New York by Night - Xadrez de Sangue

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Re: New York by Night - Xadrez de Sangue

Mensagem por Lord_Suiciniv em Qui Maio 26, 2016 12:13 pm

Rebecca Delorde
PV 13 / 13
FdV 07 / 07

Vitalidade:
Escoriado......................[ ]
Machucado................-1[ ]
Ferido........................-1[ ]
Ferido Gravemente....-2[ ]
Espancado.................-2[ ]
Aleijado.....................-5[ ]
Incapacitado..................[ ]

Ao abrir o dossie, Rebecca retira algumas paginas de informações sobre o neofito, seu nome é Jack O'Brian, pertencente ao clã Ventrue, atualmente trabalha como consultor jurídico para uma start up do ramo da moda, mora na W 52nd St, 433, Hells Kitchen NY, possui aproximadamente 12 anos de não vida, criador desconhecido, ele é bom com computadores e suspeita-se que foi assim que ele conseguiu abrir o acesso para residencia do desaparecido. No mundo digital ele faz parte de um grupo de HackAtivismo chamado Libertadores, e atua com o nome de The_Ripper#1.

Nas paginas seguintes haviam algumas fotos dessa pessoa, ele deixando seu apartamento, entrando em um carro, outra ele entrando em no predio da start up, uma tirada pelo lado de fora do prédio,onde ele se sentava em uma cadeira próxima da janela e mexia em seu computador.

O'Brian:

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Re: New York by Night - Xadrez de Sangue

Mensagem por Lord_Suiciniv em Qui Maio 26, 2016 8:23 pm

Dr. Ulrich Kaminski
PV 10 / 10
FdV 07 / 07

Vitalidade:
Escoriado......................[ ]
Machucado................-1[ ]
Ferido........................-1[ ]
Ferido Gravemente....-2[ ]
Espancado.................-2[ ]
Aleijado.....................-5[ ]
Incapacitado..................[ ]

Off: Encontrei uma inconsistência na sua ficha, você é o supra sumo da fisica, diretor da faculdade, a coisa toda, e tem academicos 2... ao meu ver era para ter pelo menos 4 ali, mas não é um grande problema, só queria apontar mesmo essa falha, pra se você quiser, ou não, corrigir no final do ciclo... A não ser que você só seja um fisico famoso, mas sem muita capacidade de fato, porem não é bem isso que o preludio fala.  

O Professor Ulrich Kaminski estava em um evento beneficente para promover o seu programa de televisão, no Manhattan Mall, haviam montado um palco para ele, e fechado um espaço para que o publico pudesse assisti-lo, o lugar estava lotado de crianças e seus responsáveis. O Neil deGrasse Tyson da fisica estava acabando o espetáculo e por isso as crianças já estavam ficando triste, gritando e esperneando para que  o seu ídolo ficasse mais um pouco.

Após a ultima parte do espetáculo, a produção do evento havia organizado uma hora para que as crianças pudessem conhecer seu ídolo, de modo que formou-se uma enorme fila para que as crianças tirassem duvidas e fotos com o Dr.

Algum tempo depois, já quando a maior parte das crianças já haviam sido recebidas pelo astro, um homem de terno preto, gravata preta e óculos escuros, que podia facilmente ser confundido com um segura, fura a fila e sobe ao palco, se aproximando do Dr, para falar algo em seu ouvido.

- Dr. Ulrich Kaminski, estamos com alguém do seu interesse, você tem 2 hora para levar 5 milhões de dolares até o Central Park, no campinho de tennis, vá sozinho e não chame a policia. Se atrase e ela poderá não sobreviver. - Após a ameaça, o homem vai embora, antes que o Dr. pudesse reagir, ele já havia desaparecido de vista e se misturado com a multidão.
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Re: New York by Night - Xadrez de Sangue

Mensagem por Colecionador em Qui Maio 26, 2016 9:22 pm

Era tão aborrecedor estar ali diante aqueles pequenos ratos, forjando risos e acenos como um malicioso político, que eu brigava com o tempo que insistia em não correr. Fazia parte de um ritual quase diário estar ali diante de fãs e apreciadores, mas a monotonia do ambiente, das vozes ecoando como uma serpente escondida estava me empurrando para uma reação deselegante e mal eu sabia que isso pioraria...

Eis que um ardiloso indivíduo veio me ameaçar, o que não era tão incomum em minhas rotinas. Ser rico e famoso tem lá suas desvantagens também.

- A honra do inferno foi contestada... Falava olhando para uma criança que não entendeu nada. Meus olhos desfocados e desassociados comunicava que meu cérebro estava fervendo. Esta atividade deve alcançar seu fenecimento imediatamente, afinal teoricamente eu tenho duas horas para desvendar mais um enigma. Eu preferiria uma partida de xadrez, mas se é assim que tem que ser...

Por sorte o baralho havia chegado ao fim, ali em minha frente estava a última carta. Uma criança morena, feia que com certeza irá se desiludir um dia, pois jamais será um teórico famoso. A atividade chegara ao fim e o jogo estava começando para mim. Percorri um pequeno trecho ao lado de meus seguranças e cheguei à uma sala onde havia poucas pessoas. Tirei meu celular do bolso e então eu ligaria a cada um dos meus lacaios para tentar descobrir se algum deles pudesse ser o alvo dos supostos vilões.

Por último eu ligaria para Natasha, ela tinha conexões com policiais e poderia tentar descobrir alguma coisa. De fato eu deixarei estas complicações com a polícia prometendo um bom dinheiro para resolverem esta problemática. Jamais iria me expor sozinho em um park.

Seria muito ruim perder alguém útil, mas antes ele(a) do que eu... Hora de ir para casa.  Cercado por câmeras, flashes e seguranças entrei em minha Limousine e parti para a universidade. De lá, talvez, eu possa planejar alguma coisa...

OFF Em relação à sugestão, irei distribuir algum ponto lá quando for o momento de mexer na ficha OFF
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Re: New York by Night - Xadrez de Sangue

Mensagem por Black Thief em Qui Maio 26, 2016 10:01 pm

Tranquilamente a francesa a abria aquela dossiê e absorvia as informações e o que ela lê lhe surpreende, um Ventrue muito atípico, extremamente, e se fosse para partir de um pressuposto diria até mesmo que se trata de um sem clã se passando por Ventrue. Basta olhar a cara de pivete, tratar-se de hacker ativista e o pior de tudo, nem ao menos existir conhecimento de sua linhagem, algo que para egomaníacos como os sangue-azul era imprescindível. Como ser parte da casa real sem haver  prova da realeza em seu sangue? Já que O'Brian era tão novo assim, na verdade, pouca coisa mais velho que Rebecca, poderia começar investigando a vida mortal dele, ver que pontos fracos ele teria ainda com sua vida mortal, se já não tivesse a deletado, claro.

Não conhecia esse bairro, Hell's Kitchen, teria que pesquisar sobre e ver se também tratava-se de um bairro nobre ou um bairro mediano.

Por fim, Rebecca fechava a dossiê e diria sua voz à Evanna e Nakamura:

- Trés bien, observei alguns pontos que levantam um número razoável de questões, e uma outra gama de informações que gostaria de solicitar-lhe.

Dizia à Evanna:

- Gostaria de ter o nome de todos os Membros que desapareceram e sua respectiva ordem de desaparecimento, de preferência com a data da declaração de seus sumiços, conforme a descoberta. Gostaria de saber se o ex Príncipe possuía algum inimigo jurado dentro da corte, algum rival, talvez alguém que fora punido recentemente antes desses desaparecimentos em público e queira se vingar. Naturalmente o Príncipe sempre tem muitos por isso gostaria de saber se há alguém mais destacado dos demais neste perfil.


E depois à Nakamura:

- Sobre este Ventrue O'Brian, também gostaria de saber quando ele chegou à corte, se ele não declarou sua linhagem na apresentação ele provou de alguma outra forma ser um sangue-azul? Seus modos me parecem invulgares pra um Ventrue, não houve questionamentos sobre de qual corte ele veio anteriormente para confirmação de sua identidade? Ele tem o apoio de algum clã atualmente ou possui aliança com algum outro Membro? Devo dizer que acho improvável que ele realmente esteja trabalhando sozinho, possivelmente está mesmo tendo ajuda de um membro mais velho e de dentro da Camarilla.

Rebecca então aguardava as respostas, claro que se um soubesse mais as informações que o outro esperava que as complementasse, de todo modo não acreditava que fosse ter todas elas, mas o que pudesse absorver mais de informações poderia ser de grande ajuda.

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Re: New York by Night - Xadrez de Sangue

Mensagem por Lord_Suiciniv em Sex Maio 27, 2016 12:46 pm

Dr. Ulrich Kaminski
PV 10 / 10
FdV 07 / 07

Vitalidade:
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Machucado................-1[ ]
Ferido........................-1[ ]
Ferido Gravemente....-2[ ]
Espancado.................-2[ ]
Aleijado.....................-5[ ]
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Primeiramente o Dr. liga para o reitor da sua universidade, que após alguns toques, ele atende o celular. - Boa noite Dr. Kaminski, a que devo essa agradável ligação? - Ao fundo era possível ouvir algo que se parecia com a 9 sinfonia de beethoven, ele parecia estar em cara.

Após conversar com o seu lacaio reitor, Kaminski disca o numero de Richard, mas a ligação está dando como desligada, talvez ele tenha sido sequestrado, talvez tenha acabado a bateria. Seguindo em diante na lista de ligações, chega a hora de ligar para Mika, após alguns toques a moça também atende o telefone. - Alô? Como você está querido tudo bem? - Sua voz parecia calma e tranquila, ao fundo era possível ouvir a voz de um apresentador de talkshow na televisão.

Em seguida era hora de verificar Claudine, e assim como Richard ela não atende o seu celular, mas dessa vez, a ligação chama, chama, chama e ninguém atender. Na terceira vez a moça atende irritada - Caralho doutor, a pessoa pode nem mais foder em paz? Que você quer? - O fisico ouve uma risadinha contida ao fundo, a mulher parecia irritada [/color]

Finalmente, era hora de ligar para Natasha, sua carta na manga,o telefone da moça dava desligado assim como o de Richard, mas o Dr. Kaminski sabia que a essa hora, ela estaria terminando de ministrar sua ultima aula do dia, e ela tinha o habito de desligar o celular para dar o exemplo, enquanto estivesse em sala de aula.

Nessa brincadeira de ligações já haviam se passado 15 minutos, agora o físico tinha apenas 1:45 para juntar o dinheiro do resgate, ele não tinha tempo a perder, e por isso decide ir para a universidade, perde mais alguns minutos preciosos sendo atrasado pelos fãs e pela mídia opressora, quando finalmente chega a sua limosine, Natasha retorna sua ligação - Ola professor, desculpe, estava em sala de aula, em que posso ajuda-lo? - Ele ouve ao fundo o burburinho dos alunos dela conversando ao fundo.

Eles conversam pelo caminho até chegar na universidade. Chegando no campus o homem caminha a passos apressados até seu departamento e adentra o seu refugio, tudo parecia em ordem, do jeitinho que ele deixou, aparentemente os sequestradores não tinham chegado até ali. O vampiro olha em seu relogio e agora faltavam 1:15 até o encerramento do seu prazo.


Off: Fique a vontade para responder todas as ligações e conversar com seus lacaios.
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Re: New York by Night - Xadrez de Sangue

Mensagem por Lord_Suiciniv em Sex Maio 27, 2016 1:33 pm

Rebecca Delorde
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- Claro, eu posso providenciar a lista para você, quanto aos inimigos do ex-príncipe, seu maior inimigo era o príncipe Jorg, ele nunca gostou de ter perdido o seu cargo a 200 anos atrás, sempre fez o possível para complicar a vida do príncipe, quanto a punições recentemente, não houve nenhuma que esteja relacionada com o ex-príncipe, ele não se envolve muito com a politica desde que foi afastado do cargo, alem dos inimigos normais que a idade costuma trazer, eu posso citar o nome de George Brooks, é um ventrue que começou a expandir sua zona de influencia no mundo mortal na mesma área do ex-príncipe, com o sumiço dele, Brooks encontrou toda a área disponível para tomar posse. - Comentava Evanna enquanto fazia uma expressão pensativa, tentando puxar do cérebro as informações requeridas pela feiticeira.

E então era a vez de Nakamura começar a falar - Perceba, o príncipe Jorg gosta de manter as apresentações privadas, ele as conduz junto da primigenie e o recém chegado, de modo que eu, não tenho acesso a esse tipo de informação, se ele declarou ou não sua linhagem na apresentação, no entanto, eu sei que ele foi criado aqui na cidade e teve sua apresentação 1 ano após a sua criação, diferente da maioria dos ventrue, ele não recita sua linhagem toda vez que vai falar com uma pessoa, quanto a apoio de um clã, ele não possui nenhum oficialmente, quanto a alianças com outros membros, ele também não possui nenhuma que valha a menção, ele tem contato sim, com outros membros, mas apenas para facilitar a alimentação dele, aparentemente ele só se alimenta de sonegadores de impostos, compreende? Ele conta com a ajuda de um neófito chamado Kevin Cooper, que alicia mortais para sonegar os impostos durante algum tempo para que o ventrue possa se alimentar dos aliciados. Nova York não tem muitos sonegadores pelo que eu saiba.
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Re: New York by Night - Xadrez de Sangue

Mensagem por Black Thief em Sex Maio 27, 2016 3:01 pm

Imediatamente Rebecca acha suspeito o dito, mas não tanto... Fora o Príncipe atual que chamara Mikael para investigar o que estava acontecendo. Embora o medo de também sumir possa ser um motivo de não ser ele quem esteja fazendo isso. Haviam milhões de cenários, e precisava fazer algumas perguntas agora para seu senhor. Ela pergunta para Evanna:

- O ex Príncipe não possuía um Senescal? Normalmente o Senescal é o próximo na linha da sucessão do trono, claro que não é uma regra absoluta, mas ainda gostaria de saber.

E novamente para Nakamura:

- Mas o Príncipe Jorg não assumiu o trono recentemente dentro destes 14 dias que se situaram os desaparecimentos, inclusive o do ex Príncipe?

Se Mikael havia a instruído bem, todas as apresentações eram individuais e  se fosse mesmo então aquilo não seria desculpa para não se saber quem havia o criado, embora o conselho da primigênie ser convocado para tal era atípico, de qualquer forma não precisava do hárpia para responder a essa pergunta poderia conseguir essa informação com sua primogênita já que ela testemunhara a apresentação. Se O'Brian foi criado aqui em New York a doze anos atrás e Jorg assumido o trono apenas a esses 14 dias em que o caos se iniciou, então este ritual que é algo próprio do Príncipe Jorg não teria se aplicado a O'Brian que fora abraçado a 12 anos atrás e se apresentado a 11, o que significaria que seria menos desculpa ainda para não se saber tal informação. E se atentava à explicação de Nakamura levando um ar de dúvida pura e simples ao tom de sua voz encantadora.

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Re: New York by Night - Xadrez de Sangue

Mensagem por Colecionador em Sex Maio 27, 2016 4:56 pm

- Sauvio tenho algo para lhe pedir e não quero perguntas. Não saia de casa hoje e não receba visitas! Se ver ou ouvir alguma coisa estranha me ligue, eu estou indo para a Universidade agora. A única coisa que posso adiantar é que estou sendo chantageado e não quero você envolvido nisso.

Era fácil ludibria-los a acharem que eu me preocupo com a reputação deles, mas a verdade é que meus lacaios são instrumentos úteis e nada mais que isso. Eu detestaria perder minha estimada Montblanc Boheme Royal muito mais que perdê-los. Eles são peões do meu tabuleiro e no xadrez na vida, para capturarmos uma torre perdemos alguns peões...

O telefone de Richard está desligado e com isso pedi para um segurança conferir em sua casa algum indício de vida. Sua casa ficava a algumas quadras e só não iria eu mesmo, para não perder um tempo precioso. A aposta era alta para perder tempo assim, porque não mandar um subordinado?

- Mika, acabei de sair de uma atividade e me disseram que alguém de minha confiança estava em apuros ou poderia ficar. Então, peço para que não saia hoje e não receba ninguém. Pode se tratar de uma perseguição de paparazzis, já que você foi vista comigo algumas vezes. Pode fazer isso?

Quando liguei para Claudine, me arrependi no mesmo momento em que ela atendeu. E somente avisei que havia discado o número errado. Essa garota não tem classe alguma... Mas pelo menos sabe se defender. Não devia ter ligado...

- Natasha, você está ministrando aula na Universidade? Estou chegando aqui. Se não, venha imediatamente. Aproveite para contatar aquela pessoa que tens dentro da polícia. Recebi uma mensagem de que alguém importante está em apuros e quero que a polícia averigue.

- Segundo a mensagem, o chantageador estará me esperando no Central Park, no campo de tênis daqui a mais ou menos 1 hora. Peça a seu contato para investigar com cautela a paisana, como um civil e se possível que mantenha uma força policial oculta a distancia. Diga a ela que eu pagarei bem, o suficiente para ela tirar férias por um ano.

Era muito difícil para eu pedir licença, por favor, ou dizer que preciso de alguém. Simplesmente eu lançava dinheiro da jogada e via as coisas acontecerem. Minha jogada foi feita no tabuleiro. Era a hora de esperar a jogada do inimigo e saber se me sair bem ou mal.

Em meu quarto, preso em meus pensamentos, lembrei-me que havia esquecido uma coisa primordial. Gaia, minha mentora. Se meus inimigos soubessem que meus lacaios não vale minha preocupação, eles atacariam Gaia e infelizmente eu não tenho seu contato. Coisas dela... Sempre me aparece de surpresa e nunca avisa quando se vai.

Ao pensar em Gaia minha cabeça zumbe como uma colmeia. Eu, um jogador experiente, esqueci de olhar minha rainha. Não suportarei levar um Checkmate ... Não eu! Alheio a tudo, a não ser à urgente dor de minha fome, não pensei o suficiente. Espero que Gaia não esteja envolvida nisso. Só me resta esperar..


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Re: New York by Night - Xadrez de Sangue

Mensagem por Lord_Suiciniv em Sex Maio 27, 2016 6:37 pm

Rebecca Delorde
PV 13 / 13
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Evanna e Nakamura se entre olham, com expressões confusas em seus semblantes, e após alguns segundos, Evanna toma a iniciativa e começa a falar. - Oh, querida, você entendeu tudo errado... O principe Jorg, ele está sentado no trono da cidade a 200 anos, quando graças a sua liderança o sabbath foi expulso desta cidade. ele não está aqui inexperientemente a apenas 14 dias... - Ela abria um sorriso sem graça, devido ao pequeno erro da feiticeira. - Sim, de fato normalmente o senescal é o proximo na sucessão, desde que o principe seja assassinato, ou entre em torpor, o que claramente não foi o caso. No entanto, se ainda for importante para você o senescal do ex-príncipe entrou em torpor no começo da primeira guerra mundial dos mortais, não se sabe em que lugar do mundo ele repousa.
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Re: New York by Night - Xadrez de Sangue

Mensagem por Black Thief em Sex Maio 27, 2016 6:55 pm

A feiticeira fica mais aliviada por ter sido um mal entendido, afinal se não fosse o caso mentiras estariam sendo mal contadas e uma possível falta de bom trabalho do hárpia seria considerado, além de que, cenários mais complexos se desenvolveriam, por fim Rebecca diz ainda em bom tom:

- Trés Bien, neste caso então não necessitaria saber do Senescal, gostaria de saber então de quem se trata este que ajuda O'Brian a se alimentar.


Após a resposta de Evanna e Nakamura, ou não, Rebecca por fim diz:

- Bien então creio que tenho tudo o que preciso, por enquanto. Vou iniciar com monsieur O'Brian, como pedido do Príncipe.

E então torna a olhar para Evanna dizendo:

- Acredito que ainda necessito me apresentar formalmente ao Príncipe, apesar de ele já saber de minha vinda à cidade, e claro... Após o findar de sua reunião, correto?


E aguardava a resposta de Evanna, pois caso não precisasse ainda ser levada ao Príncipe e não tivessem mais nada para discutir, Rebecca partiria para a Capela.

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Re: New York by Night - Xadrez de Sangue

Mensagem por Askalians em Sex Maio 27, 2016 11:07 pm

Lisandra Eckhart


Não respondeu diretamente ao rapaz porque não achava necessário, afinal para bom entendedor, meias palavras bastavam. Limitou-se a responder apenas ao regente.

- Desculpe mas, sim senhor... essa é minha única ressalva.

Tenta se fazer um pouco mais clara que da última vez.

- Não me nego a trabalhar com os senhores e nem a servir meu príncipe. Apenas não estou acostumada com isso...

Liz não tinha gostado muito do que ouviu, tanto do príncipe quanto daquele outro rapaz. Suas únicas ressalvas acabavam sendo aquela pois estava acostumada pelo seu clã não se misturar e nem trabalhar com outros.

Tinha uma natureza filantropa então não tinha problemas em tentar e dar uma chance por mais caro que aquilo poderia até lhe custar, mas confiar mas pessoas a ponto de ter que trabalhar com elas era o calo da garota.

“ E lá vamos nós... “

Pensava a garota de forma irônica prevendo que tinha sido enfiada em uma grande enrascada mais uma vez, mas seu bom senso vai ser bem útil..
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Re: New York by Night - Xadrez de Sangue

Mensagem por Spatz em Sab Maio 28, 2016 12:36 pm

Askalians escreveu:Não respondeu diretamente ao rapaz porque não achava necessário, afinal para bom entendedor, meias palavras bastavam. Limitou-se a responder apenas ao regente.

- Desculpe mas, sim senhor... essa é minha única ressalva.

Fico impressionado com a atitude rude da garota. Que falta de modos, ignorar um interlocutor é um pecado capital no âmbito da etiqueta e demonstra total despreparo na condução de uma conversa civilizada.

Porém, nada falaria sobre isso. Eu ainda acreditava em Kant e no imperativo categórico, seguindo, sempre que possível, este como código de conduta. Ademais, respeitava a figura do príncipe que estava a nossa frente, de modo que o melhor nessa situação seria fazer ouvidos de mercador diante das atitudes pouco polidas da cainita.

Acabei por lembrar-me que antes da moça agir de forma descortês o príncipe tinha dito algo extremamente relevante: não era necessário que eu, Joffrey e a moça agíssemos juntos. Aquilo soou como música para os meus ouvidos! Perfeito, diante da conduta dela, tanto no salão ao não responder as perguntas triviais de Joffrey, quanto agora ao me ignorar, eu já não possuía mais qualquer interesse em tê-la como companhia. Agora, diante do que foi dito pelo príncipe, ficou claro que não haveria nenhum problema se eu e o Joffrey agíssemos juntos e ela sozinha.

Eis que meus pensamentos são interrompidos pela continuação do que ela falava:

Askalians escreveu:- Não me nego a trabalhar com os senhores e nem a servir meu príncipe. Apenas não estou acostumada com isso...

O que ela havia dito seria uma tentativa de remissão? Há pouco o trabalho em conjunto era impossível, agora não é mais uma inviabilidade, apenas falta de costume...

Decido colocar a questão em perspectiva: Por um lado a minha impressão inicial sobre ela não é das melhores, tenho ressalvas quanto ao seu modo de agir e quanto a sua extrema desconfiança. De outra forma, é possível que ela conhecesse a cidade de NYC melhor do que Joffrey, possuir habilidades valiosas e, ao mesmo tempo, essa desconfiança em excesso pudesse ser um trunfo diante de situações que pudessem ocorrer ao longo de uma investigação.

Os prós acabam por pesar levemente mais do que os contras em meu juízo de valor. Assim, decido arriscar tentar compreendê-la melhor. Digo de forma serena e sem transparecer qualquer mágoa:

- Bem, há pouco você disse que não era impossível trabalharmos em conjunto, tratando-se apenas uma mera falta de costume. Assim, subentendo que de sua parte há o mínimo de predisposição para que isso possa vir a ocorrer.

Pausa

- Porém, não sei o que posso fazer para tentar convencê-la a tanto. Observe que no presente momento eu apenas conheço o seu prenome. Não consigo imaginar o que eu e meu colega de clã podemos falar ou fazer para que a sua decisão seja no sentido de nos acompanhar.

Nova pausa

- De qualquer sorte, de forma sincera e dentro do razoável, garanto-lhe que estou disposto a falar sobre qualquer assunto que deseje para que possamos melhor nos entender e viabilizar essa empreitada em conjunto. Tenho certeza que Joffrey também possui disposição para tanto.

Ficava no aguardo da resposta da moça. Uma resposta rude ou evasiva conduziria necessariamente ao fim das negociações e início imediato das investigações apenas ao lado de Joffrey. Se a resposta fosse em outro sentido, estava disposto a conversar com ela o tempo que fosse necessário, ainda que em outro lugar longe da presença do príncipe.


Última edição por Spatz em Sab Maio 28, 2016 6:10 pm, editado 4 vez(es)
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Re: New York by Night - Xadrez de Sangue

Mensagem por Lord_Suiciniv em Sab Maio 28, 2016 12:43 pm

Liz Eckhart
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Heinz Rahner
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- Excelente então, neste caso, decidam entre si como preferem proceder nesse assunto. Infelizmente eu tenho mais algumas coisas para resolver esta noite, de modo que precisarei me ausentar agora, quando se entenderem, falem com o Algoz Ford, para que ele possa auxiliar melhor vocês. - Ele então se levantava de sua cadeira, fazia uma pequena mesura e ia embora da sala.

- Muito obrigado pela atenção, senhor, e pela honra que nos concedeu, garanto que não iremos decepciona-lo. - Joffrey retribuia a mesura, e ficava de pé até que o príncipe saísse da sala, para só então voltar a se sentar. - Então Lisandra, se não está acostumada a trabalhar com estranhos, creio que terá que tomar uma decisão agora. Eu e o Heinz vamos trabalhar juntos, se quiser trabalhar conosco, pela minha parte, será bem vinda, se não, desejo-lhe a mais boa sorte que deus pode lhe dar. - Ele sorria genuinamente, não iria guardar ressentimentos.
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Re: New York by Night - Xadrez de Sangue

Mensagem por Lord_Suiciniv em Sab Maio 28, 2016 1:41 pm

Dr. Ulrich Kaminski
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Sauvio ouvia atentamente as ordens do físico, não entendia muito bem o motivo da ligação, mas respondia com educação. - Tudo bem professor Kaminski, vou fazer o que me pede, mas não entendo do porque eu seria envolvido pelo seu chantagista, aproposito você já chamou a policia? - Soava preocupado com o problema do amigo, mesmo sem entender como ele poderia acabar sendo envolvido.

- Claro querido, sem problemas, seus fãs estão ficando cada vez mais ousados não é mesmo? Já pensou em colocar uma ordem judicial de restrição contra esses paparazzis irritantes? - Falava tranquilamente, como se estivesse falando do clima.

- Acabei de encerrar a minha aula, Ulrich... Eita, claro, vou ligar para o meu amigo sim, te encontro no seu departamento então, estou indo para lá agora mesmo. - Sua voz é carregada de preocupação.

Uma vez dentro do quarto, Ulrich ouve o barulho de alguém batendo em sua porta, provavelmente era Natasha, que dizia que estava indo para o departamento, no entanto quando o fisico chegou, ela ainda não se encontrava lá; Ao abrir aporta, suas suspeitas são confirmadas e la estava a professora, junto do seu amigo policial Stephie.

Os dois entram nos aposentos do malkavian com expressões serias e rapidamente a professora começa a falar. - Por favor Ulrich, conte ao policial o que você me contou por telefone, não temos tempo a perder.

- Sim, por favor Dr. Kamiski, me conte tudo que o senhor sabe e que poderá ajudar no caso, a natasha me falou que temos mais ou menos 1 hora... é isso mesmo?


Off: O spatz me abriu o olho para uma tecnicalidade no sistema, aparentemente acadêmicos é apenas para ciências humanas, eu pensei que era para assuntos academicos em geral. De modo que o que se trata de física mesmo, é ciências, onde você tem ele em nível 4, portanto, estava tudo correto mesmo, e o erro foi meu ^^', peço desculpas, faz uns bons anos que eu não leio o livro completamente. Apenas pegando em locais específicos para tirar duvidas do sistema.


Última edição por Lord_Suiciniv em Sab Maio 28, 2016 2:11 pm, editado 1 vez(es)
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Re: New York by Night - Xadrez de Sangue

Mensagem por Lord_Suiciniv em Sab Maio 28, 2016 1:58 pm

Rebecca Delorde
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- O nome do vampiro que ajuda O'brian é Kevin Cooper, como já falei agora a pouco, para maiores informações eu precisaria de mais tempo para checar com meus contatos, pois não achei que ele seria importante, posso voltar com a informação no fim da noite, ou no mais tardar amanhã no começo da noite.

Após o questionamento da feiticeira, o telefone de Evanna começa a tocar e após verificar quem chamava ela rapidamente atende e fala em uma voz educa. - Boa noite Sire... Sim, estou com ela aqui no restaurante chinês... Sim, já passamos na capela... Sim senhor, ainda está no metropole?... Certo, assim que possível, iremos para ai, obrigada Sire, Até logo. - Ela então guardava novamente o celular e voltava sua atenção para a feiticeira. - O príncipe pediu leva-la até o metrópole quando terminarmos por aqui, ele quer falar com você, e sim, você ainda vai precisar se apresentar formalmente a ele, pode aproveitar a ocasião para isso, mas não acho que seja isso que ele queira conversar.
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Re: New York by Night - Xadrez de Sangue

Mensagem por Colecionador em Sab Maio 28, 2016 2:17 pm

Eu havia comentado com meus lacaios disponíveis sobre o ocorrido, alguns de forma mais indireta e outros mais direta. Meu reitor estava notadamente preocupado, mas suavizei a conversa afirmando que a polícia estava tomando conta de tudo, o que era uma mentira naquele momento, visto que antes de qualquer outro, havia ligado para ele.

Quando ouvi a palavra ordem judicial pensei imediatamente e disse para mim mesmo: Por que não pensei nisso antes? Lembrar-me-ei de ligar para meu advogado depois. Entre meus pensamentos ouvi a porta me chamar e recebi os peões esperados.

Dirijo-me à janela onde vejo a fina garoa da noite engordurando as ruas cansadas. Um poste de luz cintila seu doentio olho amarelo. A luz cai como dedos pálidos e dourados... Realçando cada detalhe. Levanto minha gola contra a mordida desdentada dos primeiros ventos da noite. E então começo a falar-lhes.

- A questão é que um indivíduo se aproximou de mim com uma mensagem. Ele falava que alguém importante de meu círculo social estava em apuros. O suposto sequestrador pede 5 milhões para soltar a vítima. Ele estará no Central Park, próximo ao parque de tênis daqui a pouco. Assim foi o que entendi... Logo, apreciaria muito se você resolvesse esta problemática. Sugiro investigar à paisana pelo local e me contatar confirmando o que vê. Se possível consiga um suporte policial para apoiá-lo. Darei 1 milhão se conseguires pegar o suposto sequestrador vivo e sua possível trupe. E darei mais 1 milhão se a vítima for mesmo de minha alçada social. O que me diz?
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Re: New York by Night - Xadrez de Sangue

Mensagem por Black Thief em Sab Maio 28, 2016 5:36 pm

Rebecca imaginou que ao menos o clã de Kevin seria conhecido, mas nem isso sabia-se. Pois bem, por enquanto as outras dúvidas que teria para sanar já foram solicitadas, os desaparecidos assim como hora e data da declaração de seus desaparecimentos.

Logo após Evanna falar com seu regente, a francesa a responde:

- Oui, também acredito que a quinta tradição não seja o verdadeiro motivo, mas como dizem: juntaremos o útil ao agradável.

E finalizando...

- Trés bién, algo mais que necessito ser informada? De minha parte as dúvidas foram sanadas, por enquanto.

E assim, se não tivessem mais nada a discutir, Rebecca agradeceria à atenção de Nakamura e seu auxílio de forma cortês e que se houvesse algo que ela pudesse fazer por ele e que estivesse a seu alcanse, que não hesitasse em pedir. Fazia a política de boa vizinhança para criar aliados e boas vistas sobre ela e para o bom nome de seu criador.

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Re: New York by Night - Xadrez de Sangue

Mensagem por Lord_Suiciniv em Sab Maio 28, 2016 8:56 pm

Dr. Ulrich Kaminski
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Ao ouvir a oferta no minimo generosa de Ulrich, o policial arregala os olhos, seus lábios começam a salivar e ele tem um súbito ataque de tosse. - Dois milhões? O senhor é realmente muito generoso, mas...talvez eu me arrependa disso depois, mas se o senhor está disposto a gastar dinheiro nessa questão, não seria mais fácil simplesmente pagar aos sequestradores? Se eles lhe deram pouco mais de 1 hora para apresentar os 5 milhões, é provável que saibam que esse tempo é o suficiente para o senhor.

Apesar da ressalva apresentada o policial rapidamente pegava seu celular e começava a fazer algumas ligações, se afastando do casal de professores para retornar alguns minutos depois. - Muito bem, liguei para 4 camaradas meus da força, eles disseram que topavam fazer esse trabalho para o senhor, estão indo agora mesmo para o central park a paisana como o senhor sugeriu. Eles ainda não chegaram no local, mas um camarada meu que trabalha na sequestros, sempre me disse que quando o sequestrador pede um resgate, não adianta ir só a policia no lugar da troca, se o sequestrador não ver a vitima, carregando algo que possibilite o movimento do dinheiro, ele nem mesmo se revela, ou seja, eu creio que o senhor vá ter que ir pessoalmente fazer a troca Dr. Kasinski - Ele falava em um tom profissional agora, tentando tomar o controle da situação e se mostrar útil para o físico que estava pagando tão generosamente bem por esse pequeno serviço.
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Re: New York by Night - Xadrez de Sangue

Mensagem por Lord_Suiciniv em Sab Maio 28, 2016 9:28 pm

Rebecca Delorde
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Após se despedirem de maneira adequada, ambas as moças se dirigem para fora do restaurante chinês, e depois em direção do ecosport de Evanna, que como sempre assume o papel de motorista e quando a sua carona já está de cintos bem apertados a motorista da partida no carro e inicia sua direção brutalmente ofensiva, em um dado momento do caminho, inclusive, Rebecca tem a sensação de que a garota iria atropelar uma senhora idosa que cruzava lentamente a rua fora da faixa, no entanto, no ultimo segundo a motorista desvia abruptamente da velha, sem nem mesmo encostar nela, olhando pelo retrovisor do lado de Rebecca seria possível enxergar que a velha tomou um susto e caiu sentada no asfalto, e olhava na direção que o ecosport seguia. Evanna não pareceu se importar com o que acabava de ocorrer.

Como sempre, não demora até que eles cheguem ao destino, o carro passa devagar em frente a um grande "predio" com uma placa bastante chamativa " Metropole Festas e Eventos", como a rua estava bem lotada, era complicado encontrar uma vaga, de modo que as mulheres só foram encontrar uma bem distante do predio que Rebecca viu, tendo que cobrir todo o caminho a pé.

Quando finalmente chegam no destino, um segurança que estava recolhendo os convites de todas as pessoas que queriam entrar, ao ver Evanna, imediatamente a deixou entrar assim como Rebecca que estava acompanhando a mulher. Ambas descem um lance de escadas que levava até as mesas do evento, que estavam lotadas, uma banda cover tocava as musicas da moda de maneira decente, aparentemente aquilo se tratava de uma formatura de universidade, Evanna não perde tempo e guia a feiticeira para a cozinha e após atravessar a cozinha chega em um corredor mal iluminado que claramente não era para ser visto pelo publico, e após percorrer um pouco o tal corredor, encontram dois homens conversando em frente a uma porta de madeira fechada e Evanna sussurra para a feiticeira discretamente.

Principe Jorg Lancaster:

Algoz Ford:

- Aqueles são o Príncipe Jorg, e o Algoz Ford. - Ela indicava cada um com um olhar que era perceptível pela feiticeira.

Quando as moças se aproximam suficiente, os homens param de conversar e esperam pelas moças, o algoz faz uma mesura as damas e se afasta do lugar, deixando o trio a sós. - Ola minha filha, chegaram mais rápido que o previsto, achei que tinha dito que não era para saírem imediatamente da reunião com o Sr. Nakamura. - Ele falava em um tom serio, mas alguma coisa dizia a feiticeira que a bronca não era realmente uma bronca, talvez fosse o sorriso no rosto de ambos. - Pois bem, agora que estão aqui, gostaria de dizer que é um prazer conhecê-la senhorita Delorde, - O príncipe então estendia a mão para que a garota a apetasse. - Espero que Evanna não tenha tenha a assustado com seus hábitos ao volante.  


Última edição por Lord_Suiciniv em Sab Maio 28, 2016 9:34 pm, editado 1 vez(es)
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Re: New York by Night - Xadrez de Sangue

Mensagem por Colecionador em Sab Maio 28, 2016 9:32 pm

- De fato eu conseguiria esta quantia com muita rapidez, todavia não darei este gostinho a esse infeliz. Imagine se cada vez ou outra que me ameaçarem eu ceda desta forma. Para mim é uma questão de honra.

Eu sou um cara famoso, não poderia ser visto nas ruas, pois além da péssima repercussão que isso poderia causar, caso um fotógrafo amador me capturasse em sua lente, seria trabalhoso me deslocar sem ser visto por fãs e paparazzis. Além disso, eu não acredito que tenham pego uma pessoa que por um momento acreditei que pudesse ser. Esta pessoa é mais inteligente que eu para ser pega assim, além disso, quase ninguém sabe de nossa relação.

- Não sairei do meu homizio para encontrar-me com um insolente e covarde desses. Prefiro manipular as ações à distância. Leve consigo minhas roupas, acessórios e um capuz. Podes se passar por mim se for o caso. Ou dê para algum de seus companheiros.

Em algum lugar dessa imensa instituição deve haver um gravador...

- Gravarei minha voz se preciso, em algum gravador e você poderá reproduzi-lo para atrair o meliante. Em seguida peguem-no. Trace qualquer outro plano que não inclua meu nome e minha presença nessa operação. À propósito, me chamo Kaminski e não Kasinski. O tempo está passando...
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Re: New York by Night - Xadrez de Sangue

Mensagem por Askalians em Dom Maio 29, 2016 3:32 pm

Lisandra Eckhart


“Fazer o que...”

Liz estava incomodada com o que teria que decidir com relação aos dois rapazes. Não estava feliz com aquilo mas tinha que deixar certas regras e peculiaridades do seu clã de lado para conseguir se adaptar melhor ao que precisaria fazer.

- Vamos trabalhar juntos então, pois como eu disse, não sou mau educada e nem mesquinha, mas isso não é coisa que eu saiba fazer. Não sei muito bem trabalhar com outros cainitas e de outros clãs, mas posso aprender...

“Não tenho escolha mesmo...”

Ela respira fundo, ajeita seus óculos sobre o rosto com a ponta dos dedos e continua falando:

- Apenas não gosto quando começam a fazer especulação e pré-conceitos ao meu respeito, pois graças ao clã que faço parte costumo ouvir coisas bem desagradáveis, como se a culpa fosse minha, então por isso que logo de cara disse que não seria possível.

“Todos amam os setitas... por isso que não param de falar da gente..”

Faz mais uma pausa e volta a falar, mas sem aumentar o tom de voz, apenas séria e firme.

- Eu tenho muita pré-disposição a ajudar, se não eu não estaria aqui, já teria dado as costas e ido embora, ainda mais por não ser minha obrigação ajudar a Camarilla já que não pertenço à ela, mas como foi pedido de muito bom grado ajudarei e repito... vou trabalhar com vocês...

“Apenas não sei trabalhar em grupo...>_<... bem que o Jack poderia estar aqui pra me ajudar nessa...”

Depois que se deu conta, viu que acabou falando um pouco demais do que deveria mas ao mesmo tempo foi útil que disse tudo aquilo. Agora era só esperar e ver o que aconteceria, uma vez que o príncipe se retirou, ficando só os outros dois e ela...
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Re: New York by Night - Xadrez de Sangue

Mensagem por Black Thief em Dom Maio 29, 2016 3:54 pm

As despedidas foram feitas e a feiticeira francesa saiu junto de Evanna para fora daquela porcaria de restaurante chinês que poderia ter um investimento muito melhor se não fizesse parte da cultura chinesa ter lúgares fétidos e totalmente desconfortáveis, ou seria mal gerenciamento mesmo? Não sabia e não lhe importava, era apenas vista grossa que Rebecca vivia fazendo.

Elas seguem para o encontro com o Príncipe, a tremere já estava se acostumando com aquela Energúmena correndo e arriscando sua própria vida e o bem estar físico da francesa, mas algo que ao menos compensou fora ver que Evanna quase atropelara um saco de sangue velho que nem mais sabor deveria ter, Rebecca segurou seu sorriso na hora enquanto quase passaram por cima daquela velha, não poderia dar na telha as coisas que realmente a agradavam, e olhou por fim para trás dando uma risada curta  incitando que achara graça ao ver a velha assustada, ma na verdade era porque a velha quase morrera. Ao menos de infarto poderia ter tido.

Elas chegavam em um local, e o problema eram as ruas cheias. Levaram um tempo para estacionarem o carro e por fim caminharem até o prédio do "Metrópole Festas e Eventos". Ao entrar como VIP's graças a Evanna, elas percorrem um caminho e assim a francesa percebe que aquilo parecia ser uma espécie de formatura e lembrou-se da sua própria quando formou-se e especializou-se em perícia criminal, era uma pena que nem tudo na perícia criminal mortal que aprendera podia ser utilizado no mundos Cainitas, agora elas só serviam para se ter uma base.

Elas passavam por uma cozinha o que lembrou Rebecca do restaurante chinês podre que estivera, ao menos aquela cozinha era habitável, mas o que importava é que chegavam na companhia do Príncipe, e de um homem alto, negro e forte que tinha se retirado logo após chegarem, e foi informada que se tratava do algoz. Eles começam um diálogo, e Rebecca não soube como interpretar aquela expressão entre Evanna e o Príncipe, parecia ter dado uma bronca em Evanna mas mesmo assim estar feliz em dar uma bronca, algo que para Rebecca não fez sentido algum.

Ao fim das palavras do Príncipe, a francesa responde apertando a mão do Príncipe formalmente:

- Bonsoir Príncipe Jorg, o prazer de conhecê-lo é inteiramente meu. Meu criador, o primogênito Tremere de Orleans manda lembranças, é uma pena que não possa estar conosco.

E assim ela responde sobre Evanna:

- Não mais do que aquela pobre senhora a caminho daqui, não é mesmo, querida?

E solta um breve risada simplória com a brincadeira que ambas passaram juntas.

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Re: New York by Night - Xadrez de Sangue

Mensagem por Spatz em Dom Maio 29, 2016 5:17 pm

Lisandra escreveu:- Vamos trabalhar juntos então, pois como eu disse, não sou mau educada e nem mesquinha, mas isso não é coisa que eu saiba fazer. Não sei muito bem trabalhar com outros cainitas e de outros clãs, mas posso aprender...

Ouço com atenção tudo o que a cainita diz. Eu não sei o que pensar dessa fala. A sua motivação para aceitar a nossa companhia sem nos fazer maiores questionamentos não me pareceu o suficientemente convincente, tendo em vista as suas atitudes e falas anteriores. Talvez essa conversa mais longa tenha sido um grande erro. Quem sabe o melhor e mais seguro não teria sido simplesmente termos seguido por caminhos diferentes logo após as apresentações iniciais diante do príncipe? Bem, mas a verdade é que não há ainda elementos concretos para dizer se a escolha foi acertada ou não. Agora que já chegamos a esse ponto vamos em frente. Porém, ficarei de olho nas atitudes da moça, qualquer ato suspeito por ela cometido será um motivo para rompermos o precário vínculo que está se formando entre nós três.

Lisandra escreveu:- Apenas não gosto quando começam a fazer especulação e pré-conceitos ao meu respeito, pois graças ao clã que faço parte costumo ouvir coisas bem desagradáveis, como se a culpa fosse minha, então por isso que logo de cara disse que não seria possível.

Repasso em minha mente os acontecimentos e falas da noite, desde que chegamos ao Metrópolis. Não me lembro de ela ter dito algo sobre o clã que pertence, muito menos que essa clã não fazia parte da Camarilla. Como Joffrey não a conhecia, tenho certeza que essa informação também é nova para ele.

Mas afinal, que clã misterioso seria esse? Até onde me ensinaram existiam clãs independentes e também membros de clãs do Sabá que abandonaram aquela seita e, por vezes, agiam junto a Camarilla. O espectro de possibilidades era muito grande: Assamita, Giovanni, Ravnos, Seguidores de Set, Lasombra, Tzimisce, ou qualquer uma das linhagens obscuras que sequer temos conhecimento. Ela poderia pertencer a qualquer um deles.

Bem, a situação estava ficando cada vez mais desconfortante para mim. Não que eu tivesse preconceito quanto ao clã ao qual um cainita pertence, não tenho motivos para tanto. Nenhum dos estereótipos construídos de cada clã me causava repulsa ou ojeriza, pelo menos dentre os clãs que eu conhecia ou havia lido algo respeito. Ademais, ainda que por ventura eu possuísse restrições quanto a algum clã em específico, em razão de um comportamento notório dele que eu julgasse intolerável, eu tenho ciência que os clãs representam um mero estereótipo, seguido por grande parte dos seus membros, em sua forma de agir e pensar. Todavia, isso não significa que todos os membros de um clã agem com base nesse esteriótipo. Seria absurdo, e até mesmo hilário, acreditar que os milhares de membros do clã ventrue espalhados pelo mundo são, necessariamente, todos seres sedentos por poder e controle, ou então que todos os tremere existentes são ratos de biblioteca e estudiosos do oculto que desejam subir pela pirâmide a todo o custo. Assim, ainda que ela integrasse um clã com o qual eu, por ventura, tivesse restrições, isso não conduziria ao determinismo de que o seu modo de agir seria o mesmo dos seus demais colegas de clã. Mas, voltando a razão do meu desconforto, ela era apenas e tão somente do excesso de segredos e mistérios que ela matinha.

Visando tentar diminuir esse desconforto e prosseguir um pouco mais na conversa com a moça, viro-me para ela e digo de forma sincera:

- Entendo perfeitamente que você disse, imagino que aja de forma mais precavida em razão de situações desconfortáveis que já deva ter experimentado no passado, mas isso é uma mera suposição e não quero adentrar nesse mérito. Porém, se vamos investigar algo em conjunto, acredito que além do seu prenome, por questão de confiança e demonstração de boa-fé, poderíamos ao menos saber o clã ao qual você pertence, Senhorita Lisandra.

- Observe que eu não tenho qualquer tipo de preconceito ou antipatia por nenhum dos clãs que já li a respeito em meus estudos ou quanto aos quais já conheci algum de seus membros. Ademais, o mundo é um lugar plural, inclusive para os serem sobrenaturais, pertencer a um clã não significa que você age conforme um padrão pré-definido por ele. Tenha certeza absoluta que você pode falar o nome do clã sem qualquer tipo de prejulgamento.

- Bem, como eu já disse antes, meu nome é Heinz Rahner, dos tremere. Esse ao meu lado é Joffrey, do mesmo clã e também amigo pessoal do meu criador.

- Após, podemos seguir e conversar com o Algoz Ford, conforme disse o príncipe, para obtermos os detalhes sobre o caso. O que você acha?
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Re: New York by Night - Xadrez de Sangue

Mensagem por Askalians em Dom Maio 29, 2016 9:10 pm

Lisandra Eckhart


“Vejamos onde isso vai dar...”

Respirou fundo e voltou a falar.

- Vou me apresentar propriamente: Meu nome é Lisandra Eckhart e sou uma Setita. Muito prazer...

Era bem desconfortável fazer tudo isso mas sabia que seria necessário para diminuir todo aquele clima chato que havia causado devido às suas cismas e preconceitos bobos.

- Minhas cismas realmente são frutos de histórias, mas se já leu a respeito do meu povo sabe bem do que eu estou falando...

“ok ok...”

Faz uma breve pausa e volta a falar:

- Então... querem perguntar alguma coisa?
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Re: New York by Night - Xadrez de Sangue

Mensagem por Spatz em Dom Maio 29, 2016 9:41 pm

- O prazer é meu, senhorita Eckhart. Bem, para ser sincero li muito pouco sobre o seu clã. Assim, não tenho conhecimento acerca dessas histórias as quais refere. De qualquer sorte tenho certeza que isso é algo de pouca relevância e que não afetará em nada a nossa convivência.

A última parte da fala só foi dita por educação. É claro que havia algum tipo esteriótipo pouco apreciado pelos outros e ligado a esse clã. Essa informação seria algo relevante. Eles podem ser um clã conhecido por matar os outros vampiros, por fazer pactos com criaturas do submundo ou então por apreciar a prática de atos cruéis e vis, nunca se sabe. De qualquer modo, como já dito, essa cainita não necessariamente seguiria tais práticas, mas ter uma ideia do esteriótipo do clã seria algo salutar. Quando fosse o momento oportuno, longe da presença dela e com total discrição, eu perguntaria isso a Joffrey ou ao meu Sire. -


- Bem, em realidade tenho alguns questionamentos, especialmente sobre a América e a forma como vocês convivem com a sociedade mortal daqui. Imagino que os hábitos de vocês sejam bem diferentes daqueles que temos na Europa. Porém, não acredito que tais perguntas tenham relação com o problema que o príncipe está enfrentando.


Pausa.

-Mas, por outro lado, vejo que já estamos no meio da noite, agora são 00:00. Iniciar a investigação agora não seria nada produtivo. Já conversar sobre amenidades poderia servir para que superássemos esse mal entendido inicial. Poderia contribuir com a questão da desconfiança que ainda existe entre nós. Assim, o que acha de conversarmos durante o restante da noite? Poderíamos sair dessa sala, passar pelo algoz, obtermos dele as informações necessárias e só iniciamos a investigação mesmo na noite seguinte. Como não conheço essa cidade o local ficaria a sua livre escolha. Ou, se preferir, poderíamos seguir com a investigação nessa mesma noite.
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Re: New York by Night - Xadrez de Sangue

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