George Thorne - Assamita - Independente

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George Thorne - Assamita - Independente

Mensagem por Architect em Qui Maio 08, 2014 1:19 pm

1. Dados

Nome: Krauzer Heinz
Personagem: George Thorne
Clã: Assamita
Natureza: Juiz
Comportamento: Filantropo
Geração: 9
Refúgio: Varia, atualmente um apartamento alugado
Conceito: Soldado (Agente especial)
Saldo de XP: 17/17
________________________________________

2. Atributos

Físicos
- Força: 1+1 (2)
- Destreza: 1+2 (3)
- Vigor: 1+2 (3)

Sociais
- Carisma: 1+1 (2)
- Manipulação: 1+1 (2)
- Aparência: 1+1 (2)

Mentais
- Percepção: 1+2 (3)
- Inteligência: 1+2 (3)
- Raciocínio: 1+3 (4) {Especialização: mudança de estratégia}
________________________________________

3. Habilidades

Talentos
- Prontidão: 3
- Esportes:2 (2XP)
- Briga: 2
- Esquiva: 3
- Empatia: 1
- Expressão:
- Intimidação: 1
- Liderança:
- Manha: 1
- Lábia: 1

Perícias
- Empatia c/ Animais:
- Ofícios:  
- Condução: 2
- Etiqueta: 1
- Armas de Fogo: 2
- Armas Brancas: 2
- Performance:
- Segurança: 2
- Furtividade: 2 (2PB) (2XP)
- Sobrevivência: 2 (2PB) (2XP)

Conhecimentos
- Acadêmicos: 1
- Computador: 1
- Finanças:
- Investigação: 3
- Direito: 1 (2PB)
- Linguística: 1 (Espanhol) (2PB)
- Medicina: 1 (3XP)
- Ocultismo: 2 (5XP)
- Política: 1 (3XP)
- Ciências:
________________________________________
4. Vantagens

Antecedentes
-Geração 4 (3PB)
-Recursos 1 (Baseada em seus contratos atuais)
-Mentor 3 (2PB) (Abdul Al Hazim, um ancião veterano da Teia dos Punhais, seu visual pode mudar drasticamente de acordo com a missão, sendo um especialista em infiltração e combate. Como a maioria dos Assamitas, possui pele, olhos e cabelos morenos, um porte físico avantajado, e diversas tatuagens em seu corpo (representando poderosos vampiros diablerizados por ele), Quando abraçou Thorne estava na Oitava geração, mas atualmente se encontra na Sétima. Além das disciplinas comuns do clã, conta com Potência, Metamorfose e Fortitude)

Disciplinas
Ofuscação 1
Rapidez 1
Quietus 1

Virtudes
- Consciência: 1+2 (3)
- Autocontrole: 1+2 (3)
- Coragem: 1+3 (4)
________________________________________

5. Virtudes

Humanidade: 6

Força de Vontade: 6 (2Pb)
________________________________________

Qualidades e Defeitos
-Exclusão da presa (Defeito – 1) Crianças
-Amaldiçoado (Defeito -1) (Uma maldição da teia dos punhais o impede de revelar qualquer segredo referente ao grupo)
-Ambidestro (Qualidade - 1)
-Concentraçao (Qualidade - 1)

Observações

Pontos de bônus 15 (2 Mentor, 2 Furtividade, 2 Sobrevivência, 2 Direito, 3 Geração, 2 FDV, 2 Linguistica)

Equipamento:

-Pistola Leve (Heckler & Koch, 9mm, Dano 4, CdT 4, Pente 15, Ocult J, Alcance 30)
-Faca de Combate (Dificuldade 6, Dano= Força +1, 1Kg, Ocult B)
-Taser (Dific 5, Dano 4, 1 Kg, Ocult B)
-20 Dardos (Dano = Força – 1, Ocultabilidade B)
-Celular
-Moto (Kasinski Gtr 250, usada)

Informações do personagem
- Idade antes do abraço: 35 (com aparência de 30, devido a seu tempo como carniçal)
- Idade total: 38
- Data de nascimento: 28/02/1972
- Aparência: Alto (1,87), ombros largos, atlético (90 Kg) caucasiano, cabelos castanho-escuros, olhos azuis.
- Estilo de luta: Krav Magá
- Personalidade: Calmo, focado e sempre atento.
- Fraqueza do clã: Vício por vitae vampírico (Teste de autocontrole, dificuldade = pontos de sangue ingeridos + 3)
- Fraqueza secundária: Veios negros na aura (um defeito comum nos membros da teia, todos possuem linhas negras em sua aura, visíveis por auspícios, mesmo os novatos que nunca cometeram diablerie)
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6. Prelúdio
“Meu nome é George Thorne, e eu sou um vampiro...”


“Minha vida mortal deve ser apagada, mas alguns hábitos são mais difíceis de se largar, são tantas lembranças... que podem ser usadas contra mim, mas sinto que devo registra-las uma última vez antes disso...”

“Eu nasci em Detroit, em 28/02/1972, fui o segundo de três filhos homens, não tive uma infância privilegiada, mas recebi o conforto que uma família de classe média-baixa poderia ter. Apesar da pouca base que tive vindo de uma família humilde, sempre me esforcei na escola, tanto nos estudos quanto em atividades físicas, tanto que estive perto de conseguir uma bolsa para a Universidade de Michingan, mas meu sonho sempre foi ser Policial, e eu persegui esta carreira.”

“Meus pais diziam que eu era a galinha dos ovos de ouro da família, e que eu deveria seguir meu futuro, e assim o fiz, e me destaquei em minha profissão, subindo rapidamente de posto enquanto fazia faculdade á distância na área de informação. Em alguns anos me casei com Amanda Swann, e tivemos uma filha, mais ou menos nesta época fui chamado para fazer parte do FBI (Federal Bureau Investigation) uma carreira muito promissora ao qual eu prontamente aceitei.”

“Nesta época minha vida teve severas mudanças (não necessariamente para melhor) e fui designado para trabalhar em Nova York. Inicialmente minha mulher não quis me acompanhar, evitando deixar sua mãe adoentada no asilo, mas por fim acabei convencendo-a de que ela poderia visita-la regularmente devido a meu novo salário. Em algum tempo, minha constante ausência como marido e pai acabou gerando discussões, bem como as chances de gerarem uma viúva e uma orfã, mas minha mulher estava ciente disto praticamente desde que me conheceu, mas sem dúvida o que levou ao fim de nossa relação foi meu caso com uma colega de trabalho... talvez minha carência devido ás constantes brigas com minha esposa, somado ao meu involuntário celibato, permanecendo tanto tempo longe de minha mulher, além do fato de Sandy ser uma mulher jovem e muito bela, que estava tendo problemas com seu noivo me levaram a isso, seja qual for o motivo eu não pude me perdoar, e acabei contando tudo á minha mulher, que não aceitou minha traição de forma esperada.”

“Dois anos depois, ainda estava superando o ocorrido, minha mulher se casou com um advogado e teve dois filhos gêmeos, eu ainda visitava ela e minha filha em Chicago, mas este foi um buraco em meu coração que dificilmente eu iria conseguir substituir. Foi quando voltei toda a minha atenção para meu emprego, em especial para a captura dos Mafiosos Giovanni, um grupo de traficantes de origem Italiana muito poderosos ao qual o FBI investigava há anos. “

“Eu acabei no rastro de Allesandro Giovanni, o líder da família em NY, em meio a operação, meus dois informantes acabaram mortos, mas não sem antes conseguirem repassar as informações sobre o possível esconderijo dos contrabandistas. Apesar de minha insistência, o FBI alegou que tais informações não eram suficientemente precisas e meus superiores negaram enviar outros agentes para a missão, mas mesmo assim eu segui sozinho com ela, seguindo furtivamente até o depósito próximo ás docas da cidade. Ao chegar, percebi que não era o único participante da “festinha”, um estranho grupo ao qual eu já havia avistado durante minha caçada aos Giovanni (ao que parece eles também estavam atrás dos mafiosos, mas não tinha ideia de quem eram, ou qual as intenções deste grupo), eles haviam chegado antes de mim e estavam enfrentando os capangas... de uma forma que eu apenas havia visto em filmes de ação, ambos os lados possuíam habilidades sobre-humanas, como sobreviverem a uma chuva de tiros de metralhadora (que ao constatar, atravessavam seus corpos, descartando a hipótese de coletes blindados por baixo das jaquetas de couro), regenerarem os mesmos ferimentos em segundos, além de moverem-se com uma rapidez que desafiava a lógica. Apesar da estranha visão destas figuras mutantes (ou seja lá o que pensei que fossem) eu não pensei duas vezes e acabei me envolvendo no conflito quando os Giovanni pareciam estar levando a melhor, mas mesmo conseguindo virar a balança, um humano comum, não é páreo para criaturas com habilidades especiais, e eu acabei sendo baleado mortalmente.”

“De forma inesperada, o grupo que combatia os Giovanni perguntou se eu precisava de ajuda, no que eu respondi que podia me cuidar sozinho, e eles me deixaram para trás, enquanto eu pensava que seria meu fim, e imaginava onde estariam agora mina ex esposa e filha, minha mãe e meus dois irmãos... não sei quanto tempo se passou, mas quando eu estava á beira de perder a consciência, um membro do grupo voltou e perguntou se eu desejava viver, ele era muito estranho, com um visual daqueles jovens punks tão comuns hoje em dia, não lembro exatamente qual foi a minha resposta, apenas que acordei em uma casa abandonada, com um estranho gosto nos lábios, e o ferimento curado. Eu estava sozinho e havia um envelope ao lado do local em que acordei, dando indicações de um ponto de encontro na próxima noite, caso eu quisesse “saber mais”.”

“Como eu já estava envolvido direta ou indiretamente, eu fui até o local, e me encontrei com o sujeito que aparentemente me salvou, mas desta vez seu visual estava totalmente diferente, tanto que eu nem o teria reconhecido se não fosse pela minha habilidade de reconhecer identidades adquirida em meus anos de trabalho, parecia um transeunte comum, diferente do punk tatuado que me deparei há duas noites. Fomos até um café (apenas eu bebi) onde ele me contou tudo, bizarras histórias sobre seres sobrenaturais, sobre o fato de ter me dado seu sangue, e talvez por esta razão eu estar tão aberto ás suas explicações estranhas, eu sempre fui muito prático e racional, tudo para mim precisa fazer sentido, e os fatos ocorridos há duas noites fugiam totalmente destas esferas, mas após algumas horas a explicação do sujeito (Chamado Abdul Al-Hazim, como ele se apresentava) começavam a fazer algum sentido, talvez não a parte Bíblica, ou dos treze clãs e criaturas que sobreviveram ao grande dilúvio, mas aos sugadores de sangue infiltrados na sociedade humana, mas eu acreditava que deveria haver alguma explicação científica para aquilo, como bom cético pedi uma nova amostra de suas habilidades extraordinárias, ao qual ele me mostrou em uma parte remota da cidade, tornando-se "invisível", mudando de aparência a minha frente, alegando que estes eram uma pequena amostra dos dons de Caim, nem mesmo David Copperfield seria capaz de truques tão engenhosos, então perguntei por que ele estava me revelando tudo isso. Sua resposta era que eu fui escolhido, no que eu indaguei, já imaginando a resposta, quando ele revela que todos os Cainitas (como chamam a si mesmos) já foram humanos.”

“Algumas semanas depois de minha última conversa com Abdul, eu estava em um vôo para a Colômbia, onde encontrava-se uma das bases da Teia dos Punhais (grupo ao qual Al-Hazim era membro), eu estava em busca da verdade, em nossas conversas ele me revelou a função dos “Legalistas” de seu clã, e de suas leis, sei que os Assamitas (ou filhos de Hassam como se entitulavam) estavam longe de serem os Nice Guys da história, mas seres com “super-poderes” que evitam beber sangue mortal, e que caçam outros seres da noite é algo que eu poderia chamar de guardiões da humanidade, e era isso que eu estava disposto a me tornar.”

“Apesar das instruções de Abdul, e de meu treinamento no FBI, encontrar o local não foi nada fácil, e eu levei semanas perambulando em suas montanhas glaciais até finalmente encontrar uma espécie de templo escavado na rocha da montanha, praticamente invisível. Eu utilizei a apresentação que Hazim me ensinou e fui levado para dentro, onde comecei o duro treinamento que levaria sete anos para ser concluído, durando do pôr-do-sol ao amanhecer, sete noites por semana, sem folga, sendo que de duas a oito horas eram destinadas ao condicionamento físico, além de técnicas marciais, habilidades de investigação e infiltração e uma lavagem cerebral de propagandas convencendo aos recrutas que os Assamitas eram o topo da cadeia alimentar vampírica, sofrendo castigos físicos e psicológicos diariamente. Abdul vinha me visitar em média uma vez por mês e oferecer seu sangue, mas a supervisão era feita por outros mestres, o treinamento era árduo, erros eram passíveis de morte (sendo que desistência era o principal deles), cerca de 13 homens iniciaram o treinamento junto comigo, e no final dos 7 anos apenas três (contando comigo) sobrevivemos ás provações.”

“Finalmente foi dado o último teste para nos tornarmos Fida’i, ou “devotos”, a cada um de nós é dada uma foto, na minha, pude visualizar um homem de roupas elegantes, pele escura, cercado de seguranças (provavelmente um político) ao fundo um cenário típico de climas tropicais, e casas de aspecto pobre. Também me foi dito seu nome, Yusuf Haddad, e a dica de que se encontrava no hemisfério sul, e que eu teria o prazo de um mês para assassina-lo e voltar, não sem antes passar por um ritual na qual uma maldição foi colocada em mim caso eu revelasse qualquer segredo sobre a Teia.”

“E assim, saio do templo apenas com as roupas do corpo, algumas armas, ferramentas e comida para alguns dias, caminho até o povoado mais próximo, e de lá até a cidade, onde eu precisaria dar um jeito de arrumar dinheiro. Troquei meu casaco por dinheiro suficiente para algumas horas de acesso á internet, que me foram suficientes para descobrir que meu alvo era um político da cidade de Garoowe na Somália... é, seria uma longa viagem. O próximo vôo para um Pais Africano próximo o suficiente de Garoowe ocorreiria em três dias, neste tempo racionei minha comida, dormi nas ruas, e tracei uma estratégia para me infiltrar na bagagem do avião, não sem antes ser atacado por um grupo de marginais, e conseguir mais algum dinheiro vendendo as roupas e armas que tirei deles após nocautea-los. Entrar de penetra no avião não foi tão difícil, e ainda consegui furtar um relógio de ouro, boas roupas e mais de dois mil dólares americanos de uma mala antes de desembarcar, este era o sexto dia de minha missão. Desembarquei em Gaalkacyo, embora houvesse pessoas que falassem Inglês ou Espanhol em vários locais, eu não poderia me dar ao luxo de procurar um guia, poupando meu dinheiro para a viagem até Garoowe. Ao décimo dia encontro a mansão de Yusuf, e percebo que não seria nada fácil me infiltrar nela, eu espero até a noite, após algumas horas observando á distância, um dos guardas se distanciar do grupo, eu o ataco das sombras quebrando seu pescoço antes que ele possa reagir, e visto suas roupas. Os dois guardas do portão percebem que não sou o membro que havia saído para urinar, como não entendo a língua deles, precisei mata-los rapidamente, por sorte a pistola dos guardas tinha silenciador, o que não atraiu a atenção dos guardas dos outros lados dos muros, em seguida atiro na câmera escondida na folhagem do portão, rezando para que ninguém tenha visto nada nestes 5 segundos, e entrando furtivamente. Apesar de ser noite, o uniforme deixava partes do corpo á mostra, como os braços, e pelo que podia ver, nenhum guarda era caucasiano, ou seja, a tática de “Camaleão” não iria adiantar muito, então procurei ser o mais furtivo possível, embora tenha tido de matar mais uns dois guardas em outra ocasião onde fui notado, até que finalmente cheguei ao quarto principal, a porta estava trancada, mas eu consigo abri-la, ele estava dormindo, isso seria desonroso se não se tratasse de um tirano genocida segundo minha pesquisa sobre ele na internet, um tiro na boca a queima-roupa e minha missão estava terminada.”

“Sair da mansão foi mais fácil que entrar, os guardas se revezavam a cada 4 horas, e eu havia calculado friamente o tempo ao invadir a casa, levaria algumas horas até que os próximos guardas chegassem e vissem os 4 ou 5 corpos que eu havia deixado, também aproveitei para levar comigo um anel de ouro com um enorme diamante encrustado (Eu precisaria de dinheiro para bancar minha viagem de volta), além é claro do dedo com as impressões digitais como prova de meu êxito. Dezessete dias depois de partir eu havia retornado ao templo, onde fui parabenizado e pronto para o ritual do abraço, me banhei, barbeei, cortei o cabelo, e assumi a aparência que tomaria para todo o resto de minha vida.”

“Após o abraço eu me tornei oficialmente um Fida’i, mas o treinamento ainda não havia chegado ao fim, eu teria de passar mais sete anos em treinamento para me tornar um Rafiq “Camarada”, neste estágio a maldição Assamita seria retirada, pois os Rafiqs eram confiáveis demais para revelarem informações secretas. Nos primeiros mêses passei por uma doutrinação moral e religiosa, para depois ser novamente largado no “Mundo real”, desta vez sob supervisão de meu mentor, cumprindo missões de meus superiores.”

“Atualmente fazem três anos que venho cumprindo minhas missões para poder me juntar aos Juízes de Khayyn (cain), evito beber sangue de mortais inocentes sempre que possível, e quando o faço, não os mato, meu mentor, Abdul tenta constantemente me converter á trilha de sangue, mas procuro preservar minha humanidade ao máximo possível sem me desviar de meu foco original, minha renda é baseada em meus contratos, ocasionalmente acompanhado de meu senhor, ou auxiliando-o em uma missão. Por alguma razão aparente (talvez as influências Hollywoodianas em mim) eu desenvolvi uma certa aversão a símbolos religiosos e alho, uma fraqueza que descobri não acometer meus irmãos.”

“Eu sei que não sou nenhum Blade caçando vampiros, pois esta é uma tarefa impossível para um único individuo, por isso nós existimos, ou ao menos este é o motivo que a meu ver, Hassam foi designado por Khayyn, nos somos os predadores entre os predadores, tigres em pele de lobos, tão perigosos para eles quanto eles são para os mortais, não somos super-heróis ou justiceiros, nós somos juízes, esta tem sido nossa função desde o inicio dos tempos, e assim continuará sendo enquanto bebedores de sangue andarem sobre a terra. Infelizmente nosso oficio precisa ser impecável, e como tal, não podemos deixar pistas...”

George Thorne se levanta, joga o diário na fogueira que iluminava o quarto enquanto sai sem olhar para trás...
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7. Banco de Dados

Saldo de XP: 17 (33 do personagem Krauzer Heinz dividido por 2 e arredondado para cima) (2 Furtividade, 2 Sobrevivencia, 3 Medicina, 3 Politica, 5 Ocultismo, 2 Esportes)

Ganho de XP
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