Hospital Presbiteriano de Nova York

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Hospital Presbiteriano de Nova York

Mensagem por Rion em Sex Jun 24, 2011 4:32 am


BREVE HISTÓRIA
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A princípio eram hospitais separados. O Hospital de Nova York foi fundado em 1771 por intermédio de uma Carta Régia concedida pelo Rei George III da Inglaterra e associou-se com o Weill Cornell Medical College, tornando-se um hospital de grande porte. Foi o segundo mais antigo hospital nos Estados Unidos.
Enquanto o Hospital Presbiteriano foi fundado em 1868 por James Lenox, um filantropo de Nova York. Este hospital também se associou com outro hospital universitário, o Columbia University College.
Enfim, em 1998 com a fusão dos dois grandes hospitais anteriormente independentes, do Hospital de Nova York e do Hospital Presbiteriano, criou-se o colosso Hospital Presbiteriano de Nova York. O NYPH inclui uma variedade de hospitais periféricos que anteriormente tinham sido adquiridos pela NYH e o Hospital Presbiteriano, estes hospitais ao todo ocupam a área de cinco bairros, Westchester County, Long Island e Nova Jersey.

ESTRUTURA
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NYPH Allen Hospital

O Hospital Allen está localizado no norte Inwood, Manhattan. Esta parte do NYPH é especializada em tratamentos ortopédicos. Aqui também se encontra a Capela memorial de Mila Conanan, em homenagem a Mila P. Conanan, que tinha sido da equipe do centro médico por 20 anos e a diretora operacional por três anos antes de sua morte em 1990.

NYPH Morgan Stanley

Localizado na 3959 Broadway (rua 165 e Broadway), possui centros especializados na área pediátrica. Especialmente reconhecido por sua experiência em cirurgia cardíaca pediátrica.

NYPH / Columbia University Medical Center

A estrutura do Columbia University Medical Center está localizado na 630 West com a rua 168. Ele contém uma sala de emergência, um instituto de oftalmologia, uma capela, e um jardim. Está situado em um campus de 20 acres (81.000 m2) no Washington Heights. É formado por cerca de metade do orçamento da Universidade de Columbia, quase U$$ 3 bilhões anuais. Fornece a liderança na pesquisa científica e educação médica. Possuem um centro de excelência na área de medicina neurológica de Nova York. Abriga os departamentos de Neurologia e Cirurgia Neurológica, bem como numerosos laboratórios de pesquisa. A estrutura mais importante do NYPH.

NYPH / Weill Cornell Medical Center

É dividido em 20 departamentos acadêmicos. Também abriga um Centro de Saúde para Criança. Localizado na rua 525 no Upper East Side em Manhattan.

RUMORES
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Existem rumores que percorrem conversas no Elísio ou entre membros da Camarilla de que algo podre acontece nas estranhas daquele hospital. Pacientes dados como insanos milagrosamente retornam à sanidade, e outros perfeitamente sãos se tornam verdadeiros monstros sem mente. Alguns Caitiffs afirmam que são seduzidos a adentrarem o hospital em busca de sangue fácil, e ali desaparecem, alguns membros suspeitam de que a Camarilla os usa em experências bizarras para limparem a cidade dos sangues fracos.

NPCS CONHECIDOS
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Jeremiah Wood

Cirurgião experiente, trabalha na Estrutura do Hospital Columbia, onde realiza cirurgias de diversos tipos. Aparenta ter 60 anos de idade e seu passado é um mistério. Não diz mais do que o necessário para seus colegas de trabalho. Ele evita contato com outros membros, exceto um dos enfermeiros que trabalham no hospital. Parece constantemente agir como se estivesse sendo perseguido. Wood é um vampiro devoto da Camarilla, ou assim acreditam os demais membros que o conhecem. Passa a maior parte de suas noites dentro do hospital, e raramente frequenta o Elísio ou outros locais da cidade. O vampiro já levantou muitas suspeitas quando começou a trabalhar no local, devido ao fato de que só era visto a noite, e sempre ia embora pouco antes do amanhecer. Dizem que o velho é membro do clã Malkaviano, mas ele nega com veemência, afirmando ser apenas um “Filho do pai maior”. Quando não está no plantão cirúrgico, desaparece misteriosamente. Alguns residentes afirmam já o terem visto se dirigir frequentemente para a capela do Allen Hospital...


Thomas Westfall

Um enfermeiro relativamente simpático, Thomas tem a confiança de quase todos os que trabalham nos diversos prédios que compõe o Hospital Presbiteriano. É uma espécie de faz tudo para todos. Mas Thomas não é assim por opção, e sim por obrigação. O jovem é um agente da Camarilla com muito prestígio na seita, e atua no hospital como uma espécie de sentinela, preservando os interesses da seita a todo custo, e costuma ser visto frequentemente na presença do doutor Jeremiah, médico excêntrico da instituição. O vampiro, membro do clã brujah, analisa todas as áreas do hospital, sempre atento a qualquer mudança na rotina do mesmo. Pode ser procurado para fornecer informações valiosas, mas por um preço, ou interesse...


Anneke Sekhmakh

A enfermeira misteriosa que trabalha no turno da noite na área do banco de sangue, no setor do Weil Cornell Hospital. Anneke não costuma ser muito simpática com os visitantes, dizendo apenas o necessário. Seu semblante costuma apavorar mortais pouco corajosos, e ela faz questão disso. Poucos conhecem realmente a vampira, e a Camarilla à mantém ali por pura utilidade, porque se não fosse por isso ela provavelmente já teria encontrado a morte final... Alguns membros acreditam que ela pertence aos Gangrel, mas outros membros mais experientes afirmam com autoridade de que ela faz parte dos terríveis Assamitas. O que todos entram em consenso é de que ela é terrível em combate e que poucos iriam querer ser um desafeto... Os Caitiffs nutrem um incômodo profundo pela vampira, devido ao fato que um número significativo de Caitiffs tem desaparecido nas instalações do Weil Cornell... E acreditam que ela é a responsável.

ATIVIDADES
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O Maior hospital de nova york é muito movimentado a noite, com um fluxo frenético de pessoas. O Hospital Weil Cornell abriga um centro intensivo de tratamento emergencial de quase todos os tipos de ocorrências. Nesse setor são feitas as principais consultas , padrões e emergenciais , médicos capacitados estão em prontidão 24 horas por dia para atender os mais variados casos , desde ferimentos leves a graves. Existe também uma área psiquiátrica. (também é necessário preencher o nome formulário de entrada .)

· Humanos podem se utilizar desse lugar para curar seus ferimentos com mais velocidade. Obtendo a cura total com muito mais facilidade
Renda de Custo : - 1.200 mil

· Humanos podem utilizar desse lugar para curar seus ferimentos mais agravados (aqueles com os quais alguns mortais podem vir a ter seqüelas e penalidade de dados, porém o custo é mais caro e um pouco mais demorado.) Renda de Custo : - 9 mil

· Humanos e outros cainitas também podem curar suas pertubações (malkavianos não podem curar seu defeito de clã) usando da ala psiquiátrica do hospital. 3 mil

· Alguns defeitos também podem ser tratados com grande precisão e muita dedicação, tanto com vampiros ou mortais Renda de Custo : - 30 mil dolares CADA UMA

*Estatura Baixa
*Deficiencia Auditiva
*Deficiência Visual
*Desfigurado
*Deformidade
*Aleijado
*Vicio
*Pesadelos
*Fobia
*Cabeça Quente
*Dificuldade de Fala
*Amnesia
*Lunatico
*Vontade Fraca
*Compulsão
*Complexo de Inferioridade
*Confusão
*Distração

NOTA DO NARRADOR
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Esse cenário faz parte da Nova Manhattan, que faz parte da nova proposta de cidade, que será implantado em breve no fórum. Esse cenário está substituindo o velho hospital do Bronx que não fará mais parte dos planos dessa nova cidade. Então provisoriamente esse cenário ficará nesse board, mas assim que a nova cidade for implantada ele será movido para o local de direito.
Bom pessoal, minha proposta é diferente das que eu tenho visto na cidade até agora. Vamos por partes. Primeiramente esse é o primeiro cenário que eu vou narrar no fórum na história mundial, e eu prefiro abordar a parte narrativa do que o sistema “matemático” em si. Prezarei pela boa narrativa e principalmente, pela regra de ouro, que é o meu porto seguro x). Outra coisa, expliquei nesse plot inicial o que é conhecido pela maioria da sociedade dos membros de Nova York, mas o hospital abriga MUITOS mistérios, então se você quiser saber o que te aguarda, vai ter que investigar a fundo o cenário. Por esse motivo decidi omitir muitos npcs e locais que serão fundamentais para o cenário, e que só serão descobertos via interpretação e tal. E por fim, o trecho final do plot eu decidi adaptar do antigo hospital do Bronx.
É basicamente isso que tenho a dizer. É noix!

(OBS: Sei que o segundo NPC ta embaixo do sol quente, mas finjam que está de noite na imagem, foi o melhor que encontrei What a Face).
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Re: Hospital Presbiteriano de Nova York

Mensagem por Katrine [apple.] em Qui Jun 30, 2011 9:26 am

[off: Oi xuxu *-*]

Realmente, a fama de que os Ravnos não eram bem-vindos em lugar algum era verdadeira. Em poucas noites já havia rondando por vários pontos da cidade mas não conseguira obter êxito em permanecer em nenhum. E como ouvira alguns boatos referentes ao novo hospital, resolveu checar pra ter certeza. Depois voltaria ao Yankee, ainda estava interessada no anão cainita que havia encontrado por lá. Além do mais, era melhor esperar que aquele monte de policiais saíssem de lá. Ligara pra Francine pra tentar garantir sua segurança, mas é melhor prevenir do que remediar.
Ela chega na entrada do prédio NYPH Allen Hospital com um braço engessado.

-1 FV e - 1 pds para Fata Morgana

E se dirige até a recepção:

-- Buenas noches. Eu engessei esse braço aqui há alguns dias, mas como estou em Nova York há pouco tempo não sei qual área procurar, aindal... Esse hospital é enorme, né? Será que poderia me ajudar me dizendo para onde devo me dirigir?

Na verdade, quem ela procurava era Thomas, pelo menos era assim que tinha ouvido falar. Sabia que o hospital fazia alguns tratamentos e estava interessada em um em especial, que a atrapalhava muito algumas vezes.

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Re: Hospital Presbiteriano de Nova York

Mensagem por Maximmillian em Qua Jul 06, 2011 10:31 pm

As falas do Max estarão em azul, e os pensamentos dentro de “ e em Itálico ta bom? As falas do segurança vou deixar em vermelho.


Max vinha tendo uma semana bem corrida e a verdade é que não pretendia gastar seu pouco e precioso tempo disponível indo ao hospital mas não teve escolha.

Agenda Semanal: Manha (7hs ao 12 dia) / Tarde (13hs as 17hs) / Noite (18hs as 22hs)

Domingo: Vago / Vago / Vago
Segunda: EpCSD / EpCSD / AP de Oratória (Empatia, Expressão, Intimidação, Liderança, Lábia, Etiqueta, Performance)
Terça: EpCSD / EpCSD / AP de Legislação (Direito)
Quarta: EpCSD / EpCSD / AP de Política e Mídia (Etiqueta, Investigação, Direito, Política)
Quinta: EpCSD / EpCSD / AP de Tecnologia e Informática (Segurança, Computador, Ciências)
Sexta: EpCSD / EpCSD / AP de Lingüística (Lingüística)
Sábado: EpCSD / EpCSD / Vago

Legendas: ECSD = Escola para Crianças Super Dotadas / AP = Aula Particular
Depois do impactante óbito de sua mãe (Isabelle), Max se fechou e seu pai (Fausto) foi aconselhado a procurar ajuda profissional a fim que a criança voltasse a se socializar. Sobre o pretexto de uma visita de rotina, Max tinha sido levado ao hospital e depois da dita checagem, seria levado a conhecer um psicólogo competente e renomado com quem seu pai já tinha agendado consulta na ala pediátrica.

Em teoria Max não deveria saber disso, “E acreditar que Fausto engoliu essa”. mas na pratica obviamente o real motivo daquela visita não era segredo nenhum. “De qualquer forma agora que estou aqui, vou acabar logo com isso”, já seria o suficiente perder este sábado a noite, não planejava deixar que isto ocupasse nenhum de meus outros poucos horários livres. ”Que desperdício de tempo e dinheiro”.

Fui levado ao hospital pelo motorista, e agora me dirigia com um dos homens de confiança do meu pai (segurança) ate a atendente do local, para saber como proceder ali. "Se isso acabar rápido talvez ainda me sobre parte da noite".

(Segurança) - Ele é Maximmillian Maximus, temos hora marcada.


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Re: Hospital Presbiteriano de Nova York

Mensagem por Rion em Sex Jul 15, 2011 6:21 pm

APPLE.


A noite ia se tornando absoluta em Nova York. O relógio da Norte Inwood marcava exatas 23 horas e 14 minutos. Apesar do horário, o fluxo de trânsito continuava intenso na megalópole yankee. Aquilo poderia surpreender um forasteiro ou alguém pouco familiarizado com Nova York, mas não a Ravnos que se movia pelas calçadas, esperando uma oportunidade de atravessar a via movimentada em direção ao majestoso Hospital de Nova York. O maior e mais prestigiado. A Ravnos de nome Katrine queria resolver alguns assuntos importantes naquele hospital, e aproveitaria a oportunidade e a conveniência de estar no local para tal.

A Ravnos se aproxima da porta de entrada, mas que na verdade era a entrada para emergências, uma maca frenética por pouco não topa violentamente no braço engessado da vampira. Enfermeiros apressados entravam sem se importar com ela, carregando um morimbundo que provavelmente foi baleado. Katrine chega então ao saguão, tendo que se desviar de médicos apressados e pessoas ansiosas. Aquele saguão e a recepção protagonizavam um pequeno caos. A ravnos não podia deixar de notar o número significativo de pessoas machucadas, desesperadas, apoiadas em macas esperando pelo atendimento, idosos decrépitos e crianças asmáticas. Achava tudo aquilo patético, mas focava-se apenas no que viera fazer por ali, e não desprezar futuros cadáveres.

Katrine então se debruça sobre a recepção, tendo de aguardar a boa vontade da recepcionista em atendê-la. Podia ouvi-la discutir com algum sujeito, reclamando de porque tanta demora para trazer seu pastel. Ela então desliga o telefone com uma insatisfação visível. Olha para a Ravnos com um semblante desprezível e balbucia:

_ Qual o ferimento?

A impaciência da atendente era evidente. Katrine então diz como se não se importasse de nenhuma forma com o estresse da humana.

_ Buenas noches. Eu engessei esse braço aqui há alguns dias, mas como estou em Nova York há pouco tempo não sei qual área procurar, ainda... Esse hospital é enorme, né? Será que poderia me ajudar me dizendo para onde devo me dirigir?

Sem se importar com a simpatia da Ravnos, a atendente diz de forma seca e ligeira.

_ 2º Andar, corredor 3, sala 5. Próximo!

Uma pessoa então toma a frente de Katrine na recepção, impedindo que ela continue o diálogo. Logo outra enfermeira esbarra sobre Katrine, e aquilo começava a irritar a Ravnos, mas dessa vez o esbarrão era proposital para chamar a atenção da Ravnos.

_ Nada aqui passa despercebido, Thomas já sabe que você está aqui. Agora ele quer saber porquê...

A enfermeira tinha um olhar vazio, como se fitasse algo além dos olhos de Katrine. Pelo seu semblante e voz distante, a Ravnos podia notar que ela estava sobre influência de algo, e logo suspeitou que os vampiros daquele lugar tinham algum modo de detectar membros dentro da área do hospital. Talvez alguma disciplina. O que importava era que Thomas já sabia da presença da Ravnos, e isso a agradava. A enfermeira então conclui:

_ Vá até a ala cirúrgica no 3º andar. E vá logo porque ele é um pouco impaciente...

A enfermeira então se movia robóticamente em direção a um corredor e então sumia.


Off: Hail Kat, primeiro post como narrador, dá um desconto ae x)

MAXIMMILLIAN


As luzes dos postes da Broadway com a 165 reluziam no capô da luxuosa limosine que estacionava nas imediações do Morgan Stanley. A porta se abria e dela saía um homem robusto e carrancudo, seguido por uma criança de aparência frágil e meiga. Os dois se dirigem até a entrada do Morgan Stanley, e o sujeito observava tudo ao redor, como se estivesse protegendo aquela criança. O menino se chamava Maximmilian Maximus, herdeiro de uma fortuna milionária. Sua aparência poderia ser frágil, mas dentro daquela carcaça se escondia um gênio incomum. Desde sempre possui inteligência apurada, e é conhecido pela sociedade por ser um "super dotado". Um ser humano incrivelmente acima das capacitações de um ser humano comum. O garoto seguia o segurança em um modo quase automático, enquanto observava as estrutras do majestoso Hospital Morgan Stanley. Eles adentram na recepção, relativamente calma, com alguns poucos pacientes aguardando a vez de serem chamados. O segurança segue imediatamente para a recepção. Sendo breve:

_ Ele é Maximmillian Maximus, temos hora marcada.

A recepcionista se sente um pouco intimidada pela presença do segurança, e ergue o pescoço para observar quem seria o "outro" com hora marcada. Ficou cativada pela criança que acompanhava aquele brutamontes, e se sentiu mais aliviada. Ela responde, engolindo seco:

_ Boa noite senhor. Vou verificar, um momento por favor.

O jovem prodígio tinha hora marcada as 22:30 com um pediatra. Sua agenda era lotada, e seu único tempo livre era aos sábados noturnos. A recepcionista então confirma a consulta, e pede para que se dirijam até o último corredor daquele bloco, onde teriam de aguardar até que o médico os chamasse. Os dois então se dirigem até o dito corredor. Maximmillian sempre introspectivo observava as outras crianças que estavam lá, e divagava sobre a grande diferença que havia entre eles. O segurança andava atento, e quando já estavam próximos do corredor da ala pediátrica, cruzam por um médico que caminhava no sentido contrário, aparentava ter uma idade bem avançada, e um olhar distante e perturbador. Maximmillian então é invadido por um flashe súbito em sua mente, e sua visão fica turva por um instante, sendo tomada por uma imagem aterrorizante.

Spoiler:

Logo tudo volta ao normal. Maximmillian odiava de todas as formas as visões que invadiam suas mente. Apenas uma criança, submetida constantemente a torturas psicológicas devido a sua capacidade mental. O menino cedo ou tarde adquiriria sequelas sendo apresentado à visões incomuns em períodos constantes. O médico já havia passado, apressado e sem olhar para trás, e o garoto suspeitava que aquela visão havia surgido graças a presença do velho doutor.
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Re: Hospital Presbiteriano de Nova York

Mensagem por Malkavian em Sex Jul 22, 2011 3:32 am

- Falas.

Pensamentos de Bruna Casther
Pensamentos de Nathalie Mansur
Pensamentos de Armand Burthon
Pensamentos de Marcus Maximilian

De boa o que as gatinhas tão pensando? Tipo a gente dormiu em um mausoléu saca? Isso ta hollywoodiano de mais pra mim. Cala a boca Armand, se você não tivesse se envolvido com a (interrompida) Não teríamos sido demitidos. Porá chega dessa parada não? Vira o disco. Você nem se arrepende não é? Você pensa de mais, em coisa de menos. De qualquer forma perdemos o emprego e isso nos deixa sem grana e sem um lugar pra ficar. Podemos continuar dormindo naquele caixão, não é difícil entrar no cemitério. Porque normalmente não é onde se quer entrar porá. Por isso mesmo é seguro. De qualquer forma é isolado e protegido do sol e de curiosos, alem de ser gratuito. Isso ta clichê pra caramba, puta que pariu. Não somos vampiros, só .... só estamos doentes. Fala serio, ficar negando não muda nada Nath. Cai na real. Vamos procurar um novo emprego, de qualquer forma precisamos de dinheiro. Tem jeitos mais rápidos de se arrumar uma grana sabiam? Não vai vir com aquela de boate. E tem jeito mais gostoso de descolar uma grana e de quebra um rango? Tipo da pra comer em mais de um sentido agora. Não estou ouvindo isso. Vamos ao hospital. Porque eu to sentindo esse tom de ordem? Porque é uma ordem. Lembrei porque te odeio rapa, bichu mala da porá. Não, nos não vamos. Max, Nath vão continuar nisso por quanto tempo? Conviver já não tem sido difícil o suficiente? Solta ai cara porque o hospital? Não é obvio não podemos ser os únicos, ao menos alguém fez isto conosco. E ainda nos despejaram aqui em Nova York. Podemos conseguir alguma pista no banco de sangue, afinal se são como nos também devem precisar disso e devem haver outros inúteis como a Nathalie que não se alimentam diretamente da fonte. Nem todos são monstruosos como você. Mas ele tem razão podemos encontrar alguma pista, Já estamos aqui ao maior tempão e vocês são uns empata foda tão tensos que nem to me divertindo, umas respostas cairiam bem. De qualquer forma antes dessa merda toda começar a gente nem tinha idéia que vampiros existiam. Não somos vampiros, não estou morta. Ta continua nessa Nath. O que quero dizer é o vampirismo é bem camuflado, digo por que eles se escondem? Não sei, nem acho que eles existam. Vai saber, se a gente achar um você pergunta. Se isso existir o que duvido muito não acho que nos responderiam de bom grado. A sem problemas gatinha a Bruna não vive se gabando? Deixa ela praticar o oficio e dar uns tirinhos. Não esqueça que estou desarmada, mais creio que serei suficiente caso algo ocorra. Qualquer coisa o Max é um psicopata mesmo, só soltar o cara em cima do coitado. Veja como fala, não sou um cachorro. E eu não sou otario se saco mais coisa do que disse não saco Max? Solta ai porá? Se forem ao hospital como estou mandando posso compartilhar com vocês. Já disse que não vou, não quero nada que venha de você. Falando serio vocês tão me deixando putos, da pra parar com essa merda? Já perdemos tempo de mais aqui. Ainda sem chegar a um consenso interno o corpo vai em direção ao hospital.
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Re: Hospital Presbiteriano de Nova York

Mensagem por Rion em Sab Jul 23, 2011 1:54 am

MALKAVIAN - BRUNA CASTHER

Nas proximidade da 630 West Street caminhava um ser de característica ímpar. Uma mulher que aparentava ter por volta dos 22 anos de idade, caminhava, uma hora com um relutância, outrora com convicção. Alguns trausentes que se davam ao trabalho de observá-la notavam as esquisitices da garota, enquanto a maioria agia com indiferença. Afinal a coisa mais comum em Nova York são pessoas esquisitas...

A mulher se chamava Bruna Casther, recém inserida no mundo do desespero dos imortais. Ainda estava muito confusa, e essa confusão ficava evidente no semblante da sanguessuga. O que apenas ela sabia era de que era mera espectadora em um conflito muito maior que ela mesmo. Três entidades lutavam para ver quem seria o rei do inferno, uma batalha épica de personalidades e comportamentos. Tudo isso era como Bruna via sua tragédia pessoal. As vezes tentava argumentar, mas quase sempre era suplantada pelas outras três. Duas assumiram a forma de homens, enquanto outra era uma mulher como ela, ou era assim que Bruna acreditava que as coisas eram. A vampira não sabia o porquê disso tudo estar ocorrendo, e o resquício que trouxe da sua humanidade a fazia manter uma sanidade temporária. Sua mente irá ruir se ela continuar a suportar tamanho caos mental durante tantas noites... Ela precisava de respostas, e a primeira coisa que pensou fosse de que estivesse doente, e para onde os doentes vão? Procurar médicos...

Atravessou titubeando a grande avenida, contava com a sorte do acaso, do semáforo estar na cor vermelha. Entrou através da porta principal, meio desnorteada, sentia uma tontura incômoda, que fazia com que a vampira trombasse contra a parede. Ia tateando o mármore da recepção, e era logo amparada por um enfermeiro do local.

_ Você está bem? - Dizia ele ajudando para que Bruna se mantesse de pé. - Precisa de alguma coisa?
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Re: Hospital Presbiteriano de Nova York

Mensagem por Malkavian em Sab Jul 23, 2011 3:12 am

- Falas.

Pensamentos de Bruna Casther
Pensamentos de Nathalie Mansur
Pensamentos de Armand Burthon
Pensamentos de Marcus Maximilian

Vamos. Começo a me dirigir ao hospital mais próximo. Não estava brincando, não vou mesmo. Paro de andar. A vai sim. Volto a andar. Não, não vou. Paro de andar. Vai sim. Volto a andar. Não vou. Paro de andar. Vocês não estão mesmo pensando em ficar nessa tão? Puta que pariu. Só quero saber porque de repente estão todos ouvindo o Psicopata! Se liga Nath não vamos pro hospital porque o Max mandou ir. Vamos lá porque pode mesmo ser uma pista importante. Você não quer saber quem diabos aprontou pra gente não? Não entendo isso tudo. Pra começar porque eu? Porque se dariam ao trabalho de pegar a gente na Louisiana e despejar aqui? Acho que isso prova que o que quer que estivessem pensando em fazer tinha que ser com a gente, outro não serviria. Boa não acho que teriam todo esse trabalho pra deslocar a gente de um estado pra outro se qualquer um servisse. Mais porá porque aprontar isso pra cima da gente? Não consigo sacar qual é a deles. Tá tudo muito confuso mesmo. Volto a andar. Parem de perder tempo. Paro de andar. Ei não vai tomando confiança não! Volto a andar. Podem continuar a pensar enquanto andamos, isto não muda nada mesmo. Cara sei lá, mais comecei a me sentir subestimado agora. Babaca. Pode parar ae. Paro de andar. Não me irrite. Volto a andar. Se não o que? Paro de andar. Eu mereço. Não pense que não posso te ferir só porque estamos no mesmo corpo. Volto a andar. Quero ver você tentar. Não vou mais me sujeitar, nem permitir que use meu corpo pra fazer aquelas barbaridades. Paro de andar. To sentindo que vamos falar da gatinha de novo, quanta dor de cabeça. Não quero ouvir nada que venha de você, seu sedutor de menores. A fala serio Nath cresce. Só estamos tendo essa conversa porque VOCÊ NÃO ESPEROU ELA CRESCER! Já falei pra não gritarem, porá isso me da dor de cabeça. Volto a andar. Idiotas. Paro de andar. Pode parar Marcus. Olha aqui sua puta, se você me parar de novo vou voltar naquela porá de emprego e vou matar a garota. Ai sim ela nunca vai crescer. Você não faria isso. Você realmente duvida? Eu não vou deixar! Consegue mesmo me vigiar o tempo todo? Quer ariscar? Tudo bem vamos ao hospital. Volto a andar. Mais precisamente ao banco de sangue. Mais não pense que manda em alguma coisa Marcus. Se você encostar na garota eu me entrego pra policia ouviu? Opa pera ai Nath que parada é essa de envolver os cana? Você não vai ferrar assim com a gente. Melhor que ele a deixe fora disso então. Apenas continue andando como lhe ordenei. Puta que pariu. Cara tu também nem pra colaborar. Seu desgraçado! Olha Nath deixa isso pra lá, grila não. Temos mais com o que nos preocupar.

É pra começar como vamos sacar se tiver mesmo outro vampiro lá? Será mesmo um problema, pra começar nos ainda respiramos, temos batimentos. Não é como nos filmes. To falando tirando as presas, não tem muitas mudanças físicas.

(Qualidade rosto de bebê)


Não acho que sejamos vampiros. Vai insistir que estamos doentes? Veja bem se vampiros existem porque ninguém sabe disso? Digo nos não tínhamos idéia disso antes. Po nisso ela ta certa, não é mole assim esconder uma parada dessas. Pode não ser fácil, mais impossível não é. Afinal se não fosse possível nos saberíamos da existência deles antes de termos sido transformados. Não, não consigo imaginar alguém que tenha influencia suficiente pra uma coisa dessas, vampiros não devem existir.

Ta então porque só acordamos a noite? É só uma alergia ao sol? E nossas presas? A é, e porque aquela fome insuportável? Eu não sei te responder, só não acho que nos tornar vampiros seja realmente o que nos aconteceu. Bruna deixa pra lá no fundo ela sabe o que nos tornamos, só não quer admitir.

Estamos indo a um hospital, porque não procuramos um medico? Não querem tanto algumas respostas? E quem em sã consciência acreditaria na gente? Só não dizermos nada, não sabemos o que temos mesmo. Podemos pedir um checape de rotina e deixar que o medico diga o que temos. To gostando dessa parada não, vamos acabar e na área 51 se eles confirmarem o vampirismo. Tem uma idéia melhor? Assim vamos enfim começar a ter respostas. Parem com isso, têm algo errado seus imbecis. Já vinha sentindo um incomodo há algum tempo, tinha decidido ignorar mais estava mais forte agora e estava realmente difícil. Nos sabemos droga. Acha que é o único sentindo? Não dêem vexame com o meu corpo. Esse corpo é meu. Tudo girava e girava e só ia ficando pior. Acho que vou vomitar. Vamos acabar é caindo. Acabei trombando com a parede quando tentei me apoiar nela. Droga. Começo a me escorar, apoiando cada passo como se a parede fosse uma bengala indispensável. Puta merda acho que vou acabar vomitando mesmo. Não vão não. Recomponham-se imbecis. Armand o que você fez? Ham? Pera ai porque tudo é culpa minha? Não ingeri ou injetei nada, lembra como volto na hora na ultima vez que tentei? Parem de tirar a minha concentração, vou acabar caindo. Ainda tentava andar enquanto relutantemente me apoio na parede. Pora ta foda mesmo.

Alguém então vem me ajudar e ele era uma bengala muito melhor que a parede. - Não muito, quero ver um medico. Para de se apoiar, não sou tão fraco assim. Estou me apoiando o mínimo possível, você prefere cair? Parem com isso. Galera ver um medico não é uma boa idéia. Vou tentando me recompor e usar menos o rapaz como muleta, não gostava de demonstrar fragilidade, mas também não queria cair.

(Como é esse cara? To vendo ele ou ta tudo rodando de mais?)


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Re: Hospital Presbiteriano de Nova York

Mensagem por Rion em Seg Jul 25, 2011 8:12 pm

MALKAVIAN - BRUNA CASTHER

A jovem parecia confusa demais. O enfermeiro se perguntava se ela estava passando mal ou simplesmente era uma dessas bêbadas sem rumo que de vez em quando aparecem no hospital. Ela conseguia ver o rosto perfeitamente do sujeito, mas seu corpo à estava traindo, e ela não sabia o motivo. Aos poucos se mantinha novamente em pé, e seu equilíbrio voltava aos poucos ao normal. Mas ela não se sentia totalmente bem, talvez o conflito mental constante que aguentava a estava desgastando. Provavelmente era esse o motivo.

_ Venha, vou levá-la até a UTI para fazermos um rápido exame e ver o que você tem.

Foi quando o jovem enfermeiro, que pelo ansiedade do momento, não havia percebido a temperatura corporal de Bruna, e agora notava.

_ Você... está muito fria. Isso é grave, venha logo!

O enfermeiro auxiliava a malkaviana a deitar em uma maca e ele rapidamente a levá-la através dos corredores. As lâmpadas fluorescentes do teto passavam como estrelas pela visão da vampira. Se o humano a examinasse, mal sabia ela que sua não-vida estaria condenada...

Logo atravessavam uma porta de borracha, para uma sala com várias camas e aparelhos diversos, como o de hemodiálise. A sala estava vazia, havendo somente os dois. Aquilo parecia conveniente demais... Bruna, por ser uma neófita, e totalmente ignorante ao mundo dos amaldiçoados, não sabia o quão grave era aquela situação. Se o humano descobrisse o era ela de verdade, certamente nas próximas noites ela começaria a ser perseguida por pessoas misteriosas. O homem a deitava na cama da UTI, e puxava o estetoscópio para ouvir os batimentos e a respiração. Bruna acreditava que ele poderia descobrir como curá-la.

Ele iniciava o processo, e aos poucos o espanto ia tomando conta de seu semblante. Ele olhava para Bruna assustado. E dava um passo para trás.

_ Seu coração... ele... não bate. Não ouço sua respiração...

Ele largava o estetoscópio, que ficava pendurado em sua orelha, e se afastava mais ainda. Aquela possibilidade era surreal. A mulher estava morta, morta! Mas estava ali, andando, falando. O enfermeiro não acreditava, e aos poucos o pânico ia tomando sua face.

_ O que... o que é você?!

Quando subitamente sua cabeça gira 360º. Ele cai morto no chão, com o olhar de terror ainda estampada na face. Bruna também estava impressionada, sem saber o porquê daquilo tudo. Ela esperava que o humano fosse ajudá-la, mas ele a tratou como uma aberração. Vagarosamente, uma silhueta ia se desenhando por trás do corpo do enfermeiro. E ela pôde perceber então que esse homem "invisível" havia quebrado o pescoço do enfermeiro. Ela notava o jaleco branco desbotado, um sapato fosco e desgastado, uma gravata com um nó malfeito e o rosto... o rosto era de um velho, um velho com olhar distante, barba por fazer e cabelos engrenhados. Ele se aproxima lentamente da cama onde Bruna estava deitada, e pára próximo a ela.

_ Quero que morda o pulso dele. Isso é uma ordem.

O velho parecia estar testando a malkaviana.
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Rion

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Re: Hospital Presbiteriano de Nova York

Mensagem por Malkavian em Ter Jul 26, 2011 1:02 am

(Quem ta falando) - Falas. *A voz é sempre a mesma não importando quem fale, pois são as mesmas cordas vocais.

Pensamentos de Bruna Casther
Pensamentos de Nathalie Mansur
Pensamentos de Armand Burthon
Pensamentos de Marcus Maximilian

Quanto a Perturbação: As múltiplas personalidades estão subconscientemente conectadas a maior parte do tempo, portanto todas conseguem interagir (entre si ou com as pessoas à volta) e mesmo interferir no corpo (gestos ou falas) o que gera atritos interno constantes.

Mas em alguns momentos uma das personalidades se torna mais forte e conseqüentemente ativa, tomando sozinha o controle do corpo em uma determinada situação ou momento (essa situação ou momento será determinada pelo narrador e não por mim pra não ficar um negocio “conveniente”). Enquanto as outras personalidades em situação involuntariamente passiva sequer sabem que o corpo foi tomado pela personalidade ativa e passam por um período de amnésia ate que a personalidade ativa se desgaste pelo esforço de manter-se única e seja obrigada a se conectar as outras novamente.

Rion: Blz então? Quando vc falar que o corpo ta sendo controlado só pela Bruna/Nathalie/Armand/Marcus eu interpreto isso, mais enquanto não falar o corpo é dos 4 falo?

ON

Medico? Olha o que sés falam, vão acabar fudendo o nosso lado. E o que mais deveríamos fazer? Estamos passando mal em um hospital, porque não procurar um medico? Você quer virar cobaia em laboratório do governo? Isso é só uma ressaca porá larga de ser menininha e guenta as pontas. Não a nada de errado em querer ajuda. Tudo ta rodando tanto ... como vocês ainda conseguem brigar? Cheguei a ver o rosto do enfermeiro, mas tava tão mal que não discerni nada. Ele era um borrão humanóide e não passava disso. Que porá, vai na minha é só uma ressaca ignora. Nos nem podemos beber, você sabe que o álcool não desse. Tudo girava e girava. Eu sei caralho, só não bola tanto com isso que logo passa. Sei que você não da importância a nada, mas as outras pessoas precisão de muito mais que isso pra se sentirem melhor. Outras pessoas? Você é só um zumbido na minha cabeça. Esse corpo é meu seu desgraçado. Faz idéia do tormento que é suportar você? Sou mo simpático, você que fica bancando a mal comida. Parem com isso! Quase vomito. Imbecis fiquem quietos. Sinto um gosto pegajoso e acido vir me subindo à boca mas prendo a respiração e engulo. Enquanto rezava para que não voltasse a subir novamente ate esqueço de voltar a respirar e o mal estar faz-me mais fria e pálida. Vou vomitar... Só cale a boca. Meu corpo me traia mas aos poucos vou readquirindo o equilíbrio embora o gosto acido ainda tenha me ficado na boca. Isso tem gosto de pus com limão. Vocês realmente querem me fazer vomitar não é? Acho que ... acho que estou melhor, ao menos um pouco. Descobriu isso sozinha? Vai a merda! Não. Vão à merda! Porá! Vocês não conseguem parar nem quando estamos com problemas? Uma ressaca não é o fim do mundo cacete, o porá de mulher dramática. É mais provável que seja um sintoma da nossa doença, provavelmente vai voltar e ainda pode piorar se não tratarmos. Não acho que o vampirismo se enquadre como doença. Pra onde esse cara ta levando a gente? Estava tão perdida em meu inferno particular, que nem percebi ser posta na maca. Não sei também estou preocupada. Sempre fui forte, muito forte. Ele disse alguma coisa? E daria pra ouvir com vocês discutindo? Mais mesmo eu já sentia o peso desse conflito. Droga, maldita situação. Estava irritada e exausta, mas não admitiria isso pra ninguém. Nem a mim mesma.

Vamos andando. Não seja orgulhoso cara, deixa o rapaz empurrar a gente. As luzes eram um pouco fortes de mais e feriam minha visão, mais como passávamos rápido resolvi apenas ignorar virando o rosto na maca mirando o enfermeiro, não o teto. Que sensação desagradável. Começava a me sentir frágil, talvez fosse todo aquele “clima” hospitalar. To falando que a gente não devia estar aqui. Mas alguém me escuta? Sinto cada vez mais vontade de fumar, isso ao menos tiraria aquele gosto de pré-vomito da minha boca. Fique quieto, que sala é essa? É pra ficar quieto ou é pra responder? Nem se decidir você consegue? Estamos sozinhos, isso é bom. Isso não é bom e sim conveniente. Me sento na cama enquanto ele vai pegar aquela paradinha que os médicos usam pra escutar o coração, não sabia o nome do negocio. Nosso coração não esta batendo esta? Tudo parou quando começamos a passar mal. I fudeu deixa ele chegar então não. Deixem sim, precisamos de uma opinião medica. Estamos sozinhos aqui, não é tão perigoso vamos tentar. O rosto dele vai mudando e mudando ate ficar mais pálido do que eu. Pronto nos somos o filme de terror do cara. Vou aproveitar isso e tirar o que puder dele. Não se preocupem a idéia idiota de vocês me servira no final das contas. Pare Marcus ele ... ele pode nos ajudar só precisamos fazê-lo entender. Se sensibilizar. Ele começa a retroceder e o medo claramente se apossava dele.

_ Seu coração... ele... não bate. Não ouço sua respiração... O que... o que é você?!

Marcus parecia satisfeito como se isto não importasse, também se divertia com o medo do rapaz enquanto aquilo machucava Nathalie que vinha depositando tantas esperanças no auxilio que dificilmente teriam. Armand só estava puto. Afinal aconteceu exatamente o que ele disse que aconteceria, mas alguém ouviu? Bruna mas objetiva pensava no melhor plano, na melhor ação a se tomar. Vamos vazar. Vamos explicar nossa situação, ele ... ele deve nos ouvir. Se não por simpatia ao menos por curiosidade. Não vamos nos expor, vamos fazê-lo falar tudo que possa nos ser útil, se ele cooperar vive. Não comece sua assassina. A idéia foi sua não reclame. Não vou deixar que o machuque. Vocês não precisam deixar nada, não tem poder de decisão aqui.

(Nathalie) – É o que eu queria perguntar ... Mas a cabeça dele faz um giro grotesco e impossível. Meu Deus! Ai caramba, Ele era meu! Ele cai claramente morto, com o pescoço em uma posição distorcida. O que esta acontecendo aqui? Aquilo era tudo tão inesperado e impressionante, era assustador e excitante também em medidas muito semelhantes. Fica atenta, tem alguma coisa muito errada aqui. Devagar então algo começa a tomar forma atrás do enfermeiro. É uma combinação complicada, se não espera um assassino atrás desse farol de fusca quele tem na cara. (Ta falando dos óculos). Isso é tudo que você tem a dizer? Deus! Não é hora pra isso! Estejam prontos seus vermes, se ele avançar irei matá-lo. Alguém reparo que o cara tava INVISÍVEL? Não grite na porá da minha cabeça! Eu que ainda estava sentada pra tentar não acovardar ainda mais o enfermeiro vou ficando de pé divagar enquanto observo com atenção o velho já com alguma idade terminar de tomar forma. Um medico que fica invisível e mata um de seus subordinados? Um inocente? Não estou entendendo. Novidade, você nunca entende nada mesmo. Pela ultima vez fiquem quietos. Ele tinha o olhar distante e uma aparência muito mal cuidada mas o que me preocupa é sua aproximação.

(Armand) – Ei, pode ficar por ai mesmo. Armand cale a boca! Porque diabos você foi falar? Porque eu quis? Porque o corpo é meu? Pra variar porque to puto por vocês terem me arrastado pra essa roubada? Ele pode tentar nos matar você não pode agir impulsivamente! Faço o que quiser caralho, chega de pegar leve só porque são garotas. Já deu pra mim. Vão fuder com outro. Cada passo que ele da se aproximando, respondo com um me afastando.

Covarde. Estanco parando de me afastar. Porá Marcus, sente o drama cara. Ficar é furada! Tem medo do que? Não sou tão patético quando o enfermeiro ou você, não sou alguém que ele possa vencer. Para de se iludir cara. Tento voltar a recuar mais meu corpo não se meche. E para de me travar cacete! O que acha que vai fazer? Fugir atravessando a parede? Correr é uma das poucas coisas que faço bem saca? Ele pode ficar invisível mais depois queu disparar ele não me alcança. A porta ta na direção dele, Por isso mesmo que temos que contornar o cara e vazar agora. Ele muito provavelmente tem as respostas que queremos. Não quero nada que venha dele. Não acredito que a Nath é a única que concorda comigo. Porá!

_ Quero que morda o pulso dele. Isso é uma ordem.

Você não me da ordens. Ele sabe, pode ser um vampiro também. A gente não fica invisível. Tá bom, escuta o cara mais não deixa ele chegar muito perto, fica de olho que esse babaca vai atacar a gente. (Bruna) – Ele já esta morto, não a necessidade. Fale como se deve, você esta no meu corpo sua vadia. Não Marcus você vai estragar tudo! (Marcus) – Porque pensa que me da ordens? Você não precisava interferir, Olho pro corpo caído mais sem tirar minha atenção do velho. – ele me daria algumas respostas ainda que de má vontade. Fudeu ... vamos morrer. Estou sem minhas armas aqui. Vamos correr se ele atacar. Vamos a policia ou a algum lugar publico, ele não vai nos atacar no meio de outras pessoas. Ele vai é sair gritando que a gente mato o enfermeiro, cale a boca Nath que suas idéias são uma bosta. (Bruna) – Você também é? Não é?
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Re: Hospital Presbiteriano de Nova York

Mensagem por Malkavian em Ter Ago 02, 2011 11:25 am

OFF: A Rion por precaução descreve pra mim também as rotas de fuga do lugar? Tipo tem janela? Ou só porta mesmo? Caso eu acabe precisando usar. XD
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Re: Hospital Presbiteriano de Nova York

Mensagem por Rion em Ter Ago 02, 2011 1:01 pm

Ae Malk devido a ordens superiores tenho que esperar a nova cidade ser implantada completamente pra poder colocar um novo cenário. Então tenho que trancar o tópico e "congelar" a cena até que a nova cidade seja totalmente inserida e tal. Então você não perdeu nada e vamos continuar de onde paramos quando a merda toda estiver completa. What a Face

Noix, qualquer coisa manda MP.
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Re: Hospital Presbiteriano de Nova York

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