Letania de Sangre

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Letania de Sangre

Mensagem por @nonimous em Dom Jul 28, 2013 11:44 pm



Faz algumas noites que o Sabá assumiu a cidade de Salt Lake City, uma guerra aberta nas ruas faz jorrar sangue pelas vielas, outrora dois grupos controlavam Salt Lake, a uma misteriosa Quaballa Nosferatu que está sobre proteção do Arconte Vidal Jabeux e a Capela Tremere.
Vidal desapareceu nas entranhas do refúgio Nosferatu nas montanhas do Utah, enfurecendo a Justicar Madame Guil, que se instalou na cidade, que agora é controlada pelo Sabá, a Justicar exige que todos os vampiros apresentem eçsforços para localizar seu mais estimado Arconte.
Do outro lado do tabuleiro o Sabá aumentou seu poder imensamente, eliminou todos os Tremeres da cidade, os Lasombra junto a uma oficina de Carne Tzimisce organizou um robusto ataque, a magia Tremere em choque com a magia Tzmisce e espectros Lasombra chamou a atenção dos Lupinos que invocaram seus próprios espíritos para auxiliar na batalha.
Ninguém venceu, mas o clã Tremere foi destruído e sua capela desapareceu em um esforço final do Regente, naquela mesma noite choveu sangue, trazendo inquisidores do Sabá para a cidade.
Porém os eventos estão contaminando o resto do mundo, uma Letania de Sangre tem surgido desde a chuva de vitae, um evento sangrento que pode muito bem revelar sobre os planos de antigos vampiros.

A reação da Camarilla.


Depois de todos esses eventos cataclísmicos a Camarillaesboçou uma reação proporcional, para os críticos mais ferozes, a reação foi tardia. O maior ponto de crítica foi a retirada de do Ventrue Jan Pietezoon da cidade, o mesmo estava organizando um vigorosa campanha contra a onda de boatos apocalípticos na cidade, e esse foi seu maior erro, a campanha era focada em conter os boatos a respeito da Gehena e do fim do mundo, e não em destruir a influência da Espada de Caim, somado isso a uma fracassada e não autorizada golpe contra os Tremeres locais, culminaram com um banho de sangue que tirou das mãos da Camarilla uma chance razoável de tomar a cidade, outro luminar presente o pouco amistosos arconte Theo Bell se fez notar com suas ondas de choque, vampiros querendo subir na hierarquia da noite apoiaram o Arconte Brujah, alguns em atos suícidas, outros apenas o bajulando, o que se provou inútil em face da teimosia do velho Arconte Theo. Quando as coisas ficaram insustentáveis, sim, naquela fatídica noite quando uma onda de Tzimisce Lasombra se organizaram contra a Capela Tremere do regente Faust ele se viu sozinho, sem o apoio dos luminares da Camarilla. 
Noites depois o Pontífice John Diamon exigiu respostas ao círculo Interno que respondeu retirando imediatamente tanto jan quanto Theo da cidade, mas ambos levaram segredos sombrios, dizem que o ventrue destruiu valorosos e apócrifos textos enoquianos, enfurecendo muitos cultistas, o próprio Sasha Vyckos emboscou Jan, que foi salvo por um grupo de neófitos leais a Camarilla. O textos foram enviados para a biblioteca de Hasdetadt, e imediatamente proibidos, e taxados de misticismo para gerar caos e pânico, mas nem todos os textos foram destruídos, uma sequência de conhecimentos negros denominados Letania de Sangre( Blood Litany, Litania de Sangue) sobreviveu, e está sendo fortemente guardado por um poderoso Ancião Nosferatu, segundo alguns líder da Quabala que controlava a cidade. Tal texto é misticismo puro, e a Camarilla ensura tal conhecimento o tendo como uma quantidade de tolices, o Sabá o vê como algo insano, obsceno, fruto da manipulação dos antigos. Porém o ancião, clama por tradutores e abriu seu refúgio para qualquer um que possa traduzir o infame texto.
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Re: Letania de Sangre

Mensagem por @nonimous em Dom Jul 28, 2013 11:56 pm

SAL E SANGUE


A não vida em uma cidade controlada pelo Sabá é especialmente perigosa para o mundo mortal, a taxa de homicídios cresce vertiginosamente, estupros, assaltos e crimes violentos aumentam até 90%, e viver em uma cidade Sabá em conflito com a Camarilla, Quabala de Nodistas, e Lupinos é algo que no mínimo pode ser chamado de infernal.


Assim é Salt Lake, capital do estado de Utah, fundada pelos apóstolos da igreja de Jesus Santo dos últimos dias, os mórmos. Desde sua fundação a cidade esteve longe da insular politicagens dos membros, nenhum príncipe ou arcebispo havia clamado para si a Great Salt Lake City, apenas dois grupos usavam a cidade como base, a Quabala dos Filhos da Mãe Sombria, composta na maioria por Nosferatu e alguns Nosferatu antitribu e a Capela do regente Faust, os dois grupos não tinhan qualquer animosidade entre si, mas as coisas mudaram.


Nesses últimos meses de controle Sabá os dois grupos foram quase todo desarticulado, a taxa de violência aumentou a níveis do prefeito decretar estado de emergência, no grande templo Mórmom uma grande vigilia é feita 24 horas por fiéis, que acreditam que algo muito ruim está vivendo em Salt Lake, que tem uma população de pouco mais de 180 mil habitantes, e mais de 1 milhão em sua região metropolitana, desses 80% é Mormom.


Um fato curioso, os líderes da Igreja sabem da atividade dos membros, e cainitas da Camarilla têm tentado controlar esse grupo, porém eles eram aliados do cã Tremere que tenta refazer a aliança antes que eles causem uma grande violação na máscara.
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Re: Letania de Sangre

Mensagem por Edgard em Seg Jul 29, 2013 10:40 am

Lambach Rutven Aquele nome ainda ecoava em minha mente, tudo que eu já ouvi sobre ele, o põe numa posição equiparável entre os Tzimisces... dizem que ele é o único que irá sobreviver até o fim dos tempos. Seria a mesma condição que estivesse acontecendo com os Malkavian's!?  que se foda!

O Sombrio "vampiro" fala sobre descobrir segredos antes de irmos, que barganhava informações com espíritos. Claramente, ter acesso à esse mundo espiritual lhe rende muita informação e o que quer que ele queira. Esse poder de controlar sua passagem entre os dois mundos o fazia um ser de nenhum deles na verdade. Esse ser de máscara e afeição de morte, já era mais desse mundo decadente do que de onde viemos.

— E de algum modo é possível retirar informações requintadas a não ser pela dor!? - sussurava  aos ombros, averiguando que nada se aproximava de nós.  Prestei atenção em alguns pontos, tentava assimilar como seria essa parte no mundo físico.

Eu pude conversar com os espíritos dos mortos inquietos...

Ficava em cautela, não dava passos rápidos, mas também não ia devagar a ponto de ficar para trás. A princípio eu pensei que aquilo seria um caos, e que cada passo ali surgia uma aberração ou algo desmoronaria aos nossos pés. Mas não, era de uma calmaria mórbida, os uivos e gemidos de morte pareciam vir com o vento gélido que congela ainda mais o meu corpo morto. Fiquei apreensivo, mas tentava observar como eles vagavam, como eles sentiam aquele mundo e o que faziam com que eles fossem denominados "mortos inquieto".

Aquilo me deixava curioso, como será que ele interage com esses seres. Passei observando os espíritos, mas não olhava nos olhos deles, como alertou o "das Trevas".
Seria possível uma conexão com os espíritos dos cainitas que morreram!? pensei em perguntar, mas no momento era melhor passar sem entrar em um debate, apenas fintei de relance o Sabá das Trevas, com afeição curiosa.
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Re: Letania de Sangre

Mensagem por Undead Freak em Seg Jul 29, 2013 1:15 pm

Vallek caminhava na frente, com um passo lento, moderado. Apesar da aparente calma,sua mente estava sofrendo um turbilhão de emoções. As vozes da teia ainda ecoavam em sua mente. As informações que elas passavam eram reprocessadas em seu cérebro tantas vezes que ele chegava a sentir um princípio de tontura seguido de uma ameaça de ataque de pânico, como se fosse desmaiar, mas a sensação logo se ia quando ele desfocava do seu interior, prestando mais atenção ao seu redor, no mundo físico.

Gritos, dor, pesadelos... A teia estava estranha. Fraca e ao mesmo tempo forte. Havia algo interferindo. Seriam as emoções de Vallek que dificultavam uma conexão plena, ou seria algo de fora? Nakada... Uma voz ecoa em sua mente mais uma vez: "Valek, ousa, estamos em perigo". A voz era fina, infantil e tímida.

Não havia escolha. Ele deveria descobrir o que acontecera com os demais da família. Poderia ser uma armadilha, poderia ser uma armadilha da própria Nakada, mas o que mais ele poderia fazer? Ele tinha motivos para acreditar que não se tratava de uma simples emboscada da Camarilla. Nem mesmo Nakada poderia manipular a teia dessa forma, pois a teia é o Pai, e ela não é ele. 

Vallek discretamente olhou por cima dos ombros. Kash conversava algo com o estranho. Pelo seu olhar parecia ser algo interessante. Mas ele deveria se importar? Kash estava cagando para as revelações da teia, então ele deveria retribuir a gentileza da mesma forma. Pois é, Tzimisces eram teimosos. Todos fora da família eram. Vallek decidiu que era hora de manter o que ele descobria dentro de sua mente. 

Uma repentina deslocação do ar causa uma reação inesperada. Conforme o estouro sônico passa em seus ouvidos, uma sensação terrível afeta o malkaviano. Ele sente vontade de gritar, mas apenas segura a cabeça como se seu crânio fosse explodir e seu cérebro saltar. Tudo parece agora deteriorado, podre, decadente, maldito... mais do que de costume. Dor, dormência, tristeza e solidão. Era uma compilação de sentimentos terríveis que atacavam a cria de malkav de forma avassaladora. Não havia dúvidas de que ele estava em outra dimensão, mas como diabos fora parar lá? Estava tonto, sua cabeça latejava. Ele olhou ao redor buscando por respostas e viu Kash envolto em uma visão disforme de trevas, mas não era ele que fazia isso, e sim o outro. Ele sentia como se fosse morrer novamente, sentia a presença dos malkavianos exterminados. A dor dos irmãos caía sobre ele, deixando seus olhos pesados.

- Anabelle...

Temeu que ela estivesse entre eles. Sabia agora que estava no mundo dos mortos. De alguma forma o estranho do grupo havia transportado ele e Kash para a dimensão dos espíritos. Ele ouve o estranho dizer algo sobre os mortos inquietos.

Não havia luz, não havia alegria. Ainda era a cidade, mas era outro plano. Tudo o que existe em um plano, existe em outro. A visão fazia sentido. Um vento forte e frio soprava. Era como um pesadelo semiconsciente, daqueles que você fica paralisado na cama, sem conseguir gritar ou se mexer. Uma constante sensação de hostilidade, medo e perigo se mantém sobre sua alma.



- Apenas me sigam e não olhem nos olhos deles.


 Por que? Isso não fazia parte do plano. Que diabos o estranho queria obter com os mortos? Vallek nada disse e se manteve na mesma postura antes do "teletransporte" irromper. Ele caminhou ao lado de Kash, sem olhar nos olhos dos mortos, como instruiu o estranho. Vallek andou calmamente, sem fitar kash ou o estranho ou o que fosse; estava aéreo, esperando para ver o que ia acontecer. Será que era possível se conectar a teia dese plano? Talvez isso a tornasse mais eficiente, já que quase todos os malkavianos não se encontravam mais no plano físico. Mas haveria tempo? E se ele ficasse preso ali?


- Foda-se. - Vallek decidiu apenas seguir Kash e o estranho, vendo o que aconteceria a seguir.
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Re: Letania de Sangre

Mensagem por Joselito em Seg Jul 29, 2013 11:22 pm

OFF> Aguardo ainda a atualização de minha ficha, mandei pra 3 Adm difenrente, bom, não sei se ja poderia postar mais aqui estou ahuha <OFF

Great Salt Lake City, a mais nova joia da coroa sabá, ainda era tudo recente mais muita coisa aconteceu no tempo em que nos assumimos, muitas lendas pairavam no ar e toda aquela baboseira dos velhos.

A batalha travada em aqui fora perfeita, até mesmo os tremeres que normalmente era um dos maiores empecilhos em nossas tomadas tinham sido totalmente eliminados, uma ação conjunta entre nos e os Tz, obvio que fizemos quase todo o trabalho, mais precisamos de bucha de cachão e nisso eles até cumprem sua missão, estava na cidade em busca de uma fatia desse bolo que ainda não tinha sido cortado.

A cidade era em geral algo agradável, com o alto índice de criminalidade causado pela guerra tornava muito mais fácil se alimentar, tinha trago comigo apenas Ralf, Jhon como sempre ficara   em meu refugio cuidando de meus investimentos.

Estava em busca do Lasombra que regia a cidade no momento, vinha oferecer minha ajuda, pela internet buscava informações sobre o mundo mortal na região, trafico de drogas, delegacias, hospitais e qualquer coisa que pudesse me ajudar a consolidar minha influencia nesta cidade, vinha em busca de poder e não sairia daqui até conseguir!


Última edição por Joselito em Ter Jul 30, 2013 10:00 am, editado 1 vez(es)
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Re: Letania de Sangre

Mensagem por @nonimous em Ter Jul 30, 2013 8:38 am

URYUDA CHIOVENDA.


Naquela noite de final de outono estava tudo tão cinza, uma pequena e delicada brisa molhava o piso do jardim, o chafariz branco feito de alvenaria estava sujo pela sujeira trazida pelo vento, um pesado ar cinza havia tomado toda a paisagem, o som da chuva ao chão era uma melodia suave a seus ouvidos aguçados, o cheiro da lama do jardim tão bem cultivado por Ramóm exalava do solo e ia de encontro as narinas dele.
Café.  Ele sentia um forte cheiro de café vindo de algum canto da mansão, ele sabia que era Howard Brucce um dos empregados que tinha esse hábito, as vezes ele pensava em conceder seu sangue a Brucce, mas temia enfrentar a forte oposição de Alexy. Desse modo não teria mais que lhe dar com cheiro de café, bolo de menta ou da carne do carpaccio, e nem que se dá ao trabalho de explicar sua constante falta de fome, ou dos conselhos do motorista a respeito dos perigos da anemia. As vezes sua contadora vinha até a mansão, ele sem saber do aguçado olfato do mestre da mansão usava perfumes doces, era como se toda a primvavera tivesse entrado pelo foyer e fixado no gabinete do segundo pavimento.

Essas coisas passavam pela sua mente enquanto a chuva açoitava timidamente o chão do jardim e o teto colonial daquela mansão.


Ele recebera as cartas, aquelas cartas, e repensou sua posição dentro do clã, sim, era de fato um pedra na pirâmide, sempre solicito, se envolvendo na agenda da Capela e nos afazeres de outros cainitas, embora era sabido que os Tremere fossem extremamente fechados aos  outros, obviamente um membro do clã das Rosas poderia facilmente negociar influência e algum truque de sangue do seu clã.

DENTRO do clã Tremere isso era visto como uma ilegalidade sem tamanho. Na verdade, negociar a taumaturgia era uma forma rápida de se ver cercado pelo olhos pesados do clã e claro o infrator se verá em um julgamento penoso, se der muita sorte, servirá de mobília em Viena, no caso de azar, é bom que ele tenha um espírito e corpo inquebravel para suportar a dor das punições.

- Senhor. Diz uma voz firme atrás de Uryuda.
Era Bruce, ele provavelmente já tomou seu café, providenciou o pagamento das principais dívidas e tributos da mansão, os relatórios debruçados na mesinha de canto mostrava relatórios de gastos, planilhas enviadas pela contabilidade e escritório de advocacia de Wall Street. Ele também cuidava dos outros serviçais, ele foi empregado do seu pai, fora o contador da família ainda muito jovem, hoje ele está na casa dos sessenta, embora demostre um vigor invejável.

- Temos um pequeno problema, temos um convidado que insiste em entrar, ele diz conhecer o senhor, está no portão da frente da mansão, seu nome é Peter Koulos.


Peter um dos acessores da Capela, ele se envolve quando represendando a Alto Regente.
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Re: Letania de Sangre

Mensagem por Ury Wayne em Ter Jul 30, 2013 12:04 pm

Como se fora exilado dos próprios pensamentos, em um lampejo cognitivo, Uryuda busca conciliar seus pensamentos. Certamente haveria alguma razão para os acontecimentos recentes, motivos esses que lhe fugiam à compreensão. Todavia, em algum lugar de suas reflexões lá estava, entre luz e fusco, no mais recôndito “locus” de sua mente fulgurava a resposta.

- Bruce queira-me fazer a gentileza de acompanhar o senhor Koulos a meu escritório, bem como fazer sala para esse. Sua visita era esperada. Logo descerei para tratar com ele. Diga-lhe que não me demoro.

Repassou os olhos pela epístola; além da menção de sua pessoa à cristandade, outra coisa incomodava-o. Não obstante tratar-se de uma conviva, aquela Carta de sua senhoria Sturbridge, velada em forma de panegírico, externava um problema, o desaparecimento ocorrido em Utah. Embora a agudeza de espírito de Ronald fosse costumeiramente assaz para esvai-lo das intrigas e astúcias presentes no clã, Uryuda sentiu os esconjuros da união das palavras fé cristã e desaparecimento.

Aguerridamente, imiscuiu-se em solfejos de desenvoltura e decidiu; mais uma vez, ostentaria o seu lado obsequioso ao clã.

“Por que hesitar? Para o caos a solução é a ordem; assim diria Santo Agostinho! Sempre é preciso colocar as coisas em ordem. Nas palavras de São Paulo, combater o bom combate.”

Convicto de conhecer o objeto da inesperada visita, Uryuda desce as escadas de sua casa e ruma para seu escritório.
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Re: Letania de Sangre

Mensagem por MacDowell em Ter Jul 30, 2013 12:32 pm

Há três meses quase perdi minha não vida em uma ação suicida nas entranhas do território da Camarilla. Capturado e ironicamente estacado. Minha única sorte foi terem me mantido “vivo” por tempo suficiente para que outros irmãos atacassem a instalação em que eu me encontrava... Não se engano, não foi por minha causa que eles vieram. Como falei foi pura sorte. Entre os mais fervorosos de nos, não é fácil liberta um prisioneiro, o que nos leva a divida que estou indo saldar... Novamente, não que eu precisasse faze-la, mas o meu nome precisa ficar limpo no final.

Vamos aos fatos, a algumas semanas, no estado Utah, a força local atacou e obteve um êxito a principio... Mas os Camarillas estão mais audaciosos, muito provavelmente por causa dos poucos territórios que lhes restam na costa oeste. Infelizmente as forças locais estão reduzidas para uma limpeza completa e para piorar os Nodistas espalham boatos que fazem até os corvos tremerem...

Kashan, meu senhor, transferiu minha atuação temporariamente para os superiores da Mão em Salt Lake... Uma nova ação para juntar forças e reformular um novo ataque aos inimigos que remanesceram na cidade e os que andam chegando... "Malditos Tremeres".

Narrativa... Dia atual:

Emilio acorda de seu abrigo comunitário com muitas coisas na cabeça... Ele nunca foi tão pensativo desde que sobreviveu a aqueles atos no território da Camarilla, uma experiência que poucos no Sabá tem chance de apreciar. Em pé, ele começa seu ritual noturno de limpeza... Retirando as faixas encharcadas com seu sangue. Uma antiga ferida que se recusa a cicatrizar. Depois de limpar todo o sangue e queimar a faixa velha, ele repõe uma nova no lugar. Depois de se vestir com velhas roupas pesadas, ele sai do cubículo onde estava para se encontrar com seus companheiros, quem sabe tomar de algum “saco de sangue” e esperar por ordens que ririam.

[off]Ele não sabe da presença da Justicar, nem das forças que vieram com ela. Mas deixei como se ele soubesse que outros Tremeres estão indo para a cidade, apesar de não saber o motivo. (ele acredita ser por conta de perda de territórios que já estão escassos)[off]
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Re: Letania de Sangre

Mensagem por Antony Salon em Ter Jul 30, 2013 9:52 pm

O guardião chegava a pouco na cidade de Salt Lake , respirar novos ares era bom para Antony , a vida em Boston não estava ao nível dele que sempre buscava por poder.

Lucy, sua mentora havia lhe proposto uma ida para salt Lake, parece que o saba havia conseguido um grande golpe na camarilla lá, e isso poderia abrir um leque de possibilidades para eles.

Tony e Amanda se anteciparam para Antony e já haviam conseguido um bom local para Antony e Lucy se entalarem pelo menos de inicio na cidade, uma casa localizada uma boa área da cidade com uma boa área para os cães poderem transitar.

Em seu furgão Antony trazia o que Tony e Amanda não conseguiram trazer de seu arsenal particular, um achado da ultima cidade camarilla em que havia ajudado a tombar, bastante arma de fogo e uma variedade de armas brancas, algumas estacas que o próprio guardião havia esculpido.

Por sua vez Lucy chegaria apenas na noite seguinte tinha negócios a resolver ainda, já Antony queria conhecer a cidade mais antes uma visita a um dos bispos da cidade seria um bom negocio.

Após uma boa olhada na casa escolhida por Amanda o guardião separava  duas desert Iagles, 4 pentes suplentes e devidas munições, coldres, em sua maleta ele colocava suas duas espadas medias (força +2) .

Amanda o aguardava na sala, Tony acabava de arrumar o arsenal na casa.

_Vou dar uma olhada pela cidade qualquer coisa ligue para meu celular ok.


Antony saia com o carro de passeio , ia ao encontro do bispo, ou pelo menos aonde ele deveria estar.
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Re: Letania de Sangre

Mensagem por @nonimous em Qua Jul 31, 2013 10:26 pm



Você verá os horrores de um lugar distante
Conhecerá os arquitetos da lei cara-a-cara
Verá chacinas numa escala que nunca viu
E todos que dão duro pra suceder

Joy division, atrocity exihbition



 


VALEK E KASH.






A cidade morreu nos braços da decadência, aquela Nova Iorque diferia da cidade suja com os neons, os gritos, a ponte de Manhathan desaparecera do horizonte, o Empire State agora era uma imensa torre coberta no topo por uma imensa massa de trevas, sua imensa fachada era suja, como se o tempo tivesse acelerado, vidro quebrado, ferro oxidado, não havia pessoas, os carros estavam parados, era como um cenário de pós guerra, aquele mundo, o mundo dos espíritos negros, era um reflexo terrivelmente cruel, sombrio e sórdido.


Eles ponderam a respeito do conselho de não fitar os espíritos, mas não havia nenhum, mas aquele era o mundo deles.As regras era daqueles que morreram mas continua sua jornada.


Shadowlands. Dizia ele.



Eles caminham, mas as regras da realidade estática parecem ausentes, passos eram dados, mas flutuavam, os corpos libertos da carne davam a sensação de liberdade, atravessavam as paredes. 




E de novo aquela sensação, como saltar de um avião, a sensação da queda, o revirar do estômago, querer vomitar, mas lembrem se, o sistema digestivo não funciona, fica apenas a dor e a ânsia não contida do vômito. Os olhos se abrem, e estão na carne de novo, se sentem, sentem a brisa fria, estão em uma imensa câmara subterrânea, o tato aguçado daqueles mortos vivos dão conta de um ponto de ventilação não muito longe, o lugar imerso nas mais profundas trevas, mas tudo é revelado minimamente aos visitantes da Espada de Caim, o chão é terra batida, tochas estão dispostas pelos corredores, as paredes são ornamentadas por crânios.






A dentes nas paredes, e alguns crânios possuem presas.


- Aqui é o lugar enquanto estava na terra das Sombras, aqui que os mortos inquietos sussurraram ter começado uma tempestade que repercutiu no mundo deles, não consigo ver onde estamos, os senhores conseguem identificar esse inferno? inquire a criatura que pela primeira vez fica em uma posição frágil.


Eles ouvem murmúrios, uma verdadeira sinfonia macabra de vozes humanas, um coro negro naquela câmara.


- Não se deixem iludir, as vozes dos mortos podem estar ecoando na mente dos senhores, eu sei disso, eles me torturam o tempo todo. Diz o vampiro passando suas mãos naqueles crânios.




Atrás do Bando jaz uma pequena capela com velas, rosas e sangue em tigelas, a face de querubins celestiais faz companhia a um crÂnio trespassado por fêmures, uma cruz de cabeça para baixo pode ser visto. Logo a frente o coro doentio fica mais forte, assim como um adocicado cheiro de sangue
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Re: Letania de Sangre

Mensagem por Undead Freak em Qui Ago 01, 2013 12:58 am

Todos os sentimentos cessaram por um instante. Na verdade quase todos. A melancolia ainda pairava no ar, teimando em saudar o trio de mortos-vivos com o seu cenário desolador do mundo dos totalmente mortos, por assim dizer. Era a Nova Iorque de uma fábula pós-apocalíptica. Púrpura e nevoenta... Gelada como a pele de um cainita. Havia carros parados sem ninguém dentro. Havia placas enferrujadas, construções abandonadas e engolidas por um silêncio mórbido e absoluto. O trio do Sabá parecia flutuar ao invés de caminhar. Era possível atravessar paredes. Uma sensação de liberdade invadia o corpo do Malkaviano. Não era tão ruim assim, afinal.

– Então é essa a sensação... A sensação de uma experiência etérica legítima. –  Sem perceber Vallek deixou escapar um tímido sorriso.


– Shadowlands.



– Volto a me perguntar... Seria possível conectar-me aqui? Como reagiria a teia? Humm...

Os cainitas caminhavam juntos atentos aos espíritos, embora não houvesse nenhum nas proximidades. Infelizmente Vallek não teve muito tempo para contemplar e explorar o plano dos não-encarnados. Novamente a sensação de “murro” veio se deslocando no ar, como se ele estivesse próximo de uma explosão. Sentiu vontade de vomitar, mas era apenas uma sensação. Seu corpo estava morto. Não podia mais fazer isso. Dessa vez todas as sensações desagradáveis pareceram acabar mais depressa. Estava ele se acostumando com esse tipo de “viagem”? Talvez.

Quando Vallek se deu conta, estavam de volta. Estavam no plano físico. Frio... Um ponto de ventilação distante podia ser percebido. Vallek respirou fundo e sentiu um cheiro familiar... Terra úmida. Era uma câmara. Uma câmara com paredes de ossos e crânios, iluminada por tochas.

– Interessante... Em nossos dias atuais é raro ver um cenário desses, não é mesmo?

Vallek contempla mais atentamente as paredes. Ele nota que alguns dos crânios possuem presas.

OFF: Vallek procura no chão ou nas paredes na tentativa de detectar indícios, pegadas, pistas ou qualquer coisa útil.




– Aqui é o lugar enquanto estava na terra das Sombras, aqui que os mortos inquietos sussurraram ter começado uma tempestade que repercutiu no mundo deles, não consigo ver onde estamos, os senhores conseguem identificar esse inferno?


– Espere. Está me dizendo que você não sabe para onde nos levou ou que algo o tirou da rota? Não é incomum para mim “passear em outros lugares”, mas pelo jeito estamos em algum lugar um pouco... Hostil, para nossa espécie – Vallek aponta para os crânios com presas.

Vozes murmuram na cabeça do Malkaviano, mas não parece ser vozes da teia. Eram vozes mórbidas daqueles já partiram do mundo dos vivos (completamente).



–  Não se deixem iludir, as vozes dos mortos podem estar ecoando na mente dos senhores, eu sei disso, eles me torturam o tempo todo.


– Ouvir vozes na minha cabeça não é nenhuma novidade para mim... Esperem, vejam isso.

Havia uma capela. Rosas, tigelas com sangue, querubins e um crânio com ossos cruzados, como uma bandeira de piratas, além de um crucifixo invertido. Vallek se aproxima de uma das tigelas e passa o dedo no sangue, provando-o, para assim saber se o sangue pertence a um mortal ou não. Vallek também faz uso dos seus poderes tocando a tigela, para saber se alguém a usou recentemente, e caso sim, quem. (OFF: Uso Auspícios 3, Toque do Espírito).


– Fiquem atentos, ou nossas presas podem ser adicionadas à parede...
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Re: Letania de Sangre

Mensagem por Edgard em Sex Ago 02, 2013 2:37 pm

Passávamos por um cenário apocalíptico, lembrou a Polônio pós guerra, por todos os cantos haviam sofrimento, dor e tristeza. A terra dos mortos era o inferno propriamente dito, sendo que o Diabo vaga no mundo físico.
Estávamos desencarnados também, demorei um pouco a crer que eramos apenas um ectoplasmas que levitava e atravessava paredes, até passar por dentro de algumas construções.
"Interessante, desprender-se dos corpos por um momento e se arriscar depois na penumbra" Talvez isso fosse normal, mas a insegurança estava presente a todo momento, o desconforto me fazia vigia os quatro cantos ao redor.

— Volto a me perguntar... Seria possível conectar-me aqui? Como reagiria a teia? Humm...
Esse cara pode está pensando o mesmo que eu!? será possível encontrar algum vampiro desencarnado que sua alma ainda não tenha sido deportada para o purgatório!?
Poderia ser que ele também tivesse usando poderes de Auspícios em mim, mas o que ele quer saber??
- encarava o Malkav com nenhuma expressão em face, estava mais tentando obter uma resposta do que gerar uma.

Novamente aquela sensação ruim, um embrulho no estomago e tontura. Parecia que o mundo estava rodando, e realmente estava, percebi que acontecia isso quando entramos na transição dos dois mundos. Uma corrente de vento frio passava indicando que voltamos ao mundo físico. E de repente eu começo a voltar ao estado normal, sentia o chão e o cheiro de terra úmida, a iluminação e o leve calor provocado pelas tochas. O que mais chamou a atenção foi a ornamentação do ambiente, que era feito com crânios, e alguns deles eram de vampiros.

Os uivos e gemidos continuavam em minha mente, mesmo nós estando no plano físico.

— Aqui é o lugar enquanto estava na terra das Sombras, aqui que os mortos inquietos sussurraram ter começado uma tempestade que repercutiu no mundo deles, não consigo ver onde estamos, os senhores conseguem identificar esse inferno? inquire a criatura que pela primeira vez fica em uma posição frágil.

– Espere. Está me dizendo que você não sabe para onde nos levou ou que algo o tirou da rota? Não é incomum para mim “passear em outros lugares”, mas pelo jeito estamos em algum lugar um pouco... Hostil, para nossa espécie
– Vallek aponta para os crânios com presas.

Eu já desconfiava do ser sombrio, mas esse foi um alerta de "danger" que faltava. Algo aconteceu aqui no mundo físico que gerou relevantes fatos ao mundo dos mortos.

— E como nós fomos parar aqui?? quer dizer que vagamos pelo mundo dos mortos sem ao certo saber onde iriamos!?
Passava a mão nos ossos dos vampiros, moldando os olhos para algo mais sombrio, um olhar raivoso, porém morto.
— Acho que estamos num local de rituais demoníacos né isso!? e você vem dizer que não sabe como viemos parar aqui!? Seu olhar agora o fulminava, interrogava-o pretendendo uma explicação muito plausível.

O Malkav achou algo estranho, uma caveira com ossos cruzados parecendo uma bandeira de pirata.
—  Fiquem atentos, ou nossas presas podem ser adicionadas à parede...

Faço uso da Telepatia para me comunicar secretamente com o louko. Ele estava a examinar algo que ao meu ver seria um ritual. Projeto uma imagem ao qual dezenas de fantasmas aparecem em um redemoinho, gemidos e uivos dos mortos eram diretamente gritado para nós, os fantasmas são diversos, entre eles alguns cainitas e malkavian's que ele já conhecera, o vampiro sombrio com os braços erguidos como se conduzisse o redemoinho de espíritos a nos atormentar, quando os espíritos parecem chegar mais perto de nós ele entra em um frenesi, libertando a sua Besta com um rugido, amedrontando o vampiro sombrio que guiava os espíritos, enquanto eu o pegava e retorcia seus ossos e por fim dizia "— Eu não confio nele, fique esperto!"

— Eu não irei a nenhum lugar mais se não me contar onde nós estamos, você não me guia mais, até nos contar porque viemos aqui, e o que acontece aqui
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Re: Letania de Sangre

Mensagem por Undead Freak em Sex Ago 02, 2013 3:42 pm

Vallek para estático por um momento. O malkaviano fita o chão com um olhar vago, aéreo. Ele fecha os olhos por um instante. É possível perceber que mesmo fechados seus olhos se reviravam bastante, pois sua expressão era perturbadora, como se estivesse se focando em um cheiro horrível, fazendo os nervos do seu rosto latejarem.

Semelhanças... Eu as vejo agora... - Vallek disse isso sem encarar Kash ou o terceiro vampiro do grupo, como uma forma codificada de dizer a Kash que havia entendido a mensagem e pensava o mesmo.

O Malkaviano discretamente pousa a mão no cabo de sua pistola .50, agora encarando o terceiro vampiro.


— É verdade meu caro, que assim como Kash eu gostaria de saber... Que merda se passa?
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Re: Letania de Sangre

Mensagem por George Nickson em Sex Ago 02, 2013 6:44 pm

A noite mal começara quando cheguei a Londres, eu ficava imaginando o que Arthur tinha em mente para mim e o que os espíritos queriam ao me trazer tão longe? Já me fizeram percorrer uma cidade, mas nunca o globo e isso me intrigava e me fazia questionar se não tinha sido uma ideia estúpida ter vindo até a terra da rainha.

De qualquer forma eu tinha que decidir o que fazer pois os mesmos espíritos que haviam me trazido agora não me sussurravam mais nada. Por fim decido me apresentar na capela antes de procurar pelo templo da dor. Nunca declarei minha simpatia por nenhuma facção do meu clã e isso fazia eles mesmo ficarem com um pé atrás com relação a mim.
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Charlotte A beira do Abismo

Mensagem por @nonimous em Sab Ago 03, 2013 12:36 pm

Joselito
Aquela era uma bela noite para se estar morto, a cidade estava pulsando a energia vinda dos filhos e filhas, os mortais sabiam que algo cruel espreitava nos becos escuros da cidade, um fera sedenta de sangue, eles tinham razão, só não sabiam que esses bastardos eram servos da mais mortal seita de vampiros do mundo, O Sabá, alcunhada de Espada de Caim.
No último andar daquele prédio ela estava observando a  cidade daquele prédio podia ver a bela Salt Lake, agora nas mãos do Sabá, liderada pela Arcebispo Labelle Garcês, as coisas andaram meio conturbadas por aqui, parece que houve um combate épico, houve sangue nas ruas, corpos dilacerados, desaparecimentos e até uma chuva de Sangue, e claro, os Lupinos, Charlotte visualiza a imensa lua noa rco do horizonte, próximo as montanhas gélidas do Utah.



As luzes do grande templo da Igreja de Jesus Santo dos últimos dias era visível, havia alguma movimentação também, parece que o templo se tornou uma fortaleza, os mortais faziam vigilância, no relógio marcava 8:00 pm, do alto daquele edifício um hotel na Salt Lake Street era possível ter uma boa vista da cidade. Ele havia feito uma pesquisa sobre alguns nichos de poder na cidade, ele descobriu que o crime não tinha nenhum nível de organização como era em outras grandes cidades americanas, a política era estruturada basicamente em torno do prefeito e da câmara de legisladores, e o conselho da cidade, quase todos da Igreja, mais de 80%.
Ele não havia conseguido penetrar nos nichos de influência local, basicamente ele descobrira que um tal Jackie Irons controlava o crime de forma bastante frouxa, ele era líder do sindicato, e empresário local, era católico, um minoria na cidade. Os hospitais eram a maioria privada, o governo no máximo injetava dinheiro em associações religiosas, como o hospital Birmgham Young na periferia da cidade, mas ao pé das montanhas, na rodovia.




Charlotte estabelecera um refúgio em um Lofty de dois pisos na Salt Lake Street coma  South 400 St, era um galpão alugado, apenas uma área de 200 metros quadrados, bem protegido que podia guardar Charlotte seus pertences e os dois carniçais, a vigilância era feita próximo ao templo, no epicentro de cidade.
Era sabido que o clã Tzmisce havia erguido um acampamento no melhor estilho oficina de carne, com pobres diabos sendo empalados, taxidermizados, torturados e claro alimento para a Diocese, bandos nômades se estabeleciam e partiam, sabia se de apenas 3 ou 4 bandos fundeados na cidade, o bando da Arcebispo, os Inquisidores, um bando misto da Mão Negra e os nodistas, mas era tudo boato nada confirmado, afinal ele não tinha contado com nenhum Sabá na cidade.


Durante o dia ela ouvira em sonhos os sussurros de algo na montanha, clamando por seu nome, a convidando para o banquete, esse sonho recorrente convenceu Charlotte que era outro Vampiro tentando sondar sua mente. 

Sua busca resultou em alguns resultados tímidos, mas Charlotte sabia, nada vinha fácil, ela teria que trabalhar duro se quisesse ter algo, o criminoso, Irons, era visto no hotel Hitz Pallace na West Temple, o gueto era controlado por figuras ´´ freelancers´´ de agiotas a traficantes.

A arcebispo era uma cultista voodoo, logo uma pesquisa pelos cantos sombrios da cidade levaram até um em algum ponto a beira da rodovia, uma especie de comunidade Haitiana local, o endereço havia conseguido facilmente através de um jornal antigo, sobre uma batida policial quando policiais atrás de drogas acharam um barracão com uma cena ritualística, uma criança foi achada morta, sem sangue, sua cabeça separada do corpo havia sido estacada e colocada em um altar com a imagem de um bode negro. Essa comunidade era quase que toda de latinos e imigrantes.
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Re: Letania de Sangre

Mensagem por @nonimous em Sab Ago 03, 2013 12:56 pm

 Macdowell


Ele desperta naquela noite, o lugar uma pocilga infestada de ratos e outras pragas, longe de qualquer noção de higiene, era o que ele tinha, e aquilo não o abalava seu treinamento o desenvolveu para superar a mais adversa situação. Ele era um agente de guerra, perito em campo de batalha.

Faz sua limpeza noturna, seu equipamento, apaga seus rastros, segue para sua segunda instrução, ir até o club Cristal e pegar seu pacote.


Ele cruza a cidade, saindo da área mais pobre e chegando na centro sul, ele consegue ver o grande templo da Igreja de Jesus Santo dos últimos.




È uma bela cidade, limpa, organizada. Soturna.


Uma imensa fachada, como um caixão, belo por fora, mas escondendo algo podre por dentro, e ele foi enviado aqui para revelar esse véu doentio. A Mão Negra, agia em silêncio, ele foi proibido de contatar outros Sabás, a missão é dele e de outros membros da Mão Negra.

A bela paisagem da zona sul o impressiona, ele pode ouvir vozes rituais nos arredores do grande Templo, seu carro para entra em um beco, uma ruela sem saída, no final está o Cristal, um clube clandestino de poker,stripers e outras pequenas diversões. 


Um cão abandonado fita o carro velho que entra com dificuldade naquela pocilga imunda, ele estaciona o carro em um outro beco transversal, caminha até a lata de lixo, sem placas, sem número, é o tipo de lugar que nem a polícia deve vir.
Uma porta de ferro, velha, suja, enferrujada, só pode ser ali. Ele caminha até a porta, quando faz menção de bater uma pequena janela de 15cm se abre, ele se lembra da senha.

Passa para o homem que se revelou apenas com um parde olhos azuis e gordura na sua faze branca, suja com barba por fazer. Ele entra. Transita pelo lugar, apinhado de mesas velhas, um bordel, como pensava, mesas de poker estão nas entranhas daquele lugar. O homem aponta para a os fundos, ele passa por stripers, ele pode ver que pelo ao menos uma delas é carniçal. O lugar é escuro, ele continua caminhando, chega em um pequeno quarto, uma cama, de pé olhando para a janela uma mulher com aspecto indiana.


Ele pode ver o simbolo na sua mão, ela não faz questão de esconder. Ela permanece em silêncio esperando ele falar. Ela apenas junta as mãos, com um olhar fulminante.
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Re: Letania de Sangre

Mensagem por @nonimous em Sab Ago 03, 2013 1:09 pm

Anthony
 Ele entrou naquele castelo no centro da cidade, um antigo castelo, o lugar estava rodeado pela escuridão, sua mobília era impecável, itens antigos estavam dispostos por toda aquela grande construção, as janelas revelavam uma bela cidade, embora ele não via o motivo do Sabá tomar uma cidade como Salt Lake. 



A sala onde ele estava era um imenso hall, com fachada de pedra escurecida, quadros antigos estavam pelas paredes em um ritmo agradável até para os olhos menos apreciadores, armaduras medievais estavam nos dois cantos, todas com imensas espadas, uma pequena mesa de carvalho negro estava no centro do hall, um tabulheiro de xadrez e uma vela vermelha, definitivamente aquele bispo era um ancião, provavelmente abraçado no século 15.

Não havia servos, sua passagem foi fácil.


Ele ouve passos se aproximando, primeira entra um imenso dobermann negro, mandíbulas molhas por saliva espessa, pelo brilhante, vigoroso, provavelmente alimentado por vitae, era um cão do inferno que protegia o senhor do castelo.

Em seguida sombras projetas contra a vela dava imagem negra na parede da escadaria do piso superior, passos traziam alguém. Um homem alto, branco, quase translucido, pele cadavérica, careca trajando uma imensa manta negra que se arrastava pelo chão. 


- Seja bem vindo meu senhor. Diz o Ancião de forma saudosa e gentil. 


Mas havia algo nele que faziam Anthony acreditar que aquela saudação não era tão verdadeira.
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Re: Letania de Sangre

Mensagem por @nonimous em Dom Ago 04, 2013 10:46 am

Uryuda


O Tremere deixa seu gabinete com a pequena garoa atingindo a janela de vidro e madeira, deixa para trás a massa cinzenta que se tornara aquele dia, o cheiro de café se torna mais forte dentro do Seu Domus. A prota range gritando ao ser aberta, ele mentaliza pedir a Brucce para lubrificar com algum óleo, aquele barulho além de perturbador poderia revelar sua localização no caso de um ataque.

Ele desce a escadaria de madeira coberta por um tapete vermelho de veludo, vermelho sangue, mas sua tonalidade em contraste com a luz fraca do ambiente ficava agradável aos olhos, lembrava o vitae, ele mandou trocar depois do abraço, tempos depois pensou que aquilo poderia causar empecilhos, afinal a fome poderia se atiçada em vista daquela cor preciosa.


De pé para um quadro de Hopper, aquele quadro era algo que Uryuda pouco tinha gosto, fora um presente de uma amiga depois de seu abraço, agora ela faleceu, enterrada no Memoryal em Jersey, no jazigo da família.



Peter Koullos era um homem baixo, tinha pouco mais de 1,50, sabia se que era grego, ou descendente, perito em historia e curador de um grande museu em Nova Iorque. Usava roupa escura, com um suéter negro cobrindo a camisa Armani, foa abraçado na casa dos 60, era semi calvo, óculos finos e pele saudável.Tinha uma pasta de couro debaixo do braço.

- Eu conheci ele. Diz Peter olhando profundamente o quadro.


- Era um bom homem, sábio, tinha uma perspectiva visual soberba. Continua Peter Koulos se virando para fitar Uryuda. - Dizem que o abraço dele fora cogitado, os Degenerados do clã das Rosas requereram, inclusive até touzeram ele para suas Soirrés, na época eu estava em Praga, mas soube que isso apenas destruiu a arte dele, no fim de sua vida, ele passou a externas visões muito sombrias, quando ele faleceu Josephine sua esposa foi abraçado por um Toreador irresponsável, isso enfurecera o príncipe Michaella.


O vampiro tem um ar de cansaço perene na sua face enrugada, era seco mesmo faladno de belas artes, embora fosse o curador no museu de arte moderna, era apenas uma casca velha, embora fossem um expert em assuntos de história da arte e religiosidade antiga.

O velho suspira emitindo um sinal de cansaço esperando ser convidado para se sentar, ainda que ele fosse da ordem de Regentes, estava dentro do refúgio de Uryuda, e lá a tradição de domínio era vigorosa.
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Re: Letania de Sangre

Mensagem por @nonimous em Dom Ago 04, 2013 11:03 am

George Nickson


È possível ver o bigbang, mesmo com a névoa a encobrindo em um abraço gélido, o Filho de Sutek percorre o Tâmisa pela margem sul, ele não sabe onde é o Templo, ou se o Templo e a facção de Londres são a mesma coisa.

Mas existe um jeito de se descobrir, no gueto.Ele parte para a periferia de Londres, a paisagem muta da beleza medieval do epicentro para a decadência sombria de Brixton, a população na sua maioria de negros, especialmente caribenhos, muçulmanos e Hindus. A paisagem muda radicalmente, as belas casas ainda presentes, mas envoltas das brumas da pobreza, do abandono, a decadência mostra sua face mais cruel por aqui. È possível traficantes e prostitutas, pequenos guetos repletos de mendigos se fazem presentes, as ruas são sujas, uma bruma negra encobre essa vizinha. Um assopro trás até a face de Mikel palavras de Arthur, vá até aquela casa.




Mikel tem a impressão de ver vultos pelas janelas daquela casa, ele sente algo o clamando, o convidando.
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Re: Letania de Sangre

Mensagem por @nonimous em Dom Ago 04, 2013 5:47 pm

Cena 2


Presos nas Profundezas


VALEK E kASH


Valek olhando aos arredores sente que as vozes são reais, não são ilusões mentais produzidas pelo sangue Malkaviano, os outros também ouvem, mas até onde se sabe pode ser também ecos do mundo dos mortos, afinal eles sentiram apens minutos passarem, mas o relógio dele indica que se passaram horas.

Ele busca pistas, tenta se concentrar, os gritos quebram sua concentração como um soco no rosto, sua cabeça lateja pelo desconforto.

Cheiro de armadilha,


é uma armadilha.




Ele vê isso nos olhos daquele feiticeiro, e Kash passa a mesma imagem, ele cruza os dois e vai até aquele pequeno templo nos limites daquele túnel subterrâneo, toca em busca de respostas, adquiridas através da leitura dos resquícios psíquicos do ambiente.


Ele vê um homem alto e gordo, cabelos prateados curtos usando um terno escuro com a letra G impressa como um broche no paletó, o homem olha para ele furioso. Sua concentração é quebrada novamente, o trazendo para o problema a qual ele foi jogado.


O feiticeiro permanece em silêncio, ssua face ocultada por aquela máscara de ossos, corpo coberto pela manta negra ritualística. Nesse momento a mente de Valek é invadida;


dezenas de fantasmas aparecem em um redemoinho, gemidos e uivos dos mortos eram diretamente gritado para nós, os fantasmas são diversos, entre eles alguns cainitas e malkavian's que ele já conhecera, o vampiro sombrio com os braços erguidos como se conduzisse o redemoinho de espíritos a nos atormentar, quando os espíritos parecem chegar mais perto de nós ele entra em um frenesi, libertando a sua Besta com um rugido, amedrontando o vampiro sombrio que guiava os espíritos, enquanto eu o pegava e retorcia seus ossos e por fim dizia "— Eu não confio nele, fique esperto!"



Kash


- 1 ponto de força de vontade.
Kash sente um clima de tensão no ambiente, ele já ouviu falar em caçadoras de cabeças, vampiros e mortais que dedicavam seu tempo a caçar e destruir vampiros, arranca o crânio para guardar como um troféu macabro. Aquele definitivamente era um ambiente hostil, o maldito necromântico Sabá, não respondia suas perguntas, ficava estático.


AMBOS.



- Não seja tolo pequeno Lunático, essas arma não me ferirá. Brada o vampiro de túnica e máscara de osso.

- Ele aponta o dedo para Kash, sou um aliado a serviço do Bispo El Diablo, caminho no intuito de agrupar forças para o próprio Bispo, caímos em um armadilha e ficamos preso nesse inferno. Continua ele olhando os dois Sabás.

Kash pensa agora, seria uma boa hora de se executar o Valderie ou traçar novas diretrizes para o novo bando.

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Re: Letania de Sangre

Mensagem por @nonimous em Dom Ago 04, 2013 5:48 pm

Testes feitos no próprio forum, qq coisa mande MP.
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Re: Letania de Sangre

Mensagem por Joselito em Dom Ago 04, 2013 6:06 pm

A vista de cima do ultimo andar do prédio era privilegiada, conseguia ver desde as montanhas até a igreja onde os mortais ainda procurava por refugio da onda de violência, olhava para cidade tentando imaginar o combate que a poucos dias ocorria aqui, era inacreditável imaginar um combate onde vampiros do saba, camarilla e lupinos se matassem alem é claro da chuva de vitae, ainda tinha certeza que isso fazia parte dos planos dos feiticeiros! Imaginando o combate me trazia em mente outro combate na qual tive, na antiga Inglaterra, só que naquela situação eramos nos que estávamos sendo atacados e resistimos, seria bom estar nesse ataque na qual saímos com o troféu Salt Lake.

As minhas pesquisas me trouxeram algumas informações importantes, apesar de muitos superficiais, foi através destas informações que descobri que as coisas por aqui ainda estavam muito amadoras, o crime era "liderado" por um líder sindicalista e empresario, era uma boa peça para se adquirir, sua influência em diversas áreas me ajudaria a ganhar posições estratégica dentro da cidade, outra informações me indicava que ele estava no Hitz Pallace na West Temple, provavelmente sua área de atuação já que era controlado por agiotas, traficantes e criminosos, seria um bom lugar para começar, os Hospitais particulares eram perfeitos, afinal com isso seria muito mais fácil assumir os controles através de seus donos, que começaria a buscar que eram.

Antes era sábio falar com Labelle Garcês a Arcebispo da nova região, se tivesse sua localização iria me dirigir até ela para oferecer minha ajuda para estabelecer de vez a bandeira saba na cidade, apos as devidas apresentações começaria a agir, iria atras deste tal Jackie e veria se ele me seria realmente útil, além é claro de buscar informações mais precisas sobre sua área de influencia e sobre tudo o que sabia sobre esta cidade, o jogo tinha se iniciado, era a hora de começar a subir!
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Re: Letania de Sangre

Mensagem por Undead Freak em Dom Ago 04, 2013 9:27 pm

Um homem alto e gordo, cabelos prateados e curtos... Um terno com a letra G em um broche no paletó... Vallek sorri. Levando em consideração as circunstâncias atuais, aquele G só podia significar uma coisa.


– Não seja tolo pequeno Lunático, essa arma não me ferirá.

O sorriso de Vallek se alarga, e sua gargalhada esganiçada soa mais alta que o brado do feiticeiro.



– Você realmente achou que eu ia desperdiçar minhas balas em você, não foi? Desculpe, mas não teria graça fazer algo tão previsível – Vallek agora diz em um tom calmo, porém ameaçador – No entanto essa resposta superficial não era a que eu estava esperando.



Vallek olhou um instante para Kash. Aparentemente o Tzimisce não se importaria em destroçar aquele idiota com máscara de osso. A mensagem ainda ecoava nos miolos do malkaviano. Kash pela primeira vez não estava se sentindo confortável na presença do “terceiro”.



– Sou um aliado a serviço do Bispo El Diablo, caminho no intuito de agrupar forças para o próprio Bispo, caímos em uma armadilha e ficamos presos nesse inferno.




– Ah sim? Veremos meu caro, veremos. – Vallek solta um sorrisinho amarelo e antipático, intencionalmente forçado – Mas digo uma coisa: Não pretendo ser o jantar de nenhum carcamano filho da puta, ainda mais de um coroa gordo e almofadinha.



A atmosfera hostil aparentava ter se expandido. Uma tensão crescia dentro do bando. As palavras do feiticeiro pareciam sinceras. Havia uma armadilha, mas  talvez o feiticeiro não fosse de fato o culpado. Talvez ele fosse uma vítima das circunstâncias, como Kash e ele; mas não poderia ele, um dos últimos da família, baixar a guarda completamente.


– Ponderando, ponderando, ponderando... Por agora confiarei em você, senhor. Nossa meta é chegar a reunião, ao Bispo El Diablo, que deduzo estar com Focith, não é? Mas um certo imprevisto aconteceu e fomos parar em algum lugar que não devemos estar. Então, que porra faremos? Que merda um Giovanni quer conosco? Diversão? Sadismo? Um teste ou treinamento para seus experimentos? Ah sim! Uma sereiazinha cochichou em meu ouvido que poderemos ter problemas com os mortos aqui, mas não apenas os mortos como nós... Bom, vamos ver o que o Pai me diz.


El Diablo... Vallek tenta conectar-se a rede e buscar por esse nome, na esperança de descobrir se o feiticeiro dizia a verdade. (OFF:  Conecto-me a teia). O malkaviano fica curioso para saber qual será a reação de Kash, nesse inesperado – ou não – acidente em que toda espécie de bizarrices pode acontecer. A noite começava a esquentar...


OFF: O sangue que eu provei da vasilha pertencia a um mortal?
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Re: Letania de Sangre

Mensagem por Ury Wayne em Seg Ago 05, 2013 1:52 am

Uryuda ao adentrar em seu escritório, local onde comumente recepcionava suas visitas, dada a reserva de privacidade oferecida por esse cômodo, deparou-se com o visitante saboreando cada detalhe de um Hopper. Esse, não estava entre seus favoritos, mas pelo fato de tê-lo sido um presente, bem como pelo renome de seu criador ganhou o lugar de destaque no ambiente.

Fora uma amiga de sua mãe que lhe presenteara, aos seus olhos parecia um voyeurismo às avessas, muitos comentavam que algumas obras de Hitchcock se inspiravam nas obras daquele pintor, mas, naquele caso, parecia o contrário, as reiteradas obras de Hopper diante de uma janela pareciam ter inspirado “Janela Indiscreta”. Então Uryuda se aproximou de Koullos para prestar-lhe as deferências de estilo, mas antes que pudesse fazer-lhe galhofas, esse se antecipou.

- Eu conheci ele. Diz Peter olhando profundamente o quadro.


- Era um bom homem, sábio, tinha uma perspectiva visual soberba. Continua Peter Koulos se virando para fitar Uryuda. - Dizem que o abraço dele fora cogitado, os Degenerados do clã das Rosas requereram, inclusive até touzeram ele para suas Soirrés, na época eu estava em Praga, mas soube que isso apenas destruiu a arte dele, no fim de sua vida, ele passou a externas visões muito sombrias, quando ele faleceu Josephine sua esposa foi abraçado por um Toreador irresponsável, isso enfurecera o príncipe Michaella.

“Hei que me acode uma ideia e um escrúpulo. Dissimular! Matarei, durante esse diálogo, qualquer suspeita em relação ao que sinto, tanto do quadro como de meu temor das notícias que viajaram com a visita.”

Uryuda não quis ser descortês com seu convidado, então assentiu com algo que teve o escopo de ser um sorriso, mas não o foi.

- Meu senhor, sua visita motiva ainda mais meu atual ânimo, quero que, por gentileza, sinta-se a vontade nesse lugar! Sente-se!

- Por obséquio, diga-me em que lhe posso ser útil?
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Re: Letania de Sangre

Mensagem por Antony Salon em Seg Ago 05, 2013 10:54 pm

O guardião avistava a fachada do belo castelo, com certeza se tratava de alguém com muito bom gosto, seu interior o impressionava ainda mais, Antony era um adorador da era medieval, sempre preferiu as espadas as armas de fogo.

A falta de criados de certo modo incomodava Antony, não era comum se viver sozinho em um local grande como esse castelo, provavelmente não seria seu proprietário quem fazia a limpeza do local.

Passos ao fundo do hall chamaram a atenção do guardião, um enorme cão era possível ver seus caninos entregavam sua posição de ser sobrenatural, quase que por instinto Antony parava, o cão poderia representar um ameaça a ele, mesmo que pequena, mais afrontar seu dono não era o que corria na mente de antony, então mata-lo estava fora de cogitação.

A situação induzia Antony a ativar seu dom de auspicio (1), direcionando seus sentidos a sua auto preservação( noção do perigo), algo realmente o incomodava no local, ao fundo da sala era possível ver as sombras negras que revelavam a escadaria so piso superior, os passos revelavam o aproximar do alto homem, suas palavras logo chegaram aos ouvidos do guardião.


- Seja bem vindo meu senhor. Diz o Ancião de forma saudosa e gentil.

Mais ainda sim algo incomodava Antony, parecia que não era bem vindo ali, bom se alguém entrasse assim em minha residencia eu também não gostaria, e com certeza Maya ou tony estariam lá para receber quem quer que seja.


_ Me desculpe a invasão, não foi minha intenção provocar qualquer desconforto ao senhor.

_Sou Antony Salon, da família dos guardiões.(lasombra)


_ Sou recém chegado a cidade, e gostaria de formalizar minha estadia junto ao bispo local
.



Antony se pronunciava mais ainda sim se sentia incomodado, seus sentidos eram projetados na intenção de auto proteção (noção do perigo), algo lhe dizia que talvez estar ali seria um erro.


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Re: Letania de Sangre

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