LAS VEGAS - O CONDADO DE CLARK - 03: Spring Valley & Mojave Leste

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Re: LAS VEGAS - O CONDADO DE CLARK - 03: Spring Valley & Mojave Leste

Mensagem por Dylan Dog em Seg Jan 30, 2017 11:21 am

Brian acorda no hospital, ele olha o soro e sente a dor dos seus ferimentos, isso era um bom sinal, significava que estava vivo. Seus pertences foram confiscados então não havia nada que pudesse fazer, ele apenas tenta apalpar a região do abdômen onde havia sofrido o disparo para sentir o curativo.

Fischer olha se há uma TV e um controle na sala para que possa ligar e procurar o canal de notícias, se necessário ele chama a enfermeira.
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Re: LAS VEGAS - O CONDADO DE CLARK - 03: Spring Valley & Mojave Leste

Mensagem por Winterfell em Ter Jan 31, 2017 1:07 pm

(Off. Durante a imersão, com auspícios. Consegui alguma das informação que solicitei na postagem passada)?  

Em verdade ao emergir da visão (auspícios 03), tinha uma imensa vontade de ajuda-la (mais ainda do que tinha antes), mas também tenho uma preocupação profunda... Você não pretende usar esta estaca em mim agora, pretende Miesha? Mesmo em meu atual estado “alterado se ser”, não deixo de ser “eu mesmo” no fim das contas. A parte racional meio perdida nessa bagunça emocional, sabe que ela pode se sentir traída... não querer mais o meu bem como queria antes... o que sendo sincero até entendo. No lugar dela, estaria reivindicando a vitae empregada nessa cria inútil. Afinal a inutilidade deve ser devidamente “repreendida”, não cultivada. Droga... espero que ela não pense como eu... Todo esse amor recém descoberto, fazia a consciência dessa possibilidade doer ainda mais. Não me ataque Miesha. Não a quero como inimiga. Sendo realista minhas chances de escapar dela caso de fato quisesse me ferir eram ínfimas de tão pequenas ... Pior além disso... ter de “escapar” justamente DELA me colocaria em um fudido dilema emocional. Droga... não consigo me ver ferindo-a... mesmo que para salvar minha não-vida, a simples “ideia” de feri-la me causava repulsa. Só conseguiria fugir... e fugir sem “a possibilidade” de revidar, (ainda que para ganhar tempo) fazia minhas já ínfimas chances se escassearem ainda mais ...    

- Mas nunca lhe fui infiel Miesha. Se você me permitir, pretendo ajuda-la e provar isso. Não sou estupido, sei que nossa relação dificilmente voltara a ser como antes, mas espero também que nem tudo esteja perdido... Até... entendo se você me odiar agora.... considerando tudo pelo que passou... mas sinceramente espero poder mudar isso. Não precisava ser um “fim” para nos. Não quero morrer e se essa morte viesse pelas mãos dela seria ainda mais insuportável. Como se morrer já não fosse ruim o bastante. (Sobrevivente, Megalomaníaco e Unificador) inacreditável. Droga! Quero você de volta! Desistir não faz parte da “minha natureza” e não pretendo desistir de coisa nenhuma! Nem dela, muito menos da minha não-vida. -Você pretende se vinga não é mesmo? O que pode me dizer sobre o outro casal de torturadores e também sobre essa “firma”? Obviamente também não desistiria dessa vingança, necessitava dela com uma ânsia inferior somente a da própria Miesha. Estes vermes precisam pagar e eu mesmo também preciso que essa vingança possa curar ... minha relação mutilada com Miesha.  

- Sim, Marko, eu não sou mais a Miesha que você conhece, se muita coisa muda em 20 anos normalmente, imagine 20 anos de tortura... Penso resignado, estou duramente tentando não imaginar. Pensar... ou pior visualizar as “provações” as quais submeteram-na, parecia uma espécie particular de tortura auto infringida. Quanto mais tentava não pensar nisso, mais eu pensava. Criativo demais para o meu próprio bem. Que inferno! Pior, depois dessa imersão na estaca. Minha mente tinha ainda mais com o que trabalhar e era ainda mais fácil (e irritantemente real) fantasiar com seus gritos, lagrimas ... a dor dela aumentando a minha própria... uma insatisfação palpável comigo mesmo. Droga Marko! Para com essa merda!!! Não podia continua fazendo isso comigo. Foco! Foco! Precisava ser mais frio, colocar a cabeça no lugar. Pelo Mais Velho! Mal conseguia me reconhecer. Eu não sou assim caralho!!! Mais uma vez tento me manter focado e objetivo, ainda que essa maré de empatia continue me tirando do rumo. - Poucos são capazes de sobreviver a isso, menos ainda são capazes de sobreviver intactos. Eu sei que não sou um deles. Sinto o peso dessas palavras e a observo profundamente, perguntando o que já vinha me incomodando a algum tempo. - Por que você permanece com essas marcas? Pergunto verdadeiramente sem entender. Referindo-me as cicatrizes dispostas por todo o corpo dela. - As limitações da regeneração, não se aplicam a nos. Lhe digo o que ela mesma me disse muito tempo atrás, parafraseando-a: - “Para um Demônio nenhum estado é permanente. A condição cainita é uma metamorfose com muitas faces, nenhuma delas mais constante que a próxima”. Sorrio sutilmente, sem chegar a mostrar os dentes. Um sorriso saudosista, ao relembrar esse tempo que tivemos. - Por que você permite deixo a raiva transparecer ao fundo, não efetivamente contida. - que esses flexiono fortemente o maxilar. - resquícios da ação deles continue em você? Do meu ponto de vista, permanecer com aquelas chagas era como dar ainda mais poder a esses torturadores. Como se mesmo distantes eles continuassem a influencia-la. Cada talho uma vitória dos filhos da puta. Eles não tem o direito de manchar sua pele.        

- Joseph está realmente morto, um a menos sinto imensa satisfação ao imagina-lo queimar. eu escapei deles a dois meses, passei o primeiro mês me recuperando, e o ultimo mês me preparando para a vingança, sim, Marko, eu não vou descansar até destruir cada um deles. Assinto com a cabeça. - Conte comigo. Por todo ódio que vejo saltar dos olhos dela, sei que esse acerto de contas é inevitável. A ajudarei de bom grado, quero muito, MUITO faze-los sofrer e no fundo, espero que essa vingança além de uma cura para Miesha. Possa também ser uma cura para a nossa relação fragilizada.    

- Venha comigo. Movemos a barricada inútil que eu tinha montado, ganhando acesso ao resto da  casa. (Essa luminosidade é artificial ou natural? Se for natural, o quão próximo o sol esta)?

Com Miesha guiando o percurso, adentramos um pequeno escritório onde minha atenção se volta automaticamente as paredes. Ela andou ocupada. Devia ter ainda mais coisa no computador. Continuo observando as paredes, tentando absorver as informações ali expostas. (Que informações estão por ali)? - Marko, você já deve ter ouvido falar de um grupo de caçadores chamado Sociedade de Leopoldo não é mesmo? Respondo afirmativamente com a cabeça, ainda esquadrilhando a parede. Então foram esses bastardos? Eles eram “a nata” dos caçadores, os descendentes da “caça as bruxas” remontando desde a Idade Media. Faz sentido... os Leopoldinos teriam os recursos para um laboratório de grande porte como aquele. - Então sabe que eles são terríveis e muito bem organizados, cheios de recurso e tudo mais. Não são meros caçadores, não é mesmo? - Não os subestimo Senhora. Normalmente o Sabá subestima os barris. Mesmo eu, as vezes tenho de me “policiar” pra não cair nesse erro ao me alimentar. Mas mesmo os Sabás mais “cheios de si”, prestam alguma atenção aos caçadores. Toda ameaça deve ser considerada e neutralizada. ainda mais esses caçadores em especifico. Resumindo porcamente: Leopoldinos são problemáticos. - Mas eles não são nada comparados com o que vamos enfrentar. Os vampiros temem os Leopoldinos crendo que são o pior tipo de caçadores que existe, mas eles não conhecem o Grupo White Oak. Deixo de olhar as paredes, voltando meus olhos surpreendido a Miesha. Surpreso tanto por não se tratar dos Leopoldinos (o que a esse ponto já dava quase como certeza), quanto por se tratar da White Oak.

Todo mundo conhecia aquele grupo, se bem que não como caçadores... Filhos da puta... não fazia ideia... a grande maioria dos cainitas não devia sequer suspeitar... os escrotos criaram uma boa fachada e certamente tem recursos. Bastardos... Esse grupo estava em todo lugar e tinha investimentos em cada ramo econômico. Puta que pariu... Não seria nada fácil lidar com eles ... - Sim, você também os conhece... Porem, na verdade, toda a vida publica do grupo é uma fachada, seus lideres, são um grupo fechado de caçadores datados desde antes da inquisição e foi por eles que eu fui pega, e é esse grupo fechado que nos vamos destruir Marko. Isso vai ser ainda mais trabalhoso e perigoso do que tinha suposto. Mas não pretendo dar pra trás. - Você já identificou algum desses lideres? Ou mesmo começou a esboçar a cadeia hierárquica deles? Sei que a colheita de informações dela ainda esta no inicio, mas não podia deixar de perguntar que rostos ela já conhecia. Além disso precisava me situar e sabe o que já tínhamos no “quadro geral”, antes de fazer meus primeiros movimentos. Com uma raiva bem contida pergunto. - Conseguiu algo a espeito de Vanuza, Eric e os outros dois? Consegui visualizar Vanuza, mas os outros três ... você tem alguma foto deles ou ainda outras informações? pergunto tentando ser o mais respeitoso possível afinal sei que esses quatro são um “ponto sensível”, mas precisava perguntar. Tanto sobre eles, quanto sobre esse maldito grupo. - Você já tem algo significativo quanto a matriz desses caçadores? Localizações, defesas, “modus operandi” ou qualquer outra informação de nota? O laboratório de onde escapou, sabe se continua ativo? Eles vem tentando te rastrear? Vou ouvir atentamente tudo que ela estiver disposta a dizer sobre esses filhos da puta.
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Re: LAS VEGAS - O CONDADO DE CLARK - 03: Spring Valley & Mojave Leste

Mensagem por Rian em Ter Jan 31, 2017 6:56 pm

Vendo que a garota retirava três livros por dia isso me impressionava. "- Não é possível que ela leia três livros todos os dias de capa a capa, a menos que ela seja alguém que tenha poderes sobrenaturais para tal. Provavelmente deve ler apenas alguma parte de cada um deles, talvez esteja fazendo alguma pesquisa e utilize fragmentos de vários livros..."
Antes de sairmos da biblioteca eu reparava se havia alguma lanchonete ali perto. Vai que fosse preciso usar a tática do café batizado, isto eu nunca saberia... Talvez houvesse alguma lanchonete ali perto... Aproveitava o instante que estávamos do lado de fora e sondava o ambiente. Deixava que meus olhos aos poucos penetrassem a escuridão infinita daquela noite muito além da percepção natural do ser humano. Aplicava o mesmo procedimento com os cheiros, buscando a origem de cada odor e a diferenciação de cada sensação nova que preenchia minhas narinas, enquanto deixava meus tímpanos captarem até mesmo o som do coração das pessoas próximas. (Sentidos aguçados - Visão/ Olfato/ Audição). Afinal, eu havia ficado um bom tempo ali na biblioteca, talvez fui seguido... e tinha a garota. Apesar de parecer uma boa menina eu ainda não a conhecia, vai que a máfia do tráfico de mulheres estivesse em sua captura... Afinal, nós Forasteiros (apelido do clã Gangrel) bem sabemos que a solidão é a melhor companhia de um vampiro em suas viagens e é bom garantir que estejamos mesmo sozinhos...

Por outro lado, aproveitando o caminho que teríamos a percorrer e teríamos tempo pra conversar eu aproveitava para, de qualquer modo, retirar minha dúvida.
- Escuta aqui... você consegue ler todos esses livros? Deixava um ar de espanto e curiosidade. Como uma pessoa comum que admirava um gênio. Em seguida soltava outra indagação. - Por que tantos livros? Estais a fazer alguma pesquisa?


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Re: LAS VEGAS - O CONDADO DE CLARK - 03: Spring Valley & Mojave Leste

Mensagem por Lord_Suiciniv em Ter Jan 31, 2017 8:40 pm

Marko Cerveni Obertus
PV 08/12
FdV 05/07
Localização: Sonoma Pointee Apartments
- Dia 2
0236
Vitalidade:
Escoriado......................[L]
Machucado................-1[ ]
Ferido........................-1[ ]
Ferido Gravemente....-2[ ]
Espancado.................-2[ ]
Aleijado.....................-5[ ]
Incapacitado..................[ ]

rolagem de dados:
Marko rolou 6 dados de 10 lados com dificuldade 7 para entender paredes que resultou 6, 10, 2, 5, 8, 1 - Total: 1 Sucessos



O vampiro não conseguia se segurar, ele precisava saber a respeito daquelas marcas no corpo de sua senhora, elas poderiam ser facilmente apagadas, e por isso ele fazia aquela pergunta tão delicada.

Miesha abre um sorriso meio triste, meio dolorido, meio sádico. Ela então respondia – Estas cicatrizes não são nada Marko, eu poderia facilmente me livrar delas, mas o que eu iria ganhar com isso?  As piores cicatrizes estão aqui. – Ela apontava para a sua própria cabeça – Apagar as cicatrizes de meu corpo seria como negar o que aconteceu, eu não posso fazer isso, por isso eu as abraço, como uma medalha de guerra, para que toda vez que eu me olhe no espelho, eu me lembre o motivo de ainda estar viva, para que eu jamais esqueça o que estes mortais fizeram comigo. – Ela dizia em um tom de voz sombrio, doloroso e carregado de ódio.

---

Marko olhava as paredes em busca de tentar entender alguma coisa que elas tinham a dizer, mas como ele sabia pouco a respeito daquela organização, também entendia pouco do que estava categorizado nas paredes, haviam fotos de pessoas ligadas ao fios vermelhos a lugares e também a outras pessoas, mas isso nada dizia para o vampiro, pelo menos não até agora.

Ele também conseguia ver em outra parede fotos alinhadas verticalmente, como uma hierarquia, haviam ali 5 colunas de fotos, quanto mais em cima, aparentemente mais velhos as pessoas retratadas ficavam, haviam fotos até as duas colunas do topo, onde existia apenas um cartão negro com uma interrogação. Marko reconhecia Vanusa na fileira do meio, a fileira estava marcada como “ cientistas”. Abaixo dos cientistas estava “ Aprendizes “ e na base “ Buscadores“. Acima dos cientistas estavam os “ Diretores” e no topo da pirâmide “Anciões”, Mas haviam poucas fotos ali, a categoria de cientistas sendo a mais populosa, com 4 fotos.

Rufus Lutherino
Daniella Piedmont
Eric Bragança
Vanusa Soares

– Vamos por partes, Marko, não tenha pressa, eu vou te contar tudo que eu sei. Primeiramente vamos falar sobre a organização de caçadores. Eles são compostos por 10 familias, o mais velho dessas famílias, ocupa uma cadeira no concelho de anciões. – Ela apontava para o topo da hierarquia que Marko havia visto. – Não sei muito a respeito deles, nem mesmo seus nomes. Eu consegui o nome de algumas dessas famílias, estou trabalhando nas outras. São elas Os Piedmont, Os Bragança, Os Soares, Os Lutherinos e Os Kemples. – Ela fazia uma pausa para que Marko conseguisse acompanhar de maneira satisfatória.

– Abaixo dos anciões, está os diretores, eu não sei dizer quantos são, mas sei que cada um comanda um laboratório em algum lugar do mundo. Abaixo dos Diretores existem os cientistas, cada laboratório tem um punhado deles, eles se organizam em equipes de 5 para proceder com as pesquisas sobre a nossa espécie. – Quando Miesha falava sobre os cientistas seu tom de voz assumia um ódio fervoroso que ela não conseguia esconder.

– Os apredizes trabalham nestes laboratórios, eles cuidam da manutenção ao mesmo tempo que são assistentes dos cientistas, para aprender o máximo possível com eles, e quem sabe um dia ganhar o titulo de cientista. Você deve ter visto um monte deles na sua visão. – E marko realmente havia visto, tinha pelo menos uns 20 aprendizes do lado de fora do laboratório que Miesha havia fugido.

– Por ultimo, os buscadores, eles são os agentes de campo e o nível mais baixo deles. Eles tem até 22 anos, e são treinados desde os 4 anos até a exaustão para serem os melhores caçadores que existem. Não os subestime só por que tem pouca idade... Eu ouvi uma história de quando estava presa que um grupo de 5 buscadores caçou um ancião brujah no Haiti e sobreviveram com alguns arranhões. No aniversario de 22 anos deles, eles são aposentados, do serviço de buscador e alguns viram aprendizes, os mais inteligentes com melhor potencial, e os que não, são instruídos a se reproduzirem, para manter as famílias vivas, pois as baixas também são enormes, seja durante o treinamento, seja lá fora contra a nossa espécie. Afinal, ainda são humanos no final das contas.   – Ela abria um sorriso macabro com essa informação, como se ela fosse de extrema importância.
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Re: LAS VEGAS - O CONDADO DE CLARK - 03: Spring Valley & Mojave Leste

Mensagem por Lord_Suiciniv em Ter Jan 31, 2017 8:47 pm

Brian J. Fischer
Humano
FdV 05/06

- Dia 3
2318
Vitalidade:
Escoriado......................[C]
Machucado................-1[L]
Ferido........................-1[L]
Ferido Gravemente....-2[L]
Espancado.................-2[L]
Aleijado.....................-5[ ]
Incapacitado..................[ ]

rolagem de dados:



Brian fazia um certo esforço para conseguir alcançar o lugar de sua barriga que havia sido atingido, mas conseguia encostar lá e sentia o curativo no lugar, ele aparenemtemente estava sendo bem tratado ali no hospital.

Olhando em volta do seu quarto, ele verificava que não havia televisão em seu quarto, era um quarto simples, sem muito conforto, nem mesmo tinha uma cadeira extra para que uma possível visita se sentasse.

O criminoso então chamava uma enfermeira e uma das moças do outro lado da parede de vidro vinha correndo atende-lo. – Ola, boa noite, está sentindo alguma coisa? – Ela perguntava em um tom de preocupação
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Re: LAS VEGAS - O CONDADO DE CLARK - 03: Spring Valley & Mojave Leste

Mensagem por Lord_Suiciniv em Ter Jan 31, 2017 9:55 pm

Rian
PV 13/15
FdV 06/07
- Dia 3
2220
Vitalidade:
Escoriado......................[ ]
Machucado................-1[ ]
Ferido........................-1[ ]
Ferido Gravemente....-2[ ]
Espancado.................-2[ ]
Aleijado.....................-5[ ]
Incapacitado..................[ ]

Rian aproveitava para procurar por uma lanchonete dentro da biblioteca, porém tudo que ele encontrava eram algumas maquinas de lanche localizadas em pontos estratégicos.

Uma vez do lado de fora, o vampiro ativava o seu dom vampírico para ver além, ouvir além e cheirar além. Ele se tornava muito mais sensível a presença da mulher ao seu lado, ouvia o seu coração bater em um ritmo tranquilo, sentia o seu perfume delicioso a base de rosas, o seu shampoo, era inebriante, se o vampiro já achava aquela mulher linda antes, com a sua visão aumentada, ele percebia que ela não havia uma única imperfeição em seu rosto, sua pele era lisa como a de um bebe, era simplesmente perfeita.

Aquilo distraia ao vampiro por alguns segundos até que ele é capaz de focar ao seu redor, sendo capaz de ouvir ao longe as batidas do coração da bibliotecária la dentro, assim como o cheiro massivo das centenas de livros no prédio que o vampiro acabava de deixar.

As ruas estavam pouco movimentadas, as pessoas já começavam a voltar para suas casas, havia alguns carros passando na rua, mas não eram muitos, ficando minutos inteiros sem ver um único carro passar.

– Na verdade, eu já li todos os livros da sessão de física da biblioteca, boa parte dos livros inclusive foram doados por mim, mas é sempre bom dar uma revisada na matéria, de vez em quando. Compreender as forças que regem o universo sempre me fascinou. – Rian já esteve entre aquelas estantes e lembra bem que não deveria haver menos de 100 titulos diferentes ali, indo da física simples até a muito avançada.

– Meu sonho é fazer uma grande descoberta nessa área de conhecimento que vai revolucionar a física como conhecemos, mas como eu poderei fazer isso, sem ter um vasto conhecimento? É claro que, ler livros só consegue levar uma pessoa até certo ponto, é preciso fazer pesquisas e estudos mais práticos. – Ela dizia com uma paixão sem igual, rian podia perceber que ela conseguiria falar sobre isso a noite inteira sem cansar, o ritmo de seu coração se alterava levemente, demonstrando a paixão que ela sentia pela física.

Os dois caminho por quase uma hora até finalmente chegarem na residência da moça, aquela mesma residência que rian havia a visto entrar na noite passada. Ela então, entregava os livros para o vampiro e procurava a sua chave em sue bolso, dessa vez sendo fácil de localizar.

– Gostaria de entrar? O mínimo que eu posso fazer é oferecer alguma coisa para beber, pela sua companhia, eu não moro perto da biblioteca como você pode perceber. – Ela dizia meio sem graça, seu ritmo cardíaco se alterando sutilmente uma vez mais, com a vergonha que ela sentia, porém a garota parecia estar genuinamente convidando o rapaz. Ela já ia abrindo o portão, porém aguardava uma resposta do seu acompanhante para só então adentrar os seus portões.
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Re: LAS VEGAS - O CONDADO DE CLARK - 03: Spring Valley & Mojave Leste

Mensagem por Dylan Dog em Qua Fev 01, 2017 7:16 am

- Oh, sim, obrigado pela preocupação, só achei que seria importante avisar que acordei - Ele faz uma pausa - Como eu estou? Quero dizer, não corro mais risco de vida nem nada do gênero, né? - Abatido e meio destruído ele perguntava preocupado por alguma possível infecção ou intoxicação.


OFF: Pode avançar mais, a principio não tenho o que fazer
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Re: LAS VEGAS - O CONDADO DE CLARK - 03: Spring Valley & Mojave Leste

Mensagem por Winterfell em Qui Fev 02, 2017 2:23 am

Ela abre um sorriso carregado, triste, dolorido e sádico? Isso me surpreende um pouco. Mesmo levando em conta o passar desses anos e tudo que aconteceu, as expressões dela não devem ter mudado tanto assim. Não ao ponto de me confundir pelo menos. Afinal o corpo de um cainita não muda “naturalmente” depois do abraço. Sei que consigo “ler” o rosto dela. Não devo ter entendido errado. Mas se eu li direito... Meu corpo fica um pouco mais rígido, menos relaxado. Ela está se divertindo com a minha dor? Isso é um pouco duro de engolir... Só faltava essa... Fico irritado, mas tento não transparecer. No fundo, isso é um novo golpe. Droga Miesha. Sempre almejei poder, maximizar minhas “virtudes” e superar meus “déficits”. Antes dessa noite nem tinha consciência da imensa fraqueza que minha Sire representava... Nunca imaginei que alguém conseguiria mexer tanto comigo sem o vínculo sanguíneo. Puta que pariu... Que merda! A forma assustadoramente natural com que ela conseguia isso já é um motivo dolorosamente real de preocupação. Você me deixa fraco. O que por si já é ruim o bastante sem ela ficar “tripudiando” se divertindo as minhas custas.

Me sinto meio idiota. Continuar a amando ... mesmo achando que ela também está se divertindo as minhas custas, só faz com que me ache um idiota ainda maior. Que isso me sirva de lição e eu aprenda a não voltar a demostrar fraqueza. Fico amargo. Essas novas emoções caindo como um balde de agua fria e me colocando novamente no eixo. O Marko frio e calculista estava de volta. Finalmente minha “mascara” no lugar ...            

(Considere que a partir de agora também estou observando atentamente Miesha, se ela mentir para mim ou demostrar hostilidade gostaria de saber).

– Estas cicatrizes não são nada Marko, eu poderia facilmente me livrar delas, mas o que eu iria ganhar com isso?  As piores cicatrizes estão aqui. Sinto aquela empatia maldita voltar a despontar, mas rapidamente a enfio em um canto profundo e escuro do meu ser. Não permitindo que me domine e que a instabilidade retorne. Era racional uma vez mais e no fundo, estar meio “magoado” até auxiliava meu autocontrole. – Apagar as cicatrizes de meu corpo seria como negar o que aconteceu, eu não posso fazer isso, por isso eu as abraço, como uma medalha de guerra, para que toda vez que eu me olhe no espelho, eu me lembre o motivo de ainda estar viva, para que eu jamais esqueça o que estes mortais fizeram comigo. Não digo mais nada quanto a isso, deixando que esse assunto se encerre. Entendo seu argumento, não concordava mas entendia. De qualquer forma não é minha decisão. No fundo continuava não querendo ver a influência dos torturadores sobre ela, mas seria uma estupidez insistir.  

---xXx---

Já no escritório, observo as pareces ainda que sem compreende-las completamente. Demorando-me mais nas fotos. Alvos afinal já identificados e o que inicialmente mais chama minha atenção. Mas depois, como um bom leitor, mesmo tentava implementar uma espécie de leitura panorâmica sobre tudo. Tendo assim um apanhado geral e referência quando ao que de mais importante estaria exposto na parede. Vanusa... reconheço a foto imediatamente este se chama Eric. Somando 2 + 2, é fácil subentender que estes quatro, sejam aqueles quatro. Então foram vocês. Observo as imagens longamente com uma calma e atenção vindas do ódio. Rufus Lutherino, Daniella Piedmont, Vanusa Soares e Eric Bragança. Demorando-me propositalmente mais na do filho da puta do Eric.

Vejo o alinhamento e começo a tomar notas mentais dessas hierarquias. Analisando tudo com muito cuidado. (Se um teste de pesquisa for necessário para ligar os pontos, mais relevantes do que está ali. Considere que o estou pedindo).

Pelo padrão etário crescente em conformidade com a importância dos cargos ocupados, suponho que reconheçam algum mérito etático ou mesmo valorizem a idade e consequente experiência de alguma forma. Haviam ali cinco colunas de alvos, uma parcela razoável já identificada. Mas como era de se esperar “o Cabeça” dos filhos da puta ainda era desconhecido. Anciões, Diretores, Cientistas, Aprendizes, Buscadores.  

– Vamos por partes, Marko, não tenha pressa, eu vou te contar tudo que eu sei. Primeiramente vamos falar sobre a organização de caçadores. Eles são compostos por 10 famílias, Dez famílias? Isso parecia cada vez “melhor”. (Ironia) o mais velho dessas famílias, ocupa uma cadeira no concelho de anciões. Então não a um líder, mas sim um grupo de dez deles. Continuo pensando. Além disso, se suas famílias também não forem eliminadas eles elevaram um novo representante de suas casas. A conclusão logica a que chego: Isso vai dar trabalho, muito trabalho mesmo, mas de qualquer forma já não planejava deixa ninguém vivo. Então este relato não abala minha motivação. – Não sei muito a respeito deles, nem mesmo seus nomes. Eu consegui o nome de algumas dessas famílias, estou trabalhando nas outras. São elas Os Piedmont, Os Bragança, Os Soares, Os Lutherinos e Os Kemples. Faço que sim com a cabeça e então comento. Compartilhando meus pensamentos com ela e também lhe fazendo mais uma pergunta. - Essas famílias já identificadas, imagino que cada uma tenha sua peculiaridade, ou mesmo um foco de atuação e area de destaque. Já que para fazer parte desse “clube” devem ter tido de mostrar algum “merecimento” ou “utilidade”. Possivelmente ambos. Você já conseguiu se aprofundar mais e chegar a esse tipo de informação sobre alguma família?  

– Abaixo dos anciões, está os diretores, eu não sei dizer quantos são, mas sei que cada um comanda um laboratório em algum lugar do mundo. Abaixo dos Diretores existem os cientistas, cada laboratório tem um punhado deles, eles se organizam em equipes de 5 para proceder com as pesquisas sobre a nossa espécie. Os apredizes trabalham nestes laboratórios, eles cuidam da manutenção ao mesmo tempo que são assistentes dos cientistas, para aprender o máximo possível com eles, e quem sabe um dia ganhar o título de cientista. Você deve ter visto um monte deles na sua visão. Faço que sim com a cabeça. De fato, eram muitos. Me concentrando em absorve as informações que ela me passa como uma esponja. – Por último, os buscadores, eles são os agentes de campo e o nível mais baixo deles. Os caçadores. Eles tem até 22 anos, e são treinados desde os 4 anos Isso é muito cedo para os padrões humanos. O que fazia um barril com quatro anos além de comer, chorar e cagar? até a exaustão para serem os melhores caçadores que existem. Não os subestime só por que tem pouca idade... Eu ouvi uma história de quando estava presa que um grupo de 5 buscadores caçou um ancião brujah no Haiti e sobreviveram com alguns arranhões. No aniversário de 22 anos deles, eles são aposentados, do serviço de buscador e alguns viram aprendizes, os mais inteligentes com melhor potencial, e os que não, são instruídos a se reproduzirem, para manter as famílias vivas, pois as baixas também são enormes, seja durante o treinamento, seja lá fora contra a nossa espécie. Afinal, ainda são humanos no final das contas. - Eles são muito organizados e disciplinados, sabe se empregam alguma espécie de condicionamento psicológico para manter essa unidade? Ou aqueles “descontentes” tem a opção de deixar o “negócio da família”? Complemento para ressaltar porque considero este tópico importante. - Se essa “deserção” for permitida. A esses “membros desgarrados” que devem estar bem mais desguarnecidos e dos quais sera mais “fácil” obter informação sem que sua falta seja notada ou nos crie problemas. Continuo a ouvir à medida que ela aprofunda ainda mais as informações.
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Re: LAS VEGAS - O CONDADO DE CLARK - 03: Spring Valley & Mojave Leste

Mensagem por John Dalloe em Sex Fev 03, 2017 11:01 pm

   Balflear Mied Bunansa    



"Acho que foi Virgil quem disse, um lobo nunca se preocupa com quantas ovelhas restam. Você se preocupa demais com essa ai para um sabá digno."
Balflear se mexe e dá um chute no corpo do traficante. Enquanto faz isto ele aproveita e ativa rapidez, sacando sua arma em uma posição que o La Sombra não verá (teste de furtividade). Depois aumenta sua destreza e dá três tiros em rápida sucessão na cabeça do mesmo, trata-se de uma emboscada.
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Re: LAS VEGAS - O CONDADO DE CLARK - 03: Spring Valley & Mojave Leste

Mensagem por Lord_Suiciniv em Sab Fev 04, 2017 4:06 pm

Brian J. Fischer
Humano
FdV 05/06

- Dia 7
0430
Vitalidade:
Escoriado......................[C]
Machucado................-1[L]
Ferido........................-1[L]
Ferido Gravemente....-2[ ]
Espancado.................-2[ ]
Aleijado.....................-5[ ]
Incapacitado..................[ ]

rolagem de dados:



Brian ficava naquela cama por alguns dias, e algumas noites, aquele cubículo era tudo que ele tinha para ver, e sua diversão era ver o movimento dos funcionários através da parede de vidro.

Quando as enfermeiras vinham verificar como ele estava, o senhor conseguia alguns minutos de conversa, mas nada muito demorado, pois era visível que os funcionários já sabiam como ele havia parado ali, e não eram grandes fãs, embora era claro também que estavam dando o melhor tratamento possível, pois todos ali haviam feito um juramento de tratar seja quem fosse.

Os ferimentos estavam cicatrizando direitinho, mas Brian ainda estava com os pontos, tanto no ombro quanto na barriga, seu medico falou havia comentado até mesmo que não iria deixar cicatriz. A infecção causada pela areia do deserto foi combatida com alguns antibióticos e rapidamente foi curada, agora era apenas ficar em repouso e sem fazer muito esforço.

Na noite anterior, Brian escuta o policial de plantão conversando com a enfermeira chefe do hospital, a respeito do seu caso. O policial queria que algum medico desse logo alta para o interno, para que ele pudesse ir logo para a prisão, aguardar o seu julgamento. Porém a enfermeira tenta argumentar contra essa ideia, que os pontos ainda não foram retirados, e que se Brian fizesse muito esforço poderia acabar abrindo o ferimento, o ferimento do ombro poderia se recuperar errado, e ele teria sérios problemas para mover o membro, sendo preciso até mesmo algumas sessões de fisioterapia, era importante que Brian permanecesse no hospital por mais algumas semanas. O policial ficava contrariado, mas não tinha argumentos para desbancar a enfermeira e por isso apenas concordava.

Dia 7 – 04:30 da manhã

O movimento no hospital estava baixo, apenas os plantonistas estavam em serviço e tudo estava tranquilo. Brian estava dormindo em seu leito quando sente uma mão em sua boca.

Ele acorda de uma vez, assutado e percebe que era um de seus homens que estava ali, seu nome era Horace. – Hora de ir chefe, o medico já te deu alta. – Dizia o rapaz com um sorriso no rosto, mas a julgar pelos outros dois homens do outro lado da parede de vidro, armados com fuzis e o policial rendido, parecia que a alta não havia sido de boa vontade.

Horace abria as algemas de Brian, e o ajudava a se colocar de pé. – Precisamos ir, alguém provavelmente já avisou a policia que estamos aqui.
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Re: LAS VEGAS - O CONDADO DE CLARK - 03: Spring Valley & Mojave Leste

Mensagem por Lord_Suiciniv em Sab Fev 04, 2017 8:45 pm

Balflear Mied
PV 07
/11
FdV 07/08
- Dia 2
- +1 de destreza
0230
Vitalidade:
Escoriado......................[ ]
Machucado................-1[ ]
Ferido........................-1[ ]
Ferido Gravemente....-2[ ]
Espancado.................-2[ ]
Aleijado.....................-5[ ]
Incapacitado..................[ ]

Rolagem de dados:

John rolou 7 dados de 10 lados com dificuldade 6 para sacar oculto que resultou 4, 10, 10, 2, 3, 9, 3, 6 - Total: 4 Sucessos
Lasombra rolou 5 dados de 10 lados com dificuldade 5 para perceber que resultou 3, 7, 5, 6, 3 - Total: 3 Sucessos

Iniciativa:
John 8 + 10 = 18
Lasombra 7 + 5 = 12
Caos rolou 2 dados de 10 lados com dificuldade 1 para iniciativa que resultou 10, 5 - Total: 2 Sucessos

John rolou 5 dados de 10 lados com dificuldade 6 para atirar na cabeça que resultou 7, 5, 7, 1, 2 - Total: 1 Sucessos
John rolou 4 dados de 10 lados com dificuldade 6 para dano que resultou 4, 7, 6, 7 - Total: 3 Sucessos + 1 Precisão
Lasombra rolou 6 dados de 10 lados com dificuldade 6 para absorver que resultou 5, 4, 2, 4, 3, 9 - Total: 1 Sucessos
Dano Final: 3 Letal (Ferido -1)

John rolou 4 dados de 10 lados com dificuldade 6 para atirar na cabeça que resultou 9, 7, 4, 5 - Total: 2 Sucessos + 1 fdv
John rolou 6 dados de 10 lados com dificuldade 6 para dano que resultou 2, 5, 10, 4, 4, 3 - Total: 1 Sucessos + 1 Precisão
Lasombra rolou 6 dados de 10 lados com dificuldade 6 para absorver que resultou 2, 10, 3, 2, 8, 10 - Total: 3 Sucessos
Dano Final: 0

Lasombra rolou 3 dados de 10 lados com dificuldade 7 para mortalha de sombras que resultou 2, 10, 7 - Total: 2 Sucessos




John após dizer que o Lasombra não era digno de ser um sabbath, se virava e ia para perto do corpo para lhe dar um chute, já se preparando para o que estava por vir, ele acionava a sua velocidade sobrenatural.

Prontamente o vampiro sacava a sua arma, tentando esconder sua atitude do Lasombra, que apesar de estar prestando muita atenção em cada pequeno movimento que Balflear faz, não consegue perceber o movimento sutil de sacar a arma.

Mas os dois agora estavam um pouco longe um do outro, nada demais, nada que comprometeria um tiro de surpresa, mas John decide se aproximar mesmo assim, ele fazia o possível para ocultar a sua arma dos olhos atentos do Lasombra, e ao chegar bem próximo de seu alvo, John disparava dois tiros a queima roupa em sua cabeça.

O primeiro tiro acertava o queixo do Lasombra e o segundo acertava a sua testa, o tiro sucessivo o pegava de surpresa, enquanto seu corpo caia, uma nuvem de escuridão surge do nada e envolve os dois vampiros rapidamente. John se lembra daquela nuvem, a sensação de estar sendo mergulhado em piche tomava conta do vampiro, o fato de estar ali de novo demonstrava que o seu inimigo não havia morrido. E John não conseguia enxergar mais nada ali dentro.


Última edição por Lord_Suiciniv em Dom Fev 05, 2017 12:05 pm, editado 2 vez(es)
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Re: LAS VEGAS - O CONDADO DE CLARK - 03: Spring Valley & Mojave Leste

Mensagem por Lord_Suiciniv em Sab Fev 04, 2017 10:02 pm

Marko Cerveni Obertus
PV 08/12
FdV 05/07
Localização: Sonoma Pointee Apartments
- Dia 2
0240
Vitalidade:
Escoriado......................[L]
Machucado................-1[ ]
Ferido........................-1[ ]
Ferido Gravemente....-2[ ]
Espancado.................-2[ ]
Aleijado.....................-5[ ]
Incapacitado..................[ ]

rolagem de dados:


Marko dava um jeito de controlar as suas próprias emoções ao chegar a terrível conclusão de que miesha estava se divertindo as suas coisas, se divertindo com a sua dor solidaria. Apesar desta conclusão lhe machucar, o ajuda a ficar mais centrado na missão, aquilo não seria suficiente para que ele abandone sua senhora nesse momento de necessidade.

Ao analisar o panorama geral, marko percebia que Miesha havia conseguido localizar possíveis 3 laboratorios nos EUA, um no estado de Nevada, numa cidade chama Crescent Valley, não muito longe de Las Vegas, outro ficava em Hays Montana, e o terceiro ficava em Bakerton, Kentucky. Marko chegava a conclusão que os laboratórios ficavam no interior dos estados, não muito longe das cidades grandes para o deslocamento ser um problema, mas também não tão perto, a ponto de chamar qualquer atenção, eram cidades pequenas que poucas pessoas iriam para lá, assim como eram fora da inter estadual, então viajantes não passariam por la.

- Essas famílias já identificadas, imagino que cada uma tenha sua peculiaridade, ou mesmo um foco de atuação e area de destaque. Já que para fazer parte desse “clube” devem ter tido de mostrar algum “merecimento” ou “utilidade”. Possivelmente ambos. Você já conseguiu se aprofundar mais e chegar a esse tipo de informação sobre alguma família?

Miesha balançava a cabeça em negativa, uma clara expressão de desapontamento em seu rosto. – Infelizmente ainda não consegui nada de significativo nesse quesito, mas eu não tenho duvidas que cada um delas se especialize em alguma peculiaridade em seu treinamento.

Marko ia prestanto atenção na expressão corporal de Miesha, atentamente, e ela não demonstrava nenhuma hostilidade para o seu pupilo, toda seu ódio e raiva e desejos macabros pareciam ser voltados para a White Oak, ela parecia estar obcecada com aquela vingança. Não parecia que ela seria capaz de voltar esses sentimentos para outra pessoa naquele momento, nem que ela quisesse.

– Um contato meu, um nosferatu, me disse que quando um adolescente em seu estado rebelde tenta sair da organização, eles permitem sem problemas, desde que o adolescente concorde não falar para ninguém a respeito do que aprendeu la dentro, e também que ele nunca mais poderia entrar em contato com ninguém que conheceu la dentro. O adolescente recebe então um dinheiro e apartamento pequeno para ficar e se estabelecer. – Miesha começava falando como se fosse simples assim, e fazia uma pausa, para ver a reação de marko. – Porém, e há sempre um porém, quando esse adolescente se estabelece, e cria novos laços de amizade, encontra pessoas com quem pode contar, quando ele está mais feliz e acreditando que tinha uma vida normal, essas pessoas são atacadas por um vampiro, na frente desse adolescente, se ele sobreviver ao ataque, normalmente o adolescente retorna a organização com seu ódio por nossa raça re-aceso, caso ele sobreviva e não retorne, alguns meses depois ele sofre algum acidente que se revela fatal. – Miesha olhava para baixo, após contar aquela história, como se compreendesse a ideia de seu pupilo de que extrair informações de desertores era um bom plano, e a noticia de que não haviam muitos por ai era desanimadora no mínimo.

Miesha então afasta esses pensamentos da sua cabeça e então continua falando. – Porém eu tenho uma boa noticia, esse mesmo contato meu, também me conseguiu o endereço de uma casa onde Rufus costuma ir para espairecer, onde ele gosta de fingir ser um maldito humano normal. – Miesha então apontava para uma foto na parede, marcada com uma exclamação vermelha.



– E é lá que vamos pega-lo. – Ela dizia entusiasmada, com um grande sorriso no rosto. – No entanto eu tenho certeza que não deve ser fácil chegar até lá, deve haver contra medidas e seguranças por toda parte. Infelizmente ainda não averguei essa parte da informação, eu vim procurar você primeiro, Marko. – Ela olhava para Marko, sem sorrir, mas seus olhos diziam que ela estava ansiosa e até mesmo feliz com aquela peça de informação que iria alavancar a sua vingança.
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Re: LAS VEGAS - O CONDADO DE CLARK - 03: Spring Valley & Mojave Leste

Mensagem por Black Thief em Sab Fev 04, 2017 11:37 pm


A noite... Quando ela subia, junto escorria a essência do sangue como se uma força antigravitacional fizesse ecoar o vermelho enegrecido do abismo. Quando os vivos se recolhiam os mortos saíam para as ruas, para caçar, para se divertir, para se lastimar ou para... "viver". Mas o que é viver quando se está morto? Tudo o que sobrara de humano nos filhos da noite eram as lamúrias e a carne que apenas não era mais mortal.

Franchesca fazia a parte entre muitos dos secretos andarilhos da noite, espreitando os humanos em busca de algum sentimento, alguma saciação, algum propósito, mas a única esperança e propósito que ela tinha era não estar sozinha no abraço dos condenados quando o dia do juízo final chegasse para todos e para isso, ela só precisava convencê-los de que a própria condenação era a melhor forma de viver suas vidas até o fim. Não era verdade... Mas Franchesca, como muitos imortais, era cega de inveja... Humanos tinham uma saciação infindável, eles tinham amor, tinham o gozo, tinha o conforto, tinham o calor, a vida, as dúvidas, a fragilidade tão preciosa e nojenta... Os humanos eram tão afortunados... Só por poderem viver e eles nem se dão conta disso, encontrando uma lástima e um revés em tudo o que fazem... Se eles soubessem que a imortalidade existia correriam para os seus braços sem pensar que Deus prega truques.O humanos sabem que são especiais, por isso eles sofrem...

"Vaidade é definitivamente meu pecado favorito”"

Ela observava pelo canto dos olhos os mortais... Olhos como serpentes traiçoeiras prontas para dar o bote, desejando secretamente a infelicidade e a agonia desde o mais pequeno e inocente infante até o mais bravo e experiente idoso... Não havia "vida" que Franchesca não desejasse jogar aos braços do abismo, tudo... Por inveja... Porque se ela, como uma imortal condenada não poderia ter um conforto após o inferno material que era a eternidade de um vampiro, então não suportava ver outras pessoas nos braços da luz enquanto estaria esquecida pela eternidade, como uma vez aconteceu e este, como seu maior medo, não pode acontecer denovo.

Ah o egoísmo... Se os Cainitas não eram em verdade, o maior fruto da experiência humana, então o que eram? Com todas essas emoções negativas que de tão horríveis tornavam-se tão belas... Tudo era proveniente de sua humanidade, que por mais que não admitissem estavam lá... gritando mais forte do que nunca... Sim... Os Cainitas eram essencialmente mais humanos que os próprios humanos... Até mesmo Lincoln que buscava sua vingança contra Kate época, que ainda sentia a ferida injusta de ter violentado aquela garota, feridas causadas e trazidas de sua humanidade e mantidas como o seu bem mais precioso, ele se agarra à sua vingança como se sua não-vida dependesse daquilo, sem sua vingança, Lincoln estaria perdido e triste. E Marko, com sua grandiosa ganância, tal como os mais efetivos reis humanos que ao final sempre tombaram graciosamente para deixarem seus nomes como grandes homens, grandes humanos, grandes tiranos, grandes vilões, de alguma forma grandes aos olhos do Homem, apreciados, admirados, detestados e ainda assim citados por toda a humanidade, nunca esquecidos.

"Ah Marko... De nós três, acho que você é o mais humano. Novamente... Vaidade é definitivamente meu pecado favorito”

Os Cainitas eram todos essencialmente, mais humanos que a própria humanidade e por isso, eram os mais condenados.

Franchesca observava os mortais presentes novamente:

"Humanos... Seremos seus eternos frutos... Os deixaremos orgulhosos e então os abraçaremos pra sempre."

Seus pensamentos nunca a abandonariam, sempre seria fascinada pelos humanos, sempre os odiaria e os amaria e para sempre os abraçaria com força para que todos fossem juntos para as eternas trevas, viverem onde a humanidade e seus filhos, os vampiros, pertencem, à Condenação.

Apreciava as peças artísticas do Museu agora... Ao contemplar a desgraça que era a Vida, devia se contemplar as desgraças que ela promove... Tal como esta...


"Artemisia*... Sinto todo o seu gozo e seu ódio em conjunto, por mais que as barreiras do espaço e do tempo nos separem, sinto como se pudêssemos ficar alegres juntas, como irmãs e então trazermos o sangue ao mundo juntas... Você adoraria conhecer Lincoln e Marko, como nós duas... Eles também sofreram o cruel "Estupro" que este mundo presenteia"

Franchesca estava quase ecstaseada com a brutalidade da pintura, tanto que em sua mente lhe veio um momento de inspiração sentia-se capaz de improvisar qualquer depravação, qualquer brutalidade se tivesse o local adequado e as ferramentas certas para tal, mas agora era hora de passar para a galera seguinte... Estava curiosa para ver as outras obras, embora poucas coisas realmente a impressionassem como a brutalidade daquela obra de Artemisia que em verdade teve a primeira versão de Caravaggio, mas ainda esperava que aquela noite pudesse ser uma noite para si. As pessoas tinham um conceito de beleza diferenciado... Ou ao menos era o que elas demonstravam para abranger uma falsa moralidade e manter um padrão social ao qual elas seriam apedrejadas e enforcadas como Judas e Maria Madalena caso não seguissem.

Já era hora... Franchesca seguia para a ala seguinte onde uma exposição surpresa daquela noite estaria em vigor, artista e obra desconhecidos, talento novo que será a chave do brilho da noite, e o quão brilhante seria aquela obra e o artista? Franchesca seriamente duvidava que esta obra a agradaria, que ela acharia genial, não por talvez saber fazer melhor mas por ser mais do mesmo... Ao chegar na ala onde as cortinas ainda estava içadas e logo seriam puxadas para revelar o grande momento da noite a vampira cruzou os braços cética quanto à expectativa mas dando ainda ao benefício da dúvida de que se tratasse de um gênio excentrico.

"Vamos lá... Faça a minha noite..."

Roupas da Noite:
Desconsiderar o òculos

Artemisia e a Obra*:
Filha mais velha do pintor toscano Orazio Gentileschi, foi uma das únicas mulheres a serem mencionadas no ramo da pintura artística do barroco, sendo a primeira a possuir uma posição privilegiada. Dedicou-se a temas trágicos em que suas personagens femininas representam papéis de heroínas. Evitou as naturezas mortas e as flores, comuns para as artistas da época.

Conforme a versão de Susan Vreeland, em seu romance sobre Artemisia Gentileschi, a jovem pintora foi violentada aos 17 anos por Agostino Tassi, um assistente do ateliê do pai. No julgamento dele torturam-na para julgar a vericidade de sua versão. Não podendo ficar em Roma, foi-lhe arranjado um casamento de conveniência.

Artemísia pintou muitos retratos de mulheres fortes e que sofreram por influência de mitos - vítimas, suicidas e guerreiras - e fez disso sua especialidade para pintar a história de "Judite decapitando Holofernes" (1614-1620), sendo esse seu trabalho mais conhecido, que mostra a decapitação de Holofernes, em uma cena de luta e derramamento de sangue.

Judite e Holoferne é um quadro de inspiração bíblica, de Caravaggio, pintado em 1599.

A pintura mostra o general (Holofernes) decapitado por Judite, a mulher que o seduziu uma noite. Provocava reações de horror e surpresa entre os visitantes da sua primeira sede, pois Caravaggio conseguiu dotar à obra de grande realismo e crueza. Judite encontra-se de pé, majestosa e destemida, enquanto a sua criada, quem proporciona a espada, está nervosa e à espreita do que pudesse acontecer.
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Re: LAS VEGAS - O CONDADO DE CLARK - 03: Spring Valley & Mojave Leste

Mensagem por Dylan Dog em Dom Fev 05, 2017 2:14 pm

Foi um tempo entediante e sabia que ao final voltaria para uma estadia muito mais longa pro inferno que havia escapado. Já estava entregando os pontos e pensava sem suicídio na prisão ou talvez antes. Os dias passaram e sua saúde estava melhor, agora que estava quase recuperado em breve seria transferido e seria seu fim, apodreceria na cadeia até que chegasse sua vez no corredor da morte isso se não a encontrasse antes.

Uma noite sem sonhos era interrompida por um toque pesado em seu corpo ainda debilitado. Era Horace, a esperança queimava em seu peito novamente. Eram uma família no fim das contas.
Brian piscava e abria um sorriso, estava feliz por ver seu camarada mas não falava o nome dele - Vejo que meu sacrifício não foi em vão, muito bem camarada, já me sinto razoavelmente melhor - Dizia em tom de cochicho enquanto saia de lá com seu amigo.
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Re: LAS VEGAS - O CONDADO DE CLARK - 03: Spring Valley & Mojave Leste

Mensagem por Rian em Seg Fev 06, 2017 6:50 pm

Os meus sentidos amplificados tornavam cada sensação única. Agora eu percebia, ainda mais, o quanto aquela garota era bela e me perdia por alguns instantes em sua beleza. Se eu fosse um Degenerado (Toreador) estaria perdido a esta altura, passaria um bocado de tempo olhando para ela como uma estátua, feito um idiota. Então, ao ver que tudo estava bem eu reduzia meus sentidos à sua sensibilidade normal. Provavelmente não precisaria mais de usá-los àquele ponto extremo durante o percurso.

Voltávamos conversando e pelo o que a garota me contava ela devia pertencer a uma família rica, afinal tinha doado pelo menos uma centena de livros para a biblioteca e essas coisas, pelo menos quando novas, custam dinheiro. Claro que eu concordava com suas palavras e a apoiava em suas pretensões de fazer suas descobertas, mas o que eu estava interessado mesmo era em saber mais sobre ela e em como usá-la. Poderia envolver ou não o poder do uso do sangue, isto dependeria de como as coisas entre nós iriam se desenvolver.
Finalmente chegávamos à sua residência. Tínhamos caminhado um bocado. Eu olhava para a residência à minha frente e, com base nisso, tentaria definir o status social daquela mulher, afinal entre os humanos isto poderia dizer muito sobre quem ela era.
- Que casa legal!* É sua ou é alugada?
– Gostaria de entrar? O mínimo que eu posso fazer é oferecer alguma coisa para beber, pela sua companhia, eu não moro perto da biblioteca como você pode perceber.
"- Entrar vai ser um problema. Ela vai me oferecer algo pra beber e eu não vou poder beber, a não ser o seu sangue... E uma simples recusa pode estragar tudo, ela pode pensar que fiz uma desfeita. Isso realmente seria ruim..."
- Não, obrigado! Fica pra próxima! A propósito, por que você não compra um carro? Realmente é muito longe e... muito perigoso! Dizia olhando para os lados, preocupado com o ambiente à minha volta. "– Por Cain, mulher! Até pra um vampiro é perigoso fazer uma caminhada dessa todas às noites, numa rotina. Você seria o alvo mais fácil da cidade inteira.... Passando por este caminho religiosamente todas às noites a esta hora!"
A pergunta era pertinente e poderia me dizer muito sobre quem era aquela mulher. Por que ela não tinha um carro?

* Gostaria de saber o padrão da casa. Se é de pessoas ricas ou pobre.

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Re: LAS VEGAS - O CONDADO DE CLARK - 03: Spring Valley & Mojave Leste

Mensagem por Lord_Suiciniv em Ter Fev 07, 2017 12:36 pm

Franchesca Sardou
PV 05/13
FdV 07/07

-Dia 3


0045
Vitalidade:
Escoriado......................[ ]
Machucado................-1[ ]
Ferido........................-1[ ]
Ferido Gravemente....-2[ ]
Espancado.................-2[ ]
Aleijado.....................-5[ ]
Incapacitado..................[ ]

rolagem de dados:
Caos rolou 1 dados de 10 lados com dificuldade 1 para sangue que resultou 2 - Total: 1 Sucessos


Franchesca havia ficado sabendo dessa exbição única de uma peça de arte, de um artista igualmente secreto, que iria acontecer no museu da cidade naquela noite. Devido a isso o museu ficava aberto até mais tarde e também devido a essa exibição havia uma quantidade considerável de pessoas presentes.

Ainda faltava uns bons 20 minutos até o horário programado para a apresentação da peça, o que permitiu a vampira a apreciar outras obras de arte que estavam em exposição pelo museu, e pela quantidade de pessoas no ambiente, outras pessoas também tiveram a mesma ideia da vampira.

Ela se perdia um pouco na obra de Artemisia, que parecia mexer com a vampira profundamente, a ponto dela mal ver o tempo passar. Quando franchesca se da por si, o salão já estava vazio, pois faltava agora apenas alguns minutos até o horário determinado, Ela então se encaminha até a próxima sala.

Franchesca se deparava com uma porção da parede coberta por uma cortina roxa, na frente dessa parede foi improvisado pelo museu uma espécie de palco, não muito alto, coisa de alguns centímetros de madeira, não maior que um degrau de escada. Em cima desse palco estava um microfone solitário.
Todos os interessados nessa nova obra de arte já estavam presentes e os cochichos se faziam mais do que presentes, todos especulavam quem seria o artista surpresa e o que ele havia pintado estavam bastante ansiosos por essa revelação.

Finalmente, uma mulher vestindo um terno feminino, subia calmamente no palco improvisado e se dirigia até o microfone, neste momento, todos fizeram silencio para ouvir o que a mulher tinha a dizer.

– Boa noite a todos, antes de tudo, eu agradeço a presença de vocês nesta data especial, e garanto que não vão se arrepender de ter vindo. – A mulher falava com calma, com um sorriso em seu rosto, como se já estivesse mais do que acostumada a se dirigir ao publico. – Não irei me demorar muito, pois sei que todos estão ansiosos para ver o que existe por trás dessa cortina.

A moça então começava o seu discurso, falando um pouco dos patrocinadores do evento, e dando algumas informações sobre a história do artista. Frachesca não teve a oportunidade de prestar atenção, pois um homem que também havia chegado em cima da hora, que estava esperando ao seu lado chamou a atenção da garota educadamente. -  Ela disse que não ia se demorar muito, mas já está a 15 minutos falando sem parar... Absurdo não acha? – Ele dizia com um sorriso no rosto, baixinho para não atrapalhar quem estava interessado no discurso, mas alto o suficiente para Franchesca ouvir. – Aproposito, meu nome é Jason. – Ele estendia a mão para a mulher.

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Re: LAS VEGAS - O CONDADO DE CLARK - 03: Spring Valley & Mojave Leste

Mensagem por Lord_Suiciniv em Ter Fev 07, 2017 12:38 pm

Brian J. Fischer
Humano
FdV 05/06

- Dia 7
0450
Vitalidade:
Escoriado......................[C]
Machucado................-1[L]
Ferido........................-1[L]
Ferido Gravemente....-2[ ]
Espancado.................-2[ ]
Aleijado.....................-5[ ]
Incapacitado..................[ ]

rolagem de dados:
Sem rolagem hoje


Brian acompanhava seus homens para fora do hospital, em seu próprio ritmo, e ele os acompanhava, obviamente ninguém fazia questão de para-lo afinal os homens estavam fortemente armados.

Ao sair do hospital, Horace guiava o chefe até um SUV que estava estacionado na entrada já com o motor ligado. Todos entram no carro que imediatamente já começa a andar, mal dando tempo de fecherem as portas.

– É bom te ver inteiro, Brian. – Dizia o motorista, o mesmo que havia o acompanhado na missão, seu nome era Otto. – Eu te abraçaria, mas precisamos sair daqui rápido.

O carro dirigia em alta velocidade pelas ruas desertas da cidade enquanto o sol começava a nascer. Fazia algumas curvas com bastante habilidade até chegar em uma área aparentemente deserta. – Desçam, eu vou me livrar do carro. – Todo mundo fazia o que o motorista dizia.
A rua continuava deserta, e Horace caminhava até um certo ponto do deserto como se estivesse pensando em cruzar o deserto a pé, até que ele parava em um ponto, se ajoelhava e começava a mecher na areia, até encontrar o que ele queria. – Venham, achei.

Ele abria uma escotilha de madeira e pulava la dentro, sendo seguido pelos outros homens, e o ultimo fechava a escotilha de madeira.

La dentro não era muito espaçoso, ou confortável, havia alguns leitos para se deitar, comida para mais ou menos 2 semanas. Eles estavam em 6 ali, contando com o motorista, dava para caminhar um pouco ali, mas se os 6 ficassem em pé lado a lado não teria espaço para os 6.

– Não é o Four Seasons, mas é o que conseguimos arranjar de ultima hora, Las Vegas inteira está atrás da gente. – Horace comentava, meio que se desculpando pelo lugar apertado.[/color]
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Re: LAS VEGAS - O CONDADO DE CLARK - 03: Spring Valley & Mojave Leste

Mensagem por Lord_Suiciniv em Ter Fev 07, 2017 1:40 pm

Rian
PV 13/15
FdV 06/07
- Dia 3
2223
Vitalidade:
Escoriado......................[ ]
Machucado................-1[ ]
Ferido........................-1[ ]
Ferido Gravemente....-2[ ]
Espancado.................-2[ ]
Aleijado.....................-5[ ]
Incapacitado..................[ ]

– É herança de familia... – Ela abria um sorriso meio sem jeito, como se isso a machucasse de alguma forma. – Mas estou morando sozinha já tem alguns anos.

Após a recusa de Rian a garota colocava uma expressão meio emburrada em seu rosto. – Não seja bobo, estou apenas oferecendo uma bebida, como amigos. Eu nem mesmo tenho álcool lá dentro. Vamos, aceite. É o mínimo que posso fazer pela ajuda. – Ela piscava como um cachorro perdido, tentando convencer o vampiro.

– A ultima vez que eu peguei em um carro, as pessoas mais importantes do meu mundo morreram... Prefiro caminhar, é melhor para pensar. – A bela moça colocava um sorriso triste em seu rosto, que não combinava com ela, a expressão machucada de outrora voltava ainda mais visível.

off: é a mesma casa da noite passada, que eu postei foto e tudo, eu particularmente diria que é bem rica.
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Re: LAS VEGAS - O CONDADO DE CLARK - 03: Spring Valley & Mojave Leste

Mensagem por Dylan Dog em Ter Fev 07, 2017 6:06 pm

Brian caminhava sem jeito pelo hospital, era meio constrangedor sair de roupa de paciente com a bunda de fora, mas lá estava ele sentindo os ares da liberdade nas partes baixas.

Chegando no carro - Otto! Ahaha! Meu Deus, então vocês conseguiram? - A pergunta era retórica, ele imaginava que sim, mas mesmo assim esperava uma resposta - O Teller ajudou vocês no final? Como foi? - Ele ouviria os detalhes no caminho ou depois de chegar no esconderijo.

Chegando no local, Fischer achava estranho mas entrava.

- Não esquenta, tenho certeza que vocês fizeram o melhor, diga-se de passagem achei excelente na verdade, não podem nos encontrar aqui nem fudendo! hahahahaha - Gargalhava no final, mas em seguida fazia uma pergunta séria que soava cômica devido a situação - Hey pessoal, preciso de roupas decentes, não precisa ser agora, mas seria bom haha acho que vou fazer umas ligações amanhã pra ver se arrumo alguém pra fazer uma entrega de uma muda de roupa, não curto ficar fazendo bunda lelê por ai. - Era notável a felicidade de Brian por ter sido resgatado, ele estava genuinamente grato.
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Re: LAS VEGAS - O CONDADO DE CLARK - 03: Spring Valley & Mojave Leste

Mensagem por Rian em Qua Fev 08, 2017 5:20 pm

“- A garota parece ser rica.... Se eu me casasse com ela, resolveria meus problemas financeiros da noite para o dia...”
O fato é que ela me convidava para entrar. Eu por outro lado até pensava em entrar naquela residência, mas não daquela forma... A verdade é que eu estava completamente perdido em Vegas. A cada noite que se passava eu perdia meu objetivo de estar ali. A saudade de minha irmã aumentava e ficava mais forte e minha ansiedade por voltar ao meu território aumentava a cada minuto que eu continuava distante (Bairrismo). Eu queria mesmo limpar o meu nome, precisava encontrar o jornalista Wesley Ghul, mas não tinha a mínima ideia de por onde começaria com isso. Talvez o melhor a fazer fosse deixar aquela cidade e voltar para minha casa... Afinal eu era um Forasteiro e não tinha porquê criar raízes em Vegas.
– A ultima vez que eu peguei em um carro, as pessoas mais importantes do meu mundo morreram... Prefiro caminhar, é melhor para pensar.
“- Tá certo, isso explica o porquê de nada de carros. No entanto, eu sou um estranho e ainda assim ela insiste para que eu entre em sua residência. Aparentemente ela mora sozinha... essa garota é louca ou gosta de se arriscar? Talvez esteja ansiosa para reencontrar seus parentes no outro mundo e inconscientemente procura uma forma de morrer... Enfim, eu não sou um psicólogo. Não vou conseguir descobrir com uma análise comportamental a razão de tamanha insistência.”
- Lamento por isso... Remetia meus pensamentos ao passado, lembrando da perda da minha família. Eu conhecia bem aquele sentimento e com isto, demonstraria uma solidariedade sincera. - Eu também perdi a minha família...
Eu demorava a responder e embora pensasse essas coisas, meus olhos estavam fixos e vidrados naquela linda pessoa à minha frente.
- Eu não estou com fome e não quero beber nada... contudo aceito sim o seu convite. Por favor, as damas primeiro! Acenava com a mão indicando que aceitava o convite.


Última edição por Rian em Qui Fev 09, 2017 10:17 am, editado 2 vez(es)

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Re: LAS VEGAS - O CONDADO DE CLARK - 03: Spring Valley & Mojave Leste

Mensagem por Winterfell em Qui Fev 09, 2017 1:52 am

Percorrendo a “teia” disposta pelas paredes do escritório, observo o progresso nas investigações de minha Senhora. Ela já localizou três de suas bases. Observo atentamente o laboratório em Crescent Vallery, ciente que Miesha deve ter sido cativa neste complexo. Você estava ali... Sinceramente não creio que o tempo ira curar o que estou sentindo. A auto aversão não me é comum. Nem concebi um dia sentir tanta insatisfação comigo mesmo ... Pare de ser idiota, pensar dessa forma não é produtivo. Tinha de “olhar pra frente” e tentar ao menos compensar Miesha com um “serviço eficiente”, ainda que essa vingança fosse tão pessoal pra mim quanto era pra ela.

Por mais que esteja magoado com o sadismo na face de Miesha, não me sinto capaz de odiá-la... Que patético... esses sentimentos fracos de amor, também elevam minha auto aversão. Como um unificador, deveria usar as emoções dos outros e não permitir que usem as minhas... mas ela tinha essa influência natural sobre mim... Não é porque a amo, (é sim) vou ajuda-la porque esses barris tiraram-na de mim, e ninguém me tira nada. Acaba sendo “mais fácil” justificar meus sentimentos camuflando-os por trás de um “argumento logico”, por trás do meu “direito de posse” por assim dizer e negando que de fato sejam emoções e sentimentos genuínos. Além do mais, ela me matara se não compensa-la de alguma forma. Claro que todas essas justificativas para ajudá-la são “bem logicas” e fazem “sentido suficiente” pra que não continue me considerando um fraco por ajuda-la. (Como um Megalomaníaco e Unificador), tinha de parar com a “auto depreciação” de alguma forma e justificar essa minha “vontade de ajudar”. Com a “desculpa da lógica” saciava minha mente, à medida que negava meus sentimentos.

Afinal poder negar essa fragilidade também era uma necessidade.


No fundo ela só precisava pedir para conseguir praticamente qualquer coisa de mim ... mas deixe-me negar e fingir que na verdade não é assim.            

A parede, preste atenção na parede. forço meu foco novamente a análise de todos aqueles dados. Os laboratórios ficam no interior dos estados, próximos o suficiente de cidades maiores para uma movimentação menos complexa de seus funcionários, ainda que não próxima o suficiente para levantar suspeitas. As localizações também evitam as inter estaduais então viajantes não eram um problema. Esses putos parecem ter o habito de pensar em tudo, só pra dificultar a minha não-vida isso parece mais difícil a cada minuto. O que me deixa receoso, já que um deslize com esses putos já colocaria tudo a perder. Um passo em falso e eles podem me capturar, ou recapturar Miesha. E sei muito bem as implicações disso, mas também não sou nenhum covarde nem vou dar pra trás com minha Sire contando comigo. Só preciso ser perfeito e não cometer nenhuma falha, vou precisar agir com precisão cirúrgica com esses putos. Mas com o planejamento certo vai ser possível. Nossa vitória dependia em grande parte de nosso plano e preparação, e esse tipo de “batalha intelectual” sempre foi minha especialidade. A pergunta real é: Esse grupo está à altura do meu perfeccionismo? (Megalomaníaco) Não nego que sejam oponentes formidáveis, o que por si já é surpreendente quando lidamos com humanos. Não vou subestima-los (Inteligência 4) mas nos também não vamos perder.        

Miesha balançava a cabeça em negativa, uma clara expressão de desapontamento em seu rosto. – Infelizmente ainda não consegui nada de significativo nesse quesito, mas eu não tenho dúvidas que cada um delas se especialize em alguma peculiaridade em seu treinamento.

Diferente de minha Senhora não me mostro desapontado, na verdade o tanto de informação que ela tinha conseguido acumular em um mês era por si só deveras impressionante. Tendo passado a analisa-la melhor, também percebo que não me direciona nenhuma hostilidade. Interpretei errado aquele sadismo? isso é um grande alivio. Mas como posso ter cometido um erro tão grosseiro? Talvez fosse meu subconsciente me confundindo, no fundo acho que mereço o ódio de Miesha... posso ter acabado por ver o que esperava ver, ao invés do que estava lá... Minha perspectiva foi tendenciosa. São essas malditas emoções me deixando faliu. Mesmo não era o único travando essa inútil batalha interna, Miesha também parece de certa forma vulnerável. Parece obcecada demais pela White Oak, são sentimentos diferentes, sinto amor por ela e ela ódio por eles, mas cada qual com seus “problemas emocionais” teríamos de ser precisos e eficientes se quiséssemos vencer e a precisão é avessa a esses rompantes emocionais. Terei de me policiar para não permitir que essas emoções criem deficiências, brechas que a White Oak possa usar para chegar até nos. Pra começar precisaríamos de um plano muito bom.            

– Um contato meu, um nosferatu, me disse que quando um adolescente em seu estado rebelde tenta sair da organização, eles permitem sem problemas, desde que o adolescente concorde não falar para ninguém a respeito do que aprendeu lá dentro, e também que ele nunca mais poderia entrar em contato com ninguém que conheceu lá dentro. O adolescente recebe então um dinheiro e apartamento pequeno para ficar e se estabelecer. Porém, e há sempre um porém, quando esse adolescente se estabelece, e cria novos laços de amizade, encontra pessoas com quem pode contar, quando ele está mais feliz e acreditando que tinha uma vida normal, essas pessoas são atacadas por um vampiro, na frente desse adolescente, se ele sobreviver ao ataque, normalmente o adolescente retorna a organização com seu ódio por nossa raça re-aceso, caso ele sobreviva e não retorne, alguns meses depois ele sofre algum acidente que se revela fatal.


Digo constatando o obvio, com uma expressão pensativa. - Então eles simulam haver uma “alternativa”, mas na verdade essa alternativa não é uma “opção real”. Diferentemente de Miesha, que parecia um pouco desanimada isto não me abala em nada. - Claro que se houvessem “desertores reais” seria bem mais simples conseguir informações, contudo se a “deserção” só é permitida até a adolescência. O máximo que conseguiríamos são conhecimentos da base dessa pirâmide, a nível dos Buscadores. Sorrio sutilmente, aquele meu sorriso astuto e repleto de malicia. - O que você disse pode nos ser ainda mais útil. Começo a expor a ideia que tive. - Digamos que nos consigamos reunir provas suficientes para expor esse padrão e depois façamos essas provas chegarem a algum buscador. Como se fosse uma descoberta dele próprio. Sorrio um pouco mais e continuo expondo: - Uma informação como essa, rapidamente se espalharia entre buscadores e aprendizes. Os níveis mais básicos e numerosos da pirâmide. Aqueles que tiverem ideais faço aspas com as mãos - “mais nobres” vão se sentir traídos. Os indivíduos que tiverem voltado para a instituição odiando vampiros podem até realocar seu ódio para a instituição, afinal uma traição desse nível deve incitar um ódio venenoso. - Mas esses indivíduos seriam apenas um “bônus”, nosso real proposito é abalar a confiança dos níveis inferiores nos superiores, gerando instabilidade. Finalizo o raciocínio. - Esse grupo é muito organizado e coeso, esta informação me parece uma ótima forma de quebrar essa coesão, uma maneira de ferir a instituição por dentro e feridas internas são as mais difíceis de curar. Claro que isso não seria simples. - Sei que conseguir essas informações e controlar corretamente o momento de usa-las não vai ser nada simples. Mas creio que valha a pena investir nessa abordagem. Pergunto por fim a opinião de Miesha. - O que você acha? Interessado em aferir se minha Sire consideraria a ideia viável.

– Porém eu tenho uma boa noticia, esse mesmo contato meu, também me conseguiu o endereço de uma casa onde Rufus costuma ir para espairecer, onde ele gosta de fingir ser um maldito humano normal. E é lá que vamos pega-lo. No entanto eu tenho certeza que não deve ser fácil chegar até lá, deve haver contra medidas e seguranças por toda parte. Infelizmente ainda não averguei essa parte da informação, eu vim procurar você primeiro, Marko.


- E por isto lhe agradeço Miesha. Afinal não poderia deixar de agradecer por “tela de volta”. - No entanto tenho de perguntar; Começo pelo básico. - Este seu contato Nosferatu é confiável? Não tenho o intuito de ser paranoico, contudo, a White Oak parece ter meios de manipular alguns cainitas para “corrigirem” seus desertores. Além disso certamente já estão lhe procurando. Digo uma suspeita que também devia ser considerada. - Ao invés de tentar localiza-la o que por sua natureza mutável (Tzimisce) é bem complicado. Já que basicamente podemos assumir qualquer forma. - Eles podem estar tentando atrai-la.  

(Se ela disser que o Nosferatu é confiável, vou perguntar o exposto a seguir): - A duas situações importantes a se considerar quanto a esse Rufus. Primeiro quer sejamos bem sucedidos em captura-lo ou não. Sua fuga recente minha Senhora, somada ao ataque que faremos a ele um de seus torturadores - evidenciara que isto é uma represaria sua. Afinal qualquer “criança” conseguiria chegar a essa conclusão. - Portanto além de intensificarem os esforços em seu rastreamento, os outros três alvos estarão nos esperando e serão mais difíceis de se obter no futuro. Não poderíamos desperdiçar essa oportunidade, om acabaríamos com todos estes ônus, sem os devidos benefícios.  

- Segundo, mas não menos importante. Caso consigamos sequestra-lo teremos informações ao nível dos cientistas muito além das que um “adolescente buscador” poderia nos dar e muito mais importantes. - Claro que os preparativos de praxe como cativeiro, medidas contra suicídio, fuga e comunicação terão de ser tomadas. Tomadas com excessivo rigor. Nos precisaríamos nos preparar muito bem antes de agir de fato. - Mas se ele for muito claramente sequestrado boa parte das informações que obtivermos, pode perder a validade ou ser substituída. Como senhas e códigos de acesso ... - Sei que teremos de nos preparar muito antes de agir de fato e que ainda nos falta muita pesquisa dessa “cabana” antes da “ação” se tornar viável. Mas creio que também seria interessante preparar um corpo substituto para Rufus. Assim quando lhe sequestrarmos podemos deixar esse corpo modificado para trás e simular que você se descontrolou e acabou apenas o matando. Claro que o verdadeiro Rufus estaria conosco, mas nos seria melhor que eles creiam que ele está morto. Assim nos aproveitaríamos da sapiência deles quanto ao envolvimento de Miesha, para engana-los.
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Re: LAS VEGAS - O CONDADO DE CLARK - 03: Spring Valley & Mojave Leste

Mensagem por Lord_Suiciniv em Sab Fev 11, 2017 12:38 pm

Brian J. Fischer
Humano
FdV 05/06

- Dia 7
0500
Vitalidade:
Escoriado......................[C]
Machucado................-1[L]
Ferido........................-1[L]
Ferido Gravemente....-2[ ]
Espancado.................-2[ ]
Aleijado.....................-5[ ]
Incapacitado..................[ ]

rolagem de dados:
Sem rolagem hoje


Otto fechava sua expressão, ao ser questionado a respeito de Teller, ele não parecia muito satisfeito com aquela situação, nem um pouco. – Porra nenhuma, estávamos fodidos Brian, a policia atrás da gente, a van tava com 2 rodas a menos, o que deixava tudo muito instável. O Francisco morreu na perseguição. Eu achei que iria morrer também. – Sua expressão era irritadiça. – Eu já tinha perdido as esperanças quando a policia simplesmente desistiu de me perseguir. E veja bem, não é que eu tinha despistado eles, não tinha como com a condição da van. Eles simplesmente deixaram para lá. – Agora ele falava entre os dentes.

– Cheguei horas depois no ponto marcado pra fazer a entrega e o viado do Teller nem pra receber pessoalmente, mandou um ruivinho idiota da wall street para pegar a caixa. Bom pelo menos o engravatado trouxe o pagamento como havia sido combinado... Nenhuma compensação pelos que morreram no serviço. - Otto cerrava o punho tamanha era a sua raiva.

--

– Que isso brian, adoramos ver a sua bundinha sexy assim de fora. – Horace dizia em um tom de deboche, que era seguido por uma gargalhada coletiva de todos os presentes.

Um dos homens que estava armado então vai até o canto do esconderijo e pega uma muda de roupa, nada muito chique, um jeans e uma camiseta promocional de um evento qualquer de publicidade, o nome do homem era Alex. – Foi o que deu pra arranjar chefe, não é como se pudéssemos ter passado numa loja e arrumado. Veja se cabe. – As roupas ficavam um pouco justas, mas nada que incomodasse demais, ou fosse atrapalhar.
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Re: LAS VEGAS - O CONDADO DE CLARK - 03: Spring Valley & Mojave Leste

Mensagem por Lord_Suiciniv em Sab Fev 11, 2017 2:03 pm

Rian
PV 13/15
FdV 06/07
- Dia 3
2225
Vitalidade:
Escoriado......................[ ]
Machucado................-1[ ]
Ferido........................-1[ ]
Ferido Gravemente....-2[ ]
Espancado.................-2[ ]
Aleijado.....................-5[ ]
Incapacitado..................[ ]

Rian começava a perceber um certo desejo de morte na bela professora de física que o convidava para entrar em sua residência. Aparentemente ela não tinha nenhum apreço com a própria segurança e talvez até mesmo precisasse de ajuda medica.

Ela balançava a cabeça, aceitando as condolências do vampiro, era um movimento automático, de alguém que parecia já estar acostumada a ser tratada daquele jeito após contar a trágica história de sua vida. – Obrigada, sinto muito pela sua familia também.

Michelle guiava o vampiro para dentro de sua casa, que no momento em que atravessava a porta da residência, com os seus sentidos aguçados, começava a sentir-se mais leve, como se um peso que o vampiro não houvesse se dado conta que estava la, durante toda a sua vida fosse retirado de suas costas. Rian sentia quase como se pudesse flutuar.

A súbita mudança no ambiente fazia com que o vampiro se desequilibrasse por um segundo, sem chegar a cair, apenas uma balançada. – Você está bem? Desculpe, deveria ter avisado do batente. – Ela dava um sorriso de leve, sem jeito, ao que parece Rian era o único a sentir aquilo.

Michelle então guiava o vampiro até a sala de estar, onde indicava um sofá para que ele se sentasse e se sentisse a vontade. Ela então se sentava em um outro lugar, uma poltrona ao lado do sofá onde o carateca estava sentado. – Tem certeza que não quer nada?
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Re: LAS VEGAS - O CONDADO DE CLARK - 03: Spring Valley & Mojave Leste

Mensagem por @nonimous em Sab Fev 11, 2017 5:10 pm

O vampiro se olhou no espelho do banheiro, cabelos bem presos, usando um terno escuro com gravata e lenço vermelho escuro, usou um pouco de maquiagem para disfarçar a palidez e economizar sua vitae, assim não precisaria flexionar sua vitae através de seu corpo morto vivo para transitar sem assustar mortais.
Havia se hospedado no Cesar 's Pallace, pagou em dinheiro, guardou os recibos, fazendo uma nota mental de entregar na próxima Capela para receber o reembolso, o que em alguns casos causava um constrangimento, mas essa era a natureza da coisa toda.  Estava a trabalho do clã, e se tivesse que arcar com todos os custos isso o levaria a falência em pouco tempo, e falando em tempo, após um século servindo o clã descobriu alguns atalhos para servir e ser servido pela grande estrutura da pirâmide.
Era um servo leal, dedicado e atuando como um espião entre as fileiras, prospectando traidores e ofensores do clã Tremere, especialmente alguns praticantes ilegais ou alguém que possa realmente casar algum dano na monolítica estrutura piramidal.
Responde ao Pontífice Powell e esse a seu turno relata a Conselheira Merlinda em Dalas, que por sua vez toma decisões em âmbito global, junto ao Conselho dos Sete, reunidos na Capela de Ceoris em Viena.
Vegas era um nicho de potenciais problemas, esteve presente nos eventos que culminaram na queda do príncipe e de uma conspiração Giovanni, então voltou, antes relatou enviando uma mensagem através de um telefone via satélite para seu Senhorio( o prontifice), após se instalar adequadamente, aguardar a recomposição de seus rituais ele parte, em direção a noite, para investigar alguns pontos.
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Re: LAS VEGAS - O CONDADO DE CLARK - 03: Spring Valley & Mojave Leste

Mensagem por Lord_Suiciniv em Sab Fev 11, 2017 7:14 pm

Marko Cerveni Obertus
PV 08/12
FdV 05/07
Localização: Sonoma Pointee Apartments
- Dia 2
0244
Vitalidade:
Escoriado......................[L]
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rolagem de dados:
Sem rolagens hoje


Marko ainda lutava consigo mesmo, a respeito de seus sentimentos negativos voltados para si mesmo, ele não estava acostumado a sentir qualquer coisa, e de repente estava sentindo tudo aquilo, era uma experiência completamente nova para o Tzimisce.  Seus sentimentos ainda conflituavam entre amar e odiar Miesha, coisa que o vampiro tentava negar com todas as sua forças, como se tentasse se convencer.

A realidade do inimigo que estavam enfrentando agora pegava Marko cada vez mais, quanto mais o vampiro descobria a respeito do seu inimigo, mas organizados e mais assustadores eles começavam a parecer, não seria uma tarefa fácil definitivamente.

Quando o pupilo começa a falar a respeito de um jeito de usar aquela informação em beneficio deles, Miesha volta seu rosto para Marko, agora mais iluminado, como se ouvir aquela nova perspectiva mudasse tudo. – Sabia que você não iria me decepcionar Marko, é uma excelente ideia. – Ela levava a mão ao queixo, em uma expressão pensativa e voltava sua atenção a parede. – Para entregarmos a informação a um buscador, precisamos fazer isso sem levantar suspeitas, de forma sutil, ao mesmo tempo que seria mais efetivo entregar para um que tenha sido vitima desse processo. – Ela tirava a mão do queixo e começava a caminhar paralelo a parede, sem tirar a sua atenção da mesma. – Porem conseguir provas será algo complicado, precisaríamos conseguir chegar perto dos aprendizes e dos cientistas. Eu não acho que todos os aprendizes saibam dessa verdade, provavelmente apenas os mais cotados a serem cientistas, mas quem já chegou a esse ponto certamente deve saber. Ao meu ver, ainda é possível reunir as provas de fora da organização, apenas observando, mas isso seria igualmente tão complicado e perigoso quanto nos aproximarmos de quem tem essa informação. – Ela falava em um tom pensativo, alto o suficiente para que marko escutasse e pudesse dar palpites, mas era como se ela estivesse pensando consigo mesmo.

– Confiança... – Ela abria um meio sorriso, como se aquela palavra fosse engraçada de algum modo. – Pensei que tivesse te ensinado melhor. Confiança neste mundo não existe fora do bando Marko, todo mundo é capaz de trair quem quer que seja pelo preço certo, puxando as cordas corretas. – Ela balançava levemente a cabeça em uma negativa. – Eu não confio no Nosferatu, tomo muito cuidado para que ele não saiba quem sou, porém, por outro lado, eu sei muito a respeito dele. E não vejo oportunidade de ganho para ele, ao me dar informações falsas. Ele próprio tem contas a acertar com a White Oak, embora não como as minhas, mas a única coisa que ele pode fazer é juntar informações e fornecer para aqueles que realmente podem fazer alguma coisa. A minha confiança nele vai até ai. – Ela então voltava a olhar para Marko, em seus olhos. – Eu apenas confio tudo isso a você, Marko. Por que você é meu filho, meu sangue, o único sobrevivente do meu bando. Eu te conheço a minha vida todo e posso ver em seus olhos o que você sente por mim. – Ela então toca o rosto do vampiro com uma expressão maternal e bondosa, mas que rapidamente é desfeita, para um olhar penetrante, o olhar remete as lembranças de Marko, a sua senhora sempre o olhava assim antes de dar-lhe um aviso importante, ou uma lição a ser lembrada. – Porem, se você pensar em me trair, e deixar transparecer essa ideia, por mais que eu te ame, Marko, eu não vou hesitar em ceifar a sua vida. Assim como eu não espero qualquer diferente vindo de você. Entendeu? – após estas palavras ela tirava a mão do rosto de Marko e sua expressão se suavizava.

Marko escreveu: A duas situações importantes a se considerar quanto a esse Rufus. Primeiro quer sejamos bem sucedidos em captura-lo ou não. Sua fuga recente minha Senhora, somada ao ataque que faremos a ele um de seus torturadores - evidenciara que isto é uma represaria sua. Afinal qualquer “criança” conseguiria chegar a essa conclusão. - Portanto além de intensificarem os esforços em seu rastreamento, os outros três alvos estarão nos esperando e serão mais difíceis de se obter no futuro. Não poderíamos desperdiçar essa oportunidade, om acabaríamos com todos estes ônus, sem os devidos benefícios.

Ela balançava a cabeça positivamente. – Exatamente, precisamos pensar em um plano que minimize todos esses ônus. Ao mesmo tempo que maximize nossas chances de pega-lo, não será uma tarefa fácil.

Após ouvir a segunda parte das ideias de Marko, Miesha ia até um armário que havia naquela sala e tirava de dentro uma pasta bege sem identificação e entregava para o seu pupilo. – Pensei exatamente nisso já, e já tenho o candidato perfeito.

Dentro da pasta estava algumas fotos de um homem com a estrutura corporal parecida com a de rufus, bem como o seu endereço, nome, telefone, local de trabalho, e um resumo de sua rotina durante a semana. – Eu sei que nosso dom inato permitiria utilizar qualquer pessoa para substituir o corpo, mas como eu já lhe ensinei, é mais fácil fazer isso quando a tela já compartilha semelhanças com o resultado final, economiza nosso tempo e o nosso esforço.
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Re: LAS VEGAS - O CONDADO DE CLARK - 03: Spring Valley & Mojave Leste

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