Brian Murdock (Gangrel Rural) Sabá

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Brian Murdock (Gangrel Rural) Sabá

Mensagem por Crowley em Sex Ago 19, 2011 7:14 pm

Personagem: Brian Murdock
Clã: Gangrel Rural
Natureza: Sobrevivente
Comportamento: Juiz
Geração: 13ª
Refugio:
Conceito: Fuzileiro


Experiência:


ATRIBUTOS (7 - 5 - 3)

Físicos
- Força: 2+1
- Destreza: 2+1
- Vigor: 3+1 (Resistente)

Sociais
- Carisma: 1+1
- Manipulação: 1
- Aparência: 2+1

Mentais
- Percepção: 2+1
- Inteligência: 1+1
- Raciocínio: 2+1


HABILIDADES (13 - 9 - 5)

Talentos
- Prontidão: 3
- Esportes: 2 (4PB)
- Briga: 4 (2PB) KICKBOXING
- Esquiva: 3
- Empatia:
- Expressão:
- Intimidação:
- Liderança:
- Manha:
- Lábia:

Perícias
- Empatia c/ Animais:
- Ofícios:
- Condução: 2
- Etiqueta:
- Armas de Fogo: 3 (2PB)
- Armas Brancas: 3
- Performance:
- Segurança:
- Furtividade: 3
- Sobrevivência: 3

Conhecimentos
- Acadêmicos:
- Computador:
- Finanças:
- Investigação: 2
- Direito: 2
- Lingüística:
- Medicina:
- Ocultismo: 1
- Política:
- Ciências:


VANTAGENS

Antecedentes (0)
- Mentor 1 (Mila Cesari) (1PB)
- Recursos 2 (2PB)


DISCIPLINAS(4)
- Fortitude 2
- Metamorfose 2



Virtudes (5)
- Consciência ou Convicção: 2

- Autocontrole ou Instinto: 4 (2PB)

- Coragem: 3


TRILHA DO ACORDO HONRADO 5

FORÇA DE VONTADE: 3+4PB=7


EQUIPAMENTO: Faca de combate, pistola semi-automática,celular, relógio, carteira com alguns dólares, motocicleta.
IMÓVEIS: Uma fazenda.

MENTORA
* Clã: Gangrel Rural
Geração atual: Desconhecida. No momento do abraço de Brian ela pertencia a 12ª, mas como ele não tem mais contato com ela já faz algum tempo não se sabe ao certo se houve modificações. Brian desconhece quem seria o mentor de Mila.
Aparência: Olhos castanhos, cabelos ruivos, pele clara, lábios vermelhos e pequenos. Possui um corpo atraente, seios fartos, quadril largo e um perfume muito sedutor. Não gosta de trajar muitas peças de roupa, geralmente apenas a parte de cima de um top ou apenas o sutiã ou biquine, mais uma calça jeans ou um shorts curto.
Sabá: Na seita ela ocupa o cargo de Ductos em um pequeno bando de apenas 5 membros contando com ela. Mila é responsável pelos ensinamentos de Brian desde a cultura e história do Sabá, o Código de Milão, desenvolvimento de suas disciplinas até os ensinamentos da Trilha da Sabedoria, Trilha do Acordo Honrado.

QUALIDADES e DEFEITOS
Incapacidade de Atravessar Água Corrente: (3 pontos de Defeito)
Você é incapaz de atravessar água corrente sem que esteja a pelo menos 15 metros acima dela. Denomina-se .água corrente. qualquer corpo aquoso com mais de meio metro de largura em qualquer direção e que não esteja completamente estagnado. Um Membro com este Defeito obviamente acredita em velhos contos da carochinha.
*O episódio em sua ultima missão como fuzileiro deixou um trauma profundo em Brian. Sua mente ainda recorda de como aquelas mandíbulas e dentes afiados partiam seus companheiros como se fosse nada. O terror de não saber de onde vira o próximo ataque em meio a água turva de barro e sangue. Toda vez que Brian se depara com algum rio ou mesmo o mar ele pode ouvir o grito de seus companheiros, sentir o hálito quente e podre vindo da boca daquelas criaturas enquanto devoravam suas presas. Ele não necessariamente ira correr daquele local se estivesse ainda na superfície, mas de maneira alguma entrara na água, mesmo que sua vida dependa disso.

Inimigo: (1) (ANTONY WHITE "TONI")
*O punk que teve a garganta atravessada por um pedaço do bastão com um chute de Brian.)
Você tem um inimigo ou talvez um grupo de inimigos, que procuram feri-lo. O nível de poder desses inimigos é determinado pelo valor deste Defeito. Os inimigos mais poderosos (Matusaléns ou Arquimagos) seriam Defeitos de cinco pontos, enquanto alguém mais próximo ao seu próprio poder valeria apenas um ponto. Você precisa decidir quem é o seu inimigo e como vocês se voltaram um contra o outro.



Visão Aguçada: (1 ponto de Qualidade)
Você é dotado de uma visão incrivelmente aguçada. As dificuldades de todos os testes relacionados à visão (ex.: um teste de Percepção para encontrar uma pista, ou Percepção + Prontidão para ver a sombra de um atacante que se aproxima) são reduzidas em um. Combinada com Sentidos Aguçados (Auspício de Nível Um), esta Qualidade pode oferecer uma acuidade visual sobre-humana.

Exclusão de Presa: (1 ponto de Defeito) (POLICIAS)
Você se recusa a caçar certos tipos de presas. Por exemplo, um amante de animais pode decidir caçar apenas humanos, ou um personagem pode decidir poupar uma classe de pessoas que ele particularmente admira: policiais, professores, profissionais de saúde, clérigos, ativistas pela paz, etc.
Você se sente perturbado quando os outros se alimentam deste tipo de presa, e pode até mesmo entrar em frenesi (a critério do Narrador). Se você acidentalmente se alimentar desse tipo de presa, entrará automaticamente em frenesi e precisará ser bem sucedido num teste para evitar a perda de Humanidade (Dificuldade 8 ou maior). Atenção: Isto não é tão rigoroso quanto a limitação dos Ventrue, que limita um vampiro a certos tipos de presas (de modo que os Ventrue não podem adotar este Defeito).

Audição Aguçada: (1 ponto de Qualidade)
Você possui uma audição excepcionalmente aguçada, mesmo para um vampiro. As dificuldades de todos os testes que se relacionarem com audição (como Percepção + Prontidão para ouvir um ruído fraco, ou Percepção + Linguística para acompanhar uma conversa em língua estrangeira) são reduzidas em dois pontos. Combinada com Sentidos Aguçados (Auspício de Nível Um), esta Qualidade pode prover uma acuidade de audição sobre-humana.

Ambidestro: (1 ponto de Qualidade)
Você possui um nível elevado de destreza manual, podendo executar tarefas com a mão inábil sem sofrer penalidades. A penalidade normal para usar as duas mãos ao mesmo tempo para executar tarefas diferentes (como lutar com uma arma em cada mão) é acrescentar um ponto de dificuldade para a mão hábil e três pontos de dificuldade para a outra mão.

OBS:


PRELÚDIO

Brian foi criado apenas por seu pai, Francis Murdock, um policial que tinha fama de "linha dura" entre os seus companheiros. Sua infância não foi lá muito comum, apesar de ir para a escola e ter alguns amigos como toda criança, nos finais de semana ele não ia ao parque ou cinema, esses dias eram especiais, pelo menos para seu pai. Ambos saiam da cidade e partiam para uma antiga fazenda que pertencia a seu falecido avô, seu pai se empolgava com as histórias de como crescera arando aqueles campos para a plantação, carregando o feno o celeiro, cavalgando pelo pasto atrás do gado e seu passatempo favorito, caçando, se metendo na pequena mata nos limites do pasto, onde ficava por dois ou três dias acampando, apenas com sua espingarda e uma mochila com um kit de primeiro socorros, não levava comida, para não passar fome devia encontrar seu almoço e janta, e era para isso esses finais de semana, ensinar Brian tudo aquilo que ele aprendeu, até chegar o dia em que seu filho seguisse seus mesmos passos ou fosse mais além, se tornar um soldado ou um fuzileiro.

Dezete anos se passaram, os finais de semana na antiga fazenda ainda faziam parte da vida de Brian, assim como a academia, as aulas de defesa pessoal, boxe tailandês, boxe, e a sua preferida, as de tiro. Com muito esforço e sorte conseguiu se aprovar no colégio e no mesmo dia ia comemorar com seu pai. Seu velho estava muito estranho nesses últimos dias, mal dormia, sempre lendo um monte de papéis de algum caso, mas tudo piorava quando o telefone tocava, ele não contava para Brian, mas o filho sabia que algo estava errado, aquelas ligações sempre o atormentavam. Nos últimos dias ele resolvera buscar o filho na frente do colégio, Brian tentou convence-lo de que não era necessário, mas ele se enfureceu e disse que não era uma escolha do filho, ele ia e pronto. Por isso Brian estava sentado em um banco de baixo de uma árvore logo em frente do colégio, ele estava ansioso para comemorar com seu velho, mas o tempo se passava e nada de ele chegar. Após uma hora e dezenas de ligações não atendidas Brian desiste e decide ir a pé mesmo, mesmo sabendo que demoraria quase uma hora para chegar.
Ao chegar no quarteirão de sua casa seus olhos avistavam uma grande movimentação na rua, uma grande nuvem de fumaça subia ao céu, havia policias, bombeiros e uma ambulância acabava de passar por ele em alta velocidade, freando logo em seguida em frente a uma casa, a sua casa. Ele jogava sua mochila e corria em direção a sua casa, seu coração acelerava, ele empurrava os curiosos que se aglomeravam em volta do cordão da policia, chegando assim a frente onde podia ver o que tinha acontecido, o desespero tomava conta, o carro de seu pai estava em chamas, os bombeiros jogavam água sobre as chamas, Brian passava pelo cordão e corria em direção ao carro, seu pai não podia estar lá dentro, mas antes que ele conseguisse se aproximar um braço o agarrava e o detinha.
-- Segure o garoto Roi, não deixe ele chegar até aqui - gritava um dos policias que estava perto do carro. Brian gritava desesperado.
-- ME SOLTEM DESGRAÇADOS, EU PRECISO VER MEU PAI, ONDE ELE ESTÁAA??- O policial mal conseguia conte-lo, os anos de academia e de aulas de artes marciais serviam bem aquela hora, em um instante ele arremessava o policial para o chão e continuava a correr. Mas toda aquela força desaparecia ao chegar até a janela do carro, seus joelhos cediam ao ver o pai carbonizado, as lágrimas caiam de seu rosto, seus punhos socavam o chão, seu choro era de desespero. Os policiais que ia tentar impedi-lo agora paravam a sua volta sem saber o que fazer. Um deles então finalmente ia em sua direção, era Ruan Domingos, o parceiro de seu pai, ele sentou ao lado de Brian, olhando as chamas que consumiam a vida de seu parceiro.
-- Ele foi um grande homem Brian, mesmo com todas as ameaças e perigos ele sempre escolheu fazer o que era certo. Francis sempre falou do orgulho que sentia por você, ele ensinou tudo o que sabia para você garoto, ele ainda vai viver dentro de você, é com você agora.

Os anos se passaram, Brian seguia o caminho que seu pai traçara para ele, foi membro dos fuzileiros, mais especificamente na força especial da marinha, os Navy Seals. Os anos de treino em sua infância mostravam seus resultados agora. Os treinamentos eram duros, mas ele suportava, nada se comparava as missões, a adrenalina que corria em suas veias em meio ao tiroteio, as fugas, os ataques, as mortes. Aqueles anos de combate afetam a mente de qualquer ser humano e com ele não ia ser diferente. A morte era companheira de todos ali, em todas as missões era matar ou morrer, logo restava apenas uma escolha. Quando a marinha percebia que seus homens estavam sofrente com o estresse causado pelos combates ela lhes dava férias e essa era a ordem que chegava ao Brian. Sua ultima missão havia sido concluída com sucesso, mas todos do batalhão estavam em choque, pelo menos os três que haviam restado do grupo de sete. Eles haviam sido ordenados a resgatar um médico americano em uma vila no norte da África, tudo havia se saindo como planejado, até a chegada inesperada de um grupo rebelde, começava então um troca de tiros, o grupo de operação foi forçado a adentrar a mata para se abrigar e fugir com o médico, mas uma antiga mina escondida no chão da mata acidentalmente foi acionada e feriu três dos fuzileiros. Os outros quatro tentaram salva-los e conseguiram carrega-los em fuga até a margem de um rio, não havia outra alternativa senão cruza-lo, com muito esforço eles tentavam carregar seus companheiros, mas o sangue que jorrava dos ferimentos atraia os crocodilos da região, logo eles foram forçados a deixar para trás os companheiros para não serem devorados. Depois disso conseguiram chegar até um posto avançado e serem resgatados.
Brian havia decidido visitar o tumulo de seu pai em New York em seus merecidas férias, no dia seguinte estaria embarcando para Miami aproveitar o restante das férias no litoral. Domingos, o antigo parceiro de seu pai havia ligado para combinar de tomar umas em um bar, Brian estava atrasado por causa que havia se perdido, ele acelerava em sua moto para compensar o tempo, quando nota em seu retrovisor duas motos se aproximando, parecia um bando de marginais, trajavam jaqueta de couro e dois tinham moicanos estilo punk's. Brian acelerava e via que eles faziam o mesmo, começavam a segui-lo, ele virava em um rua pequena e via que tinha sido um péssima escolha, parecia que algum tubo de gás havia explodido no subsolo e abriu uma cratera na rua, ele freava a moto e dava meia volta, mas era tarde, as duas motos ja haviam fechado seu caminho, um dos caras com jaqueta de couro com moicano descia de moto, ele não era muito forte, mas segurava um bastão de madeira cheio de pregos enferrujados, os outros três também desciam e começavam a ameaçar Brian.
-- Essa moto é muito maneira "gado", por que você não me entrega ela e eu não te machuco muito - Dizia o cara com o bastão, os outros três riam e se armavam também. Brian descia da moto, sua pistola semi-automática estava em sua cintura, retirava seu capacete e colocava sob o banco da moto.
-- Se você a quer tanto assim vem pegar - dizia Brian em tom de desafio. O marginal se enfurecia com a atitude de Brian e corria em sua direção, era rápido, mais rápido que qualquer um que o fuzileiro já havia visto, instintivamente seu corpo se jogava para o lado, rolando no chão e sua mão corria até o cabo de sua arma, ele esquivava no momento certo, o homem girava o bastão no ar enfurecido, Brian disparava em seu pé direito apenas para para-lo, a bala acertava em cheio, o homem gemia de dor, mas não caia, o sangramento parava rapidamente.
-- SEU SACO DE SANGUE DESGRAÇADO FILHO DE UM PUTA, VOU ARRANCAR SUAS TRIPAS E DAR PARA OS MEUS CACHORROS - ele girava mais uma vez o bastão, Brian rolava para o lado, a força do impacto era tão grande que a madeira do bastão se partia o rachando em dois, o punk jogava o bastão quebrado no chão, Brian mal tinha tempo de se levantar quando sentiu um forte impacto em seu estomago, ele dava alguns passos para trás, o adversário era incrivelmente ágil e forte, ele mal se recuperava do primeiro golpe e percebia que ia levar o segundo, seu braço se moveu rapidamente erguendo a arma em direção da cabeça do marginal, o som do disparo ecoou pela rua, a bala acertava em cheio a testa do desgraçado, mas por Deus, pensava Brian, como aquele homem ainda estava de pé? Mesmo levando um tiro entre os olhos o marginal não cedia ao chão, ao contrario, começava a rir, uma risada histérica, sua cabeça que havia se curvado pela força da bala agora voltava a posição normal, Brian sentia sua alma congelar ao encarar aqueles olhos vermelhos, seus dentes caninos eram longos e afiados, suas pernas não conseguiam se mover, estavam paralisadas, os punhos do marginal se fechavam e ele acertava um poderoso soco em seu rosto, em seguida segurava seu braço e o arremessa-vá com uma força desumana contra a parede. Brian caia no chão, o sangue escorria por sua garganta até sua boca, sua arma não estava mais em suas mãos, não dava para enfrentar aquele cara só com as mãos limpas, ele percebia então que havia caído ao lado de uma das partes do bastão que havia se rachado, discretamente fingiu tentar se levantar e caiu novamente gritando de dor, mas agora conseguia agarrar o bastão com sua mão direita e escondia dentro da manga da jaqueta. Ele se levanta então novamentecom o muito esforço , estava ofegante, o sangue não parava de escorrer por sua boca.
-- Que merda é você? - Perguntava Brian. O marginal andava lentamente em sua direção com um sorriso no rosto.
-- Eu sou aquele que ira tirar toda sua vida gole por gole, o puto que enfiara essa arma em seu rabo e fazer as balas saírem com merda pela sua boca hahahaha - Ele estava com a arma de Brian e antes que o fuzileiro percebesse o punk o segurava pelo pescoço e o tirava do chão com um facilidade incrível, Brian então deixava o pedaço do cabo do bastão escorregar por sua manga até sua mão e em um golpe rápido e inesperado acertava o pescoço do desgraçado com a ponta partida e afiada, o pedaço de madeira fica enfincado no pescoço,o sangue jorrava por toda a parte enquanto a criatura gritava desesperada de dor, conseguia se soltar e não perdia a chance, corria na direção do punk e saltava no ar desferindo um forte chute na ponta do cabo do bastão ainda fincado no pescoço, fazendo o mesmo deslizar profundamente para dentro do pescoço e perfurar até o outro lado. A criatura finalmente caia, Brian a olhava, não era possível, mesmo não se levantando ainda estava se movendo, o desgraçado ainda o encarava nos olhos como se fosse matá-lo. Mas esse era o menor dos problemas agora, os outros três que antes só observavam, agora o cercavam, o que eram aqueles caras, por que não morriam, não tinha jeito, não tem como sair vivo dessa, pensava. Porém antes que qualquer um deles fizesse qualquer movimento, uma nova presença chegava entre eles, Brian não sabia como, nem de onde veio, mas havia uma mulher de cabelos vermelhos ao seu lado, sua pele era muito pálida e usava apenas uma calça jeans e a parte de cima de um biquine vermelho.
-- Vocês podem me explica como isso aconteceu? - Perguntava a mulher apontando para o homem caído com um pedaço de madeira no pescoço, com um tom de voz ameaçador aos três que rodeavam Brian. Os três não respondiam, ao contrário, se afastavam lentamente da mulher, Brian percebia o medo nos olhos deles, mas ele não podia culpá-los, a voz daquela mulher fazia cada parte do seu corpo congelar, ele não conseguia sequer encara-la. -- Que situação mais embaraçosa, um cainita ser ferido dessa forma por um humano. - Ela pisava no peito do homem caído e podia se ouvir o som de suas costelas se quebrarem, ele tentava gritar de dor, mas com apenas um sinal de silêncio feito por ela, ele era obrigado a resistir. -- Vocês três, tirem esse lixo daqui, a morte é uma pena muito boa para esse lixo, mais tarde me encontrarei com seu Ductus e lhe informarei do ocorrido, agora sumam daqui. - Um dos companheiros do cainita ferido o recolhia e o levava até a moto, rapidamente saiam dali deixando apenas a mulher e Brian. -- Agora somos só nós dois rapaz, eu vi o que aconteceu e só tenho uma explicação, você tem uma sorte desgraçada. Mas até que tem algum valor, talvez seja útil, porém não posso deixar você sair impune depois do que houve hoje. O que acha meu jovem, você abandona tudo que tem em sua vida, seus amigos, parentes, esposa,filhos e se entrega de corpo e alma para mim, ou eu simplesmente atiro com essa pistola caída no chão em sua cabeça e acabamos por aqui? - Brian sabia que não era nenhum blefe, ela apontava a arma em direção a sua cabeça esperando a sua resposta, não havia saída, ele não possuía mais nada a perder.
-- Eu me entrego.

O INICIAÇÃO DE BRIAN E OS DIAS ATUAIS.
A iniciação de Brian foi com certeza a prova mais difícil que enfrentara. Scarlet não o aceitaria como sua cria sem que ele merecesse. Ao contrário do que muitos pensam, o ''ritual da pá" não é a única forma de um recém criado ser aceito. Muitos grupos criam outros métodos diferentes como teste para os novatos. No caso de Brian, uma pequena surra com doses suaves de potencia de dois dos membros do bando de Scarlet. O suficiente para quebrar seu braço direito, cinco costelas, joelho, nariz, fraturar o pé esquerdo, ter seu estomago perfurado por um pedaço de ferro e finalmente cair incapacitado. Por mais cruel que parecesse ser e não ter tido nenhuma chance de vitória ele era aceito por Scarlet, já que o real objetivo de sua mentora era testar se e a "besta" tomaria conta de sua nova cria durante o ritual, o que faria ele falhar e ser morto por seus oponentes.
Com pouco tempo Brian entendeu a filosofia de Scarlet e seu bando. Ela o explicava a maldição que corria nas veias do clã gangrel e como o frenesi os fazia perder completamente o controle de suas ações, algo que ia contra todos os seus princípios e era isso que ela o ensinaria, a criar princípios que se tornem inabaláveis de tal maneira que enjaulasse qualquer resquício da fúria da besta (Trilha do Acordo Honrado). Por três anos Brian fez parte do bando de Scarlet, pediu para ser dispensado dos seus serviços a marinha por não ter condições mentais de continuar a atuar como um fuzileiro após a ultima missão e alguns dias recebeu uma carta concedendo sua baixa e uma pequena aposentadoria, descobrira também que um dos membros do seu antigo grupo de fuzileiro havia se matado e o outro internado em uma instituição de repouso. Nesse período não manteve contato com nenhum de seus amigos de quando era vivo. Sabia que Ruan, o ex-parceiro de seu pai, estava a sua procura, vendera a casa de seu pai e ficara apenas com a fazenda e sua moto, tinha que se afastar o máximo possível de Ruan, pois, apesar de Ruan ter substituído seu pai todo esse tempo, seria um insulto ao Código de Milão e seus novos irmãos manter uma relação com um mortal. Brian absorvia o máximo possível do ensinamentos do Código, os ensinamentos de Scarlet o faziam respeitar cada palavra e abominar e punir qualquer afronta ao mesmo.
Hoje Brian vive só em sua fazenda, não esta mais sob as "asas" de Scarlet, é um verdadeiro membro do Sabá e deve buscar seu próprio bando. Todo mês recebe o depósito de sua aposentaria em uma conta de banco. Construiu um refugio subterrâneo dentro do celeiro para repousar durante o dia, também cavou um túnel no refugio que leva até a floresta, uma saída de emergência, mas ainda precisar reforçar o esquema de segurança do lugar. Atualmente tem em mente tornar o local uma especie de paróquia (pág. 43 do Guia do Sabá) para seu futuro bando.

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