Alex Young/Alexander Romanov - Ravnos/Ventrue - Camarilla

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Alex Young/Alexander Romanov - Ravnos/Ventrue - Camarilla

Mensagem por Undead Freak em Qui Nov 13, 2014 2:08 pm

1. Dados

Nome: Albert
Personagem: Alex Young / Alexander Romanov
Clã: Ravnos (Mentiras)
Natureza: Caçador de Emoções
Comportamento: Malandro
Geração: 8ª
Refúgio: Duplex no Centro
Conceito: Brigadier Bratva



2. Atributos

Físicos (4)
- Força: 1+1=2
- Destreza: 1+2=3
- Vigor: 1+1=2

Sociais (9)
- Carisma: 1+3=4 [Eloquente]
- Manipulação: 1+4=5 [Convincente, "Meu Deus, como eu sou malandro"]
- Aparência: 1+2=3

Mentais (6)
- Percepção: 1+2=3
- Inteligência: 1+2=3
- Raciocínio: 1+3=3



3. Habilidades

Talentos (16)
- Prontidão: 2
- Esportes:
- Briga:
- Esquiva:
- Empatia: 2
- Expressão:
- Intimidação: 3
- Liderança: 1+1XP=2
- Manha: 4 [Crime Organizado]
- Lábia: 4 [Mentiras Impecáveis]

Perícias (11)
- Empatia c/ Animais:
- Ofícios:
- Condução: 1
- Etiqueta: 1
- Armas de Fogo: 3
- Armas Brancas: 1
- Performance: 2
- Segurança: 1
- Furtividade: 1
- Sobrevivência: 1

Conhecimentos (7)
- Acadêmicos: 1
- Computador: 1
- Finanças: 1
- Investigação: 1
- Direito: 1
- Linguística: 1 [Inglês nativo, Russo]
- Medicina:
- Ocultismo: 1
- Política:
- Ciências:



4. Vantagens

Antecedentes (8)
- Recursos: 5
- Geração: 5 (-2PB)
- Mentor: 3 (-3PB) [Mikhas, vide prelúdio]
- Identidade Alternativa: 3 (-3PB) [Alexander Romanov, Ventrue membro da Máfia Russa]
- Influência: 1 [Crime Organizado]
- Força Militar: 1 (-1PB) [Ao invés de 15 capangas inúteis, são 5 especialistas com treinamento militar.]


Disciplinas (6)
- Animalismo: -
- Fortitude: 2
- Quimerismo: 4


Virtudes (7)
- Consciência: 1
- Autocontrole: 1+4=5
- Coragem: 1+3=4



5. Demais Informações

Humanidade: 6

Força de Vontade: 4+3=7 (-3PB)


Qualidades
- Rubor de Saúde (-2PB)
- Voz Encantadora (-2PB)
- Aura Enganosa (-1PB)
- Ingerir Comida (-1PB)

Defeitos
- Exclusão de Presa (+1PB) [Pessoas Feias]
- Segredo Sombrio (+1PB) [Não ser de fato um Ventrue e sim um Ravnos]
- Marca do Amaldiçoado (+2PB)

Inventário:
- Magnum Desert Eagle (Dano 7; CdT 1; Pente 7; Ocultabilidade J; Alcance 25)
- Roupa Reforçada (Nível de Armadura 1; Penalidade 0)
- Carteira
- Maço de Lucky Strike
- Isqueiro Zippo
- Celular de última geração
- Veículo: Audi R8 Preto



6. Prelúdio
Você sabe que seu filho vai ser problemático quando aos 11 anos de idade ele é pego vendendo cigarro para outros alunos na escola. Erro este que só cometi uma única vez, que fique bem claro. O erro é ter sido pego, caso não tenha notado, afinal meu reinado como vendedor de cigarro e bebida se estendeu até minha formatura na escola. Minha mentalidade criminosa despertou muito cedo, na verdade eu só chamo de mentalidade criminosa porque a maioria das pessoas não admitem que na verdade é o normal a ser feito. Em um mundo cheio de politicagem e regras cada vez piores, se torna impossível seguir o sistema. Eu tive algumas opções pra conseguir o meu sustento legalmente e de acordo com o sistema, mas o sistema não se importa com suas habilidades, ele se importa apenas com o seu suor e sua puxação de saco. E essa são duas coisas que não tenho em mim. Graças a sei lá o que, não puxei em nada meus pais, membros fieis do sistema. Obviamente eu entrei no crime muito cedo, e comecei a gostar mais cedo ainda.

Tudo começou com a simples ideia de vender cigarro na escola, e por um bom tempo foi isso que fiz. Mas o ser humano nunca está contente, ele sempre quer mais. E foi nesse querer mais que eu comecei a adentrar o mundo do crime. Me pediam uma droga, uma bebida, raramente uma arma, e eu nunca dizia não.

O começo do século XX era perfeito. O crime organizado crescia exponencialmente, e pra uma mente criminosa igual a minha, nada era melhor. Eu já tinha alguns contatos desde cedo, mas só com peixes pequenos, nada comparado à uma gangue ou família da máfia. Porém não demorei muito até começar a me envolver cada vez mais com esse tipo de gente. A adrenalina era maior, o risco era maior, e as recompensas eram maiores. Pouco tempo depois eu comecei a pegar encomendas de um membro da família Sacchetti Romas. Comecei com coisas simples, mas a demanda sempre aumenta e os clientes ficam cada vez mais ousados e começam a te pedir por coisas mais caras e perigosas de se arrumar. Mas como sempre isso nunca me impediu.

Rick, o membro da família com o qual eu tinha contato, começou a prestar atenção nos meus métodos e após meses de diversos pedidos, dos mais simples até o mais complexos, me convidou a fazer parte da família e trabalhar diretamente pra eles. Eu obviamente não pensei duas vezes antes de aceitar o convite, e após algumas conversas e pequenos serviços, fui oficialmente aceito pela família. Fui apresentado ao Sr. Sacchetti Romas, um verdadeiro mestre do crime organizado daquela época, não existia sequer uma pessoa no meio do crime que não soubesse ao menos o seu nome.

Cara eles tinham de tudo por lá, desde falsificadores de documentos até contatos com traficantes de armas e drogas. A polícia estava completamente no bolso da família, obviamente eram os clientes mais fieis. Meu trabalho era simples, fazer a intermediação entre a familia e os clientes, porém não é pra qualquer um. A meta é que todos saiam satisfeitos, mas isso nem sempre acontece, principalmente com clientes novos e que querem dar uma de espertinhos. Então eu sempre levava alguns capangas brutamontes comigo, afinal na hora da briga, eu com certeza não vou agregar muito.

O tempo foi passando e eu fui ganhando confiança e respeito dentro da família, após um ano de atividade eu estava até mesmo realizando contato com os “fornecedores”, o que é incrível, afinal os fornecedores de drogas e armas normalmente só gostam de se encontrar com um cara específico da família, algum contato dos tempos de exercito e coisas do tipo. O fato é que, eu simplesmente virei esse contato dentro da família, por algum motivo esses caras confiavam em mim rapidamente. Meu carisma e afeto com o mundo do crime com certeza teve parte nisso.

Minha vida estava do jeito que eu queria, influencia nas ruas, respeito na família, contatos e mais contatos, dinheiro não era o problema, e muito menos mulheres. Mas eu ouvia um rumor de que aqueles que realmente mereciam, recebiam uma recompensa diretamente do Sr. Sacchetti Romas. E meu dia não demorou a chegar. Fui convocado pelo Sr. Romas e após uma breve explicação, afinal eu não entendi nada na hora, o que era perfeitamente aceitável, fui abraçado. Cara, os primeiros dias são uma loucura e um verdadeiro aprendizado. Mas rapidamente me acostumei a aprendi a dar o devido valor para a “recompensa”, além de ser abraçado, uma bela quantia em dinheiro fazia parte do processo. Me explicaram o básico de como funcionam os clãs e as seitas, e isso foi o suficiente, visto que a gente estava em nosso próprio mundo, não nos envolvíamos com toda essa “guerra” entre seitas. O fato é que pra mim não mudou muita coisa, na verdade ficou tudo mais fácil. Minha vida já funcionava basicamente só a noite, então não tive problemas com isso.

Poucos anos se passaram e tudo estava normal, até o Sr. Romas resolveu acabar com uma velha rixa que tinha com um tal de Al Shortle. Ele forjou uma traição de sua mulher com ele. A história completa suspeito que só uma pessoa saiba, um tal de Axton, que era braço direito do Sr. Romas. Eu tenho lá minhas teorias, mas o que todos sabem é o que o tal Al Shortle apareceu todo picotado no quarto, a mulher do Sr. Romas ficou maluca e em um golpe de sorte empalou ele e arrancou sua cabeça sabe-se lá porque. O que me incomoda até hoje é que o tal braço direito sumiu e a família ficou sem ninguém no comando.

A família não reagiu muito bem a morte do Sacchetti Romas e pouco a pouco foi dispersada. Nessa bagunça toda eu acabei saindo no lucro, afinal eu possuía todos os contatos importantes da família. Eu poderia ter assumido a família, mas isso não é pra mim, já é trabalho o suficiente cuidar de mim mesmo, imagina de uma família mafiosa inteira. Não. O que eu fiz na verdade foi conseguir novos clientes para todos esses contatos. Digamos que me tornei uma ponte entre as máfias e os fornecedores de armas, drogas e tudo mais. Fiz questão de permanecer neutro, afinal se você escolhe um lado, você perde a confiança do outro e no lugar ganha o ódio dela, o que quase sempre não é nada bom.

Se manter neutro no mundo humano é uma tarefa ardilosa, mas não impossível, quando se é um cainita fica consideravelmente mais fácil. Porém em determinado momento, vi a necessidade de uma segunda identidade no mundo das trevas, afinal os Ravnos não são bem vistos e dificilmente recebem o benefício da dúvida. Pra isso tive que abrir mão da minha "neutralidade" no mundo do crime. Sergei Mikhailov, um Ventrue da Mafia Russa era um dos meus contatos mais confiáveis, então vi nele a oportunidade de criar uma nova identidade. Ele iria passar uns anos na sua cidade natal, Moscow, então parti para a Russia junto com ele. Após viver alguns anos discretamente consegui uma identidade verdadeira, Alexander Romanov é como me chamaria a partir daquele momento até os dias de hoje.

Com a ajuda de Mikhas, como seus amigos o chamavam, não foi difícil me envolver na Camarilla local. O plano nunca foi permanecer por muito tempo na Russia, mas confesso que para uma mente criminosa não existe lugar melhor. Com o passar do tempo fui crescendo na máfia, o que para um americano é algo raríssimo. Mikhas acabou se tornando meu Mentor e começamos a representar a máfia juntos. Algum tempo depois, por volta do ano de 1985, Mikhas e outro peixe grande da máfia, formaram o que hoje é o maior e mais poderoso sindicato da máfia russa, a Solntsevskaya Bratva.

Em meados de julho de 1999 ocorreu a Semana dos Pesadelos. Após muitas mortes,  Zapathasura acordou em fúria no meio da guerra e lançou uma maldição em todos seus filhos. A mera presença de outro Ravnos causava o frenesi e uma fome insaciável de consumir outros irmãos. Apesar de não ter entrado em contato com nenhum outro Ravnos, minhas ilusões saíram do controle, por mais iniciante que fosse se comparado a um ancião, as ilusões eram dignas de um. Mikhas teve grande impacto na minha sobrevivência, após feri-lo gravemente, ele finalmente conseguiu me empalar e enterrou meu corpo a cerca de 5 metros de profundidade. Alguns dias depois ele me desenterrou e por sorte Zapathasura já havia encontrado a morte final e a maldição já não tomava mais conta de mim. Mikhas ficou extremamente curioso sobre o ocorrido, e juntos fomos atrás de respostas. Por mais que ele fosse um fiel membro da camarilla, ele sempre manteve contato com diversos membros independentes, na grande maioria Ravnos e Assamitas. Com algum esforço conseguimos descobrir exatamente o que aconteceu, pouquíssimos Ravnos sobreviveram a terrível Semana dos Pesadelos.

Poucos anos depois, voltamos para os Estados Unidos, o destino obviamente Nova Iorque. Minha identidade Ventrue estava com raízes tão profundas que provavelmente a única pessoa que pode me desmascarar era o próprio Mikhas. Rapidamente nos instalamos na Camarilla local e após algum tempo Mikhas virou o Primogênito Ventrue da cidade. Fornecemos praticamente tudo para a Camarilla, desde armas até rebanho quando necessário. Eu trabalho como braço direito de Mikhas, realizando "negócios" com os fornecedores e compradores, coletando propinas, mentindo, enfim, o que for necessário.
Segue um texto da estrutura Bratva referente a posição Brigadier que justifica o uso de Força Militar (em ingês)
Spoiler:
Brigadier – or Avtoritet ("Authority"), is like a captain in charge of a small group of men, similar to Caporegime in Italian-American Mafia crime families and Sicilian Mafia clans. He gives out jobs to Boeviks ("warriors") and pays tribute to Pakhan. He runs a crew which is called a Brigade (Bratva). A Brigade is made up of 5–6 Boyeviks and Shestyorkas. There are four Brigadiers running criminal activity in the Russian Bratva.



7. Banco de Dados

Experiência (77/77)
GASTOS:
- Ficha Ancilla = 75
- Liderança 1 -> 2 = 2


Saldo de XP:

Ganho de XP
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