Abigail S. Black - Caitiff - Anarquista

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Abigail S. Black - Caitiff - Anarquista

Mensagem por Convidad em Qui Abr 11, 2013 11:17 pm

Nome: Rebekah
Personagem: Abigail S. Black
Clã: Caitiff
Natureza: Juiz
Comportamento: Rebelde
Geração: 10ª
Refúgio:
Conceito: Justiceira
Saldo de XP: 0/0


2. Atributos

Físicos
- Força: 1+1
- Destreza: 1+1
- Vigor: 1+1

Sociais
- Carisma: 1+1
- Manipulação: 1+ 1
- Aparência: 1 + 3

Mentais
- Percepção: 1+3 (Introspectivo)
- Inteligência: 1+2
- Raciocínio: 1+2


3. Habilidades

Talentos (13)
- Prontidão:2
- Esportes: 2
- Briga: 2
- Esquiva: 2
- Empatia: 3
- Expressão:
- Intimidação: 2 (4 Pontos Bônus)
- Liderança:
- Manha: 2
- Lábia: 2 (4 Pontos Bônus)

Perícias (9)
- Empatia c/ Animais:
- Ofícios:
- Condução: 2
- Etiqueta: 1
- Armas de Fogo: 2
- Armas Brancas: 2
- Performance:
- Segurança: 1 (2 Pontos Bônus)
- Furtividade: 1 + 1 (2 Pontos Bônus)
- Sobrevivência: 1

Conhecimentos (5)
- Acadêmicos: 2
- Computador: 1
- Finanças:
- Investigação: 2
- Direito:
- Linguística:
- Medicina:
- Ocultismo: 1 (2 Pontos Bônus)
- Política:
- Ciências:


4. Vantagens

Antecedentes

Geração: 3
Recursos: 2

Disciplinas
- Rapidez: 1
- Fortitude 1
- Potência: 1


Virtudes
- Consciência: 1 + 2
- Autocontrole: 1 +2
- Coragem: 1 + 3


5. Demais Informações

Humanidade: 6

Força de Vontade: 4

Qualidades e Defeitos
Qualidade
-Visão aguçada 1
-Audição aguçada 1
-Olfato Aguçado 1


Defeito
- Tic Nervoso 1 (Estalar juntas dos dedos)
-Vulnerabilidade a prata 2
-

Observações
- Glock 17 2x
- Faca Militar
- A intenção é criar um personagem bem pobre, fraco de inicio para ir crescendo no decorrer das crônicas.

6. Prelúdio

1ª Act: Newborn Snow


Foi na noite após o ano novo, a neve caia suavemente sobre as ruas de Nova York, mais especificamente na zona do subúrbio onde um mendigo encontrou uma criança chorando, o mendigou levou a criança até as autoridades onde mostrou-os o local onde a criança foi encontrada. A mesma criança foi levada até o departamento de serviços sociais onde a menina seria entregue aos serviços de adoção. Logo após, uma investigação foi feita da parte da policia para tentar descobrir quem seriam os pais da criança mas os esforços foram inúteis já que a quantidade de pistas era escassa demais para apontar qualquer individuo como parente da menina.

2ª Act: The Woman who whould become a martir


O serviço de adoção continha a doutrina católica como seu dogma e no dia seguinte ao receberem a garotinha a batizaram de Abigail, que foi uma mulher bela, generosa, sábia e cheia de virtudes citada na bíblia em 1 Samuel 25:3. O Desejo da Madre Mary era que essa garotinha crescesse ciente dos ensinamentos de Deus, fosse uma mulher exemplar e devota aos mandamentos do senhor, assim Abigail seria criada até que uma boa família viesse para adotá-la.
Abigail cresceu sendo educada nos meios católicos, era criativa e bondosa, aos poucos anos de idade começava a discernir o certo do errado, ajudava as crianças menores e quase nunca fazia malandragem pois sabia que seria punida sendo ajoelhada no milho ou teria horas de reza para pedir perdão ao Senhor.

3ª Act: Your Fucking Familly.


Aos sete anos de idade Abigail já havia mostrado que seria uma linda mocinha, seus cabelos louros ficaram lisos e brilhantes, sua pele branca e macia aparentava ser imaculada sem nenhuma imperfeição, era de se pensar: Quem seria estúpido e insensível de deixar uma menininha tão linda para traz? Foi o que uma família pensou ao resolver adotar Abigail, um casal chamado Travis e Muriel Saint Black a fim de que sua filha Judith tivesse uma irmã mais velha. Judith tinha cinco anos, era uma menina rebelde já à essa idade e o casal queria que Abigail fosse uma irmã mais velha para olhar por ela e ensina-la como ser uma boa moça, em outras palavras, ter um bom exemplo.

4ª Act: Did you got the girl's heart?


Abigail ficou feliz com a sua nova família, Judith realmente não era uma tarefa fácil, era bem birrenta, fazia o que queria e quando queria e porque queria, não entendia nada sobre as histórias da bíblia nem a profundidade dos ensinamentos e das parábolas e as mensagens que elas transmitiam. Abigail resolveu mudar de tática e tentar pensar da forma que sua irmãzinha pensava, a garotinha via o mundo com outros olhos, olhos que Abigail nunca vira, era um lado pessimista mas realista, realista demais para uma garotinha que agora já possuía a idade de sete anos. Judith enxergava a maldade, na televisão, na escola, nos adultos e até em algumas crianças e ficava em um estado de espírito que os adultos denominariam de: Inconformação. Abigail começava a entender sua irmãzinha, só era difícil de engolir que uma criança tão nova pudesse ter esse olhar sobre o mundo.

5ª Act Believes in Devil, he believes in you.


Abigail e Judith eram próximas, chegavam aos quinze e aos treze anos. Abigail virou uma estudante exemplar e popular, Judith virou uma jovem Rockeira ao qual os pais denominavam "Baderneira", saia com amigos e fazia o que bem entendia, porém ia bem nos estudos assim como sua irmã. Vezes em vezes Abigail pedia para que Judith se comportasse em certas ocasiões e só por consideração à sua irmã a quem amava muito por ser a unica que a entendia, ela cedia mas até hoje não conseguia entender toda a bondade de Abigail que, não só possuía um grande coração como também estava se tornando uma linda mulher, seria algo realmente muito bom se seu pai Travis não estivesse também percebendo isso. Travis reparava, insinuava em silêncio, Abigail era muito esperta mas bondosa e não soube como contar os desejos de Travis para sua mãe Muriel, menos ainda para Judith. Não tinha nenhum desejo pelo seu pai adotivo, sentia repulsa ao pensar nessas coisas mas logo Travis começou a se mostrar obcecado por Abigail chegando a um nível doentio e louco, a família já começava a notar as mudanças de comportamento repentinas e logo as confusões de família giravam em torno da filha exemplar. Foi em uma noite de Inverno que Travis não controlou mais seus impulsos e violentou sua filha mais velha.

6ª Act: Dirty Little Thing


Ninguém sabia nada do que estava acontecendo, Abigail sentia o medo crescer cada vez mais dentro de si, estava chocada, suas notas haviam caído, começou a afastar-se das pessoas com medo delas, seu mundo virou ao avesso. Não só por uma vez... Mas ao menos uma vez por semana, Travis forçava a moça que era para ser pura a satisfazer seus desejos sujos. Muriel estava distante da família, Judith não reconhecia a irmã, nunca teve muito contato com os pais então não reparou nada de estranho neles.

7ª Act: Angel turns to Fallen.


Os anos passaram-se, Abigail mudou com esse tempo, começou a manifestar comportamento violento e depressivo, Muriel estava visivelmente infeliz e Judith estava cada vez mais nas ruas, ainda tinha muita ternura por sua irmã, preocupava-se com o seu futuro, pois sabia que Abigail teria, quanto ela? Tinha certeza que continuaria a ser uma baderneira e viveria nas ruas até o fim dos dias. Abigail tentou contar à sua mãe adotiva o que acontecia e surpreendentemente já era algo que vinha a tona. Muriel culpava Abigail pela desgraça da Família, sabia que Travis era um maldito pedófilo, mas o amava e não podia simplesmente deixa-lo, ele tinha olhos para Judith mas não podia aceitar que ele fizesse isso com a sua própria filha, sendo assim resolveram adotar uma garotinha para satisfazer os desejos dele. Por todo esse tempo parecia que Travis havia simplesmente se curado, mas voltou à tona... Misteriosamente. Era para que Abigail satisfizesse apenas os desejos de Travis e para ter algum de olho na pirralha da Judith que devia ter um demônio no corpo, mas o que acontecia era que Travis havia se apaixonado verdadeiramente pela filha adotiva, isso destruiu Muriel que no momento de insanidade tentou matá-la. Abigail havia conseguido se defender, mas custou a faca fincada no pescoço de sua mãe.

8ª Act: Beyound de Eden


Abigail já era maior, foi julgada e contou toda a verdade ao juri, Travis foi preso e Judith permaneceu ao lado de Abigail, não era próxima aos seus pais pois eles a condenavam dia e noite por seu comportamento. Abigail e Judith começariam sua vida juntas, a irmã mais velha teria de recomeçar pois havia deixado os estudos pela depressão. Judith prometeu ajudar Abigail de alguma forma, amava sua irmã mais velha, a idolatrava, mas ainda não compreendia seus pensamentos, sua bondade, sua tolerância e sua expressão. Abigail perdoou Travis orava todas as noites por ele, assim como confessou o pecado de ter as mãos manchadas por sangue.

9ª Act: Sin everywhere


Anos se passaram e ela acordou com o toque do telefone, era da policia informando que haviam encontrado uma moça na região do subúrbio e pediam para que fosse até lá para identificar o corpo. A respiração parou e imediatamente, verificou o quarto, sua irmã não tinha voltado noite passada, o coração pulou do peito. Demorou uma hora, uma hora de agonia e ansiedade. Chegou ao local, uma roda.... Pessoas comentando, rostos amarguradas. Judith aproximou-se da policia e disse a que veio, foi guiada até o corpo reconhecendo o cadáver de sua tão amada irmã mais velha, Abigail.

10ª Act: Riot


O relatório da perícia disse que o motivo da morte fora estrangulamento, Abigail havia sido violentada enquanto era estrangulada. A investigação levou até alguns dos colegas de faculdade, haviam poucos suspeitos mas infelizmente as provas conseguidas em campo assim como os depoimentos não eram o suficientes para conseguir um mandato para investigação em domicilio dos suspeitos ou para interrogatórios o que Judith levou em conta não falta de provas mas omissão pois se havia sido violentado era lógico que encontrariam outro DNA humano em Abigail que seria do molestador. Judith pediu para ficar a par da investigação, e eles tinham um suspeito numero um, chamado Brian Forbes. Judith resolveu averiguar por ela mesma, estava cega de ódio, sempre viu a maldade nas ruas e em tudo, mesmo em pessoas que se faziam de boas, ela sabia discernir o certo do errado, tinha um senso de justiça apurado, aprendeu a relevar e ver as coisas realmente importante alguns valores com Abigail e para sempre levaria esse aprendizado... Mas aquilo... Aquilo não era justiça... Se a policia não fosse fazer algo, Judith faria.


11ª Devil's Trap.


Judith seguiu Brian por alguns dias, descobriu algumas coisas.... Descobriu que era assaltante, traficante e agora sabia que ele também era estuprador, não queria que a policia o tivesse pois ele não teria o fim que merece. Judith sabia como esse tipo de pessoa era, guiado pelo instinto e sem nenhuma inteligência. Judith se fez presente para seduzi-lo e ao levá-lo para um quarto despiu-se com o objetivo em mente, quando o tinha totalmente distraído acertou o abajur no topo da cabeça fazendo-o desmaiar. Quando Brian acordou, Judith estava coberta com uma roupa de plastico, toda à volta do quarto também, Brian estava despido e amordaçado e preso em plástico. Havia feito bem o dever de casa antes de fazer alguma coisa extrema, soube como cobrir seus rastros pois fez pesquisas e pesquisas. Olhou aos olhos de Brian e tiveram uma breve conversa, Judith mostrou a foto a Brian e ele implorou por perdão e por sua vida. Judith disse que o perdoaria, depois que ela tivesse sua paga. Estava feito, um corte na garganta que o fez morrer lentamente afogado no próprio sangue.

12ª Act: God's Plan


A sensação foi boa, mas isso não trouxe Abigail de volta e ter uma morte em suas mãos a fez sentir-se culpada, começou a ler alguns trechos da bíblia, pois era isso que Abigail fazia toda vez que sentia-se mal, queria ver se conseguiria seguir o legado da irmã, não queria se seu espirito morresse. Foi até o confessionário onde contou ao padre o que aconteceu, foi muito difícil desabafar aquilo pois teve trabalho para cobrir seus rastros, mas ainda assim o senso de justiça permanecia, por mais que tivesse feito justiça ela era uma assassina e se tivesse que ser presa que fosse. Foi o padre que disse que ela havia feito o certo, pois quantas vidas Brian teria tirado como a de Abigail? Quantos jovens ele teria levado à perdição com as drogas? Quantos esforços teriam sido em vão com ele levando os pertences tão suados conquistados das pessoas? Judith havia feito o bem e talvez esse fosse o plano de Deus para ela.

13ª Act: Bring me some food.


Judith não parava de pensar naquilo, era bobagem. O plano de Deus para ela? Está certo que ela se considerava uma pessoa justa, mas não queria ser uma assassina, iria rejeitar esse plano de Deus.
A jovem acordou em seu quarto, sentia-se estranha, diferente, com uma fome avassaladora e o aroma doce que vinha à sua frente era de uma escrita: Eu lhe dei o poder, use-o. Judith não entendia mas sentia vontade de lamber aquelas paredes ensanguentadas, não se controlou e assim o fez... Sentiu nojo quando terminou mas logo um frenesi tomou conta de seu corpo e ela buscou por mais, matando algumas pessoas no andar de seu apartamento, Judith deixou uma bagunça até que finalmente foi parada.

14ª Act: Childrem of the Night


Judith acordou em outro lugar, confusa e fraca, algo foi retirado de seu peito, não pode ver o que era pois esconderam rápido, um grupo de pessoas que nunca havia visto antes, essas pessoas: Homens e mulheres conversavam entre si e perguntavam quem era ela, no que estava pensando pra ter cometido todas aquelas mortes e etc. Judith tinha vagas lembranças da matança que havia cometido, estava confusa não entendia nada, é então que perceberam que realmente se tratava de uma criança da noite. Eles se apresentaram como os Anarquistas era um movimento que não seguia as rédeas de seitas como Camarilla e Sabá assim como era fora das crenças dos clãs independentes. Os Anarquistas questionaram sobre o seu senhor, mas não sabia dizer quem era, pelo jeito que ela se lembrava ter acordado poderia ser que ela fosse uma Gangrel passando por um ritual de iniciação mas como não possuía marcas da besta após terem a encontrado em frenesi descartaram essa possibilidade, a menos que o senhor de Judith aparecesse ou que suas características de clã aparecessem ela seria uma Caitiff.

15ª Act: A good reason to die.


Os Anarquistas ensinaram o básico à Judith para sobreviver como Vampira, ensinaram como caçar e sobreviver entre outras coisas básicas que qualquer vampiro precisa saber e a adiantaram alguns mitos por exemplo prata é só para lobisomens. Judith estava mal, era uma amaldiçoada agora, o mundo realmente não polpava ninguém ou sua família estava destinada a cair em desgraça desde o inicio, mas agora ela era uma amaldiçoada, ela era "tudo de ruim" um monstro, mas ela tinha sua consciência, tinha sua sanidade e precisaria fazer uso dela. Um pequeno grupo dos Anarquistas perguntaram o que ela iria fazer a partir de agora, Judith disse que ia fazer algo de bom com essa maldição, iria fazer algo que ela sabia que devia fazer mas não pode, iria tirar o lixo para fora. Alguns do grupo acharam nobre ela querer fazer algo de bom com a maldição, outros zombaram, mas de um jeito ou de outro ensinaram a Judith algo que ela poderia precisar, ensinaram ela a Potência, a Rapidez e a Fortitude, se ela fosse mesmo brincar de a Dama das Trevas pelo menos teria uma vantagem bem maior, eles apenas pediram que ela não ficasse se expondo pois eles não precisavam de atenção, Judith sabia e seria discreta.

16ª Act: Abigail


Judith começou a praticar com o Anarquista Jason Marz, um Gangrel que já estava a muito tempo por aí e era militar aprendeu coisas como armas de fogo e facas, aprendeu algo sobre luta mas, assim ele virou seu mentor e a aconselhou a fazer aliados e contatos e ter perspicácia, conseguiu duas armas de fogo emprestada e uma faca de uso militar até conseguir ter as suas coisas. Logo Judith descobriu que o boato da prata para ela era verdadeiro pois Jason possuía uma relógio de prata que ela ficou curiosa e ao simples toque a incomodou muito, para ela era estranho mas por algum motivo ela tinha vulnerabilidade à prata. Agradeceu aos conselhos e a partir de agora recomeçaria sua vida para uma não-vida com um outro propósito, um propósito nobre e com um novo nome, o nome de sua irmã, pois isso era por ela e por todos os que ela representava: Abigail Saint Black.

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