New York by Night - Não Confie em Ninguém

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Re: New York by Night - Não Confie em Ninguém

Mensagem por Askalians em Seg Maio 09, 2016 11:40 pm

Lisandra Eckhart


Observa o tal homem caminhando em direção dela.

“Cheio de pose... demais pro meu gosto...”

- Prazer em conhece-lo também...

“Não sei onde, mas ok..”

Não entendeu muito bem o que ele quis dizer por ter caçado no território dele se sempre morou em NY e sempre seguiu o que havia aprendido no seu clã então como era independente não havia nada errado aparentemente.

“Será que algum mafioso tomou conta e resolveu fazer o que a dona Cammy não pode?.. pode ser.. pq sabá esse aqui não parece muito mas... enfim...”

Liz não era nem um pouco burra, mas usando o bom senso e vendo o que havia acontecido antes e seguindo o conselho gratuito do rapaz de antes, resolveu ajir da melhor forma possível.

- E como uma professora pode ser útil ao senhor Empregador? Trabalharei para o senhor com muito bom grado...

Como não sabia se iria ofender o tal empregador fazendo uma reverência, ela simplesmente abaixou a cabeça em sinal de respeito.

“Só falta pedir para que seja sua concubina... era só o que me faltava...”
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Re: New York by Night - Não Confie em Ninguém

Mensagem por Bispo Altobello em Ter Maio 10, 2016 12:17 am

ㅤㅤWalker nem se preocupava em esconder sua traição. Acabara de me conhecer e já tentava comprar minha lealdade. Por acaso não considerava que eu poderia ser tão canalha quanto ele mesmo? Aproveitando-se da inaptidão do Príncipe para usurpar seu trono... É esse tipo de coisa que me faz odiar ter que lidar com outros vampiros. Especialmente os mais velhos como Walker. Não preciso nem mesmo ouvir sua proposta pra saber o que ele quer. Primeiro me oferecerá mundos e fundos. Status é a recompensa mais óbvia. Dinheiro e Influência vem em seguida. Sinceramente, não tenho certeza se é disso que estou atrás. 

ㅤㅤ- É verdade. - Concordo, com cortesia. Me entrego à falsidade que a sociedade vampírica cobra. Se é isso que preciso fazer para escorregar daqui com vida, eu faço. - Mas acho que está confundindo as coisas, Sr. Walker. Não tenho planos de continuar na cidade depois auxiliar com a ameaça Sabá. - Falo em um tom despretensioso, enquanto me sento no sofá. - A minha vida, o meu trabalho... está tudo me esperando em Londres. 

ㅤㅤ- Não, obrigado. - Nego de pronto a bebida que o Lunático me oferece. - Não sou agraciado com a capacidade de beber bebidas mundanas. - E mesmo que fosse, não correria o risco de ingerir qualquer coisa que pudesse estar batizada com o sangue vampírico. Um laço de sangue é o que eu menos preciso. Principalmente com alguém tão inescrupuloso a ponto de planejar destituir o próprio Príncipe.

ㅤㅤ- Bom... - Quando ele finalmente desiste de continuar a conversa fiada e me questiona sobre a visão, começo a me sentir mais confortável. Se é que isso é possível na presença de um Ancião. - Vi a Estatua da Liberdade arder e ruir. Parte de seus destroços atinge o mar que causa uma grande onda e que destrói o resto da cidade. - Resolvo guardar a parte do trono para mim, já que me chafurdar na intriga da política interna não faz parte dos meus planos. Eu tinha plena convicção de que se revelasse a morte do Príncipe e os cinco candidatos, isso acabaria roubando mais a atenção de Walker do que a ameaça Sabá. - Sei que parece abstrato demais, mas tenho um mal pressentimento muito forte, quanto essa cidade.

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Re: New York by Night - Não Confie em Ninguém

Mensagem por Lord_Suiciniv em Ter Maio 10, 2016 12:51 am

Rian
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Liz Eckhart
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Liz escreveu: - E como uma professora pode ser útil ao senhor Empregador? Trabalharei para o senhor com muito bom grado...

O empregador, ensaia um sorriso ao ouvir tais palavras vindas de Liz, mas não relaxa sua expressão, ainda estava prepotentemente confiante – Boa escolha Senhorita, muito boa escolha, em muitas coisas, não tenha dúvidas. Veja bem, eu estava precisando de uma garota leal, que dominasse as artes da sedução como ninguém, não me leve a mal, mas você é muito boa nisso. Então eu preciso que você se aproxime do príncipe Jorg Lancaster, quero que você ganhe a confiança dele, descubra seus segredos, mais íntimos, aqueles que ele guarda apenas para si mesmo, e ele gosta de Loiras, assim como a senhorita, então já é um bom começo. – Seu tom de voz era como se estivesse falando sobre o tempo, em vez de clara traição para com o príncipe.

– Ai você deve estar agora se perguntando, como eu posso confiar em você? É muito simples senhorita, você não sabe nada sobre mim para poder me entregar para Jorg, ele não iria acreditar em você sem um mínimo de provas. Alem do que, você não tem nada a ganhar me entregando, apenas a perder. Por outro lado, se fizer direitinho o seu trabalho, será bem recompensada. Não é mesmo Pierre? – Ele aumenta o tom da voz, para deixar claro que esperava uma resposta do motorista.

– Sim, com certeza senhor. O senhor é muito generoso com seus empregados fieis. – Sua voz demonstrava uma convicção absurda, o homem realmente acreditava em cada palavra que tinha dito, não havia como fingir aquilo.

– Viu só? Pierre trabalha para mim desde que era um mortal, é a prova viva da minha generosidade, acha que é capaz de seduzir um príncipe? Senhorita Eckhart – Sua voz trazia um quê de desafio, desafiando a garota a discordar dele.
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Roiran McDrake
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– Eu não estou confundindo absolutamente nada, senhor. McDrake, eu não tenho intenção de te tirar da sua cidade, o que eu estou oferecendo para o senhor, é em escala mundial, nada mais justo, já que você atua em escala mundial, ajudando em sua cede Londrina, e agora aqui, em Nova York... – Ele olhava através de Roiran, parecia vislumbrar algo grande, maior que as duas cidades, parecia gostar do que via, mas tudo isso durava menos de um segundo e ele voltava a enxergar Roiran. – Eu conheço muita gente influente, sr. McDrake, posso lhe garantir disso – Sorria um sorriso de canto de boca.

Logo após, Walker escuta atentamente o que Roiran tem a dizer sobre sua visão e quando ele termina de conta-la parece um tanto desapontado. – Isso é tudo?? Eu sei que toda essa questão de visões do futuro, são bem enigmáticas, mas a estatua se quebrar pode significar qualquer coisa, entende? Não necessariamente um levante sabbath... – Ele deixa seu copo na mesinha de centro e cruza os braços em um semblante pensativo.

– No entanto, você tem mais experiência do que eu, e o primigenie de Londres parece confiar muito em seu julgamento quanto a suas visões, então acredito que vou lhe dar o benefício da dúvida. – Ele não estava completamente convencido quanto a visão de Roiran, mas estava convencido o suficiente para lhe dar algum credito, por hora – – Como o senhor sugere que devemos lidar com esse problema? Até o momento, não houve nenhum movimento clássico deles, nem sinal de que estão se agrupando, o que implica duas opções, ou eles ainda não chegaram, ou estão bem escondidos. – Prestava bem atenção no que Roiran teria a dizer sobre a situação.
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Keira Tatcher
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Re: New York by Night - Não Confie em Ninguém

Mensagem por Askalians em Ter Maio 10, 2016 10:04 am

Lisandra Eckhart


Ouvia atentamente o que o Empregador tinha a dizer.

“Seduzir o Príncipe?! “

Não estava parecendo uma tarefa difícil mas também não era algo impossível, mas o grande problema residia na sua segurança, pois lidar com algo desse tipo poderia lhe resultar em morte final.

“E o pior... não sei nada dele e não tenho como entrega-lo caso eu tenha problemas... preciso pensar em como irei me safar se precise...”

Ia prestando atenção e conforme ele aumentava o tom de voz, seus olhos ficavam ligeiramente mais entreabertos e sua testa se franzia um pouco com a periculosidade da situação que se formava.

- E como poderei ser recompensada?

Observava o tal Pierre e ouvia a convicção do rapaz.

“hnf... neófitos... sempre se achando....”

- Sou totalmente capaz, mas precisarei de uma ajuda sua, senhor Empregador... se me permite, gostaria de saber onde posso encontrar meu alvo e como farei para lhe entregar as informações que deseja?
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Re: New York by Night - Não Confie em Ninguém

Mensagem por Rian em Ter Maio 10, 2016 10:26 am

– O próximo relatório terá que ser feito em 2 horas, ou saberão que tem algo errado.

Ficava pensativo, andando para um lado e para outro, com uma das mãos no queixo a pensar: " - Mas que droga... o negócio é muito mais complexo e organizado do que eu imaginava. Se eles tem um vampiro agindo assim no front" dizia olhando para o vampiro " - ....imagina o que eles não tem no centro da organização?! Talvez até um Ancilla!" Me dava conta de que eu não podia enfrentar aquela organização criminosa sozinho. Eu era apenas um neófito. Se eles tinham vampiro agindo ali, somando com o fato que não assim tão fácil resolver o embate com ele, não havia dúvidas que sozinho não conseguiria. O máximo que poderia fazer era entrar e sair sem ser visto, tão somente e apenas para resgatar a dama do bar. Já começava a desistir de cavar fundo naquele buraco.

- Eu estou atrás de uma dama que conheci no bar de Jackson. Ela saiu do bar e um sujeito barbudo saiu logo atrás. Assim que paguei a conta já não havia mais ninguém do lado de fora. Nem ela... nem ele... Encontrei apenas o celular e a caneta da moça caídos no chão. Ela estava investigando a morte de algumas pessoas ligadas ao bar e hora dessa deve estar sendo mantida como escrava sexual.
Me virava pra ele o olhando de mais perto e dizia fitando seus olhos:
- O que vou lhe dizer é importante: Se é verdade que não sabe de nada, devo lhe dizer que sua força estava a serviço de uma quadrilha que trabalha com tráfico de pessoas fazendo mulheres de escravas sexuais. Obviamente... algumas delas acabam ascendendo na pirâmide e passam a fazer parte do esquema. Mas a grande maioria o faz contra sua vontade. São forçadas a isso. Mentiram pra você! Você estava fazendo coisas ruins, sem saber! É isso... E foi por isso que o ataquei pelas costas! Foi por isso que ataquei seu amigo e você sem hesitar! Quer saber o que aconteceu aqui antes de você chegar?! Começava a me exaltar.
- Sheila era uma dessas que estava se dando bem às custas das outras garotas. Ela desconfiou que eu tinha marcado o programa com ela para extrair informações. E... assim que eu disse que era um repórter e estava infiltrado investigando o tráfico de mulheres no bar de Jackson... ela me deu um tiro na cabeça. Aí vem a parte que vocês chegaram...
Contava tudo que sabia. O laço de sangue de nível 1 que tinha posto naquele Membro era fraco e frágil. Contudo, talvez fosse suficiente para fazer com que ele se sentisse levemente inclinado a me favorecer e contar de fato tudo que sabia.

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Re: New York by Night - Não Confie em Ninguém

Mensagem por Fuuma Monou em Ter Maio 10, 2016 4:50 pm

Nada dessa situação me parece favorável, alguém sabia meu nome e onde eu estaria. Além disso, ainda contratara um assassino pra me sequestrar... A dúvida preenche o meu ser. Continuar sendo perseguido não é uma opção, se O Benetti souber disso é possível que ele me mate por expor Sua casa a algum louco. Contudo, acreditar em um completo estranho que diz ter sido enviado por meu "possível" perseguidor, também não é lá uma ideia muito cativante. Isso é quase a história do caçador da Branca de Neve... Mas será que no final a "Madrasta" morrerá dançando em brasas? Ou ficarei eu como um coelho entrando na toca do lobo?

O cainita parece calmo.. "- Não é ele com o dilema nas mãos.. Na verdade ele é o responsável por criá-lo" - Minha natureza clama por descobrir o responsável por aquilo tudo, se há uma possibilidade de alguém estar me vigiando... ser melhor que eu... quero sua cabeça em uma bandeja.. quero o seu sangue em minhas mãos... Mas a racionalidade me impede de seguir com aquilo. Olho para os lados procurando uma mesa, ou algo em que possa me encostar. Escrevo uma mensagem rápida à Pietro enquanto ando, pedindo que ele me rastreie. Penso sobre o assunto, mas tento não externar minha confusão...

- E como você acha que poderia me levar para que acreditem em você? Não sairei daqui espancado para que depois você me leve a uma armadilha.

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Re: New York by Night - Não Confie em Ninguém

Mensagem por Lord_Suiciniv em Ter Maio 10, 2016 9:42 pm

Rian
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Mais uma vez o homem ouvia pacientemente o que Rian tinha a dizer, parecia chocado quando ouviu sobre trabalhar para os caras maus, era possível inclusive um Q de traição em seus olhos. – Desculpe, não sei nada sobre sua amiga, eu não a vi, no entanto a Sheila não é a única garota com quem eu trabalho, eu revezo ela com outras 5 garotas, uma para cada dia da semana, exceto os domingos, que é a minha folga, cada garota costuma ficar em um ponto da cidade. Dito isso, a Sheila gosta de trabalhar por aqui, e muito dos seus clientes são indicações desse Jackson, dono do bar, nunca conversei muito com ele, mas ele já me deu uma impressão de ser um sujeito mal caráter. – Ele suspira agora vendo onde havia se metido e também encara Rian nos olhos – Se ela saiu com esse barbudo e desapareceu, é possível que o Jackson saiba mais do que eu, sugiro você interrogar ele, mas eu não posso te ajudar cara, não te conheço, e você claramente estava com intenção de me matar, também não posso voltar para o meu serviço pois você me fez mentir para o controle da missão, quando eles descobrirem que a Sheila ta morta e meu parceiro também, vão querer saber o porquê de eu também não estar, e em seguida vão me matar, eu não quero morrer, por isso preciso tomar meu rumo, entende? – Ele se levantava agora e estendia sua mão para Rian – Desejo a você boa sorte, na busca pela sua amiga.
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Liz Eckhart
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– Como você gostaria de ser recompensada? Dinheiro? Informações? Basta dizer... – Sua voz continha um leve tom de arrogância. -  Mas só receberá seu prêmio quando o serviço tiver concluído. Seu esforço não será em vão.

Ele abre um leve sorriso e estala os dedos sonoramente, ao fundo Pierre estava indo até a mala do carro e buscando um embrulho grande, uma caixa preta de presente e levava até Liz, ao chegar até a moça ele abria, revelando um vestido e um envelope modesto em cima dele.

Vestido:

– O príncipe está nesse momento em um baile de aniversario, em homenagem a sua filha, eu consegui para você um convite, e tomei a liberdade de escolher um vestido que eu sei que ele irá gostar. Pierre aqui irá te levar até o local do baile, alguma duvida? – Apesar de sua pergunta ele já estava dando as costas para Liz e entrando dentro de seu carro.

Pierre continuava ali, imóvel, segurando a caixa que continha o envelope e o vestido.
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Roiran McDrake
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Re: New York by Night - Não Confie em Ninguém

Mensagem por Askalians em Ter Maio 10, 2016 11:30 pm

Lisandra Eckhart


- Ok.. quando acabar missão resolverei qual será meu prêmio...

Fica um pouco sobressaltada com o jeito que ele fala, mas ignora o sentimento e resolve se focar no que realmente é importante. Fica apenas pensando em como vai se comunicar com ele, o empregador, e resolve perguntar.

- Como nos comunicaremos? E o que o senhor quer saber? Tudo? – Questiona ela, pois precisava saber como passar as informações para ele.

Recebe as informações de onde está o príncipe e vê o vestido que o empregador arrumou para ela incluindo o convite.

- Muito bonito. Obrigada pelo vestido. Devo dizer que consegui o convite de que forma?

Pega com o Pierre o embrulho do vestido e volta a fecha-lo, incluindo o envelope com o convite, que guarda no bolso do seu casaco.

- Já que irei imediatamente daqui pelo visto, preciso ir ao salão de beleza para me arrumar ou o senhor também providenciou isso, empregador?
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Re: New York by Night - Não Confie em Ninguém

Mensagem por Ury Wayne em Ter Maio 10, 2016 11:47 pm

Michael escuta o senhor Benetti com atenção, aguarda sua resposta, e essa vem em forma de pergunta. Aparentemente aquele homem estava disposto a cooperar. Isso lhe parecia bom.

- Façamos o seguinte. A gente coloca sua roupa nesse mortal ali, que por sinal eu vou beber. Ele se parece um pouco com você, por causa dos cabelos.

- Trarei meu carro até a entrada dessa fábrica, vou deixar a porta do banco de trás aberta, como se fosse colocar o corpo lá. Você entra escondido, e eu coloco esse daqui no porta-malas, após me arrepender de colocá-lo no banco de trás. A iluminação nos favorecerá caso tenha alguém nos vigiando.

- Há outra opção. Ele não me disse em que condições queria recebê-lo. Podemos simular que você está saindo daqui apreendido.

- Na realidade, para mim tanto faz, vou matar esse cara de qualquer jeito.


Ao terminar de expor suas ideias Michael apenas silencia e aguarda a resposta de Benetti.

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Re: New York by Night - Não Confie em Ninguém

Mensagem por Rian em Qua Maio 11, 2016 7:55 am

Ouvia atentamente as palavras daquele vampiro... " - Ele tem razão. Jackson deve saber de muita coisa. Mas não quero desrespeitar o território de Lúcifer. Terei que pegá-lo, de preferência, fora do bar. O que Lúcifer não vê, Lúcifer não sente." Começava a planejar minha próxima ação. Ao final, o vampiro estendia a mão. Apesar de seus olhos demonstrarem uma expressão de traição por parte da quadrilha e todo aquele belo discurso de seguir seu próprio rumo, precisava ser cauteloso. Sabia que aquilo podia ser uma deixa para que ele me atacasse... "- Vai saber até onde o que disse é verdade e o que é mentira..." Deixava sua mão estendida no ar por um instante. Estava pronto para ignorar aquela "nobre" e "idiota" atitude. Mas nãaaaaao! Acabo não resistindo à possibilidade de uma nova confusão (caçador de emoções) e acabo segurando em sua mão, o ajudando a se levantar.

- Obrigado por me dar esse tempo com o controle de campo. Te devo essa! É no calor da batalha que se forja o verdadeiro aço. Talvez isso possa se aplicar a uma possível amizade ou cooperação.
Era de meu conhecimento que ele poderia ser um Brujah, visto suas características físicas e sabia que os Brujah foram vampiros guerreiros filósofos no passado (ocultismo 2). Talvez aquelas palavras o entusiasmasse e ajudasse a fazer com que ele fosse mais receptivo para comigo.
- Vou fazer tentar eliminar as provas do que houve aqui e depois inquirir Jackson. Se tudo der certo, vão achar que você morreu queimado aqui dentro do quarto. Afinal... cinzas são cinzas.... Dizia entregando a carteira do vampiro com o seu dinheiro.
Em seguida procuro alguma bebida com alto teor alcoólico (vodka e afins). Coloco os corpos de Sheila e do outro sujeito em cima da cama, jogando sobre eles todo a bebida. Por fim pego meu isqueiro, ateio fogo. Saio correndo e pulo o muro (2pds para o atributo físico necessário para pular o muro, caso seja necessário)

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Re: New York by Night - Não Confie em Ninguém

Mensagem por Fuuma Monou em Qua Maio 11, 2016 10:12 am

Escuto as opções do cainita a minha frente, e elas realmente me acalmam. Não sair dali escoriado ou com uma estaca no peito é realmente interessante. A ideia do cara está começando a me agradar, mesmo que no final ainda possa ser uma armadilha... "- Que os infernos me protejam, mas vou com esse cara. Espero que Pietro entenda a minha mensagem." - Levanto-me da mesa dando dois passos para cada lavo, voltando ao ponto inicial, levo a mão esquerda até minha barba e a coço.. com um olhar vazio, foco no nada por uns instantes enquanto penso a respeito das duas alternativas que me foram dadas.

- Sua primeira alternativa me é mais chamativa. O grande problema aqui é que já matei os dois camaradas. - Apontava com a arma para os dois corpos estendidos no chão. - Mas se quiseres enganar alguém, dizendo que sou um corpo estendido, é melhor enfiar algo no peito dessa criatura. - Olho dos dois corpos para o cainita. - Mas qual o seu nome mesmo?

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Re: New York by Night - Não Confie em Ninguém

Mensagem por Undead Freak em Qua Maio 11, 2016 2:30 pm

Eu caminhava atento. Aquele conjunto de corredores era perfeito para sofrer uma emboscada. Não aparentava tensão ou preocupação na expressão, mas o meu olhar não parava.

(Off): Uso de Auspícios, Sentidos Aguçados, para tentar detectar com qualquer sentido qualquer coisa de incomum, suspeita ou perigosa.

Eu seguia tomando o caminho que aquele mapa mostrava. Sem dúvidas ele tinha sido deixado ali para mim. Me sentia como um jogador, jogando a contra-gosto em algum joguinho idiota que aquele imbecil risonho do telefone tenha armado.

Aqui estou...

Havia chegado. Não tinha ninguém para me receber, pelo o que eu poderia ver. Bem, não importa. Se Greta estava atrás daquela porta, eu iria até o fim. Informei minha chegada com um assovio.


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Re: New York by Night - Não Confie em Ninguém

Mensagem por Ury Wayne em Qua Maio 11, 2016 4:39 pm

Fuuma Monou escreveu:
- Sua primeira alternativa me é mais chamativa. O grande problema aqui é que já matei os dois camaradas. - Apontava com a arma para os dois corpos estendidos no chão. - Mas se quiseres enganar alguém, dizendo que sou um corpo estendido, é melhor enfiar algo no peito dessa criatura. - Olho dos dois corpos para o cainita. - Mas qual o seu nome mesmo?


- Michael!

- Você tem razão! Mas isso não é um problema em si.

- Vamos fazer logo isso, é bom que já descemos com o corpo. A propósito, você saber usar uma dessas não é?


Perguntou o assassino com um tom jocoso na voz. Certamente aquele homem sabia. Estava apenas sendo ele mesmo para que nesse abreviada interação pudesse revelar um pouco de sentimento amistoso em relação a seu novo parceiro de trabalho.

- Cuidado não toque na lâmina, ela está batizada!

Falou o Assamita estendendo a arma com maior quantidade de veneno para Benetti. Era possível que ele precisasse dar o primeiro ataque, e esse, quase sempre pode definir uma luta.

-Vou preparar o carro, você pode descer com o corpo?

- Deixarei a porta esquerda aberta, enquanto coloco o corpo no porta malas, você entra no carro. Tenho certeza de que isso não é difícil para você, depois do que vi aqui.


E assim o assassino se vai.

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Re: New York by Night - Não Confie em Ninguém

Mensagem por Lord_Suiciniv em Qua Maio 11, 2016 11:23 pm

Rian
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Rian escreveu:- Obrigado por me dar esse tempo com o controle de campo. Te devo essa! É no calor da batalha que se forja o verdadeiro aço. Talvez isso possa se aplicar a uma possível amizade ou cooperação.

- Quem sabe? Nossos destinos não se cruzam de novo e eu possa quebrar o seu galho. – Ele ria levemente enquanto apertava a mão do carateca.

Rian escreveu:Vou fazer tentar eliminar as provas do que houve aqui e depois inquirir Jackson. Se tudo der certo, vão achar que você morreu queimado aqui dentro do quarto. Afinal... cinzas são cinzas....

– Obrigado, isso definitivamente vai me ganhar algum tempo. – Ele então abria a porta e saia para noite, deixando Rian sozinho com os corpos.

O carateca louco procura no frigobar e não encontra muita coisa, dois copos de agua, dois pacotinhos de rufles, pippo’s, uma lata de coca-cola, duas caixinhas de suco entre outras coisas, mas nenhuma bebida alcoolica. Um aviso em cima do frigobar avisava que as bebidas alcoolicas e ou qualquer outro tipo de comida que constasse no cardápio do verso, deveriam ser pedidos pelo telefone.

Ele procura algo que fosse remotamente inflamável pelo quarto do banheiro e quando abre um armário debaixo da pia, tira a sorte grande, encontra um galão de fluido de isqueiro. Partindo em seguida para arrumar os corpos de Sheila e do outro homem, uma vez que tudo está em seu devido lugar, Rian esvazia o fluido de isqueiro pelo quarto, vira o frigobar de costas e quebra o cano do gás do frigobar. Se posiciona na porta do quarto e joga o seu isqueiro lá dentro, rapidamente o fogo toma conta de tudo no quarto e Rian começa a correr para longe dali.

Ele não chega muito longe do quarto quando escuta uma explosão, finalmente o fogo havia encontrado o gás e entrado em combustão. Ele escuta o alarme de incêndio e devido a isso várias pessoas que estavam em quartos próximos saem correndo desesperadas, muitas não se deram nem ao trabalho de se vestirem.
Rolagem de dados:
Desteza + esporte = 7 dados, dificuldade 6, resultado 6,9,6,9,6,8,9 = 7 Sucessos



Aproveitando essa confusão, Rian chega ao muro do motel, ele nem mesmo desacelera, pega impulso no chão, em seguida chuta o muro, pegando mais impulso e continua o processo até chegar ao topo, de modo que ele segura o topo com as duas mãos e pega impulsiona todo seu corpo para cima, o atravessando rapidamente, porem o muro era bem mais alto que o carateca, de modo que agora estava em queda livre, mas se lembrando de suas aulas de karate se lembrou como cair sem se machucar, fazendo exatamente isso, ele rola uma, duas vezes para dissipar o impacto e continua correndo.

Ele agora estava em um beco, enquanto corria ele encontra a saida do beco, estava na rua principal do motel, ela estava bastante movimentada agora, cheio de carros deixando o motel, ou até mesmo pessoas, umas peladas, outras vestidas. Em pé ali, no meio da rua, Rian enxerga Sheila de braços cruzados, completamente pelada como da última vez que a viu. [color:2cc9=996633] – Já não bastava me matar, você ainda privou minha familia de um funeral decente... – Ela olhava para o motel, o fogo já estava se espalhando pelos outros quartos de maneira rápida.

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Liz Eckhart
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Liz escreveu: - Como nos comunicaremos? E o que o senhor quer saber? Tudo?

- Será mais seguro se eu entrar em contato com você, não o inverso, e sim eu quero saber tudo, da cor da cueca dele até seus pensamentos mais profundos. – Ele parecia aborrecido pela pergunta, ao seu ver, era uma pergunta obvia.

O empregador já estava dentro do carro quando Liz questionou sobre o salão de beleza, ele não pareceu se importar e deu partida mesmo assim, engatou a marcha ré e facilmente tirou o seu carro da vaga, não havia carros por perto para que isso fosse uma grande tarefa, quando estava fazendo a volta para ir embora, para o veiculo ao lado de Liz e abaixa o vidro do carona. – Não há tempo para essas futilidades, e de qualquer jeito, você está ótima assim, não se preocupe – Após o pequeno fora que foi dado, o empregador levanta novamente o vidro e vai embora em sua lamborghini

- Estarei esperando no carro enquanto você troca de roupa... – Dizia Pierre já dando as costas para Liz e indo em direção ao carro para assumir sua posição de motorista.
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Roiran McDrake
PV 12 / 12
FdV 06 / 06

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Keira Tatcher
Humana
FdV 04 / 04



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Danio Benetti
PV 14/15
FdV 7/7
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Klaus Strassen
PV 12/14
FdV 6/6

Ao ativar seus sentidos aguçados, Klaus escuta perfeita o som do mar, de alguns corvos que estavam por perto, cachorros latindo ao fundo, mas nada que lhe indicasse uma armadilha, de modo que ele resolve seguir em frente. Ao finalmente chegar ao armazém 13, ele o encontra vazio.

Armazem 13:

– Você veio... hihihi... Fico feliz – A voz conhecida daquele louco ecoa pelo armazém e seguindo a voz, Klaus consegue vê-lo ao fundo, saindo detrás de uma pilastra, ele batia palmas que ecoavam pelo armazém.

Maluco:

– Sabia que é um grande prazer finalmente conhece-lo? Hihihihih – Falava enquanto se aproximava, em uma postura completamente estranha. Quando ele estivesse perto o suficiente de Klaus parava de se aproximar e abria um sorriso maluco. – Sou um grande fã do seu trabalho – Estendia sua mão completamente contorcida e rígida.
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Re: New York by Night - Não Confie em Ninguém

Mensagem por Fuuma Monou em Qui Maio 12, 2016 9:34 am

Recebo a faca do Michael e a coloco em cima da mesa enquanto me preparo para trocar de roupa com o morto. - Não esqueça de deixar o carro numa posição em que eu possa usar as sombras. - Dizia antes que o mesmo saísse da sala.

Retiro minhas armas e as coloco sobre a mesa. Desamarro o cadarço e retiro o sapato. Vou até o cadáver e o dispo. Após substituir as nossas roupas, levo o finado até o começo da área aberta do térreo. "- A partir daqui não é prudente seguir com ele. Se há alguém me espionando, então ele pode estar lá fora." - Não tenho muito o que fazer. Volto até a sala e procuro por algo que possa perfurar o seu coração enquanto pego todos os meus objetos, tomando cuidado com o presente do cainita.

Volto ao salão, perfuro o coração do humano morto e espero pela chegada do Michael.

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Re: New York by Night - Não Confie em Ninguém

Mensagem por Undead Freak em Qui Maio 12, 2016 10:08 am

– Você veio... hihihi... Fico feliz – A voz conhecida daquele louco ecoa pelo armazém e seguindo a voz, Klaus consegue vê-lo ao fundo, saindo detrás de uma pilastra, ele batia palmas que ecoavam pelo armazém.

Ah, só pode ser brincadeira...

– Sabia que é um grande prazer finalmente conhece-lo? Hihihihih – Falava enquanto se aproximava, em uma postura completamente estranha. Quando ele estivesse perto o suficiente de Klaus parava de se aproximar e abria um sorriso maluco. – Sou um grande fã do seu trabalho – Estendia sua mão completamente contorcida e rígida.

– É mesmo?– dizia em um tom calmo, colocando os óculos escuros, devido a iluminação forte do galpão, que me irritava– Chantagem não é bem a melhor forma de contatar alguém que você admira, mas... também não quero discutir por uma manobra... humana.– apertava a mão do sujeito estranho.

– Respeito sua perseverança, senhor... como se chama? Bem, cá estou eu. Me devolva Greta e falaremos da sua... proposta.

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Re: New York by Night - Não Confie em Ninguém

Mensagem por Rian em Qui Maio 12, 2016 12:07 pm

Estava com sorte naquela noite. Ou simplesmente... o Diabo cuida de seus filhos! Encontrava tudo o que precisava para livrar não só o traseiro daquele vampiro, mas o meu também. Depois de ouvir a explosão saltava facilmente o muro do motel, bem como amortecia com maestria a queda. Pessoas nuas e semi-nuas corriam pelas ruas do estabelecimento. Começava a achar aquilo engraçado e ria sozinho. Contudo, para a minha desgraça, lá estava o fantasma de Sheila cobrando-me uma dívida. A dívida do funeral do seu corpo para a família. Colocava minha cabeça entre as minhas mãos e enquanto esmurrava o vento com a mão direita, feito um louco que fugira do sanatório.
- Você não é real! Sai daqui! Sai de perto de mim! Me esquece! Aaaaaaaargh!!

Saia correndo e fugia. Fugia do fantasma de Sheila! "- Ela não é real! Ela está morta! Isto é fruto da minha imaginação! Não posso perder a razão... preciso me concentrar no verdadeiro motivo de estar aqui. Preciso pegar Jackson."
Me dirigia para o bar e procurava um lugar para me esconder em meio à escuridão. Uma árvore, uma lixeira, qualquer coisa que me deixasse escondido e de onde eu pudesse ter uma boa visão de quem saía e chegava no bar. Aguardaria o momento que fosse. Aguardaria Jackson fechar a espelunca para depois pegá-lo.

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Re: New York by Night - Não Confie em Ninguém

Mensagem por Lord_Suiciniv em Qui Maio 12, 2016 10:13 pm

Rian
PV 13
/14
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- Esquizofrenia: Ver fantasmas  
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Rian foge o mais rápido que pode de seus fantasmas, e rapidamente chega no bar, ele olha pela janela e percebe que o bar agora estava mais vazio, havia apenas os bêbados de plantão, daqueles que bebem até desmaiar, Jackson estava debruçado no balcão mexendo no celular desinteressado.

Rian então olha em volta e localiza uma caçamba e lixo, na lateral do bar, percebe também ali uma entrada dos fundos e imagina que caso Jackson fosse sair, ele sairia por ali, por isso se joga na caçamba de lixo, estava escuro lá dentro e a coisa toda fedia a peixe podre, mas estava ali por uma boa causa.

Horas se passam sem nenhum movimento, já eram quase 4 horas da manhã, o sol iria começar a nascer em meia hora, mas então Rian ouve o barulho de uma porta rangendo, ele levanta um pouco a tampa da caçamba para ver quem saia, era Jackson, ele despretensiosamente acendia um cigarro e o tragava, parecia cansado. Sheila estava ao lado dele, de joelhos, parecia entretida olhando para as estrelas, distraída, até que ela olha diretamente para Rian e abre um sorriso triste.
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Liz Eckhart
PV 13/13
FdV 5/6


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Roiran McDrake
PV 12 / 12
FdV 06 / 06

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Keira Tatcher
Humana
FdV 04 / 04



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Danio Benetti
PV 14/15
FdV 7/7

Dano encontra uma cadeira de madeira vasculhando o local, e resolve que aquilo deveria servir, ele quebra uma das pernas da cadeira em seguida junta suas coisas, e volta até o corpo, enfiando com força o pedaço de madeira até ele sentir o coração morto do cadáver, estava bem seguro ali.

Enquanto Danio está se escondendo na escuridão, Al Sadek volta para a fábrica e pega o cadáver estacado, o Benetti pode ver ele indo até o banco de trás e desistindo de colocar o corpo lá, como combinado e dando a volta no carro para ir até a mala, aproveitando essa oportunidade, furtivamente o mafioso corre até o carro e entra pela porta que ficou aberta, se escondendo no banco de trás do carro.

O assassino depois de guardar bem o cadáver no banco de trás, fecha a porta por onde Danio havia entrado, e vai para o banco do motorista, dando partida e indo, para o local indicado de entrega.

O caminho é bem ruim, passando por várias ruas sem asfalto e esburacadas, fazendo com que Danio ficasse pouco confortável, quando ele finalmente para o carro, de faróis ligados, Danio ainda escondido pode perceber Al Sadek indo se encontrar com uma pessoa.

Homem:

Eles começam a conversar, mas Danio não consegue ouvir o que eles estão dizendo.
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Klaus Strassen
PV 12/14
FdV 6/6

– Meu chamo Topsy, Topsy Krept, hihihihi – Ele se apresentava enquanto apertava firmemente a mão de Klaus. – Só queria chamar sua atenção, hihihi – Ele estralava as mãos e atrás de si o corpo de greta estacado surgia ao fundo do galpão, ela estava deitada, parecia dormindo, apesar das duas mãos estarem segurando a estaca, não parecia mais ferida que aquilo.

– Como eu disse ao telefone, isso não é um resgate, é apenas uma proposta, perceba, eu fiquei sabendo que o senhor tem uma caçada de sangue em seu nome, e por isso sempre está fugindo, mas e se eu pudesse eliminar essa caçada de sangue para você? E tudo que eu pedisse em troca era um pequeno favor seu? Hhihhihihih, isso não seria interessante? ele vibrava, tremia enquanto falava, parecia estar preste a ter uma convulsão.
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Re: New York by Night - Não Confie em Ninguém

Mensagem por Undead Freak em Sex Maio 13, 2016 1:00 pm

Eu fui calmamente até onde Greta permanecia. Estava paralisada, apenas isso. Nisso, pelo menos, o sujeito cumpriu a palavra.

– Como eu disse ao telefone, isso não é um resgate, é apenas uma proposta, perceba, eu fiquei sabendo que o senhor tem uma caçada de sangue em seu nome, e por isso sempre está fugindo, mas e se eu pudesse eliminar essa caçada de sangue para você? E tudo que eu pedisse em troca era um pequeno favor seu? Hhihhihihih, isso não seria interessante?

-- Então deixa eu ver se eu entendi... -- dizia calmamente, tirando os óculos e limpando a lente com a ponta da camisa -- Você me livraria de uma caçada de sangue, que é algo difícil ou no mínimo muito trabalhoso, em troca de apenas um pequeno favor? Isso não seria um prejuízo para você? O que levaria você a ter um ato tão nobre assim? E o que seria esse favor?

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Re: New York by Night - Não Confie em Ninguém

Mensagem por Keira Thatcher em Sex Maio 13, 2016 6:11 pm

Keira se manteve parcialmente imóvel no banco do carro durante todo o trajeto, ela havia colocado as pernas dentro da camisa, e os olhos estavam fixos no painel do carro, em uma espécie de fuga mental.

Ela percebeu que o homem tentava falar algo, mas ela achou melhor não incentivar um dialogo nesse momento, queria trancar todas as lembranças recentes em um quarto escuro dentro de sua mente e jogar as chaves fora.

Ao chegar em frente ao hotel, Keira sentiu medo de ficar só, ela estava assustada e não havia ninguém conhecido na cidade, então ela se virou para o homem e segurou sua mão.
-Pode me esperar no bar ou no lounge do hotel? eu vou tomar um banho, não devo demorar muito, então devolvo a sua camisa e comemos alguma coisa, o que acha?
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Re: New York by Night - Não Confie em Ninguém

Mensagem por Lord_Suiciniv em Sex Maio 13, 2016 7:28 pm

Keira Tatcher
Humana
FdV 04 / 04



- Claro, sem problemas, te espero no lounge, então. Leve o tempo que achar necessário, você quer que eu chame a policia? Ou prefere se acalmar mais? - O homem então seguia Keira para dentro do hotel, a deixando pegar o elevador sozinha, e se sentando em um dos sofás do Lounge.

Todos por quem Keira passava, a encaravam, uns com olhar de desaprovação, pelas roupas que vestia, outros com olhar curioso, uns poucos com um olhar lascivo, mas ninguém se deu ao trabalho de se aproximar, ao chegar na porta do quarto, Keira se lembra que não estava mais com a chave do quarto, ela então pede ajuda a uma camareira que estava passando e conta uma versão rápida do que aconteceu, deixando a moça sensibilizada a ponto de abrir a porta para que Keira pudesse entrar.

Tudo estava do jeito que ela havia deixado algumas horas antes.

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Klaus Strassen
PV 12/14
FdV 6/6

-Sou apenas autrista assim, hiihihi, mas se ajudar, pense que eu devo ganhar algo de igual valor através do seu pequeno favor. hihhihih. Na verdade é algo bem simples, só quero que você extraia algumas informações para mim, de um certo ancião da Camarilla. O que você acha? justo não é hihihih?- Ele apenas observava Klaus ir até sua mentora, quando o tzimisce já estava no meio do caminho ele se sentava no chão e ficava balançando de um lado para o outro, como uma criança ansiosa por alguma coisa, parecia estar se divertindo com toda aquela situação acima de tudo.


Última edição por Lord_Suiciniv em Dom Maio 15, 2016 11:18 pm, editado 2 vez(es)
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Re: New York by Night - Não Confie em Ninguém

Mensagem por Keira Thatcher em Sex Maio 13, 2016 8:26 pm

Keira caminha pelo quarto se livrando da camisa, finalmente começava a se acalmar, ela pega o telefone do quarto e toca a tecla zero para falar com a recepção, leva o telefone sobre a lateral da face enquanto posicionava os cabelos por trás das orelhas, enquanto aguardava alguém atender, ela pode notar a marca roxa em seu braço, e relembrou as cenas mais assustadoras.

-Boa noite, é a Keira, do quarto 805, preciso de um celular novo, podem providenciar isso? preciso também que alugue outro carro, não precisa ser nada muito sofisticado mas preciso que seja blindado, gostaria também de solicitar a transferência de quarto, pego as chaves novas na recepção. Disse Keira de forma rápida e com a voz carregada de paranoias.

Sentou no sofá e permaneceu pensativa olhando para o telefone, as lembranças de Karen assombravam sua mente, primeiro pensou em ligar para a policia, mas teve medo de que toda essa operação tivesse policiais envolvidos, o que fez o seu sentimento de paranoia se agravar.

Keira pegou novamente o telefone e discou um numero, aguardou de forma impaciente mordiscando os lábios até o ultimo toque se encerrar e ouvir a saudação da caixa postal.

-Rian, aqui é Keira Tacher, nós nos conhecemos no bar, essas pessoas são perigosas, venha para cá, precisamos conversar, estou no hotel Hilton, 1335, Ave of the Americas, me encontre no lounge. Disse rapidamente Keira, quase unindo as palavras, com a voz carregada de medo.

Quando deligou o telefone, imaginou que ele poderia ter sido capturado, e que agora veriam sua mensagem e saberiam onde ela estava, o panico tomou conta de Keira mais uma vez, el se livrou do restante das roupas, abriu o chuveiro e se sentou no chão deixando a água quente correr por suas costas durante vários minutos.

Quase duas horas depois, Keira chega ao lounge, seus cabelos ainda estavam úmidos, ela usava um sobretudo de couro bovino com a gola felpuda e tinha as botas por cima da calça, estava muito bem protegida do frio algo estranho devido a temperatura agradável do hotel. Keira estava cobrindo a maior parte do corpo que conseguia.

Passou na recepção do hotel, pegou rapidamente as chaves, assinou alguns papeis autorizando os serviços.
-Pode levar uma garrafa de Jameson, gelo e três copos para o lounge por favor?
Keira se dirigiu até o homem, carregava a camisa dele em uma das mão.
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Re: New York by Night - Não Confie em Ninguém

Mensagem por Lord_Suiciniv em Sex Maio 13, 2016 8:53 pm

Keira Tatcher
Humana
FdV 04 / 04


Keira escreveu:-Boa noite, é a Keira, do quarto 805, preciso de um celular novo, podem providenciar isso? preciso também que alugue outro carro, não precisa ser nada muito sofisticado mas preciso que seja blindado, gostaria também de solicitar a transferência de quarto, pego as chaves novas na recepção.

Rapidamente a recepção atende o telefone e uma voz feminina bastante solicita fala do outro lado do telefone - Boa noite senhora Tatcher, Podemos providenciar sim, existe alguma marca de preferencia? Podemos providenciar um carro para a senhora, mas não blindado, sinto muito, nenhuma companhia de aluguel de carros trabalha com esse tipo de carro, existe algo de errado com o seu quarto atual senhora? Também gostaria de informa-la que a camareira Gertrudes nos informou o que aconteceu com a senhorita, e tomamos a liberdade de chamar a policia, eles virão pela manhã, para que a senhora possa descansar essa noite. Disseram que viriam por volta das 10 horas. - Após todas as formalidades, a ligação se encerra com a mulher confirmando que poderia fazer a transferência, mas que poderia demorar, para ficar tudo pronto.

Quando Keira finalmente sai do banho, ainda enrolada na toalha, ela nota uma pessoa deitada em sua cama, parecia bastante confortável, aproveitando bem a qualidade daquela cama, já entram 3 horas da manhã, essa pessoa estava coberta nos lençois e vestia uma daquelas mascaras de dormir, de modo que não dava para ser reconhecida direito. Mas definitivamente estava ali sem ser convidada.
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Re: New York by Night - Não Confie em Ninguém

Mensagem por Keira Thatcher em Sex Maio 13, 2016 9:06 pm

Keira leva um susto ao notar o homem na cama, quase deixando a toalha cair.

-Quem diabos é você e o que faz aqui? Pergunta de forma assustada enquanto segurava a toalha nas duas mão. -Saia imediatamente ou eu vou gritar.
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Re: New York by Night - Não Confie em Ninguém

Mensagem por Lord_Suiciniv em Sex Maio 13, 2016 9:13 pm

A pessoa da um pulo na cama, como se também tivesse tomado um susto, e ainda com com a maraca de dormir em seu rosto, olha para os lados, desesperada - Ahh, estou cega!! Me ajude!! - Tateava o ar com ambas as mãos, e então se dava conta de que estava com a mascara de dormir, rapidamente a tirando e revelando sua identidade, era Karen.

- Ola Keira, não precisa gritar, sou só eu, Karen... - Sua voz parecia mais calma agora, mas sua respiração ainda estava ofegante devido ao susto de segundos antes. - - Posso ficar com você essa noite? - Seus olhos lacrimejavam.
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Re: New York by Night - Não Confie em Ninguém

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