Alexy Klenn - Malkavian - Camarilla

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Alexy Klenn - Malkavian - Camarilla

Mensagem por Papa Paradise em Sex Nov 30, 2012 11:14 pm

1. Dados

Nome: Azzy
Personagem: Alexy Klenn
Clã: Malkavian
Natureza: Monstro
Comportamento: Criança
Geração: 10ª
Refúgio: Apartamento de seu Senhor - William
Conceito:Jovem
Pertubação: Histeria
Saldo de XP:0/0

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2. Atributos

Físicos
- Força: 1
- Destreza: 2
- Vigor: 3

Sociais
- Carisma: 2
- Manipulação: 2
- Aparência: 4

Mentais
- Percepção: 3
- Inteligência: 4
- Raciocínio: 3

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3. Habilidades

Talentos
- Prontidão: 2
- Esportes: 2
- Briga: 2
- Esquiva: 1
- Empatia: 3
- Expressão: 2
- Intimidação:
- Liderança:
- Manha:
- Lábia: 1

Perícias
- Empatia c/ Animais:
- Ofícios:
- Condução:
- Etiqueta: 1
- Armas de Fogo: 1
- Armas Brancas: 1
- Performance: 1
- Segurança:
- Furtividade: 1
- Sobrevivência:

Conhecimentos
- Acadêmicos: 2
- Computador: 2
- Finanças:
- Investigação:
- Direito:
- Linguística: 2 Línguas conhecidas: Francês e Alemão
- Medicina: 1
- Ocultismo: 1
- Política:
- Ciências: 1

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4. Vantagens

Antecedentes
- Geração 3 pontos
- Mentor 2 pontos
- Recursos 1 ponto

Disciplinas
- Auspícios 1
- Demência 2
- Ofuscação 1

Virtudes
- Consciência: 3
- Autocontrole: 2
- Coragem: 5

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5. Virtudes
Humanidade: 5
Força de Vontade: 5

Qualidades
- Concetração 1
- Ingerir Comida 1
- Rubor de Sangue 2
- Voz Encantadora 2

Defeitos
- Timidez 1

Observações
- Mentor
1. William - alto, muito magro e extremamente pálido. Aparentava ter cerca de 30 anos, usava o cabelo desgrenhado, tinha olhos fundos de cor marrom avermelhados, uma boca fina com lábios rachados, suas unhas compridas, dedos longos. Vestia um blazer amarrotado na cor preta, uma calça jeans mais largada de tonalidade mais fechada, uma blusa social preta e tenis pretos.

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Pontos Bônus:
Antecedentes
- Geração 3 pontos

Qualidades
- Concetração 1
- Ingerir Comida 1
- Rubor de Sangue 2
- Voz Encantadora 2

Defeitos
- Timidez 1

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Inventário
1. Celular
2. Lanterna
3. Mochila uma muda de roupas

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6. Prelúdio
Anne, este era seu nome quando nasceu em 1997 na cidade de Las Vegas, era uma menina inteligente, aprendia muito rápido e estava sempre cheia de energia. Foi criada por seu pai, único parente que possuia ainda vivo, nunca conheceu nem soube de nada sobre sua mãe.
Seu pai, Kameron, eraum empresário rico, porém era frio, calculista, impaciente e extremamente rígido se culpava pela morte de sua esposa. E não conseguia olhar para sua filha por ter os mesmos olhos da mãe. Dado estes fatos, contratou uma babá para cuidar de sua filha.
Emily fora a babá que cuidou de Anne praticamente durante toda sua vida. Morava com eles na mansão para estar sempre por perto quando começasse a chorar ou houvesse qualquer outro contratempo.
A medida que foi crescendo, queria chamar a atenção de seu pai, queria que ele olhasse para ela, se orgulhasse dela. Quando começou a escrever fazia vários poemas e desenhos para seu pai e colocava em sua mesa para que ele pudesse ler.
Foi sempre uma criança sozinha, seu pai tinha muito medo de qualquer coisa que pudesse lhe acontecer. Nunca foi para a escola, nunca foi a nenhum clube ou participou de qualquer esporte, tinha professores particulares que a visitavam durante toda a semana.
Suas únicas companhias eram seus livros, brinquedos, bonecas, bichinhos de pelúcia e Emily. Quando completou seus 13 anos começou a ficar agressiva para tentar chamar atenção de Kameron. Arrumou uma confusão terrível: jogou o celular e o notebook do pai na piscina e matou o papagaio que ficava na gaiola do escritório enforcando o bichinho.
O pai ficou louco, não conseguia entender o motivo de toda a bagunça, Emily tentou explicar que não podia manter a garota trancafida dentro de casa a vida toda, que precisava deixar ela sair, ir a escola e tudo mais; principalmente tinha que dar atenção para ela.
Falou que iria pensar no caso, mas que até então ela estaria proibida de sair do quarto. Iria do quarto para a cozinha ou ao banheiro, e de volta para o quarto.
Estavam no meio de agosto, ficou de castigo até o começo do próximo semestre, quando Kameron decidiu que ela iria a escola, e prometeu que iria tentar dar atenção a menina.
Era tudo muito novo e assutador pra ela. Muito cheio de gente, todos olhando e fofocando sobre ela. Ela espremou a mochila contra seu corpo e se encolheu para passar pelos corredores.
Ao chegar em casa disse que havia detestado, que todos foram muito cruéis com ela e que não queria voltar nunca mais. Seu pai sentou e conversou com ela a respeito, pediu para ela dar tempo ao tempo, que iria se acostumar. Ela só negava com a cabeça e por vezes parecia que iria começar a chorar.
No dia seguinte Emily falou que iria com ela até a escola e conversaria para poder ficar com ela durante as aulas, apenas por uma questão de adaptação da menina. Foi o que acabou desencadeando o seu lado sombrio. Ao invés de se tornar uma experiência proveitosa, Anne começou a gritar com todos que lhe direcionavam o olhar ou falavam baixo próximos a ela. Sua babá tentou contê-la, mas ela começou a espernear e a a socar tudo a sua volta.
Deu uma bela direita em um professor que surgiu no corredor para ver do que se tratava toda a gritaria. Começaram a surgir mais adultos para ajudar, ela parou de gritar e espernear, caiu no chão e começou a chorar.
Emily agaichou ao seu lado lhe dizendo que iria levá-la para casa e que tudo iria ficar bem, Anne virou-se e fincou-lhe um espeto de metal da lareira.
A babá começou a tossir sangue junto com palavras que tentavam formar a frase “Não se preocupe... tudo vai ficar bem... não é sua culpa...”.
Foi levada para o hospital onde passou alguns dias. Claro que a garota não se conformava, se trancou no quarto e chorava por dias a fio. Mesmo quando Emily tomou alta e voltou para a mansão, ela não queria sair do quarto.
Passado algum tempo, tudo voltou como era antes: os professores a visitavam todos os dias para lhe dar aulas e ela continuava sozinha.

Aos 15 anos surgiu uma nova aula, passou a ter aulas de piano. Seu professor ia duas vezes por semana, e somente a noite. Ele era estranho, alto, muito magro e extremamente pálido. Aparentava ter cerca de 30 anos, usava o cabelo desgrenhado, tinha olhos fundos de cor marrom avermelhados, uma boca fina com lábios rachados, suas unhas compridas, dedos longos.
Vestia um blazer amarrotado na cor preta, uma calça jeans mais largada de tonalidade mais fechada, uma blusa social preta e tênis pretos. Se chamava Wiliam.
Ele inclinou-se para Anne como se fizesse uma reverência, ela achou engraçado e riu. Ele voltou a sua posição normal e riu também. Ofereceu a mão para a menina que o levou para o piano. Ela pareceu ter simpatizado com ele. Apesar de ser um pouco desengonçado, ele era carismático.
Cada vez mais começou a ficar mais ansiosa com as aulas de piano. Houveram semanas que ele não pode comparecer por motivos pessoais.
Durante uma das aulas, ela se empenhou tanto que o professor ficou orgulhoso por demais, bateu palmas e deu-lhe um presente como troféu: um colocar de prata com uma estrela de pingente.
Seu pai viu este ato e achou que o professor lhe parecia ser um pedófilo. Gritou com ele na mesma hora o mandando ir embora e que nunca mais gostasse.
Anne ficou emburrada com o pai, xingou-lhe de tudo que conhecia e mais um pouco. Se rebelou e teve outro ataque histérico como na escola, só que dessa vez quebrou um vaso em seu pai.
Um dos cacos perfurou sua jugular. Sangrava muito e os olhos do professor, ainda presente, brilharam como se o sangue fosse “suculento”.
O motorista levou-o para o hospital. Essa noite era folga da babá, e ela iria dormir fora, o que deixou Anne sozinha com William.
Ele se virou para ela e disse que tudo ia ficar bem logo logo. Lhe fez companhia até terem notícias do pai e Emily retornasse a mansão.
Mais tarde o hospital ligou informando que seu pai não havia resistido e falecera. Anne chorou rios de lágrimas. Na manhã seguinte surgiram vários homens vestidos de branco dizendo que a garota deveria ser internada devido aos seus constantes ataques e mudanças repentinas de humor.
Arrastaram a garota para o carro contra sua vontade, ela esperneava e gritava em alto e bom som sem sucesso. Por fim se deu por vencida.

Na noite seguinte, pouco antes da hora de recolher, seu professor de piano apareceu na sala de lazer do sanatório vestido de médico.
Anne caiu em gargalhadas. Ele estava sério e com o cabelo bem arrumado. Chamou por seu nome consultando uma prancheta. A garota achou estranho, afinal já se conheciam, mas o seguiu até a sala onde o médico do local havia atendido mais cedo.
Depois de um exame habitual, apesar de todos os questionamentos de Anne, William, cujo crachá dizia “Dr. House”, sentou-se na poltrona do médico, e concluiu que ela estava em perfeito estado e não precisaria mais permanecer no local.
Anne estava incrédula, pediu para que ele repetisse o que havia dito. Ele repetiu, e completou informando que a levaria até sua casa, e que lá deveria fazer o seguinte:
1. Pegar todo o dinheiro que encontrasse na casa e objetos de valor significante;
2. Iria fazer suas malas;
3. Encontraria com ele na porta e sairiam dali.

Sem mais delongas, dito e feito. Mas antes de rumarem para longe dali, William informou que antes de continuarem, precisariam conversar.
Sentou ao lada de Anne no sofá, olhou-a fixamente, passou os dedos em seu cabelo até o pescoço, onde segurou e cravou-lhe os dentes. Não houve reação, ela começou a sentir como se seu sangue estivesse sendo sugado, não era doloroso, pelo contrário, estava gostando daquilo. De re pente tudo ficou escuro como se ela tivesse desmaiado, e não se lembrava mais o que acontecera.
Quando acordou já estavam de volta ao carro viajando. William lhe disse que a partir de agora seu nome seria Alexy Klenn, e que estavam indo para Nova York onde iria conhecer sua nova “família”, a Camarilla
No percurso houveram severas paradas para que pudessem repousar durante o dia, e enquando viajavam William, que passou a ser chamado de Will, lhe explicara sobre suas novas condições, o que havia se tornado e como iriam viver.
Chegando na cidade, uma semana mais tarde, foram direto para o apartamento de Will, que seria a nova casa de Anne. Ficava no fundo de um beco com uma entrada escondida. O prédio tinha dois andares com dois apartamentos casa, sendo que no térreo estavam os apartamentos 201 e 202; e no “subsolo” os apartamentos 101 e 102. O seu era o 102.
O ambiente era simples e rústico, haviam dois quartos, um banheiro, uma sala e a cozinha. As janelas estavam todas cobertas com filme escuro, para não entrar nenhuma luz, com excessão dos quartos que tem as janelas com cortinas de blckout afixadas. Todas as portas tem trancas reforçadas do lado de dentro como ferrolho, tetra chaves e correntes. William era sempre muito precavido, não deixava passar nenhum detalhe, a cara era extremamente organizada, só não estava limpa por haver cerca de um ano que não “morava” lá.
Lhe mostrou seu quarto, Alexy se acomodou e notou a ausência de camas. Haviam caixões, não era bem o que chamaria de luxuosos, mas confortáveis, bem acolchoado por dentro.
Na noite seguinte já foram até a Primigêne para que fosse apresentada, foi bem recebida, e como era recente avisaram a seu mentor que ele estava inteiramente responsável por ela.

Aos poucos Will vai lhe ensinando sobre tudo e eles vão explorando mais a sua imortalidade...
FIM


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7. Banco de Dados

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