Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Winterfell em Seg Ago 01, 2016 4:24 pm

Como pensei. A Barril tinha mesmo deixado o login e senha salvos. Ótimo. Isso me dava acesso a um pouco mais de informação, e sou um glutão insaciável.

Alem de informações básicas, que me ajudariam a traçar melhor um perfil sobre a própria Mary e consequentemente integrar melhor meu disfarce, haviam duas figuras novas: Padre Cornélius e uma Creio que seja uma freira mesmo, afinal só isso justifica nestes tempos, uma mulher aos 25 sem rede social. a barril chamava-se Katarina Johnson. Estes são importantes pra Mary, será que alem da amizade tem esta tal "Fé" em comum? Era possível, afinal ele era um padre e ela supostamente uma freira. Pessoas "oficialmente da fé". Se bem que o clericato é simplesmente encarado como profissão pela maioria. ou como "fuga" de desvios sexuais como a pedofilia. Enfim por enquanto nem confirmei se a própria Mary tem esse "paranaue". Penso sendo mais realista. Seria ridículo ficar paranoico, pensando que todos possuem uma habilidade que sequer confirmei ser real. Primeiro teria que confirmar as "aptidões" da minha irmãzinha. Sorrio sutilmente pra mim mesmo, enquanto digito e vou colhendo mais informações do computador. Talvez coloca-la em perigo simulado já seja o suficiente. Pensaria em como "criar o ambiente", com mais calma depois. Tenho tempo. Não tinha porque me precipitar, finalmente tinha tempo para agir com a atenção, cuidado e pericia devida. (Comportamento Perfeccionista.)  

Agora esse padre levanta outra questão um tanto problemática. Era a porra de um padre católico, Católicos tem aquela mania filha da puta de confessionário. E ele tinha ajudado-a a superar o trauma da perda. Consequentemente tinha toda a confiança da Barril. Porra, aposto que na primeira confessada que a cadela for dar, vai soltar pra ele tudo que eu disse. Talvez tivesse de lidar com o padre ou mesmo adiantar um pouco mais a execução de laça-la a minha vitae. Mas depois. Por enquanto continuaria a dar prosseguimento a pesquisa.  

A ocorreram de noite? Reviro os olhos. Como se não soubesse disso porra! Que informação inútil! Penso um tanto aborrecido, tentando conseguir algo a mais que valha realmente alguma coisa. Não pode ser tão difícil assim achar os locais.... Continuo procurando... Bom não é como se não tivesse nenhum também... ainda me lembro daquela reportagem falando do quinto ataque. Se me lembro bem... e obviamente isso tinha merecido atenção e o zelo da  minha memória. O importante naquela reportagem foi que "Um homem "Enraivecido", obviamente um recém-criado tomado bela Besta, cercou e atacou o pescoço de uma Mulher a barril não importa, foi uma vitima da oportunidade. Que fazia caminhada no Parque Flamboyant, Localização. por volta de 21:00. Horário. Testemunhas contam que o homem parecia descontrolado e após morder e dilacerar a vítima, Modo de agir consistente com um cainita faminto em frenesi, colabora a ideia de cria recém transformada. Sumiu dentro da pequena reserva nativa do parque. Direção e sentido da fuga. A perita policial Lucy Banderas relatou que a vítima teve a artéria do pescoço e o sangue consumido pelo agressor." Talvez essa perita também esteja atuando nos outros casos. Começo a pesquisar o Parque Flamboyant, tentando conseguir mais detalhes sobre o quinto ataque em especifico. E também sobre esta Perita Criminal Lucy Banderas. (O que encontro a esse respeito)?

No que diz respeito a Wanessa Mayers. Talvez a melhor forma de chegar a sua residência seja segui-la depois do teatro, se bem que ... isso pode me expor. Já tem esse Degenerado, mais essa Peça Claramente referencial. Tá na cara que esse lugar é no mínimo o Domínio de Alguém importante, provavelmente um Elísio. Sendo assim, com certeza teria um algoz ou dois de olho no lugar. Maior furada começar por aqui. e o outro local.... Uma faculdade de artes também deve ser um local visado pelos Degenerados. O cacete! Onde vou catar essa mulher? Talvez possa estimular Mary a convida-la para sair... Não. Isso exporia muito a minha futura Carniçal, Seria problemático se já começarem a suspeitar dela tão cedo, e consequentemente ela seria menos útil para mim, ou mesmo poderia acabar trazendo-os ate aqui. e não pretendo perder o refugio que acabei de obter. Creio que segui-la depois da faculdade seja o melhor. Afinal a faculdade teria um fluxo muito grande de alunos, seria mais fácil me misturar e meus dons me auxiliariam a ver sem ser visto. A faculdade pode não ser um domínio tão frequentado quanto o teatro, creio que seja uma opção melhor. Terei que estudar isso com mais calma. Como é essa faculdade. Procuro o site da faculdade, querendo conseguir maiores informações sobre a mesma, a começar por sua estrutura física e medidas de segurança, como detectores de metal por exemplo. (Consigo alguma coisa)?

Ainda pensando, vou tomar banho. (E fazer o resto discriminado na postagem anterior) Se vou me passar por mortal. Coisas como a aparência e odor passavam a ser ainda mais importantes, alem disso apesar de uma criatura sobrenatural, queria soar o mais Natural e Familiar possível para Mary. Hahahahaha pijama hahahahahaha. Me seguro pra não rir, enquanto me olho no espelho vestido assim com "pijaminha". hahahahahahaha Isso era até meio ridículo, mas se ela entrasse em meu quarto durante o dia. Queria ter todo possível a meu favor, pra que não batesse sei lá, uma espécie de "crise católica" ou "piti de mulher histérica". Não queria ser atacado enquanto dormia então vestir um dos pijamas do "irmão original" devia me fazer parecer ainda mais com ele enquanto dormia, consequentemente acordando em segurança na noite seguinte. Creio que isto seja o suficiente. Já estava pronto para dormir quando necessário, mas o amanhecer ainda tardava me dando mais tempo para inspecionar a casa e pesquisar.  

Segurando o contrato assobio baixinho. $8.000,00. Era uma boa grana. Metade é meu. Coloco o contrato de volta no lugar, Essa identidade esta vindo muito a calhar. Teria de pensar depois em como reivindicar a minha parte.

O diário de Gustav, pego para mim por enquanto. Bom ... Olho a volta me certificando que não deixei a casa "mexida", se algo mais estiver fora do lugar coloco-o novamente como estava. (Comportamento: Perfeccionista). Isso deve bastar. Vou a meu quarto ler o diário com mais calma. Muito interessante e problemático ao mesmo tempo. Pelo que consta aqui, É bem possível que o "verdadeiro John" seja um cainita agora. e Gustav morreu por não saber seu lugar e procurar demais. Agora ... esse John não intercedeu por sua família? Estranho .... Isso não é muito típico dos cainitas chorões e apegados aos humanos que compõem a Bastarda. Mary se importa demais com ele, portanto mesmo com este relato de indisciplina com o pai. Ele devia ser um irmão "bom o suficiente" para despertar esse tipo de carinho na irmã. Mesmo o relato dela quanto ao filme e como agiu comigo no sofá, deixa claro que a relação deles era muito próxima. Não acho que ele deixaria o ataque a seu pai e irmã acontecer se pudesse evitar. Afinal mesmo que quisesse matar o pai, duvido que se ariscaria a levar a irmã junto e Mary só tinha sobrevivido por causa desta tal "Fé". Ele deveria ter perdido toda a família nesse incidente. Então era algo fora do controle dele, onde ele sequer pode interceder? Por que? Isso tava ficando complicado.... Será que ele virou um Rato*? (*Nosferatu). Culto em cemitério... talvez um Necromante? Releio o trecho. Procurando o Cemitério em que estes encontros "satânicos" ocorriam. (Sei o nome do cemitério)? Se descobrir o nome do cemitério procuro sua localização na internet. Droga, espero que não hajam Giovannis nessa cidade. Caramba eeeee cidadezinha dos infernos. É sempre uma merda ter de lidar com esses filhos da puta. e agora não tinha mais meu Bando com o qual contar. De qualquer forma não a indícios suficientes pra confirmar um necromante, talvez ele tenha sido pego por um bando Sabá mesmo. Muita coisa podia ter acontecido, não tinha como saber ao certo. Que aborrecimento.... Droga, vou acabar tendo de investigar aquele endereço. Se quiser alguma resposta mais significativa. O que por si já era outro problema. Mas se Mary me "reconheceu" como John, lá também devem me reconhecer, sem saber no que esse puto do irmão dela se meteu, posso estar indo pra uma roubada. Era muito no que pensar .... Não vou agir por enquanto. Não a porque fazer nada correndo, melhor deixar as informações assentar primeiro, Tenho de analisar isso com calma, primeiramente separar os fatos das suposições. Mas por enquanto limpo o histórico do computador, depois o deixando no sofá. A madrugada esta no fim. Vou dormir, colocando um punhado de terra sobre mim, mas deixando essa terra oculta por baixo das cobertas.

---xXx---

Na noite seguinte ao despertar, recolho a terra com cuidado, recolocando-a em meu pote de terra. Dentro da mochila do "John Original", que agora tomei para mim. Ainda de pijama procura a Barril pela casa, com aquela "Mascara de John" até ver o bilhete e perceber que não preciso ficar fingindo, então relaxo o corpo me poupando do teatro por enquanto.  

"Mano, fui para o teatro e de lá vou para a igreja. Se cuide!"
   
Droga. Leio o que diz o bilhete, sem chegar a tocar no papel. Muito provável que ela fale de mim pro Padre, puta que pariu. Penso irritado indo ate a geladeira e vendo se o nível do suco de uva desceu, (Se o nível tiver descido indica que ela já começou a beber do meu sangue ao menos. Ela bebeu? Não bebeu)? Depois de inspecionar a geladeira, vou aproveitar que ela não esta em casa para vasculhar o cômodo que tinha faltado, o quarto dela. Bom vamos ver o que temos por aqui. (O que encontro no quarto dela? Diário? Caderno? Fotos? Alguma coisa do Pai, da Mãe ou do Irmão)?


Última edição por Winterfell em Ter Ago 02, 2016 2:08 am, editado 2 vez(es)
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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Lord_Suiciniv em Seg Ago 01, 2016 7:34 pm

Dou uma risada alegre com o comportamente de James, ao ficar ebasbacado com meu tamanho e também minha forma de trata-lo, talvez ter uma sombra pra ficar de olho em mim, não vá ser tão ruim no fim das contas, posso acabar conseguindo uma amizade boa aqui.

- Eu tomei muito leite quando estava em fase de crescimento cara. - Dou uma risada descontraida com a minha propria piada. - Serio? Eu sou novo por aqui, na verdade, fui abraçado a mais ou menos duas semanas. No entanto, minha mãe me ensinou a ser bom com as pessoas, para que elas sejam boas comigo, levarei esse ensinamento dela para o tumulo. - Em seguida faço uma pausa, e faço uma cara pensativa. - Bom, acho que já levei não é mesmo, nesse caso levarei para o pós-vida? Não sei bem como chamar isso... - Dou mais uma risada descontraida.

- Mas a verdade é quer um vampiro não é tão glamuroso assim, James. Você pode achar legal os poderes, a força, a resistencia, a velocidade, mas a verdade é que o preço a se pagar por tudo isso, simplesmente não vale a pena, você deixa de ser você mesmo, a fome é terrível. Ontem a noite eu matei meu irmão a sangue frio, e sabe a pior parte? Eu nem mesmo me lembro de ter feito. Eu nunca, em um milhão de anos, machucaria alguém que amo, ainda assim, eu matei ele. Não deseje essa maldição para você, meu amigo, não vale a pena. - Eu jogava fora aquele ar descontraido e engraçado de segundos atrás, e exibia um semblante mais serio e machucado, não consigo compreender por que alguém iria querer um destino desses, não é logico, isso não é uma benção, é uma maldição.

Após ouvir que primeiro iriamos passar no posto de gasolina, eu casualmente abaixo a cabeça para o medidor de combustivel da moto e verifico que de fato estavamos precisando dar uma passada lá. - Definitivamente, o posto de gasolina é uma boa pedida. Estou precisando. - Dou mais uma risada de leve, para quebrar o clima que eu havia criado a pouco.

Enquanto estavamos abastecendo as motos, aproveito para entrar na lojinha e comprar um mapa detalhado da cidade, acreditava que ter um desses em mãos seria útil para começar as investigações, bem como uma caneta, caso eu não tenha uma a mãos.

Chegando no parque, deixo minha moto estacionada ao lado da de James e levo comigo o mapa e a caneta recem compradas, durante a caminha noturna sugerida pelo carniçal vou prestando bastante atenção no que tinha aos redores do parque, estava com uma teoria em mente, baseado na minha propria experiencia com o frenesi, que não foi agradavel... Eu procurava por lugares onde as pessoas poderiam se sentir mais a vontade de andar a noite, pois imaginava eu que andar entre as arvores, mesmo que no caminho oficial do parque, não seja uma opção muito popular para os mortais, que provavelmente ficariam assustados e buscariam evitar o caminho esquisito.

Chegando ao local indicado como o local do ataque, abro o mapa, bem como o GPS do celular que me foi dado para que eu saiba exatamente onde eu estou e marco com um X a minha posição exata, apoiando no chão o mapa, enquanto eu mesmo ficava de cocoras, enquanto ouvia a historia resumida que me era contada. - Por um acaso, você não saberia exatamente que direção que ele veio não é? Seria muito util... - Eu dizia em uma voz seria, concentrada, enquanto encarava o mapa, e também o meu arredor.

- Na verdade não tenho um plano mega elaborado sabe, é bem simples, eu sei que quando se entra em frenesi por fome, que o caso desses caitiff recem transformados, você vai atacar a primeira pessoa que ver. Portanto, a pessoa deve ter sido transformada não muito longe daqui. Claro, sempre tem a possibilidade do responsavel ter movido o corpo, mas por que ele deixaria em um lugar pouco povoado como o parque? Ele poderia deixar o corpo em um lugar mais movimentado e causar o maior numero de estrago possivel, isso me leva a acreditar que ele não moveu o corpo. Então eu diria que a tranformação ocorreu em um raio de 1km ou 2km no maximo a partir deste ponto. - Eu faço um circulo menor com o raio de 1km envolta do meu X no mapa, e um maior com os 2km, também tendo o X como o centro. - Penso que quando adcionarmos a localização dos outros ataques, poderemos traçar um raio de operação do responsavel. - Eu agora encarava James com a mesma expressão pensativa. - O que você acha meu amigo? Estamos juntos nessa, tenho certeza que se eu conseguir resolver esse problema da Kate, com você ao meu lado, ela vai querer te recompensar também. - Dou uma piscadela, deixando claro que apesar dele ter sido designado como mero guia, eu o considerava um igual naquela investigação, queria a opinião dele também e apesar de descordar com o desejo dele, esperava que ele conseguisse atingir a imortalidade, caso conseguissemos isso.
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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Rian em Qua Ago 03, 2016 12:09 pm

Marko Cerveni Obertus, PS: 08/11; Força de Vontade: 7/7 Vitalidade: ok

Toda informação que Marko conseguia sobre o quinto ataque era o que ele já tinha visto na reportagem da TV. A pesquisa na internet não trazia nenhum fato novo, talvez ele se sentiria frustrado por descobrir que o computador e o acesso a internet não era nenhuma fórmula mágica para solucionar o caso. Sobre a perita Lucy Banderas, ele conseguia somente informações públicas, que estavam em sites de notícias. Ela era uma experiente perita criminal com 10 anos de atuação e somente uma dos peritos responsáveis pelas perícias da polícia local.

O vampiro não encontrava nenhuma menção a nome ou localização do tal cemitério. A frase não especificava nada. Era genericamente, 'um cemitério' que poderia ser qualquer cemitério. Mas em uma busca por cemitérios ele descobria que perto dali havia sim um grande cemitério...

Na noite seguinte o vampiro verifica a geladeira e consta que Mary bebeu um pouco do suco. Embora a quantidade bebida ainda não fosse suficiente para influenciar os sentimentos da mulher. Mas agora o vampiro poderia ter acesso ao quarto de Mary. Ele vasculha o ambiente a procura de novas pistas.
Debaixo da cama o cainita encontrava uma maleta. Ao abri-la ele descobria que eram os equipamentos de trabalho do pai de Mary e John. Dentro da maleta havia alguns livros sobre o tema "investigação". Alguns deles estavam com marcadores, o que levava o vampiro a supor que Mary estava estudando o tema para, talvez, investigar por conta própria o que acontecera com a família. Além dos livros que tratavam do assunto, o vampiro também encontrava:
1 Lupa; 1 lanterna; 1 binóculo;
Poderia haver mais coisas na maleta, pois os objetos encaixavam perfeitamente no fundo dela, como se fosse um kit que viesse com vários itens. O vampiro nota que dois deles faltavam. Talvez o pai de Mary perdera os outros itens durante a sua investigação ou Mary os havia removido. No entanto, era tudo que o vampiro conseguia encontrar.


Marko rolou 4 dados de 10 lados com dificuldade 6 para investigar que resultou 9, 2, 9, 5 - Total: 2 Sucessos

OFF: se tivesse tirado mais 1 sucesso teria encontrado os outros objetos. Você pode repetir o teste com uma dificuldade de +1, no entanto uma falha crítica poderá fazer com que um dos três objetos que você já encontrou, se quebre, ou algo do gênero.... Wink

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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Rian em Qua Ago 03, 2016 12:24 pm

Lincoln; PS: 10/12; Força de Vontade: 8/8 ;Vitalidade: ok

Lincoln conseguia fazer com que o carniçal repensasse sobre seu desejo de também se tornar um vampiro. Ele ficava com o pensamento distante enquanto o Brujah contava sobre o que havia acontecido na noite anterior envolvendo um de seus melhores amigos.
- Poxa, lamento cara! Bom, espero que você consiga superar isso e que não faça isso comigo também... Ele sorria um pouco sem graça...

Finalmente, com um mapa e uma caneta em mãos o Brujah começava a investigar os ataques. Ele marcava em seu mapa a posição do ataque, circulando o que poderia ter sido o raio onde ocorrera o abraço.

- Por um acaso, você não saberia exatamente que direção que ele veio não é? Seria muito util...

- Não... só souberam dizer a direção para onde ele correu. Ninguém viu de onde o maldito caitiff saiu... lamento não ter essa informação, sr. Lincoln!

- O que você acha meu amigo? Estamos juntos nessa, tenho certeza que se eu conseguir resolver esse problema da Kate, com você ao meu lado, ela vai querer te recompensar também.

Lincoln dava ao carniçal uma posição de igualdade. Ao deixar implícito que o mortal poderia ser premiado com o abraço, seus olhos quase brilhavam e ele ficava empolgado.
- Sim, sim! Bom... eu também não sei muito bem o que podemos fazer. Mas o que eu sei é que o quarto ataque foi no estádio de futebol de Glover, que não fica muito longe daqui. Eu diria que fica no máximo a 2km em linha reta. Talvez seu palpite esteja certo, sr. Lincoln.

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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Winterfell em Qua Ago 03, 2016 7:10 pm

Releio o diário. Como isto esta genérico. O Puto do Gustav podia ter sido um pouco menos resumido, "Cemitério" é simplesmente pouco de mais pra trabalhar. Pera awe... talvez se ... Digito, digito, digito. Isso! Havia um grande cemitério próximo ao apartamento, consequentemente era bem simples fazer a conexão. Deve ser este aqui. Estava bem tentado a investigar o lugar. Mas isto teria de ficar um pouco mais a frente. Continuo minha investigação pela casa, e pesquisa digital.

---xXx---

O nível do suco na jarra tinha descido um pouco, portanto ainda que sutilmente. Mary começava a provar de minha vitae. Desta forma levara muito mais tempo do que o habitual. Mas esta situação por si, não era "habitual" de qualquer forma. Manter meu disfarce como "John" exigia um comportamento de "bom vampiro" e força-la visivelmente ao laço de sangue, poria a baixo todo progresso que fiz com a Barril. Mas levando esta situação atípica em consideração, acaba sendo a melhor abordagem. Vou investigar o quarto dela.

No quarto de Mary encontro varias coisas de Gustav. Assim como livros que obviamente estavam sendo estudados. Parece que ela pretendia investigar por si, mesma. Se ela já estava predisposta a investigar por si mesma, seria ainda mais fácil convencê-la a investigar comigo. Bom equipamento também. Confiro o kit de lupa, lanterna e binóculo. Interessado em ambos, mas principalmente nos livros. Volto a guardar os objetos em seus lugares, me demorando mais ao observar os livros. Interessante. Eu mesmo pretendia lê-los em outro momento. Depois vou reforçar meu interesse em investigar e fazer com que Mary me mostre essas coisas. [b]Coloco os livros novamente como estavam antes e fecho a maleta a recolocando no lugar, como se nada tivesse sido mexido. Não queria que ela desse por falta de algo, nem que percebesse essa minha incursão em seu quarto. Agora faltavam dois itens na maleta. (Como era o contorno desses itens? Se a maleta tem lugar certo para guardar cada coisa, esses lugares tem meio que o contorno do que guardam? Da pra tentar intuir o que seria pelo contorno do lugar em que se encaixa)?

Agora quanto ao pai, Gustav era um detetive particular que investigava o sumiço do próprio filho. Suas anotações são horríveis e bem falhas como pude comprovar por seu diário. Mas em um caso que investiga, mesmo sendo um caso passional como o desaparecimento do filho, ele devia ser um pouco mais profissional e tomar notas mais adequadas. É bem possível que tenha um dossiê do caso em algum lugar. Será que Mary guardou o resto das coisas do pai? Ela tinha deixado o quarto de John intocado, bem possível que tivesse guardado todos os pertences do pai também. Em alguma caixa talvez. como moravam em um apartamento, não havia sótão nem porão. Consequentemente menos lugares para procurar. Onde ela deixaria essas coisas? Penso.... Coisas das quais ela não quer se desfazer, mais também não quer ver constantemente. Continuarei investigando o quarto dela, principalmente seu armário, outros moveis e qualquer caixa que encontrar. Afinal queria primeiramente encontrar os dossiês dos casos de seu pai e os itens que faltavam na maleta. Mas manteria meus olhos abertos para encontrar qualquer coisa que pudesse me ser util. Não vou deixar nada passar. Aguço meus sentidos (Auspícios ON) para me certificar que de fato nada me escapasse a percepção. (Procuro principalmente papeis que sejam coisas do pai dela. Assim como os itens em falta pela maleta ou qualquer outra coisa do pai ou dela que me possa ser util. Encontro algo)?

Depois de terminar a revista no quarto dela, revistaria novamente a casa. Mas atendo desta vez, principalmente a papeis que pudesse encontrar. (Estou procurando principalmente coisas do pai dela).
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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Rian em Qua Ago 03, 2016 7:32 pm

Marko Cerveni Obertus, PS: 08/11; Força de Vontade: 7/7 Vitalidade: ok


Marko se colocava a procurar por mais alguma coisa. Era evidente que alguma peça estava a faltar naquele quebra-cabeças. Ele busca os seus sentidos aguçados, tornando a sua percepção sensorial aguçada o suficiente para perceber quase que até o plano espiritual e as sensações do lugar.
O vampiro podia captar, com sua audição aguçada, um vazio que preenchia a maleta. Logo ele descobre que havia um fundo falso e ali, no fundo falso ele encontra as peças que faltavam. Um bastão de luz negra para fazer leitura de respingos de sangue em qualquer lugar que fosse limpado bem como um grampo que poderia ser usado para abrir fechaduras mais simples. No entanto, era tudo... não havia um dossiê e nem anotações mais elaboradas...


Marko rolou 4 dados de 10 lados com dificuldade 5 para investigar que resultou 9, 9, 4, 6 - Total: 3 Sucessos

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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Lord_Suiciniv em Qua Ago 03, 2016 10:28 pm

Abro um sorriso triste para o carniçal e falo em um tom de brincadeira, mas ainda com certa tristeza. - Basta não me estressar meu amigo.

Mas depois rapidamente assumo a expressão seria novamente, a respeito da investigação. quando ele fala que não saberia precisar a direção que o descontrolado veio, para atacar a moça mortal. - Tudo bem, eu já imaginava que voce não saberia, mas não custava perguntar não é mesmo. - Dou uma piscadela de cumplicidade para ele.

- Poderia marcar aqui no mapa onde fica esse estadio Glover? - Ele entrego a caneta para James. - E cara, pelo amor de deus, não me chama de Senhor, eu fico sem graça. Pode me chamar só de Lincoln ta certo? - Sorrio alegremente para ele. - Eu não sou como aqueles engravatados cheios de si la do elisio, sou um cara normal, como qualquer um, ta bom?

Eu observo ele marcar no mapa a posição do estadio glover. - Espere, voce disse quarto ataque? Quantos foram? Voce saberia dizer mais ou menos onde foram todos? E marca no mapa? - Eu fico bastante animado, ao ver que o outro ataque havia sido a apenas 2km daqui, se tudo saisse como o imaginado, pode ser que ainda essa noite, consigamos uma possivel area de atuação do vampiro responsável por essa palhaçada.[/color]
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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Rian em Qua Ago 03, 2016 11:08 pm

Lincoln; PS: 10/12; Força de Vontade: 8/8 ;Vitalidade: ok


O carniçal ficava meio que sem graça ao ouvir que não precisava chamar o vampiro de senhor e respondia: - Ah tudo bem sen... ops, digo, Lincoln! Bom, veja bem... no total foram cinco ataques.

Ele então pegava a caneta e o mapa de Lincoln marcando os locais.
- Estamos no local do quinto ataque. O quarto foi no estádio. O terceiro foi perto de uma boate, aquela boate London que eu te falei, recanto dos Brujahs. O seu clã alega que foi uma tentativa de responsabilizá-los, isso na época aumentou muito a tensão entre o clã Brujah e o Toreador, que o clã da príncipe Kate. Mas antes houve o segundo, que foi perto da rodoviária e, por fim o primeiro que foi próximo a um cemitério. Eu vou marcar no seu mapa...

Marcações:

Assim que terminava de fazer as marcações no mapa, o celular de James tocava. Ele atendia e um semblante sério tomava seu rosto. Então, após 1 minuto ele desligava o celular e olhava para Lincoln com um ar apreensivo.
- Temos um problema!

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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Lord_Suiciniv em Qua Ago 03, 2016 11:33 pm

Eu fico sentado de cocoras de frente pro mapa, com uma expressão seria, observando o mapa, aquilo formava um padrão nitido em minha cabeça, o primeiro ataque havia sido o mais afastado, ao norte enquanto todos os outros vão seguindo para o sul, cada vez mais.

quanto ao terceiro, quarto e quinto, parecia que o responsavel tinha se dividido, na região sul da cidade. Se olharmos bem o mapa, essa giratoria, marcada com uma igreja proximo do segundo local, está conectado a todos os outros locais. Eu então marco uma interrogação em cima da giratoria.

Mas enquanto eu pensava James recebe o telefonema e diz que tem um problema. - O que aconteceu? - Eu olhava para ele com uma expressão preocupada no rosto, deixando o mapa de lado por um segundo. - Temos outro caitiff? - Espero que seja isso, mais informações para o mapa, é sempre bom.
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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Rian em Qua Ago 03, 2016 11:48 pm

Lincoln; PS: 10/12; Força de Vontade: 8/8 ;Vitalidade: ok

James assentia com a cabeça.
- Sim! O pessoal da segurança que monitora o rádio da polícia acabou de avisar que tem uma chamada para um ataque de raiva em frente à faculdade de artes de Glover.

James então abaixava a cabeça um pouco triste e completava... - a vítima é uma criança. Teve todo o sangue bebido e o sujeito raivoso está escondido no prédio da faculdade. Está a maior bagunça no local. Kate deu autorização pra você destruí-lo caso seja necessário, já que não tem nenhum algoz perto de lá. O xerife está indo o mais rápido possível para o local, mas mesmo assim ainda estamos mais perto.

James então marcava o local onde o sexto ataque tinha acabado de acontecer:

local:

James então começa a correr em direção às motos enquanto gritava:
- Temos que chegar lá antes da polícia. Se ele virar cinzas amanhã cedo no tribunal ou na delegacia, na frente de um monte de gente, teremos um problema maior ainda.

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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Winterfell em Qua Ago 03, 2016 11:53 pm

Com meus sentido e sua agudeza sobrenatural, quase posso sentir as emoções impregnadas na caixa. O ambiente era o mesmo, e ao mesmo tempo não o era mais. Tem algo aqui. Parecia haver uma espécie de compartimento oculto. Um fundo falso. Abro o fundo, pegando o bastão e o grampo que estavam em seu interior. Será que Mary conhece esse fundo? Penso enquanto observo o bastão, afastando-o um pouco de meus olhos e relaxando a visão. (Desativando Auspícios). Antes de tentar ligar e desligar o equipamento, testando seu funcionamento ou a necessidade de carga da bateria. (Esta funcional? Se não estiver vou colocar a bateria pra carregar, ou trocar as pilhas. Fazendo o necessário para tornar o item novamente funcional). Acho que não conhece. Ela sequer usa senha no computador, não haveria porque recorrer a utilização de um fundo falso. Isso deve ser coisa do pai dela. E consequentemente ela não conhecia o fundo, portanto nem sabia que tinha o bastão. Enfim, isto fica comigo. Pego tanto o bastão quanto o grampo, depois volto a fechar o fundo falso e coloco a maleta no lugar. Como se não tivesse sido mexida.

Até dou uma segunda re vista pela casa, me certificando que não deixei nada passar. (Perfeccionista). Mas minha primeira analise na noite anterior, parece ter sido precisa. Esse puto do Gustav não fazia dossiês ou eles se extraviaram de outra forma. De qualquer forma não estavam por aqui. Quer a Mary tenha jogado fora, quer tenham sido destruídos propositalmente, não posso usar o que não tenho. Mas provável até que não tenham existido. Enquanto penso vou voltando ao quarto de John procurando em seu armário uma muda qualquer para vestir. Mary não jogaria fora um dossiê sobre a procura do irmão. Tiro o pijama e começo a vestir uma calça jeans meio desgastada nos joelhos, Se sumirão propositalmente com isso para que a família não encontrasse, são muito incompetentes. porque deixaram coisa pra caramba pra trás. Teria sido um trabalho muito amador. Realmente mais provável que não tenha existido. Fecho as calças, começando a colocar uma blusa com mangas que cubra meus braços. De qualquer forma não vou descartar completamente que exista. Certezas absolutas normalmente tendem ao erro. Enfim... Coloco uma jaqueta mais folgada e com bolsos, depois me sento na cama e começo a colocar uns tênis meio gastos. (A aparência dele esta a de um típico jovem ou estudante universitário).

Depois pergunto a Mary se Gustav trabalhava em algum escritório que ainda funcione, se ele tinha um sócio ou coisa parecida. Pego a "mochila do John" (a minha rasgada, descartei jogando no fundo do armário). retirando cuidadosamente de lá meu pote de terra. Agora que tenho um lugar como esse não tenho porque ficar andando com toda a minha terra. era ate perigoso continuar levando isso pra cima e pra baixo. Melhor dividir. Vou a cozinha e pego um pote pequeno. Depois volto para o quarto e coloco um pouco da terra, o suficiente para o repouso diurno, dentro desse pote pequeno, colocando-o posteriormente dentro do saco de dormir e o saco de dormir dentro da mochila. Pronto assim vou ter um pouco comigo pra emergências. Espero não precisar, mas ainda assim era melhor estar preparado. Agora... Procuro pelo quarto um lugar para esconder a terra. Quer saber acho que tive uma ideia melhor. A melhor forma de esconder algo era expondo este algo, como se ele não tivesse de ser escondido. Procuro pela casa um vaso de planta, depois jogo essa terra do vaso fora e coloco em seu lugar no vaso a minha terra. Depois replantando a plantinha em seu devido lugar. Pronto. Coloco o vaso, agora com a minha terra exatamente onde estava antes, e ate rego um pouco a planta. Pra que ela não "sinta" negativamente a transferência do solo. Agora terei meu solo bem perto de mim e ao mesmo tempo muito bem camuflado. Creio que esta seja uma das melhores formas de esconder algo tão precioso, e ao mesmo tempo é também um meio bem simples. Vou a pia do banheiro lavar as mãos e retirar qualquer resquício de terra que tenha ficado agarrado entre meus dedos.

Satisfeito pela forma como lidei com a questão da terra, volto ao "meu quarto", guardando o bastão de luz negra dentro da mochila. Mais o que... Pego minha carteira e coloco-a em um bolso da calça, enquanto o grampo coloco sozinho em outro bolso também da calça. A claro. então pego a mochila e vou indo para a sala, onde ligo a TV e me sento no sofá, com a mochila a meus pés enquanto com o controle remoto, vou mudando os canais a procura de algum noticiário. Ver logo se não tem mais informações sobre os eventos de ontem. Ou mesmo se não aconteceu alguma merda hoje também. Vou trocando os canais, enquanto também aproveito pra pensar no que sei ate agora.

Caso:Latrocínio no Ônibus
Dossiê - Suspeito: Estava presente (era o "mochileiro" na equação), consequentemente posso reconhecer os assaltantes. Mas não é problema meu. Vitima: "um homem sofreu uma tentativa de homicídio hoje dentro de um ônibus do transporte público. Ele está internado em estado grave e corre risco de morte". Um típico herói, tipicamente também vivera pouco. Deve morrer em breve. Ps. Tinha tendências religiosas, vou supor que ficara feliz em encontrar seu Deus. Força Policial Atuando no Caso: Inspetor Grenjer.

Caso: "Família O'Neil"
Dossiê - Suspeito: "Homem ainda não identificado", aparentemente não dispõem de mais informações a meu respeito. Muito bom. Vitima: "perseguição policial que acabou em tragédia" e "um grave acidente durante a perseguição", são menções muito abertas. Não falam nada em especifico sobre a família O'Neil, nem sobre a viatura policial que fiz capotar. Omissão proposital ou não foram informados pela policia que deve reter a informação, se a tiver. Local: Viaduto de Glover Leste. Horário: inicio da noite. Testemunhas: Se meu rosto chegou a ser visto, foi apenas pelo policial da viatura que capotou e ainda assim visto através do carro em movimento, ainda que ele esteja vivo é pouco provável que tenham o suficiente para um retrato falado. Até pretendia trocar minha face antes, por precaução. Contudo manter esta aparência se mostrou bem vantajoso. Vou continuar assim por enquanto. Afinal essa era a face de "John". Paradeiro do Suspeito: "O carro que o homem usou na fuga foi localizado ainda próximo ao viaduto e a polícia tenta encontrar o suspeito". Eles perderam meu rastro no carro, ou no Maximo conseguiram me seguir ate o momento em que desci do VLT no centro. propositalmente evitei olhar para as câmeras enquanto no VLT (me ocultando embaixo do capuz da jaqueta e ofuscado), Estou bem longe agora e com roupas diferentes, eles não tem nada que possam usar contra mim. Modéstia á parte, isso é bem satisfatório, não é qualquer um que se evadi com sucesso de uma perseguição como aquela. Sendo realista, nem mesmo eu quero "repetir" a experiência. Enfim quem estará encarregado desse caso? Penso um tanto curioso. Ainda assim esse caso me será muito util. Afinal como estes feitos eram todos obra minha, sabia o que lá ocorreu nos mínimos detalhes. Quando começar a conseguir maiores informações quanto a isto pela mídia, dependendo do que eles soltarem e do que vão reter. Vou ter uma ideia melhor de como é o controle da Bastada sobre a mídia desta cidade. Isso me seria muito util.

Caso: "End Night Motel"
Dossiê - Suspeito: "o cliente dela", Consequentemente um Cainita de sexo masculino. Por ter utilizado a saliva para ocultar a marca de alimentação, mostra ter mais conhecimento que uma simples cria jogada a própria sorte em frenesi. Ainda que ter sugado tanto mostre descontrole ou descaso com a vida humana... Não creio que seja descaso, se fosse descaso não teria porque ter se preocupado em usar a saliva. Deixa-la com pouco sangue desta forma já é uma quebra da Mascara de qualquer forma. Creio que seja uma questão de descontrole e pouco conhecimento na noite. Minha aposta é que seja um Neofito fazendo merda, ou mesmo um dos recém-criados dos ataques de raiva, tentando se adaptar e entender melhor sua condição vampirica. Vitima: Penépole De La Cruz, garota de programa. Local: End Night Motel, localizado próximo à autoestrada W153, principal via de acesso à cidade. Horário: Ocorreu em algum momento antes do amanhecer. Ela foi encontrada uma hora depois por Ambrósio Dominguez. Testemunhas: O próprio Ambrósio Dominguez e a Vitima. Paradeiro do Suspeito: Desconhecido, mas a uma testemunha e também a vitima que podem reconhece-lo e devem ajudar na composição do retrato falado se a Bastarda não interferir.

Caso: "Surtos de Raiva"
5 Casos apenas nesse mês, muito provável que haja outros casos anteriores. Bom vamos começar pelo que sei, 1º, 2º, 3º e 4º Ataques Droga. Meio aborrecido. Desses ai não sei nada. 5º Ataque Deixa eu pensar... Suspeito: "Um homem enraivecido", subentende-se Cainita Masculino Recém-Criado. Vitima: "cercou e atacou o pescoço de uma Mulher que fazia caminhada". A barril foi uma vitima de ocasião, ela não importa. Local: Parque Flamboyant. Horário: Por volta de 21:00. Testemunhas: "Testemunhas contam que o homem parecia descontrolado e após morder e dilacerar a vítima, sumiu dentro da pequena reserva nativa do parque". Consequentemente há testemunhas, embora suas identidades tenham sido preservadas pela imprensa. Provavelmente por diretriz policial. Paradeiro do Suspeito: "sumiu dentro da pequena reserva nativa do parque". Ou jogado a própria sorte e se escondendo em algum lugar ou já destruído pela Bastarda. Força Policial Atuando no Caso: Lucy Banderas, Perita Policial. "relatou que a vítima teve a artéria do pescoço e o sangue consumido pelo agressor".

Enfim. Levanto desligando a TV depois de assistir o noticiario se houver algum passando, ou ainda me levanto depois de constatar que nenhum noticiario esta sendo transmitido a essa hora. Vou dar uma olhada nesse cemiterio. Ficava aqui perto afinal, e a "Família White" era um caso todo especial também. Vejo se Mary deixou uma chave reserva do apartamento ou coisa assim.
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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Lord_Suiciniv em Qui Ago 04, 2016 12:06 am

Olho para o novo local no mapa, enquanto ouvia o que James tinha a dizer. Era também proximo da igreja, tinha um acesso direto até ela. Será mesmo seguro afirmar que aquela igreja seria uma base de operações? Preciso verificar aquilo o quanto antes.

- Uma criança? Isso é terrivel... - Eu guardava o mapa e a caneta, de volta na minha jaqueta e corria junto de James para as motos.

- Claro, vamos resolver isso o mais rapido possivel, Ja que Kate deu permissão de matar ele, não precisarei me segurar então. - Mas no caminho até a moto, eu quebro um galho de arvore para mais futuramente usar ele como uma estaca, se fosse possível gostaria de interrogar o caitiff. Guardo também a estaca improvisada comigo.

- Guie o caminho James. Vamos rapido. - Eu subia na minha moto, coloco meu capacete e já dou partida. - James, eu não perguntei antes, pois não achei que seria necessario, mas voce sabe se virar num combate? - Queria saber se poderia contar com ele, ou se teria que protege-lo.
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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Rian em Qui Ago 04, 2016 12:46 am

Marko Cerveni Obertus, PS: 08/11; Força de Vontade: 7/7 Vitalidade: ok

De fato o vampiro constata que o bastão ainda funcionava e só precisava recarregar sua bateria. Assim, ele remove os dois itens que provavelmente Mary desconheceria e se troca no quarto enquanto seu pensamento cogita as mil e uma possibilidades para o caso de John e Gustav. Não foi difícil encontrar um pote com terra e planta. Mary era uma garota doce, era visível que ela era amante de animais e plantas. Se não morasse em um apartamento, certamente Marko teria sérios problemas com animais domésticos. Ela tinha quase que uma meia dúzia de plantas em cada janela do apartamento. O cainita pega um deles e substitui a terra comum por sua terra romena. Um ótimo truque para esconder sua preciosidade.

Em seguida Marko pretendia ir ao cemitério investigar mais sobre John. Contudo, fazia uma pausa em frente a TV. Mudava de canal a procura de algum noticiário. Não encontrava nenhum. Já estava desligando a TV quando o último canal no qual ele deixava o apresentador anunciava o encerramento do programa de auditório e que os telespectadores ficaram a seguir com o jornal.

A edição abria com o anúncio do caso dos O'Neil.

Repórter: Boa noite! Na noite de ontem um incêndio tomou conta de uma residência na periferia Leste de Glover. No local moravam Mark O'Neil, um ex-militar do exército que serviu no Iraque e sua filha. Duas testemunhas que não quiseram se identificar contam que perceberam que alguma coisa estava errada depois de notar que ninguém havia saído da casa o dia inteiro. O incêndio foi criminoso e o suspeito fugiu após roubar  o carro da família. Houve perseguição policial que terminou em um grave acidente no viaduto de Glover Leste. Um policial morreu e o outro está internado em estado grave. O inspetor de polícia Ronald Sherwood informou que a polícia localizou o carro dos O'Neil abandonado próximo ao viaduto e que está concentrando todos os esforços para identificar o suspeito.
Sherwood (entrevista): O carro está sendo  periciado e estamos buscando imagens de câmeras de segurança que possam ter filmado esse bandido.
Sherwood olha para a câmera como se estivesse dando um recado:
- Escuta aqui, nós vamos te pegar, entedeu?! Você não vai sair dessa!!
Em seguida a reportagem mostrava com comoção a despedida do policial morto.

Ao conferir a porta, o Tzimisce via que a chave estava do lado de dentro, o que o levava a supor que Mary teria a sua cópia.

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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Rian em Qui Ago 04, 2016 1:13 am

Lincoln; PS: 10/12; Força de Vontade: 8/8 ;Vitalidade: ok


O Brujah desconfiava que a igreja poderia ser a base de operações do infrator das tradições. O neófito ranca uma galha de uma árvore para usar como estaca, assim como Klaus o havia ensinado. Em seguida, ele e o carniçal aceleram em direção ao sexto ponto. No caminho, ao ser indagado sobre o combate, o carniçal não dizia nada, mas levantava a blusa mostrando um coldre com um revólver.
- Eu não tenho sua força meu amigo, mas tenho isso! Hahahaha

Em 10minutos eles chegavam ao local. Havia uma praça enorme, onde estava acontecendo uma feira livre de doces, salgados e outros tipos de comida. Assim que se aproximavam era possível ver o aglomerado de curiosos em volta da criança, que estava pálida, sem sangue no corpo e a mãe desamparada e desesperada gritando ao lado do corpo da filha. James convida, sutilmente, Lincoln para o acompanhar. A faculdade ficava em frente à praça. Era um prédio grande. Muitos curiosos estavam na entrada, alguns conclamavam os presentes para entrar. Sussurros comentavam que ninguém sabia como a raiva era transmitida e o medo de serem contagiados pairava no ar. O som da sirene da polícia começava a ser ouvida, ainda distante. Mas já era suficiente para que os mais exaltados pensassem em esperar a polícia para que ela fizesse seu trabalho.

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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Winterfell em Qui Ago 04, 2016 3:12 am

A edição abria com o anúncio do caso dos O'Neil.

Repórter: "Boa noite! Na noite de ontem um incêndio tomou conta de uma residência na periferia Leste de Glover. No local moravam Mark O'Neil, um ex-militar do exército que serviu no Iraque e sua filha. Duas testemunhas que não quiseram se identificar contam que perceberam que alguma coisa estava errada depois de notar que ninguém havia saído da casa o dia inteiro. O incêndio foi criminoso e o suspeito fugiu após roubar  o carro da família. Houve perseguição policial que terminou em um grave acidente no viaduto de Glover Leste. Um policial morreu e o outro está internado em estado grave. O inspetor de polícia Ronald Sherwood informou que a polícia localizou o carro dos O'Neil abandonado próximo ao viaduto e que está concentrando todos os esforços para identificar o suspeito.

Sherwood (entrevista): O carro está sendo  periciado e estamos buscando imagens de câmeras de segurança que possam ter filmado esse bandido. Sherwood olha para a câmera como se estivesse dando um recado: - Escuta aqui, nós vamos te pegar, entendeu?! Você não vai sair dessa!!

Em seguida a reportagem mostrava com comoção a despedida do policial morto.

Enquanto assisto sem pesar algum, até achando graça no descontrole do inspetor. Hahahaha. Sorrio sozinho olhando pra tv, ainda sentado confortavelmente no sofá. Tá putinho, hahahahhahaha. Penso sinceramente pouco preocupado. Vou te disser uma coisa que você não sabe nem vai saber na verdade, trouxa. Sou um Cainita e como tal, meu corpo é como o de um cadáver. Consequentemente eu não suo. sem transpiração, sem oleosidade na pele, sem oleosidade na pele, sem impressões digitais. Eles não tinham nada lá para encontrar, e eu tinha plena consciência disso. Por mais que queiram me pegar, Me recosto ainda mais largado e confortavelmente no sofá. Querer não é poder, seus putos. Alem disso tinha propositalmente me movido sob o véu da ocultação (Ofuscação) e ocultando meu rosto com o capuz da jaqueta. O maximo que uma câmera de vigilância ou outra, pode ter gravado é a descrição das minhas roupas e altura aproximada. O que nem de longe seria suficiente pra me identificar. Vamos pensar aqui....... ainda tento prever o pior dos casos. Não acho que esse ferido gravemente possa fazer um retrato falado. isso se ele vivesse, o que nem era certo. Enfim continuando: Na pior das hipóteses, posso ter deixado pra trás um fio de cabelo com raiz. O que é difícil, já que cabelo Cainita não cai tão facilmente... mas enfim continuando com a hipótese de pior cenário. Ainda assim, se tiverem uma amostra minha no sistema. O que sendo sincero não sei se têm. Será sobre um nome, aparência e digitais completamente diferentes das que tenho agora. Afinal como um revenante, a minha "primeira identidade" já era uma identidade falsa. Apenas o berço de minha família erudita e monstruosa, assim como aqueles que servi antes do abraço sabiam meu nome real. Vamos ser sinceros, nem eu mesmo sei, qual foi minha aparência original. Afinal minha casca foi feito barro e remodelada desde tão cedo ... tantas vezes ...  Humanamente não a como chegar a mim. Claro que ainda tem que se considerar a "questão sobrenatural", mas esta é outra historia. No que diz respeito ao sobrenatural, creio que minhas ações possam ser confundidas com as ações de um caçador. Estaca no peito, corpos e casa queimadas. E o incêndio vai dificultar bastante a detecção pela casa e corpos. Afinal tinha feito uma boa fogueira embebendo os dois em álcool encima da cama. O gás e a explosão subsequente complementavam muito bem a ocultação de algum possível vestígio.

Enfim sinceramente não vejo qualquer motivo para apreensão. Levanto desligando a TV. Mesmo tendo de sair as pressas como foi o meu caso, Sorrio. fiz um bom trabalho. Agora quanto ao que foi omitido, não deram qualquer detalhe quanto ao corpo da família. Alem disso, Falaram do incêndio e não da explosão. e sei que a casa também explodiu, afinal cheguei a ouvir enquanto fugia. Estão omitindo muita coisa. Parece que a Bastarda, ou mesmo a Policia em si, estava retendo muita informação. Isso é ruim. Se estavam retendo tanto neste caso, deveriam fazer algo semelhante com os outros. Talvez por isso seja tão difícil encontrar algo na internet. As dificuldades que vinha tendo na pesquisa on-line faziam mais sentido agora.        

Pego a mochila, próxima a meu pé no sofá. Bom vou começar checando o cemitério. e pego a copia da chave, trancando a porta ao sair. Sem vizinhos? Olho a volta, vendo se estou de fato sozinho. Que a porra daquele pentelho de ontem não esteja por aqui de novo. Penso lembrando da criança.

Se estiver sozinho: Vou deixar que o véu de ocultação me cubra (Ofuscação Ativada) e então começar a rumar para o cemitério.

Itens carregados:

- Roupas do Corpo: Conjunto de Roupas Compridas de John, Carteira no Bolso da Calça (dentro da carteira alem de $30,00 dólares tem documentos), no outro bolso da calça 1 grampo, e Jaqueta com Capuz.
- Mochila: 1 chave residencial; 1 bastão de luz negra; 1 saco de dormir (Enrolado dentro deste, um Pote pequeno de Terra Romena). Obs. A mochila com um rasgo no fundo, foi trocada por uma mochila de John.
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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Rian em Qui Ago 04, 2016 2:18 pm

Marko Cerveni Obertus, PS: 08/11; Força de Vontade: 7/7 Vitalidade: ok


O Revenante Obertus formava suas conjecturas após assistir à reportagem. Por fim, desligava a TV e decidia sair para investigar no cemitério. No corredor do prédio não havia ninguém naquele momento, embora havia sons de passos nas escadas. Antes que alguém surgisse, o vampiro se ofuscava. Nas escadas ele passa por uma idosa e seu neto, no entanto, por sorte nem todas as crianças podem ver os seres sobrenaturais quando ofuscados. Era o caso daquele pirralho ali.

Depois Marko estava na área comunal do condomínio e se dirigia para a portaria. Ele aproveita o momento em que um dos moradores saía para passar desapercebido. Analítico e sempre precavido o vampiro checa a rua e tudo parece normal. Não havia nenhum carro de polícia e, aparentemente, nenhuma situação suspeita. Desta forma ele segue, à pé, na direção do cemitério, seguindo as ruas que ele havia decorado no endereço. Uns 20minutos de caminhada e estaria lá.

Após uma boa caminhada, o Tzimisce chegava ao local. Ao longe já se podia ver o cemitério, que era bem grande. Era um cemitério mal cuidado e mal vigiado. Na verdade não havia vigília nenhuma. O muro era baixo, servia apenas para separá-lo da calçada. Em frente ao cemitério havia uma grande catedral, em forma de sinagoga. Perto dali também havia um morro, sem construções. Havia também residências de classe média. Ainda do lado de fora, o vampiro podia notar que não parecia haver ninguém dentro do cemitério.

Marko rolou 5 dados de 10 lados com dificuldade 6 para percepção que resultou 6, 4, 2, 5, 1 - Total: 0 Sucessos

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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Winterfell em Sex Ago 05, 2016 2:17 am

Enquanto fecho a porta do apartamento, vou pensando. Deixando os O'Neil de lado, parece que acertei quanto ao "rolo" no hotel. Acertei em cheio. Esse idiota ta fudido. enfim, de qualquer forma não é problema meu. Olho para os lados me vendo sozinho no corredor, mesmo que o som de passos entregasse a aproximação de alguém. Melhor sumir de uma vez. Deixo o véu me cobrir, ocultando minha presença de quem quer que suba as escadas me levando a ver sem ser visto. Ao menos não é o piolho* daquela vez. (Digo me referindo a criança da vizinha, o que vira através da minha ofuscação). Enfim diferente daquele, este continuava subindo com a velha, sem nem suspeitar da minha localização.

Espero ate que um dos moradores passe, para "pegar carona" passando também. Isso tinha sido fácil. A rua esta OK. Nenhuma viatura ou qualquer espécie de comportamento suspeito. Bom. Penso ainda observando meus arredores. Melhor ir andando. Acerto a mochila nas costas e começo a rumar na direção do cemitério. Nem ficava tão longe e em pouco tempo já estou vendo o lugar.

John sumiu a 7 anos, então é possível muito possível na verdade, que não tenha muito mais a ser encontrado lá. Mas de qualquer forma. Ainda assim é uma pista, então pretendo checar. Claro que não pretendia me expor ou entrar em qualquer espécie de "situação problemática". Mas o lugar me parecia bem seguro. Tudo calmo. Até meio abandonado na verdade. Enfim por precaução vou continuar oculto. Afinal se esse "culto satânico" ainda mantivesse alguma atividade pela área. Não queria correr o risco de ser "confundido" com o John original. Na verdade simplesmente não quero ser visto. O anonimato tem me sido, um bom aliado. Vamos ver se tem algo por aqui pra inicio de conversa. Procuro uma área pouco iluminada no murro, usando-a posteriormente como transição e adentrando o cemitério por este local. Dentro sem problemas. Sem efetuar movimentos bruscos, me mantenho pelas sombras e encosto as costas contra a parede do próprio murro (ou outra parede qualquer disponível) lá, espero que minha visão se adapte a pouca luz do lugar. Mesmo sem a lanterna, a luz noturna e meus sentidos devem ser suficientes. Enquanto meus sentidos vão se adaptando e aguçando. (Ativando auspícios). Vou pensando: Enfim agora é torcer pra ser mesmo um convento* e ter alguma pista por aqui. (Convento = Refugio de um bando sabá local. Mantido por sabás que tem refugio permanente em uma cidade, muitas vezes usado para diferenciar bandos "fixos" de bandos "nômades". A maioria das cidades mantidas pelo sabá abriga vários conventos, alem de oferecer "hospitalidade" a uma infinidade de bandos nômades). Afinal seria ótimo se o que houve com John e/ou os "surtos de raiva" fossem de fato "obra Sabá". Esses recem-abraçados jogados pra fazer merda são uma forma simples e eficiente de enfraquecer a Bastarda local. O problema é saber se isso é mesmo obra Sabá, afinal a bastarda é traiçoeira. Pode ser coisa interna também, alguém querendo minar a autoridade do Príncipe atual, pra depois passar a banda e pegar o lugar dele. Com meus sentidos adaptados a pouca luminosidade e aguçados pela vitae, volto a me mover. Observando atentamente o lugar enquanto procuro por pistas. Enfim se tiver um convento aqui devo achar algum sinal. Afinal conhecia as "marcações" de minha Seita. Se a Espada de Cain, (Sabá) estivesse atuando ou atuado no cemitério, devia ter deixado algum sinal. Um sinal que me seria familiar. Uma grafitagem talvez. Algo que outro Sabá reconheceria. Talvez mais praquele lado. procuro por pichações ou outras coisas como lápides riscadas e arvores marcadas. (Encontro algo que me leve a confirmar a ação do Sabá no local? Algum sinal deles deixado ali)?

Claro que também estaria atento para outros indícios mais óbvios e igualmente importantes. Como outras pessoas pelo local, coisas que não deveriam estar ali .... o cheiro de sangue fresco, sinais de atividade recente ou mesmo arrombamento... (Encontro algo)?

Talvez .... vou pensando. Ate seja bom aproveitar de uma vez e dar uma olhada nessa igreja. Ela era muito imponente e ficava suspeitamente próxima ao cemitério. Ou claro. Volto meu olhar para as casas próximas. Até poderia comer algo. Mas na verdade não estava com fome. Acho que só desejo o sabor da vitae. Estou perdendo o foco. Volto a me concentrar, continuando a investigar o lugar. De qualquer forma esse cemitério é imenso. Vou observando sua extensão e consequentemente o quanto ainda teria de olhar. Vou demorar um tempo considerável pra "bater" esse lugar. A catedral ficaria pra outra noite.

Vou andando pelo lugar e utilizando principalmente minha visão e nariz. (Mas todos os meus sentidos estão aguçados). Por aquele lado agora. Vou observando area por área. (Se encontrar cheiro de sangue em algum lugar vou usar o bastão de luz negra para ter uma "visão" do rastro e sua trilha).
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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Lord_Suiciniv em Sex Ago 05, 2016 12:43 pm

Ao ver a arma no coldre de James, mas nenhum colete ou qualquer outro tipo de proteção não fico menos preocupado com a saúde dele. - Neste caso, fique atrás de mim e atire na cabeça, qualquer outro lugar não surtira muito efeito alem de deixa-lo irritado. E atire para matar. - Pisco para ele acelero a minha moto.

Chegando lá vejo a comoção em volta da criança morta e sinto um pouco de raiva com isso, crianças não deveriam ser vitimas nessa nossa cruzada, eram apenas crianças pelo amor de deus. Mas não fico lá muito tempo, pois James me convida para segui-lo, aparentemente ele conhecia um caminho melhor para seguir, pois aparentemente a porta da frente não era a melhor das opções.

Eu sigo james até dentro da faculdade, e já vou amplificando com sangue meus reflexos (destreza), enquanto caminho em alerta em busca do maniaco raivoso, eu imagino que não deva ser dificil encontrar o rastro dele ali dentro. De qualquer maneira precisavamos ser rapidos, pois eu ouvi a sirene da policia, aquilo precisava ser resolvido o quanto antes.
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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Rian em Dom Ago 07, 2016 7:53 pm

Lincoln; PS: 09/12; Força de Vontade: 8/8 ;Vitalidade: ok - dex +1 (3 turnos)

O vampiro e o carniçal conseguiam entrar dentro da faculdade. Como não havia aula naquele período, o prédio estava fechado e com as luzes todas apagadas. Após passarem por um grande estacionamento eles entram no saguão do prédio, que estava mais próximo da entrada principal e onde também, talvez o recém transformado vampiro poderia estar, já que no caminho que eles percorreram nada encontraram. A escuridão dificultava a visão de ambos. O saguão dividia em um corredor para a esquerda e outro para a direita. Para a esquerda eles chegariam à entrada principal. No entanto havia muitas salas de aula até lá. E para a  direita, não era possível saber o que havia.

Enquanto decidiam para que lado poderiam ir, os dois escutam um barulho, parecendo como o de alguém tropeçando em uma lata de metal. O som vinha do escuro corredor do lado direito. James não dizia nada, apenas sinalizava com os olhos para a direita perguntando a Lincoln se eles deveriam avançar.

Dados:
Lincoln rolou 5 dados de 10 lados com dificuldade 6 para detectar ruído que resultou 1, 10, 2, 8, 5 - Total: 1 Sucessos
James rolou 4 dados de 10 lados com dificuldade 6 para detectar ruído que resultou 2, 2, 10, 9 - Total: 2 Sucessos

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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Lord_Suiciniv em Dom Ago 07, 2016 8:08 pm

Estava alerta, procurando o vampiro caitiff, na escuridão, estava dificil de ver algo naquele breu, mas seria idiota ligar uma lanterna ali, iria revelar a minha posição em questão de segundos. Não valia o risco.

Caminhava a passos firmes e calculados até chegar a bifurcação e começava a pensar que direção deveriamos seguir, separar seria mais rapido, mas se o raivoso acabar do lado de James, será a morte dele, não posso deixar isso acontecer. Seria mais seguro que continuemos juntos.

Por sorte, escutamos um barulho vindo do corredor a direita, poderia ser um gato, mas também poderia ser o raivoso, era a melhor pista que tinhamos naquele momento e valia a pena investigar.

Eu faço um sinal com os dedos para James, indicamos que iriamos atrás do barulho, mas com cuidado. E em seguida eu tomava a dianteira e seguia pelo corredor barulhento. Por sorte, eu tinha em minha vantagem que o raivoso estava descontrolado, provavelmente em frenesi, então ele não estaria tentando se esconder, e nem estaria pensando direito, ele iria uma hora ou outra revelar sua posição.

Segurava com mais firmeza a estaca em minha mão e decididamente seguia o caminho escuro.

Off: nesse momento, estou bombando a força em +1
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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Baruch King, O Anjo Caído em Dom Ago 07, 2016 8:47 pm


Baruch não conhecia a cidade, então não sabia o que esperar do caminho até aquele endereço. De qualquer forma, os 40 minutos pareciam intermináveis e levou alguns instantes até ele acreditar que havia chegado. Era, então, hora de agir.

Aquilo parecia ser um condomínio residencial, um refúgio bem estranho para um bando de infernalistas, ou até mesmo para um único infernalista. Haveria muitas testemunhas, vizinhos com quem se preocupar, e um seguidor da trilha das revelações malignas, por mais próximo que estivesse da danação, não iria querer chamar atenção indesejada para ele. De qualquer maneira, não importava se aquilo era um armazém insalubre no pior buraco de San Francisco ou uma mansão no melhor bairro de Orange County.

Conforme se aproximava, ele notava a presença do porteiro. Baruch conseguia pensar em algumas formas de passar por ele. Nem todas terminariam bem... Para o porteiro.

- Distraia o porteiro. - Baruch dizia, de forma que apenas o templário pudesse escutar, enquanto os dois atravessavam a rua. -- E evite olhar para mim. Acredite, não vai ser nada bonito.

Baruch iria distanciar-se do Templário, antes que eles se aproximassem do condomínio o suficiente para que o porteiro notasse os dois e prestasse atenção nos vampiros. Baruch procuraria um local mais discreto, como próximo a uma árvore ou atrás de algum carro, evitando chamar, assim, atenção. Ao encontrar o local certo, ele daria inicio ao processo.

O Guardião sentia, enquanto o sangue em seu corpo movimentava-se, e parte dele esvaía-se. A Começar por sua base, os pés, ele podia sentir a tangibilidade de seu corpo mudando, para um estado próximo ao plasma.
Suas pernas, seu tronco, braços, todo o seu corpo fundia-se com as sombras do abismo que preenchiam sua alma, enquanto esta escuridão interior emergia de seu corpo, brotando pelos poros de sua pele. Naquele momento, o Lasombra perdia sua tangibilidade, tornando-se, então, um corpo de pura sombra.  [Tenebrosidade 5 - Corpo de Sombra]

Assim que a metamorfose estivesse concluída, Baruch usaria seu corpo 'imaterial' para entrar no condomínio, subindo o muro. Já do outro lado, ele iria até a cabine do porteiro.


Última edição por AlexanderA.S.F em Dom Ago 07, 2016 8:56 pm, editado 1 vez(es)

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Nós queremos ver você se curvar à escuridão. Você quer nos seguir através da noite? Você nunca morrerá como uma criança da noite
Encare sua morte com orgulho, Ele irá vê-lo sorrir.  Com seus olhos brilhantes como estrelas, ele matará a todos, sem remorso. Fome pela escuridão golpeando seu coração, enegrecido desde o início, seu mal arrasta-se em sua mente. Provocando arrepios na espinha, Ele é a Noite! Alegrai-vos na carnificina, sabem que a merecem.





Spoiler:

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- Sussurros, pois ninguém deve nos ouvir.
-- Por que não falamos de igual para igual?
--- Gritos, pois devo ser ouvido.
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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Rian em Dom Ago 07, 2016 8:49 pm

Lincoln; PS: 08/12; Força de Vontade: 8/8 ;Vitalidade: ok
- dex +1 (2 turnos); força +1 (3 turnos)


O vampiro e seu carniçal seguiam em direção ao barulho. James sacava o revólver. O medo em James era nítido, embora ele tentasse demonstrar coragem perante Lincoln. Certamente ele não queria bancar o medroso na frente de um vampiro, já que era seu desejo se tornar também um Membro. Eles passavam por algumas salas de aula e depois um lugar onde ficavam vários armários de metal, certamente onde os alunos guardavam os materiais. Eles sentiam a presença de alguma coisa ali perto, pois apesar da escuridão dava pra sentir que não estavam sozinhos. De repente, o mesmo barulho de lata que eles tinham escutado antes agora acontecia mais uma vez e bem do lado direito. Um miado alto. Era um gato que pulava de um dos armários, fazendo muito barulho e fugira. Certamente ele sentira a presença cainita de Lincoln ou de qualquer outro e fugira, com medo da besta.

Os dois olham o gato fugir e James começa a rir do próprio susto. Neste instante, talvez Lincoln tenha se distraído ou acompanhado com os olhos o gato que voltava por onde eles tinham chegado, dando as costas aos fundos do corredor. James que acabara ficando meio de frente para o vampiro, repentinamente perde o sorriso do rosto, arregala os olhos e, tremendo, aponta a arma na direção de Lincoln. O neófito Brujah então ouve passos largos, de alguém que estava correndo em sua direção, de forma afoita. Ele sente duas mãos o segurando e o puxando pela blusa.

rolagens:
Lincoln rolou 5 dados de 10 lados com dificuldade 6 para percepção que resultou 1, 5, 2, 9, 4 - Total: 0 Sucessos
James rolou 4 dados de 10 lados com dificuldade 6 para percepção que resultou 5, 6, 10, 7 - Total: 3 Sucessos

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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Lord_Suiciniv em Dom Ago 07, 2016 9:09 pm

Não acredito que essa porra tenha sido realmente um gato. Eu ficava surpreso e um pouco irritado ao ver o gato fugir para longe, acompanhava com os olhos o gato ir embora e talvez por isso, tenha me distraido por um segundo, pois não notei a aproximação de alguém, atrás de mim. Felizmente eu vejo meu companheiro se assustar e apontar a arma em minha direção.

Por isso consigo notar no ultimo segundo que havia algo errado, alguém agarra a minha camisa. Nesse momento, ativo o movimento sobrenatural e aproveitando que o maldito segurava minha camisa, me dando uma noção parcial de sua posição, eu me viro em uma cotovelada com força, procurando ao mesmo me livrar de seu agarrado, e ao mesmo tempo acerta-lo de alguma forma. Aproveitando o puxão que ele deu em minha camisa para somar com a minha propria força indo em direção a ele na cotovelada.

- Lembre-se James, atire pra matar! - Eu falava rapidamente, concentrado na possivel posição do raivoso. Enquanto segurava a estaca com a outra mão, a que não foi usada pra cotovelar.

Off: perceba, como ele não está me imobilizando, apenas agarrou minha camisa e puxou, o meu movimento de virar o corpo na cotovelada, iria complicar a pegada dela, fazendo com que ele possivelmente perdesse a posição pra me segurar. Já que ele estava originalmente em uma posição precária e também não seria considerado ação dupla ( me soltar e cotovelar) pois ele perder a posição de segurar, seria uma consequencia do giro aplicado no ato da cotovelada. Concorda?
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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Rian em Dom Ago 07, 2016 10:11 pm

Lincoln; PS: 07/12; Força de Vontade: 8/8 ;Vitalidade: ok
- dex +1 (1 turnos); força +1 (2 turnos); Rapidez (1 turno)


Assim que sente alguém o segurando, o Brujah não tem dúvidas e, sem titubear lança uma potente cotovelada contra o infeliz que lhe apanhara de surpresa, mostrando que nem sempre ser pego de surpresa significa despreparo. O vampiro sente que atingia o peito do sujeito que o segurara e, este, ao ser atingido pela cotovelada dá um gemido. Lincoln ainda pôde vê-lo, por um instante, afinal estavam próximos o suficiente para que perceber que era um homem de aparentemente 40 anos, cabelos um pouco grisalho e usava um uniforme. Seus olhos estavam esbugalhados e ele tentava dizer alguma coisa. Toda essa impressão era captada em menos de 1 segundo, antes do corpo do homem sair voando de volta para trás e atingir os armários, fazendo um baralho enorme.

Pressionado por Lincoln e querendo mostrar serviço, James disparava na direção do barulho. Atento, Lincoln aproveitava o clarão do disparo da arma para captar o máximo que podia da situação. Ele via que o homem que tinha sido atingido pela cotovelada tinha amassado os armários ao ser arremessado e ao cair no chão vomitava sangue, no entanto era atingido pelo tiro de James, que conseguiu acertá-lo pela localização dos ruídos. Contudo, à direita, da parte de onde o homem tinha vindo correndo Lincoln percebe algo: Um sujeito com aparência sinistra, roupa rasgada e toda suja de sangue. Ele estava se aproximando furtivamente, mas ao com o clarão do disparo do revólver ele parecia direcionar seu olhar sobre James com uma índole nitidamente assassina. O carniçal, por sua vez, em imaginava que era uma presa que estava prestes a ser caçada.


Rolagens:
Lincoln rolou 6 dados de 10 lados com dificuldade 6 para cotovelada que resultou 8, 2, 4, 10, 9, 9 - Total: 4 Sucessos
Lincoln rolou 7 dados de 10 lados com dificuldade 6 para dano que resultou 10, 8, 8, 10, 7, 1, 9 - Total: 5 Sucessos
Lincoln potência 2 + 5 sucessos = 7 sucessos
Alfredo rolou 3 dados de 10 lados com dificuldade 6 para vigor que resultou 9, 4, 4 - Total: 1 Sucessos
7-1 = 6 de dano
Alfredo = incapacitado.
James rolou 4 dados de 10 lados com dificuldade 10 para tiro que resultou 3, 9, 10, 9 - Total: 1 Sucessos
Alfredo = morte

Alguém rolou 5 dados de 10 lados com dificuldade 5 para furtividade que resultou 4, 4, 5, 9, 7 - Total: 3 Sucessos
Lincoln rolou 5 dados de 10 lados com dificuldade 8 para percepção que resultou 10, 5, 7, 8, 10 - Total: 3 Sucessos
James rolou 4 dados de 10 lados com dificuldade 8 para percepção que resultou 10, 1, 10, 5 - Total: 1 Sucessos

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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Lord_Suiciniv em Dom Ago 07, 2016 11:05 pm

Sinto a costela do homem que me agarrara ceder, e abro um sorriso com isso. Te peguei maldito, sou mais forte que você. Mas quando por um milesimo de segundo eu vejo que o homem não fazia bem o perfil do raivoso, mas sim encaixava mais o perfil de segurança do campus, praguejo mentalmente. Porra, pegamos o cara errado.

Para confirmar a teoria, vejo após o tiro de James ele cospir sangue pela dor. Me confirmando, que o maldito era um mero humano que estava no local errado e na hora errada.

- Porra, pegamos o cara errado James, ele é segurança do campos. - Falava claramente contrariado, por esse erro, mas sabia que ele também tinha feito merda, ao se aproximar daquele jeito, estava pedindo por isso. Eu procuro guardar a estaca em minha jaqueta, para usa-la mais tarde.

Nesse momento eu percebo o meu verdadeiro alvo se aproximando na surdina, pela aparência dele que eu pude perceber, era certeza que se tratava do raivoso, por isso não penso duas vezes antes de correr em direção dele, aproveitando minha velocidade sobrenatural. Iria tentar dar um soco superhomem nele, correndo em sua direção e em seguida pulando em um soco poderoso, tentando desestabiliza-lo com o golpe.

Caso eu consiga acerta-lo e não tenha gasto as minhas ações na corrida e no soco, irei tentar agarrar um braço dele, e levar até as suas costas, enquanto tento leva-lo ao chão, para imobiliza-lo contra o chão, virado com a barriga para baixo, e mantendo meu joelho em suas costas.

Soco Super-homem:
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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

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