Chris S. Yates -- Mortal

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Chris S. Yates -- Mortal

Mensagem por painkiller em Ter Mar 27, 2012 8:16 pm

Nome: Filipe
Personagem: Christopher Spencer Yates
Clã: Mortal
Natureza: Perfeccionista
Comportamento: Ranzinza
Geração: ~~~
Refugio: Apartamento no Queens
Conceito: Ex Destruidor de Lares


Experiência:


ATRIBUTOS

Físicos
- Força: 0+1
- Destreza: 2+1
- Vigor: 1+1

Sociais
- Carisma: 0+1
- Manipulação: 3+1
- Aparência: 1+1

Mentais
- Percepção: 1+1
- Inteligência: 3+1
- Raciocínio: 2+1


HABILIDADES

Talentos
- Prontidão: 1+4pb = 3
- Esportes:
- Briga: 2
- Esquiva: 2
- Empatia:
- Expressão:
- Intimidação: 1
- Liderança:
- Manha: 2+2pb = 3
- Lábia: 2+4pb = 4 (Mentiras impecáveis)

Perícias
- Empatia c/ Animais:
- Ofícios:
- Condução: 1+2pb = 2
- Etiqueta: 1+2pb = 2
- Armas de Fogo: 2
- Armas Brancas:
- Performance: 1
- Segurança:
- Furtividade:
- Sobrevivência:

Conhecimentos
- Acadêmicos: 2
- Computador: 1
- Finanças:
- Investigação: 2+4pb = 4 (Criminologia)
- Direito:
- Lingüística: 2 (Espanhol e Francês)
- Medicina:
- Ocultismo:
- Política:
- Ciências: 4pb = 2


VANTAGENS

Antecedentes (5)
---------------

Recursos 2
Influência na polícia 1
Contatos 2


DISCIPLINAS(3)
-------------



Virtudes (7)
- Consciência ou Convicção: 1+1

- Autocontrole ou Instinto: 4+1

- Coragem: 2+1


HUMANIDADE: 7

FORÇA DE VONTADE: 3 + 1PB = 4


QUALIDADES e DEFEITOS

Ambidestro (1)
Bom senso (1)
Sono Leve (2)

___________________


Deficiência visual (1) - Já levou uma surra forte a ponto de ter um deslocamento de retina. Fez cirurgia, mas ainda precisa de lentes de contato.
Protegido inofensivo (3) - Denise, sua "filha"


ITENS:
Celular simples
Gravador
Netbook e pendrive
Beretta 9mm num coldre
Distintivo
Ford Victoria azul marinho

APARÊNCIA: Magro, mas com corpo atlético, na casa dos trinta. Barba por fazer na maioria das vezes e cabelo pouco tratado. Costuma estar parecendo sempre entediado, exceto quando está com sua filha. Cabelos castanhos e olhos negros. Branco. Costuma vestir roupas simples, mas optando por casacos, blazers e de vez em quando ternos. Exemplos aqui e aqui



PRELÚDIO:



Christopher Spencer Yates. Chris S. Yates. Ele


Aqui é onde tudo começa, certo? É onde eu devia contar uma história de vida... E de morte. 7 de março. Desde sempre ele estava acostumado com a mesma vida. Não é como se algo fosse acontecer, correto? Ele era uma criança comum. Ou quase. Sempre se destacou mais que os outros nas aulas, mas em compensação também foi sempre o alvo das piadinhas sem graça.

Ser filho único depois de ter sido fruto de um monte de tratamentos de fertilidade para uma viúva rica de quase cinquenta anos? Isso sim é pedir pra ser mimado. E foi exatamente o que aconteceu. Se criou mimado, mas ainda sim sofrendo bullying por conta da personalidade difícil e do pouco tato social. Os pais também mal tinham tempo. Eram pessoas de negócios. Ocupados demais.

A sua infância se passou praticamente inteira entre aulas e babás, chegando a passar dias sem ver os pais. Mas ainda sim os amava de uma maneira muito forte. Quase que incondicional. Teve aulas de muitas coisas, dentre elas canto, etiqueta e tudo mais que uma família burguesa podia pagar. Eu já disse que ele é muito sarcástico? Porque ele é.

As coisas nem estavam tão ruins. O problema foi aos 18. Conheceu uma garota. Só que ela era rebelde por natureza e preferia até mesmo a morte a dar uma chance a ele. E bem, ela tinha um namorado. Um namorado muito violento. Tentativas racionais de conversa e convencimento não funcionaram em nada. Mas ele continuava insistindo. Insistiu tanto que um dia o namorado da garota perdeu a paciência.

Seis costelas quebradas, um deslocamento de retina, três dentes perdidos, os tendões da mão cortados e um traumatismo craniano depois, lá estava ele. Dizem que o homem é produto do meio. Isso não poderia ser mais verdadeiro. Se antes ele era somente um romântico incorrigível e inofensivo... Bem. Agora as coisas estão diferentes. E ele já sabia exatamente o que deveria fazer.

Primeiro? Um retiro às Américas. Seis meses longe sob o pretexto de tratamentos fisioterapêuticos e tudo mais. Claro, seus pais pensavam que era verdade, porque o que eles souberam foi de um assalto brutal, não um caso macabro de amor não correspondido. E o plano começava agora. Cinco metas para destruir a vida de um homem. Tire sua Família, seu dinheiro, sua reputação, sua sanidade e por fim, sua vida.

Não foi tão difícil fazer os primeiros. Até porque não foi difícil fingir arrependimento genuíno para se aproximar da família. É. Família. Enquanto ele estava fora, a garota virou mulher e casou com o seu nêmesis, tendo uma filha. Se é que me entende. O primeiro objetivo foi alcançado de uma forma bem simples. Uma prostituta, algumas fotos. Boom.

Segundo objetivo, dinheiro? Esse já foi um pouco mais complicado. Custou muito dinheiro e influência garantir que ao menos na cidade de Manchester ele nunca arrumasse um emprego. E admito que o terceiro foi um golpe de sorte. Sem dinheiro, ele recorreu ao crime. Foi pêgo pela polícia. A reputação já era. Sanidade foi mais um golpe de sorte que ele deu.

Logo após a meta 1 ter sido concluída, um câncer apareceu no desgraçado. E depois da fase 3 do plano ele estava leucêmico e divorciado, com uma recém nascida para criar. A meta quatro foi fácil? Algumas palavras como "você é inútil" e "porque não se mata?" ditas a alguém nesse estado fazem bastante peso. Não se diz essas coisas a um maníaco-depressivo.

E a etapa cinco foi a mais prazerosa. A vida foi levada... Por um suicídio. Na verdade foi um homicídio, seguido de suicídio. Num belo dia o desgraçado fugiu do hospital, deu um tiro na cabeça da mulher e se matou. Não preciso nem mesmo mencionar que ele ficou muito feliz quando soube. Conseguiu acabar com a vida de um homem sem sequer usar meios ilegais.

Isso só provava o quanto as coisas funcionavam bem. E de quebra, ainda ganhou uma filha. A filha que deveria ser sua. O bebê estava órfão e ele era o mais próximo que havia sobrado da "família". E sim, ele pegou a criança e adotou, como se fosse um espólio de guerra. Um prêmio. Sua "filha" se chama Denise e atualmente está com oito anos de idade. Ela nem desconfia que seu pai possa ter algo de mau.

Atualmente ele trabalha como inspetor da polícia. Em New York. Não queria que as pessoas chegassem sequer a comentar o caso, então pediu dinheiro aos pais para se estabelecer em New York o quanto antes. Os problemas com a mão o impediram de cursar universidade na época. Não chega nem perto da vida que tinha na Europa, mas dá para viver com conforto. Também não é o agente mais querido da corporação, é respeitado. Respeitado por ter o contato do comissário e de sua mulher, que já se mostraram como uma bela mão na roda.



Contato:

Comissário Richard Manson (Clique no nome)
É um homem de mais ou menos sessenta anos, com uma aparência bem caricata. Começou a se aproximar de Christopher depois do sucesso em um caso que trabalharam juntos, a respeito de um estuprador. Estuprador esse que até mesmo tentou atacar sua esposa. Depois disso, tornaram-se colegas próximos e até mesmo amigos. Christopher já foi convidado para a casa do inspetor algumas vezes e tem sua barra aliviada por ele de vez em quando, embora não possa e nem goste de contar muito com isso.


Margareth Manson (Clique no nome)
Uma mulher de aparentes cinquenta anos, de porte bem elegante. Conheceu Christopher de modo inesperado, sendo salva do ataque de um estuprador que estava sendo investigado por Christopher e seu marido. É esposa do comissário, além de ser grata até hoje por ter sido salva por Christopher. Geralmente a ajuda que ela oferece vem na forma de fofocas quentes da alta sociedade. Ela é uma socialite em ascensão e costuma ser bem discreta quando quer. Não trabalha em nada oficial, mas se aventura a promoter no tempo livre.
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