você soubesse das coisas que eu sei..." - Pensa, mas fala outra coisa. - E quem é que sabe? - Pergunta com um sorriso fingido e uma falsa modéstia. 

- Isso é uma pena, significa que estou vulnerável ao Giovanni. - Se pronuncia acerca da oferta de um escravo espiritual. - O que impediria que ele simplesmente convertesse o espírito para o lado dele? Seria outra ameaça para mim. - Altobello se lembra de Ortheos Fley, o Precursor do Ódio que certa vez o auxiliou em sua cruzada contra Júpiter. Na ocasião, um Garou ameaçava atacar Elyon Kameroth, o Paladino do Arcebispo Springfield, e consequentemente todo o grupo. Fley endureceu o véu no recinto, evitando que o Garou passasse para o lado físico. Essa habilidade seria extremamente bem vinda. Infelizmente, Jorge não se lembra de Ortheos na cerimônia de nomeação como Bispo, tampouco se encontrou com o Necromante posteriormente. O Lasombra desconfia que o Precursor deixou a cidade, mas não custaria nada entrar em contato com Springfield e questionar sobre o paradeiro do cainita.

- Caso deseje permanecer na cidade, poderíamos trabalhar para restaurar sua influência no mundo mortal. - Comenta casualmente, assim que a discussão sobre proteção contra Aparições acabasse. - Qual, exatamente, era o seu ramo de atuação?

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Re: A Cidade dos Sonhos: Prólogo - Afterwar

Mensagem por Detective Comics em Qua Set 14, 2016 12:10 am

Luzes ressentidas protestam minha chegada, um cretino convertido as trevas, o que sera que esperavam de mim? Um messias?! Praguejo caminhando em direção ao novo local de trabalho... a acusação das luzes me incomodava ainda que fosse puro acaso de um problema elétrico. Mas se fazia corriqueiro demais até passar a notar, dava-me vontade de discutir com as pobres lampadas que cheguei onde cheguei por forças do destino e elas nada fizeram pra me ajudar. - Tolice! - Me censurava com mais uma baforada de fumaça

Então como alguém que evoca espíritos evoquei a mim mesmo e não obtive nada, além de cartas e figuras a minha frentes. A primeira [ INFARTO] gritava o medo e adrenalina de quem percorre um caminho perigoso; A segunda me remetia a inocencia exposta às mazelas [TOXINA] que nunca pediu; IMPOTENTE diante o HORROR que lhe aguarda. Era tudo muito claro, como a luzes que piscam em protesto por mim: "não passe daqui, é um aviso."

Com vontade febril de quem descobriu um novo vício, também ignoro o aviso. Descobrirei o algoz da Regente ou me juntarei a ela... ou quem sabe me alie à ele - não possuo grilhões. Mas sigo a necessidade de estar no jogo, ainda que como um intruso. Observo toda sala somente pra debruçar numa mesa de madeira e falar 'sozinho': O que houve com a moradora deste lugar?

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Re: A Cidade dos Sonhos: Prólogo - Afterwar

Mensagem por Outis em Qua Set 14, 2016 10:42 am

† Jack Hunter †


O velho abaixa a arma com uma cara de quem não entendeu muito bem, talvez a idade não permita a ele enxergar as razões pela qual o Nosferatu vai embora. Jack desce as escadas e segue rumo as ruas de New Haven. Jack Hunter começa a encaixar as peças e aceitar que o que está feito, está feito. O vento gelado da cidade não incomoda o imortal, mas o faz lembrar de quando percorria as ruas de New York. Certamente a calmaria de New Haven em nada se assemelha ao caos de New York, o centro comercial do Novo Mundo. Jack tinha influência, recursos e, principalmente, planos.

Os esgotos já não são mais tão atrativos para Jack, o lugar, que sempre é conhecido por ser o território dos Nosferatu, sempre deu confiança a Jack, mas após ser atacado, e por consequência passar cerca de dois anos em torpor, talvez seja melhor evitá-los por hora. O Elísio parece um destino bem mais seguro aos olhos do criminoso. Sem dificuldades encontra um táxi e segue até o local.


Chegando no local, Jack nota que os seguranças, embora em menor quantidade, são os mesmos de dois anos atrás. Eles parecem não reconhecer Jack, que segue para dentro do local sem ser impedido. O caminho até chegar de fato no Elísio, é o mesmo, as pinturas são as mesmas, alguns funcionários do hotel são os mesmos. Parece que nada de muito drástico aconteceu por aqui, exceto quando Jack passa pelas portas que dão acesso ao hall do Elísio. Se todos que estiverem ali, forem vampiros, a quantidade de membros certamente aumentou. Não é difícil para Jack perceber que sua entrada atraiu alguns olhares. Naturalmente, o Nosferatu passa o olho em cada um, tentando reconhecer alguém. Jack se espanta ao notar que alguns membros de New York estão aqui, incluindo o homem mais belo que Jack já viu, o Príncipe Gorgonier. O que diabos está acontecendo?

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Re: A Cidade dos Sonhos: Prólogo - Afterwar

Mensagem por Outis em Qua Set 14, 2016 11:46 am

† Prince †

Wood Crow vibra por dentro ao notar o quão valiosa é a peça que está em sua frente. Seus instintos mais antigos tomam conta de suas ações, se seu coração ainda batesse, certamente estaria disparado em euforia. Agora ele sabe mais do que nunca que PRECISA executar a missão que lhe foi dada. Não porque lhe foi pedido, e sim porque ele quer.

— Mas é claro, por favor.

A inocência do senhor chega a ser assustadora, mas será que é? Prince executou seu plano improvisado com maestria, ganhando a confiança do senhor. A raridade do item, juntamente com a performance de Prince, justificam a confiança do alvo no imortal, que inicia mais uma etapa do seu plano.

Prince rolou 7 dados de 10 lados com dificuldade 4 para Desaparecimento do Olho da Mente que resultou 2, 1, 9, 9, 6, 10, 6 - Total: 4 Sucessos + 1 FV = 5 Sucessos

Prince desaparece completamente da visão do velho, que automaticamente tilta, entrando numa espécie de transe. Talvez seu cérebro limitado esteja, inutilmente, tentando fazer as conexões necessárias para entender o que acabou de acontecer. Prince aproveita o momento para partir, já conseguiu o que queria. O entusiasmo por ter sido bem sucedido toma conta dos pensamentos de Prince, esse sentimento de realização a muito tempo não percorria pela mente e corpo do imortal. As pessoas na rua o ignoram, e sem ser notado, Prince chega tranquilamente até o carro de Clarice, que se assusta quando Prince aparece ao lado dela já dentro do carro, ela sequer o viu abrir e fechar a porta.

— Que susto, cara! - Ela recompõe a postura. — Pelo visto você é tão bom quanto eu na Ofuscação, respect. - Ela estica o punho fechado para te cumprimentar. — Não estou nem acreditando que você conseguiu essa maldita peruca! - Um leve sorriso no rosto de Clarice é notado por Prince. — Agora temos uma chance. Talvez com isso Shock nos ajude. Vamos! - Ela liga o carro e começa dirigir pelas ruas de New York. No meio do trajeto ela parece enviar uma mensagem no celular, e alguns minutos depois receber uma. — É isso. - Ela diz.

Cerca de dez minutos se passam, e ela finalmente entra em um estacionamento de um prédio residencial.

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Re: A Cidade dos Sonhos: Prólogo - Afterwar

Mensagem por Outis em Qua Set 14, 2016 1:03 pm

† Jorge Altobello †

O nome do projeto certamente chama a atenção de Altobello, que brevemente começa a imaginar do que poderia se tratar. A única certeza que tem é de que o mundo espiritual com certeza está envolvido, afinal, tratam-se de Necromantes. Sem muitas informações, sua única opção é ir atrás delas assim que possível. No momento, tenta descobrir mais sobre Irina, sua nova aliada. Jorge Altobello sabe de muitas coisas, talvez realmente não seja nem a metade de tudo, mas certamente é mais do que Irina imagina. Sagaz, deixa que ela permaneça com tal ideia sobre o Bispo.

— A Mão com certeza sabe, meu caro. - Ela faz uma pequena pausa e da de ombros. — Sinto que todos estamos sujeitos aos poderes Necromanticos, mas fique tranquilo, enquanto eu estiver na cidade este local não terá problemas com espíritos. Se procura por um repelente, sinto que terá de encontrar alguém que domine a Taumaturgia, eles certamente possuem os meios para repelir qualquer tipo de criatura.

Irina se torna uma espécie incógnita para Jorge, que se pergunta até onde os poderes da Precursora se estendem. Ele se lembra muito bem de quando um outro Precursor chamado Ortheos Fley endureceu o véu, impedindo a passagem de um Garou para o lado físico. Quem sabe ele não possua um conhecimento mais específico sobre o assunto. De qualquer maneira, a conversa segue para um rumo mais normal, por assim dizer.

— Não era nada demais, apenas algum controle na polícia e na política para não ser incomodada. Meu interesse é totalmente focado no Mundo Espiritual, não vamos nos preocupar com isso agora, Bispo Altobello. Precisamos nos preocupar com os problemas iminentes que essa cidade pode presenciar. Existe alguma ameaça da Camarilla a cidade?

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Re: A Cidade dos Sonhos: Prólogo - Afterwar

Mensagem por R.Gato em Sab Set 17, 2016 11:34 am

Assim que pega a peruca, Prince muda sua expressão e dá um sorriso sádico para o atendente e se despede como se estivesse tirando um chapéu enquanto desaparecia. O ladrão só se revela quando já está dentro do carro, por muito tempo ele esteve envolvido apensas com assuntos misticos que não eram seu verdadeiro interesse e apesar de um ser místico, seus prazeres ainda eram muito mundanos e ainda lhe davam muita euforia.

Clarice escreveu:_Que susto, cara!
_Caralho, já estava sentindo falta disso. É muito bom pegar a grana desses babacas esnobes – por um momento Crow se esquece de seu teatro de Prince e deixa escapar sua verdadeira face.
Clarice escreveu:_ Pelo visto você é tão bom quanto eu na Ofuscação, respect. Não estou nem acreditando que você conseguiu essa maldita peruca!
- Um leve sorriso no rosto de Clarice é notado por Prince.
_ Quem diria, a dama de gelo também sorri haha. Vamos nessa minha querida – O ladrão Crow já dava o lugar ao simpático e educado Prince novamente.

Nos minutos que se passaram, Prince tenta descobrir mais sobre sua “parceira”, como qual o objetivo dela com o hacker, o que ela fazia na cidade, etc - E então Clarice, já se passaram alguns dias que estamos juntos, acho que poderíamos nos conhecer um pouco mais, não? Acredito que é tão incomodo para você quanto pra mim não saber com quem está trabalhando.
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Re: A Cidade dos Sonhos: Prólogo - Afterwar

Mensagem por HaSSaM em Ter Set 20, 2016 2:36 pm

Certamente ali não era Nova Iorque. Aquilo fedia. Suas ruas calmas. Seus cidadãos civilizados. O poder nas mãos cheia de dedos. Ele sentia nojo daquilo, queria estar em casa rodeado de seus contato bajulando-o e protegendo-o. Tinha que ir o mais rápido para Nova Iorque e verificar se tinha alguma chance de retomar o que era dele. Jack avista o Hotel. Logo estaria com os imortais. Ali dentro os jogos aconteciam. As apostas eram feitas. Jack desci do carro, sentia o vento frio da noite. Não estava pronto para ter que lidar com os de sua especiei, um receio o abatia. Estava a 2 anos ali e o que todos sabiam é que era sua primeira visita a cidade. Tinha que bolar uma historia. Uma boa historia para não dizer que estava dormindo em um esgoto fedorento por 2 anos após ser abatido por um humano. Seus inimigos ririam de sua cara!

Jack chega ao Hotel. Seus olhos logo contabilizam a quantidade de seguranças. Um habito que adquiriu ao entrar em lugares que não era bem vindo ou convidado. Velhos hábitos nunca mudam. E ali Jack também não era nenhum dos dois, mas seus anfitriões eram hipócritas demais para falarem isso em voz alta e presunçosos demais para deixar que Jack pensasse o contrario. Os funcionários eram os mesmo assim como todo o Lugar. Os antigos não gostam de mudanças. Hábitos. "Mudanças significa cedo ou tarde tirar suas bundas gordas do trono e ninguém quer isso, não é mesmo?" Jack estava rindo consigo mesmo quando passou pelas portas do Hall, seus pensamentos cessaram e então descobriu que estava o tempo todo no lugar certo.

Todos ali reunidos. o salão do poder de qualquer cidade. Ali se criava inimigos. Se fazia aliados. E isso as vezes podia significar a mesma pessoa. Ali se Ouvia coisas e passava boatos para frente. Corjas pútridas que não pensariam duas vezes em arrancar a cabeça do nosferatu por qualquer status que lhe dessem e no momento ali, Jack tbm não hesitaria em arrancar todas as cabeças se pudesse voltar para NY, mas pelo que estava parecendo ele não voltaria a pisar na maça nem tão cedo. "Basta eu sumir por 2 anos e eles já fazem isso!" Pensa ele olhando o principe. Só existia um motivo que fizesse um príncipe sair de seus domínios. E não era nada bom. Jack se aproximou de algum conhecido.

- E então... Estive viajando por 2 anos. O que foi que eu perdi nesse meio tempo? - Diz ele olhando as pessoas ao redor, como se dissesse "O que diabos toda essa gente faz aqui"
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Re: A Cidade dos Sonhos: Prólogo - Afterwar

Mensagem por Outis em Qua Set 21, 2016 6:26 pm

† Rezek †


Talvez as luzes tenham tentado avisar o cartomante de um perigo iminente, ou quem sabe elas tenham se espantado com a presença do mesmo, afinal, luzes são Luzes, e Rezek é um ser das Trevas. O mais improvável é que tenha sido apenas uma falha elétrica corriqueira, disso Rezek tem certeza. Os sinais, mesmo não sendo claros, estão lá. Mas jamais impediriam Rezek de destrinchar o novo objetivo que lhe foi dado, assim como um viciado vai atrás do seu vício, o detetive vai atrás de pistas. Precisava de informações, descobrir o algoz da Regente é apenas um bônus, seu objetivo principal é Marcus Vitel.

Rezek rolou 7 dados de 10 lados com dificuldade 8 para Habilidade Oracular que resultou 8, 9, 10, 3, 9, 6, 3 - Total: 4 Sucessos

Novamente as luzes piscam, dessa vez Rezek reconhece a energia que emana no ambiente, um presságio. Tudo fica escuro, como se estivesse no meio do nada. Aos poucos Rezek começa a ouvir um barulho de água, como se uma grande quantidade dela estivesse vindo ao seu encontro, até que a onda chega. Rezek não é atingido por ela, ele apenas começa a boiar em meio ao mar agitado. O mar, por assim dizer, não é feito de água, e sim de imagens. Símbolos, cenas, rostos e coisas fora da compreensão do imortal. Um Vórtice começa a se formar ao redor do feiticeiro, que passa a flutuar no meio de tudo.

As imagens, que antes estavam rápidas demais para a compreensão de qualquer olho, começam a se ajustar, até que em cada canto é possível notar uma pedra entalhada símbolo. Embora pareça ser algo de milênios atrás, os símbolos são bem atuais. Um computador, uma cruz, uma lupa e um arco de caça. Acima de Rezek, uma bola de energia escura também aparece. Em seguida, uma luz sai de cada símbolo em direção a bola, que se extingue quando é tocada simultaneamente pelos quatro raios de luzes.

Rezek rolou 7 dados de 10 lados com dificuldade 7 para Interpretar Presságio que resultou 7, 5, 2, 5, 1, 9, 5 - Total: 1 Sucesso

Um clarão começa a emanar de cada pedra, até que tudo fica branco e por alguns instantes Rezek perde a consciência. Assim que vai retomando o controle dos seus pensamentos, percebe que está debruçado sobre uma mesa de madeira, com a cara sobre os maços dos quais tinha lido seu azar. Os símbolos são claros para Rezek, significam tecnologia, igreja, investigação e caça. A bola de energia pode significar muitas coisas, mas Rezek sente que a matéria da qual ela era feita é a mesma que os Lasombra manifestam com seus poderes.

Rezek rolou 8 dados de 10 lados com dificuldade 5 para Taumaturgia - Línguas de Madeira que resultou 9, 8, 2, 1, 10, 2, 7, 6 - Total: 4 Sucessos

— Ela desapareceu, faz algum tempo que ela não passa por aqui. Você é a segunda pessoa que vem aqui depois que ela sumiu.

Rezek vai retomando os sentidos e, sem perder tempo, começa a vasculhar o local em busca de mais respostas. Sua mente é nebulada pelas imagens que viu no presságio. Qual será o real significado delas? Até então, não havia encontrado nada fora do lugar, mas assim que chega no quarto principal, Rezek vê um círculo queimado no chão e vários símbolos arcanos desenhados ao redor dele com precisão. Um notebook também é encontrado em cima de uma escrivaninha.

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Re: A Cidade dos Sonhos: Prólogo - Afterwar

Mensagem por Outis em Ter Set 27, 2016 3:30 pm

† Prince †

A adrenalina ainda é a mesma, se não mais intensa, e Wood Crow se regozija com a naturalidade em que tudo acontece. Ele sabe que tem o dom para o roubo, e gosta disso. Alguém vai ter um trabalhão para explicar como a peruca simplesmente sumiu, mais um rico maldito vai sentir uma fração do que Crow sentiu em toda sua vida, o desespero e o medo.

— Pois bem, acho que a partir de agora você precisa saber exatamente no que está se metendo, não é mesmo? Eu não sei como, mas você acertou meu nome. - Ela diz com um olhar confuso. — Você pode começar me explicando como um engomadinho como você chama os outros de esnobes e se auto intitula uma aberração? Você é bem estranho, cara. Qual seu nome?

Conforme os dois vão entrando no prédio, Clarice abaixa o tom de voz, que também fica sério.

— Shock foi quem me abraçou, então te peço que não faça nenhuma idiotice. Eu vacilei com ela, e estou aqui para tentar me redimir, sei que ela quer muito essa peruca, então deve ser um bom começo. - Ela finaliza preocupada e já com a peruca dentro de uma sacola. — Vamos.

O prédio, que fica no Bronx, não tem elevador, então os dois sobem de escada.

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Re: A Cidade dos Sonhos: Prólogo - Afterwar

Mensagem por Bispo Altobello em Ter Set 27, 2016 3:34 pm

- "Um usuário de Taumaturgia? Heh... como se o Sabá pudesse comprar um taumaturgo na padaria da esquina." - Por sorte, Altobello contava com uma conhecedora de magia do sangue em sua diocese. Restava saber se, com a variedade de poderes dentro da própria Taumaturgia, sua área de atuação envolvia espíritos. - Tudo bem. Se não tem mais nada a perguntar, já estás liberada, Irina. 

O Bispo escreve uma carta para Jhon Stewart, Brujah AT, Ductus do Bando que Jorge designou para tomar conta do Brooklyn. Conta que Irina é uma aliada valorosa para o Sabá e que sua presença na cidade é de suma importância devido sua aptidão para Necromancia. Além disso, narra que há um caçador em seu encalço que deve ser eliminado. Requer que o Bruto e seu Bando forneça abrigo e a auxilie a dar fim no homem. Coloca em um envelope, e sela com cera roxa, por fim, o brasão da Espada de Caim é carimbado na cera. A carta é entregue à Irina e a Precursora é orientada onde poderia encontrar o vampiro.

Após, vendo-se sozinho, antes de ordenar que Víbora entre na sala, o curioso Guardião não ousa se conter por mais tempo e abre a carta do Cardeal Bierhoff.

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Re: A Cidade dos Sonhos: Prólogo - Afterwar

Mensagem por Outis em Ter Set 27, 2016 3:54 pm

† Jack Hunter †

Jack Hunter deseja estar em outro lugar, mas sabe que assuntos pendentes na cidade, precisa entender tudo que aconteceu antes de partir para a Grande Maçã. A cidade em que está não o agrada nem um pouco, e afinal quem é que gosta de calmaria? Ele se pergunta tentando entender como os outros podem ser tão diferentes dele.

O que encontra após as longas portas do Hall traz ainda mais desgosto para o Nosferatu. A presença de tantos membros nova-iorquinos, juntamente com o próprio Príncipe, só pode significar que perderam o domínio. Mas como? Na mente de Jack, este com certeza era um cenário impossível de acontecer. Jack busca respostas com um conhecido, Scott Hopkins, um Toreador que estava em ascensão que parecia saber de tudo que acontecia na cidade. Certamente Jack se sentiria mais confortável conversando com um irmão, mas a princípio não havia notado nenhum.

Spoiler:

— Viajando para onde cara, na Umbra? - Ele ri. — O mundo inteiro sabe o que aconteceu, eles nos atacaram com tudo, cara. Maldito Sabá, sorte a sua não estar por lá quando a merda bateu no ventilador.

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Re: A Cidade dos Sonhos: Prólogo - Afterwar

Mensagem por R.Gato em Qui Set 29, 2016 11:10 am

Prince se mantem calado por um tempo e com o habitual sorriso perante a pergunta de Clarisse dá uma resposta vaga - Ora, todos somos aberrações, afinal, já deveríamos estar mortos, não é mesmo?

Com a repentina mudança no tom da conversa, Crow percebe que pode enfrentar uma situação delicada e tenta memorizar o caminho que está fazendo - Você realmente acha seguro entrarmos no domínio da sua mentora, que por acaso esta puta com você, segurando apenas uma peruca como proteção? Você deve estar brincando comigo. Só para relembrar, não sou do tipo que entra em brigas, não vou ser útil se uma DR mais ...agressiva começar.

Com muita cautela, Prince se posiciona alguns metros atrás de sua companheira e instintivamente anda com passos leves, como se plumas tocassem o chão no lugar de seus pés. Sua atenção estava totalmente voltada para armadilhas ou algo do gênero e pronto para retroceder caso haja problemas. Tomando esses cuidados, o ladrão continua adentrando na construção.

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Re: A Cidade dos Sonhos: Prólogo - Afterwar

Mensagem por Outis em Seg Out 03, 2016 4:42 pm

† Jorge Altobello †

O Bispo planeja se proteger contra os espíritos que, aparentemente, tem cada vez mais presença na cidade, mas começa a ver que não será uma tarefa fácil. Irina, apesar de forte, não parece ser de grande ajuda no momento, talvez seja melhor esperar até que ela esteja estabilizada na cidade. Sendo assim, a dispensa.

— Pois bem, muito obrigada Bispo Altobello.

Ela agradece, pega a carta e vai embora. Talvez Víbora possa ajuda-lo em sua empreitada, mas antes precisa de um tempo sozinho, finalmente irá abrir a carta que recebera do Cardeal Bierhoff. O ambiente é tenso e solitário, Jorge sabe que as palavras escritas naquele pedaço de papel são de grande importância. Cuidadosamente ele tira o selo de cera rubra que também estampava o brasão da Espada de Caim. Ao abrir, Jorge nota que a escrita possui uma caligrafia bem antiga, provavelmente foi escrita pelo próprio Cardeal.

"Saudações Bispo Altobello,

Entendo suas preocupações, precisamos nos certificar que os responsáveis sejam eliminados. Estarei chegando dentro de duas semanas, desculpe a falta de mais informações, mas não confio muito em cartas.
Até logo,

Cardeal Bierhoff."

Embora não revele muita coisa, a carta contém a informação que Jorge precisava, a confirmação da vinda do Cardeal até sua cidade. Jorge tinha algum tempo para se preparar, a cidade precisa estar impecável para receber alguém de tamanha importância. Um comentário errado vindo de um Cardeal pode mudar totalmente o rumo das coisas.

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Re: A Cidade dos Sonhos: Prólogo - Afterwar

Mensagem por Outis em Ter Out 04, 2016 8:55 am

† Prince †

Prince fica apreensivo devido as condições do cenário em que se encontra, cautelosamente ele segue Clarice. Que não entende muito bem o "medo" do parceiro.

— Eu não disse que ela ta puta, disse que vacilei com ela. Fique tranquilo, ela não vai fazer nada conosco, pare de ser medroso e ande normalmente, seu pamonha.

Por sorte, a subida não é longa, segundo andar é o destino. Clarice bate no apartamento 22, quem abre é uma linda mulher de olhos azuis e cabelo rosa, com um estilo um tanto quanto extravagante. A maquiagem é pesada e não esconde sua palidez.

— Entrem. - Ela diz enquanto olha se ninguém está os observando. Após fechar a porta, ela diz. — Você sumiu, Clare! O que houve, querida? E quem é seu amigo? - Ela mede Prince dos pés a cabeça e parece impressionada com a simetria do corpo perfeito que lhe foi concebido.

— Eu pensei que você estivesse magoada comigo depois do vacilo que eu dei. Olha o que eu trouxe para você. - Clarice tira a peruca da sacola e mostra para Shock, que fica impressionada. — Não teria conseguido sem meu amigo aqui.

— NÃO ACREDITOOOO!!! - Ela parece realmente estar MUITO FELIZ. — Vem cá vocês dois. - Ela abraça Prince e Clarice simultaneamente. Após a estranha demonstração de afeto, Shock retira o cabelo vermelho, que até então Prince pensava ser o cabelo natural dela, revelando sua verdadeira aparência. E depois coloca a peruca que Prince roubou.

Spoiler:

— Eu não sei do que você tá falando Clare, mas isso não importa. Me diga, o que vocês dois andam aprontando? Não estão em apuros, estão?

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Re: A Cidade dos Sonhos: Prólogo - Afterwar

Mensagem por R.Gato em Qua Out 05, 2016 11:37 am

Apesar da tentativa de acalmar Prince, o Nosferatu ainda mantém uma certa desconfiança – cuidado nunca é de mais – afirmava com uma expressão séria – ou você ainda não reparou que somos apenas peões descartáveis? É por isso que precisamos do hacker, ele vai nos dar informações para que eu possa ser “menos descartável”.

A mensagem era clara e verdadeira, a real intenção de Prince foi dita ali. Mesmo sua companheira não tento revelado suas intenções ainda, o ladrão acreditou ser a hora certa para mostrar a ela. Talvez isso abra os olhos dela e com sorte conquiste uma real aliada.

A recepção era pacifica e Prince volta a ser o mesmo mauricinho fútil e galanteador que Clarice havia conhecido a algumas semanas atrás. Talvez com a convivência Prince tenha deixado um pouco do seu verdadeiro eu (Crow) escapar mas ao encontrar com a senhora de Clarice sua máscara volta a cobrir completamente seu rosto.

Enquanto a anfitriã regula Prince dos pés à cabeça o belo convidado não se intimida – é um prazer conhecer uma mulher tão bem-apessoada como a senhorita…- esperava ela se apresentar.


Clarice escreveu:— Eu pensei que você estivesse magoada comigo depois do vacilo que eu dei. Olha o que eu trouxe para você. - Clarice tira a peruca da sacola e mostra para Shock, que fica impressionada. — Não teria conseguido sem meu amigo aqui.


Com um olhar malicioso, Prince não esconde querer algo em troca – de nada.


Shock escreveu:— NÃO ACREDITOOOO!!! - Ela parece realmente estar MUITO FELIZ. — Vem cá vocês dois. - Ela abraça Prince e Clarice simultaneamente.


Prince não consegue esconder o espanto. Não é normal um membro, provavelmente mais velho, demonstrar tal sinal de afeto e com os olhos ainda esbugalhados ele tenta ser cortês – Espero que goste, isso deve realmente valer uma grana – o único motivo que passara pela cabeça de Crow de alguém querer tanto uma peruca era para ganhar dinheiro...


Narrador escreveu:Após a estranha demonstração de afeto, Shock retira o cabelo vermelho, que até então Prince pensava ser o cabelo natural dela, revelando sua verdadeira aparência. E depois coloca a peruca que Prince roubou.


Por alguns segundos, os poucos em que a dona do apartamento fica sem a peruca, Prince fica realmente admirado com a verdadeira aparência da mentora de Clarice. Era uma beleza fora dos padrões sociais e aquilo o encantava, provavelmente devido sua vida mortal sempre à margem da sociedade.

Sempre pensando em como tirar vantagem, Prince prefere que Clarice fale o que está acontecendo, ela é mais próxima portanto conseguiria a informação que eles querem com mais facilidade.
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Re: A Cidade dos Sonhos: Prólogo - Afterwar

Mensagem por HaSSaM em Qui Out 06, 2016 1:10 pm

Jack disfarça seu próprio constrangimento, um nosferato não saber que a cidade na qual habitava se encontrava em guerra, e ainda pior, perderam e foram escorraçados como cachorros. Tal ignorância não seria boa para sua reputação, mas quem ele queria enganar, nunca foi um traficante de informação, ele traficava outras coisas, substancias mais pesadas, mas sabia que muito menos letais que as informações que seus irmãos vendiam, talvez fosse hora de mudar de profissão. Jack fecha a cara e olha para cima, fingia estar vendo alguma coisa e então se voltava para o homem.

- Digamos que existe mais lugares do que se possa imaginar, garoto. - Diz ele com um tom de mistério. - Perdi um show e tanto não é mesmo? - Ele olha para o príncipe. - Sabe se estão planejando uma retomada, ou algo do tipo?

"Se já era difícil recuperar o que é meu em domínio da Camarilla, agora minha chances eram nulas, a menos que recuperemos a cidade novamente, e se eu fosse de alguma valia nessa empreitada talvez o príncipe fosse bonzinho e me desse novamente meus domínios" jack Começa olhar pelo salão, procurava um tremere ou um nosferatu. Talvez um dos dois pudessem explicar o que era aquela visão que teve nos esgotos e talvez pudesse usar isso a seu favor no futuro ou apenas descobrir o que houve naquela noite.
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Re: A Cidade dos Sonhos: Prólogo - Afterwar

Mensagem por Detective Comics em Sex Out 07, 2016 7:42 pm

Sempre detestei essas viagens, nunca me sinto avontade com isso ainda que considere útil. Possivelmente Advinhação seja a arte mais vulgar, embora a cultura pop o contemple como uma beleza arrogante. Todo maluco diz saber de algo escutando vozes, ingerindo psicotrópicos e até lendo seu destino em tripas de bode. Sou o maluco que encontra enigmas em imagens fatalistas de cigarro, não confiaria em alguém que me disesse isso e no entanto estou aqui levando toda essa merda adiante. Mas a parte que mais me assusta é essa maluquice dar certo, sabe aqueles maníacos psicopatas que matam ouvindo o pedido de Deus? Talvez estejam falando a verdade.


Esse dom delinquente e desonesto cria a obsessão de escancarar segredos, cobrar dívidas morais e me esbaldar em toda essa sujeira - como o Tio Patinhas nada em sua própria obsessão. Parar me asseguraria lengevidade, mas quando dou por mim já estou chafurdado na sujeira, e ciente que dentro daquele notebook haverá informações que me levarão abrir um portal pro inferno só pra tentar chutar o traseiro de um demônio. Ainda sim o faço.

Os melhores deixam os aposentos mais importantes imaculados pela anormalidade escondendo as aptidões e vergonhas atrás das portas mais discretas... não era o caso da Regente. Varro o símbolo com os olhos (faço um teste de Ocultismo pra tentar identificar o ritual) e ligo o laptop.
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Re: A Cidade dos Sonhos: Prólogo - Afterwar

Mensagem por Bispo Altobello em Seg Out 10, 2016 4:47 pm

O que é um Bispo na estrutura do Sabá? Deve haver centenas deles pelo mundo, Jorge estipula, e acima deles, dezenas de Arcebispos, Priscus, Cardeais, Inquisidores, fora a Mão Negra e o próprio Regente. Mas de uma coisa Altobello estava certo. Ele não era apenas outro tijolo na parede. Ele é o motherfucking Bispo da Big Apple, e apesar de não tê-lo derrubado sozinho, foi a peça fundamental para a consolidação do poder do Sabá na cidade. Ele não é um qualquer. Como se isso não bastasse, deu ao Cardeal Bierhoff um motivo excelente para atender o seu chamado. Ele só não viria se fosse louco ou se estivesse passando por uma situção extremamente crítica em seu próprio território. A confirmação da visita, no entanto, encheu os pulmões atrofiados do vampiro de um ar confiante que as tempos não enchia.

Pegou o telefone, discou o ramal da Víbora e pediu que ela o encontrasse na sala de reuniões. O Bispo havia feito da ancilla a Sacerdotisa oficial de sua diocese, de modo que todas as noites a Serpente estaria a sua disposição para qualquer eventualidade que requeresse cuidados especiais de um mestre cerimonialista. Não escolheu aleatoriamente, por óbvio. Sendo quem é e querendo o que quer, fez questão de colocá-la por ser versada em um tipo específico de magia do sangue. Wanga. Talvez pudesse se aproximar o bastante para aprender essa arte. Talvez pudesse simplesmente usá-la sempre que necessário. 

Assim que Víbora chegasse começaria. - Boa noite, querida. - O sorriso malicioso nos lábios do Lasombra poderia significar um flerte se ainda fosse vivo. De fato, a cainita guardava uma beleza e sensualidade de dar inveja em qualquer Toreador. - Como têm ido nossos negócios. - Sendo a Sacerdote responsável pela Diocese, uma de suas atribuições era a de ser a "Mão do Rei", cuidando de assuntos corriqueiros demais para merecer a atenção do Bispo. O equivalente ao Senescal na Camarilla. - Bom, essa noite tenho pedidos especiais para você. - Depois da resposta da vampira sobre assuntos banais, resolveu adentrar na matéria de fato. - Há um necromante em New Haven que se aliou a Camarilla, provavelmente buscando vingança contra Irina e oferecendo, em troca, algo que pode ser usado contra nós. Com seu repertório ocultista, o que me recomendaria fazer para me proteger contra aparições?

E assim que estivesse satisfeito com sua resposta, passaria ao segundo ponto. - Em duas semanas receberemos um Cardeal em nossa Diocese. Quero um Festim de Sangue para recebê-lo, além de um refúgio para o hospedá-lo, bonecas de sangue e tudo mais. Vamos mimá-lo. Faça o que sabe fazer. 

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Re: A Cidade dos Sonhos: Prólogo - Afterwar

Mensagem por Outis em Ter Out 18, 2016 3:33 pm

† Prince †

— Pffff, Shock provavelmente sabe muito mais do que ele, aquele merdinha é um aproveitador. - Pelo tom em que Clárice disse, Prince tem a clara impressão de que ela conhece o tal Paranoia Agent.

Já no apartamento, a mulher responde o cumprimento de Crow.

— O prazer é todo meu, me chamo Shock! E você? - Ela diz com um sorriso no rosto. Após o abraço, ela continua. — Tolinho, dinheiro não é o problema. O que faz esse item valioso é sua origem, a energia contida dentro de cada fio que já presenciou inúmeros acontecimentos e até mesmo sentimentos. - Ela finaliza e deixa que Clárice explique a situação.

— Precisamos encontrar o Paranoia Agent.

— O que? Aquele merdinha ainda está vivo? Pensei que ele morreria rápido. - O semblante de Shock fica sério conforme ela fala com um notável desprezo pelo hacker.

— Eu nem acredito no que vou falar, mas acho que... Ele é quem me engravidou. Eu andei tendo uns sonhos, e por mais louco que seja, faz sentido. Acho que ele me drogou naquela festa que fiquei muito louca e não lembro de quase nada, os sonhos que tive foram de momentos daquela festa.

— Essa coisa está viva Clárice?

— Não, claro que não, está louca?

— Menos mal, não é como se vampiros pudessem ter filhos né? Hahaha. Mas o que você quer com ele, já que não está vivo?

— Quero matá-lo. Prince parece precisar de alguma informação que ele tem.

— Informação? Que tipo de informação ele teria que eu não tenho? Me diga, Prince, o que desejas saber? Mas antes disso, quem é você? Tem um Sire ou está perdido no Mundo das Trevas? Sabe sobre as seitas? Faz parte de alguma delas? Não me leve a mal, gostei de você, mas não posso sair dando informações pra desconhecidos, não é mesmo? Me conte sua história, eu amo histórias...

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Re: A Cidade dos Sonhos: Prólogo - Afterwar

Mensagem por Outis em Ter Out 18, 2016 4:16 pm

† Jack Hunter †

— Imagino que existam mesmo. -  Ele faz uma pequena pausa. — Com certeza foi um belo show, um avião no Empire State Building não é pouca merda. Pelo visto ainda é cedo para um retomada, vejo algumas reuniões acontecendo, mas é só, nenhuma ação, nenhum ataque ou plano, nada. O Príncipe parece ser o que menos sente falta de lá, estranho.

O jovem Toreador não parece saber nada além do que todo mundo sabe. Certamente não teria conhecimento para uma boa explicação sobre a visão que teve nos corredores do esgoto. Dos membros presentes que Jack tem conhecimento, nenhum é Tremere ou Nosferatu, talvez algum dos desconhecidos seja, mas seria sensato arriscar?

Antes que pudesse decidir, uma movimentação chama a atenção de Jack. Dois seres nada comuns saem de uma das salas de reunião e vão em direção a porta de saída do Elísio. Jack tem uma vaga lembrança de ambos, um deles é Straus, um ancião Nosferatu da cidade, o outro é um desconhecido para Jack. Eles partem em silêncio para a saída, porém quando Straus olha para Jack, ele parece reconhecê-lo, então se aproxima.

— Senhor Hunter? É mesmo você? Faz um pouco mais de dois anos desde que o vi por aqui, o que houve? Se não se importa, preciso partir, é bem-vindo a me acompanhar, podemos conversar no caminho.

Straus:

???:

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Re: A Cidade dos Sonhos: Prólogo - Afterwar

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