Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Rian em Dom Jun 26, 2016 4:41 pm

Lincoln; PS: 11/12; Força de Vontade: 7/8 ;Vitalidade: "/" Ferido Gravemente - 2 dados



Após assassinar seu próprio amigo, Lincoln não podia nem se despedir da forma apropriada de seu ente querido. O Brujah recolhe o corpo da vampira desacordada e chega o mais próximo do fogo que sua coragem permitia. Apesar de ser um vampiro, era o corpo de uma mulher e para alguém como Lincoln, era simples arremessar um corpo daquele peso em direção as chamas. Assim que caía sobre o que tinha restado do carro e da entrada do clube a vampira se incendiava, recebendo a morte final. Contudo, ele não ficava para ver...

- Arroto, precisamos ir, não podemos ficar aqui, se conseguir traga o corpo de fusivel para fazermos um funeral apropriado, do contrario, teremos que deixa-lo.
- O quê? Como... Como você se atreve Lincoooooooooln?! Bradava Arroto levantando-se. Seu rosto estava tomado pelo ódio, vermelho como uma pimenta. - Para o inferno você e Klaus! É isso mesmo! Vai embora! Suma da minha frente! Mas saiba que eu vou vingar o que você fez com Fusível! Você me entendeu? Lincoln! Para mim você morreu aquele dia! Você não é mais o meu amigo! O meu amigo Lincoln está morto e enterrado! Ele morreu há 12 dias!!. (...) Eu vou te mataaaaar!! Gritava Arroto furioso. Ao que parece, ele não iria sair dali.

- Vamos embora! Eu tenho mais experiência com humanos do que você. Acredite, depois que a raiva passar ele irá nos procurar. Klaus ligava a moto e retomava a viagem. Ele saía em baixa velocidade, como se estivesse dando um tempo para Lincoln se recompor. O caminhão do bombeiro chegava. Logo não demoraria para que eles começassem fazer perguntas...

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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Lord_Suiciniv em Dom Jun 26, 2016 8:36 pm

Fecho meus olhos, ao ouvir aquelas duras palavras vinda da unica família que havia me restado, fecho meus olhos com força e viro o rosto na direção oposta da de arroto, e respondo baixinho, para que ninguém alem de mim podesse ouvir. - Eu estarei esperando por esse momento, meu irmão, até lá. Não deixarei ninguém tirar vingança de você... prometo. - Depois desse voto macabro, ouço as palavras de Klaus.

- E eu conheço ele melhor que voce, Klaus, ele não vai deixar isso pra la... - Depois de ver Klaus se afastar lentamente, acelero minha própria moto e passo na frente do meu sire, deixando aquela cena dos infernos para trás, deixando minha unica família para trás, ele ficará melhor sozinho do que ao meu lado. Não quero correr o risco de também mata-lo, ou que ele seja morto por outra pessoa.

Na estrada, vou bombando meu sangue para que eu cure meus ferimentos, até ficar em perfeito estado. - Klaus, vou precisar me alimentar em breve, estou gastando muito sangue para me curar aqui. - Diz já longe de toda aquela confusão, quando estivesse completamente curado.
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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Rian em Dom Jun 26, 2016 11:05 pm

Lincoln; PS: 05/12; Força de Vontade: 8/8 ;Vitalidade: ok



As últimas palavras de Arroto eram recebidas como um pacto, por Lincoln. Iria ele algum dia cumprir aquelas palavras? Ou o vampiro descumpriria sua palavra e sucumbiria ainda mais aos desejos profanos do monstro que dentro dele habitava? Só o tempo diria... Pelo bem do seu amigo, de sua família, do seu último irmão, Lincoln decidia partir sozinho em sua jornada.

- Klaus, vou precisar me alimentar em breve, estou gastando muito sangue para me curar aqui.

- Na hora certa vemos isso...

Silêncio... a viagem agora era longa, fria e solitária. Klaus quase não conversava, pelo menos não se comparado aos companheiros Arroto e Fusível, que a todo momento estavam emparelhando a moto com Lincoln para dizer ou mostrar algo. Somente o barulho dos motores das motos e o vento frio. A viagem ficava mais longa, a rodovia mais deserta...

Lincoln e Klaus viajaram a noite inteira, pousaram em um motel barato e continuaram por mais uma noite inteira. Só no final da segunda noite eles entravam no Estado do Colorado e chegavam à capital, Glover. O sol nasceria em 1 hora, mas pelo menos já estavam em perímetro urbano...

- Não acredito! Nenhum lobisomem tentou emboscar a gente! Você pode jogar na loteria, Lincoln! Klaus agora parecia mais feliz e menos ranzinza. Definitivamente, em momento nenhum antes da viagem ele tinha mencionado esse risco. Na verdade, ele nem tinha contado ainda para o seu pupilo sobre a existência dessas mortíferas máquinas de matar. Talvez ele estivesse se sentindo pressionado a viagem inteira com essa possibilidade... - E aí, vamos ver que gosto tem o sangue dos humanos de Glover?


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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Lord_Suiciniv em Seg Jun 27, 2016 12:08 am

Era perfeitamente fácil perceber a falta que fusivel e arroto causavam no grupo, a viagem não era animada, era apenas um rodar na moto, que não parecia ser tão maravilhoso quanto era antes. Eu passo a viagem inteira de cara fechada, não queria muito papo, tinha muita coisa para digerir ainda. Porra como eu queria fumar um cigarro agora.

Finalmente chegava na cidade, mas não sem prejuízos, e então ouço klaus comentar, meus olhos se arregalam, e eu olho para o meu sire incrédulo, com raiva inclusive. - Lobisomens? Essas merdas existem? Quer dizer que acabamos de cruzar o território deles, você sabia, e não falou nada? - Gritava com Klaus, colocando uma raiva enorme em minhas palavras, raiva que não era direcionada apenas a ele.

- Queria nos matar o algo parecido? - Após esse ultimo grito, olho para baixo, em direção do tanque de gasolina da minha moto, mas sem realmente vê-lo, e suspiro, sem realmente acreditar no acabara de escutar. - Precisamos trabalhar melhor essa confiança cara. Falo serio. - Dizia agora mais calmo, numa voz mais branda e suave, e em seguida fazia uma pausa, deixava as coisas no ar e voltava a falar. - Por favor, estou faminto. - Abria um sorriso brincalhão para ele.
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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Winterfell em Seg Jun 27, 2016 12:33 pm

To me sentindo um ator de novela ruim. Falando o que a barril quer ouvir, todo meloso, bonzinho e irreal. Tá bom... tenho que admitir que isso é meio divertido. e eu nem sou alguém que se diverte muito, ou mesmo, que liga pra esse tipo de coisa. Mas vamos lá, quem diria que alguém acreditaria nessa merda toda? É tão ridículo que mesmo eu (alguém praticamente desprovido de humor), acho engraçado. Devo ter talento pra isso, embora realmente não entenda os barris. Nasci revenante então nunca fui "muito humano" pra inicio de conversa. Alem disso, é difícil ter empatia pela comida, mas apesar de não sentir, estou fingindo bem ... Ou nem tanto.  

Ela esbugalha aqueles olhos escorridos, larga minhas mãos e da alguns passos para trás. i cacete... Ela se aperta, um gesto meio desamparado enquanto vira a cara pro lado evitando olhar pra mim. Sabia que tava fácil demais. Ela tava disposta, mas o "porem", tava por vir, sempre tem um "porem" ou um "mas" na jogada.  

- Não sei... eu tenho medo. É como se no fundo eu sentisse que você não é meu irmão, que você não é mais o mesmo... Meu coração reluta em acreditar que você nunca vai me machucar.

Isso porque eu não sou, e você deve acabar morta mesmo. Afinal, ela só viveria enquanto me fosse útil e servisse bem. Mas não comece a seguir a lógica agora, ninguém te quer pensando. Escuto em silencio, mas me mostro ferido pelas palavras dela. Como se sua desconfiança fosse um golpe duro para mim. Deixe que eu penso por nos dois. Afinal aos servos só cabe servir. Melhor que ela continuasse em seu "lugar".  

- Não, eu não sei como eles eram... não consegui vê-los direito. Estava assustada... Eram dois homens... Um era bem magro e o outro um pouco mais forte... E-eu... eu não quero lembrar deles agora, John... - Eu entendo. Digo rapidamente, como que percebendo o mal estar que isso causava nela e consequentemente tentando encerar o assunto. A puta ta com medo. Nossa, é difícil bancar o inofensivo. Acho que não atuei tão bem quanto supus no final das contas... Vou ter de me esforçar um pouco mais... - Tente não pensar nisso.  Digo como quem se importa e tenta de alguma forma "aliviar o fardo" dela. Espero que você valha toda essa trabalheira. Quebrar o pescoço dela parecia tão mais simples...

- O que eu quero fazer? O que podemos fazer?! Ela volta a se aproximar de mim, parecia ate que ia me atacar ou coisa assim, o que me deixa pouco afim de continuar esse "draminha" que estamos contracenando. Não vem dar uma de histérica pra cima de mim não! Principalmente se for levar porradas, porradas com esse "paranaue" de Fé. Sei lá como isso funciona. Ter fé em si mesmo ate vai. Eu mesmo tenho muita , "no meu próprio taco". Agora ficar esperando a "providencia divina" devia ser apenas fanatismo estúpido, no mínimo coisa de gente pouco inteligente. Vir falar pra mim, que isso funciona mesmo e até queima é sacanagem. Mentira talvez? Não, ela ainda esta meio entorpecida pelo "irmão que voltou" e não tem porque mentir pra mim. Ela esta com medo claro, mas ainda não parece ter começado a mentir. Se a fé dela pode fazer isso com outro Cainita, ela se torna uma serva ainda mais preciosa, perigosa também. Consequentemente a quero ainda mais agora! Sei muito pouco sobre a "Fé". Se é que se deve chamar essa coisa assim tão simplesmente, ao menos era um nome "original e autoexplicativo". Se possui isto de fato, Mary pode se tornar uma cobaia de pesquisa, uma fonte de dados e informações. Informação é poder afinal, e o poder deve ser cultivado. O premio tinha aumentado, não era mais um refugio e uma simples serva em jogo, natural que as apostas subam também. Me motivo a continuar com o "teatro", interpretando o "irmão John" um pouco mais. Vamos ver se consigo reverter essa suspeita. Já que ela tem esta tal fé, que não sei bem o que pode fazer. prefiro controla-la sem ter de recorrer a violência.    

Ela então me surpreende de novo. - Acho que primeiro de tudo, temos que fazer algo por você. Você deve estar sofrendo muito com esse seu corpo amaldiçoado. Ai caralho não! Pera awe! - Eu vou te ajudar, meu irmão! Eu vou te ajudar! Vou te livrar desse mal que assola sua alma. Voltaremos a ser como éramos antes... PAI NOSSO QUE ESTÁS NO CÉU... LIVRE MEU IRMÃO DESSE MAL.... Me preparo pra espancar a vadia. Com os olhos fechados e rezando colada a mim assim, ela seria um alvo fácil. Eu to bem. Fico surpreso, uma emoção genuína pra variar.

Como o que quer que ela estivesse tentando fazer não tinha me machucado não dou uns "catiripapos" na mulher e continuo sendo o "irmão ainda mantendo o personagem. Ultima chance vadia. Quando ela abre os olhos, olhando confusa para mim, sorrio tristemente, um sorriso resignado, só um sutil definir dos lábios sem chegar a mostrar os dentes. Se você me machucar de verdade, quebro o seu pescoço. mas vamos lá, continuando a atuação: -Mary... seguro as mãos dela com carinho enquanto digo resignado lhe olhando nos olhos. - Você sabe porque não funcionou. A olho com amor e compreensão, enquanto falo lhe explicando ainda triste: - Não funcionou porque este sou eu agora, falo como se também me doesse constatar ser um vampiro. - Se  tivesse funcionado... meu semblante triste diminui um pouco suplantado pelo carinho e amor por ela. -Você teria me machucado. Volto a fazer carinho nela, me aproveitando da proximidade. - E mesmo que você queira negar quem eu sou agora, mesmo que esteja exteriorizando toda essa aversão.... inconscientemente você não quer me machucar. Beijo a testa dela e falo com todo carinho. - Não quer me machucar porque bem lá no fundo sabe que sou eu. A abraço mais uma vez, a amparando e tentando acalma-la

(Ação Condicional): Se ela NÃO parecer convencida e for tentar se afastar de mim novamente, não deixarei que saia de meu abraço. Lhe cravando os dentes (Mordida de Beijo) e sugando-lhe o néctar ate deixa-la inconsciente, mas ainda viva.  

(Ação Condicional): Se ela parecer convencida, continuarei a dialogar com ela.........................
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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Rian em Seg Jun 27, 2016 2:20 pm

Lincoln; PS: 05/12; Força de Vontade: 8/8 ;Vitalidade: ok



O Brujah ficava puto ao descobrir que o seu sire lhe omitira uma informação importante como aquela e ainda lhe colocara em risco sem que ele pelo menos imaginasse.

- Lobisomens? Essas merdas existem? Quer dizer que acabamos de cruzar o território deles, você sabia, e não falou nada?

- Não só existem, como eles odeiam vampiros e nos matariam simplesmente pelo fato de existirmos. Ah sim, eles estão por todo lugar que não seja uma cidade. Por isso, vivemos confinados nas cidades. A zona rural é o território deles e a urbana o nosso. O que não significa que eles não sejam capazes de entrar numa cidade, matar meia dúzia de malditos sangue-sugas e depois irem embora. Ah, só pra constar, até um "filhotinho" deles mataria nós dois como se fôssemos duas lebres, hahaahaaha! Klaus, de alguma forma, achava graça naquilo. -A propósito, por isso o plano é brilhante. Hendric pode estar vigiando o aeroporto, mas nunca imagina que seríamos capazes de sair de NY até aqui pela estrada.

Klaus fazia um sinal para Lincoln segui-lo. Eles saíam da rodovia e entravam em uma rua paralela, numa região onde havia vários motéis. Havia alguns pontos de prostituição ali, contudo, poucas garotas de programa. A noite já chegava ao fim e as poucas profissionais do sexo que ali ainda faziam ponto, estavam descabeladas e com a maquilagem borrada. - Tome cuidado, tente se controlar... Não seria interessante para nós termos que subornar policiais para ocultar um crime em nossa primeira noite nesta cidade. Klaus parava a moto perto de uma delas e começava a negociação. Havia mais uma ou outra pela rua, se Lincoln continuasse seguindo. Eles pareciam ser os únicos clientes. Alguns trabalhadores já passavam pelo local, mas não procuravam por sexo e sim deslocavam para o trabalho.

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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Rian em Seg Jun 27, 2016 6:37 pm

Marko Cerveni Obertus, PS: 09/11; Força de Vontade: 7/7 Vitalidade: ok


O vampiro preparava-se para destroncar Mary como se ela fosse uma galinha, caso a humana machucasse o cainita. Enquanto ela não entendia porque a oração não funcionava com o irmão vampiro, este aproveitava para usar isso não como um argumento, mas como uma prova de que o que ele dizia era a pura verdade.

- E mesmo que você queira negar quem eu sou agora, mesmo que esteja exteriorizando toda essa aversão.... inconscientemente você não quer me machucar. - Não quer me machucar porque bem lá no fundo sabe que sou eu.
O tzmisce abraça a mortal e Mary desata a chorar novamente. Lágrimas molhavam a camiseta de Marko na altura do ombro. Ele sentia que finalmente ela baixava a guarda e parecia acreditar piamente na história do irmão, em cada vírgula do que ele havia dito. Ela se controla, enxuga seu rosto com as costas da mão direita, saindo do abraço de Marko.
- John, John... eu acredito em você! Fico feliz que tenha conseguido voltar para casa. Vem, deixa eu te mostrar uma coisa... A mulher levava o vampiro através do apartamento até uma porta. Ao entrar no cômodo ela fazia um sinal com a mão para ele entrar na frente. Assim que entra, ela escora o corpo na porta enquanto observava a reação do "irmão", ao ver seu quarto exatamente como havia deixado desde a última vez que partiu.
- Fiz questão de deixar do mesmo jeito que estava desde o dia em que você foi embora... Dizia ela com um sorriso tímido.
Havia uma cama de solteiro, um pequeno armário com roupas, uma maquete de um avião de caça pendurado no teto, bem como um pôster do U2 na parede, perto da cama.
- Eu não sei o que um vampiro come, mas eu pelo menos estou com fome e vou jantar. Vou deixar você descansar um pouco. Se quiser conversar estarei na cozinha. Eu... imagino que ainda temos muito o que conversar, não é mesmo?!

Dados:

Marko rolou 5 dados de 10 lados com dificuldade 4 para lábia que resultou 1, 10, 2, 5, 10 - Total: 2 Sucessos
Mary rolou 5 dados de 10 lados com dificuldade 6 para empatia que resultou 5, 1, 10, 1, 2 - Total: -1 Sucessos
falha crítica = como consequência Mary acreditará em tudo o que Marko dissera anteriormente

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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Lord_Suiciniv em Seg Jun 27, 2016 8:20 pm

Ficava abismado com a normalidade com que Klaus falava sobre os lobisomens, como se fosse uma grande piada. - Seu filho da puta, nunca mais arrisque nossas vidas desse jeito sem me consultar primeiro, entendeu? Não vai ser assim que vamos trabalhar juntos! - Falava serio, eu já não gostava de Klaus, pelo que ele fez com arroto e fusível, se eu não pudesse nem contar com ele para comunicar quando nossas vidas corriam possível perigo, não tinha como confiar nele.

Não respondo a advertencia de Klaus, sobre a confusão, a verdade é que ja tive confusão demais por uma noite só e o sol estava para nascer, não tínhamos tempo para confusão

Eu então ia mais adiante na rua em busca de uma prostituta também, localizando a primeira prostituta que aparecesse, estacionava na frente dela e falava como um mortal que realmente estivesse atrás de uma foda de ultima hora. - Ola, moça, tive um encontro dos infernos hoje a noite, que acabou não dando em nada, ta afim de uma carona? - Piscava para ela e esperava uma resposta.


Off: Eu estou tentando fazer uma piada de duplo sentido, com a palavra carona em inglês, ride que quer dizer carona, assim como cavalgar no pênis.
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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Rian em Seg Jun 27, 2016 9:11 pm

Lincoln; PS: 05/12; Força de Vontade: 8/8 ;Vitalidade: ok



Depois de andar uns 100metros, Lincoln via uma mulher loira, cabelos bem curtos, na altura do pescoço, brincos grandes, pouca roupa, uma bolsa pequena e um batom que visivelmente era de algum estoque em promoção.
Ela se aproximava, parecia um pouco aérea e sentando no na coxa direita do motoqueiro dizia bem pertinho dele:
- Claro grandão! Se me der 30 dólares eu vou até pro inferno com você! E aí, vai querer ou vai ficar só olhando igual os outros que passam aqui?

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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Lord_Suiciniv em Seg Jun 27, 2016 9:41 pm

Sinto a mulher se esfregando em minha coxa, e eu não sinto absolutamente nada com aquilo, eu poderia estar me esfregando em uma arvore e a reação não seria diferente da que eu estava sentindo agora. Como o Klaus havia dito, dias atrás,a libido havia morrido comigo, essas coisas que antigamente deixavam minha barraca armada, agora são meramente incomodas, irritantes. Acho que vou me alimentar dela antes mesmo de transar, queria acabar logo com isso.

- Claro gata, sobe ai, pagamento depois do serviço? - Eu tirava do bolso minha carteira e mostrava as notas de dinheiro, para mostrar que eu tinha o dinheiro e não iria passar a perna nela, depois que ela visse o dinheiro, eu devolvia para dentro da minha carteira e guardava em meu bolso novamente.

- Escuta gata, sou novo na cidade, você conhece algum motel legal aqui por perto? - Falava em um tom de duvida, logo após ela se ajeitar na moto.
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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Baruch King, O Anjo Caído em Seg Jun 27, 2016 10:41 pm


-- Realmente te pareceu uma boa ideia sequestrar alguém no centro da cidade, Felix? - O Inquisidor repreendia seu carniçal, após entrar novamente no veículo. Erros como este faziam com que ele se questionasse se abraçar Felix seria uma boa escolha, o humano ainda tinha muito o que aprender. -- Siga em frente.

O Guardião recostava-se no banco do carro, olhando para a mulher enquanto procurava descobrir em qual prédio ela entraria, Baruch voltaria em outra hora para fazer uma "visita"...

- Ergebene Maria, Kyrie Eleison... Ruhe sanft, Maria...¹



O Inquisidor voltava, então, sua atenção para outra coisa: O Papel com o endereço. Ele imaginava que aquilo seria o refúgio de algum infernalista, mas até que nível? O Papel estava escondido naquele galpão por algum motivo, e não seria inteligente ir até lá totalmente no escuro, sem saber pelo menos alguma coisa sobre o local. Ele, então, abria o GPS de seu celular e digitava o endereço, alternando para a visão de rua, para que pudesse ver a fachada da construção, aproveitaria para observar os arredores, atentando-se para o quão distante o refúgio dos infernalistas ficaria do centro da cidade, procuraria ver, também, se aquela rua é movimentada ou não. Assim que terminasse, o Inquisidor iria procurar no GPS um hotel, ou motel, que pudesse usar de refúgio pelo tempo que passaria na cidade, procurando por um local o mais longe possível de prédios sob o controle da Camarilla, evitando regiões centrais da cidade, para que pudessem manter-se o mais longe da hierarquia local. Por último, Baruch procuraria por uma loja de ferragens aberta àquela hora.

-- Deve ser pedir demais uma Igreja Saint Blaise nesta cidade... Precisamos de um local pra usar de refúgio pelo tempo que ficarmos aqui, não me parece inteligente simplesmente invadir o refúgio dos Infernalistas sem saber o que podemos encontrar. - Baruch dizia, ainda olhando para o celular procurando uma loja de ferragens. Caso encontrasse, ele continuaria -- Felix, vamos para este endereço. Preciso que compre algumas coisas para mim.

Baruch escreveria, em uma folha do bloco de anotações que carrega em seu sobretudo, uma pequena lista de objetos que quer que sejam comprados na loja


LISTA DE COMPRAS escreveu:
- 5x Lata de Querosene
- 1x Garrafa de Fluído de Isqueiro
- 20m Corrente de Aço²
- 10x Caixa de Pregos³
- 1x Martelo
- 1x Machado de Mão(4)
- 1x Machado para Corte de Lenha(5)
- 1x Pedra p/ amolar facas
- 20m Corda
- 10 Cadeados de Aço

Quando chegarem à Loja de Ferragens, Baruch dirá a Felix para estacionar de forma a deixar o carro o mais escondido possível, mas evitando becos ou algo do tipo. Assim que Felix sair do carro, após Baruch entregar algum dinheiro ao carniçal, cerca de 2 mil dólares, para que ele comprasse o que o Guardião mandou, ele voltaria sua atenção, novamente, para o papel com o endereço.

-- Vamos ver o que esse papel nos diz... Ann, os Templários estão por perto? - Após a resposta de sua mentora, Baruch tiraria suas luvas de couro e seguraria o papel, fazendo com que seus olhos tornassem-se negros por completo, enquanto ele permitia que seu espírito fluísse através do papel, lendo as impressões espirituais que haviam sido deixadas ali. (6)

E assim que Felix retornasse com os objetos que Baruch mandou que comprasse, ele mandaria o Carniçal dirigir em direção à um motel que atendesse os requisitos de sua busca: um local o mais longe possível de prédios sob o controle da Camarilla, evitando regiões centrais da cidade, para que pudessem manter-se o mais longe da hierarquia local.

Ao chegar ao motel/hotel Baruch cuidaria de ocultar suas armas e os machados que comprara. Sua espada, facas e pistolas já estão ocultas sobre seu sobretudo. Em uma bolsa (tipo mala de viagens) ele guarda os itens, mantendo as proteções para as lâminas dos machados, de forma que elas não percam o corte e nem rasguem a bolsa por dentro. Ele leva, também, uma outra mala com algumas de suas roupas e uma maleta de metal, onde guarda seu Rifle de Precisão, divido em algumas partes.(7)


-- Boa Noite! - Ele dizia ao atendente do lugar. -- Precisamos de dois quartos.( 8 )




1 - "Devota Maria, Senhor tenha Piedade... Descanse em paz, Maria..."
2 - Correntes usadas pra trancar portões, tem uma imagem exemplo no Spoiler abaixo.
Spoiler:
3 - Caixa de pregos de metal pra madeira/parede. Considere a quantidade de pregos por caixa que achar pertinente, e considere que mandei o carniçal comprar 10 caixas das que tivessem a maior quantidade. A preferência é por pregos de aço inoxidável.
4 - É um machado pra corte de lenha de lareira, aqueles machadinhos menores, que dá pra manusear com uma só mão. Foto de exemplo no spoiler abaixo.
Spoiler:
5 - Machado de Corte de Lenha (aqueles que os moradores de áreas mais frias dos EUA, que moram perto de bosque costumam usar pra cortar árvores pra pegar lenha e transformar toras de madeira em pedaços de lenha pra lareira. É tipo o machado que os bombeiros usam. Foto exemplo no spoiler abaixo.
Spoiler:

ou
6 - Auspícios 3 - Toque do Espírito.
7 - A maleta é, mais ou menos, do tamanho de um case de um instrumento musical, mais ou menos do tamanho de um teclado
8 - To supondo que os templários estão ali também.

_________________
Nós queremos ver você se curvar à escuridão. Você quer nos seguir através da noite? Você nunca morrerá como uma criança da noite
Encare sua morte com orgulho, Ele irá vê-lo sorrir.  Com seus olhos brilhantes como estrelas, ele matará a todos, sem remorso. Fome pela escuridão golpeando seu coração, enegrecido desde o início, seu mal arrasta-se em sua mente. Provocando arrepios na espinha, Ele é a Noite! Alegrai-vos na carnificina, sabem que a merecem.





Spoiler:

"Penso, Logo Existo"
- Sussurros, pois ninguém deve nos ouvir.
-- Por que não falamos de igual para igual?
--- Gritos, pois devo ser ouvido.
*Atos, pois não devo confiar apenas nas palavras.*
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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Rian em Seg Jun 27, 2016 11:09 pm

Lincoln; PS: 05/12; Força de Vontade: 8/8 ;Vitalidade: ok



O vampiro já não sentia mais as mesmas reações que ele sentia quando humano. Mulheres ou hoomens, agora não fazia diferença nenhuma. Para Lincoln o que importava era o sangue. A mulher já ia arrumar uma desculpa, quando o Brujah perguntava se ela recebia depois.... - Olha, sabe o que é.... Mas, ao ver os 50 dólares na carteira... - Tá, pode ser depois.

Ela montava na garupa da moto e, após a pergunta do vampiro, apontava para um motel com luzes de neon bem ali próximo. "End Night Motel". O motel era realmente barato. 10 dólares a diária. O quarto era modesto, mas atenderia a necessidade do vampiro.

quarto:

OFF: Só lembrando que o conceito de motel nos EUA é diferente do Brasil. Apenas um hotel barato.

Rolagens:
Lincoln rolou 1 dados de 10 lados com dificuldade 1 para 1 = 50 dólares 10 = 500 dólares que resultou 1 - Total: 0 Sucessos

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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Lord_Suiciniv em Ter Jun 28, 2016 6:47 pm

Quando finalmente chegamos no quarto, eu tranco a porta atras de mim e vou olhando ao redor, em busca de câmeras, como aquilo não era uma quarto propriamente voltado para o sexo, era possível que existissem câmeras no quarto, no entanto, por ser um motel pé de chinelo, era provável que não tivesse, mas precaução nunca era demais.

Depois de constatar a existência ou não das câmeras na área da cama do quarto, eu me sento na cama, fingindo uma expressão de tesão, e olho para a prostituta, embora eu não estivesse sentindo absolutamente nada por ela, ainda tinha que pelo menos fingir algum interesse, até mesmo para segurar o conto da carochinha que eu contei para ela na rua, não que ela se importasse sobre aquilo ser verdade ou não, mas ela iria estranhar caso eu não aparentasse estar com algum interesse por ela.

- Faça um Strip tease pra mim gata. - Me deito na cama e fico observando a garota fazer o Strip tease, prestando total atenção nela e fingindo interesse no que estava vendo.

Quando ela finalmente termina de tirar a roupa, faço sinal com o dedo para ela vir até aqui mim, e começo a beijar os seios dela, e vou subindo lentamente até o pescoço, onde finalmente cravo minhas presas nela e começo a me alimentar, pelos meus cálculos, 5 pontos de sangue seriam o suficiente para deixa-la desmaiada, mas sem correr risco de vida.
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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Rian em Ter Jun 28, 2016 11:32 pm

Baruch King, O anjo caído; PS: 11/15; Força de Vontade: 7/7; Vitalidade: ok


Questionado, Félix respondia:
- Desculpe, senhor! É que essa matriz era a primeira no resultado das buscas e.... e eu não conheço a cidade... e bem... O homem se enrolava na explicação, aceitando o erro, até que o mestre o mandava seguir em frente. Pela janela do carro ele via a mulher entrando em um edifício, naquela rua mesmo, há poucos metros do local onde Baruch pretendia derrubá-la. "Edifício Liberty".

O Lassombra decidia que era hora de avançar na investigação. Ele busca pelo endereço no GPS. Após alguns instantes a busca terminava. Na visão de rua ele podia ver que a primeira imagem que aparecia era uma basílica. Uma igreja com uma grande cúpula redonda no centro. A construção era grande, dava a parecer uma mesquita. Era uma rua simples e, de frente para a igreja havia um grande cemitério, mal conservado e cuidado, à julgar pela aparência... seria um cemitério público. Logo não seria difícil concluir que a rua teria pouco movimento. Em linha reta, ele estava há 5km dali e o trajeto sugerido calculava 7km.

Sua segunda busca consistia em um hotel ou motel mais afastado da região central, onde ele estava. Havia dezenas e dezenas de resultados, para todos os lados, norte, sul, leste e oeste da cidade. Eles seguem por uma avenida dupla e, após andar 500m chegam em um cruzamento onde havia um Hipermercado gigantesco, com estacionamento. Félix estaciona o carro na última vaga do estacionamento, próximo a um muro. Naquele horário, havia quase ninguém ali.

- Vamos ver o que esse papel nos diz... Ann, os Templários estão por perto?

- Sim anjo, estão... e eu também! Ela sorria, como se estaria ali para salvar a vida de Baruch mais uma vez...

O vampiro tocava o papel com as mãos nuas, seus olhos se tornavam negro. A realidade ficava em preto e branco, assumindo uma silhueta fantasmagórica. Baruch mergulhava cada vez  mais fundo, como se estivesse em um mundo espiritual. Ouvia gritos, sons e conversas inaudíveis. O papel aparecia em destaque e logo em seguida Baruch via perfeitamente a pessoa que o possuiu por mais tempo.



Era um jovem rapaz, magro. Suas emoções alternavam entre o medo e o desespero, até o ódio e a vingança. Seu nome: John White.

Félix volta com um carrinho de compras lotado de bagulhos. Eles guardam as compras no porta malas e se dirigem para um hotel. Para saírem da zona central eles tiveram que andar cerca de 25min de carro. Havia uma auto-estrada, por onde eles tinham chegado e Félix se lembrava de ter visto muitos motéis naquela região. Era provável que a bastarda tinha pouca atenção naquela região. "Sweet Dreams Motel".
- O que acha, sr. Baruch?
O motel não era um dos piores e nem o melhor da região. Havia um estacionamento comunal ao lado, onde os caros foram estacionados. Havia mais dois carros indicando que algum ou outro quarto estava ocupado, bem como ainda vagas sobrando. O atendente era um rapaz jovem, estava com um fone de ouvido enorme na orelha e um boné vermelho. Balançava a cabeça curtindo uma banda de rock. O som ecoava até para Baruch e os outros.

- Boa Noite! - Precisamos de dois quartos.

O rapaz não ouvira o que o vampiro disse, mas ao ver aquele tanto de pessoas chegando tirou o fone assustado. Foi necessário repetir o pedido.
- Ah sim... claro! Quartos 05 e 06, ficam no térreo mesmo. Identidade por favor?! Dizia ele mascando um chiclete.

Rolagens:
Baruch rolou 4 dados de 10 lados com dificuldade 7 para toque do espírito que resultou 7, 8, 8, 7 - Total: 4 Sucessos

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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Rian em Qua Jun 29, 2016 10:40 am

Lincoln; PS: 10/12; Força de Vontade: 8/8 ;Vitalidade: ok


Por sorte do vampiro, não havia câmeras no quarto. Em seguida, o vampiro se sente livre para sentar na cama e pedir um streap fingindo um interesse sexual.

- Faça um Strip tease pra mim gata.

São mais 10 dólares pelo streap, cowboy!- Me dá só um minutinho?! Dizia ela um tanto impaciente entrando no banheiro, fechando a porta... pelo barulho, parecia estar retirando várias coisas da bolsa. Vários sons indistintos vinham lá de dentro. Lincoln ouvia a água da torneira da pia escorrer. Após alguns minutos ela fechava e a mulher estava de volta ao quarto.
- Desculpe, eu fui tirar o batom para não deixar marcas em você... vai que sua esposa... né?! Vou fazer o streap de graça pra você... Ela sorria e agora demonstrava um comportamento mais simpático.

Após o showzinho, ela pulava sobre o vampiro. Este simula alguns beijos para dar-lhe o verdadeiro beijo. O vampiro retira-lhe metade do sangue do corpo e, assim que termina, a mulher está desmaiada. E agora?


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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Lord_Suiciniv em Qua Jun 29, 2016 11:24 pm

Depois de deixa-la desacordada, organizo o corpo debaixo da coberta e a deixo lá como se estivesse dormindo, pego em minha carteira, os 30 dolares que havia sido combinado previamente e deixo dentro do sutiã dela, sabia que quando ela acordasse aquela seria uma das primeiras coisas que iria atrás, e também não queria correr o risco de que caso ela trabalhasse para alguém, essa pessoa não viesse atrás de mim por que eu não paguei o serviço. seria uma dor de cabeça chata e tudo por causa de míseros 30 dólares, não valia a pena.

Depois de deixar tudo pronto lá, vejo que horas são, para saber exatamente quanto tempo eu ainda tinha de lua, se eu tivesse tempo suficiente, voltaria para o lugar onde eu havia deixado Klaus para procurarmos um lugar seguro para dormir. Do contrario, eu iria tentar imitar o que fusível e arroto fizeram no quarto da outra espelunca e iria dormir debaixo da cama do motel, se não fosse possível, dormiria dentro da banheira, pois normalmente os banheiros não tem janelas por onde entrar a luz do sol, trancaria a porta e a bloquearia com uma vassoura, ou algo do tipo. Mas não antes de deixar um recado, também dentro do sutiã da garota.

Aqui está o dinheiro, a noite foi maravilhosa, pena que você acabou dormindo, tive que dar uma saida e não quis te acordar, quando sair tranque a porta e por favor, não abra as cortinas.
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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Rian em Qui Jun 30, 2016 8:13 am

Lincoln; PS: 10/12; Força de Vontade: 8/8 ;Vitalidade: ok



Lincoln saía do quarto deixando o dinheiro dentro do sutiã da mulher. Ele caminha até a entrada e faz o pagamento do quarto, informando que a mulher ficaria dormindo no quarto. Assim que o vampiro chega ao estacionamento, que ficava ao lado do estabelecimento, Klaus já estava ali.
- Olha só! Aí está o meu pupilo favorito! Eu já estava indo embora, achei que você ia dormir aí dentro dessa espelunca. Lincoln... você deve estar com dinheiro sobrando, precisava mesmo pagar um motel para se alimentar? Não tinha quase ninguém na rua... eu o fiz lá mesmo. Ele dá partida na moto e avisa:
- Temos só 30minutos, precisamos encontrar algum lugar.
Os dois motoqueiros saem pelas ruas à procura de um lugar onde poderiam esconder do sol. Poucos minutos antes do sol nascer Lincoln visualiza um Galpão abandonado. Ele era todo fechado e não tinha janelas, uma boa cobertura contra a luz do sol. Não foi difícil para dois vampiros com uma força sobrenatural forçar o cadeado que prendia a corrente e entrarem no galpão, escondendo ali suas motocicletas. O galpão estava praticamente vazio e empoeirado. Os vampiros adormecem...


Noite seguinte
Lincoln; PS: 09/12; Força de Vontade: 8/8 ;Vitalidade: ok

Klaus e Lincoln acorda. O neófito Brujah repara que ele tinha dormido mais que o normal. Geralmente ele acordava uma hora antes.
- Achei que você ia acordar antes de mim, como sempre fez....hahahaha O ancilla achava graça naquilo...
- Aí Lincoln. Hoje iremos nos apresentar ao príncipe local. Isso é importante. Devemos fazer isso antes que um algoz ávido em querer mostrar serviço nos aborde ao seu próprio modo... Você sabia que uma vez um Algoz abateu três vampiros em um piscar de olhos? Só depois que descobriram que eram três neófitos do clã Tremere que estavam estudando magia em um lugar abandonado... Essas coisas acontecem, não sabemos qual é o estado político da Camarilla local, então, devemos nos apressar e tomar muito cuidado.


rolagens:
Lincoln rolou 4 dados de 10 lados com dificuldade 6 para evitar HIV que resultou 7, 2, 10, 10 - Total: 3 Sucessos
Lincoln rolou 5 dados de 10 lados com dificuldade 7 para encontrar abrigo que resultou 3, 2, 10, 5, 7 - Total: 2 Sucessos

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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Baruch King, O Anjo Caído em Qui Jun 30, 2016 9:12 pm

- Desculpe, senhor! É que essa matriz era a primeira no resultado das buscas e.... e eu não conheço a cidade... e bem...

-- Certo, certo... - Baruch indicava que aquela resposta era o suficiente. O Lasombra não pretendia continuar insistindo num assunto inútil, o erro já havia sido feito, não era possível voltar e corrigi-lo. Pelo menos não agora... Ele então anotava o nome do prédio e da rua em uma nova página de seu bloco de notas. Quem sabe em um outro momento, não é mesmo?



Ele olhava com atenção tudo que estava a volta da Igreja que aparecera em seu celular. Com a visão de rua, ele percorria aquela rua do inicio ao fim, e via se era possível percorrer o interior do cemitério com a visão de rua. Baruch anotaria qualquer detalhe que lhe chamasse a atenção em uma página de seu bloco de notas, numa pasta protegida por senha.

- Sim anjo, estão... e eu também! Ela sorria, como se estaria ali para salvar a vida de Baruch mais uma vez...

-- Mantenha-os por perto. - Baruch certificava-se de que os Templários estavam próximos, vigiando os arredores, antes de remover suas luvas e tocar o papel. -- Vejamos o que isso aqui pode nos dizer...

O vampiro tocava o papel com as mãos nuas, seus olhos se tornavam negro. A realidade ficava em preto e branco, assumindo uma silhueta fantasmagórica. Baruch mergulhava cada vez mais fundo, como se estivesse em um mundo espiritual. Ouvia gritos, sons e conversas inaudíveis. O papel aparecia em destaque e logo em seguida Baruch via perfeitamente a pessoa que o possuiu por mais tempo.



Era um jovem rapaz, magro. Suas emoções alternavam entre o medo e o desespero, até o ódio e a vingança. Seu nome: John White.

O Guardião retornava do mundo espiritual instantes antes de Felix retornar ao carro. Ele tinha um nome e um rosto, já sabiam por onde começar.

-- Ótimo. Tenho um trabalho a fazer esta noite... - Baruch dizia, mais falando sozinho que com sua mentora ou o carniçal. Ele anotava, em outra página, da mesma pasta em que fizera as anotações sobre o endereço do papel, o nome de quem estivera com o bilhete e sua descrição, exatamente como ele vira no plano espiritual. O Grupo seguia, então, para o hotel.

- Ah sim... claro! Quartos 05 e 06, ficam no térreo mesmo. Identidade por favor?!

-- Aqui estão. - Todos entregavam suas identidades. Felix podia ter seus defeitos mas ele era, de fato, útil. Suas conexões com o submundo, e seu aliado na divisão anti-crime organizado da polícia de Illinois sempre garantiam documentos falsos de qualidade, muito superiores aos que podiam ser comprados normalmente com gangues. Falsificadores de verdade, garantiam documentos perfeitamente reais, e até mesmo autenticados, pelo preço certo...

Ao passar pela entrada, os Inquisidores dirigiam-se às vagas mais próximas aos quartos e, com tudo pronto, entravam nos mesmos. Antes de passar pela entrada do hotel, no entanto, Baruch procurava ver quais chaves de quarto não estavam ali, na entrada, deduzindo que estas chaves faltando eram de quartos ocupados.

Com tudo pronto, e seus pertences mais suspeitos (armas) escondidos, Baruch entrava em seu quarto, o mesmo de sua mentora. Enquanto ligava para seu neto, o atual presidente da Construtora King, ele dizia para Felix usar os cobertores que tivessem no quarto para tapar as janelas, prendendo-os com os pregos que comprara. Ele mandaria o carniçal fazer o mesmo no banheiro, impossibilitando que a luz do sol penetrasse no quarto(1)

-- Felix, Vá falar com Lado, precisamos descobrir o possível sobre uma pessoa. - Mesmo não sendo um Federal, Miguel "Lado" poderia ser útil. -- E veja se descobre, com Lado ou com seus amigos da Cosa Nostra alguma coisa sobre este cara.. - Baruch anotava em um papel o nome e a descrição do cara do bilhete, Felix teria de ligar para seus amigos no submundo e para seu amigo da polícia para tentar descobrir algo. Mesmo Lado não sendo um federal, talvez ele descobrisse algo, ele deve ter acesso ao registro de trânsito, carteiras de habilitação, coisas do tipo.


Enquanto isso, Baruch ligava para seu Neto. É claro que o atual presidente da Construtora King não sabia que o Guardião era, efetivamente, seu avô. Michael pensava que Baruch era um tio da Europa, irmão de seu pai. É incrível o que uma simples sugestão implantada faz...





1 - Considere que os pregos serão presos à parte de madeira da própria janela, com os cobertores cobrindo totalmente as mesmas, impossibilitando que a luz do sol passasse. Caso as janelas sejam feitas de metal, os pregos são martelados na própria parede. Caso haja cortinas, os cobertores serão postos sobre as cortinas (De modo que as cortinas fiquem entre a janela e o cobertor).

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Nós queremos ver você se curvar à escuridão. Você quer nos seguir através da noite? Você nunca morrerá como uma criança da noite
Encare sua morte com orgulho, Ele irá vê-lo sorrir.  Com seus olhos brilhantes como estrelas, ele matará a todos, sem remorso. Fome pela escuridão golpeando seu coração, enegrecido desde o início, seu mal arrasta-se em sua mente. Provocando arrepios na espinha, Ele é a Noite! Alegrai-vos na carnificina, sabem que a merecem.





Spoiler:

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-- Por que não falamos de igual para igual?
--- Gritos, pois devo ser ouvido.
*Atos, pois não devo confiar apenas nas palavras.*
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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Winterfell em Sex Jul 01, 2016 1:16 am

Ela aceita meu abraço e torna a escorrer como uma torneira aberta. Finalmente! Deu bem mais trabalho do que pensei e até ficou meio perigoso, mas o meio não importava tanto quanto o fim. (Perfeccionista). Sorrio internamente, enquanto na superfície continuo a desempenhar o 'papel de John'. - John, John... eu acredito em você! Fico feliz que tenha conseguido voltar para casa. Vem, deixa eu te mostrar uma coisa... Faço que sim com a cabeça e deixo ela ir me levando. Consegui alguns bons resultados, este 'fim' é um começo satisfatório. Ainda tinha muito mais a fazer, mas é sensato, não pular etapas. Alem disso, Barris são estupidamente frágeis, se sobrecarregasse a mulher com ainda mais informação ela bem podia entrar em colapso. Não quero uma serva quebrada ou coisa assim. Acho que já proporcionei 'emoções' suficientes por esta noite. Cada vitoria é um degrau importante, alem disso quem sai correndo em uma escada tende a cair. Vou consolidar meu poder de forma mais solida, devagar. Não pretendia atropelar as coisas, é preciso; paciência. Uma qualidade que tenho em abundancia. Me cabe agora a manutenção do domínio sobre ela, assim como encontrar a melhor forma de utiliza-la. Superado o 'draminha' da aceitação, logo começaria a desfrutar desta vitoria. Ela é a primeira arma no meu arsenal. A primeira de muitas.

Ela me leva através do apartamento, então aproveito pra dar uma olhada melhor no lugar. Até por fim pararmos numa porta, com ela fazendo sinal pra mim entrar. O quarto do pai, o quarto do irmão ou alguma outra babaquice sentimental dessas. De qualquer forma isso parecia importante pra ela, então "entro na brincadeira" continuando a atuar e assim que vejo o avião sei que O quarto deve ser do irmão. Portanto enquanto ela me observa encostada na porta, tento me mostrar surpreso, emocionado e nostalgicamente feliz. Falando meio aos sussurros, como se fosse um pensamento que me escapou. - Meu quarto....

- Fiz questão de deixar do mesmo jeito que estava desde o dia em que você foi embora... Ela falava me sorrindo tímida, e ainda "simulando" torno a abraça-la. - Você é a melhor Mary. A prendo em um abraço apertado, mas não agressivo e sim caloroso. Um abraço cheio de afeto enquanto falo como se ter visto o quarto assim me emocionasse. - Obrigado... obrigado por não desistir de mim.

- Eu não sei o que um vampiro come, mas eu pelo menos estou com fome e vou jantar. Vou deixar você descansar um pouco. Se quiser conversar estarei na cozinha. Eu... imagino que ainda temos muito o que conversar, não é mesmo?! Faço que sim com a cabeça meio serio. - Temos. Digo me referindo a termos de conversar, mas como um irmão preocupado logo acrescento. - Mas isso não tem que te impedir de comer alguma coisa. Sorrio pra ela. - Não vou a lugar nenhum, podemos conversar mais tarde. Olho pro quarto a minha volta, deixando que ela veja este meu olhar contente com o lugar antes de voltar a dizer: - Se você não se importar, desço pra te fazer companhia em alguns minutos. Volto a olhar pra ela. - Eu ... eu queria ficar um pouco por aqui. Acho que isso pode me ajudar a lembrar de mais alguma coisa.

Assim que ela sair do quarto. Vou parar com a atuação e reassumir meu semblante serio. Finalmente! Era ótimo ter uma folga pra variar. Atuar um pouco é divertido, mas continuar atuando e atuando indefinidamente é uma merda. O que dizer? "Ser bonzinho" é um saco! Alem disso, todo esse "melodrama" meio que dava nos nervos. Enfim, deixe-me checar. Vou ate a porta me concentrando para escutar o que Mary estaria a fazer pela casa. (Auspícios 01 Sentido Aguçado Audição). Não vou ser surpreendido por subestimar os barris novamente. Queria me certificar que ela faria mesmo o que disse que faria, em vez de ir ligar pra alguém ou sair da casa ou outra coisa assim. O que aconteceu com aqueles vizinhos fuxiqueiros do caralho não se repetira. Como já mencionei, erros anteriores são um lembrete importante do que não tornar a fazer. (O que ela parece estar fazendo)?

Se ela estiver fazendo mesmo o que disse que faria, voltarei minha atenção para o quarto. Acho que tenho tempo pra uma avaliação superficial. Claro que depois passaria o "pente fino" no lugar, mais já devia conseguir algumas impressões desse "John" abrindo uma gaveta aqui e outra ali. Pra inicio de conversa o que temos aqui? Me abaixo olhando, embaixo da cama e vendo o que encontro por lá. (O que tinha por ali)? E que banda é essa U2 afinal? Só pensar que talvez tivesse de pesquisar um monte de cultura inútil me deixava ainda mais infeliz. Não entendia nada dessas musicas, nem gostava de musica pra inicio de conversa. Seria bem mais fácil se só tivesse de comer o rabo dela e enfiar algum sangue meu goela a baixo da mulher. Mas as coisas não são fáceis não é mesmo? Enfim... e reclamar não ameniza tarefa nenhuma. ao trabalho. Olho embaixo do colchão. (O que tem aqui)? e por fim abro as portas do armário, dando uma olhada no que encontro por lá, (O que tem por aqui)? também aproveitando para trocar de roupas, vestindo uma combinação de roupas do "John" que estiver bem gasta. Consequentemente indicando ser um conjunto que ele gostava mais e usava bastante, para causar um bom impacto na irmã quando eu descer. Acho que já demorei o suficiente. Dou uma ultima olhada no quarto, pra ver se não deixei nada revirado. Depois vestido com as roupas do irmão da Mary, começo a ir de encontro a ela, na cozinha. -Você precisa de ajuda? Digo tentando ser prestativo, também atento ao comportamento dela quando me visse com essas roupas.
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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Lord_Suiciniv em Sex Jul 01, 2016 6:57 pm

Ao acordar e ver que tinha acordado ao mesmo tempo que Klaus, me lembro de uma breve conversa que eu tive com ele, na primeira semana, quando eu perguntei o motivo dele sempre acordar mais tarde que eu. Ele havia comentado por cima que quanto menos humano o vampiro fosse, mais tempo ele levava para acordar.

Então ao constatar que tínhamos acordado ao mesmo tempo, eu expiro forte, fecho meus olhos e abaixo a cabeça alguns poucos graus, e faço um clássico sinal de negativa com a cabeça, nada muito acentuado, apenas um sinal para mim mesmo, ao constatar que eu tinha perdido um pouco da minha humanidade, provavelmente tinha sido por eu ter matado um membro da minha família. Eu realmente me sentia menos humano agora.

- Algo me diz que vamos continuar acordando igual Klaus, se acostume. - Dou uma risada forçada, e escuto ele falar sobre a apresentação do principe. - De boa, vamos nos apresentar a esse príncipe da cidade. - Falava desanimado, e coçava a cabeça, despretensiosamente. - Mas como eu faço isso, creio que deva ter uma regra de etiqueta para fazer isso não é mesmo? - Olhava para ele, tranquilamente, esperando uma resposta.
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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Rian em Dom Jul 03, 2016 10:50 am

Lincoln; PS: 09/12; Força de Vontade: 8/8 ;Vitalidade: ok


O neófito se lembrava das palavras de seu senhor e constatava, na prática, a queda no abismo negro no qual ele já tinha mergulhando de cabeça. Mas agora os vampiros precisavam se apresentar ao príncipe.

- Mas como eu faço isso, creio que deva ter uma regra de etiqueta para fazer isso não é mesmo?

- Na verdade minha preocupação é outra, Lincoln... Como nos apresentarmos sem que Hendric saiba que estamos aqui? Ou... se tentamos pegar o filho da puta sem que a Camarilla saiba de nossa presença... o que você me diz? Quero ouvir sua opinião ou o que você pensa! Klaus parecia muito pensativo, provavelmente ele estivera pensando nisso a viagem inteira.

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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Rian em Dom Jul 03, 2016 11:54 am

Baruch King, O anjo caído; PS: 11/15; Força de Vontade: 7/7; Vitalidade: ok


Pela tela do aparelho a visão de rua do endereço da igreja permitia o vampiro ver dentro do cemitério, pois o muro era bem baixo. O cemitério era mal cuidado e, exceto isso, não havia nada que lhe parecesse fora do comum ou digno de atenção.

Já no motel, o balconista lançava os nomes das identidades no computador. Ele nem verificava as fotos para conferir se os documentos pertenciam mesmo aos seus portadores. Apenas um funcionário que trabalhava de acordo com o salário que recebia. No entanto, mesmo se verificasse, certamente não encontraria nada, pois os documentos falsificados que o bando de Baruch usava eram tão legítimos quanto os originais.
No entanto, não era possível ver quais as chaves que faltavam, pois naquele estabelecimentos as chaves não ficavam à mostra em algum painel na parede. Contudo, atento, o cainita percebe na tela do computador, que estava num ângulo visível para os clientes, que os quartos 02, 03, 04 e 08 estavam em cores vermelhas, que poderia significar "ocupados". Logo o atendente fechava a aba do sistema, mas aqueles eram os quartos mais próximos dos alugados pelos vampiros.

Dentro dos quartos Félix prende os cobertores nas janelas e enquanto ligava para Lado, Baruch fazia o mesmo, para o seu neto, que atendia o telefone acreditando estar falando com o tio da Europa...



Baruch rolou 5 dados de 10 lados com dificuldade 6 para percepção que resultou 4, 10, 8, 7, 4 - Total: 3 Sucessos

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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Lord_Suiciniv em Seg Jul 04, 2016 10:17 pm

Levo a mão a minha cabeça, como se aquilo fosse uma pergunta idiota e não tivesse o que ser discutido a respeito daquilo. - Hendric é um ancião poderoso, sei disso, mas ele é um maldito que fica viajando o mundo pelo que voce me contou, ou seja, na porra da cidade de Glover, ele pode ter amigos e tal, mas não ta esperando que dois fodidos como nós dois estejamos planejando derrubar ele. Ninguém vai avisar a ele que estamos aqui, e mesmo que ele fique sabendo, sua arrogancia vai fazer com que ele pense que não somos ameaça nenhuma. - Eu falava agora como se tivesse explicando a uma criança algo simples como dois mais dois. - A não ser que voce já tenha feito merda com ele, e ele saiba seus objetivos, mas nesse caso, imagino que ele já tivesse mandado te matar. Ou... está brincando com voce como ele gosta de fazer, em todo o caso, nós dois nós apresentarmos para o principe não oferece perigo, deixar de nos apresentar, por outro lado me parece assinar a sentença de morte. - Olhava para com uma expressão seria de desapontamento.
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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Rian em Ter Jul 05, 2016 8:53 am

Lincoln; PS: 09/12; Força de Vontade: 8/8 ;Vitalidade: ok


Ao escutar Lincoln falando, Klaus ficava pensativo e assentia com a cabeça concordando. Em seguida, ele justificava dizendo:
- Bom, você não queria que houvesse mais diálogo entre nós? Então... Sabe, é bom ouvir uma opinião diferente. À medida que os anos vão passando você começa a ficar noiado, sabe... você acha que atrás de cada esquina pode haver um Sabá, que enquanto você se alimenta pode ter alguém que não pode ver te observando e que até sua própria sombra está tramando contra você. Acaba que a gente fica meio paranóico. Acho que você tem razão... Por que motivos alguém iria dizer a Hendric que dois Brujahs estão na cidade?

Klaus abria a porta do galpão e dava partida em sua moto. Em seguida ele mexia no celular e dizia:
- Uma harpia de Nova York me passou o endereço do elísio de Glover. Estou marcando no GPS. Parece que vamos ter que andar um pouco, estamos longe pra caralho. Você pretende fazer alguma coisa antes de chegarmos lá? Indagava o vampiro já acelerando a moto.

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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

Mensagem por Rian em Ter Jul 05, 2016 9:13 am

Marko Cerveni Obertus, PS: 09/11; Força de Vontade: 7/7 Vitalidade: ok


Mary saía e deixava "John" recordar seu quarto, afinal eram 07 longos anos sem que o irmão pisasse ali novamente. Era como estar de volta à sua terra sagrada. Era um quarto típico de um rapaz jovem dos anos 90. Marko pretendia dar uma vasculhada no ambiente, para isso ele se posiciona na porta ativando seus sentidos aguçados. Sua audição estava apurada. Mesmo sem o poder do Auspícius era possível escutar o tilintar das penelas e dos talheres, afinal era um apartamento pequeno e certamente o pai do casal comprou uma versão mais barata do imóvel que não contava com isolamento acústico entre os cômodos. O tímpano de Marko dá até uma pontada quando uma panela encostava na outra. A moça realmente parecia estar preparando seu jantar.

Uma vez tendo certeza do que ela fazia, o cainita começa a vistoriar o lugar. Enquanto mexia nas gavetas ele encontra, por sorte ou azar, um papel que estava cuidadosamente pregado no fundo da gaveta de cima onde ele mexia. Era como se o papel estivesse pregado no "teto" daquela gaveta. Seja lá o que for, John não queria que ninguém descobrisse sobre aquele endereço, para estar tão bem guardado ali.

No papel tudo que havia era apenas um endereço, escrito de caneta, provavelmente a grafia de John.
Rua Gloverfield, 210, Centro, Glover.

Logo Marko encontra um conjunto de roupas que aparentava ter sido usado bastante. Ele se trocava e voltava para para a sua "irmã".

-Você precisa de ajuda?

- Nossa! A garota ficava sem reação. Ao que parecia, ela fazia forças para conter suas emoções... E conseguia! Ela sorria dizendo:
- Uau! Olha só se realmente não é meu irmão! Ah, eu já terminei. Fiz um macarrão. Quer experimentar, senhor vampiiiiiiro? Dizia ela fazendo uma brincadeira, dramatizando o nome "vampiro".



Marko rolou 4 dados de 10 lados com dificuldade 6 para investigação que resultou (....)

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Rian

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Re: Sangue Ruim - Os Bastardos das Trevas

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