Milla Brunwick - Malkavian - Independente

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Milla Brunwick - Malkavian - Independente

Mensagem por painkiller em Qua Abr 04, 2012 5:43 pm

Nome: Argo Kindu
Personagem: Milla Brunwick
Clã: Malkavian
Natureza: Criança
Comportamento: Conformista
Geração: 14
Refugio: Refúgio "dele" (Cainita que cuida da Milla)
Conceito: Oráculo Desconhecido
Perturbação: Regressão
Imagem da Personagem:
Spoiler:

Experiência:


ATRIBUTOS (7 - 5 - 3)

Físicos
- Força: +1
- Destreza: +3
- Vigor: +2

Sociais
- Carisma: + 4
- Manipulação: +2
- Aparência: +4

Mentais
- Percepção: +3
- Inteligência: +2
- Raciocínio: +3

Especializações: Carisma ( Graciosa) - Aparência (Inocente)

HABILIDADES (13 - 9 - 5)

Talentos

- Prontidão: 3
- Esportes: 1
- Briga:
- Esquiva: 2
- Empatia: 3
- Expressão: 1
- Intimidação: 1
- Liderança:
- Manha:
- Lábia: 2


Perícias
- Empatia c/ Animais: 1
- Ofícios:
- Condução:
- Etiqueta: 2
- Armas de Fogo:
- Armas Brancas:
- Performance: 2
- Segurança:
- Furtividade: 2
- Sobrevivência: 2

Conhecimentos
- Acadêmicos: 1
- Computador: 2
- Finanças:
- Investigação:
- Direito:
- Lingüística: 1 (Natural: Inglês - Extra: Francês)
- Medicina:
- Ocultismo: 1
- Política:
- Ciências:


VANTAGENS

Antecedentes (5)

Vislumbre 3 (Página 74 do complemento O Tempo do Sangue Fraco / Página 58 do Clanbook Malkavian fala que é possível um Malkav a possuir)

Recursos 2 (Dinheiro "mesada" proveniente da cainita que "cuida"de Milla)
---------------


DISCIPLINAS(3)

Auspícios 1
Demência 1
Ofuscação 2 (Usado 7 PB para colocar +1 ponto)

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Virtudes (7)
- Consciência ou Convicção: +3

- Autocontrole ou Instinto: +3

- Coragem: +4


HUMANIDADE: 6

FORÇA DE VONTADE: 7 (Gasto 3 PB)


QUALIDADES e DEFEITOS

Rubor de Saúde (2 pontos)
Memória Eidética (2 pontos)
Aptidão com Computadores (2 pontos)
Inofensivo (1 ponto)
Habilidade Oracular (3 pontos)
Médium (2 pontos)

Amnésia (+1 ponto)
14 Geração (+2)
Sangue Fraco (+4)
Segredo Sombrio (+1 ponto) (Não contado o ponto, somente para bater com a história)

OBS:


PRELÚDIO

Por vezes posso ver pequenos flashes do sol entre as arvores, o lago e da toalha xadrez, tudo parece tão grande...ou eu que era pequena demais....não sei falar, mas gosto de pensar que essa é uma memória que tenho de quando era criança. Chamo-me Milla, Milla Brunwick...pelo menos esse foi o nome que “Ele” falou que eu deveria usar. “Ele” que cuida de mim, que me achou e que guarda o meu segredo... Por vezes é brava, mas isso somente quando eu não consigo responder alguma das perguntas ....afinal gosta muito de saber sobre as coisas que as vezes vejo e escuto na minha mente. Por vezes até querendo saber se estou sentindo alguma presença....acho que ele tem medo que os fantasmas a vigiem, vai saber só suponho isso.... Porém melhor eu parar por aqui, “Ele” não gosta que eu comente coisas dele.

Voltando, até onde sei existo a quinze anos, devo ter nascido nos Estados Unidos já que falo inglês..bem que Inglaterra também..e tem ainda o francês..... enfim, não lembro nada da minha infância, dos meus pais, ou qualquer coisa antes do que ocorreu a um ano atrás. Às vezes me sinto perdida, sem saber discernir o que exatamente posso ou não fazer, nesses momentos que os flashes de quando eu era pequena aparecem...me sinto criança mais uma vez e isso me deixa feliz....porém já estou divagando novamente... voltando...

Por volta de um ano atrás me lembro de acordar em uma cama de hospital, minha garganta ardia e os meus ouvidos doíam ao menor movimento que fazia ranger aquela cama de molas. Minhas roupas estavam rasgadas e empapadas do liquido viscoso que cheirava bem, meu sangue... e havia muito. A primeira coisa que ouvi foi a voz daquele logo iria me mandar o chamar de mestre, o tom dele era empolgado quando falou sua voz tinha um ar estranho....quase insano... ele congratulava que eu havia acordado, que achava que havia feito algo de errado já que eu havia ficado morta por horas... mas que tudo estava bem agora. Fiquei confusa me perguntando o que ele queria disser com morta....e derrepente minha mente se encheu com outras milhares de vozes congratulando ao mesmo tempo que flashes perpassavam me lembrando de como o meu mestre havia me dilacerado lentamente naquela cama de hospital enquanto repetia mais para si que a minha morte lenta me tornaria mais forte assim que renascesse.

Porém eu não me sentia mais forte, me sentia quebrada e a primeira coisa que fiz foi chorar, mas não eram lagrimas normais e sim de sangue. Odiei aquele lugar, odiei meu mestre e odiei o que quer que eu fosse. Nesse misto de emoções que lembro que tive a primeira recordação do lago e a noção do que era certo ou errado me abandonou.... talvez isso que ajudou a aceitar facilmente quando meu mestre avisou que se eu quisesse continuar existindo de agora em diante teria que me alimentar de sangue... e empurrou aquele homem em direção avisando que eu deveria perfurar sua jugular e drenar seu sangue. Obedeci sem pestanejar, se ele estava falando deveria ser o certo.

As próximas semanas passaram como um borrão, acompanhei meu mestre transformar mais outras jovens...e ele passava grande parte do tempo falando mais consigo do que para nós, mas somado as vozes em minha cabeça logo comecei a entender melhor sobre as tais coisas de ser uma cainita e as outras também. Assim como também logo começamos a entender o que exatamente se aproximava, uma luta ferrenha, já que o mestre falava para nós seriamos o exercito dele para ele conseguir sugar a alma de um outro cainita que nos odiava. Eu não entendia bem como uma pessoa que nem me conhecia podia me odiar, mas se o mestre falava deveria ser o certo. E assim por muitas noites me esforcei para detalhar ao mestre as imagens que eu via em mente...ele dizia que era o futuro....e que isso nos levaria a destruir o cainita que nos queria mal.

De fato isso acabou por nos levar aonde estava tal cainita, eu como não tinha habilidade para luta fiquei para vigiar, lembro claramente até hoje o que vi sem precisar estar lá. O mestre usou minhas “irmãs” como armaduras para si e as deixou serem destruídas como baratas, aquele também seria meu destino se eu tivesse ido junto e não visse o que via. Enfim o mestre tentou morder um vampiro que usava roupas extremamente engraçadas, pareciam de filme de época, porém este vampiro deveria ser forte, pois conseguiu ferir bastante o mestre que começou a fugir diretamente em minha direção. Chegando a mim ele inesperadamente me mordeu, senti que ele drenava basicamente todo o meu sangue para poder recuperar a si....ele me deixou com pouco sangue e simplesmente riu quando falou para eu ir e causar bastante confusão.

Senti com uma fome incrível e naquele instante me senti como uma criança pequena que precisava desesperadamente de comida. Corri do local que estava e assim que vi uma lanchonete do MacDonalds a associei a comida e sem nenhuma noção de que era errado para um cainita buscar comida em um local como aquele entrei rapidamente e imediatamente pulei sobre a atendente que me perguntava que lanche eu queria... sem pudor rasguei a garganta dela e comecei a beber do sangue. Não sei exatamente o que chamou a atenção que fez “Ele” entrar lá...se foi o grito das pessoas aterrorizadas ou o cheiro do sangue.

Só sei que uma calmaria se pôs no local e que pareciam que não me viam, “Ele” deixou eu terminar de me alimentar coisa que assim feita eu senti como se tivesse voltado a mim e percebi a grande besteira que eu havia acabado de fazer...sim, o Mestre havia falado sobre a tal mascara e eu tinha noção que havia acabado de a quebrar. Porém “Ele” não me fez nada, simplesmente com seu tom misterioso ordenou que eu a seguisse. Coisa que fiz sem pestanejar. No caminho que fizemos até o refúgio dele falamos pouco, na verdade ele simplesmente comunicou que agora em diante eu viveria lá e em troca por ele guardar meu segredo eu devo contar tudo que vejo e sinto. Não é tão difícil mesmo que se passe muito tempo, pois é como se tudo isso ficasse guardado dentro da minha cabeça eternamente....lembro de absolutamente tudo depois da minha transformação, cada visão...cada sentimento...cada rosto...enfim...enfim...cada olhar das pessoas que drenei o sangue até a última gota..

Assim que existo já por meses, não reclamo me parece uma boa troca contar as coisas a “Ele” tudo que vejo em troca de uma casa boa e não contar meu segredo. As regras da casa são simples, posso sair, mas não devo contar a mais ninguém sobre as minhas habilidades e em hipótese alguma devo falar sobre “Ele”.... porém as vezes quando minha mente volta ao tempo de criança é realmente difícil saber o que fazer....na verdade o que não fazer...já que tudo parece tão bom e possível...e sim, esse é um mundo de incríveis possibilidades...


"Ele"
Spoiler:
Ele é um setita ancilla metido no tráfico e com negócios com a Camarilla.

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