Klãnciüs Vladmir Vantarrilus - Lasombra - Independente

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Klãnciüs Vladmir Vantarrilus - Lasombra - Independente

Mensagem por Curtis Marshall em Qui Out 06, 2011 10:25 am

Nome: Diogo Nick OOUO
Personagem: Klãnciüns Vladimir Vantarrilus
Clã: Lasombra
Natureza: Manipulativo / Monstro
Comportamento: Perfeccionista
Geração: 10ª
Refugio: Pequena casa em Massachusetts, Boston
Conceito: Acionista / Empresario


Experiência:


ATRIBUTOS (7 - 5 - 3)

Físicos 3
- Força: 0+1
- Destreza: 1+1
- Vigor: 2+1

Sociais 3
- Carisma: 2+1
- Manipulação: 4+1
- Aparência: 1+1

Mentais 5
- Percepção: 1+1
- Inteligência: 2+1
- Raciocínio: 2+1


HABILIDADES (13 - 9 - 5)

Talentos 13
- Prontidão: 3
- Esportes:1
- Briga:1
- Esquiva:2
- Empatia:3
- Expressão:
- Intimidação:
- Liderança:
- Manha:
- Lábia:3

Perícias 5
- Empatia c/ Animais:
- Ofícios:
- Condução:2
- Etiqueta:2
- Armas de Fogo:
- Armas Brancas:
- Performance:
- Segurança:
- Furtividade:1
- Sobrevivência:

Conhecimentos 9
- Acadêmicos:2
- Computador:
- Finanças:3
- Investigação:
- Direito:
- Lingüística:1
- Medicina:
- Ocultismo:3
- Política:
- Ciências:


VANTAGENS

Antecedentes (5)
Recursos 2
Geração 3
---------------


DISCIPLINAS(3)
Tenebrosidade 3
-------------



Virtudes (7)
- Consciência ou Convicção: 1+1

- Autocontrole ou Instinto: 2+1

- Coragem: 4+1


HUMANIDADE: 5

FORÇA DE VONTADE: 5 +1 pts


QUALIDADES e DEFEITOS
Voz Encantadora -2
Concentração -1
Memoria Eidetica -2
Linguista Nato -2
Temperamento Calmo -3
Natureza Dupla -2
Visao Agusada -1
Bom Senso -1

OBS:


PRELÚDIO
Dividido em Capitulos.
Capitulo 1 (Infancia)
Klãnciüns, nascido em Massachusetts, Boston. Eu morei na rua desde que nasci, meus pais e eu ficávamos em uma casinha feita de algumas madeiras e papelões, por algum milagre quando chovia não entrava nem uma gota de agua e as tempestades nunca eram muito fortes naquela parte do bairro. Meu pai já tinha sido um vendedor muito bem sucedido e minha mãe uma excelente física, mas por algum motivo que eles nunca me contaram e a vida deles se tornou uma desgrasa, mas isso não me incomodava, eu estava mais preocupado com o agora do que com o antes.
Ao completar 6 anos de idade fui para a escola publica, se me lembro o nome era hummmm, “e não me lembro”, e mais isso não importa, O que importa e que nessa época eu conheci Marlesom meu professor do primário, eu tive muita sorte em conhecer ele, porque la na minha escola os professores pegavam as turmas e davam aula para elas em todas as matérias ate o ensino médio, diziam que ele era de longe o melhor professor, que so não dava aula ne faculdade porque não quaria.

Capitulo 2 (Um desenvolvimento formidavel)
As aulas de Marlesom eram muito puxadas e dificílimas, pelo menos era isso que diziam os outros alunos, eu sempre ficava espantado como os outros tiravam notas tão baixas em coisas tão simples, com o tempo os outros alunos ficaram para traz e foram para outras turmas, e meu professor, começou a me dar aulas particulares para que eu pudesse ir para uma turma mais avançada, quando eu já estava no nível de ir para uma turma melhor ele assumia a turma, porem era sempre a mesma coisa o povo não conseguia acompanhae e eu ia para uma turma mais avançada.

Capitulo 3 (Limitações)
Eu já avia chegado a uma certa idade que já poderia começar a trabalhar para ajudar em minha casa, arumei um emprego em um supermercado, e comecei a trabalhar 2 horarios, eu estava ficando muito cansado e meu desenvolvimento na escola não estava indo tão bem quanto o de costume, e, eu acho, quanto os outros esperavam de mim, depois de uma prova em que eu tirei 9 por errar uma questão boba de sinais meu professor sentou comigo, e perguntou o que estava me destraindo, falando que eu era bom o suficiente para fechar aquela prova sem nem prestar atenção direito e que eu nunca avia cometido um erro bobo daqueles, eu falei para ele que poderia ser que eu estava bastante destraido pelo cansaso de trabalhar dois turnos. Nesse momento eu vi os olhos do meu professor se fransirem e ele perguntou-me com um tom serio que nunca havia visto antes, me leve ate seus pais, presiso conversar com eles.

Capitulo 4 (Uma solução talveis?)
Quando cheguei em casa acompanhado de meu professor, só meu pai que estava la, minha mãe tinha saído para vender as latinhas da semana. Meu professor meu meu algumas notas e falou va comprar alguma coisa para se divertir e me deixe conversar com seu pai a sós. Quando acabei de contar o dinheiro falei professor acho que você se enganou, vc me deu 100 dolares, ele me falou mas e isso mesmo, pode ficar para você. Eu não acreditei nas palavras que ele havia acabado de dizer pensei em comprar todo o tipo de coisas por alguns instantes , porem a realidade logicamente me chamou mais alto, e eu falei para meu pai, que ia deixar 90 dolares na lata e 10 eu ia comprar pao e suprimento no mercado antes que fechasse.
Quando voltei para casa, minha mae e meu pai estavam no lado de fora com meu professor, quando eu estava a uns 50 metros meu professor saiu e pegou um taxi na rua, naquela noite, nem minha mae, nem meu pai, me falaram sobre o que eles conversaram com meu professor, o clima da casa estava tenso, eu eu so tratei de comer e durmir pois no outro dia eu tinha, aula e trabalho.

Capitulo 5 (Acidente)
No outro dia la na escola estava tudo normal, ainda estava cansado por ter trabalhado nos dois primeiros turnos, meu professor não comentou sobre o assunto e quando toquei nele, ele desviou a conversa para outro assunto. Na outra semana meu professor me acompanhou novamente, ate minha casa, nos não disemos uma palavra mas acho que não era nescesario. Chegando la, o barraco estava todo desmontado, eu não sabia o que tinha acontecido, olhei para meu pai e sai correndo na rua gritando o que havia aconteceido, foi nesse momento que eu vi uma forte luz senti uma grande dor e depois tudo ficou preto, pelo menos e isso que me lembro.

Capitulo 5,5 (Hospital)
Quando acordei os médicos me disseram que eu durmi durante uma semana, fiquei surpreso, achei que tivesse realmente morrido, pelo o que eu consegui organizar de minha mamoria destorcida que vagamente me lembro achei que tivesse pelo menos perdido um braço, bom acho que talveis seja so empresao mesmo, mas eu me sinto mais diferente, agora me sinto mais resistente do que antes, Marlesom chegou em meu quarto, com uma cesta repleta de todo os tipos de comidas, ele estava acompanhado de uma linda mulher estranha que me dava arrepios. -E sua esposa, perguntei ao professor. Ele riu e olhou para ela com a cabeça meia baixa, e ela perguntou, se eu me sentia bem, eu respondio que sim, e eles se sentaram, com uma cara mais seria me explicaram o que tinha acontecido.

Capitulo 6 (Recomeço)
Meu pai e minha mae tentaram me buscar mas também foram atropelados por um ônibus que derrapou na pista por conta de óleo no asfalto, eu fui atropelado por um carro, mas não sai muito ferido, desmaiei pela pancada na cabeça. Lucita era a diretora da escola a alguns meses, e veio me visitar junto com o professor. Eu já estava quase completando o ensino médio e esse acidente poderia por em risco minha educação, já que não tinha nem mesmo uma casa. Mas Marlesom me ofereceu um quarto enquanto eu não tivesse uma boa estrutura para morar, e Lucita já estava cuidando das papeladas da adoção, afinal eu ainda tinha 17 anos, ela disse que iria me adotar ate os 18, para eu não ir para um abrigo qualquer. Eu aceitei a oferta, e agradeci muito os dois pela ajuda. A perda dos meus pais não me afetou muito, eu estava mais preocupado em subir na vida o mais rápido possível.

Capitulo 7 (Sucesso) “7 e considerado o numero da perfeição”
Entao foi assim até o final da faculdade, me formei em em finanças. Com meu talento, logo fui contratado em uma empresa, e passei a morar sozinho, em 3 anos já tinha alcançado uma conta multimilionária no banco. Eu tinha uma reunião marcada as 21:00 com 3 empresarios que pelos meus cálculos, me deixariam umas 2 ou talveis 3 veses mais rico em questão de pouco tempo.

Capitulo 8 (Má sorte)
A reunião era em uma mansão próximo da cidade, peguei minha BMW e fui ate a mansão cheguei com meia hora de antecedência, um dos empresários era o dono da mansão, eu queria que ele se sentisse avontade comigo assim seria mais fasil convencelo de que o negocio era bom para ele, embora não fosse bem assim. Conversamos por volta de uns 20 minutos e ele já estava meio bêbado, perfeito para ser manipulado. A campainha tocou e quem entrou pela porta não foram 2 velhos como eu havia pensado, entraram 7 homens armados declarando que era um sequestro, rapidamente eu bipei para a primeira pessoa de minha agenda, nem vi quem era, desliguei o bip e o escondi debaixo do outro sofá, eu não estava com nenhum outro aparelho se não aquele, rapidamente os bandidos tomaram toda a casa, e nos mandaram transferir todo nosso dinheiro para uma conta deles através de um notebook. Eu pensei” merda, depois de tanto trabalho para conseguir isso, mas pelo menos ainda vou ter meus contatos, em algum tempo devo conseguir recuperar o prejuízo, e boa parte de minha grana esta em uma conta secreta, não tem como eles saberem, com isso não devo ter tanto prejuízo.”

Capitulo 9 (Abraço)
Quando acabei de transferir meus bem para a conta dele, ele virou para mim e falou a próxima, porfavor. Não sei o que aconteceu comigo, mas eu continuei a transferir o dinheiro como se eu estivesse fazendo algo bom, derrepente, uma nuvem negra invadiu a sala, era como se um demônio, estivesse vindo nos matar, em questão de 1 ou 2 segundos toda a sala estava escura, e eu não conseguia respirar, senti uma forte corrente elétrica passando por mim e não ouvia mais meu coração bater. Com meu ultimo folego, eu disse, não.......est......nao sera meu........fim?
Abri meus olhos, senti algo de deferente, meu corpo palpitava por comida, qualquer que fosse, ao meu lado um homem, um daqueles malditos que envadiram a casa, meus dentes doíam, e algo me puxava em direção a ele, o controle de meu corpo não era mais meu, me assisti devorando aquele homem, aquele que agora diante de meus olhos parecia tao delicioso e satisfatório que não consegui me deter nem por um instante, ou melhor quanto mais eu bebia o se sangue mais eu queria beber, quando estava acabando, eu não queria saber ainda sentia que não estava satisfeito. Eu falei mais um, mais um, MAIS UM, foi então que ouvi, ouvi um outro coração batento em acelerado, a luz fazia doer meu olhos mas não queria saber de destracoes so quera mais, mais muito mais. Segui o som como um leopardo faminto correndo ate um coelho, quando virei cai aquela esquina escorregando no chão da cosinha, vi Marlesom, mas o vi não como meu professor, meu amigo que me ajudou a subir na vida, o vi como a próxima refeição, vuei em direção ao seu pescoço, ele estava com uma estaca em suas mãos preparado para me acertar, por alguns segundos exitei, porem senti meu corpo mais forte do que nunca avera sentido antes, senti confiança, corri para cima dele de uma forma que eu nem sequer imaginava possível, minha fome aumentou, e eu sentia que já poderia devoralo totalmente, quando cheguei perto ele enfiou a estaca em meu peito, ham. Era isso que eu tinha penasado, mas meu corpo foi mais rápido do que isso, talveis seja pelas minhas aulas de karate, ou por ter me acustumado a correr de brigas na escola, que seja, surgiu uma abertura, eu a aproveitei, e enfiei meus dentes no macio pescoso de meu ex-professor, após alguns goles eu me saciei, depois de ver seu corpo morto, não me arempendi, ali agora para mim sua vida serviu muito mais do que serveria de qualquer forma.

Capitulo 10 (Pos-vida)
Lucita aparareceu, e de alguma forma eu estava muito calmo e mais manso, minha fome já estava saciada, mas não acho que seja por isso, acho que a beleza dela, me conquistou. Lucita me explicado no que eu avia me transformado, e que ela me transformou porque algo em mim lhe chamava a atenção, eu perguntei o que ela queria em troca, e ela falou que um simples obrigado lhe serviria. Eu a agradeci e no próximo ano que se passou Lucita se dedicou, a me ensinar, me ensinou a beber, me ensinou a manipular meu verdadeiro eu, a me socializar com outros, e a domesticar humanos, e a criar outro de minha espécie, me falou das belezas da pos vida, e porque ela vivia. Nesse tempo eu achei meu próprio rumo e objetivos, queria ser mais forte, queria ser tao bom quanto ela, queria chegar mais próximo dos que ela dizia serem os verdadeiros governantes, há acho que me facinei pelo poder, agora tudo que eu quero e achar um meio de atingilo. Lucita ria quando lhe contava, minhas ambições, falava que era difícil mas não impossível, e que se um dia eu achegase tao alto quanto eu esperava, ela estaria la para ver. Mas ate la eu não há veria mais, e como uma sombra lucita desapareceu naquela noite, senti como se tuto tivesse sido um sonho, mas não era mais, um sonho, agora eu estava só em um grande mundo querendo crescer.



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