Constante(Andirá) -- Malkavian -- Camarilla

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Constante(Andirá) -- Malkavian -- Camarilla

Mensagem por painkiller em Sex Fev 10, 2012 8:22 pm

Nome: Caio
Personagem: Constante(Andira)
Clã: Malkaviano
Natureza: Monstro(Atrocidade específica: Arrancar as mãos de humanos dos quais se alimenta.)
Comportamento: Sobrevivente
Geração: 13ª
Refugio: Calibre(Algo como um museu onde expõe sua coleção de armas.)
Conceito: Soldado


Experiência:


ATRIBUTOS (7 - 5 - 3)

Físicos (5)
- Força: +1
- Destreza: +1 + 3
- Vigor: +1 + 2

Sociais (3)
- Carisma: +1
- Manipulação: +1 + 3
- Aparência: +1

Mentais (7)
- Percepção: +1 + 3
- Inteligência: +1 + 2
- Raciocínio: +1 + 2


HABILIDADES (13 - 9 - 5)

Talentos (13)
- Prontidão: +1
- Esportes: +3
- Briga: +1
- Esquiva: + 2
- Empatia: + 3
- Expressão:
- Intimidação:
- Liderança:
- Manha:
- Lábia: +3+1(2pb)(mentiras)

Perícias (9)
- Empatia c/ Animais:
- Ofícios:
- Condução:
- Etiqueta:
- Armas de Fogo: +3
- Armas Brancas: 1
- Performance: +2
- Segurança:
- Furtividade: + 3
- Sobrevivência:

Conhecimentos(5)
- Acadêmicos:
- Computador:
- Finanças:
- Investigação: +3+1(pb) pistas ocultas
- Direito:
- Lingüística:
- Medicina:
- Ocultismo: +2
- Política:
- Ciências:


VANTAGENS

Antecedentes (5)(5 pb)
Recursos + 5
contatos +2(gustav spooner-traficante de armas e Josh Mishra- dono de um museu de armas medievais)
influência +3

DISCIPLINAS(3) (7 pontos bônus)
Auspício
Demência +1
Ofuscação +1 +1 +1


Virtudes (7)
- Consciência ou Convicção: +1 +1

- Autocontrole ou Instinto: +1 + 2

- Coragem: +1 +4


HUMANIDADE: 5

FORÇA DE VONTADE:
5

QUALIDADES e DEFEITOS
Mordida infecciosa -2
cabeça quente -2
mentor espiritual +3

OBS:

Perturbação : Dupla Personalidade

PRELÚDIO

Quando tinha apenas seis anos de idade, Constante presenciou o que para ele se tornaria a principal fonte de sua visão fragmentada, de seus passos que um dia, seriam guiados por Malkavian. Um casal de psicopatas que estava sendo perseguido pela polícia há dias entra em sua casa, o homem aponta uma arma para a Mãe de Constante e manda-a preparar algo para comer, enquanto sua esposa brinca de uma forma doentia com o garoto que não consegue compreender aquela situação, mas sente um medo inconsciente daquela mulher que tem o rosto borrado com maquiagem azul. O pai de Constante saíra para trabalhar, era uma terça-feira. Os dois assassinos terminaram de comer, disseram para o menino prestar bem atenção, dispararam no joelho esquerdo da Mãe, ela gritava desesperadamente com medo do mesmo ser feito a seu filho, a psicopata então lentamente começa a cortar os membros da mulher berrante com uma serra elétrica portátil usada geralmente para a carpintaria de madeira, não de ossos... nada fazia sentido, o moleque gritava agonizantemente até que levou um chute veloz no peito, acordara no hospital com seu pai em prantos ao seu lado. Sua alma fora maculada com o mais fino véu de dor, a mais profunda infecção lá havia se instalado, hibernando um sono leve, esperando a hora de acordar. Aquele garoto estava destinado ao ódio, só não sabia ainda disso, sentia por enquanto somente dor e impotência, sentia frio.
Constante foi um soldado que durante sua vida desenvolveu um gosto desprezível por torturar inimigos devido ao trauma contido nas barreiras de seu inconciente, sempre trabalhou na divisão de inteligência investigando possíveis traidores e fazendo de tudo para ter a oportunidade de arrancar deles mais que informações. Quando tinha aproximadamente 15 anos viajou com seu pai(antropólogo) para uma tribo brasileira onde passou cerca de dois meses enquanto seu pai estudava a cultura daqueles indígenas. Neste período conviveu com os índios e principalmente o xamã que tinha aprendido a falar anteriormente, como ele mesmo dizia: "a língua dos Cari(homem branco)". Este homem costumava andar com ele pela selva ensinando-o sobre os espíritos da floresta, sobre os homens amaldiçoados que podiam se transformar em lobos e o ensinava alguns rituais para atrair boa sorte sempre em tudo que precisasse. O xamã acabou criando um amor de pai por aquele garoto e antes da viagem de volta para casa também viu que ele era de alguma forma perseguido por um mal interior, diferente e decidiu realizar um ritual para guiar o garoto pela vida, chamado: O sussurro de Tupã , no qual o sacerdote faria uma leitura espiritual da vítima e invocaria uma entidade que se prontificasse para guiá-lo, durante o ritual uma deusa feminina da tribo se materializara, ou pelo menos o xamã achava isso e ele chamou-a de Acemira(o que faz doer, o que é doloroso), o xamã ficou preocupado pois claramente não era uma entidade benéfica e perguntou para o espírito : " Por que decidiu se envolver com a vida deste kurumin?" e o espírito respondeu: " Sabe... Nossas almas estão ligadas de alguma forma, ele tem algo de raro e doentio que se mantém oculto em seu espírito e foi forte o suficiente para me atrair, então, já que agora devido ao seu ritual, serei eu seu guia. O xamã pensou e depois de derramar algumas lágrimas aceitou que a vida está repleta de bem e mal e que o equilíbrio deveria ser mantido, desejou sorte ao garoto e pediu ao espírito que o ajudasse sempre que possível. Constante cresceu sem muitos amigos e aceitando os conselhos da deusa Acemira, que bem verdade não passava de uma aparição, um espírito de uma turista que após ser estuprada, cozida e posteriormente devorada por uma tribo canibal, estava assombrando cada um dos índios que havia-a feito mal quando foi interrompida pelo ritual xamânico que prendeu-a a Constante, este logo que entrou para o exercito mostrou seu talento nato para a tortura e para a investigação, passou seu anos de vida assim até que um dia em suas férias, já com quarenta e cinco anos, um antigo membro do seu batalhão tocou a campainha e Constante só lembra de ter acordado depois amarrado em uma cama, do lado de algumas figuras insanas, com muita sede de sangue. Tinha sido abraçado por um Malkaviano e o abraço deu voz e vida ao lado mais escuro de Constante, nascia naquele momento Andirá, sua segunda personalidade, um sadista que tinha uma fixação especial por arrancar as mãos de suas vítimas. A partir daí Contante dividiu aquele corpo com Andirá, sempre escutando a orientação espiritual de Acemira, saiu do exercito e comprou um terreno com suas economias onde construíra um museu para expor sua coleção de armamentos antigos e modernos, fez daquilo sua forma de ganhar dinheiro e também seu refúgio durante o dia.

Breve explanação sobre o comportamento de cada personalidade:
Contante (primária);
Depois de se tornar um cainita, aquela dor que guardava tão profundamente parece ter se mudado, deixou apenas alguns móveis para trás que ainda permitiam ao Novo vampiro sentir prazer no sadismo, mas um prazer tão comum quanto a pedofilia de padres católicos, um prazer humano. Ele é calmo, está de acordo com as regras da sociedade vampírica e vive cumprindo seus deveres de acordo com o príncipe vigente ou como ele gosta de ver em sua forma de pensar hierarquizada pelos anos de exercito: O General.
Desconhece a existência de Andirá.
P.s.: costuma até bater continência quando superiores da camarilla entram em algum recinto no qual se encontra.
Sabe que todo malkaviano tem uma benção sagrada e acredita que a sua é esquecer das situações ruins que passa, sabe que seu corpo continua funcionando, mas não tem interesse em descobrir como e prefere evitar essas lembranças que talvez possam ser alcançadas.

Andirá (secundária);
Toma para si a ideia de mais uma maldição que veio untada no sangue malkaviano, todo o ódio abafado do homem, a raiva concentrada em um único objetivo: se tornar mais forte para provar sua capacidade de sobrevivência, sua mãe mortal morreu por que era fraca, por que não estava preparada, Andirá está preparado e tem asco por seres humanos, apesar de não os desejar mortos sente um prazer sádico bem mais profundo que constante e um vício: cortar as mãos daqueles os quais se alimenta. Desenvolveu também total subversão a sistemas hierárquicos e basicamente continuará na camarilla enquanto achar útil para si. Possui até mesmo um envolvimento melhor com a deusa Acemira e acredita que foi por causa dela que ele foi despertado. Reconhece o passado de sua vida e que divide o corpo com Constante, mas este é um fato que só lhe interessará quando for necessário.
Costuma tomar o controle corpóreo em uma situação de combate, quando está sobre pressão violenta, sempre que vê sangue, sempre que se alimenta, nos restos das situações geralmente Constante tem o controle.


Adendo 1. O colégio militar.
Tendo sempre frequentado o colégio militar, Constante teve um vínculo forte com esportes tento se afeiçoado mais e até tido um pouco de destaque no triatlon, participando de várias competições e ganhando certo prestígio entre os participantes das categorias de base.


Adendo 2. A Coleção.
Durante os anos que serviu ao exército, Contante desenvolveu um gosto peculiar por colecionar tanto armas de fogo, quanto armas brancas e utensílios históricos que serviriam para torturar. Para isso teve que driblar algumas barreiras burocráticas que impediriam uma pessoa comum de conseguir tais armamentos, ganhou a confiança de seus chefes, bajulou seus inimigos, traiu e se aliou as pessoas certas até ser indicado para um trabalho com um dos homens mais influentes do exército e do governo naquela época, o General de divisão que cuidava das apreensões de armas que o exército fazia em outros países, um contato importante tanto diplomaticamente quanto para sua tão almejada coleção de armas, seu arsenal particular. O serviço era: Investigar quem estava roubando os explosivos apreendidos de uma facção terrorista no Egito. Uma equipe foi escolhida para acompanhar Constante, O General era o chefe da investigação, a viagem para o Egito foi tranquila, chegando lá alguns prisioneiros foram separados e Contante interrogara cada um deles separadamente até descobrir o que estava acontecendo enquanto os outros membros do grupo cuidavam cada um de suas respectivas obrigações. Depois de descobrir o que estava acontecendo o caso foi encaminhado para as devidas autoridades que cuidaram do resto. Depois deste serviço Constante passou a integrar o grupo particular de operações do General Gustav Spooner que depois de um tempo desenvolveu essa relação de quid pro quo. Enquanto Constante fazia qualquer serviço tanto oficial ou extra-oficial para Gustav, Gustav o recompensava com as armas que quisesse dentro daquelas apreendidas ou com algum contato para armas históricas e incomuns também, no Egito por exemplo, conseguiu uma lança decorativa que estava em um mausoléu recém descoberto. Continuou por muito tempo assim, cerca de 15 anos, quando o general desapareceu junto com alguns outros membros do grupo até que um deles bateu à porta de Constante naquele dia de suas férias quando foi abraçado, sim ele havia sido abraçado pelo seu General e no grupo que havia naquele quarto estavam Daniel e também Susan, dois dos antigos companheiros do grupo particular de Gustav. Agora aqueles três malkavianos tinham uma relação obscura com o tráfico de armas, disseram para Constante apenas que o abraço fora um presente por todos os anos de serviço, conversaram um pouco sobre seu trabalho atual e indicaram-lhe o que fazer para seguir uma não vida tranquila. Disseram que sempre que Constante desejasse algo poderia entrar em contato e foram embora.
Desenvolvendo sua coleção durante a não vida Constante precisou se passar por um ser humano comum, para realizar contato tanto com os empregados que contratou para atender os visitantes de sua coleção, como com alguns donos de museus que serviriam para aumentar sua coleção e trazer algumas exposições para serem exibidas no Calibre. Conheceu também um ventrue de nome Josh Mishra que possuía um museu de armas medievais na alemanha, haviam negociado e comprado, vendido e trocado armas entre si.

Inventário geral da coleção: São cerca de 400 itens entre armas de fogo, espadas, facas, um lança misseis, várias granadas que estão expostas contanto a evolução das bombas, também umas minas terrestres e escudos medievais, lanças e alguns lança chamas de diversos modelos.

O personagem costuma se vestir com uma roupa de couro rústico marrom que cobria todo seu corpo, menos a cabeça, onde deixava seu cabelo longo e preto exposto e pintava todo seu rosto com uma tinta indígena preta, fazendo somente uma faixa vermelha nos olhos com urucum e anda com uma bengala feita do fêmur de um jacaré estilizada com desenhos característicos indígenas.
Carrega uma pistola com silenciador, um celular com gps e duas facas militares em seu corpo. Em uma mochila comum também leva uma lanterna, fluido para isqueiro e um zippo e dois sinalizadores. Materiais que considera essenciais para sobrevivência.


Off: A coleção de armas trás armas raras, algumas antigas, outras atuais, que são utilizadas na forma de exposição, sendo cerca de duzentos itens.


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