Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Winterfell em Seg Maio 30, 2016 3:13 am

Não lembrava de qualquer barril com essa aparência. Também, quem memorizaria toda a comida? Tenho uma memória boa, mas nem tanto. Meu antigo Bando também tinha uma boa parcela de gulodice, se alem da comida propriamente, ainda for contar as telas que tinha de conseguir pra Miesha, somando o que normalmente já tinha de repor, noite após noite, são barris demais pra qualquer um (mesmo eu) recordar. Ate porque, no final das contas, a comida não tende a merecer tanta atenção assim. Sou cuidadoso no que concerne a cumprir com minhas tarefas e obrigações, pode-se dizer que até sadiamente zeloso, mas mesmo para mim, o insignificante continua sendo insignificante. Talvez, se esse cara de fato foi uma tela dela, Miesha até pudesse recordar este infeliz. Contraio o lábio em uma expressão meio amarga. Isso se ela ainda estivesse por aqui, é claro. Enfim, não sei porque pareço tanto com esse barril, obviamente não somos a mesma pessoa.

Pode ate ser coincidência .... o que seria uma puta, estranha e suspeita coincidência. não ... isso é absurdo demais pra ser uma coincidência ... esta muito forçado ... é mais provável que seja uma ... armadilha? Continuo a pensar. Mas armadilha de quem? Recentemente (algumas horas atrás) tive alguns contratempos com a policia, mas esse tipo de coisa não era da alçada dos barris e se a Bastarda soubesse de mim, já teria agido. e agido sem sutileza por assim dizer. Não, não é a Bastarda. Estava cobrindo bem meus rastros, então dava pra desconsiderar essa hipótese também. Alem disso, se for considerar o cometa e que este evento de alguma forma se vincula a ele, bem possivelmente sendo o próprio encontro previsto na noite passada encontrar essa mulher não deveria ser negativo, quando meus presságios eram avisos de perigo, eles tendiam a ser inquietantemente mais claros.  

De qualquer forma preciso de mais dados reviro os cartões profissionais, mas nenhum deles parecia ser dela. Que droga. Dou uma atenção a mais a parte de documentos da carteira, pra ver se descobria ao menos o nome da infeliz. (De fato ela esta andando sem nenhum documento dela, como por exemplo identidade, carteira de habilitação ou outra espécie do gênero)? Guardo tudo e volto ao lugar onde ela tinha ficado escorrendo e embasbacada. Oculto tanto pelo sangue quanto pela multidão, esperava encontrar a anta mas Cadê a porra da mulher? ela não estava lá. Começo a olhar a volta, tentando encontra-la ainda nas proximidades.  Se perder esse barril sem qualquer outro referencial alem da aparência, vai ser praticamente impossível reencontra-la. Sendo realista minhas chances de alcança-la eram bem poucas e quanto mais o tempo passava, mais elas caiam. Ali! Ela estava entrado em um ônibus, parado em um ponto próximo. Vai ver é mesmo meu bom presságio afinal. Sorrio sutilmente para mim mesmo. Ela podia tornar-se de fato minha ferramenta, só tinha de avaliar melhor sua utilidade antes de definir a função. Ainda oculto, também vou entrando no ônibus.  

Sem pensar duas vezes, o vampiro corre até o veículo e consegue entrar antes que a porta se fechasse. A mulher senta em um banco e seu olhar vaga perdido durante todo o trajeto que dura 20minutos. O ônibus saía do centro da cidade, passava pela rodoviária e finalmente Marko percebe que realmente havia alguns hotéis baratos naquela região, conforme a ruivinha da loja de conveniência do posto de gasolina havia falado. A paisagem urbana aos poucos muda para construções simples e então a mulher descia.

Estavam na zona norte da cidade, ainda não era a periferia, contudo também não era um bairro nobre. Havia vários pequenos prédios residenciais de 4 e 5 andares, provavelmente apartamentos baratos e velhos. Ela seguia para um daqueles e subia as escadas, pois não havia elevador. O vampiro continuava a seguindo de perto, ofuscado. No terceiro andar ela se dirigia ao apartamento 302. Estava destrancando a porta enquanto o demônio se espreitava pelo corredor quando a vizinha do 301 com seu filho de 4 anos saía e cumprimentava a mulher:

(O predio tem porteiro na portaria? Tem guarita ou cameras? Tem escada externa de incendio)?

Então ela guardava as chaves ai... (Da onde ela tirou as chaves que usou na porta? De alguma espécie de esconderijo, ou estavam de fato no bolso dela)? - Mary! Então este é seu nome. Ouço o dialogo, enquanto observo a interação entre as duas do topo da escada. Se a vizinha não estivesse aqui, enquanto ela abre a porta, seria simples apenas domina-la pelas costas e forçar minha entrada no apartamento. Mas tinha a vizinha pentelha de testemunha, sempre tem o vizinho pentelho da vez, puta que pariu. - Desculpe, conversamos outra hora. A barril continuava em seu melodraminha do amor reencontrado e perdido, o que era até bom. Visto que diminuía a atenção ambiente da mulher. Mas ... A porra desse moleque ta me vendo cacete! Assim que percebo que a criança esta me enxergando vamos disfarce... sorrio de volta para o menino tentando compor um sorriso feliz, bem humorado e desprendido de malicia, ao menos na fachada. Se esse merdinha chamar a atenção das mulheres pra mim, meu véu de ocultamento vai se romper. Ele ri, enquanto eu ainda sorrindo para ele levo uma das mãos ate a boca, fazendo sinal de silencio e dando aquela piscadinha cúmplice, torcendo pro filho da puta engolir meu engodo e entrar na brincadeira, como se a minha presença ali fosse um segredo meu e dele, meu objetivo era que ele parasse de me evidenciar e se contivesse. Isso se ele não fosse novo de mais pra entender os meus sinais.  

(Ação Condicional): Se Mary começar a se virar, visando olhar na direção em que estou, a criança apontar para mim ou ainda for evidenciado de qualquer outra forma. Vou usar a escada próxima para me encobrir, saindo assim da linha de visão das mulheres. Recuando um pouco e ainda oculto (ofuscado) indo ate o andar de cima onde vou me valer de minha audição sobre-humana (auspícios) para perceber se ela tranca a porta e de fato entra no apartamento, assim como a localização da vizinha e a merda daquele pentelho. Assim que o corredor de baixo voltar a ficar vazio, vou tornar a descer indo ate a porta do 302 onde inicialmente vou tentar escutar o que ela esta fazendo lá dentro.

(Ação Condicional): Se a primeira postura NÃO for suficiente para conter a criança e ela continuar me "azucrinando": Vou deixar de lado a abordagem mais sutil e tentar assusta-la de verdade, aproveitando-me que meu dom ainda turva a visão das mulheres e me mantém oculto dos olhos adultos, vou expor minhas presas e toda a monstruosidade que sou para a criança, meu objetivo com essa ação é faze-la sair correndo com medo e com isso me livrar tanto do remelento, quanto da mãe que vai ter de correr atrás da criança para conte-lo e acalma-lo.    

(Ação Condicional): Se houver uma brecha, vou surpreender Mary pelas constas e forçar passagem entrando no apartamento junto com ela. Mas se essa brecha não se mostrar, não vou agir precipitadamente, sei ser paciente. É só uma questão de tempo.

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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Lord_Suiciniv em Seg Maio 30, 2016 12:32 pm

Não esperava ser abraçado daquele jeito, por algum motivo não achava que alguma vez mais seria tratado daquele jeito tão familiar, tão amigável, eu esperava menos ainda ouvir os dois se oferecendo para serem mordidos assim, e nesse momento não consigo segurar as lagrimas, sinto elas escorrerem geladas pelo meu rosto, não havia chorado em momento algum desde que havia sido abraçado, todo aquele sentimento doloroso chegava feito uma torrente, como se uma barragem tivesse se rompido e agora o rio quisesse seguir o seu fluxo em toda sua força.

- Porra gente vocês são demais, de verdade, não sei o que seria de mim se não fossem vocês - Retribuia o abraço deles até que uma lagrima alcança a altura de meu lábio e eu passo a língua para bebe-la. Sentia um gosto familiar, mas não era o gosto que eu estava esperando, parecia...Sangue...

Soltava o abraço apenas para verificar se eu não estava endoidando, de modo que passo as costas da mão nos olhos para enxugar as lagrimas e quando olho para a palma das minhas mãos, entro em choque, eu não estava ficando louco, eu realmente estava chorando sangue, puta que pariu, sou uma aberração.

Nesse momento os meus amigos faziam o icônico simbolo dos três mosqueteiros, mas eu estava muito assustado para perceber, de modo que levo alguns segundos para voltar a mim e relutantemente coloco meu punho ensanguentado junto do deles. - Um por todos... e todos por um! - Minha voz saia fraca, devido ao susto que acabava de tomar, e em seguida procurava nos bolsos alguma coisa para limpar o rosto, pois não poderia ser visto desse jeito, os humanos iriam pensar que estava doente ou algo do tipo.

Quando Klaus se aproxima para falar do quarto, eu me viro para ele, com a cara manchada de sangue e uma expressão confusa em meu rosto. - Klaus, que merda é essa? - Me referia ao fato de ter duas machas de sangue em meu rosto, no lugar onde deveria rastros de lagrimas.
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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Rian em Seg Maio 30, 2016 4:06 pm

Marko Cerveni Obertus, PS: 10/11; Força de Vontade: 7/7 Vitalidade: ok ~Ofuscado~


Manipulação + empatia: ?? sucessos

Ainda no beco, tudo que conseguia descobrir sobre a mulher era o que estava em sua carteira de motorista, o nome: “Mary White” além do fato de que ela tinha 22 anos. Por um instante pensa que a havia perdido, contudo, o destino lhe presenteara com um pouco de sorte e ainda a encontra entrando no transporte coletivo.

A mulher morava em um condomínio de classe média baixa. Não havia câmeras, apenas um porteiro, magro, moreno, de aproximadamente 50 anos e usava óculos. Provavelmente já não era lá tão bom de vista nem era um sujeito que bancaria o herói. Provavelmente fosse mantido no emprego não por suas qualidades físicas. O prédios não dispunham de escadas de incêndio. Como não eram equipados com elevador, só havia uma única escada, para toda e qualquer utilidade ou necessidade.

Na escada, o vampiro se vê obrigado e parecer simpático e brincar com um filhote de barril. Por dentro, talvez até desejava partir o pentelho ao meio, mas a situação exigia o uso de uma “máscara”. O pivete cai nas graças do vampiro e assente com a cabeça se escondendo atrás do corpo da mãe.

Mary, por outro lado, estava emocionada e sem tempo para conversas fiadas. Ela entra no apartamento e fecha a porta na cara da vizinha dando a entender que não queria ser amolada naquele momento. Mesmo sem os sentidos aguçados, o demônio escuta claramente a porta sendo trancada pelo lado de dentro. A mulher, faz uma careta debochando da atitude de Mary e desce as escadas puxando a criança pela mão. Esta, por sua vez, acompanha a mãe enquanto olha para o vampiro com um olhar curioso até desaparecer entre os degraus das escadas.
Logo tudo fica em silêncio. Apenas o vampiro estava no corredor.


Última edição por Rian em Seg Maio 30, 2016 5:23 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Rian em Seg Maio 30, 2016 4:37 pm

Lincoln; PS: 11/12; Força de Vontade: 8/8 ;Vitalidade: ok



Apesar de estar morto e ter um monstro agora habitando dentro de seu corpo, Lincoln ainda tinha seus amigos, seus irmãos. Não, mais que isso! Fusível e Arroto eram sua família. Comovido o neófito enxugava suas lágrimas... ou sangue?! Sangue escorrendo pelo rosto?!
Não só o “Todos por um e um por todos” de Lincoln saía fraco. De Fusível e Arroto também saíam sem força. Os dois estavam assustados ao ver aquele sangue no rosto do irmão motoqueiro.
- Caralho, mas que porra é essa mano?! Indagava Arroto.
- Mano, o que você tem? Perguntava Fusível. Depois de todo aquele discurso romântico, os dois se mostravam bastante assustados quando a realidade das trevas surgia bem ali, diante de suas faces, nua e crua, de modo inesperado. O Brujah tentava esconder. Sentia-se confuso, com medo e não sabia se permitia aos seus amigos que o ajudassem ou se escondia aquilo deles.
Por sorte, o ancila se aproximava...
- Klaus, que merda é essa?
Sem expressar nenhuma surpresa, ele dizia:
- Limpe seu rosto e pare de chorar antes que a recepcionista veja ou mais alguém veja isso. Você já está bem crescidinho pra ficar chorando pelos cantos feito um molequinho assustado. Ele ignorava a pergunta do neófito e dizia para os outros:
- Vamos, peguem suas coias.
Já ia saindo em direção ao quarto quando um certo senso de responsabilidade batia na consciência do vampiro que, como um pai, dava uma explicação ao filho:
- Seu corpo sofreu algumas mudanças. É normal. Pouco a pouco você vai descobrindo tudo.

(...)

O quarto era bem simples. Tinha apenas duas camas de solteiro, um guarda roupa, um banheiro, uma TV e uma pequena escrivaninha ao lado de cada cama. Havia uma janela, ao lado da porta, e uns quadros e carpetes baratos.
- Muito bem... lição do dia: O sol vai nascer em breve. Como vocês farão para garantir que os dois vampiros continue vivos na noite seguinte? Dizia Klaus sentando-se em uma cadeira esperando para ver como as crianças resolveriam o problema.

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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Winterfell em Seg Maio 30, 2016 8:22 pm

Faço toda uma encenação, tentando conter a foda mal dada daquela puta fuxiqueira. Ele caiu. O Barril-Mirim parecia ter comprado a ideia, assentindo com a cabeça e indo ficar atrás da mãe. Isso! Sorrio por dentro, um sorriso perverso que não exteriorizo, mantenho aquele olhar cúmplice e bem humorado pro fedelho. Só pra estimula-lo a continuar com a brincadeira e não me denunciar pras Barris. Melhor enganar um, que lidar com três. não era tão fã de ficar tendo de dar atenção aquela barata. Mas esta ação tinha seu propósito. Quem sabe no futuro, mesmo a criança voltava a ter algum uso. Tirar o melhor uso das ferramentas que se tem, é uma arte que tenho que dominar tão plenamente quanto a moldagem da carne. (Unificador)          

Mary White ainda estava abalada e sem saco pra vizinha, que literalmente deixou falando com a porta. Escuto a porta sendo trancada. Se ela estivesse um pouquinho mais abalada ou ainda, se não tiveste essa puta ai, caralho detesto vizinhos ela provavelmente nem trancaria a porta. e seria ainda mais fácil entrar no apartamento. De qualquer forma ainda dá pra entrar. tinha umas ideias do que fazer.

Enquanto a mulher desce toda debochada puxando a criança, olho pro menino sorrindo e dando um simpático tchau com a mão desocupada, como se já fossemos uma espécie de amiguinhos. Assim que os dois desaparecem pela escada, mais rápido ainda aquele semblante bem humorado e feliz deixa meu rosto. Pronto. Volto a fitar seriamente a porta, enquanto levo a mão do tchau ao queixo, começando a abrir e fecho a mandíbula algumas vezes, meio que estimulando os músculos da face e ajudando-os a voltar ao normal, depois de simular uma emoção tão antinatural pra eles. Começo a pensar em como entrar lá. Podia tentar abrir a fechadura, mas não tenho muita pratica nesse tipo de coisa e sem algumas gazuas vai ser realmente difícil. Melhor pensar em outra coisa. Arrombar vai fazer muito barulho, e chamar a atenção dos vizinhos, alem de alardear a mulher lá dentro. Também não é uma boa ideia. Melhor pensar em outra coisa de novo, o porteiro tem uma chave mestra? Ainda oculto vou descendo as escadas devagar. Dando tempo para a puta e o pentelho já terem vazado, ao chegar na portaria, observo atentamente procurando algum bolo de chaves exposto em algum lugar ou mesmo pendurado nas roupas do porteiro.

(Ação Condicional): Se as chaves estiverem visíveis, tipo expostas em algum ganchinho ou depositadas sobre uma bancada, mesa ou outra coisa qualquer do gênero. Vou tentar furta-las, me valendo da cobertura garantida pelo véu de ocultação para tornar a tarefa ainda mais simples. Já de posse das chaves voltarei a subir as escadas e entrarei o mais silenciosamente possível no apartamento.

(Ação Condicional): Se as chaves estiverem visíveis, mas penduradas no corpo do porteiro. Vou me posicionar por trás dele, colocar minha mochila no chão para desocupar ambas as mãos e depois de confirmar que estamos sozinhos por ali, atacar seu pescoço, tapar sua boca e sugar até fazer o velho apagar. O que levando-se em conta a idade do barril, nem será tanto tempo assim. Minha intenção é fazer com que ele pareça estar dormindo em serviço. Não gosto de desperdiçar refeições. (Qualquer ponto de sangue que exceda minha reserva, desloco para o Atributo da Destreza). Mas chamar atenção agora seria ainda pior, então você vai viver um pouco mais velho. Sugaria apenas o necessário para desacorda-lo, assim que terminar de beber, pego as chaves, torno a segurar minha mochila e volto a subir as escadas.        


(Ação Condicional): Se tiver conseguido as chaves, primeiro usarei minha audição (Auspícios) próximo a porta para ter uma ideia melhor do que me espera lá dentro. (Se ela esta falando ao telefone, tomando banho ou chorando por exemplo). Depois abrirei a porta e entrarei o mais silenciosamente possível, trancando a porta atrás de mim. Pronto dentro. Coloco minha mochila no chão próximo a porta e pego a bolsa dela enquanto olho em volta. (O que estou vendo pelo apartamento)? Depois de observar brevemente volto a me focar na bolsa e devolvo a ela as 40 pratas que tinha catado, com a bolsa na mão então vou tentar ir me aproximando do local em que ela esta sem ser notado, mas SE for visto direi: - Precisamos conversar. enquanto estendo a bolsa que roubei devolvendo-a a mulher. Como um gesto de boa vontade. Esta encenação dramatica visava impedi-la de gritar. - Eu não estou armado, nem nada assim. A olho profundamente nos olhos. - Como eu disse precisamos conversar, podemos?

(Ação Condicional): Se conseguir me aproximar o suficiente sem ser percebido, vou tirar minha jaqueta e torce-la, criando uma pequena corda improvisada, vou então ataca-la pelas costas tapar sua boca e usar a jaqueta para atar suas mãos, na tentativa de dominar a mulher.

(Ação condicional): Se não tiver conseguido as chaves, me agacho e coloco a mochila no chão, a abro e retiro de seu interior a bolsa dessa tal Mary, então enfio a mão no meu próprio bolso, pegando a minha carteira. De lá, retiro as 40 pratas que tinha pego da mulher e torno a coloca-las dentro da bolsa da barril. Como se eu não tivesse tocado no dinheiro. É bem possível que ela abra a porta pra mim, era uma questão de jogar as palavras certas, dizer o que ela precisava ouvir. Torno a ficar em pé, colocando minha carteira novamente no bolso e a mochila debaixo do braço, mas mantenho a bolsa dela na mão, em local bem visível. Um pouco menos de sutileza agora deixo meu corpo relaxar e o véu se desprender de mim. (Desativando Ofuscação) e mais atuação. bato na porta, assim que perceber ela atrás da porta vou lhe mostrar a bolsa pelo olho mágico e depois sorrir tristemente tudo dentro do personagem que estava montando, tudo para que ela abrisse a porta. - Precisamos conversar. Esta encenação dramatica visava a impelir a me deixar entrar, instiga-la o suficiente para ficar mais proxima de mim. - Eu não estou armado, nem nada assim. Olho em direção ao olho magico, como se pudesse vela por trás da porta e digo com uma voz abalada. - Como eu disse precisamos conversar, acrescento como se fosse um pedido: - podemos? Fico parado olhando para a porta e mantendo o personagem. Se mesmo depois desse teatro todo não tiver conseguido que ela me deixe entrar, aumento um pouco mais o apelo da estratégia É vou ter de apelar. Levo a mão a cabeça, me mostrando magoado e inseguro, como se estar ali também fosse difícil pra mim. - Olha eu vou colocar a  sua bolsa, Digo enquanto vou me abaixando e colocando-a no chão, de preferência em um lugar que ela consiga ver através do olho magico. - Bem aqui. Depois de ter a deixado no chão me levanto. - Eu vou embora agora, falo tristemente colocando as mãos no bolso meio derrotado, tudo teatro ... - Depois você pega ela de volta então. Sorrio tristemente olhando pra porta e na direção do olho magico enquanto tento falar com familiaridade: - Fique bem, Mary. Começo a ir embora ou melhor dizendo começo a fingir ir embora.

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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Rian em Ter Maio 31, 2016 12:23 pm

Marko Cerveni Obertus, PS: 10/11; Força de Vontade: 7/7 Vitalidade: ok ~Ofuscado~


Você espera os dois barris descerem as escadas enquanto pensa em como entraria no quarto. De certo modo foi até preciso usar as mãos para devolver ao seu rosto sua expressão natural. Sorrir forçadamente não era fácil. Decide então que a melhor opção seria uma entrada furtiva, ao invés de um arrombamento bruto. Pensando nisso, desce as escadas, tomando sempre o cuidado para dar o tempo necessário para garantir que o infeliz pirralho saísse de suas vistas. As horas avançavam e já não havia assim tanto moradores perambulado pelo condomínio. O porteiro estava distraído assistindo TV. Havia uma marmita ainda aberta em cima da mesa dele. O cheiro da comida é nauzeante, o cozinheiro ou a cozinheira havia exagerado no tempero.

Ofuscado, você chega perto o suficiente para ver que dentro daquela “guarita” não havia nenhum molho de chaves à vista, nem chave mestra em lugar nenhum. Nem nas paredes nem no cinto do barril. Provavelmente, se é que tinha alguma chave mestra ou uma cópia de cada apartamento, deveria estar em algum local não visível, bem guardado. Procurar por algo que poderia ou não estar ali não parecia uma boa ideia. Decide então que o melhor a se fazer era tentar uma entrada diplomática. Assim, você sobe novamente ao 302.



Na porta do apartamento, coloca o dinheiro de Mary de volta em sua bolsa e bate na porta, se preparando para tentar forjar uma cena digna de um oscar. O tempo de espera um tanto prolongado aumentava a tensão. Silêncio total. Ninguém atendia a porta. Já ia bater de novo quando escuta o barulho da fechadura sendo destrancada. Mary abria a porta apenas o suficiente para ver quem era. Ela estava com uma expressão de quem não estava interessada e seja lá quem fosse iria dispensar o quanto antes. Contudo, ao te ver ela fica embasbacada. Sem reação.  Inconscientemente o braço da mulher abre a porta um pouco mais, seu rosto fica corado, sua boca começa a tremer, querendo balbuciar alguma coisa, mas faltavam-lhe as palavras. Os olhos enchiam d’água e uma lágrima começava a escorrer
- Precisamos conversar.
Ela ignora o que você diz e salta sobre você o abraçando fortemente. Seu corpo estava mole e sem forças, foi preciso que você a segurasse. Finalmente o choro contido é liberto e Mary desata a chorar molhando seus ombros de lágrimas.

“choro!”

OFF: A música representa o momento de Mary.

Winterfell escreveu:Enquanto a mulher desce toda debochada puxando a criança, olho pro menino sorrindo e dando um simpático tchau com a mão desocupada, como se já fossemos uma espécie de amiguinhos. Assim que os dois desaparecem pela escada, mais rápido ainda aquele semblante bem humorado e feliz deixa meu rosto. Pronto. Volto a fitar seriamente a porta, enquanto levo a mão do tchau ao queixo, começando a abrir e fecho a mandíbula algumas vezes, meio que estimulando os músculos da face e ajudando-os a voltar ao normal, depois de simular uma emoção tão antinatural pra eles. Começo a pensar em como entrar lá.

Parabéns!! Excelente interpretação! bounce I love you

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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Winterfell em Ter Maio 31, 2016 3:50 pm

O cheiro da marmita tinha embrulhado meu estomago. Comida é comida, mas puta que pariu tudo tem um limite. A comida mortal por si, não tende a abria meu apetite. Ainda assim ... tinha alguma "comida passável" (afinal tem barril que sabe cozinhar), aquela quentinha contudo, não era um exemplo disso. Nossa. Só de imaginar o velho comendo aquele troço, ficava ainda mais nauseado. Isso ate me deu algumas ideias... Forçar um Cainita a ingestão de alimentos ou mesmo outros detritos mais asquerosos, me parecia agora uma interessante adesão a um interrogatório ou pratica de tortura prolongada ... um ponto de partida um tanto diferente do habitual. Algo a experimentar uma noite dessas, de qualquer forma estava me desviando do problema ... Foco! Desci a portaria com um objetivo muito diferente em mente, então tento ignorar aquele cheiro indigesto e encontrar as chaves, mas elas não estão visíveis. Se é que existem. Volto a subir as escadas, até um tanto ansioso por distanciar-me daquele odor. Alguma dissimulação agora deve bastar.

(Ação condicional): Se não tiver conseguido as chaves, me agacho e coloco a mochila no chão, a abro e retiro de seu interior a bolsa dessa tal Mary, então enfio a mão no meu próprio bolso, pegando a minha carteira. De lá, retiro as 40 pratas que tinha pego da mulher e torno a coloca-las dentro da bolsa da barril. Como se eu não tivesse tocado no dinheiro. É bem possível que ela abra a porta pra mim, era uma questão de jogar as palavras certas, dizer o que ela precisava ouvir. Torno a ficar em pé, colocando minha carteira novamente no bolso e a mochila debaixo do braço, mas mantenho a bolsa dela na mão, em local bem visível. Um pouco menos de sutileza agora deixo meu corpo relaxar e o véu se desprender de mim. (Desativando Ofuscação) e mais atuação. bato na porta,...

Droga, ela estava demorando. Será que a puta tomou algo pra dormir ou coisa assim? Alguns barris tinham por habito, se entupir com calmantes em horas como essa. Ela parecia bem abalada mesmo ... será? A espera estava me deixando um tanto tenso, até porque ficar ali no vácuo encarando a porta não era bem o que tinha em mente. Ela já foi dormir? Possivelmente precisaria acorda-la então. Talvez batendo com um pouco mais de força... Já estava estendendo a mão em direção a porta, quando escuto o trinco da fechadura e torno a baixar a mão, aguardando. Ai esta você. Ela se expõe bem pouco, abrindo o suficiente apenas para me ver e com uma cara de quem não queria companhia. Começo a me preparar mentalmente pra todo teatro que viria a seguir, Isso pode ser difícil. contudo ao me reconhecer, a barril fica embasbacada. Ou nem tanto.

Ela inconscientemente abre mais a porta enquanto seu rosto vai sendo tomado pela emoção. Quem quer que tenha sido este meu sósia, deixou uma impressão bem forte na barril. Usar isso a meu favor seria um tanto mais fácil do que supus. Agora é só explorar essa emoção. (Unificador) Ela provavelmente seria muito mais cooperativa e útil, que aquele puto do O'Neil. A boca dela começa a tremer como que tentando falar sem êxito. Enquanto os olhos voltavam a ficar úmidos. Ela vai chorar... e ela começa mesmo a escorrer de novo. É melhor começar a agir de uma vez. Digo: - Precisamos conversar. Mas ela ignora minhas palavras se atirando em mim num forte abraço. Pera awe! Acabo tendo que segura-la pra evitar que ela caia. O que leva minha mochila e a bolsa dela que estavam anteriormente em minhas mãos ao chão. Mas não demonstro me importar com isso e a seguro firmemente. Retribuindo o afeto e a carga emocional que ela parecia esperar de mim ainda que no fundo não sentisse qualquer apego por ela e não me agradasse nada Porra minha mochila. tombar assim minha terra. Enfim mantendo o personagem... Meio que me conformo com o papel romântico que teria de desempenhar e continuo a abraçando firmemente, dando-lhe segurança e impedindo que ela vaze no chão, já que não tinha forças e em seu desamparo se colocou a minha mercê. Boa garota. Sorrio internamente, satisfeito pela entrega dela. Enquanto continuo a amparar a mulher no abraço que ela tão desesperada e obviamente necessitava. Ela irrompe em lagrimas, molhando minha camisa enquanto a amparo e vou reconduzindo-a para dentro do apartamento. Sem me esquecer da bolsa e a terra. Como não podia abaixar para pega-las, nem fazer uso das mãos (já que as usava para amparar a mulher) uso os pés para empurrar a mochila e a bolsa para dentro do apartamento, enquanto também vou entrando e dirigindo a mulher. (Se for necessario a carrego, se não tiver força para tanto naturalmente, pode considerar o gasto sangue para inclementação do atributo força). Enfim estou dentro. Com o corpo fecho a porta atrás de nos e olho a volta a procura de algum lugar onde senta-la depois de encontrar algum sofá ou cama começo a conduzi-la nessa direção a sentando lá, também me sentando a seu lado junto com ela sem romper o contato. - Estou aqui. Digo a abraçando, enquanto espero que ela se acalme. - Não vou a lugar nenhum. De forma desapercebida, olho a volta observando melhor o apartamento. (Como é o apartamento)? Se ela olhar na direção do meu rosto, me mostro como se estivesse prestando atenção nela o tempo todo. - Mary. Digo olhando para ela, enquanto sorrindo sutil mas expressivamente vou me aproximando ate beija-la um beijo curto mas significante, intensificando o abraço. Ta bom dessa porra já. então em meio ao abraço vou levando minha face a seu pescoço, como se quisesse aumentar nosso contato mas na verdade aproveito para morde-la (Beijo) por entre o abraço, minha intenção é tanto fazer esse reencontro ainda mais prazeroso para ela, quanto desacorda-la por um tempo. Tempo este que usaria para investigar o apartamento, vendo se aquele lugar seria viavel como refugio, se ela tinha algum meio útil de pesquisa (como computador, televisão, jornal ...), e também se encontrava mais indícios do meu sósia.

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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Lord_Suiciniv em Ter Maio 31, 2016 7:56 pm

Você não disse se eu consegui aquele lenço ou não, para facilitar a vida, vou assumir que conseguir, se achar melhor, você muda isso Wink

Desesperado para me limpar consigo encontrar um pacotinho de Kleenex nas minhas coisas e começo a limpar o sangue da melhor forma que eu consigo com aquele lenço de papel.

No meio tempo Klaus volta com as chaves do apartamento e eu como filho em desespero após ver algo incompreensível acontecendo comigo, me volto ao pai por ajuda, o maldito em vez de me ajudar tira sarro de mim dizendo que já estou bem grandinho para chorar. O que por um lado é verdade, tenho meus 2 metros de altura, poderia facilmente deixar muito jogador de basquete no chinelo, e aqui estou eu, chorando, mas isso não vinha ao caso.

E la estava ela novamente, a raiva que eu sentia por Klaus ter roubado o livre arbítrio de meus amigos, por ele ter envolvido eles nessa merda de mundo sem me consultar, sem nem mesmo me avisar. eu sentia raiva daquele que me criou, mas ao mesmo tempo sinto algum respeito por ele, mas em algum momento aquele maldito iria se ver comigo a se vai.

Klaus escreveu:Seu corpo está passando por mudanças, com o tempo você vai compreender todas elas.


- Certo... - Dizia seco depois de finalmente ter conseguido limpar aqueles rastros de sangue do rosto, embora tenha detonado todo o pacotinho de kleenex e então seguia o grupo para dentro do quarto.

Me sentia agora como uma maldita garotinha pre-adolescente que passou pela primeira menstruação, meu deus eu me sentia exatamente como a Carrie (de Carrie a estranha) se sentiu quando seu fluxo desceu no meio das outras garotinhas de sua turma, sem nunca ter ouvido falar que aquilo poderia acontecer, o maldito de meu pai iria deixar que todas as mudanças fossem traumáticas desse jeito? Não duvido que esse seja o caso.

Uma vez no quarto, fico confuso com o fato de sermos em 4 e ter apenas 2 camas de solteiro, claramente metade de nós iria ter que dormir no chão, e em seguida,Klaus levanta o questionamento sobre como impedir que dois vampiros morram no sol durante o dia, assumindo que a questão foi levantada para meus amigos, eu simplesmente cruzo os braços e fico calado esperando por uma resposta. Embora eu mesmo tenha uma ideia de como poderíamos resolver esse problema.
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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Rian em Ter Maio 31, 2016 11:26 pm

Lincoln; PS: 11/12; Força de Vontade: 8/8 ;Vitalidade: ok



Desolado, o neófito detonava rapidamente o pacotinho de lenço descartável que tinha comprado na última loja de conveniência em que tinha parado. Para piorar, as atitudes de Klaus faziam aumentar, por ele, a antipatia da criança da noite…

Dentro do quarto, o neófito assume uma postura defensiva e apenas observava o que Klaus pretendia com aquilo. O vampiro experiente sorria com o canto da boca olhando o neófito com uma mão segurando o queijo e a outra repousada sobre uma das pernas, como quem dizia “olha só o que ensinei a eles...”
Arroto ligava na recepção e pedia dois edredons extra. Ele logo saía pela porta. Tudo indicava que a recepção informara que havia a disponibilidade, mas que ele deveria buscar. Enquanto isso, Fusível pegava a placa “não incomode” que estava sobre uma das escrivaninhas e colocava do lado de fora do quarto. Assim que Arroto chega, os dois amigos de Lincoln fecham a cortina da janela e fixam um dos edredons na janela, por cima da cortina, vedando completamente a possibilidade de iluminação externa. Fusível tranca a porta e coloca um tapete vedando a fresta inferior da mesma. Em seguida, eles aproximam as camas de solteiro e, no leito mais próximo da porta ajeita o edredom de forma que ele cobre a parte de baixo da cama.

- Acho que é suficiente.... cada um de vocês dorme embaixo de uma das camas. Eu e Fusível vamos tomar conta do lugar depois que dormirmos um pouco.

- Obrigado, crianças! Agradecia Klaus sorrindo para Lincoln. O vampiro deitava-se embaixo da segunda cama de forma que era necessário olhar embaixo da cama para ver o monstro que ali embaixo escondia.

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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Lord_Suiciniv em Ter Maio 31, 2016 11:39 pm

Observo como os meus amigos se organizavam para deixar aquele quarto a prova de luz solar, obviamente eles já haviam feito aquilo antes, eu mesmo não tinha pensado em algo assim, ficava envergonhado da minha própria ideia idiota e ao mesmo tempo feliz de não ter aberto a boca.

Suspirava, era a primeira vez que dormia em um lugar tão apertado quanto a parte debaixo de uma cama, mas aparentemente não tinha outra escolha se fosse minha intenção acordar na noite seguinte, devido ao meu corpo grande aquele dia não seria dos mais confortáveis.

- Obrigado pessoal, aparentemente vocês já fizeram isso antes não é mesmo? - Abria um sorriso triste, enquanto olhava para o resultado final do quarto. - Então conto com vocês para nos manter vivos esse dia. - Dava um abraço apertado em cada um dos meus amigos e em seguida tentava me encaixar debaixo da cama da mesma forma que Klaus fizera.
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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Ury Wayne em Qua Jun 01, 2016 12:29 am

Abro os olhos. Esse movimento emancipador liberta-me de um sonho purgante. Um vislumbre de minha própria maldição. Deus não contente por castigar-me com a realidade de um vampiro, não permitia-me a felicidade e paz de espírito nem mesmo em sonho. Fecho os olhos novamente e a imagem tormentosa do sofrimento materno retorna.

Spoiler:

O meu maior desgosto é que Deus, na realidade, não exista, privando-me assim do prazer de o insultar mais positivamente.
Marquês de Sade


Levanto-me da cama e tento convencer-me de que tudo não passava de um sonho. Volto depressa à realidade, não tanto, porém, que não pensasse num mundo inventivo aqui ou acolá. Formulei a programação da noite de cabeça, escolhendo a sequência que faria e o tom delas, entre objetivo e benévolo.

Bruce não estava no apartamento. Isso não era em tese um problema, mas ainda assim era estranho. Banho-me e escolho um traje adequado para apresentar-me à sociedade novel.

Quando o mundo rodopeia em desalento, creiam-me, o menos mau é recordar de um sonho: "Chiovenda não se fie da felicidade momentânea; há nela uma gota da baba de Caim."

Minha auto admoestação talvez fosse uma prática exótica, notadamente, por sua essência niilista, mas nem por isso era menos útil, tratava-se de expediente necessário quando se carece de alguém que lhe alfinete a carne, pondo termo ao contentamento ignóbil.

Transcorrido o tempo e tendo-me enroupado, vou até minha mala, recolho o espelho mágico e o guarneço ao bolso esquerdo do meu casaco, recolho a carta convite a guardo noutro bolso. Primeiro o príncipe, depois o Regente. Não era a ordem habitual, mas nessa auspiciosa noite isso me era indiferente.

Deixo um recado em forma de bilhete para Bruce, peço-lhe que mantenha o celular por perto, ligarei mais tarde. A eficiência desse era precisa e inarredável, tal qual um relógio atômico.

Carta escreveu:"Kate Emeri, príncipe de Glover City.
Teatro Glover. Rua 3, centro, Glover.”
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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Rian em Qua Jun 01, 2016 12:05 pm

Marko Cerveni Obertus, PS: 09/11; Força de Vontade: 7/7 Vitalidade: ok
Força: +1



Amparava Mary em seus braços e retribuía o abraço deixando a mochila e a bolsa caírem  no chão. Após alguns segundos você decide entrar na casa, mas Mary é muito pesada e ainda tinha que arrastar a mochila e a bolsa. Para tanto, desloca parte do sangue aumentando sua força. Assim, consegue carregar Mary com facilidade, arrastar a mochila e fechar a porta do apartamento.

O Tzmisce leva Mary, que estava quase desmaiada em seus braços, até um sofá que estava na sala, de frente para a porta. Deixava a mulher ali deitada, enquanto observava o apartamento. Havia uma cozinha americana junto à sala e um corredor que levava a um banheiro e dois quartos. Era um apartamento modesto, a moça não era bem de vida.

"Mary..." Dizia o vampiro enquanto se aproxima para beijá-la.
Assim que a boca do demônio toca os lábios da moça, foi como se aquilo fizesse com que ela despertasse de seu “torpor sentimental”.
- VOCÊ TÁ LOUCO?! Gritava ela empurrando Marko que cai sentado, de frente para ela, perto do sofá. A mulher se levanta enfurecida. – Eu sou sua irmã, esqueceu?! Primeiro você some por 7 anos e depois, quando aparece, rouba a minha bolsa e agora vem me beijar?! Ficou maluco?! Dizia ela gritando, quase chorando e com raiva.
Só então o vampiro repara que perto da TV havia uma foto. Mary estava com a figura “parecida” com Marko e um homem mais velho atrás deles. Na foto, o rapaz ainda era adolescente, assim como Mary, e eles pareciam uma família.

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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Rian em Qua Jun 01, 2016 12:39 pm

Lincoln; PS: 10/12; Força de Vontade: 8/8 ;Vitalidade: ok



Os amigos de Lincoln, assentiam com a cabeça, meio envergonhados, confirmando a pergunta do neófito que se ajeitava debaixo da cama. Ele sentia que os amigos posicionavam a cama e mexiam no edredom de forma que o vampiro ficasse completamente ocultado. A noite ia embora a galopes e a criança da noite adormecia.

(...)
Teste para acordar durante o dia:
Lincoln rolou 3 dados de 10 lados com dificuldade 8 para percepção que resultou 2, 4, 1 - Total: -1 Sucessos
(...)

Assim que acorda, e pouco a pouco os seus sentidos voltam, o vampiro nota que tudo estava em silêncio. Klaus ainda dormia ao lado, embaixo da outra cama. Assim que sai dali de baixo, Lincoln tem uma visão assustadora: Arroto e Fusível estavam bastante machucados e enfaixados. Os dois estavam deitados na cama e assim que vêem o vampiro acordado tentam se colocar de pé, ambos gemendo de dor. Arroto não podia enxergar do lado esquerdo. Seu olho parecia uma bola enorme. Fusível estava com os lábios inxados e roxos. Com um semblante triste eles diziam:

- Fomos assaltados durante o dia. Levaram nossas motos e estavam procurando vocês. Sabiam que éramos quatro e não dois. Para impedir que encontrassem vocês nós reagimos, por sorte não morremos. Dizia Arroto que podia pelo menos mexer os lábios sem sentir dor. Lincoln então vê uma bota no chão. Arroto explicava: - É a bota de um dos idiotas, que ficou para trás durante nossa luta.
Ao reparar melhor o vampiro percebe que aquela bota com detalhes vermelhos lhe era familiar. Era a mesma bota que ele vira na noite passada que alguém usava no assalto dentro da loja de conveniência, na última parada!

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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Baruch King, O Anjo Caído em Qua Jun 01, 2016 10:24 pm



A disciplina da loucura faz com que Baruch revive o seu passado, quando fizera o assalto ao banco. As imagens eram nítidas. O som, o cheiro... era quase como se ele estivesse lá. Era tudo muito real. A disciplina dos loucos se encarregava de procurar os medos mais escondidos na mente do alvo.
Entretanto, a vontade de mandar aquele miserável para o inferno era muito forte e isso trazia o Anjo Caído de volta à realidade.


Baruch chegava à conclusão de que já era hora de resolver aquele problema. O Inquisidor tinha um ponto fraco, e notara o quão fácil seria para um inimigo achá-lo e explorá-lo.

Sem cerimônia, o Lassombra despeja fluido de isqueiro nas costas do demônio, desenhando a espada de Cain, o símbolo que representava sua luta. O inquisidor assumia o controle da situação e, com classe, incendiava o corpo daquele vampiro que já estava bastante machucado.

Por enquanto, Baruch lidaria com o Malkaviano, antes de resolver seu ponto fraco, ele tomaria o controle da situação; o Malkaviano conheceria o inferno antes mesmo de chegar a ele.

- AAAaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahh....
Os gritos se intensificavam e alcançavam o ápice até que ele se calava, desmanchando em brasas e cinzas.


A Expressão do Guardião alterava-se, conforme o fogo desenhava o símbolo da Espada de Caim nas costas do Infernalista. A Raiva começava a dissipar-se, transformando-se, talvez, em soberba. O Anjo Caído tinha uma expressão de desprezo, misturada com satisfação em ver o Malkaviano queimar.

Félix saía do recinto, ele ainda precisava respirar e a fumaça emitida pela queima do vestuário era incômoda.

"Logo você não passará mais por isso, meu amigo... Em breve

A pequena chama no iluminava o ambiente dando uma coloração avermelhada aos rostos ali presentes. Baruch ganhava um ar de um imponente diante da chama, como se tivesse o ar de um rei que, na idade média, vencia uma guerra e pilhava os corpos. Os reflexos da luz emitida pelo fogo no rosto de Anne, por sua vez, a deixava bela e sedutora, com uma impressão romântica de uma mulher que espera seu amado à luz de velas.

Baruch aproximava-se lentamente de sua Mentora. Anne, desde que o Guardião a vira pela primeira vez, causava uma espécie de fascínio em Baruch. Enquanto andava até ela, Baruch acendia um cigarro, já que havia usado o anterior para incendiar o Infernalista. O Guardião limpava a lâmina de sua espada, da qual ainda pingava o sangue do Neófito que Baruch decapitara, com um lenço. Ele embainhava novamente sua lâmina ao se aproximar de Anne.

Ela sorria, como se estivesse satisfeita com o desfecho. Era como se ela soubesse, desde o início, que de nada adiantaria o Anjo Caído tentar arrancar informações daquele demônio dos infernos. Talvez, ela já tivesse feito outras vezes, o mesmo que Baruch tentara momentos antes...

-- Você já sabia, estou certo? - Baruch perguntava a Anne, tocando a lateral de seu rosto com as pontas dos dedos. -- Preciso que faça uma coisa por mim, Anjo. Todos nós cometemos erros, e eu preciso que você apague um dos meus.





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Nós queremos ver você se curvar à escuridão. Você quer nos seguir através da noite? Você nunca morrerá como uma criança da noite
Encare sua morte com orgulho, Ele irá vê-lo sorrir.  Com seus olhos brilhantes como estrelas, ele matará a todos, sem remorso. Fome pela escuridão golpeando seu coração, enegrecido desde o início, seu mal arrasta-se em sua mente. Provocando arrepios na espinha, Ele é a Noite! Alegrai-vos na carnificina, sabem que a merecem.





Spoiler:

"Penso, Logo Existo"
- Sussurros, pois ninguém deve nos ouvir.
-- Por que não falamos de igual para igual?
--- Gritos, pois devo ser ouvido.
*Atos, pois não devo confiar apenas nas palavras.*
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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Winterfell em Qui Jun 02, 2016 3:01 am

Off
(Valeu pelo comentário em off na postagem anterior Very Happy )

On

Você é pesada... Da trabalho e quase tenho de fazer "malabarismo" pra intermediar tudo aquilo, caramba. Uns braços a mais seriam uteis também. Enfim tenho ate de recorrer a potência da vitae para enrijecer meu tonos muscular (+1 PdS em Força) mas por fim consigo colocar as coisas pra dentro e depositar a barril no sofá, Pronto! Continuo a abraça-la, lhe proporcionando amparo. Enquanto aproveito a imersão da barril pra dar uma observada a volta e começar a ter alguma noção do lugar. Tá explicado as quarenta pila. Ela não era lá muito cheia da grana, mais isso já dava pra deduzir pelo prédio. Vou colocar ela pra dormir de uma vez e dar uma boa inspecionada nesse lugar. - Mary. Me aproximo beijando-a, o que creio deixar esse "reencontro" ainda mais adequado, sendo também o melhor rumo de ação. Agora o pescoço... Da boca dela ia começar a descer a caminho da jugular, mas tão logo minha boca chega na dela, ela grita - VOCÊ TÁ LOUCO?! me empurrando e reagindo mal.

Cacete, que foi mulher? Caio sentado demonstrando uma surpresa real, talvez a primeira emoção genuína desde que cheguei ao 302. Sua putinha... Fico irritado por ser empurrado assim ela era só um barril afinal de contas, mas tento não exteriorizar isso. Mantenha o personagem. Obviamente não devia tela beijado, mas por que? Ela logo responde já em pé: - Eu sou sua irmã, esqueceu?! Primeiro você some por 7 anos e depois, quando aparece, rouba a minha bolsa e agora vem me beijar?! Ficou maluco?! Vou me levantando também, me esforçando para não deixar meu verdadeiro eu aparecer, ainda interpretando ser esse carinha. E dai que esse otario e provável defunto era seu irmão? Não via impedimento nenhum nisso. Esse pudor de merda que os barris tem ... relações incestuosas são extremamente comuns nas famílias revenantes, a Obertus não era exceção e meu pau bem teve algum uso antes de se tornar só esse excesso de carne atual. Saco, vou ter que lidar com uma histeria agora? Só os gritos já me faziam querer torcer seu pescoço ... Você continua sendo um maldito barril. É melhor que ela não superestime sua relevância, afinal essa linha de pensamento pode ser uma estrada bem curta... De qualquer forma, como que eu ia adivinhar ... Perto da TV ate tinha uma foto ... Merda, seria bem mais simples se tivesse visto isso antes.

Tá saquei. Isso é importante pra você, vamos lá então. Uma abordagem mais bruta não tinha dado certo com os O'Neil, então se ainda desse pra remediar essa historia com um pouco mais de teatrinho não custava tentar. Ate porque preferia tela como um cordeiro dócil e silencioso. Ainda tenho alguns usos em mente pra você. Pra sua sorte. Tento me mostrar surpreso e triste quando começo a falar: - Eu realmente não lembro de muita coisa, Falo como se lhe confidenciasse isto, com a voz triste e muito emotiva. - Desculpe mesmo por isso ... , quando te vi eu ... eu senti um carinho ... um misto de muitas emoções fortes por você, Levo uma das mãos ao coro cabeludo, bagunçando-o em uma exteriorização de frustração e confusão. - Sabia que te conhecia, Olho nos olhos dela enquanto digo - Mas era mais a emoção e o sentimento que propriamente a lembrança. Me demonstro bem frustrado. - Eu ... eu não lembro de muita coisa do meu passado, Deixo transparecer que esse é um assunto delicado e sombrio pra mim. - A primeira lembrança que eu tenho ... queria muito poder esquecer, mas não sei quem eu fui antes disso... antes daquele inferno. mudo de assunto olhando para ela e sorrindo singelamente. - Estava tão feliz por ter reconhecido e sido reconhecido por você, Sorrio um pouco mais como se ela fosse motivo de alegria para mim e depois volto a ficar mais serio, continuando a falar. - Depois que eu consegui escapar, passei tanto tempo sozinho ... acho que acabei misturando tudo... Falo meio encabulado... - Quando meu coração pulou daquele jeito eu pensei que nos ... bom ...você sabe. Me apreso a complementar. - Eu entendi errado, desculpe, é difícil quando a cabeça tá bagunçada como a minha. De qualquer forma se não conseguir acalma-la, ainda posso dominar a mulher. Sempre da pra fazer do jeito difícil, só dependeria dela. Volto a me sentar no sofá, abaixando um pouco a cabeça como um derrotado, enquanto levo as mãos as temporãs em um gesto de frustração. - Não sei nem por onde começar. Volto a olhar pra ela. - Eu ... eu posso te dizer o que lembro, acho melhor você sentar... Olho para ela esperando sua reação. Espero que todo essa encenação seja suficiente para acalma-la um pouco, deixando-a mais disposta a falar e ouvir.

(Ação Condicional): Se ela continuar a gritar e/ou tentar fugir, vou agarra-la, tentando tapar sua boca enquanto a mantenho presa (Manobra Agarrar).

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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Lord_Suiciniv em Qui Jun 02, 2016 12:14 pm

Ao ver a situação que meus amigos se encontravam eu abro um sorriso de canto de boca, era um sorriso distorcido, pois eu não estava feliz, nem um pouco feliz com aquela situação. Primeiramente por que eles estão acabados, segundamente por que reconheço aquela maldita bota e pertencia ao maldito assaltante que eu havia visto na noite anterior, de modo que isso fazia com que eu me culpasse pelo ocorrido.

Dou um grito de raiva, um grito quase bestial, podia sentir a raiva se espalhar pelo meu corpo, eu então socava o objeto mais próximo de mim, provavelmente o quebrando no ato (potencia 2 se não me engano), eu então caminhava até o outro lado da cama, ainda furioso e me abaixava, para localizar meu sire, uma vez que eu tivesse uma boa visão dele, eu agarro o seu braço e o tiro dali debaixo sem a menor delicadeza.

- Acorda porra, isso não é hora de dormir! - Daria um chute não muito forte na costela de Klaus caso ele não tivesse acordado quando eu o retirei de debaixo da cama, afim de desperta-lo antes da hora.

Ao ver Klaus desperto, eu olho em seus olhos, para que ele visse o ódio que eu estava sentindo. - Klaus, nós fomos atacados por aqueles malditos que estavam assaltando a lojinha ontem a noite. - Indicava a porra da bota para o sire - Eles quase mataram meus amigos e eu não vou deixar essa merda barata. - Então com uma expressão assustadora eu dizia, ainda olhando para Klaus, mas sabendo que os meus amigos estariam prestando atenção e mesmo assim não me importando. - Eu quero trazer o inferno a aqueles malditos. Quero que eles desejem a morte
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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Katrine [apple.] em Qui Jun 02, 2016 12:41 pm

O carro é apenas uma cortesia da casa, senhorita Katrine. Por favor não me entenda mal...

“Cortês, um jeito doce de falar, muito preocupante...”

Deu o fora.

Andou, andou. Encontrou o que procurava. Esperou. E, devido ao tempo de espera, sua mente teve tempo de trabalhar um pouco. O que estava fazendo? Até o momento agira por simples impulso. Ela tinha entrado em um jogo sem sequer avaliar as conseqüências. Instinto? Tédio? O que  a motivou tanto? O que aquela voz enigmática tinha de tão especial que a deixou tão eufórica e empolgada? Agora não dava pra correr. Era esperar pra ver o que vinha.

E veio, quando estava prestes a desistir.

Quando viu os agentes, ela sentiu uma pontada de stress. Obviamente nada perto de medo, mas como tinha muita gente ali seria um problema. Mas antes que pudesse fazer qualquer coisa, ele entrou. Seus olhos tinham algo especial, carinho e desafeto, amor e ódio, temperança e descontrole... Quando se deu conta, ele estava falando com ela.

- (...) Katrine! (...) John (...) bonita...

Piscou algumas vezes, por reflexo, sem entender muita coisa. O beijo frio a trazia de volta a realidade.

“John por trás disso... O negócio é grande e com certeza ele já já vai me procurar pra pedir a sua parte”

...bonita e inteligente! Soube virar o jogo do gato e rato ao seu favor. Entrar no carro e seguir minhas instruções como uma cordeirinho era a opção errada. Eu quero alguém que tenha um cérebro! E acredito que estou diante desse alguém!A propósito, meu nome é Fegurson!

-- Acredito que melhor do que ser “bonita e inteligente” é ser encantador. Ponto pra você, Fegurson. – Ela falava devagar e fazia questão de evidenciar o sotaque latino. Ela entrelaçava os dedos e olhava pros estrupícios ao lado dele.

“Seguranças, então. Quão importante você é, velhote?”

- Ah sim, eles são Donald e Albert, trabalham para mim. Você não está sendo procurada pelo FBI. Só queria ver como você faria. E a patrulha na porta do motel, bem... era uma visita de rotina da polícia local. Eles não a estão procurando, hahahaha...

-- Certamente não foi algo que me incomodou muito, mas seria realmente uma chatice ter o FBI na minha cola. Agora sim podemos conversar, mas sugiro que sejamos breves. Até porque não me lembro de ter me inscrito em nenhum programa de cobaia pra ser testada por ninguém. O que você quer de mim? -- sua expressão agora era séria.

- Sei que deve estar se fazendo mil perguntas e com razão. Vou explicar o motivo disso tudo: Eu estou procurando alguém com as suas habilidades para recuperar uma coisa...

Abriu o envelope e observou a foto com cuidado.

“Belíssimas, que pecado desperdiçar coisas tão charmosas em uma criança”. Se imaginou nua, vestindo apenas aquelas peças. Seus olhos faiscavam, mas precisava lembrar o motivo que estavam atrás dela. Havia duas possibilidades: Ou ele queria a garota ou ele queria as jóias. O mais provável era a segunda opção. Resolveu provocá-lo e arriscar pesado.

-- Realmente apaixonante essa criança. Olha, eu não apoio a pedofilia, mas dá pra encontrá-la. Mas você vai ter que me dizer onde estão as joias e me dar como parte de pagamento. Eu adoraria usá-las para você num jantar de gala, mas acho que eu não sou seu tipo. Realmente uma pena...

As expressões de Fegurson determinariam o que é que realmente estava em jogo ali. Ela olhava pra ele com um sorriso no canto da boca, enquanto debruçava sobre a mesa e apoiava o queixo nas mãos, observando cada levantar de sobrancelha de seu mais novo amigo.
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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Rian em Sex Jun 03, 2016 11:21 am

Uryuda Chiovenda; PS: 13/15; Força de Vontade: 8/8 ;Vitalidade: ok



O Tremere acordava de um sono amaldiçoado. Parece que Deus estava disposto a atormentar sua alma até a sua partida definitiva para os mundos inferiores. A figura materna, em seu inconsciente ainda era uma chama viva. Apesar do tempo, o vampiro era ainda um neófito e não podia, por mais que quisesse negar os sentimentos e as lembranças que ainda o laçavam à sua vida mortal.

De volta à realidade desanimadora, com ou sem Bruce, o vampiro preparava-se para sua empreitada noturna. Após se preparar adequadamente deixava um recado para o leal servo e levava consigo o espelho encantado e a carta em diferentes bolsos. Uma vez lá fora a recepção do hotel providenciava-lhe um chamado a um táxi. Em poucos minutos um carro para no hotel e o feiticeiro saía. O motorista confirmava que o endereço era perto dali e, de fato, em menos de 10minutos eles chegavam.

O Teatro Glover ficava em uma larga avenida. Em uma delas transitava um VLT, uma parafernália tecnológica dos humanos que permitia algo similar aos antigos trem a vapor transitarem sobre o asfalto junto com carros e pedestres. O estacionamento estava cheio e havia uma grande movimentação de pessoas. Holofotes apontados para o céu realçavam a peça que estava em cartaz. “O beijo do vampiro”. Provavelmente, alguma criação artística de algum toreador, isso o Tremere podia supor.

Na portaria havia um pequeno esquema de segurança composto por dois homens e duas mulheres. Eufóricos, os mortais faziam uma fila para cada sexo e passavam por detectores de metais.

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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Rian em Sex Jun 03, 2016 11:52 am

Baruch King, O anjo caído; PS: 14/15; Força de Vontade: 7/7; Vitalidade: ok



Tudo que sobrava do Malkaviano era um monte de cinzas e seus pertences que queimavam. Aos poucos a fumaça ia se dissipando e Baruch, fascinado por sua mentora, quase não conseguia esconder isso enquanto caminhava até ela e acendia outro cigarro.

- Você já sabia, estou certo?

- Pra falar a verdade, não foi nenhuma surpresa. Baruch, não encare isso como um erro mas sim como um aprendizado. Um dia você será um inquisidor reconhecido e talvez eu não estarei mais contigo. Você terá que tomar decisões e a “vida” de seus companheiros dependerão de suas decisões. Dizia Anne caminhando com classe, com os braços cruzados, dando as costas para Baruch enquanto, pensativa, encarava detalhes em uma parede próxima. Apesar de estar voltada em outra direção, seu rosto e seus olhos ainda buscavam os olhos de sua cria. Às vezes Anne nem parecia uma vampira, muito menos que dentro dela habitava um monstro. Suas atitudes leves e suas palavras gentis fariam-ne ser confundida com uma “mãe”.

- O que pretende fazer com isso? Indagava agora, ficando de frente ao Lassombra e fazendo um sinal com a cabeça em relação ao pedaço de papel que o Anjo Caído encontrara.

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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Rian em Sab Jun 04, 2016 12:37 pm

Marko Cerveni Obertus, PS: 09/11; Força de Vontade: 7/7 Vitalidade: ok
Força: +1



Após ser empurrado por aquele ser inferior, o Revenante Obertus desejava estrangular aquela mulher como se ela fosse um frango. Mas conseguia se controlar, afinal era necessário manter a máscara e, finalmente, ele poderia conseguir um refúgio. O vampiro se levanta e inventa uma história, a história do irmão perdido que sofreu amnésia e finalmente encontrava naquela garota um rosto familiar. Ela por sua vez, andava para um lado e para o outro da sala, de braços cruzados, nervosa. Entretanto, era perceptível que pouco a pouco a humana ia se controlando.

O demônio se sentava no sofá e, encenando que tinha uma grande história que explicava o seu sumiço e suas atitudes pedia para que ela a escutasse. O pedido era atendido. A mulher escorava o corpo na parede, de frente para o vampiro, e com os braços cruzados, como quem queria dizer que “pagava para ver” qual era a história dizia:
- Muito bem, estou ouvindo! Pode começar.



Marko rolou 5 dados de 10 lados com dificuldade 4 para manipulação + lábia que resultou ? Sucesso
Mary rolou 5 dados de 10 lados com dificuldade 6 para carisma + empatia que resultou : ? Sucessos


Última edição por Rian em Dom Jun 05, 2016 11:56 am, editado 1 vez(es)

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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Rian em Sab Jun 04, 2016 4:48 pm

Lincoln; PS: 10/12; Força de Vontade: 8/8 ;Vitalidade: ok



A medida que ia escutando a história do assalto, Lincoln ia se enchendo de ódio assim como um copo enchia de água. A bota era a prova de que os bandidos que tanto fizeram mau a Arroto e Fusível foram os mesmos que assaltaram a loja do gordinho na noite passada. Aquilo tinha sido o estopim. Se culpava pelo que havia acontecido com seus amigos. Os Brujah carregavam no sangue a maldição do “pavio curto” e talvez isso tinha contribuído para as ações de Lincoln que soltava um berro dentro do quarto e em seguida descarregava sua fúria em qualquer coisa que estivesse mais próximo. Esta coisa, era a parede. Feita de madeira, o ruído da madeira se partindo e quebrando ecoava pelo quarto do vampiro e pelo quarto com o qual faziam divisa. Lascas de madeira ficavam cravadas no braço e nas mãos do vampiro. Ao ouvir aquele berro e aquele homem enorme, de mais de 2metros de altura, quebrando a parede com um soco, a hóspede do quarto vizinho se postava a gritar desesperada com o susto e com medo:

- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH!!
O esposo da mulher desesperada, ao ver aquele homem daquele tamanho quebrando a parede com um soco, rapidamente corria até sua mala e de lá de dentro tirava um revólver.

Nisso, Klaus acordava com aquela barulheira, mais perdido que cego em tiroteio:
- Nossa... o que tá acontecendo hein?!..
Arroto e Fusível, por outro lado olhavam para Lincoln, embasbacados, se perguntando se aquele monstro ali na frente ainda era o amigo deles...

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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Rian em Dom Jun 05, 2016 1:26 pm

Katrine; PS: 09/12; Força de Vontade: 6*/6 ;Vitalidade: ok



Fegurson sorria no momento em que Katrine reforçava seu sotaque na fala.
- Você é latina, querida?  De onde especificamente?

(...)Esperta, após ver a foto a Ravnos já cogitava as prováveis possibilidades que levava o homem a procurar aquela menina. Acreditando que ele queria as joias, ela fazia sua aposta.
- Realmente apaixonante essa criança. Olha, eu não apoio a pedofilia, mas dá pra encontrá-la. Mas você vai ter que me dizer onde estão as joias e me dar como parte de pagamento. Eu adoraria usá-las para você num jantar de gala, mas acho que eu não sou seu tipo. Realmente uma pena*...

Outro sorriso discreto surgia. Talvez Katrine tivesse conseguido fazer com que o homem imaginasse a vampira usando aquelas joias em um jantar com ele.
Fegurson fitava Katrine enquanto coçava o queixo, pensativo. Estava claro que ele escolhia as palavras para o que viria em seguida. Mas antes, ele fazia um sinal com a mão para que os dois homens saíssem e esperassem lá fora, pois estava chamando atenção desnecessariamente.
- Acredite! Você faz sim o meu tipo... Bom, as joias estão com a criança. Ela as usa o tempo todo. Encontrando a criança, encontrará as joias. Na verdade... eu sei onde está a criança. O problema é apenas tirá-la de onde ela está. É aí que entram as suas habilidades. No entanto, Katrine, creio que precisamos entrar em acordo quanto ao colar e ao par de brincos. Para ser sincero, são as joias que me interessam. A criança, bem... Fegurson sorria, um breve sorriso macabro e perverso. ...quanto a criança ela é toda sua, pode fazer o que quiser com ela, até porque... Ele também se debruçava sobre a mesa, ficando bem próximo da Ravnos, enquanto seus olhos deslizavam sobre o corpo da vampira, passavam pelo pescoço, cabelos, orelhas e boca. Parecia poder enxergar Katrine usando as joias. - ...até porque a pilantrinha é cria da príncipe Camarilla Kate Emeri. Acredito que o sangue dela será um excelente pagamento pelo trabalho, o que acha disso?


*+1 Força de Vontade - Comportamento

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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Ury Wayne em Dom Jun 05, 2016 1:31 pm

Os afortunados trocam vez ou outra as mãos à natureza. Imiscuído nos ínclitos atributos do capitalismo, não enriqueci apenas da esfera jurídica, mas sim da simbiótica relação desse conhecimento com aptidão para o mercado financeiro.

É bem verdade que o legado de meus pais em muito me ajudou, mas isso não me furta os louros próprios. a aptidão quase vocacional para o sucesso financeiro é notória em mim.Se mantiver a atenção sobre mim por um segundo logo perceberá, a excelência do caminhar, o corte refinado dos trajes, a expressividade majestosa, o ar fidalgo, tudo isso faz transcender minha origem atavicamente aristocrática.

Há, entre os não vivos, aqueles que não entendem a essência do dinheiro, ignoram as infinitas possibilidades dessa criação humana. Confesso que esse apedeutismo, se disseminado, exortaria ainda mais uma visão sabática, entretanto, particularmente, ser-me-ia vantajosa. Afinal, o monopólio sempre foi o nirvana do capital.

Os mortais extremamente excitados em nada influíam no meu taciturno modo. Recolho o bilhete-convite, confiro mais uma vez o nome do remetente, admiro a exterioridade faraônica do teatro, e me dirijo aos seguranças na entrada.

- Boa noite! Me chamo Chiovenda, a senhora Kate Emeri me aguarda, poderia avisá-la de que estou aqui, por gentileza?

A verdade é que eu só vim a aprender o valor da cortesia mais tarde depois de perceber o poder do diverso, num mundo cafajeste, a urbanidade continua áurea. Todavia, aprendi menos por gosto que pela utilidade intrínseca à cordialidade.

"Fazer outrem pensar que a servidão é virtuosa foi o grande trunfo da religião".
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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Lord_Suiciniv em Dom Jun 05, 2016 6:32 pm

Após fazer o buraco na parede, fico surpreso, não esperava conseguir fazer aquilo, estava, estou furioso, sim isso é um fato, mas não queria abrir uma passagem a força para o quarto ao lado, por tanto retiro meu braço, cravejado de lascas de madeira, do buraco e olho para o outro lado, com uma expressão de arrependimento.

- Desculpem, senhor, senhora, não tive a intenção de assusta-los, apenas estava demonstrando para os meus amigos aqui, que a parede estava podre, e que qualquer coisa poderia quebrar essa madeira, peço perdão. - Fingia um sorriso amigável o melhor que eu podia e então saio de perto do buraco.

Ao perceber que Klaus já estava desperto, falo com ele, tentando conter o melhor possível a minha raiva. - Klaus, olhe para o estado deles, não vamos deixar isso ficar assim, foram os malditos naquela loja de conveniência, eles vieram atrás de nós, e agora nós vamos atras deles. - Eu não falava em tom de sugestão, falava em um tom de afirmação, nós iriamos dar um fim nos malditos, por questão de honra.

Eu então tomo uma decisão que possivelmente iria me arrepender depois, mas não conseguia ver meus amigos naquele estado, todos destruidos e também não sabia como Klaus fazia aquilo, para faze-lo eu mesmo. - Cure-os, por favor... - Aquelas palavras tinham um gosto amargo em minha boca, pois eu sabia o que isso significava, que eles poderiam se perder mais ainda para as vontades daquele maldito vampiro, mas eu não tinha outra escolha, eram meus amigos afinal de contas.
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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Rian em Ter Jun 07, 2016 11:13 am

Lincoln; PS: 10/12; Força de Vontade: 8/8 ;Vitalidade: ok



A mulher parava de gritar ao ouvir a explicação de Lincoln, mas continuava assustada, se escondendo atrás do marido. Este por sua vez, disfarçava o revólver em sua mão. Ele estava com medo, mas parecia querer demonstrar que tinha o controle da situação.

- Klaus, olhe para o estado deles, não vamos deixar isso ficar assim, foram os malditos naquela loja de conveniência, eles vieram atrás de nós, e agora nós vamos atras deles.

Klaus observava os amigos de Lincoln, que estavam com cara de paisagem após ver o buraco que o vampiro abrira na parede. O ancila ainda estava atordoado e aos poucos se recuperava do sono diurno. Os amigos de Lincoln se adiantava, tentando acalmá-lo:
- Ei parceiro, relaxa! Nós estamos bem. Por estranho que pareça... a gente tá se recuperando bem rápido! Dizia Arroto, e Fusível confirmava.

- Olha, eu  não posso curá-los assim... não é tão simples. Talvez no máximo eu possa acelerar o processo...  Mas não aqui... dizia olhando para o casal no outro quarto. - Muito bem, vamos pegar nossas motos então né!?...

- Klaus! Eles levaram nossas motos. Dizia Fusível. O vampiro já estava quase saindo pela porta quando para repentinamente feito uma estátua...
- Eles.... eles o quê? Aaaaaaaaaaaaaaaaaah!! O vampiro também ficava nervoso. Fusível e Arroto ficavam com medo. Agora tinha dois monstros nervosos dentro daquele quarto.

Klaus ia até o buraco que o neófito tinha feito e falava com o casal:
- Meus amigos... precisamos do carro de vocês emprestado. Poderia nos fazer essa gentileza?

O homem guardava o revólver na mala e depois caminhava normalmente com um sorriso no rosto até Klaus entregando a chave pelo buraco. A mulher ficava sem entender por que ele fazia aquilo: - Mas... querido?!

- Obrigado! Dizia Klaus de uma forma sarcástica enquanto caminhava para a porta. - Então, vamos atrás dos nossos amiguinhos? Ao que parece Klaus estava preocupado não com Arroto e Fusível, mas sim com sua moto.

No estacionamento eles encontravam o carro do casal:


- Vamos lá... Klaus entregava as chaves para Lincoln o olhando com um sorriso enigmático no rosto. - Encontre-os.

Klaus rolou 4 dados de 10 lados com dificuldade 4 para transe que resultou 2, 5, 5, 3 - Total: 2 Sucessos

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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

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