Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Rian em Dom Ago 14, 2016 1:09 am

Lincoln; PS: 06/12; Força de Vontade: 7/8 ;Vitalidade: ok

A moça conduzia Lincoln por corredor que passava por vários ambientes e por fim chegavam a uma porta de madeira, bem discreta. Ao abrir a porta Lincoln via que estava em um quarto. Ele era escuro e não tinha janelas. Embora havia um enorme guarda roupa antigo que ia do chão até o teto em um dos lados da parede, não havia camas e sim 04 caixas de metal colocadas uma ao lado da outra.
- Elas trancam por dentro e durante o dia o acesso a esse lado do prédio só é permitido a funcionários que trabalham para os "Membros".

A mulher saía e deixava Lincoln a sós com os seus pensamentos e os seus próprios monstros....

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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Lord_Suiciniv em Dom Ago 14, 2016 1:20 am

Ficava surpreso ao não ver camas naquele recinto e sim 4 caixões, tipico de vampiros da modernidade humana. Ficava decepcionado com aquilo, Como eu não tinha bagagem pra guardar nos armarios, simplesmente vou até um dos caixões e o abro, verificando seu interior. em seguida eu fechava a tampa e me sentava em cima daquela caixa enorme, cruzando os braços enquanto encarava um ponto qualquer do quarto.

Hoje foi um dia terrivel, 5 pessoas morreram por minha causa. eu nunca imaginaria algo do tipo acontecendo em minha vida. A pior parte de tudo é que aquilo não estava me abalando como deveria abalar, eu olhei nos olhos do mendigo que me implorava sua vida e puxei o gatilho sem pensar duas vezes, eu nem mesmo pensei em não atirar. O que estava acontecendo comigo? Estou nesse mundo a dois dias e ele já me mudou tão drasticamente. Me pergunto como está o estado da alma dos vampiros mais antigos como o Marcel, a Kate, o William e o General, negras como carvão sem sombra de duvidas, não é atoa que nossa especie despreza tanto os humanos.
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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Rian em Dom Ago 14, 2016 10:42 am

Lincoln; PS: 05/12; Força de Vontade: 8/8 ;Vitalidade: ok


O vampiro acordava. Era uma prova concreta de que ele tinha conseguido atravessar o período diurno intacto. Ao que parece, ninguém tinha atentado contra sua não vida. Ele destranca o esquife e levanta a tampa, como um morto vivo que levanta de sua tumba para infernizar a vida dos pobres mortais. Dados os últimos fatos, era mais provável que o vampiro se levantava do seu leito para ceifar novas vidas. Afinal, era aquilo que ele tinha feito nas últimas noites. Levado a morte aos mortais que se aproximavam dele. Uma figura estava sentada numa cadeira próximo ao cainita. Era Marcel.

- Enfim acordou, hein! Pensei que não ia mais. Você já está dormindo como os vampiros velhos da nossa seita. Venha, a príncipe o aguarda. Está havendo um conselho sobre os últimos fatos da cidade.
Então Lincoln repara que ele havia dormindo bastante. Um bocado da noite já tinha se passado com ele dentro do esquife. Cada noite que se passava ele acordava mais tarde. Ao que parece, muita coisa já tinha acontecido naquela noite enquanto o vampiro dormia. O neófito seguia o Zelador. Eles percorrem o mesmo caminho que Lincoln fizera na noite anterior até entrar no mesmo grande saguão. Antes de entrar, Marcel dizia para Lincoln:

- Desculpe, não pude fazer nada... Eles saberiam que teria sido eu. Sim, eu não posso fazer nada.. eles saberiam que teria sido eu... Havia um semblante de decepção no rosto do vampiro.
O lugar estava bastante movimentado. Havia muitas pessoas. Assim que Lincoln entra todos olham para ele. Kate então pedia que Lincoln ficasse no centro do salão. E começava a falar:

- Senhoras e senhores. Este é Lincoln Duarte Nóbrega, do clã Brujah, cria de Klaus. Lincoln, alguns aqui você já conhece. Dizia a príncipe se referindo a ela e aos vampiros que o neófito já tivera contato.
Kate então aponta, mostrando para Lincoln algumas personalidades. Havia uma criança mimada, uma menina de aproximadamente 8 anos. Era cria de Kate.

menina vampira:

Ela também apresenta duas harpias. Um homem com traços latinos e afeminado, bem como uma mulher, bonita, com traços europeus, ambos do clã Toreador. Também estavam presentes a primógeno Ventrue, uma mulher com aparência mais velha, no entanto vestida socialmente da mesma maneira que William, além de alguns mortais que deixavam o salão por ordem do Senescal que cochichava em seus ouvidos e pareciam aguardar do lado de fora. Além desses estava presente o primógeno Brujah, o homem velho que Lincoln tinha conhecido na noite anterior. Entretanto, por algum motivo ele evitava olhar para o neófito. Por fim também estava presente Makoto Misuhara, um algoz também do clã Toreador. Ele encarava Lincoln de uma forma provocante.

Por fim, a príncipe continuava:
- Todos sabem porque estamos aqui. Tragam ele! As portas do salão se abriam e Klaus entrava acompanhado por uma mulher que seguia atrás dele. Era a mulher que havia ligado para Kate, quando Lincoln estava preso na viatura.
- Obrigado por escoltá-lo, xerife! Agradecia Kate.
O semblante de Klaus estava pesado e melancólico. Ele parecia muito exausto como se estivesse sem dormir há 3 semanas. Escutava-se vários murmúrios dentro do salão. O primógeno Brujah começava a emanar uma fúria passional. Começava-se uma discussão generalizada e várias pessoas falavam sobre Klaus ou o que ele teria feito
- Controle-se, Primógeno! Ordenava Kate. Ela era muito menor que o homem, no entanto os olhos da príncipe estatelavam em direção ao Brujah, como se sua ordem fosse inquestionável. A xerife obrigava Klaus se ajoelhar na frente de Kate. William chegava próximo a Lincoln e cochichava em seu ouvido.
- Que ironia do destino. A xerife também é do clã Brujah. Acho interessante quando temos que temos que renunciar a algumas coisas em nome do bem maior da Camarilla.

- Silêncio todos! A Camarilla de Glover City decidirá agora o destino de Klaus... Ela três passos para o lado. Lançava um olhar altivo sobre Lincoln. E completava:
-....De de Lincoln Duarte Nóbrega! Caçada de Sangue, Morte Final, ou penitência?
Lincoln sentia suas pernas bambearem e ele caía de joelhos. Era a xerife pressionando o pé atrás do joelho do neófito!


Última edição por Rian em Dom Ago 14, 2016 11:25 am, editado 2 vez(es)

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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Winterfell em Dom Ago 14, 2016 10:44 am

Era um Mercedez Benz, observo o exterior e também o que consigo do interior. Limpo por fora, por dentro e provavelmente novo também. começo a pensar Pode ser roubado, alugado ou próprio... Logo noto mais um sedã de luxo, idêntico e estacionado não muito longe dali. Hum ... então parte do bando já estava na igreja e o resto chegou agora. alem disso Dificilmente um Sabá pagaria tanto por algo que pode roubar, comprar pelos meios "legais" não era muito a "vibe" do Sabá. como é mais difícil encontrar carros iguais pra roubar, provavelmente são alugados mesmo. Observo o outro carro, também olhando em seu interior e pegando sua placa. (Tenho a placa de ambos então)? Ate porque, carros assim vem com um bom alarme de fabrica e muitas vesses também podem ser rasteados em caso de roubo. Alem disso, Cofiro melhor o lado do motorista. não tem qualquer sinal de arrombamento aqui. Afinal mesmo podendo "ficar imateriais", os tinha visto usar a porta. Portanto deviam ter as chaves. Termino de checar os veículos, voltando para meu "estande de observação" por segurança. (Um lugar que me de boa cobertura e mais próximo, de onde com meus sentidos aguçados conseguiria ouvir o que disserem quando retornarem para seus veículos). Então seguindo as placas, devo chegar a alguma locadora de veículos e se conseguir os dados de aluguem no cadastro, devo chegar a algum lacaio, carniçal, ou mesmo algum barril qualquer ao qual eles tenham dado fim e se aproveitado dos documentos. Os carros não eram mais tão importantes, O principal aqui é; por que diabos estão entrando "desta forma" toda particular em vez de simplesmente usar a porta. A resposta inclusive parecia bem obvia. Deve estar rolando algo lá dentro e eles são o "reforço". Se essa igreja fosse o convento do bando deles, não teria porque entrar dessa forma espetaculosa. Na verdade seria ate contra indicado. Agir assim mostra que querem ter vantagem ao entrar lá, e se precisam ter vantagem, devem esperar problemas. Concluo ao analisar com o que tenho.

Problemas com a Bastarda? Tento ouvir algo, enquanto observo a fachada da igreja com muita atenção e foco. (Desde que eles entraram na igreja, consegui ouvir qualquer som vindo de seu interior ou mesmo ver algo suspeito externamente em sua fachada)? Alem de olhar pelos arredores, vendo se não havia outros (Lacaios, Carniçais e Cainitas da Camarilla) rumando para a igreja. (Para um possível confronto ou mesmo emboscada na catedral). Ou pior. (Mesmo alguem vindo em minha direção).
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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Lord_Suiciniv em Dom Ago 14, 2016 11:41 am

Quando eu acordo sem saber que horas eram, percebo que Marcel já estava me esperando e pelo comentario dele, tenho a confirmação de que eu havia afundado mais ainda em direção a besta, o quão humano eu ainda era? Eu já não sabia mais, mas não me sentia muito humano ultimamente. Não depois de tudo que eu fiz nas ultimas noites.

- E eles estão me esperando pra realizar o concelho? Um mero neofito? - Achava aquilo estranho, ao mesmo tempo me sentia importante por tamanha consideração, e ao mesmo tempo sentia que havia algo errado com aquilo, mas mesmo assim acompanho Marcel sem problemas, caminhando a passos firmes.

- Desculpe, não pude fazer nada... Eles saberiam que teria sido eu. Sim, eu não posso fazer nada.. eles saberiam que teria sido eu...


Após o comentario de Marcel tenho certeza que havia alguma coisa errada com esse concelho, marcel também me confirmava que ele era o elemento social mais fraco que eu tinha encontrado, talvez ele seja o apenas um peão, alguém que estava naquele cargo apenas por conveniência e por ser facil de ser manipulado.

Eu olho em volta e reconheço alguns rostos conhecidos, incluindo o primogenito, que estranhamente não quer olhar para mim, como se quisesse esconder que me conhecia. Alguma coisa estava errada nisso tudo. Todos estão me olhando como se eu fosse alguém importante, essa não é a recepção que Klaus havia me dito que os poderosos dão para os pequenos. Era quase como se eu fosse o motivo desse concelho.

Nesse momento eu percebo que havia ali toreadores demais, e que com exceção do primogenito ventrue, havia apenas Brujah e Toreador, bem como me lembro que alguém tinha me dito a respeito da richa entre os dois clãs na cidade. Puta que pariu, é claro, isso aqui era um espetaculo, para fomentar a richa dos clãs. Kate não convocaria tudo isso para favorecer o clã Brujah, não faria sentido, a vagabunda ficou com raiva de ter que me ajudar ontem a noite, e decidiu me usar para demonstrar sua superioridade em cima dos Brujah, eu sou apenas uma peça no tabuleiro dela, eu não importo, o que ela quer mesmo é colocar o General em seu lugar.

Em seguida, a principe fala e eu vejo Klaus entrando, bom, sendo arrastado para dentro da sala pela Xerife. Fico bastante surpreso com isso, e arregalo meus olhos, pois acreditava fortemente que ele havia sido morto, noite passada, pela expressão dele, parece que ele não foi morto, mas sim capturado e colocado em uma cela de prisão, talvez torturado. Se o que eu estiver pensado for verdade, a situação não está nada boa. Eu olhava para os lados verificando a expressão das pessoas presentes. Aparentemente todos sabiam o que estava acontecendo menos eu. Pelo menos o General não concorda com isso, embora esteja em uma posição de desvantagem, posso encontrar nele um aliado.

Eu fazia um esforço herculeo para esconder a minha ira naquele momento, eu tinha sido tão idiota, cai direitinho nas manipulações daquela vadia, ela provavelmente sabia que eu deduziria que aquele pó pertencia a Klaus, provavelmente era apenas pó. Ainda fez com que eu realiza-se o seu trabalho sujo. E ainda tinha aquele pinguim maldito que estava se divertindo muito com aquela situação. Eu ouvia seu comentario e ignorava a provocação, não daria aquele gosto ao maldito. Preciso definitivamente escolher melhor os filhos da puta que me cercam.

A principe começa a falar e eu tenho certeza do que eu tinha imaginado antes, aquilo tudo não passava de um teatro, para fomentar a superioridade do clã toreador sobre o clã brujah, ela provavelmente havia decidido isso já na entrevista com Klaus, e me usou para o seu trabalho sujo apenas pra ser conveniente. Por que ela podia, para se beneficiar ainda mais com nós dois. Vagabunda do caralho.

Eu sinto minha perna ceder e eu imediatamente caio de joelhos, olho para tras lançando um olhar de decepção para Xerife, " você concorda com essa palhaçada?" era o que eu tentava dizer com meu rapido olhar, enquanto volto a olhar a para a frente com um olhar serio, novamente tentando esconder a furia ardente que queimava minhas veias.

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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Rian em Dom Ago 14, 2016 12:37 pm

Lincoln; PS: 05/12; Força de Vontade: 8/8 ;Vitalidade: ok




Lincoln finalmente compreendia quem era quem naquele jogo sujo e corrupto de poder. Ele acreditava que tudo foi uma grande conspiração para que a príncipe tirasse vantagem em cima do clã Brujah. A “vadia” fazia um sinal e uma mulher, de terno social, provavelmente uma carniçal ia até a frente de todos ao lado de Kate. Ela tinha um tablete grande na mão, quase do tamanho de uma TV. A príncipe assentia. E a mulher colocava um vídeo gravado para rodar.

- O que vocês verão agora é uma notícia que saiu em todos os jornais locais de Glover. Ah propósito, em nome da Camarilla ainda irei descobrir quem está no controle das mídias desta cidade. Mas isso não vem ao caso agora. O que interessa é que esta notícia foi veiculada no dia em que Klaus e Lincoln chegaram.
O vídeo mostrava uma reportagem de um jornal:

"- Boa noite! Na manhã de hoje uma mulher foi encontrada, em coma, no End Night Motel, localizado próximo à auto-estrada W153, principal via de acesso à cidade. Os funcionários acionaram o número de emergência 911. Ela foi levada de ambulância para o hospital onde está internada recebendo transfusão de sangue, pois segundo os médicos a mulher estava com apenas metade da quantidade de sangue no corpo e morreria em poucas horas se os funcionários não tivessem acionado o socorro. Vamos ao vivo agora ao Motel End Night onde falaremos com a repórter Jenifer Secada que tem mais informações sobre o caso. Jenifer:
Jenifer: - Boa noite Samantha, boa noite telespectadores. Estou aqui ao vivo com Ambrósio Dominguez, o funcionário que encontrou a mulher. Dominguez, poderia contar aos nossos telespectadores o que houve:
Dominguez: - Ela é uma garota de programa que trabalha aqui perto, às vezes vinha aqui dormir com algum cliente e já tinha passado uma hora desde que o cliente dela tinha ido embora e ela não deu sinal, então abri a porta e vi que ela estava desmaiada. Mas ela não estava machucada, não tinha nenhum ferimento, em lugar nenhum...
Jenifer: - Muito obrigado dominguez! Samantha é com você!
Samantha: - Obrigado Jenifer! A câmera volta para o estúdio. - A polícia informou que está investigando o caso e está tentando localizar o último cliente de Penépole De La Cruz, a garota de programa e está aguardando a mulher recobrar a consciência para colher mais pistas sobre esse misterioso caso. A polícia também negou que esse caso tenha a ver com os ataques de raiva, que é apenas um incidente isolado..."


O vídeo parava Kate se colocava a frente novamente.
- Senhoras e senhores, um dia depois a puta que este infeliz sugou recobrou a consciência e ajudou a polícia a elaborar um retrato falado. Lynda, coloque o segundo vídeo!
A segunda reportagem na TV mostrava o desfecho do caso do End Night Motel.

"Repórter: - E vamos agora com as últimas notícias sobre o caso do End Night Motel. A vítima Penélope Cruz passa bem após o cuidado da equipe médica liderada pelo Dr. Kawazaki. Hoje a polícia foi até o hospital e fez o retrato falado do homem que teria sido o último a ter contato com ela.
Em seguida a imagem do Lincoln aparece nas telas dos jornais e a repórter continua:
- Quem tiver informações sobre este homem pode entrar em contato com nossa produção ou ligar para a polícia.
A reportagem terminava e Kate se colocava a frente novamente."


- Caros Membros. Agora, não é difícil imaginar a quantidade de caçadores de vampiros que neste momento estão se dirigindo para cá ou já estão em nossa cidade colocando nossa existência em risco. Não podemos permitir que uma criança da noite coloque nossas existências seculares e o futuro da Camarilla em cheque. Ontem mesmo eu tive que gastar uma carta com o chefe de polícia local para mover resgatar esta criança da polícia. Se não fosse a intervenção deste principado hoje teríamos em todos os jornais a notícia de que alguém tinha virado cinzas dentro da delegacia com o amanhecer.

Kate dava uma pausa. Os vampiros começavam a murmurar. Uns com medo outros dizendo que Lincoln e Klaus deviam ser destruídos. – Silêncio! Dizia Kate. – Isto não é tudo! Lincoln ainda me revelou o verdadeiro motivo de ele e Klaus estarem em Glover. Eles vieram tramar contra Hendric, o ventrue que atendeu ao meu chamado para nos ajudar contra os caitiffs que estão rasgando a máscara na cidade.

William se colocava ao lado de Kate dizendo: - É verdade. Eu fui testemunha. Esses dois vampiros só vieram nos trazer problemas.
- Morte Final! Bradava a primógeno Ventrue. Vários vampiros acompanhavam em coro a prímógeno. O General, irritado, deixava o local batendo empurrando os carniçais que estavam na porta enquanto dizia. – Eu não vou participar disso. Seu descontentamento era evidente.



William clamava:
- Máximus, Vossa Alteza não terminou!
Sem olhar para trás e sem hesitar o primógeno Brujah retrucava: - Me obrigue!



William rosnava, ficando nervoso. No entanto a mão esquerda de Kate repousava em seu ombro, contendo o Senescal. – Não precisamos. Ele é minoria.

Kate então se voltava para Lincoln e Klaus.
- Mas como Lincoln ainda é uma criança da noite, Klaus é responsável por todos os seus atos. Sendo assim, em nome da autoridade que me foi conferida, eu sentencio Klaus ao nascer do sol no fim desta noite! Kate dizia com um olhar imperativo, e sua decisão era seguida de aplausos.

Lincoln via que Klaus sofria sozinho e calado. Lágrimas de sangue começavam a gotejar próximo às pernas do vampiro.
- E quanto a você Lincoln?! O que acha que deveríamos fazer e porque não deveríamos acorrenta-lo no telhado do Elísio juntamente com Klaus? Me dê um único motivo para não fazer isto! Interrogava Kate com um olhar frio e distante.

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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Rian em Dom Ago 14, 2016 1:01 pm

Marko Cerveni Obertus, PS: 08/11; Força de Vontade: 7/7 Vitalidade: ok


Marko começava a formar suas teorias do que seria aquele episódio. Poderia ser um bando sabá? Ele anotava a placa do outro carro e checaria posteriormente. Curioso o vampiro olhava o interior do outro sedã. O vidro escuro e a noite dificultava as coisas. No entanto, havia um pedaço de papel anotado e deixado embaixo do painel do veículo. Levava um tempo até que o Tzimisce conseguisse compreender o que estava escrito. Ele consegue extrair duas importantes informações. Eram dois endereços. Um pelos cálculos do vampiro era o endereço da igreja. Contudo, o segundo endereço... o segundo endereço era o endereço do apartamento de Mary!

Poderia estar acontecendo algo dentro da igreja? Ele tenta captar todas as impressões sensoriais que pudessem vir da igreja ou de entro dela. No entanto, não conseguia nada. Talvez estivesse muito longe para escutar alguma coisa. E ainda havia as interferências vindas de outros lugares. Enquanto o cainita espreita entre os túmulos ele vê algo: Uma pessoa, um homem magro, uma aparência quase raquítica de tão magro, surgia do nada atrás de uma árvore que ficava em frente a uma residência dois lotes ao lado da igreja. Era como se ele estivesse ofuscado e de repente se revelasse. Ele caminhava normalmente e ao chegar ao lado do Mercedes que tinha acabado de estacionar, "disfarçava" e mordia em um dos pneus, que ficava do lado do cemitério. Desta forma ele ficava escondido atrás do carro para quem estava na igreja e ficava de costas para Marko. Ele caminhava até o outro sedã sorrateiramente e fazia o mesmo.

Sem saber que estava sendo notado o homem deixava o local e voltava para a árvore novamente, onde ficava escondido. Entretanto, Marko ainda podia vê-lo observando a igreja e os veículos. Um sorriso sádico estava estampado em sua face.

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Marko rolou 5 dados de 10 lados com dificuldade 7 para bisbilhotar carro que resultou 9, 3, 10, 2, 5 - Total: 2 Sucessos
Marko rolou 5 dados de 10 lados com dificuldade 6 para percepção + prontidão que resultou 2, 8, 10, 9, 1 - Total: 2 Sucessos

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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Lord_Suiciniv em Dom Ago 14, 2016 1:36 pm

Enquanto eu assistia a reportagem, tudo ficava claro, aquela prostituta do motel, aparentemente eu tomei sangue demais dela e o caralho daquela mulher tinha ido parar no hospital, na epoca eu pensava que estava fazendo bem, deixando-a viver, arrumando um quarto de motel, para deixar seu corpo, alem do mais eu ainda paguei pela transa e a deixei dormindo na merda do quarto. Eu pensava que havia agido com cautela na epoca. Mas agora, eu simplesmente me arrependo de não ter feito como Klaus e a deixado morta em algum beco qualquer da cidade. Maldita vagabunda.

Minha expressão era seria e eu começava a pensar no que eu iria fazer, poderia argumentar que eles não tem qualquer prova que eu tenha feito qualquer coisa a ela, os mortais quero dizer, e nem que houve atividade vampirica nisso, a situação poderia ser resolvida alterando o historico medico dela para que ela tenha casos de anemia, isso não iria atrair caçadores, pessoas com anemia é algo normal.

A vagabunda não calava a boca, e ainda expunha o que eu havia dito sobre Klaus e Hendric, isso seria um problema, mas eu sempre fiz questão de me afastar desse plano de Klaus, talvez eu ainda consiga me safar utilizando essa carta, quanto a Klaus, ele provavelmente já está morto, desde ontem como eu imaginava, alem do mais ele é maldito que me arrastou pra essa confusão, eu não devo nada a ele, até ante ontem eu mesmo estava pensando em jeito de acabar com ele.

A vagabunda Toreador confirma minha teoria, de que Klaus já estava morto, devido a seus crimes, mas ela está me dando a chance de salvar a minha propria pele. Isso é bom, eu ainda tenho uma chance, posso usar a situação atual da cidade a meu favor, bem como a briga entre os toreador e os brujah para me salvar, talvez eu saia com um laço de sangue, espero que não, mas é melhor que ver o sol nascer, junto de Klaus, nós dois não precisamos morrer aqui. A ira do general poderá reforçar o meu argumento.


Eu fecho meus olhos por alguns segundos, respiro fundo, tentando apagar a ira dentro de mim e em seguida fico de pé, se me for permitido pela Xerife. - Primeiramente, gostaria de dizer que agradeço a oportunidade de fala me dada por vossa majestade e pelos caros membros deste pequeno concelho. Segundamente, eu gostaria de apontar que baseado nessas reportagens, o que os mortais tem contra mim é meramente circunstancial, a garota foi encontrada sem nenhum machucado, deitada na cama do quarto, confortavel, como se estivesse dormindo. Eu também paguei normalmente o quarto do motel assim como o programa. Eu sei bem que esse não é o costume de nossa especie, pois bem. Apresento a solução do problema, façam com que o historico da garota conste que ela sofre de anemia, ou que algum membro de sua familia sofra, anemia é hereditario, é convincente que ela tenha herdado esses traços e ele apenas se manifestado agora. Isso não irá atrair nenhum caçador de vampiros para vossa cidade. Meu retrato falado apenas me coloca como ultimo cliente dela, se o nobre senescal implantar na memoria dela que eu realmente fiz sexo com ela, eu serei tão culpado quanto qualquer outro cliente que ela teve naquela noite. - Eu falava seriamente, olhando para todos os presentes, diretamente para cada um deles, por não mais que alguns segundos, antes de mudar minha atenção para outro membro.

- Terceiro, o motivo de vossa majestade ter precisado me tirar das garras da policia noite passado, foi unica e exclusivamente por que eu estava fazendo um serviço voluntario para a camarilla local, fui eu quem evitou que o caitiff virasse pó numa delegacia local qualquer quando o sol nascesse, e eu fiz isso a seu pedido, majestade, apenas aconteceu de eu não ter tempo de sair do local antes da policia chegar. Bem como gostaria de lembra-la da nossa conversa particular em seu carro noite passada. - Eu falava aquilo, olhando diretamente para Kate.

- Quarto, se nada disse convencer aos nobres membros do vosso concelho, gostaria de lembra-los da reação de Maximus, e pelo que eu soube a situação entre os nobres clãs Brujah e Toreador, nesta cidade não é das melhores. - Exatamente por isso essa palhaçada está acontecendo, a vagabunda quer reforçar o poder sobre o clã!! - Não será bem recebido que dois membros do clã Brujah sejam destruidos, por um motivo pequeno, que pode ser facilmente resolvido com algumas ligações, bem como por ideias que não foram, e nem vão ser colocadas em pratica. Por outro lado, se vidas forem poupadas esta noite, isso pode servir como exemplo da famosa generosidade de vossa majestade. Criando o efeito contrario, acalmando os animos entre os clãs. Eu imagino que uma guerra civil entre dois poderosos clãs da Camarilla, não é algo que ninguém quer ver acontecendo, ouso dizer que seria uma brecha na armadura da nossa honrada Seita, uma brecha que o Sabbath muito provavelmente irá aproveitar. - Eu fecho a boca, finalmente e olho ao redor, esperando para ver a reação dos presentes. - Isso é tudo. - Eu faço uma reverencia aos presentes e retorno a minha posição de joelhos ao lado de Klaus, torcendo para que eu tenha convencido os filhos da puta presentes a não me matarem.

Off: uso fdv nesse discurso para salvar minha vida.

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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Rian em Dom Ago 14, 2016 3:16 pm

Lincoln; PS: 05/12; Força de Vontade: 8/8 ;Vitalidade: Escoriado


Existia algo a mais então. Lincoln se lembrava da puta que ele havia contratado, do cuidado que havia tomado e descobria que não tinha sido suficiente. Talvez a preocupação do vampiro em proteger a mortal complicara sua situação e a de Klaus de forma astronômica. O vampiro descobria que naquele mundo sombrio as almas boas eram as primeiras a encontrarem um fim. Talvez uma própria forma do destino de evitar que as boas pessoas se corrompam ou sofram neste mundo das trevas. O motoqueiro agora sabia que ser impiedoso não era uma opção e sim uma questão de sobrevivência.

Lincoln recebe permissão para se levantar. Ele defende sua causa com paixão. Faz a sua defesa e expõe o seu ponto de vista e como seria relativamente fácil lidar com a situação. Os vampiros cochichavam entre si. Uns balançavam a cabeça afirmativamente outros negativamente entre si. No entanto, só uma pessoa ali poderia decidir o futuro de Lincoln. Kate Emeri. A dama de ferro que era conhecida por sua conduta rigorosa com as infrações à Máscara. Kate permanecia estática, fitando o Brujah. William sorria sadicamente. Era como se ele torcesse pelo fim do neófito. Ao lado da primógeno Ventrue, Lincoln percebia que ele também era um Ventrue e certamente ele tinha avisado no mesmo dia a Hendric sobre o plano de Lincoln e Klaus. Marcel permanecia inquieto andando para um lado e para o outro com sua bengala falando sozinho, coisas que ninguém podia ouvir. Era como se ele estivesse empolgado com o discurso de Lincoln. O algoz Donnald olhava Lincoln e ria sozinho, balançando a cabeça negativamente. Ele fechava o punho como se desejasse destruir o neófito. Parecia ser um típico novato sedendo por mostrar seus serviços e abanar o rabo para a príncipe como um bom cão que ele era.

Quando Lincoln falava da rachadura que o choque entre os clãs Toreador e Brujah poderia provocar os murmúrios tomavam conta da sala. Havia neófitos dos dois clãs ali, bem como um ou outro ancila dos clãs Brujah e Toreador. Os Brujahs começavam a se exaltar dizendo entre eles que não poderiam permitir a morte de mais dois membros do clã. Contudo, o fato da prostituta pesava sobre Lincoln e isso era motivo de discussão entre eles mesmos.

Kate então pedia silêncio. Ela esperava calada até que o último cessasse a conversa.
- Caros Membros. Não há dúvidas de que houve violação à Primeira Tradição. A própria Criança, embora tenha pedido perdão, admitiu o seu erro. Ela dava uma pausa olhando para todos e continuava. – Um príncipe deve ter autoridade, sabedoria e clemência. Clemência para perdoar um erro. Eu acho que a Criança merece sim o perdão... Dizia ela caminhado para um lado e para o outro. – Contudo, uma princípe também deve ter sabedoria para saber distinguir quando o perdão deve ou não ser concedido e guiar a comunidade para o futuro. Lincoln é um homem procurado por toda a polícia de Glover e prováveis caçadores. Sua existência é uma ameaça constante a toda nossa comunidade, ameaça ao nosso elísio, a mim, a vocês e a todos nós!

Ela permanecia em silêncio por um período maior. Retirava um colar com um pingente no seu pescoço e o segurava enquanto olhava para cima, como se tivesse tomando sua decisão.
- Portanto, pela autoridade que me foi concedida pela primigênie de Glover City e em nome da Camarilla e do Círculo Interno eu condeno Lincoln à Morte Final!

Aplausos apoiavam a decisão de Kate. O Algoz Donnald então retirava uma estaca de seu casaco e caminhava em direção à Lincoln. A xerife, por sua vez, em direção a Klaus. Neste momento Klaus olhava para Lincoln com um olhar que Lincoln nunca tinha visto em seu sire. Era como se num único gesto ele pedisse perdão a tudo que tinha feito com Lincoln e por ter mudado para sempre o destino do motoqueiro. Era como se por um instante Klaus voltasse a ser humano, humano como ele era antes de ser abraçado. Aqueles poucos segundos pareciam durar mais tempo. Era como se o tempo tivesse desacelerado enquanto durava a sintonia entre os dois Brujahs. As vozes dos outros ficavam mais distantes e os passos do algoz mais lentos. Klaus dizia algo para Lincoln. Sim, ele sussurava para Lincoln: “- Me perdoe! Viva por mim! Não morra aqui...”
Klaus fechava os olhos e os mantinham fechados por um instante. As lágrimas de sangue se intensificavam e escorriam em seu rosto... Até que...

...Até que os olhos de Klaus se abriam novamente. Contudo aquele ali não era mais aquele Klaus derrotado e abatido que estava prestes a morrer. Havia algo em seus olhos. Havia não só luz e esperança em seus olhos. Mas também havia fogo! Paixão! Ira! E compaixão, mas somente por uma pessoa: Lincoln. Ele então rugia como um leão:



- FUUUJA LINCOLLN!! Bradava ele fitando a sua cria. Todos os vampiros olhavam assustados como se tivessem sido pegos de surpresa. Lincoln não podia mais ver Klaus. Ele via apenas um vulto que ia até a xerife, dela para Donnald e de Donnald para William. Sons de dezenas de passos se misturavam com os sons de golpes, poderosos golpes que eram aplicados naqueles vampiros. Uma marca de soco surgia na roupa dos três vampiros. Os três flutuavam e de repente voavam para longe numa força e numa velocidade alucinante. A xerife caíra em cima de outros vampiros. Donnald fora arremessado contra a parede. Inúmeras trincas e rachados surgiam em suas costas, nas parede. William por sua vez fora atingido no estômago e voara para trás arrebentando a porta do escritório de Kate, onde ele caía debruçado. Gritos de se espalhavam pelo salão. Klaus aproveitara que ia morrer e resolvera infrigir todas as regras possíveis, pelo menos para salvar Lincoln.

O motoqueiro, não poderia ver mais nada. O quarto movimento era em direção a Lincoln. Parecia um soco. Um poderoso soco. Mas não era um soco para causar impacto ou dano. E sim um soco que empurrava Lincoln com uma força sobrenatural. A Potência e a Rapidez de Klaus eram incríveis! Lincoln voava para trás sentia o vento, como se tivesse caindo de um avião. Suas costas arrembentavam a porta dupla que estava atrás. Lincoln era arremessado com tanta força que parava já próximo à escada. Aquela escada por onde ele subira a primeira vez que chegara ao Elísio. Todos os quatro movimentos aconteciam quase ao mesmo tempo, por uma diferença ínfima de fração de segundo.



Na lembrança de Lincoln ficava o sorriso confiante de Klaus que olhava para Lincoln, dando adeus à sua cria, antes de ser mordido no pescoço por trás pela própria Kate e em seguida por vários outros vampiros até que seu corpo tomava uma coloração da cor do fogo e se tornava cinzas. No fim das contas, mais uma pessoa morria por causa de Lincoln. Entretanto, agora o neófito precisava lutar e/ ou correr por sua sobrevivência.


OFF: Você pode responder agora ou no próximo ciclo. Fica a seu critério.

Rolagens:
Lincoln rolou 3 dados de 10 lados com dificuldade 6 para manipulação + lábia que resultou 8, 2, 1 - Total: 0 Sucessos + 1FV = 1 Sucesso
Kate emeri rolou 9 dados de 10 lados com dificuldade 6 para carisma + empatia que resultou 5, 4, 1, 6, 5, 6, 4, 6, 2 - Total: 2 Sucessos


----------- Fim do capítulo 1---------




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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Baruch King, O Anjo Caído em Dom Ago 14, 2016 4:45 pm

Apenas um sorriso surgia no rosto de Joan quando Baruch dizia que eles estavam atrasados para a missa. Talvez ela tenha achado graça naquilo. O cemitério, do outro lado da mesma rua da igreja, parecia vazio, assim como a igreja.

-- Bom saber que, mesmo em um momento como esse, conseguimos ter um pouco de ''senso de humor'' - O Inquisidor sorria, com um certo entusiasmo.

- Deve ser porque você só tem olhos para Anne. Apesar de falar pouco, quando dizia algo suas palavras eram incisivas e demonstravam a dureza e a liberdade pela qual o Sabbá lutava. - Não se preocupe, não será a primeira vez que mataremos alguns infernalistas.

-- Eu tenho uma grande dívida com ela. - Ele respondia, voltando ao seu estado de espírito anterior. -- E também não será a última vez que faremos isso.

===

Não havia movimentação na Igreja, embora isso não tenha parecido estranho para o Inquisidor, afinal aquilo era uma armadilha, não era? Bem, aparentemente não. Algo estava, definitivamente, errado. Não havia Infernalistas, não havia clero, não havia fiéis, nem mesmo Anne. A Igreja estava sozinha, desolada, imersa na escuridão e silêncio. Baruch não sabia mais o que fazer, não havia ninguém, além dele e de Joan, ali. O Guardião não tinha mais pistas.

Ele não sabia mais o que fazer. Felix talvez pudesse ajudar, afinal Anne havia aparecido para ele. Felix havia visto a Inquisidora por último. Mas por que Felix? Anne sabia onde Baruch estava, se ela precisava de ajuda, saberia como contatar sua cria, a qual poderia chegar mais rápido que o carniçal. A desconfiança começava a rondar os pensamentos do Lasombra, somando-se ao que começava a parecer desespero.

Mas NÃO, ele não podia se entregar aos impulsos que o levariam ao fracasso, ele deveria controlar sua mente, como já havia feito antes, ao longo de tantos anos de luta. Ele tinha pensar como um caçador, rastrear, fazer o que seus templários sempre fizeram, fazer o que Anne havia ensinado ao Lasombra.

Baruch imaginava que Joan ainda estaria por perto, em forma de névoa, então ele, ainda em forma de Sombra começaria a rastrear. Pra começar, buscaria por rastros de cinzas - originados da destruição de Miguel - assim como qualquer objeto ou marca que pudesse ter sido deixado pelos Infernalistas, algum rastro de luta, qualquer coisa que pudesse indicar que Anne passara por ali, ou os Infernalistas.
[OFF: Se precisar, considere que estou pedindo um teste de Ocultismo pra identificar os objetos ou marcas deixados pelos Infernalistas, caso eu encontre algo]

Em seguida, Baruch deixaria a Igreja, ainda em forma de sombra, e iria em direção ao carro de sua mentora. Aproveitando-se de seu corpo imaterial, Baruch entraria no carro e procuraria por alguma pista, que pudesse ter sido deixada por Anne, e entraria, então, na mala do carro, procurando por alguma coisa.

Por último, Baruch sairia do carro e voltaria à sua forma humana. Ao recuperar seu corpo, ele manteria a mão hábil sobre sua espada, facilitando o saque, e sua outra mão sobre uma de suas pistolas. Então chamaria Joan.

-- Não havia nada. Encontrou alguma coisa ou alguém? - Ele dizia para a Templária -- Vamos para o cemitério, eles têm de estar em algum lugar.





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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Winterfell em Dom Ago 14, 2016 8:06 pm

... havia um pedaço de papel anotado e deixado embaixo do painel do veículo...Ele consegue extrair duas importantes informações. Eram dois endereços. Um ... era o endereço da igreja. Contudo, o segundo endereço era o endereço do apartamento de Mary!

Levo um tempo pra terminar de ler, pois a posição do papel e pouca luminosidade vinham dificultando, mas tão logo termino: Que porra! O primeiro devia ser esta catedral mesmo, mas o segundo é o apartamento da Mary! Meu refugio! Mesmo levando em consideração esse incidente com Fé em que ela atesta ter queimado um Cainita. Se fosse algo relacionado a ela, já teriam agido muito antes. Isso deve ter acontecido porque estou aqui. era coincidência demais e não acredito em coincidências. a maior possibilidade é que Porra alguém me viu! e seguindo esta hipótese, das duas uma; ou tinham me "sacado" e estavam atrás de mim, ou esse "John" tinha realmente se metido com cainitas de alguma forma e os problemas dele acabariam resvalando em mim e na Mary. Em qualquer das 2 hipóteses, estou sendo visado sendo por culpa minha ou por culpa deste "John", considerando o pouco que já vi das aptidões destes perseguidores, estava em "maus bocados". Ainda bem que descartei me revelar a eles. A probabilidade de uma "atitude idiota" como esta, resultar na minha morte-final parecia ainda mais provável agora. De qualquer forma meu refugio atual perdeu seu propósito. O propósito de um refugio é justamente ser um lugar seguro, o que o ape já não era, uma vez conhecido por estes Sabá. Droga e os 'intangíveis" chegaram aqui depois, se eles se separaram e haviam dois endereços é muito provável que os retardatários tenham vindo do meu ape. Isso era bem problemático .... Alem da chance de conhecerem John e consequentemente reconhecerem meu rosto Se a Mary não estava em casa tudo bem, devo ter apenas um apartamento arrombado. Agora se ela voltou antes deles passarem por lá perdi a carniçal consequentemente todo trabalho pra convencer e manipular a mulher, desperdiçado. Alem disso deixei a minha terra lá justamente por considerar o lugar seguro. A minha terra era terra romena, ROMENA! Puta que pariu! Se não conseguir a recuperar, não sei por quanto tempo vou conseguir me virar com o "potinho" que esta comigo. Que cacete! É realmente difícil encontrar abrigo nessa cidade.... De qualquer forma, se conhecem meu rosto e sou visado, continuar aqui ainda que oculto é perigoso demais. Claro que queria saber o que os levava a me procurar, mas o risco era muito alto e alem disso não sabia o que tinham aprontado no meu ape... Ainda que tenha de abrir mão do lugar e da barril recursos substituíveis no final das contas não posso abrir mão de meu solo de repouso diurno que precisava reaver o quanto antes. Meus sentidos não capitão nada na igreja. Droga! DROGA!

Enquanto ainda decidia se continuava ali ou se retornava ao apartamento.


... vê algo: Uma pessoa, um homem magro, uma aparência quase raquítica de tão magro, surgia do nada atrás de uma árvore que ficava em frente a uma residência dois lotes ao lado da igreja. Era como se ele estivesse ofuscado e de repente se revelasse. Ele caminhava normalmente e ao chegar ao lado do Mercedes que tinha acabado de estacionar, "disfarçava" e mordia em um dos pneus, que ficava do lado do cemitério. Desta forma ele ficava escondido atrás do carro para quem estava na igreja e ficava de costas para Marko. Ele caminhava até o outro sedã sorrateiramente e fazia o mesmo.Sem saber que estava sendo notado o homem deixava o local e voltava para a árvore novamente, onde ficava escondido. Entretanto, Marko ainda podia vê-lo observando a igreja e os veículos. Um sorriso sádico estava estampado em sua face.

Porra... esta é mais uma prova que a prevenção e precaução em excesso propiciam uma vida mais longa. Se tivesse relaxado e deixado de usar o véu de ocultamento (Ofuscação) uma única vez. Este puto teria me visto e acabaria sendo emboscado. Mas isso me deixava com outro problema. Quando eles saírem e encontrarem o carro assim, vão começar a procurar o causador disso e mesmo que estejamos os dois ofuscados, a minha localização é mais próxima e eles já me visão de qualquer maneira. Resumindo: A situação podia ficar bem ruim, muito rápido. É arriscado demais continuar. (Natureza: sobrevivente e inteligência 4 analítico). O mais discretamente possível (e ainda ofuscado), começo a sair de lá. Me afastando mais e mais até voltar as redondezas do apartamento de Mary. Vou ter de descobrir como chegaram até mim, mas isso pode esperar um pouco agora. Por enquanto a prioridade é avaliar o dano ao meu patrimônio (Sim estou tratando tanto o apartamento, quanto Mary como bens). Reaver a terra e me evadir. Afinal precisaria encontrar outro local para ficar ... novamente....

Ao chegar aos arredores do prédio, paro discretamente e observo meus arredores, atentando-me principalmente para o prédio e seu entorno. (Tento notar qualquer coisa diferente, ou mesmo alguém me observando ou espreitando).
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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Rian em Seg Ago 15, 2016 11:39 am

Baruch King, O anjo caído; PS: 12/15; Força de Vontade: 6/7; Vitalidade: ok


Baruch procurava por qualquer vestígio que pudesse relacionar com uma luta com algum infernalista. Porém a igreja parecia limpa e vazia. Sem opção, o cainita volta para o carro de sua mentora a procura de qualquer pista que ela tinha deixado. O carro parecia intacto. Não havia nenhum recado, nada fora do lugar. Exceto por um detalhe: o pneu dianteiro do lado do passageiro estava completamente vazio. O inquisidor assume a forma humana e chamava por Joan. A Gangrel então explicava que também não tinha encontrado nenhum vestígio de nada e nem ninguém.

Ao entrarem no cemitério, os dois vampiros passavam por uma infinidade interminável de túmulos. Até que eles chegavam a um local onde Baruch notava que havia restos de velas queimadas. Não seria nenhum indício relevante. Senão o fato que a inteligência e o conhecimento de ocultismo do Lassombra denunciasse que elas estavam distribuídas em cinco pontos equidistantes.
--
Rolagens:
Baruch rolou 5 dados de 10 lados com dificuldade 7 para percepção + prontidão que resultou 1, 10, 5, 6, 5 - Total: 0 Sucessos
Baruch rolou 5 dados de 10 lados com dificuldade 6 para percepção + prontidão que resultou 2, 9, 6, 7, 2 - Total: 3 Sucessos
Baruch rolou 5 dados de 10 lados com dificuldade 6 para percepção + prontidão que resultou 5, 5, 9, 2, 8 - Total: 2 Sucessos
Baruch rolou 7 dados de 10 lados com dificuldade 7 para inteligência + ocultismo que resultou 1, 3, 9, 9, 2, 9, 5 - Total: 2 Sucessos

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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Baruch King, O Anjo Caído em Seg Ago 15, 2016 12:52 pm

O Guardião parecia estar cada vez mais longe de encontrar algo que pudesse ajudá-lo a encontrar sua mentora. Não havia nada que pudesse auxilia-lo em sua busca, e quanto mais ele demorava para encontrar Anne, pior poderia ser a situação da Inquisidora.

O Lasombra ouvia o que Joan tinha a dizer e entendia que a templária encontrava-se na mesma situação que ele. Os dois estavam de mãos atadas. Eles teriam de encontrar algum modo de rastrear Anne, ou pelo menos encontrar algum rastro das cinzas de Miguel. Eles seguiam, então, para o cemitério, onde Baruch finalmente encontrava algo. Os Infernalistas passaram por ali.

- Joan, talvez eles estejam por perto. - Baruch dizia, falando baixo para que apenas a Templária escutasse. - Estas velas, consegue ver? Eles estiveram aqui. -- Caso Joan não conseguisse perceber, Baruch apontaria para a vela da primeira ponta do pentagrama, e faria o contorno da figura, no ar, com a mão em que segurava a pistola.

-- Isso é bom, mas não vai nos ajudar muito. - Dizia Baruch, apoiando-se em uma lápide - Estamos brincando de pega-pega com alguém que conhece o terreno, e com alguém que têm menos a perder que eu. Quanto mais longe, pior pode ser a situação dela.


Baruch concentrava-se, utilizando seus sentidos sobrenaturais para influenciar sua percepção daquele cenário. E voltava a procurar por alguma pista. (Auspícios 1)

-- Isso pode ser perigoso... - Dizia o Inquisidor, enquanto tirava uma de suas luvas e se aproximava das velas queimadas -- Joan, se isso for uma armadilha e alguma coisa acontecer comigo, corra.

Baruch tocava em uma das velas. Seus olhos ficavam completamente negros, enquanto sua consciência adentrava no plano espiritual, procurando pelas impressões psíquicas deixadas naquela vela.

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Encare sua morte com orgulho, Ele irá vê-lo sorrir.  Com seus olhos brilhantes como estrelas, ele matará a todos, sem remorso. Fome pela escuridão golpeando seu coração, enegrecido desde o início, seu mal arrasta-se em sua mente. Provocando arrepios na espinha, Ele é a Noite! Alegrai-vos na carnificina, sabem que a merecem.





Spoiler:

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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Rian em Seg Ago 15, 2016 1:49 pm

Marko Cerveni Obertus, PS: 08/11; Força de Vontade: 7/7 Vitalidade: ok


O Tzimisce, cuidadoso, acreditava que não era mais seguro continuar ali no cemitério. Pensando na autopreservação, o cainita deixa o local e volta para o apartamento, pois ele também estava preocupado com sua terra romena. Preocupação válida, afinal, onde mais o vampiro poderia encontrar terra romena para o seu descanso?
Assim que o vampiro pensava em sair do lugar ele via as duas presenças voltando. A forma de sombras e a forma de névoa. Eles ficavam em volta do mercedes que tinha chegado primeiro ao local. Em seguida eles se materializavam e conversam entre eles combinando de checar o cemitério.

Opção 01: O vampiro então decidia acompanhar o que aqueles dois fariam ali dentro. (ver post do Baruch. Você é expectadora de tudo o que acontece lá. Acompanha os fatos do lado oposto de onde os vampiros surgem, separada deles pelo ponto onde o Anjo está).

--
Opção 02: O vampiro decidia que era realmente perigoso ficar ali, mesmo com expectador. Sua terra romena era mais importante. Ele saía do lugar, ainda ofuscado, tomando o cuidado suficiente para não ser visto.
Assim que o vampiro vai chegando ao prédio ele percebe que algo estava errado. Havia uma pequena multidão de pessoas em frente à entrada do condomínio. Uma viatura da polícia estava parada no local. No mesmo instante, outro carro da polícia chegava, junto com o vampiro. A polícia tinha chegado há poucos minutos e ainda estava isolando o local com as fitas de cor "amarelo e preto", para estabelecer o perímetro de investigação. Marko escutava os boatos dos moradores e curiosos comentando que uma pessoa tinha sido assassinada.


--------------------- Fim do Capítulo 1 -------------------

OFF: Você pode postar tanto agora como deixar para fazê-lo no próximo ciclo.


Última edição por Rian em Seg Ago 15, 2016 2:52 pm, editado 2 vez(es)

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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Rian em Seg Ago 15, 2016 1:51 pm

Baruch King, O anjo caído; PS: 12/15; Força de Vontade: 6/7; Vitalidade: ok


Baruch e Joan começavam a desvendar as pistas que estavam no cemitério. O anjo comentava que as velas mostravam que os infernalistas estiveram ali. Joan ficava sem entender. Mas então o Lassombra desenhava o pentagrama com os dedos no ar e por fim a Gangrel compreendia porque o inquisidor dizia aquilo. Ela então comentava:
- Deve ser por isso que você é o inquisidor e eu sou o templário. Ela não sorria após sua fala. Joan não tinha senso de humor. Ela era fria, calculista e de pouca conversa.

O Lassombra decidia amplificar seus sentidos e tentar ver além das aparências. O olfato começava a sentir a fragrância da carne apodrecida e dos ossos enterrados no cemitério. Mil e um sons e ruídos de diversos lugares invadiam os tímpanos mortos do cainita. O vampiro tinha a sensação de escutar não só os vivos, mas também os mortos, gritos, gemidos. Sua visão captava também sombras, vultos e luzes indefinidas. Talvez fosse quase possível ao vampiro ver as aparições que estavam ali.

O cainita então retirava suas luvas e agora iria extrair uma a impressão astral impregnada na vela.

Joan não respondia ao comentário de Baruch. Apenas acompanhava atentamente a ação do cainita. No entanto era possível perceber a tensão nos olhos da mulher.

Assim que Baruch tocava a vela ele escutava, pelo toque do espírito, um grito agudo, longo e desesperado de Anne. A vela acendia pelo toque do vampiro e instantaneamente as outras 4 velas também acendiam. Uma parede de fogo de uma vela a outra surgia e Baruch estava por fim dentro de um enorme pentagrama de fogo. A parede de fogo era alta e Baruch sentia a temperatura ambiente subir rapidamente. Assim que voltava a si o vampiro reunia sua coragem, e graças ao legado de Anne, Baruch conseguia encarar as chamas sem ser tomado pelo Medo Vermelho.

Joan então mostrava as presas, rosnando e procurava atentamente para um lado e para o outro, esperando que pudesse ter alguém ali. Mas era tarde demais para ela. Um sujeito surgia atrás de um túmulo em forma de casebre, com um arco já tensionado e dispara sobre a templária. A flecha atingia com precisão o peito da vampira que caía dura como uma pedra de costas no chão.

Um homem de cerca de 2m de altura, careca, barbudo e musculoso e com um cajado na mão direita surgia há uns 50metros de distância de Baruch. Atrás dele surgia outros dois sujeitos. Um homem e uma mulher. No total eles eram quatro, somando com o arqueiro. Baruch já tinha visto aquela disciplina uma vez. O homem era o responsável por manter o grupo inteiro ofuscado. Ele caminhava calmamente em direção a Baruch e a Joan.


--
Baruch - Qualidade Encarar as Chamas: Sucesso Automático no teste de Rõtschreck.


----------------- Fim do capítulo 1 -------------------

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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

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