New York by Night - Não Confie em Ninguém

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Re: New York by Night - Não Confie em Ninguém

Mensagem por Ury Wayne em Sex Maio 06, 2016 2:24 pm

Fuuma Monou escreveu: De repente olho para o lado. Mais alguém entra no aposento. "- Sério mesmo isso?" - Meu rosto se transforma da loucura para a cólera. - Quem és tu para achar que me conheces? - Levo minha mão de forma natural e imperceptível para a arma que está na pendurada na parte de trás de minha calça. Minha consciência sai da situação anterior e entra em um estado de alerta completo. "- Se ele pôde chegar até aqui sem chamar minha atenção, pode haver mais alguém aqui.... Droga, tenho que me deixar levar menos.... Preciso de mais concentração... Além disso, ele sabe meu nome, isso já pede o máximo de atenção para esse cara."

- Não sei se estais vendo, mas tenho um trabalho para concluir aqui.

Ao perceber a tensão causada por sua chegada, Michael tentou evitar a beligerância natural e iminente.

- Não te conheço. Pode continuar sua brincadeira. Não gosto de atrapalhar o divertimento de ninguém. Se quiser, posso até ajudá-lo...

- Mas saiba que está correndo perigo.

- Como disse, vim fazer uma proposta. Mas você não vai querer tratar de negócios na frente do gado, não é mesmo?


Michael enquanto conversava mantinha a espada em sua mão, mas sabia que a informação sobre o perigo iria causar o efeito desejado. O instinto de sobrevivência é ainda mais aflorado entre as criaturas sobrenaturais. Era certo que a ciência de um mal desconhecido iria atrair a atenção de Benetti, então o diálogo estava garantido. Faltaria saber se comungariam do mesmo interesse.

"Não são as espécies mais fortes que sobrevivem, nem as mais inteligentes, e sim as mais suscetíveis a mudanças". C. Darwin

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Re: New York by Night - Não Confie em Ninguém

Mensagem por Lord_Suiciniv em Sex Maio 06, 2016 11:00 pm

Rian
PV 13
/14
FdV 7/7
- Rubor de Saúde (Até o amanhecer)
- +1 de vigor duração de 1 cena

Rolagem de dados:
Soco: Destreza + Briga = 9 dados, dificuldade 6, resultado 4,3,2,5,4,3,6,9,4 = 2 sucessos
Dano: Força + 1 = 4 dados, dificuldade 6, resultado 8,10,2,7 = 3 sucessos
Absorção: 2 dados, dificuldade 6, resultado 2,5 = 0 sucessos
Dano total: 3 Pontos Contusivos (Ferido -1).

Rapidamente, assim que se levantava Rian acertava a boca do estomago de Sheila em cheio, o soco foi bem dado, de modo que leva Sheila a dar dois passos para trás, e no momento do soco ela colocava tudo que havia comido nas últimas horas para fora, um pouco do vomito vai parar na camisa de Rian que estava próximo da mulher, ela então segura a barriga, e se ajoelha no chão, com o olhar vidrado para baixa, tosse algumas vezes e uma boa quantidade de sangue agora manchava o chão imediatamente a baixo de Sheila. O grito de força de Rian faz com que ela se desestabilize mais e caia novamente, dessa vez ficando sentada no chão.

Rolagem de dados:
Chave: Força+Briga = 8 dados, dificuldade 6, resultado 5,8,3,2,5,9,10,7 = 4 sucessos
Dano: Força + 3 = 6 dados, dificuldade 6, resultado 7,7,4,2,2,8 = 3 sucessos
Absorção: 2 dados(-1 Ferido), dificuldade 6, resultado 8 = 1 sucessos
Dano Final: 2 Contusivo = 5 Contusivo (Espancado -2).

Rian ainda não estava satisfeito com a dor que havia causado a moça, ela ainda tinha que sofrer mais pelo que fez, de modo que quando ela estava ocupada demais segurando o local que foi atingida, a moça sente muita dor e grita a plenos pulmões, até que é possível ouvir um crack por baixo do grito da moça, fazendo com que o grito dela ficasse ainda mais alto, quando Rian solta o braço quebrado da moça, ela pende para o lado e cai no chão, desacordada, mas ainda respirando, o osso do pulso dela havia rasgado a pele ficando a vista de quem quisesse ver, o chão imediatamente abaixo do pulso quebrado começava a se empapar de sangue, mais sangue que o normal, talvez o ferimento houvesse partido uma veia importante.

Ao ver todo aquele sangue, a besta de Rian começava a se agitar dentro dele, mas Rian consegue afasta-la para longe, estava de barriga cheia.
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Liz Eckhart
PV 13/13
FdV 5/6

- Senhorita Eckhart, é um prazer conhece-la pessoalmente. - O homem calmamente se desencostava da sua lamborghini e caminhava até Liz, um ar confiante, um ar que apenas pessoas que estão acostumadas a dar ordens e vê-las cumpridas possui. – Meu nome não é importante, antes que você venha querer pergunta-lo. O que é importante é o assunto que eu desejo tratar com a senhorita, mas você pode se referir a mim como O Empregador, é como todos os meus funcionários me chamam. – Ele então posicionava suas mãos nos bolsos da calça, demonstrando que não se daria ao trabalho de apertar a mão de Liz, ela não valia a pena. – Muito bem, o que acontece é que você resolveu caçar em meu território, senhorita Eckhart, isso é algo que eu não tolero, de modo que agora você tem duas escolhas, apenas duas, a primeira, trabalhar para mim, para compensar essa sua falta de respeito, ou, você pode se recusar a fazer o que eu lhe peço, o que vai resultar em algo pior que a morte final. – Sua voz era serena, calma, sóbria, ameaçava Liz diretamente e mesmo assim era como se a ameaça não significasse nada, como se a vida de Liz foi similar a de uma barata. Ele não demonstrava qualquer sentimento ruim em suas palavras, mas ainda assim era evidente que se chegasse a tanto, ele não hesitaria em cumprir sua promessa. – O que vai ser senhorita? Primeira ou segunda opção?
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Roiran McDrake
PV 12 / 12
FdV 06 / 06

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Keira Tatcher
Humana
FdV 04 / 04


Keira escreveu:- -Me leve ao hotel Hilton, por favor

– Claro, sem problemas. Aqui pegue isso. – O homem rapidamente começava a desabotoar sua camisa havaiana e em seguida a tirava do corpo e a entregando para a moça, com o intuito dela cobrir um pouco o corpo, ficando apenas com uma regata preta, daquelas que os americanos gostam de usar como roupa de baixo.

Após o rapaz oferecer a camisa que vestia para a moça, ele da partida novamente no carro e começava a dirigir, não olha para o lado, tentando dar o máximo de espaço possível para a garota que estava claramente sensibilizada. Quando já estão perto do hotel, o homem ensaia algumas vezes, falar alguma coisa, das primeiras vezes, ele apenas abre a boca, mas nenhum som sai. – Quando chegarmos ao seu hotel, gostaria que eu subisse com você? Você claramente está abalada, me parece que fizeram algo com você, e eu poderia chamar a polícia também. Se você quiser é claro... – Sua voz soava sem graça, o homem claramente não sabia bem como proceder, mas parecia genuinamente interessado em ajuda-la.

Depois de mais alguns minutos o homem entra na área do hotel e estaciona seu carro na frente da porta principal. – Chegamos.

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Danio Benetti
PV 14/15
FdV 7/7

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Michael Feuerbach
PV 9/15
FdV 7/7
Cena livre com Danio.
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Klaus Strassen
PV 12/14
FdV 6/6
- +2 de força duração de 1 cena
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Lord_Suiciniv

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Re: New York by Night - Não Confie em Ninguém

Mensagem por Fuuma Monou em Sex Maio 06, 2016 11:58 pm

Michael escreveu:- Não te conheço. Pode continuar sua brincadeira. Não gosto de atrapalhar o divertimento de ninguém. Se quiser, posso até ajudá-lo...

- Mas saiba que está correndo perigo.

- Como disse, vim fazer uma proposta. Mas você não vai querer tratar de negócios na frente do gado, não é mesmo?

"- Um humano nunca conseguiria se aproximar sem ser notado, ele é um cianita... O que é ainda pior... Ele ainda vem me dizer que estou em perigo." - As palavras do recém-chegado me colocam em um maior estado de precaução em relação ao cainita. - É mesmo? E quem seria você para chegar dessa forma em um completo desconhecido? - Ainda seguro a arma. O humano tenta se aproveitar da situação e parte para cima de mim com a sua faca. Contudo, a situação foi demais para a pobre criatura, que não esperava encontrar seu companheiro estendido no chão. Ele tropeça no amigo enquanto enfia sua faca no mesmo.

- Hahaha. - Levo a mão esquerda ao rosto, cobrindo-o, como um ato reflexo. Começo a gargalhar enquanto vejo a cena. Eu que estava tão disposto a ver o sangue da criança se espalhando pelo chão, mas foi seu amigo que fez o trabalho por mim. Aquela era a oportunidade perfeita para continuar a brincar com eles, mas com o cainita inconveniente no lugar seria impossível... além de que não queria mostrar do sou capaz para um possível inimigo.

Continuo parado, em pé. - Agora você acredita no que lhe falei? Pode ser bem pior, e acho que seu amigo precisa de um médico rápido. Nós podemos resolver isso da forma fácil: Pague o que deve ou morra e seu corpo será despedaçado com você ainda vivo e exposto como exemplo. A escolha é sua. - Digo essas palavras ao humano, mas minha mente está em outro lugar, está nas ações, no olhar do cainita.

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Sigo em frente... vivo numa noite eterna... as trevas me preenchem, me alimentam... sombras estão ao meu redor... elas falam comigo, me entendem... eu as entendo e compartilho de meu ser, minha alma... nós nos completamos e assim viveremos para todo o sempre.
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Re: New York by Night - Não Confie em Ninguém

Mensagem por Ury Wayne em Sab Maio 07, 2016 12:40 am

Fuuma Monou escreveu: - É mesmo? E quem seria você para chegar dessa forma em um completo desconhecido? - Ainda seguro a arma.

- Até esse momento, o cara que está salvando sua pele, eu acho!

- Faça de contas que eu não estou aqui. Até porque, já é óbvio que não pretendo te atacar de surpresa.

Michael ao dizer as palavras deu de ombro como se desdenhasse da própria excentricidade daquela cena.

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Re: New York by Night - Não Confie em Ninguém

Mensagem por Undead Freak em Sab Maio 07, 2016 1:03 am

(Off): Jogando conforme o reajuste, graças ao sucesso que obtive no teste de Instinto (inbox).

Assim que a porta cedeu, não perdi tempo e rastejei para fora do carro. O que se sucedeu não foi menos desagradável do que o impacto. A multidão que se voltava com os seus celulares modernos com câmeras para o motorista moribundo do caminhão agora vinha para cima de mim. Era uma sensação agorafóbica, desagradável, como se eu estivesse na Idade Média e houvesse uma platéia diante de mim, esperando alguém atear fogo no meu corpo como espetáculo. A única diferença é que eu não estava amarrado a uma pira de execução, tampouco sendo acusado de bruxaria.

– Você está bem? Consegue andar? Precisamos sair logo daqui, seu carro vai exp...

Foi uma péssima hora para pensar em fogo, creio. O carro explodiu , os vidros quebraram e a lataria se retorceu. O que restou da carcaça da minha Mercedes se contorcia no fogo, provocando rangidos desagradáveis. E então o cheiro veio... era o cheiro do couro dos bancos queimando, e então o cheiro da borracha dos pneus. Os estalidos do fogo se somavam aos rangidos da lataria e de repente eu comecei a sentir o meu corpo formigar. A visão do carro, da multidão, a sensação do calor e a captação simultânea de diversos ruídos, incluindo os gritos das pessoas, começaram a me causar uma sensação terrível. Era como acordar e sentir o seu corpo paralisado em um estado de catalepsia, sem poder falar ou se mexer, apenas olhar e ouvir... Talvez seja o mais próximo que um cainita possa chegar a um ataque de pânico dos mortais. Os sons vinham agora de forma ininteligível à minha audição. Eu não sabia mais o que era grito, o que era estalo ou o que era rangido. Minha retina só conseguia se fixar no labareda enorme da explosão e de repente a minha vista começou a escurecer. Eu estava perdendo o controle do corpo e da mente... Se o meu coração ainda batesse, ele estaria em um ritmo frenético, esmurrando meu peito, tomando cada nervo contraído de pura adrenalina e pavor.

Minhas mãos tremiam. Era só questão de tempo até a minha razão "apagar". Deixar a besta me dominar era algo ruim, ainda mais diante de tantos mortais estúpidos com suas câmeras. Por sorte, meu espírito ainda encontro forças, onde meu corpo e mente pareciam ceder.

-- Saia! -- Minha voz saiu gutural e alta. Foi a única coisa que consegui dizer antes de correr do local, buscando um canto afastado e escuro, longe daquela multidão. Correr foi tudo o que eu consegui fazer, enquanto ainda conseguia exercer algum controle na fera que rugia dentro de mim.

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Re: New York by Night - Não Confie em Ninguém

Mensagem por Rian em Sab Maio 07, 2016 10:29 am

Só depois que me sentei na cama é que notei que o pulso de Sheila estava sangrando.
- Only cheat! Uma fratura exposta?! Ai caralho... Isso não era pra acontecer! Dizia com um certo espanto e preocupação.
O sangue minando no chão mexia com a fera. Contudo, por sorte ela estava saciada e não iria arrombar a jaula que a prendia. Não desta vez.
"- Você vai ficar quietinha no seu canto! Já te dei comida hoje, sua maldita."

O sangue não parava de sair. "- Merda! Deve ter perfurado alguma artéria."
Me colocava de pé e observava o ambiente à procura de qualquer coisa que pudesse ser usado para estancar o sangramento até que ela fosse a um hospital. Por sorte, quando fui responsável pela academia do velho mestre decidi fazer um curso de primeiros socorros justamente para cuidar de situações como esta (medicina 1). Éramos pobres, e se um aluno se machucasse gravemente ou morresse não tínhamos dinheiro para pagar indenização à família do estudante. Não é a primeira vez que tenho que resolver um acidente como esse.
Procurava rapidamente por objetos que pudessem ser usados para improvisar uma tala e estancar o sangramento.
- Você vai ficar bem, Sheila! Você vai ficar bem! Aguente firme! Dizia aquelas palavras para mim mesmo. Parecia que até tinha esquecido que tentara me matar há poucos instantes. Por sorte a fratura tinha sido no pulso. Um torniquete iria funcionar perfeitamente no braço ou no antebraço.
Realizado o trabalho de paramédico na garota, estancando o sangramento, vestiria minha roupa rapidamente e esconderia a arma da garota dentro de minha roupa. Pegaria também todos os pertences dela, como bolsa e afins e procuraria por seu celular. Encontrando o celular de Sheila faço uma ligação para o serviço médico de emergência pedindo uma ambulância. Ao perguntarem meu nome, me passaria por Jackson.
Aproveito e vasculho rapidamente a bolsa da garota a procura de informações que me pudessem ser úteis.
Por fim, levaria uma toalha ou uma camisa (qualquer coisa que pudesse ser usado para improvisar um capuz que cobrisse meu rosto) e sairia até o corredor do motel observando se haveria pessoas. Geralmente as câmeras ficam apenas na entrada e na saída do estabelecimento, sendo as demais dependências livres desses olhos eletrônicos. Ainda assim improvisaria uma touca ninja só por precaução.
Em seguida saio correndo e pulo o muro do motel (2 pds para o atributo físico necessário caso a quantidade que eu tenha não seja suficiente) Uma vez la fora jogaria a "touca ninja" fora e caminharia a pé, calmamente até o hospital 24horas mais próximo.

OFF: Carrego todos os documentos de Sheila a deixando anônima.

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Re: New York by Night - Não Confie em Ninguém

Mensagem por Lord_Suiciniv em Sab Maio 07, 2016 7:41 pm

Rian
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- +1 de vigor duração de 1 cena

Rian ao ver o que acaba de fazer, entra em desespero, não havia planejado matar a garota assim, só queria assustá-la um pouco, para que ela fosse cooperativa. Ele rapidamente vai atrás do seu cinto para improvisar uma espécie de torniquete, mas rapidamente percebe que o cinto não tem furos suficiente para fazer a circunferência pequena do braço da menina, descartando a ideia, já ficando sem tempo decide pegar a fronha de um dos travesseiros para poder amarrar.

Rolagem de dados:
Inteligencia + Medicina = 4 dados, dificuldade 6(+2 improvisar num quarto de motel); Resultado 5,4,2,1 = Falha Critica

Ao tentar fazer o torniquete, Rian estava muito nervoso, pois nunca em sua academia teve que lidar com uma fratura exposta assim, e ele normalmente tinha um kit de primeiros socorros por perto, para caso alguém se machucasse, aliado ao fato de ele tinha sido o responsável por aquele ferimento fatal.

Devido a tudo isso, quando ele foi tentar mexer no braço da garota, para conseguir uma posição melhor para amarrar a fronha do travesseiro, pegou errado no braço dela, o que fez com que o osso se projetasse ainda mais para fora, fazendo com que ainda mais sangue jorrasse para fora, o braço da garota já começava a ficar frio, e ela ia perdendo a cor de uma maneira assustadoramente rápida. Ele amarra de qualquer jeito a fronha ao redor do braço da garota e tenta se vestir rapidamente, e procurar as coisas da moça, ele pega a arma dela, sua bolsa e dentro dela encontra um Nokia Tijolão em perfeito estado.

Rolagem de Dados:
Humanidade: Consciencia = 3 dados, dificuldade 8(+1 pela distância entre a humanidade(5) do personagem e o pecado cometido(2); Resultado 3,8,1 = Falha Critica
Resultado Final: Perda de Humanidade 5>4, Perda de Consciencia: 3>2, Ganho de Perturbação: Esquizofrenia, enxergar o fantasma de Sheila


Nesse momento, Rian ouve uma batida na porta do quarto – Sheila, está tudo bem? Ouvimos um tiro e um grito, o que aconteceu? – A batida na porta ficava cada vez mais forte a medida que não houvesse uma resposta por parte da garota semimorta.
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Liz Eckhart
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Roiran McDrake
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Keira Tatcher
Humana
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Danio Benetti
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Michael Feuerbach
PV 9/15
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O mortal estava ocupado demais tentando estancar o sangramento do companheiro, teve o bom senso de não retirar a faca, mas não sabia o que fazer além disso, lagrimas escorriam de seus olhos, e ele começava a soluçar agora – Nós não temos dinheiro, cacete! Tudo que temos é 1200 dólares, e eu digo isso juntando as nossas duas contas bancarias, por que você acha que iriamos assalta a merda do banco? Precisamos do dinheiro, minha irmã foi diagnosticada com câncer e não temos como pagar o tratamento – Ele estava à beira de um colapso emocional, e agora apelava para o emocional do vampiro, enquanto murmurava palavras de apoio e encorajamento para o companheiro ferido.   – Nos mate se você quiser, faça seu pior, só por favor, não deixe que minha irmã fique desamparada, ela não merece isso, é uma alma tão boa, sempre sorridente... – Sua voz ficava mais fraca a medida que ele ia falando, perdendo as esperanças, entrando em desespero – Por favor... Eu imploro a vocês... Eu sou tudo que ela tem... – Ele agora se ajoelhava e levava a sua cabeça ao chão, realmente implorando para o vampiro, não pela própria vida, mas pela vida de sua irmã.

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Klaus Strassen
PV 12/14
FdV 6/6
- +2 de força duração de 1 cena

Ao ouvir a voz de Klaus, o homem se assusta e imediatamente começa a correr para longe, graças a uma mistura de medo pelo fogo, e do próprio Klaus, enquanto isso o cainita lutava uma luta interior para não fazer nenhuma besteira e apenas correr para longe, ignorando tudo e todos.

Ele corre por bastante tempo, descendo a rua, até que encontra um beco escuro o suficiente para se esconder, a muito já havia deixado aquela catástrofe para trás, mas a besta só o solta quando ele chega no beco. Aos poucos Klaus voltava a si e retomava o controle da sua mente e de seu corpo, o permitindo olhar ao redor.

Havia um mendigo dormindo em cima de uns 4 sacos de lixo grande, as construções ao seu redor eram provavelmente prédios residências, de modo que de ambos os lados havias escadas de incêndio, mais ao fundo do beco, ele pode perceber outra rua, menos movimentada que a que ele veio, infelizmente ele não sabia exatamente onde estava, mas ainda tinha seu celular no bolso. Klaus também se da conta tarde demais, que não viu Greta desde que ela saiu do carro antes dele.
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Re: New York by Night - Não Confie em Ninguém

Mensagem por Rian em Sab Maio 07, 2016 8:27 pm

Rapidamente procurava por meu cinto. Contudo, assim que o encontro, percebo que ele não serviria para fazer o torniquete.
- Ah mas que droga! Falava sozinho no quarto de motel. - A fron... a fronha! É claro! Após tirá-la do travesseiro, corria rapidamente até o corpo caído da garota e iniciava os primeiros socorros. Contudo, talvez a falta de prática daquela habilidade, fizera com que em um descuido o osso feria ainda mais o braço de Sheila. Uma expressão de susto mista com aquele pasmo de quem tinha piorado o problema surgia em meu rosto.
- Ai droga! Notava que a temperatura do corpo dela caía. Um pesar pela garota já surgia estampado em meu rosto. Caía sentado com as costas apoiadas em um canto da cama. As mãos sujas de sangue, enquanto segurava minha cabeça entre minhas mãos...
- Eu matei Sheila! Eu matei... Eu matei Sheila... As palavras eram quase inaudíveis e carregavam um peso em enorme. O peso da culpa. Me sentia culpado, pois ela não estava agindo por vontade própria. Era apenas uma marionete dos criminosos. Além disso, ela não poderia ter me matado, nem com aquela arma. Portanto, tinha agido com excesso. A culpa não me deixava raciocinar que ela também já poderia ter matado muitas pessoas e só estava recebendo de volta aquilo que já fizera a outras pessoas. Não.. apenas me culpava pela morte dela.
Vejo um vulto na minha visão periférica!
- Sheila?! Levantava assustado. Mas não via nada... " - Droga... acho que estou imaginando coisas...." Pensava com minha mão pousada em minha cabeça.
Após me recompor, me vestia e pego a arma e os pertences de Sheila...
Batiam na porta chamando Sheila pelo nome.
"- Ok, para chamá-la pelo nome deve ser algum pessoal de apoio que sempre fica por perto...."
Sem que eu percebesse, fechava e tensionava meus punhos e cerrava minhas sobrancelhas enquanto fitava a porta com um olhar repleto de raiva. Estava tomando ódio daquela organização criminosa. Ódio daquele esquema de tráfico de pessoas. Começava agora a dividir a culpa pela morte de Sheila com eles.
- Não haverá misericórdia... Dizia olhando agora para o corpo de Sheila. Dizia baixo, apenas para mim mesmo. Para mim e para Sheila...
Abro a porta do banheiro, deixando-a aberta o suficiente para que eu passasse. Caminho até a porta da saída do quarto enquanto me preparava para o combate*. Sentia o sangue nas minhas veias pulsando.
Destrancava a chave da porta para a pessoa que ali batia e, após girar a chave, voltava, como um vulto, usando minha velocidade sobrenatural para o banheiro aguardava para ver quem ali entraria....


*1pds para Rapidez 2/ Força +1

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Re: New York by Night - Não Confie em Ninguém

Mensagem por Undead Freak em Dom Maio 08, 2016 6:18 am

O vento fresco batia no meu rosto. Minhas mãos paravam de tremer os meus olhos perdiam gradativamente a visão desfocada, se tornando normal novamente. Não sentia mais medo, ou sentimento de perigo. O calor excessivo tinha desaparecido e eu encontrava agora uma sensação de paz, na escuridão daquele beco...

Fiquei ali por um momento, olhando as construções ao redor, as escadarias de incêndio, até que um ruído me fez olhar para trás. Era um mendigo se revirando, enquanto roncava em cima de quatro sacos enormes de lixo. O lado oposto do beco dava para uma rua que, em primeira vista, parecia ser menos movimentada do que a rua pela qual eu fugi.

Onde diabos eu estou? Esse lugar é um tanto... espere...Ah! Greta!

De repente uma preocupação súbita veio a mim. Onde Greta tinha ido? Eu não a vi desde a explosão. Ela saiu, isso eu sei, mas... onde ela estava?

Saquei meu celular e usei o modo de discagem rápida para chamar o número de greta. Enquanto chamava, me locomovi para a outra rua, deixando aquele mendigo fedido para trás.

Vamos, mestra... Atenda, por favor!

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Re: New York by Night - Não Confie em Ninguém

Mensagem por Lord_Suiciniv em Dom Maio 08, 2016 1:59 pm

Rian
PV 11
/14
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- Esquizofrenia: Ver fantasmas  
- Rubor de Saúde (Até o amanhecer)
- Rapidez no próximo turno
- Força + 1 (até o fim da cena)

Após ouvirem o barulho da porta se destrancando, um dos homens abre a mesma e já vai entrando, eram dois homens ao todo, estatura mediana, trajavam roupas casuais, jeans e uma camiseta. – Sheila, o que acon... – Dizia o primeiro homem, antes de se dar conta do corpo da mulher ensanguentada no chão do quarto, rapidamente ele sacou uma Magnum .44 e passou a procurar quem quer que tenha aberto a porta, rapidamente ele vê Rian no banheiro e aponta para ele a arma, o segundo homem se resignou apenas a cruzar os braços, mas não estava em uma postura relaxada, parecia um cão raivoso, esperando para ser solto de sua coleira. – Mais que merda é essa? Você está muito encrencado garoto, você tem ideia da onde se meteu?? Renda-se e arque com as consequências dos seus atos, eu prometo que se você não resistir, poderá sair dessa sem maiores problemas. – Falava o homem que portava a arma de grosso calibre, sua voz era confiante, de quem estava preparado para seja lá o que fosse acontecer.

O segundo homem, por sua vez, pega no bolso um celular e após mexer nele um segundo, o leva ao ouvido. – – Aqui é controle de campo para controle da missão, aconteceu um código 003, com a 026-2, suspeito provavelmente armado, e provavelmente um código azul. Permissão para captura-lo. – O homem espera alguns segundos e depois desliga o celular, o largando no chão e dando um pisão com força no aparelho o quebrando no ato, ele volta a cruzar os braços e esperar.

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Liz Eckhart
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Roiran McDrake
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Keira Tatcher
Humana
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Danio Benetti
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Michael Feuerbach
PV 9/15
FdV 7/7

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Klaus Strassen
PV 12/14
FdV 6/6

O telefone de Klaus chama apenas uma vez, e o outro lado atende, era a voz de um homem, Klaus não reconhecia a voz, mas podia perceber que ela trazia um Q de loucura sádica – Boa noite, espero que não tenha se machucado...pouco... Hihihihi, estava me perguntando quando o senhor iria ligar, aposto que queria falar com a Greta não é? Mas ela estáaaa... Indisposta, hihihihi, terá que falar comigo, senhor S-T-R-A-S-S-E-N

Ao ir para o outro lado do beco, Klaus reconhece a rua, fazia parte do caminho que pegou para ir para o aeroporto buscar Greta, não estava longe de seu refúgio, uns 5 a 10 minutos andando deviam ser o suficiente, era uma rua residência por excelência, alguns prédios altos, com luzes acesas ainda. Tinha algumas crianças jogando futebol na rua, aproveitando que já estava tarde e o fluxo de carros era bem pequeno, dois pares de adultos estavam sentados em cadeiras de plástico na calçada próxima ao jogo das crianças, estavam bebendo alguma coisa, fora isso, a rua estava vazia.

Uma das crianças chuta torto a bola e ela vai parar aos pés de Klaus, que ainda estava o telefone, um garotinho gordinho e lerdo então vai correndo até Klaus e fica parado a alguns metros dele – – Senhor, poderia chutar a bola para cá por favor? – Sua voz era ofegante, ele claramente já estava cansado de tanto jogar, mas parecia estar se divertindo mesmo assim.

Off: Imagine a voz do Curinga do Heath Ledger no telefone
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Re: New York by Night - Não Confie em Ninguém

Mensagem por Rian em Dom Maio 08, 2016 4:25 pm

Assim que a porta do quarto abria, percebia que se tratava de dois homens.
"- Ótimo, excelente! Posso me virar com isso..." Ao notar que um deles era grande e, poderia ser um carniçal, ativava o poder de Garras da Besta (Metamorfose 2) e usava o sangue para me tornar ainda mais rápido e mais letal. Destreza+1

Obviamente não ficava ali parado esperando eles checarem o ambiente e me encontrarem. Na verdade, eles sim eram as presas que estavam entrando na toca do lobo. Precisava ser rápido e pegá-los de surpresa.

Os homens entravam e um deles dizia:
Desconhecido escreveu:– Sheila, o que acon...

Antes que o homem que estava na frente pudesse completar a frase, eu saía, de surpresa, do banheiro e o atacava com dois socos (Ação principal + 1 ação extra), exatamente como tinha feito com Sheila. Após socá-lo duas vezes, agarrava o segundo homem e cravava-lhe as minhas presas em seu pescoço (2ª ação extra). Por mais que fosse forte, logo ele se renderia ao poder do beijo vampírico. Iria sugá-lo até que não passasse mais de um corpo seco sem sangue.

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Re: New York by Night - Não Confie em Ninguém

Mensagem por Lord_Suiciniv em Dom Maio 08, 2016 6:27 pm

Rian
PV 11
/14
FdV 7/7
- Esquizofrenia: Ver fantasmas  
- Rubor de Saúde (Até o amanhecer)
- Força + 1 (até o fim da cena)
- Destreza + 1 (até o fim da cena)

Rolagem de dados:
Emboscar: 7 dados, dificuldade 6, resultado: 5,10,8,8,9,9,1 = 4 Sucessos
Resistencia: 3 Dados, rolagem desnecessaria.
Soco Principal: 10 dados, dificuldade 6, resultado: 7,2,10,5,2,1,7,7,9,5 = 4 Sucessos
Dano: Força + 3 = 7 dados, dificuldade 6, resultado 7,5,10, 6, 6, 7, 3 = 5 Sucessos
Absorção 2 dados, dificuldade 6, resultado 10,5 = 1 Sucesso
Dano Total: 6 Danos Cotundentes (Aleijado -5)

Iniciativa: Rian 10+8 = 18
Armado: 1+3 = 4
Desarmado: 8+8 = 16

Desarmado Reação: Soco no rosto: 7 dados, dificuldade 6, resultado 7,7,7,4,7,2,8 = 5 sucessos
Dano: Força + 4 = 7 dados, dificuldade 6, resultado 4,3,3,8,7,7,2 = 3 Sucesso +2 potencia = 5
Absorção: 3 dados, dificuldade 6, resultado 1,3,7 = 0 sucessos
Dano final: 2 Danos Contusivos (Machucado -1)

Rapidez 1: Soco: 10 Dados (-1) , dificuldade 6, resultado 2, 10,10, 7, 3,4,1,2,5,7 = 3 sucessos
Dano força +2 (-1) = 5 dados, dificuldade 6, resultado 2,6,7,3,2 = 2 sucessos
Absorver: 1 dado, difucldade 6, resultado 7 = 1 sucesso
Dano Final: 1 dano contusivo (Incapacitado)

Rapidez 2: Morder: 10 dados (-1), dificuldade 6, resultado 6,3,1,9,4,9,4,10,9 = 4 Sucessos
Dano: Força + 1 +3 = 8 dados, dificuldade 6, resultado 3,1,1,10,6,9,8,3 = 2 sucesos
Absorver: Fortitude = 1 dado, dificuldade 6, resultado 4 = 0 sucessos
Dano Final: 2 Agravados (Machucado -1)  

Tudo acontece muito rápido, Rian não da tempo dos homens se organizarem, de modo que antes mesmo do primeiro homem sacar sua arma, Rian já havia partido para cima dele desferindo um soco poderoso que quebra completamente as defesas do homem, o soco é tão forte que Rian consegue sentir as costelas que atingiu cedendo, provavelmente ele tinha quebrado algumas delas, no entanto Rian havia esquecido completamente do outro homem, e esse aproveita o momento, em que rian está socando seu companheiro para dar um soco no rosto de rian, que o faz cambalear um pouco para o lado, foi um soco bem dado e Rian sente bem o impacto, talvez tenha até quebrado um dente ou dois, doía, mas não muito, ele não iria parar por causa disso, de modo que ele avança para cima do primeiro homem de novo, desferindo outro soco nele, dessa vez em seu rosto, não tão forte quanto o primeiro soco, mas o suficiente para causar mais dor, o primeiro homem então gira duas vezes em seu próprio eixo e cai no chão desacordado e fora de combate.

A Luta ainda não tinha acabado, ainda faltava uma pessoa para ele derrubar, aquele maldito que conseguiu lhe acertar, ele então pula para cima do homem e crava seus dentes no pescoço dele com força, o que faz com que o homem solte um grito de dor, mas ele não estava fora de combate ainda.

Rolagem de dados:
 Rian ação principal: sugar o homem.
Sobrevivente: Tecnica de arremesso de Judo: Desteza + Briga = 7(-1), dificuldade 6, resultado 8,10,3,9,2 = 3 sucessos
Dano: força +2 (-1) = 4 dados, dificuldade 6, resultado 1,10,8,2 = 1 Sucesso +2 potencia = 3 sucessos
Absorção: vigor (-1) = 2 dados, dificuldade 6, resultado 9,1 = 0 sucessos
Dano Final: 1 Contusivo (ferido -1)

O homem então agarra a cabeça de Rian, e utilizando o próprio corpo como alavanca, e atira Rian no chão que por sua vez sente o impacto com o chão, mas também nada que fosse lhe tirar do jogo, o Homem da um pulo para trás para abrir uma distância entre os dois e fica em posição defensiva do Boxe Tailandês – Devia ter vindo para cima de mim primeiro, vai se arrepender disso, cachorro
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Re: New York by Night - Não Confie em Ninguém

Mensagem por Rian em Dom Maio 08, 2016 8:24 pm

Como um lobo que armava uma tocaia para uma presa, eu atacava aquele sujeito. O primeiro soco pegava com sucesso. Era de se esperar, afinal foi para isso que eu havia treinado anos a fio. Até mesmo um vampiro ancião, dentro de um quarto apertado como aquele frente a frente com um neófito com tamanha aptidão física, poderia sucumbir.
Contudo, sem que eu esperasse sinto algo duro como uma rocha atingindo meu rosto em cheio. Minha face chega a virar para outro lado. Entretanto, o sangue de caim me concedia a velocidade sobrenatural. Por isso, antes que meu atacante contraísse seus músculos eu já tinha atingido e tirado, definitivamente, seu comparsa do campo de batalha. Agora era a vez do grandão. Ele iria me pagar por aquele soco.
Pulo sobre ele consigo lhe morder. Entretanto, o filho de uma puta também era conhecedor das artes marciais e me aplica um golpe de judô antes que o efeito do êxtase do beijo vampírico lhe inutilizava.
Assim que me levanto, me recomponho*. Meu olhar acirra em sua direção.
Metido a Valentão escreveu:– Devia ter vindo para cima de mim primeiro, vai se arrepender disso, cachorro

"- Tudo bem... já que quer tanto assim minha atenção, agora ela é toda sua...."
Externamente apenas um sorriso sádico em meu rosto lhe respondia. O homem queria brincar de lutinha. Pra ser sincero, se fosse em outra ocasião adoraria brincar com ele. Mas precisava sair dali o mais rápido possível. Não tinha tempo para isso.
Desfiro-lhe uma garrada no peito.

* -1pds para cura e ativo rapidez novamente.

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Re: New York by Night - Não Confie em Ninguém

Mensagem por Lord_Suiciniv em Dom Maio 08, 2016 9:14 pm

Rian
PV 9
/14
FdV 7/7
- Esquizofrenia: Ver fantasmas  
- Rubor de Saúde (Até o amanhecer)
- Força + 1 (até o fim da cena)
- Destreza + 1 (até o fim da cena)
-- Machucado (-1) C

Rolagem de Dados:
Garrada: 10 dados (-1), dificuldade 6, resultado 9,1,8,4,10,8,6,3,1 = 3 Sucessos
Ação Multipla Esquiva: 7(-1 vitalidade, -2 ação múltipla) dados, dificuldade 6, resultado 2,6,8,9 = 3 sucessos
Ação Multipla contra ataque – upper: 7 dados (-1 vitalidade, -3 ação múltipla), dificuldade 6, resultado 8,1,1 = Falha Critica
2ª Garrada: 10 dados (-1), dificuldade 6, resultado 5,9,2,2,6,2,7,2,4 = 3 sucessos
Dano: Força + 2 (-1)  = 5 dados, dificuldade 6, resultado 10,3,3,8,5,6 = 3 Sucessos
Absorvição: 1 dado, dificuldade 6, resultado 10 = 1 Sucesso
Dano Final: 2 Agravados (Ferido Gravimente -2)


Rian não tinha muito mais tempo a perder, ele avança para dar uma garrada no homem, mas o homem, já estava esperando por isso e consegue se esquivar por pouco, dando um passo para o lado, de modo que a garra de Rian corta o ar, já preparado para um contra-ataque ele avança para um Upper no queixo do carateca, mas o inimigo é mais esperto e quando o segurança avança para bater, Rian aproveita a aproximação para desferir mais uma garrada, que não teve como ser defendida, a garra do carateca faz três listras enormes no peito, sua camisa agora estava estragada, e o homem solta mais um urro de dor, ele se ajoelha e leva a mão até o ferimento que estava vermelho, mas graças a sua condição de vampiro, não sangrava.

Ainda agachado e segurando o ferimento o homem, olha para Rian com uma cara de ódio e rosna para ele – Seu miserável... Isso doi caralho!, Eu desisto, não tem como eu te vencer, e eles não me pagam bem o suficiente para morrer tentando te segurar! – Ele olha para o corpo desacordado do companheiro e cospe nele – Vai miserável, pode ir embora, você ganhou essa. – Ele se levanta e dá as costas para Rian e tenta sair pela porta a qual havia entrada.
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Re: New York by Night - Não Confie em Ninguém

Mensagem por Undead Freak em Dom Maio 08, 2016 11:02 pm

– Boa noite, espero que não tenha se machucado...pouco... Hihihihi, estava me perguntando quando o senhor iria ligar, aposto que queria falar com a Greta não é? Mas ela estáaaa... Indisposta, hihihihi, terá que falar comigo, senhor S-T-R-A-S-S-E-N.

Eu escutei cuidadosamente cada palavra que o desconhecido falava quando disquei para Greta. Intimidação, pressão psicológica e coisas assim eram coisas corriqueiras dentro do Sabá; eu não estava amedrontado. O sujeito deveria saber, seja ele quem for, que esse tipo de coisa não funcionaria comigo, então qual era a dele?

– Senhor, poderia chutar a bola para cá por favor?

Sem dar muita atenção ao garoto, eu chutei a bola de volta. Procurei não demorar muito para responder, para não passar a impressão de que eu estava preocupado ou com medo.

-- Bem, eu estou falando com você, não estou? O que você quer? -- minha voz saia suave e despreocupada. Não queria passar nenhuma impressão de que estava vulnerável, apesar de estar preocupado com Greta.

Comecei a caminhar em direção ao meu refúgio enquanto falava com o estranho. Talvez eu possa encontrar um taxi no caminho, para que não perder tempo caminhando.

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Re: New York by Night - Não Confie em Ninguém

Mensagem por Lord_Suiciniv em Dom Maio 08, 2016 11:36 pm

Klaus Strassen
PV 12/14
FdV 6/6
-Escoriado (-0)(C)


A criança recebe a bola e vai embora voltar a jogar com os amigos sem maiores problemas, não tinha nada haver com os problemas do vampiro, provavelmente nunca mais o veria de novo. Klaus então passa a caminhar na direção oposta ao da criança, em direção de seu refugio teria que caminhar um pouco até rua principal para conseguir encontrar um taxi, mas isso não seria problema.

Klaus escreveu:-- Bem, eu estou falando com você, não estou? O que você quer?

- É, eu acho que esta sim, hihihi, - Sua voz parece um pouco desconcertada pela resposta de Klaus, não era o que ele estava esperando, mas também não se abala muito tempo por isso - Direto ao ponto não é mesmo? Eu gosto disso, hihihihi, então senhor Strassen, é o seguinte, eu não poderia me importar menos com você, ou com seus problemas, hihihi, ou até mesmo com a sua amiga, mas parece que alguém lá em cima gosta de você, e compartilha de seus pensamentos, hihihi, de modo que eu fiquei responsavel de te fazer uma proposta. - Ele faz uma pausa e ao fundo Klaus consegue ouvir a voz de seu interlocutor reclamando com alguma outra pessoa e em seguida o som de disparos, dois tiros, seguidos por um baque surdo - - Desculpe, é dificil encontrar bons capangas hoje em dia, hihihi, onde estavamos? Oh sim claro, a proposta, vá ao armazem numero 13 no porto da cidade, eu estarei lá para te falar sobre a proposta, se você cooperar te devolverei a sua amiga, hihihi. Entendeu a questão? - Ele esperava por uma resposta de Klaus e quando a tivesse, desligaria a ligação.

A essa altura Klaus já estava na principal, ele acena para um taxi que se aproximava e esse rapidamente para em frente ao vampiro, o motorista abaixa o vidro do passageiro e fala com Klaus dali mesmo, era um mexicano gordo e com um bigode grosso mal feito -  Para onde, Hermano?
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Re: New York by Night - Não Confie em Ninguém

Mensagem por Rian em Dom Maio 08, 2016 11:53 pm

Talvez o azar daquele sujeito foi que ele estava acostumado a enfrentar pessoas comuns. Não vampiros. Mas a sorte dele é que, por ser um vampiro, não teve o tronco dividido ao meio por minhas garras. Encontrei uma resistência sobrenatural no corpo dele um tanto incomum até mesmo para vampiros. No entanto, mesmo que não tivesse conseguido terminar aquele embate após aquelas duas garradas, com certeza, sem dúvida nenhuma, com a velocidade sobrenatural dos Membros, terminaria no próximo ataque. Entretanto, na contramão do esperado, ele se rendia:

Metido a valentão escreveu:Vai miserável, pode ir embora, você ganhou essa.
" - Ora ora.... e agora?" Por um instante eu ficava indeciso. Se por um lado aprendi nas artes marciais que meu conhecimento só deveria ser usado para me defender, meu senhor ensinara que nesse mundo sombrio o menor sentimento de piedade já levara muitos vampiros à morte-final. Traições, vantagens indevidas, perda dos valores humanos, corrupção... isso é o que prevalece e o que mantem os vampiros mais velhos ainda "vivos". Aquele vampiro provavelmente era um neófito ainda mais jovem que eu, ou o pobre coitado não tivera um Senhor para instruí-lo... Virar as costas ou contar com a piedade daquele que ele pretendia matar fora o seu erro.

Aproveitando minha velocidade sobrenatural, faço minhas garras se retraírem e acerto-lhe três socos pelas costas. Em seguida fecho a porta e giro a chave trancando a porta novamente. Por precaução, retiro minha estaca da mochila e cravo ela no peito do vampiro.

Em seguida me recomponho* enquanto seco o corpo de Sheila, afinal sangue é sangue. E recusá-lo só porque o organismo não mais respira demonstra uma fraqueza inerente apenas aos vampiros de Sangue Azul**. Nós Gangrel costumamos beber até de animais. Logo depois de Sheila, eu dreno todo o sangue disponível no corpo do outro homem que estava próximo dela. Aproveito para revistá-lo e retirar os seus pertences, como documentos, dinheiro, armas, celulares.

Por fim me dirijo até o vampiro. Faço o mesmo, revistando suas roupas e tirando tudo que ele tenha. Com o seu corpo deitado no chão, abro um corte em meu pulso e deixo que meu sangue preencha sua boca (-1pds). Fecho o corte e removo, por fim a estaca.

- Desculpe.. mas você não vai a lugar nenhum! Não ainda.... Fique quietinho aí e prometo deixá-lo ir depois que me responder algumas perguntas. Você já está me devendo, afinal eu poderia tê-lo matado facilmente. E optei por poupar sua "vida". Portanto... é melhor colaborar. Comece me contando para onde vocês levam as mulheres recém-capturadas. Precisava descobrir para onde tinham levado a dama do bar. Quem sabe aquele vampiro estava disposto a colaborar....

*curo todos os níveis de vitalidade
** Referência ao Clã Ventrue

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Re: New York by Night - Não Confie em Ninguém

Mensagem por Lord_Suiciniv em Seg Maio 09, 2016 1:14 am

Rian
PV 13
/14
FdV 7/7
- Esquizofrenia: Ver fantasmas  
- Rubor de Saúde (Até o amanhecer)
 


Rolagem de dados:
Soco = 10 dados (-1), dificuldade 6, resultado = 1,4,8,7,7,7,2,7,10 = 5 sucessos
Dano: Força + 4(-1), dificuldade 6, resultado 6,6,2,6,2,4,6,7 = 5 Sucessos
Absorção: Vigor + Fortitude = 4 dados (-2), dificuldade 6, resultado 7,4 = 1 sucesso
Dano Final: 2 Contusivos, (Ferido gravemente A + Aleijado C -5)

Soco 2: 10 dados (-1), dificuldade 6, resultado 3,3,10,4,7,9,10,4,10,1,2,6 = 5 sucessos
Dano: força + 4(-1), dificuldade 6, resultado 9,2,9,3,1,2,7,5 = 2 sucessos
Absorção: 4 dados (-5), dificuldade 6, resultado 8 = 1 Sucesso
Dano Final: 0 Contundentes

Soco 3: 10 dados (-1), dificuldade 6, resultado 8,9,10,7,5,9,3,7, 1 = 5 sucessos
Dano: força + 4 (-1), dificuldade 6, resultado 6,5,3,6,2,2,6,7 = 4 sucessos
Absorção: 4 dados (-5), dificuldade 6, resultado 9 = 1 Sucesso
Dano Final 1 Contendente (Ferido Gravemente A + Incapacitado C )

Estacar: Destreza + Arma Branca = 6 dados (-1), dificuldade 9, resultado 9,10,1,3,9 = 2 Sucessos
Dano Força +1 +1 (-1) = 5 dados, dificuldade 6, resultado 8,8,10,7,7 = 5 Sucessos
Absorção: 4 dados(-5), dificuldade 6, resultado 7 = 1 Sucesso
Dano Final 4 Letais ( Espancado A + Incapacitado L )
Força de Vontade: 5 dados, dificuldade 8, resultado 9,2,6,1,2 = 0 Sucessos

Rian decide que não iria deixar o vampiro ir embora assim, de modo que retrai suas garras para causar menos dano, e quem sabe assim não mata-lo, e desfere três socos bem dados nas costas dele, ele não mede a força empregada e acaba por desacordar o vampiro que já estava bastante ferido, ele estava desacordado, mas estava vivo, aproveitando essa oportunidade, Rian puxa o corpo para dentro do quarto e tranca a porta, corre até sua troxa e pega sua estaca, mira bem no peito do vampiro, bem demais, e enfia o pedaço de madeira direto no coração do maldito, os olhos do vampiro imediatamente se arregalam, sua boca se escancara, em um grito que jamais sai, seu corpo se contrai bruscamente e então ele todo se retrai de novo, fecha os olhos, a boca, a perna se estica, ficando sereno, sua pela começa a enrugar.

Rian não fica olhando, e da as costas, precisava se alimentar pois estava com fome, ele morde o corpo morto de Sheila e retira dali o pouco de sangue que o corpo ainda possuía, o corpo já estava frio, mas sangue era sangue e ele não iria reclamar, após secar aquele corpo ele parte para o segundo mortal, esse estava cheio de sangue, de modo que ele se empanturra, tomando todo o sangue que precisava para encher sua barriga.

Após se sentir satisfeito, ele se ocupa em procurar nos bolsos do homem, encontra ali sua carteira, havia $30 dólares em dinheiro, uma Magnum .44 com as 6 balas no cartucho, um municiador automático, com mais 6 balas, uma chave de carro, chaves de casa, mas nenhum documento pessoal que servisse para identificar quem era aquela pessoa.

Você encontra  bolsos do corpo enrugado e empalado do vampiro, uma carteira, contendo $20 dolares, chaves de casa, um celular descartavel barato, mas nenhum documento pessoal, ou qualquer coisa que indicasse quem o vampiro era, após reveistar o corpo, Rian corta seu pulso com a unha, aplicando uma pressão nele para conseguir tal feito, e goteja algumas gotas de seu próprio sangue na boca do cadáver, aperta a garganta do vampiro para força-lo a engolir sua vitae, e em seguida fecha o corte, retirando a estaca do peito do homem.

Rian escreveu: - Desculpe.. mas você não vai a lugar nenhum! Não ainda.... Fique quietinho aí e prometo deixá-lo ir depois que me responder algumas perguntas. Você já está me devendo, afinal eu poderia tê-lo matado facilmente. E optei por poupar sua "vida". Portanto... é melhor colaborar. Comece me contando para onde vocês levam as mulheres recém-capturadas.

Ele fica um tempo ainda de olhos fechados, mas aos pouco a vida vai retornando ao seu corpo, e ele abre os olhos lentamente, seu peito ainda está ferido, graças a garras de Rian, mas o ferimento no coração lentamente se fechava até desaparecer completamente, parecia fraco. - Você me atacou... pelas costas... - parecia um pouco triste com isso, mas não muito, e se sentava no chão com a mão no peito, para ouvir as perguntas de Rian, os olhos dele se arregalam ao ouvir a ultima pergunta, estava surpreso – Mulheres capturadas? Do que você está falando cara? Eu fui contratado apenas para fazer a segurança das garotas... Até onde eu sei todas elas trabalham para o chefe porque querem, recebem uma parte dos lucros e tudo... Nunca conversei muito com elas, pois normalmente eu e meu parceiro aqui, ficamos de longe, apenas para garantir que ta tudo bem. - Ele pisca algumas vezes confuso – Está dizendo que elas são vitimas do trafico sexual ou algo assim? - Olhava para o corpo de sheila, com uma expressão triste e vazia - Pobrezinha, não sabia que tinha passado por tanto...


O celular descartável do vampiro então começa a tocar, um numero que não estava na agenda aparece no display.


Última edição por Lord_Suiciniv em Seg Maio 09, 2016 2:00 pm, editado 1 vez(es)
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Re: New York by Night - Não Confie em Ninguém

Mensagem por Undead Freak em Seg Maio 09, 2016 7:24 am

- Desculpe, é difícil encontrar bons capangas hoje em dia, hihihi, onde estávamos? Oh sim claro, a proposta, vá ao armazém numero 13 no porto da cidade, eu estarei lá para te falar sobre a proposta, se você cooperar te devolverei a sua amiga, hihihi. Entendeu a questão?

-- Que seja. Estarei ai.

Novamente a minha apatia era proposital, no entanto eu caminhava preocupado. Quem diabos era esse infeliz? Eu queria logo livrar Greta dessa situação. Não demorou muito para que eu conseguisse um táxi, mas agora meu destino não era o refúgio.

- Para onde, Hermano?

-- Porto.

Enquanto o táxi seguia para o porto, eu tentava pensar em cada situação. Eu não tinha escolha a não ser ir até lá e salvar Greta, mas eu não queria simplesmente caminhar para dentro de uma armadilha, caso fosse uma. Se bem que se alguém estivesse nos caçando, teriam vindo atrás de mim, assim que corri do local do acidente.

Não... não parece uma armadilha. Não faria sentido me arrastar até lá se eles poderiam ter vindo atrás de mim quando eu estava no beco. Não sei quem é esse sujeito, mas parece estar sendo sincero, no final das contas, apesar de proposta ser algo muito diferente de chantagem.

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Re: New York by Night - Não Confie em Ninguém

Mensagem por Fuuma Monou em Seg Maio 09, 2016 9:05 am

Ouço as palavras do vampiro, mas não dou muita atenção. O choro do humano está muito mais divertido. Ele conta uma história sobre uma irmã que está com câncer e que o assalto para o qual eles compraram as armas era pensando em pagar o tratamento dela. Vejo-o ajoelhado e clamando para que eu ajude a garota. - Muito bem, me emocionei com você e sua nobre missão. Acredito que posso fazer algo por sua irmã. Diga-me o endereço que mandarei alguém lá para ajudá-la. - Esboçava um sorriso de quem realmente estava pronto para ajudar alguém desamparado. - Mas nós temos que nos resolver aqui antes... Então conte-me como ela é. - Eu realmente queria saber como ela é, ao final de tudo eu ainda poderia vendê-la ao mercado negro ou a alguma casa de prostituição na Europa para conseguir reaver o dinheiro.

Eu tentava ver a esperança surgir nos olhos do humano, e nesse momento eu iria ceifar a sua vida junto com a de seu amigo. Ao término das palavras do humano, pergunto ao recém-chegado: - O que você acha? Tens algo a dizer para este pobre coitado, mais uma vítima de uma sociedade injusta? - Esperava para ver se o cainita falava algo, eu queria saber se em algum momento eu já havia cruzado com esta criatura e pela sua voz eu poderia tentar procurar em minha mente. Ainda estava com o pé atrás por ele conhecer meu nome e o nome de minha família...

Assim que o cainita falar, pego minha arma e atiro na cabeça do homem esfaqueado. Olho no fundo dos olhos do outro humano onde espero ver o surgimento do desespero ou da descrença. Atiro também em sua cabeça. Pego meu celular e digito para o membro que vendeu as armas. "Eles não tinham dinheiro, seus corpos estão na fábrica. Termine o serviço e os exponha para o mundo saber que não se brinca conosco. Mas um deles parece ter uma irmã que podemos usar." Terminava a mensagem enviando o endereço dado pelo homem.

- Então agora somos só nós dois. Diga-me, como conseguiu o nome, e que conversa é essa de que queres me salvar?

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Re: New York by Night - Não Confie em Ninguém

Mensagem por Rian em Seg Maio 09, 2016 2:13 pm

Mulheres capturadas? Do que você está falando cara? Eu fui contratado apenas para fazer a segurança das garotas... Até onde eu sei todas elas trabalham para o chefe porque querem, recebem uma parte dos lucros e tudo... Nunca conversei muito com elas, pois normalmente eu e meu parceiro aqui, ficamos de longe, apenas para garantir que ta tudo bem. Está dizendo que elas são vitimas do trafico sexual ou algo assim?

- Ah droga! Era só o que me faltava! O segurança que trabalha para o tráfico de pessoas e não sabe nada do tráfico de pessoas! Dava um soco na parede, expressando minha raiva. - Eu devia ter te matado! Agora tenho aqui um vampiro, que sabe quem eu sou e o que eu fiz, e não tem a informação que eu quero.... Caramba! Dizia com uma expressão de desprezo.

O telefone tocava. "- Alguém ligando?!" Olhava para o sujeito com um olhar suspeito... "- Quem sabe ele ainda pode ser útil" - Atenda e coloque no viva-voz. Me mostre que tomei a decisão correta ao deixá-lo viver. Dizia entregando o celular a ele.

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Re: New York by Night - Não Confie em Ninguém

Mensagem por Ury Wayne em Seg Maio 09, 2016 2:19 pm

Fuuma Monou escreveu: - O que você acha? Tens algo a dizer para este pobre coitado, mais uma vítima de uma sociedade injusta? -

- Não. Apenas seja rápido.

- Então agora somos só nós dois. Diga-me, como conseguiu o nome, e que conversa é essa de que queres me salvar?

- A história é bem simples. Fui contratado para te sequestrar. Não sei se você sabe quem me contratou, mas eu não faço ideia de quem seja.

- Ocorre que esse cliente violou as regras do jogo, colocando gente em meu encalço. Ele é um amador, não é desse jeito que os negócios funcionam.

- Não sou nenhum salvador. Mas apenas tenho uma proposta para fazer, uma lucrativa. Caso você não aceite pretendo sair daqui sem maiores problemas. Não farei o serviço, então você não é problema meu!

- A questão é que você está sendo rastreado, e a pessoa que me contratou parece te querer vivo, mas aceita algumas avarias, se é que me entende. Então essa situação não é tão confortável para você. Se eu estivesse sendo caçado, me sentiria desconfortável.

- A proposta é a seguinte: encontramos esse tal cliente, damos um fim nisso, e divido com você os $150.000,00 que ele me daria pela sua entrega. Você fica com $100.000,00.

- Tudo que tenho de informação é um contato e o local onde deveria te entregar. O que você me diz?


Michael olhava constantemente para o senhor Benetti na esperança que suas reações lhe revelasse o íntimo. Tratava-se de uma situação muito delicada envolvendo dois desconhecidos, que, apesar de não serem humanos, estavam no limite da cautela um em relação ao outro. Ele tinha um plano, mas queria saber o nível de recepção da mensagem. As entrelinhas por vezes são reveladoras.

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Re: New York by Night - Não Confie em Ninguém

Mensagem por Fuuma Monou em Seg Maio 09, 2016 7:47 pm

Escuto com atenção tudo o que o cainita tem a me dizer. "- Provavelmente ele não sabe o que é a Família Benetti. Mas o fato de um assassino de aluguel saber que eu estava aqui me preocupa." - Pensava enquanto segurava a arma com o braço esticado para baixo, encostado em minha perna direita. Meus olhos se estreitam com a mudança de expressão de meu rosto, agora mostrando um leve sorriso malicioso. - E por quê um matador de aluguel deixaria um trabalho, avisaria o seu alvo e ainda perderia a maior parte do dinheiro? Não consigo ver qual a vantagem para ti nesse negócio, e nós dois sabemos que o mundo não funciona dessa forma, principalmente o mundo das sombras. - Esperava pela resposta para poder continuar.

- Gostaria de saber seu plano antes de poder tirar qualquer conclusão sobre seus atos.  "- O mundo é tenebroso, o mundo das trevas é naturalmente pior, mas há algo de muito podre nessa história. Como ele sabia que eu estava aqui? Se realmente tem alguém me rastreando, existe alguma relação com esses homens.. ou com a família?"

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Re: New York by Night - Não Confie em Ninguém

Mensagem por Ury Wayne em Seg Maio 09, 2016 9:01 pm

Fuuma Monou escreveu: - E por quê um matador de aluguel deixaria um trabalho, avisaria o seu alvo e ainda perderia a maior parte do dinheiro? Não consigo ver qual a vantagem para ti nesse negócio, e nós dois sabemos que o mundo não funciona dessa forma, principalmente o mundo das sombras.

- Gostaria de saber seu plano antes de poder tirar qualquer conclusão sobre seus atos.

- O máximo que meus clientes sabem de mim é um número telefônico. Essa é minha única segurança, o anonimato. Sem isso, não tenho nada. Uma pistola não precisa saber a digital do atirador.

- Em relação aos valores, eu pensei que isso fosse óbvio. Você fará o serviço mais arriscado, por isso é justo que receba mais.

- Meu plano é o seguinte: como fui contratado para te levar até um determinado local, podemos encenar, pegar o dinheiro, e depois acertar as contas com quem estiver por trás disso. Teremos a surpresa ao nosso lado.

- Seja qual for nossa decisão precisamos ser rápidos, se me passaram esse endereço, é bem provável que exista alguém na vigilância. Tenho um carro parado lá fora, saímos como se você estivesse sob minha custódia e continuamos a farsa até estarmos de frente ao inimigo.

- Eu não me interesso qual é o seu negócio com essa gente que está atrás de você, mas quem me contratou deve morrer, caso contrário, nada feito. Ademais, parece ser um negócio extremamente vantajoso para você. Resolve um problema e ainda por cima leva uma grana. Eu resolvo o meu e ainda mando uma mensagem para o próximo que achar por bem me espionar.


- Entendo o risco, e também entenderei caso não queira corrê-lo, e se for essa sua decisão não te incomodarei mais.

Michael ainda estava concentrado na tensão daquele diálogo. Mas começou a cogitar a ideia de não mais precisar do auxílio de Benetti. Quiçá fosse até melhor, já que tinha por costume o trabalho solitário. As mãos nervosas de Benetti sobre a arma lhe deixava vacilante em dúvida, de fato houvera acertado na decisão? Na realidade aquele homem era um bem-aventurado, poderia ter sido sorrateiramente emboscado e ainda assim serviria de isca.

- Sua resposta?

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Re: New York by Night - Não Confie em Ninguém

Mensagem por Lord_Suiciniv em Seg Maio 09, 2016 9:44 pm

Rian
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- Esquizofrenia: Ver fantasmas  
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O vampiro pega o celular e verifica quem estava ligando, sua expressão não demonstrava reconhecimento nenhum quanto ao numero, ainda assim ele faz o que lhe foi pedido, atendendo o celular e colocando no viva-voz e o posiciona no chão.

– Pode falar.
- Controle de Campo, aqui é controle da missão, você esqueceu de se reportar quanto a 026-2, está tudo bem por ai?
– Sim, peço desculpas por isso, controle da missão, o meu parceiro teve um pequeno contratempo, ele acha que os idiotas da lanchonete usaram produto estragado de novo, e precisou ir correndo ao banheiro, eu fui verificar se ele estava bem e acabei esquecendo de mandar o relatório
– Isso não pode acontecer, controle de campo, sabe muito bem disso, se você não enviar regularmente o relatório, podemos achar que há algo errado, você sabe muito bem que os chefes não gostam quando isso acontece. Faça o relatório agora.
– Eu sei disso, perdão, sim claro, a 026-2 entrou no quarto número 14 com o cliente, tudo parece estar ocorrendo normalmente, ela está gemendo mais que o normal, fora isso tudo em paz, manterei minha posição e mandarei meu próximo relatório na hora. Algo mais controle da missão?
– Não, isso é tudo. – O celular começava a apitar em sinal de que a ligação foi interrompida.

O vampiro pegava o celular de novo e desligava o viva-voz e liberava a linha, em seguida colocando o celular de volta ao chão. – O próximo relatório terá que ser feito em 2 horas, ou saberão que tem algo errado. – Ele informava e olhava para Rian, como quem diz “e agora?”

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Liz Eckhart
PV 13/13
FdV 5/6

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Roiran McDrake
PV 12 / 12
FdV 06 / 06

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Keira Tatcher
Humana
FdV 04 / 04



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Danio Benetti
PV 14/15
FdV 7/7

Michael Feuerbach
PV 9/15
FdV 7/7

Ao ouvir que Danio iria tentar fazer o possível para ajudar sua irmã, o rapaz começa a chorar de felicidade, abre um sorriso de orelha a orelha e em uma voz chorosa responde – Ela está internada no New York Hospital of Queens, internada na ala de câncer, quarto numero 223, leito A, o nome dela é Isabel, ela é um amor de pessoa, tem apenas 13 anos a pobrezinha, tão jovem... – Ele rapidamente se apressa e pega sua carteira no bolso pegando uma foto, olha para ela um segundo e uma lagrima cai em cima da foto, em seguida entrega para Danio – Aqui, essa é a ultima foto que tirei dela, antes dela ser diagnosticada. Uma fofa não é?

Isabel:

Ele então fica calado, enquanto Danio observa a foto da irmã, ainda com um sorriso no rosto, parecia estar em paz com o destino dele, acreditava cegamente na palavra do cobrador, e então o primeiro tiro veio, ceifando a vida de seu companheiro, uma lagrima escorre pelo rosto do mortal, ao ver o seu companheiro morto, ele então volta seus olhos para Danio, olhos chorosos, mas que não revelavam nenhum traço de medo, ou arrependimento, apenas esperança e confiança, o segundo tiro veio e tudo ficou escuro para o mortal, estava morto antes mesmo de seu corpo tombar no chão.

Danio então envia sua mensagem para o seu companheiro que rapidamente a responde.


mensagem escreveu: Mandarei uma equipe de limpeza para o local imediatamente, me desculpe pelo transtorno, irmão Danio
Quanto a garotinha, ela não seria muito util enquanto tivesse cancêr... A guria está nos estados iniciais, talvez o nosso sangue possa curar e ela possa ser util de alguma forma... Verei o que fazer com ela.


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Klaus Strassen
PV 12/14
FdV 6/6


O taxista estaciona na entrada do porto, e informa para Klaus que não tinha permissão para circular lá dentro, ele teria que descer ali, de modo que o cainita paga a corrida e desce do carro.

Klaus passa pela portaria que está estranhamente vazia e percebe que colado no vidro da portaria, existe um mapa rascunhado do lugar, a configuração do porto era simples, na área de armazéns, existiam 5 fileiras numeradas em sequência, cada fileira tinha 5 armazens grandes, lado a lado, começando no armazém 1, extremo norte-esquerda, indo até o 25 no extremo sul-direita, o mata possuía um caminho também rascunhado que levava da portaria, onde Klaus estava, até o armazém 13, aparentemente o mapa foi deixado especialmente para Klaus.

Da portaria, não era possível enxergar o armazém 13 e o mapa em suas mãos não era muito esclarecedor, ele mostrava apenas o caminho que Klaus deveria seguir, e nenhum outro caminho alternativo.
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Lord_Suiciniv

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Idade : 21
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Re: New York by Night - Não Confie em Ninguém

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