Kay Malakay - Gangrel - Independente

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Kay Malakay - Gangrel - Independente

Mensagem por Convidad em Qua Nov 28, 2012 4:49 pm

1. Dados

Nome: Kay Malakay
Personagem: Kay Malakay
Clã: Gangrel Rural
Natureza: Sobrevivente
Comportamento: Bon Vivant
Geração: 10º
Refúgio: Variável
Conceito: Ex-Militar
Saldo de XP: 0/0
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2. Atributos

Físicos
- Força: 1 + 2 = 3
- Destreza: 1 + 2 = 3
- Vigor: 1 + 3 = 4 (Resistente)

Sociais
- Carisma: 01 + 01 = 02
- Manipulação: 01 + 01 = 02
- Aparência: 01 + 01 = 02

Mentais
- Percepção: 01 + 02 = 03
- Inteligência: 01 + 01 = 02
- Raciocínio: 01 + 02 = 03
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3. Habilidades

Talentos
- Prontidão: 02
- Esportes: 02
- Briga: 02
- Esquiva: 01
- Empatia: 01
- Expressão: 01
- Intimidação: 01
- Liderança: 01
- Manha: 01
- Lábia: 01

Conhecimentos
- Empatia c/ Animais:
- Ofícios:
- Condução: 01
- Etiqueta:
- Armas de Fogo: 02
- Armas Brancas: 01
- Performance:
- Segurança: 01
- Furtividade: 01
- Sobrevivência: 03

Conhecimentos
- Acadêmicos: 01
- Computador: 01
- Finanças:
- Investigação:
- Direito:
- Lingüística: 01 (Árabe)
- Medicina: 01 (Primeiros Socorros)
- Ocultismo: 01
- Política:
- Ciências:

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4. Vantagens

Antecedentes
- Mentor: 02 (Guilherme Enzo, ancião independente). “Enzo é um ex-militar que não consegue se desligar de seu outrora fanático patriotismo, se antes o que lhe importava era o país. Agora o que lhe importa é o clã. Viu em Malakay alguém com grande potencial de crescimento (alem de um ex-companheiro de arma, uma vez que ambos são ex-militares) e contando que o mesmo não “desmereça” o sangue que recebeu, Enzo auxiliara sua cria ainda que prefira se manter a distancia e ver como o outro lida com as dificuldades”.
- Geração: 03 (10º Geração: 13 Pontos de Sangue / Pode-se gastar 1 ponto de sangue turno).

Disciplinas
- Animalismo: 01
- Fortitude: 01
- Metamorfose: 01

Virtudes
- Consciência: 01 + 01* = 02
- Autocontrole: 01 + 04 = 05
- Coragem: 01 + 03 + 01* = 05
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5. Virtudes

Humanidade: 06 + 01* = 07

Força de Vontade: 04 + 03* = 07
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Qualidades e Defeitos

- Vontade de Ferro (3 pontos)
Quando você está determinado e a sua mente concentrada, nada pode afastá-lo de seus objetivos. Quando for afetado por um poder de Dominação, você pode gastar um ponto de Força de Vontade para eliminar os efeitos. Além disso, você recebe três dados adicionais para resistir aos efeitos de qualquer mágica, feitiço ou linha Taumatúrgica que afete a mente. (Vampiro, a Máscara; Livro Básico 3ª ed, pág 299)

- Temperamento Calmo (3 pontos)
Você é naturalmente calmo e dificilmente perde o controle. Você recebe dois dados extras em suas tentativas de resistir ao frenesi. Os vampiros do clã Brujah não podem adotar esta Característica. (Vampiro, a Máscara; Livro Básico 3ª ed, pág 299)

- Corpo Grande (4 pontos)
Você é anormalmente grande, medindo talvez mais de dois metros de altura. Além de torná-lo extremamente notório em público, essa massa extra lhe confere um nível de vitalidade Machucado a mais. Os personagens que têm esta Qualidade também podem ganhar bônus para empurrar objetos, abrir portas bloqueadas, evitar ser derrubado etc. (Vampiro, a Máscara; Livro Básico 3ª ed, pág 297)

- Recém-Chegado: Nômade (1 ponto)
Você acabou de chegar à cidade em que passará a residir. O problema é que você não conhece ninguém. Facções já existentes podem tentar recrutá-lo ou eliminá-lo, enquanto as harpias o olham da cabeça aos pés e tomam suas medidas. Enquanto isso, sua ignorância dos eventos atuais, da história e da política da cidade (sem falar no aspecto da personalidade daqueles que já estão estabelecidos) podem fazer com que você cometa erros graves. (Vampiro, a Máscara; Guia da Camarilla 3ª ed, pág 77)

- Desfigurado: Corpo repleto de cicatrizes de tortura (2 pontos)
Uma desfiguração horrível tornou-o feio e fácil de ser notado e lembrado. As dificuldades de todos os testes relacionados com interação social são aumentadas em dois pontos. Você não pode ter um valor de Aparência maior do que 2. (Vampiro, a Máscara; Livro Básico 3ª ed, pág 297)

Observações
- Aparência:
- Itens: Vestimentas (no corpo), uma segunda muda de vestimentas (na mochila), mochila, carteira (com documentos e bem pouco dinheiro), faca.
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6. Prelúdio

Nascido dia 31 de outubro de 1980. Kay sempre foi atraído pela instituição militar (sendo este seu sonho dês de criança), mas teve uma infância humilde e normal em uma família de classe media baixa, ate se tornar um soldado alistado em 1997, com 17 anos. Munido de patriotismo e ingenuidade, Malakay foi dominado pelo entusiasmo e absorvido pela careira militar, onde sua prontidão em serviço e seu temperamento seguro (autocontrole alto e a qualidade temperamento calmo) o destacaram como bom oficial. Começando como Soldado Raso e chegando a Primeiro Soldado em pouco tempo ainda que sua pouca aptidão social o impedisse de continuar a crescer na hierarquia militar. (O homem não era um líder mais sim um bom soldado). Em 2005 o Batalhão (unidade acima de 1.000 soldados) do qual fazia parte foi enviado ao Iraque. Foram três anos de serviço em solo hostil quando em 2008 a Esquadra (unidade com 8 soldados) da qual fazia parte foi interceptada e emboscada. (5 soldados foram mortos, Kay e outros 2 foram levados como prisioneiros e então alocados nesta célula terrorista).

“Esquadra Bravo, relato de campanha datado do dia 10 de março de 2008. Missão padrão de reconhecimento da área no quadrante 26543876. Previsão de termino as 4 AM do dia 11 de março de 2008. Status da missão: Incompleta. Localização da Esquadra: Desconhecida”.

O local a 350 km ao norte de Bagdá, era uma célula (de grande porte) da Al Qaeda (grupo fundamentalista islâmico) especializada também em cárcere e tortura, uma vez que americanos capturados e mantidos vivos criam uma repercussão muito maior e consequentemente melhor divulgam a “causa”. Os sobreviventes da Esquadra Bravo foram alocados nessa célula terrorista, outros 4 soldados já estavam lá.

“Relatório 8799865932865, Esquadra Bravo, Primeiro Soldado, Kay Malakay. - Fomos emboscados a 202 km do ponto de encontro. Davis e Miller não saíram do transporte a tempo e o oficial Hernandez responsável pelo radio também foi abatido antes que identificássemos o foco do ataque. Collins e O' Donell foram alvejados. Eu, Carter e o Sargento Williams (Líder da Esquadra) nos rendemos. Fui acertado com o cabo (a parte traseira) de um rifle automático, recobrei a consciência estando imobilizado e vendado, não sei ao certo quanto tempo fiquei inconsciente, mas estávamos em movimento. Quando paramos fui jogado no chão e espancado ate perder a consciência novamente. Acordei em uma cela unitária com uns 80cm², sem janelas, em concreto e metal com uma única saída obstruída por uma porta também metálica, não havia luz. Tentando me comunicar constatei que estávamos em um mesmo agrupamento de celas, o Sargento Williams estava a duas celas da minha. Os soldados Martinez, Anderson, Campbell e Taylor (membros de outra Esquadra), também relataram ter sido capturados. Carter não estava aqui. Nos calamos ao ouvir passos, Campbell foi levado e um sentinela ficou no corredor, não nos comunicamos mais”.

Kay Malakay foi torturado por 3 anos, ate que a soltura dele e de outros soldados fosse acertada em 2011.


“Segundo dia de cárcere, ainda não voltei a me comunicar com os outros soldados nem sei de Carter ou recebi comida e água. Só me deixaram parte das roupas, levaram ate minhas botas. Aqui é muito quente, abafado e pequeno pra mim (nunca pensei que meu tamanho fosse ser um problema dessa magnitude, não têm espaço suficiente pra ficar em pé, nem consigo me mover direito, na verdade ficava o tempo todo agachado, tentando caber ali) e as paredes da cela ainda me queimam. Vinha tentado a todo custo evitar tocar as partes metálicas, mas mesmo o concreto esta quente demais e com o meu tamanho não consigo não encostar em nada. (Já tenho queimaduras nas mãos, braços e pés e venho tentando controlar o grau de exposição pra que elas não se agravem, mas droga sou grande demais), estou usando minha blusa para proteger meus pés e comprimindo ao maximo meu corpo (na tentativa falha de caber aqui), também comecei a ingerir minha urina tentando me manter hidratado, mas estou suando demais. Preciso de alternativas ou não vou durar”.

”Terceiro dia, continuo sem receber ÁGUA e Comida, minha consciência tem oscilado mas tenho lutado pra me manter acordado (nesse estado de fraqueza dormir é um grande risco), também não soube de Carter, vou presumir que esta morto. Campbell voltou a sua cela. Williams esta delirando em voz alta (isso é estupidez, um desperdício de energia mas ele não me escuta). Enfim tenho que me focar nos problemas imediatos, as queimaduras estão ficando piores, venho tentando aproveitar todo pouco que tenho então rasguei minha cueca e a usei para enfaixar meu braço esquerdo (onde esta a pior queimadura), não conseguia ficar sem encostar nenhuma parte do corpo então como sou direito e não podia abrir mão das pernas optei por encostar esse braço (não me parece agora a boa idéia que pareceu na hora), essa queimadura precisa de tratamento e mesmo sabendo o que tenho que fazer (como militar tem treinamento básico em primeiros socorros) não tenho com o que trata-la. Tem doido demais, mais a dor ao menos me mantêm acordado. Tenho comido os poucos insetos que tentam chegar ao “cantinho” das fezes (que não é tão no “cantinho” assim, aqui dentro não tem tanto “espaço”) e também como os que pousam em minhas feridas, insetos são nutritivos isso deve me ajudar, mas re-ingerir meu suor e urina não esta mais funcionando, não tenho mais saliva na boca. Assim vou morrer de sede antes mesmo que os machucados comecem a infeccionar”.

”Quarto dia, passos foram à cela de Williams e também a minha. O calor (e as queimaduras) eram insuportáveis mas não via luz alguma há dias então à claridade feriu meus olhos. Mandaram que saísse da cela e bem que queria fazer isso (ficar em pé pela primeira vez em quatro dias), mas estava tonto e fraco demais pra tanto, fui arrastado ate uma sala e sentado numa cadeira. Pensei que seria interrogado agora. Mas demorou horas ate que alguém também entrasse na sala, acho que essa demora também faz parte do interrogatório. Enfim quando finalmente entraram (um desarmado e dois escoltando), o escoltado entrou bebendo um copo de água, (nunca odiei tanto alguém em toda minha vida).

Escoltado, falando em inglês. – Soldado. (Ele bebeu mais um pouco de água). – Nome e identificação.

Quase pulei na água dele, mas percebi que precisava conseguir beber algo antes que os outros dois me nocauteassem (então não podia pular de qualquer jeito). Agi como condiz, fingi mal, mas da melhor forma que pude “que não mataria minha mãe por aquele copo de água” e como um soldado (ou na verdade o pouco que restava de um), disse meu nome, identificação e pedi a Deus que conseguisse não dizer nada alem disso.

Um dos homens como escolta ligou uma câmera, enquanto o escoltado me mostrou uma folha. – Você vai ler o que esta ai e então terá água, comida e algum tratamento para essas feridas.

Aquilo me parecia tão razoável (ou vai ver era minha sede desesperada falando), de qualquer forma não conseguia mais me refrear, fingi que iria pegar o papel e agarrei desesperadamente o copo de água, (tinha pouco mas a água nunca me pareceu tão mágica antes). Por conseqüência fui espancado e recolocado em minha cela. – Chame o guarda quando concordar em fazer nossa declaração.

Jurei a mim mesmo e por meu orgulho, que não deixaria me usarem assim. No outro dia gritei ao guarda que faria (um homem comendo os insetos das próprias fezes não tem muito orgulho a proteger).

Depois que fiz a declaração, tive meus braços e pernas atados e fui colocado em uma versão precária de “ala medica”. Williams já estava aqui então presumi corretamente que tinha cedido antes de mim (Mas também não estava em posição de julga-lo), estava feliz em ter tratamento temia perder meu braço se nada fosse feito. (A queimadura estava horrível, mal sentia meu braço), também tive água (não o suficiente) e um pouco de comida (meu estomago doeu quando comecei a comer) não teria agüentado muito mais tempo”.

”Décimo Segundo dia, estou tentando me preparar para o que sei, me espera, a verdade contudo é que já estou em frangalhos. Os longos períodos de fome, as queimaduras, a falta de sono, espancamentos, humilhações. Vou enlouquecer. Já trai tudo que um dia teve valor pra mim, disse toda a besteira que me fizeram disser ... venho fazendo todo tipo de repugnância pra me manter vivo. Mas vão me torturar hoje ... e não sei se vou sobreviver. Não acho que mereço viver, odeio tudo que tenho feito mas também não consigo desistir da minha vida. Não quero morrer, não quero mesmo. Deus me de forças pra sobreviver a isso”.

”Vigésimo quarto dia, minhas unhas estão crescendo, vão arranca-las hoje de novo. Roubei um pouco de pomada a ultima vez que estive na ala medica e isso tem ajudado bastante, acho que também não vou ficar cego do olho esquerdo. Voltei a enxergar alguma coisa ainda que turvamente, estou otimista, mais tenho que esperar o olho desinchar pra poder ter certeza. A má noticia é com minhas costelas, acho que posso ter algo mais serio internamente, tenho urinado sangue”.

”Trigésimo sexto dia, acho que Williams vai se matar ou faze-los mata-lo. Na verdade ele desistiu e esta falando o que bem quer. Isso não vai acabar bem. – Williams pelo amor de Deus, cale-se! (Algum tempo depois). Tinham tirado Williams de sua cela, o devolveram agora a pouco. Não sei o que fizeram, mas ele não para de chorar. Não sei se quero saber o que fizeram, minhas suspeitas são pesadas demais. Que não seja verdade”.

”Quadragésimo nono dia, deixaram de me socar, o novo torturador prefere a faca e o ferro quente. Não pensei que ainda pudesse sentir tanta dor, estou sempre me surpreendendo”.

”Não sei mais há quanto tempo estou aqui, mas já sei o que fizeram com Williams, também fizeram comigo. Não quero pensar no assunto”.

Assim que desembarquei nos Estados Unidos pedi dispensa e completei o acompanhamento psicológico obrigatório. Meu corpo foi completamente marcado pelo que passei (desvantagem desfigurado), minhas cicatrizes assustam as pessoas. E torna difícil pra mim estar entre elas, não me sinto uma delas.

Mas gosto de estar vivo, gosto de boa musica, viajar e conhecer novos lugares (sentir a liberdade), explorar prazeres simples como o ar puro, boa comida e bebida, banhos de cachoeira. Deus adoro grandes quantidades de água. Conheci meu assassino nas proximidades de um lago, quando acampava. Ele se apresentou como “Enzo” um andarilho e se interessou por minhas cicatrizes e postura militar. Não sei como isso terminou assim, acho que fui influenciado mas não sei ao certo pelo que. Enfim, depois de alguns minutos, estava contando toda historia da minha vida (cada detalhe). Ate que ele então também se identificou como um veterano, participante ativo durante a guerra do Vietnã.

Lembro de ter previsto uma noite divertida, pensei que nos conheceríamos melhor (ou ao menos que o conheceria um pouco mais), que compartilharíamos historias aquecidos pela fogueira. Mas a partir dai todo resto foi deixando de fazer sentido. Disse que “eu deveria servir” e que “as noites vindouras seriam meu verdadeiro teste” quando então começou a se precipitar me suspendendo do chão pelo pescoço.

Estava surpreso e sufocando, não sei porque fui tão receptivo ao estranho, mas mais uma vez parecia ter sido emboscado. Fiquei furioso e me debati mas quase ouvi meu pescoço estalar logo no ate, temi que ele o quebrasse então parei de reagir, fiquei o mais imóvel possível, tentando manter o pouco ar que ainda tinha e ignorar a dor enquanto pensava em algum contra-ataque. Ele pareceu gostar, ou vai ver mesmo se ria de minha situação. Não sei, não sei bem como isso aconteceu. Não sei porque “eu servia” nem pra que “deveria servir”. Lembro que quando já estava irreversivelmente dominado, pouco antes da minha consciência se esvair ainda consegui ouvir: “A partir de agora será um de meus herdeiros. Lide com o que tiver de lidar mas se mantenha em pé, se fraquejar e desmerecer meu sangue o tomarei novamente”. Sim ele não foi muito “didático” não vou fingir que entendi muito alem da clara ameaça. Recobrei a consciência preso em uma caverna cercado pelos restos do animal que tinha estraçalhado e aparentemente comido cru enquanto “Enzo” (se é que esse é realmente o nome dele) tinha sumido.

Estou tendo de lidar com isso e mesmo redescobrindo meu próprio corpo, não vou fingir que sei tudo mais pelo que estou tendo de beber, é obvio que sou um vampiro. Consigo fazer umas coisas estranhas também, mas grande parte dos clichês hollywoodianos é só clichê mesmo e não se aplica. As vezes a fome me deixa quase irracional e não quero ferir um inocente. Ate ter maior controle dessa situação, estou me mantendo em constante movimento (o que deve impedir que Enzo me localize) e também evitando áreas muito urbanizadas. A grande ironia é que mesmo estando morto, continuo tão desesperado por viver como estive quando em cativeiro. A vida é cheia de ironias.

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7. Banco de Dados

Saldo de XP: 0/0

Ganho de XP


Última edição por Exterminador do Prelúdio em Ter Dez 04, 2012 10:17 am, editado 1 vez(es)

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Re: Kay Malakay - Gangrel - Independente

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