Javier Santino - Ventrue - Camarilla

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Javier Santino - Ventrue - Camarilla

Mensagem por Zachary em Qua Maio 08, 2013 1:20 pm

Nome: lukesilveira
Personagem: Javier Santino
Clã: Ventrue
Natureza: Sobrevivente
Comportamento: Conformista
Geração: 13ª
Refúgio: Flat de classe Média-Alta
Conceito: Membro de Gangue reformado
Saldo de XP: 0/0

2. Atributos

Físicos
- Força: . . 2
- Destreza: 3
- Vigor: . . .3

Sociais
- Carisma: . . . . 2
- Manipulação:. 3 (5pbs)
- Aparência: . . .2

Mentais
- Percepção: 4 - Atento
- Inteligência: 2
- Raciocínio: .4 - Emboscadas


3. Habilidades 13 + 2 (4pbs)

Talentos
- Prontidão: 2
- Esportes:. .1
- Briga: . . . .2
- Esquiva: . .1
- Empatia: 2
- Expressão:
- Intimidação: 2
- Liderança: 1
- Manha: 2
- Lábia: 2

Perícias 9 + 2 (4pbs)
- Empatia c/ Animais:
- Ofícios:
- Condução: 2
- Etiqueta: 1
- Armas de Fogo: 3
- Armas Brancas: 2
- Performance:
- Segurança: 2
- Furtividade: 1
- Sobrevivência:

Conhecimentos 5
- Acadêmicos: 1
- Computador: 1
- Finanças: 1
- Investigação: 1
- Direito:
- Linguística: 1 (inglês) (espanhol nativo)
- Medicina:
- Ocultismo:
- Política:
- Ciências:


4. Vantagens

Antecedentes
Mentor: 2
Bryan, o jovem louro mencionado no prelúdio, é um respeitável Ventrue de 8ª geração. Foi considerado excêntrico pelas hárpias por submeter a sua mentoria alguém como Javier. Deveria ter sido abraçado por um Brujah ou Nosferatu, costumavam dizer, ou ter sido apenas um carniçal. Sua influência e histórico eram fortes o suficiente para aguentar as fofocas no entanto, e o ato foi considerado como mero excentrismo de um ancião, nada excepcionalmente incomum. Apesar de não ser o Senhor direto de Javier, por não querer dar tanto poder para um simples prestador de serviços com um histórico sangrento, Bryan o trata como cria. Ele sabe que fez uma aposta ao abraçar Javier, uma com custos pequenos, mas sua experiência na Cidade do México foi forte o suficiente para acreditar que civilidade e poder indireto, apesar de poderosos, não são suficientes na manutenção do controle em ambientes caóticos.

Contatos: 1
Amadeo, um carniçal de Bryan, capitão de polícia dos distritos mais violentos. Dada a natureza do trabalho de Javier, Amadeo tem a orientação de ser o mais útil possível, mas apenas para prestar informações.

Recursos: 2
Para a manutenção básica de sua sobrevivência, para demonstrar que Javier não perdeu nada ao deixar sua vida para trás, e para uma lição de administração básica, Bryan cedeu o equivalente a Recursos 2, na forma do controle sobre pequena loja de material de escritório. Segundo ele, “(...) suficiente para aprender e sobreviver sem se acomodar. Para alguém do seu nível.”.

Disciplinas

Dominação 3


5. Virtudes
- Consciência: 3
- Autocontrole: 3
- Coragem: 4


- Humanidade: 6

- Força de Vontade: 6 (2pbs)


Qualidades e Defeitos
Defeito de Clã: Alimentação seletiva: latinos

Observações
- Aparência: Latino de 20 e poucos anos, magro, de 1,80 em 75 quilos. Pele amarronzada, cabelos negros raspados, barba rala. Possui tatuagens e cicatrizes em seu corpo da época de gangue, mas nada notório. Após seu Abraço costuma estar vestido formalmente em ternos e gravatas, no estilo americano clássico. Costuma estar com o cenho franzido, com os olhos em movimento constante, esperando alguma coisa errada acontecer.
- Seus conhecimentos e a perícia "etiqueta" são posteriores ao abraço, da época de sua mentoria. Seu foco atualmente está na área de conhecimentos
- Inventário típico: Consigo, o tempo todo: uma glock 17 e um pente sobressalente, um estilete, telefone celular, um bloco de anotações sobre eventos incomuns e um binóculo pequeno.
- A cidade atual dele é deixada em branco de forma proposital para ser melhor adaptada.
- O Senhor de fato de Javier é Boyle, Ventrue de 12ª Geração, cria das crias de Bryan e um de seus empregados. Boyle é um dos secretários de Bryan, mas, fora o abraço original, não possui relação direta com Javier.


6. Prelúdio

Nascido e criado num dos distritos mais pobres da Cidade do México, Javier Santino teve uma infância acostumada à violência e às drogas. Sendo perspicaz, mas pobre e ingênuo, com uma mãe prostituta e um pai alcoólatra abusivo, seu objetivo de vida se moldou a sua realidade, que era o de obter controle de sua vida e dinheiro. Muito dinheiro. Buscou isso da melhor maneira que um pobre jovem mexicano impressionável poderia: se juntando a uma das gangues vinculadas aos cartéis. Entrando e saindo de colégios para cumprir penas em unidades correcionais, dado os inúmeros acertos de contas entre gangues, finalmente largou mão de qualquer educação formal e vínculo familiar para passar a fazer parte integrante e permanente de sua nova família, aos 13 anos.

Javier passou uma adolescência atribulada, onde ganhou grande parte de seu histórico criminal: assalto a mão armada, arrombamento de imóveis e veículos, tráfico e consumo frequente de drogas, entre outras atividades. Sua gangue crescia lentamente, seus membros mais velhos eram constantemente presos ou mortos, mas ela de forma geral prosperou, o que não se podia dizer da maior parte das outras gangues. Nessa época se descobriu uma habilidade muito útil em Javier, ele percebia quando alguma coisa estava errada, seja a batida policial escondida na próxima esquina, ou uma armadilha formada por gangues rivais. De qualquer forma, essa habilidade o salvou algumas vezes, junto com alguns colegas, e foi o principal motivo de ter se tornado um dos capitães da pequena gangue. Nessa posição deixou de ser mero integrante, mas mandante, coordenador de planos.

Como capitão, a posição da gangue mudou muito. Ele tinha visão, algo que seus colegas e superiores não podiam se gabar de possuir, e se via livre das drogas pesadas, após ter sobrevivido uma overdose de cocaína particularmente dolorosa. A seu comando, a gangue cresceu, os planos estavam mais ousados, e lucrativos, e ele tinha cuidado o suficiente para não pisar nos calos dos chefes, dando sempre a impressão de estar apenas seguindo ordens.

Acabou caindo em um erro fatal, no entanto. Em sua visão pelo controle interno ignorara o ambiente externo. Sua mísera e insignificante gangue começou a chamar atenção de jogadores verdadeiros, e numa cidade como esta isso significava problemas. Após alguns meses de atrito pelos domínios de outra gangue, que também não era pequena nem grande. Alguns incidentes ocorreram, o número de corpos aumentou, até que um gangue iniciou conversas com a outra. Representantes de ambas as partes marcaram um encontro à noite, em uma fábrica abandonada, dentro dos limites de seus próprios territórios. Toda a situação cheirava a armadilha, mas esse era um jogo para dois jogadores. O risco era grande, mas a recompensa era enorme. Javier havia verificado o terreno semanas antes, planejou meticulosamente cada passo, rotas de fuga, lugares cobertos para seus atiradores, e qualquer outro passo que achou relevante. Entretanto, aquele frio na barriga continuava...

A reunião acabou sendo um massacre. Tão logo os membros rivais se encontraram, o tiroteio começou. Havia cerca de 7 ou 8 colegas para cada inimigo, mas não foi o suficiente. Eles eram mais fortes, mais velozes, e, Javier poderia jurar, pelo menos um controlava demônios das sombras. Em pouco menos de meia hora, mais de 40 dos seus estavam mortos ou em fuga. Possivelmente sua gangue tinha ganho, já que não havia mais nenhum barulho e seus inimigos não apareciam mais em nenhum lugar, mas ele não esperou para descobrir. Ele mesmo só havia escapado por puro reflexo. Até aquele momento ele só conseguia pensar naquilo que só podia ser bruxaria, e em algum canto a salvo para ficar. Acabou indo em direção a seu antigo lar. Com esse pensamentos, não percebeu a presença súbita de alguém, até ser tarde.

Foi então capturado, sedado e jogado em um carro preto. Iria acordar algumas horas mais tarde, em uma sala, no que ele supôs ser o setor mais rico da cidade, ainda de madrugada. A sala estava vazia, exceto por um jovem loiro, na escrivaninha a sua frente, e um senhor idoso ao lado da porta. O velho, após notar que Javier havia acordado, se apresentou como Sr. Boyle e, com um espanhol perfeito, começou a perguntá-lo sobre os acontecimentos da noite. Javier não conseguiu negar esse pedido, e conforme ia contando seu interrogador também pedia os esclarecimentos de seu envolvimento na gangue, de sua vida pessoal, de seus sonhos.

O jovem observava cuidadosamente enquanto Javier e o velho conversavam. Houve um segundo de ansiedade em seus olhos, quase imperceptível, ao ouvir a menção ao bruxo, e o interrompeu, afirmando que, pelo relato, Javier se mostrava mais resiliente que os próprios operadores Ventrue na cidade, motivo pelo qual as operações na cidade estavam sendo mal sucedidas. Ele então indicou sobre sua intenção em transformar Javier em um ativo permanente, e pediu a Boyle chamar uma ovelha, o que quer que isso significasse.

Após a saída de Boyle, o loiro olhou para Javier e disse que seu currículo, apesar de não-ortodoxo, era qualificado, e que ele estava contratado a servir os Ventrue na segurança do Clã em cidades violentas, apesar da sua pouca cultura e estudo, que seriam arrumadas por recursos dele próprio. Após a negativa de Javier, que achava tudo muito estranho o jovem deu um breve suspiro e disse que Javier ainda não entendido, que estava recusando algo único, inimaginável. O motivo de ter essa oportunidade, de estar vivo e de ter que fugir era o mesmo, sua eficiência contra um inimigo superior, a quem ele próprio tinha perdido vários recursos. Mas o fato do inimigo ser superior também indicava que suas perdas eram maiores, afirmou, as perdas que Javier sofreu naquela noite não eram comparáveis com as do seu adversário, que seria obrigado a retalhar, provavelmente naquele mesmo momento. Todos os conhecidos de Javier já deveriam estar mortos, e que naturalmente ele só teria uma escolha lógica a fazer.


Mal o jovem terminou de falar, o Sr. Boyle entrou no quarto, acompanhado de uma mulher latina bem arrumada, com o olhar vidrado. Essa deveria ser a ovelha... Boyle então explica o que irá ocorrer, e o que Javier faria. Novamente aquele puxão no estômago, a sensação de algo estar errado. Mas Javier nunca aprendeu essa lição, sua ambição mais uma vez iria puxar seus limites... Abandonou seus amigos, sua família, sua história e sua humanidade, e foi para a cidade de seu mentor, ser educado para se tornar um membro Ventrue.

Noites atuais:

Javier tem dificuldade em se socializar com outros membros do clã, que de forma geral possuem uma boa cultura e sofisticação. Algumas vezes ele inveja os Brujah, por sua liberdade e por serem mais próximos da realidade que conhecia. No entanto, estima os ideias Ventrue de controle verdadeiro e tácito. Por isso ele tem buscado a educação formal, de conhecimentos clássicos e práticos, e informal, da cultura na Camarilla. É orientado, fria mas constantemente, por seu mentor, a seguir essa trilha.

Apesar da sua experiência com o Sabá, ainda não teve outras oportunidade para testar métodos anti-emboscada em ambientes urbanos pelo Sabá. A fim de criar experiência e de se ocupar, serve como “faz-tudo” nesses ambientes urbanos voláteis para Ventrue importantes, quando solicitados por seu mentor. As atividades que costuma fazer, guarda-costas, batedouro, escolta, são muitas vezes denegridos por outros neófitos Ventrue.

Até o momento se mostra subserviente, esperando uma oportunidade para adquirir mais poder, e subir no conceito de Bryan, seu mentor. Ele ainda está bastante ligado a Bryan, e espera continuar assim, pelo menos por enquanto, e crescer na hierarquia, apesar de sua dependência. Isso se observa em seu refúgio, um flat na vizinhança de Bryan, em seu principal contato, seus recursos e pelo fato de seu treinamento ainda continuar.

7. Banco de Dados

Saldo de XP: 0/0

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Data de inscrição : 08/05/2010

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