Oksana Pavlova - Toreadora - Camarilla

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Oksana Pavlova - Toreadora - Camarilla

Mensagem por Gam em Dom Nov 15, 2015 8:57 pm

1. Dados
Nome: Arikel
Personagem: Oksana Pavlova
Clã: Toreador
Natureza: Criança
Comportamento: Celebrante
Geração: 13a
Refúgio: Casa em condomínio fechado
Conceito: Garota de Programa

Saldo de XP: 0/0


2. Atributos

Físicos (3)
- Força: 1
- Destreza: 1+2=3
- Vigor: 1+1=2

Sociais (7)
- Carisma: 1+3=4 (companhia agradável)
- Manipulação: 1+1=2
- Aparência: 1+3=4 (beleza física)

Mentais (5)
- Percepção: 1+2=3
- Inteligência: 1+2=3
- Raciocínio: 1+1=2


3. Habilidades
Talentos (9)
- Prontidão:
- Esportes: 1pb=1
- Briga:
- Esquiva: 2
- Empatia: 3
- Expressão: 2
- Intimidação:
- Liderança:
- Manha: 1
- Lábia: 1

Perícias (13)
- Empatia c/ Animais: 1
- Ofícios:
- Condução: 1
- Etiqueta: 3
- Armas de Fogo:
- Armas Brancas: 1pb=1
- Performance: 3+2pb=5 (bailarina clássica + acrobata de circo)
- Segurança: 2
- Furtividade: 2
- Sobrevivência: 1

Conhecimentos (5)
- Acadêmicos: 1+1pb=2
- Computador: 1
- Finanças:
- Investigação:
- Direito:
- Lingüística: 1 (ucraniano vern. + inglês)
- Medicina:
- Ocultismo: 1
- Política: 1+1pb=2
- Ciências:


4. Vantagens
Antecedentes
Recursos: 3
Rebanho: 2

Disciplinas
Presença: 3

5. Virtudes
Virtudes
- Consciência: 1+3=4
- Autocontrole: 1+3=4
- Coragem: 1+1=2
Humanidade: 8
Força de Vontade: 2+5pb=7

6. Qualidades
Rubor de saúde (2), toque de cura (1) e digestão eficiente (3)

7. Defeitos
Fobia (2 - baratas), exclusão de presa (1 - pessoas sujas ou com vícios exagerados) e dormindo com o inimigo (3)

8. Prelúdio
Oksana Pavlova nasceu em Odessa, sul da Ucrânia, em 03/04/1936, e logo que nasceu, seus pais a deixaram com uma dona de um circo, chamada Irina, para que esta a criasse. Disseram à senhora Irina que o casal fazia parte de um grupo de criminosos, mas, na URSS da primeira metade do século XX, o conceito de “crime” era muito amplo. Houve quem dissesse que eram espiões da resistência pró-independência.
A criança cresceu no circo e aprendeu muitas coisas com a senhora Irina,  dentre elas: balé clássico, a arte do trapézio, das cordas de seda e algumas outras acrobacias. Madame Irina sempre fora muito exigente quanto à disciplina e à aplicação de sua pupila tanto na sua educação circense quanto no balé. Mas a menina trabalhou duro também, ajudando a todos nas tarefas mais árduas, conjuntamente com a trupe.
Aos dez anos, ela e a família mudaram-se para a Dublin, na Irlanda. Lá, muitos conflitos marcaram o aprendizado da criança. Aprendeu a língua (inglês), mas viu o circo decair, depredado pelos filhos legítimos de madame Irina. Esta, já velha e debilitada, acaba desencarnando em 1948. Para Oksana, foi um baque sem tamanho e, sem a proteção da mentora, começou a sofrer o desdém do resto da família. E ainda foi explorada no novo negócio da casa – o jogo ilegal – até seus 17 anos, quando decidiu ir embora. Ela se mudou para Belfast, na Irlanda do Norte, juntamente com uma amiga do circo. Lá, Oksana se tornou prostituta em casas especializadas, e conseguiu se equilibrar na vida e até mesmo estudar. Maducha, sua amiga, seguiu outro rumo, e se juntou a um grupo de andarilhos marginalizados.
Oksana sempre foi linda, desde criança, e desperta a ternura de quem a vê. Não se trata de beleza física pura e simples. Ela sempre atraiu os olhares e a confiança imediata de homens e mulheres, velhos e crianças, animais e o que mais se encontre no mundo. E isso ajudou muito a jovem em seu novo trabalho: ao invés de procurar clientes nos portos, na rua, ou em locais depreciados, ela conquistou a confiança da elite local, e seus próprios clientes ricos a indicavam a seus pares. Oksana chegou a trabalhar para várias agenciadoras, e guardou bastente dinheiro, mas conforme o tempo ia passando, ela aprendeu a se virar e a conseguir sua clientela sozinha, mas com a mesma qualidade.
Um dia, aos 35 anos de idade (1971), ela foi abraçada por vampiro especial. Seu nome é Siegfried. Dizem que ele fora soldado alemão da Wehrmacht, e que lutou no leste europeu durante os últimos dias do Reich. Siegfried a conheceu durante uma de suas viagens à Europa (ele é alemão e vive no Brasil). Como o vampiro tem problemas de convivência com outros vampiros, ele geralmente prefere a solidão. Mas, de tempos em tempos, ele se entrega à sua necessidade de companhia. Oksana foi uma de suas escolhas nesses momentos de extrema solidão. Ele a abraçou e a ensinou as regras mais básicas, e algumas coisinhas mais (como se defender da maneira que puder: com facas, abajures, saltos de sapato, etc.). Oksana o amou desde o início, pois ele tem o contraponto dela: ela ama cuidar, e ele ama ser cuidado. Porém, na época, Siegfried foi considerado (pelo príncipe local) novo demais para abraçar (apesar de ser ele de 12a geração). Esse fato correu a Camarilla local, mas senhor e cria acabaram sendo perdoados pelo príncipe e pela primigênie local (em troca de algum favor, logicamente).
O Abraço foi algo novo para Oksana. Ao mesmo tempo que ela adorou receber a imortalidade ao lado de seu Siegfried, sua culpa e seu medo de fazer mal aos outros humanos a fizeram tomar muitos cuidados quanto a se alimentar. Oksana se alimenta quase sempre de seus clientes, durante os programas. Ela também é muito seletiva: evita bêbados, drogados, pessoas cujos vícios sejam marcantes (cheiro, aspecto), e procura sempre manter em suas relações fontes seguras e saudáveis. E, não bastasse essa seletividade toda, a vampira ainda faz um esforço tremendo para não perder sua humanidade, para ser boa e merecedora de amor e amizade: Oksana luta para jamais se alimentar além do necessário, mesmo que isso signifique ter que beber de mais de uma fonta por noite. Dizem os outros vampiros que, talvez por ela ter porte pequeno (1,65m), Oksana consome menos vitae do que os demais membros. Mas isso é só falatório.
A beleza de Oksana é algo místico. Dizem uns que ela tem o fulgor de um anjo, a candura de uma fada e a doçura de uma santa. Isso, logicamente, falando-se em aparência e carisma. Pois apesar de ser extremamente amorosa, empática, preocupada com os que lhe são próximos, ela também é humana – e vampira. Isso se torna um problema mesmo quando se trata de outra questão: a amiga mais querida de Oksana (e a única em quem ela confia), Maducha, que fugiu com ela de Dublin para Belfast, é uma metamorfa. Mas o que é isso? O que significaria isso? Elas descobrem, muito desgostosamente, que pertencem a grupos tão distintos – e que são inimigos ferrenhos. Mesmo assim, Oksana não deseja, de forma alguma, perder a amizade e o contato com Maducha. Isso seria pagar caro demais. E a vampira não lida muito bem com perdas, sentindo-se abandonada sempre que alguém que ela ama vai embora, rompe relações ou desencarna. Oksana transfere essa carência afetiva para seus “protegidos”, pois intenta cuidar e zelar de outros justamente pela necessidade que sempre sentiu de ser cuidada.

_________________
... só pode ser os nóia!
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