Nu’Man Ghalib - Assamita - Independente

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Nu’Man Ghalib - Assamita - Independente

Mensagem por painkiller em Qua Fev 06, 2013 8:23 pm

1. DADOS
NOME: JB
PERSONAGEM: Nu’Man Ghalib
CLÃ: ASSAMITA
NATUREZA: SOBREVIVENTE
COMPORTAMENTO: SOLITÁRIO
GERAÇÃO: 9ª
REFÚGIO: ALAMUT
CONCEITO: CAÇADOR DE RECOMPENSA
SALDO XP:

2. ATRIBUTOS

FÍSICOS (7)
Força: 3
Destreza: 4 (Reflex. Rápidos)
Vigor: 3

SOCIAIS (3)
Carisma: 1
Manipulação: 2
Aparência: 3

MENTAIS (5)
Percepção: 3
Inteligência: 2
Raciocínio: 3

3. HABILIDADES

TALENTOS (9)
Prontidão: 1 (+2 pb)
Esportes: 2
Briga: 1
Esquiva: 3
Empatia:
Expressão:
Intimidação: 1
Liderança:
Manha: 1
Lábia: 1

PERÍCIAS (13)
Empatia c/ Animais:
Ofícios:
Condução: 1
Etiqueta: 1
Armas de Fogo: 4 (+2 pb) (Atirador de Elite)
Armas Brancas: 3
Performance: 2
Segurança: 1 (+2 pb)
Furtividade: 3
Sobrevivência: 1 (+2 pb)

CONHECIMENTOS (5)
Acadêmicos:
Computador: 1 (+2 pb)
Finanças:
Investigação: 1
Direito:
Linguística: 2 (Inglês, Mandarim)
Medicina: 1
Ocultismo: 1
Política:
Ciências:

4. VANTAGENS

ANTECEDENTES (5)
Mentor: 2
Recursos: 2
Geração: 4 (+5 pb)

DISCIPLINAS (3)
Rapidez: 1
Ofuscação: 2


VIRTUDES (7)
Convicção: 1
Instintos: 2
Coragem: 5

5. VIRTUDES
TRILHA DO SANGUE: 3
FORÇA DE VONTADE: 5
PONTOS DE SANGUE: 14

6. QUALIDADES/DEFEITOS
Ambidestro (+1)
Concentração (+1)
Presença Sinistra (-2)

7. BANCO DE DADOS
Saldo de XP:
Ganho de XP:

PRELÚDIO de Nu’man Ghalib


Nasci em Israel por volta de 1915, próximo à Península Sinai, o que atualmente ficou conhecido como Faixa de Gaza, numa cidade conhecida como Rafah. Meu Pai fazia parte da resistência israelita, na guerra contra os palestinos, e acabou morrendo em combate quando eu ainda tinha meses de vida. Com muita dificuldade minha mãe me criou. Eu era uma criança solitária, lembro que a única brincadeira que eu gostava era o pique-esconde afinal eu sempre ganhava, eu era bom em me esconder. As crianças não tinham muito tempo para brincar na rua, eram tempos difíceis, muitas batalhas eram travadas e normalmente não terminava muito bem, toda semana tínhamos que enterrar alguém conhecido, ou porque lutava ou porque estava no lugar e hora errados.

Por volta de 1932, eu estava com 17 anos e já estava se recrutando para o exército Israelita, com o intuito de se preparar para a segunda guerra mundial, consegui me alistar, mesmo contra a vontade da minha mãe, e fui seguir carreira no exercito. Passei por um treinamento árduo, aprendi a utilizar armas de fogo, mas adorei as artes maciais como Sambo e Muay Thai e principalmente o krav magá (defesa pessoal), me tornando um dos melhores da minha turma na arte de matar com as mãos. Ao fim da 2ª Guerra Mundial, em 1945, tivemos a 1ª oportunidade de voltar para casa, treze anos haviam se passado desde que vi minha mãe, eu estava ansioso para vê-la. Cheguei a Rafah à noite e logo percebi o tumulto da guerra civil há tempos esquecida por mim, porém, já estava acostumado ao ambiente tenso por causa da Guerra. A cidade estava sendo atacada por guerrilheiros revoltos, que futuramente iriam fazer parte da organização terrorista do Ramás, corri imediatamente em direção a minha casa e foi quando eu avistei minha mãe correndo na direção errada, ela estava indo direto ao encontro do “inimigo”, não deu tempo de avisar, ela foi fuzilada com tiros de metralhadora em todo o corpo. Aquilo me fez ter um segundo de tristeza, e logo que este segundo passou veio o sentido de vingança, matei quantos eu pude, eles eram desorganizados, com o meu treinamento pude lidar facilmente com eles, como estavam em pequenos grupos pude ataca-los separadamente. Não sei qual era o objetivo deles, talvez causar pânico, fazendo com que o governo se rendesse a eles, mas em mim só causou ódio. Eu era rápido, conseguia atacar e me esconder nas sombras, quando me percebiam já era tarde, uma facada nas costas, uma garganta cortada, tentei ser o mais furtivo possível em meio àquele caos, e aos poucos foram morrendo, eu estava gostando e não queria parar até encontrar o líder. Com a chegada dos reforços policiais os guerrilheiros recuaram e os últimos carros que eles tinham seguiram em direção ao deserto e eu que estava cego de ódio, acabei seguindo atrás.

No deserto, o carro que eu havia pegado logo foi parando, estava com pouca gasolina, e até então eu não tinha percebido, mas estava ferido, tinha levado um tiro que atravessou meu abdômen do lado direito. O carro parou, as luzes do carro que eu seguia desapareceram no deserto e eu fiquei perdido. Precisava retornar ou morreria ali, fiz os primeiros socorros da melhor forma que pude e comecei a caminhar, estava frio, escuro, estava perdendo sangue, acabei caindo e quando estava prestes a desmaiar Ela apareceu. Apesar de estar escuro pude ver aqueles olhos, e que olhos, de uma guerreira, não de uma submissa e ela logo me dirigiu a fala: -“você é bem resistente, para sua espécie”, eu não havia entendido ainda e ela continuou, -“eu vi você lá trás, sua técnica, pode ser melhorada”, eu estava morrendo e ela veio falar de técnica?!, foi então que ela me mostrou o caminho –“Quero você no clã, você é determinado, tem bons movimentos, tem treinamento básico e gosta de matar, além de ser bonito. Ajudarei você na sua vingança e em troca você seguirá a doutrina que eu lhe ensinar... estamos acordados?” eu balancei a cabeça positivamente em seguida ela me levantou pelo pescoço como se eu fosse uma pluma, nunca havia visto uma mulher tão forte, e me mordeu no meu pescoço. No inicio doeu um pouco mais depois não sentia nada, apenas uma sensação boa, tranquila, parecia que eu estava morrendo, feliz, mas morrendo, foi ai que ela me deu um pouco do seu sangue para eu beber, e eu bebi, estava com uma sede desgraçada. Senti meu corpo leve, como se estivesse se recuperando, senti que podia me levantar e começava a enxergar melhor a mulher que estava ali, ela se apresentou –“Sou Layla Dahab Azzah”.

A partir daquele dia Layla me explicou o que eu me tornara, não aceitei de bom grado, mas comecei a me acostumar a andar apenas a noite. Iniciamos um treinamento físico e mental, ela me ensinou a caçar de forma furtiva, e me contou histórias do clã e desse novo mundo ao qual eu fazia parte agora, disse que havia saído em busca de novos membros em potencial, uma preparação para a Jyhad e assim me encontrou. Na primeira caçada sozinho, pude me alimentar do sangue de uma família inteira que moravam um pouco afastados da cidade, acabei matando todos, por não ter controle da minha força e principalmente por não saber o quanto de sangue eu poderia retirar de cada humano. Não era nada fácil me adaptar a ter que beber sangue sempre que tivesse fome, mas acabei me acostumando aos poucos. Com alguns meses depois, seguimos em busca dos assassinos da minha mãe mortal, aquela vingança ainda me consumia, Layla conseguiu rastreá-los com facilidade e acabamos por encontrar o grupo em uma caverna uns 70 km ao sul de onde nós estávamos. Foi como tirar doce de criança, pude testar minhas novas habilidades, no momento de nossa observação tinham em torno de 50 homens. Ela me deixou à vontade para ir sozinho e disse que estaria lá fora se precisasse, mas que fazia parte do treinamento eu resolver meus problemas. Não foi tão difícil quando se tem a escuridão e o silencio do seu lado.

O passo seguinte do meu treinamento foi praticar a diableri, Layla me ensinou a caçar cainitas também e o gosto do sangue deles era muito mais doce e saboroso. Gostei tanto que não queria mais saber de sangue humano, por muitas vezes fui controlado por Layla em alguns Frenesis que obtive por conta deste desejo por sangue vampírico. Ela ficou impressionada com a vontade que eu tinha em aprender a controlar a besta dentro de mim e resolveu me levar a Alamut, nosso refúgio, para eu ser avaliado pelos anciões e adentrar mais na estrutura do clã. Ao chegar lá, Layla foi muito bem recebida, ela era respeitada e eu por ser “dela” também fui bem cumprimentado. Os Anciões não perderam tempo e pediram para eu mostrar o que eu tinha aprendido. Levaram-me até um calabouço onde havia presos lá, não demonstrei misericórdia diante do humano que estava em uma das celas, em outra cela havia um cainita do clã Ventrue, era um neófito, fui capaz de aniquila-lo e absorver sua vitae, apreciando o quanto eu gostava daquilo, e mesmo assim não cedi a besta, os anciões me acolheram no refúgio e depois de anos estudando pude conhecer alguns segredos do Clã, contado apenas àqueles de confiança e que têm afinidade com a filosofia dos Assamitas. Acabei me tornando um caçador de recompensa, como muitos do clã, e assim estou até hoje.

Sobre Layla:

Spoiler:

Minha Mentora era alta com mais ou menos 1,80m e 68 kg, tinha uma pele escura, quase azulada, detentora de uma precisão incrível e um treinamento esplêndido. Sua arma?! Qualquer objeto que ela pudesse lançar espetar, cortar, retaliar, mas o que chamava a atenção era a sua espada. Uma cimitarra antiga que nas mãos de Layla se torna a mais mortal das espadas.

Ela era atenciosa e perfeccionista, não admitia erros no meu treinamento, um dia ela me contou como fora abraçada, e como sofreu, já que seu mentor havia deixado ela para trás para que crescesse sozinha... Eu reconhecia tudo o que ele fazia por mim, queria que ela sempre tivesse orgulho, como um filho tentando ser reconhecido pelo pai.

Cerca de 220 anos atrás Layla era uma prostituta que despertou o interesse de seu mentor por exigir o pagamento dos homens com quem se deitava, se por acaso não pagassem ela cobrava a divida com sangue. Com muita dificuldade após ser abraçada, ela aprendeu a se adaptar a nova vida e foi evoluindo com o passar dos anos, mas nutria um grande rancor de seu mentor que sequer lembrava o nome, apenas o rosto. Por estar no deserto egípcio, logo fora encontrada por rastreadores Assamitas, que ao avista-la a recrutaram de imediato e logo ela foi levada para Alamut. Layla treinou e treinou, com um objetivo maior, vingança de seu mentor, e em Alamut o seu mentor que respondia pelo Nome de Sayd estava sendo caçado por passar informações secretas sobre a localização do refúgio para outros membros, ele era um traidor e ela uma vergonha para todos.

Seu Mentor foi pego e morto e Layla se sentiu no dever de se tornar respeitada dentro do Clã, nunca fora dada a oportunidade a ela para que seguisse a Trilha do Sangue, e após anos os anciões resolveram me dar esta oportunidade numa forma de demonstrar que confiavam nela e nas suas crias. Com o apoio dela segui estudando, e nosso relacionamento é de uma tremenda cumplicidade. Não nos vemos muito ultimamente, mas sempre que podemos mantemos informados sobre a situação em que estamos vivendo.

Sobre Mim:

Spoiler:

Tenho em torno de 1,82m, um corpo esbelto, cabelos longos e pretos, normalmente trajando Roupas leves e reforçadas e pesando 82 Kg. Trago comigo uma Cimitarra que ganhei de Layla, algumas mudas de roupas reforçadas, 2 facas de combate tipo Camping, 2 estacas de madeira, 1 celular Nokia N9, e uma bolsa de viagem preta.

Spoiler:
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