Destinos póstumos de uma não-vida (Crônica Oficial)

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Destinos póstumos de uma não-vida (Crônica Oficial)

Mensagem por No one em Qui Maio 05, 2011 7:02 pm

DESTINOS PÓSTUMOS DE UMA NÃO-VIDA

Olá, sejam bem-vindos! Agradeço a todos pela preferência e desejo-lhes um bom jogo. Antes de comerçamos, tenho algumas coisas a declarar.

-Dias de postagem: segunda e quinta. Porém isso pode variar. Pode ser que eu poste antes, depois ou durante esse período, tudo vai depender da minha disposição/tempo. Em semanas que esteja mais disposto, posso postar bem mais do que duas vezes.

-Meta-game e uso exagerado do Off: quem eu perceber que está fazendo isso de alguma forma, vou punir severamente com relação ao XP.

-Enredo: a Crônica não segue enredo programado. A idéia da crônica é deixar seus personagens livres para tomarem seus rumos, e suas ações é que farão a história ficar interessante.

-Testes: eu postarei a maioria dos testes como spoiler. Mas alguns testes serão ocultos, para evitar possíveis usos do Off.

-Bom senso: recomendo que sejam sensatos em suas ações. De forma alguma pouparei alguém por pena ou amizade. Suas ações sempre geram reações, lembrem-se disso antes de agir.

Creio que isso é tudo. A crônica começa na próxima postagem.
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Re: Destinos póstumos de uma não-vida (Crônica Oficial)

Mensagem por No one em Qui Maio 05, 2011 8:13 pm

Rafael Ramirez, 7:02h da manhã.

Rafael acabava de sair do banho. Era seu dia de folga, mas mesmo assim, havia acordado cedo, como de costume. Ainda não tinha tomado café da manhã. Ao sair do chuveiro, caminhou até a cozinha, em busca de alimento. Enquanto alimentava-se, ouviu o bípe de seu celular, que estava em cima de uma mesa a alguns passos dali. Não importava se era seu dia de folga, a curiosidade sempre fala mais alto, e terminando rapidamente de comer, foi até o celular conferir do que se tratava. Era uma nova mensagem do chefe do departamento de polícia.

Sei que é seu dia de folga, mas a cidade nunca para, e surgiu um caso de um assassinato misterioso para resolvermos. Minha preferência é sempre enviar os melhores policiais para esse tipo de missão, e gostaria que fosse você. Mas como é seu dia de folga, cabe a você decidir. Posso mandar outro policial se quiser. Retorne quando ler isso.

Assassinato misterioso? A curiosidade tomava conta de Ramirez. Mas trocaria mesmo o seu dia de folga por mais trabalho? Cabia a ele decidir.

[OFF: Na ficha não fala onde é o seu refúgio. Sinta-se a vontade para descrevê-lo.]


Rachel Tylbett, 19:55h da noite.

A Brujah estava em mais um dia de sua rotina vampírica. Tinha acordado, se preparado e dado sua aula. Os alunos estavam dispostos aquela noite, mas quando a aula chegou ao fim, acabaram exaustos. Ela ainda não havia se alimentado, mas estava satisfeita, não sentia sede. Seu mentor não havia aparecido ainda, e a cainita nem fazia idéia se viria, afinal, não tinha marcado nada de especial para aquela noite. A maioria dos alunos já tinha ido embora, com excessão de alguns que ainda praticavam e um outro que se aproximou da jovem. O rapaz aparentava ter cerca de 18 anos, tinha pele branca, cabelos e olhos castanhos e um sorriso encantador. Rachel não lembrava-se de ter reparado nele antes, eram muitos alunos para que pudesse decorar os rostos ou nomes.

-Professora. - Ele disse, estendendo a mão para cumprimentá-la. - Meu nome é Alex, não sei se lembra de mim, mas faz algum tempo que frequento aqui. - O rapaz sorriu. - Não gosto muito de enrolação, então vou direto ao assunto. Gostaria de sair comigo? - Concluiu o jovem.

Aparentemente era só mais um aluno interessado em sua aparência, coisa típica de suas noites. Mas quem sabe? Poderia ser interessante, ou simplesmente o mesmo tédio de sempre.


Darkiel Blackheart, 19:01h da noite.

O feiticeiro tinha acordado com sede essa noite, mas não por sangue, e sim por conhecimento. Logo quando levantou e fez suas necessidades de sempre, foi até a biblioteca estudar. A Capella estava movimentada como sempre. Muitos feiticeiros saindo e entrando, mas o silência tomava conta do lugar, afinal, ainda estavam numa biblioteca, mesmo esta sendo mais especial que as outras.

[OFF: Em qual cidade vive seu personagem? No prelúdio consta apenas que mora na Capella.]
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Re: Destinos póstumos de uma não-vida (Crônica Oficial)

Mensagem por Darkiel Blackheart em Sex Maio 06, 2011 12:52 pm

Era inicio de uma noite repleta de mistérios, na capela tremere de Los Angeles ,as nuvens pareciam mais obscuras , o ar estava cada vez mais sonbrio no território daqueles feiticeiros que começavam a despertar de seu sono diurno , qua havia sido tranquilo para a maioria daqueles cainitas .
Blackheart não estava entre os menbros que pertencia aquela maioria ,a escuridão era total em seu sono ,mas logo o terror começava a tomar conta de seu corção morto-vivo,se via correndo nos corredores de seu refugio ,as paredes enegrecidas e sujas com sangue em toda parte ,havia pedaços de corpos pelo piso daquele corredor e as trevas dominava todos os ambientes ,folhas secas se mexiam trazidas pelo vento da noite sombria que entrava atravéz das janelas abertas ,o tremere sente que estava sendo perseguido por algo alado,pois a sombra da criatura era vista a sua frente ,o que indicava que o ser voava acima de sua cabeça ,mas não consegue identificar o que era , pergunta se seria um gárgula ,mas não havia certeza de nada pois a entidade não se mostrava ,apenas dizia seu nome repetidamente .
O cainita finalmente chega a saída da capela ,mas estava atrancada , o monstro envolto de escuridão voa na direção do tremere que nada consegue fazer ,sentindo que talvez aquele fosse seu ultimo momento naquela existência ,mas finalmente seus olhos se abrem ,concedendo a Darkiel um certo alivio ,por saber que mais uma vez passara por outro morbido pesadelo.
O vampiro era dominado por pesadelos cada vez mais macabros,sempre diferente um do outro ,mas ultimamente a aparição daquela criaturas em seus maus sonhos estavam se tornando cada vez mais frequentes e aquilo acaba despertando uma grande fome de conhecimento no tremere ,que logo se dirige a maior fonte de conhecimento da capela, começa a pesquisar livros na biblioteca que falasse de algum ser alado que estivesse relacionado a pesadelos ,pois acreditava no fundo de seu íntimo que algo sobrematural sondasse a sua mente ,não sabia quem ou o que e muito menos o "Por que " ,embora aquelas crenças não eram completas ,sentia um pouco de duvida e pensa na possibilidade de ser apenas uma paranóia.
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Re: Destinos póstumos de uma não-vida (Crônica Oficial)

Mensagem por No one em Sex Maio 06, 2011 10:09 pm

Darkiel Blackheart, 19:21h da noite.

Os pesadelos horrendos e sombrios tomavam conta da curiosidade do Tremere. Afinal, eram apenas pesadelos ou visões do futuro? Essa dúvida tomava conta da cabeça do cainita, que mesmo sabendo não ter nenhum tipo de habilidade oracular, ainda assim cogitava a possibilidade de estar desenvolvendo uma, como também cogitava a possibilidade de ser uma simples paranóia. Tudo poderia acontecer no mundo das trevas, disso nenhum vampiro duvidava.

Procurou então por livros sobre alguma criatura alada que pudesse estar interligada aos seus pesadelos. Porém, existiam demais opções para se procurar. Encontrou livros sobre grandes variedades de anjos, demônios, gárgulas, vampiros que podiam voar e até mesmo harpias. Precisava decidir-se em qual começaria a prolongada pesquisa.

[OFF: Pode dizer por quanto tempo pretende estudar e por qual vai começar. Mas passar tempo demais vai exigir um teste de AutoControle para ver se aguenta. xD]
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Re: Destinos póstumos de uma não-vida (Crônica Oficial)

Mensagem por Rachel em Sab Maio 07, 2011 2:47 am

Eu acabando de acordar me levanto vou tomar meu banho me troco e vou dar minhas aulas pois os meus alunos ja me esperavam, como eles estavam dispostos resolvi forçar um pouco nas aulas, ao termino das mesmas eles estavam exaustos. Marx, não havia aparecido, mas isso não me preocupava, pois não tinhamos marcado nada. Havia ainda alguns alunos que ainda estavam praticando, em um especial que se aproximou de mim.Não me era familiar mas...

-Professora. - Ele disse, estendendo a mão para cumprimentá-la. - Meu nome é Alex, não sei se lembra de mim, mas faz algum tempo que frequento aqui. - O rapaz sorriu. - Não gosto muito de enrolação, então vou direto ao assunto. Gostaria de sair comigo? - Concluiu o jovem.

- Olá Alex! * estendo minha mão em replica para cumprimenta-lo *
- Me desculpa Alex mas são muitos alunos e não estou muito lembrada de você.
* olhar de espanto * " Ah, mais um querendo sair comigo " - Pode ser Alex, mas sem compromisso, ok?

Mesmo achando ele um pouco estranho eu aceitei, já que ele fazia aulas comigo já fazia algum tempo, certamente eu teria me lembrado dele.Queria ver onde ele queria chegar com o tal convite.
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Re: Destinos póstumos de uma não-vida (Crônica Oficial)

Mensagem por Darkiel Blackheart em Sab Maio 07, 2011 10:12 am

Percebendo a variedade de seres sobrenaturais que poderiam está relacionado a pesadelos , o tremere percebe que ficaria muito tempo com aqueles estudos e decide reservar uma hora para anáilise de de cada uma daquelas criaturas obscuras ,começando primeiro pelos próprios vampiros ,gárgulas ,as harpias depois demônios e por ultimo os anjos .
Sempre atento a nomes de seres que representasse uma daquelas raças e alguma conexão com pesadelos ,tenta pesquisa nomes de vampiros ou mortais que tenham passado por algo semelhante .
Após termiinar sua pesquisa resolve conversar sobre os suas pertubações diretamente com sua senhora e decide procurá-la...
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Re: Destinos póstumos de uma não-vida (Crônica Oficial)

Mensagem por Rafael Ramirez em Dom Maio 08, 2011 11:11 pm

Off:
Desculpe a demora, achei que o jogo fosse começar só amanhã. xD
Lets rock!

On:
O celular de Rafael lhe despertava exatamente às 6h30m, com seu toque diário: AC/DC - Back in Black. Para Rafael, a palavra preguiça simplesmente não fazia parte de sua vida, pois possuía uma rotina extremamente rígida, seja para os dias de folga, seja para os dias de serviço.

Ao levantar-se, ligava o rádio, que imediatamente começava a tocar a música: Gasolina. A verdade é que nunca fora ao México, mas tinha extremo orgulho de sua origem latina.

Ramirez morava em um apartamento pequeno, cerca de 54², com uma sala, cozinha, 2 quartos e banheiro. O prédio em que morava, estava situado dentro de um condomínio, com mais outros 2 prédios. O condomínio ficava próximo a Central de Polícia de New York, sendo que os condôminos, em sua grande maioria - senão todos -, eram todos policiais da cidade. Uma forma simples, mas eficaz, de conseguirem garantir a segurança um do outro.

Após sair de seu banho, ia até a cozinha, preparar seu café-da-manhã: ovos mexidos, bacon e um copo de suco. Neste mesmo instante, seu celular tocava, indicando uma nova mensagem.

Lia atentamente a mensagem do Chefe. Ela não fazia muito sentido, afinal, Ramirez era um patrulheiro de rua, e não um detetive. Por outro lado, sabia que o Chefe confiava muito em seu trabalho, e talvez por isso, o tivesse escolhido.

Jamais recusaria um pedido do Chefe, ainda mais depois de todas as vezes que ele já havia o auxiliado. Afinal, a lista de Inquéritos que Ramirez respondia aumentava todos os dias, certamente que se não contasse com a ajuda do Chefe e admiração de seus colegas, já teria sido expulso da Polícia a muito tempo.

Desligava o som e o fogo, e imediatamente retornava a mensagem do chefe, com os seguintes dizeres:

"Hey Boss... É só ordenar e estará feito."
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Re: Destinos póstumos de uma não-vida (Crônica Oficial)

Mensagem por No one em Ter Maio 10, 2011 12:00 am

[OFF: Desculpem a demora. O problema foi que enquanto eu terminava o post de vocês, desligaram a energia e eu perdi tudo. Então tive que começar tudo de novo. -.-']


Darkiel Blackheart, 22:47 da noite


[OFF: Eu rolei todos os testes, mas como perdi o post antigo, vou postar apenas os resultados.]

O Tremere decidia que pesquisaria um pouco sobre cada uma das criaturas aladas que havia encontrado. Mas será que teria paciência para estudar tanto? De início não teve problemas com isso. Começou estudando vampiros. Era mais fácil de compreender, já que faziam parte de sua própria espécie.

Após uma hora de estudo, o cainita não conseguia absorver nada além do óbvio que o conteúdo mostrava [1 sucesso no teste]. Via exemplos de sua própria disciplina, movimento da mente, utilizada por alguns vampiros para "voar". Decidiu então que pesquisaria agora sobre gárgulas.

Conseguiu manter a paciência para estudar, porém começava a estressar-se lentamente. Novamente a pesquisa não foi muito bem sucedida, e ele só conseguiu absorver o óbvio que o livro lhe passava [1 sucesso]. Era a hora de pesquisar sobre Harpias.

Novamente teve paciência o suficiente para estudar, mas já encontrava-se tenso. A pesquisa tinha sido mais complexa que as anteriores, e ele não entendeu nada no fim [0 sucessos]. Afinal, harpias existiam mesmo? Nunca tinha ouvido falar. Preparou-se para pesquisar sobre outras criaturas.

Porém dessa vez a tensão foi tão grande, que Darkiel perdeu completamente a vontade de estudar, irritando-se profundamente [falha crítica]. Não queria sequer olhar para o livro, então retirou-se da biblioteca e foi a procura de sua senhora.

A Capela estava muito movimentada, e o Tremere não conseguiu encontrá-la no meio de tantos feiticeiros [0 sucessos]. Porém, um desconhecido fala com ele.

-Ei, cara. O Regente disse que tem um comunicado a fazer. Mandou todos os interessados comparecerem a sua sala. Você não vem? - Disse o rapaz de cabelos loiros, olhos verdes, pele branca, altura mediana e magro.

Comunicado? Então esse era o motivo dessa aglomeração de feiticeiros. O desconhecido aguardava pelo Tremere.


Rachel Tylbett, 20:01 da noite


O estudante parecia contente com a reação da Brujah, mas antes que pudesse dizer "vamos" o celular da cainita toca. Era seu senhor, que finalmente dava notícias de vida. Rachel atende.

-Rachel, temos algo importante para essa noite. - Falava ele apressadamente, sem sequer desejar boa noite. - O Sabá está começando uma espécie de guerra pela conquista da cidade. A Camarilla está com problemas, e a Príncipe me pediu ajuda. - Disse ele pausadamente, e então voltou a falar, mas seu tom de voz não era o mesmo. Estava notável a preocupação em sua fala. - É perigoso, e eu não quero que você se arrisque contra sua vontade. Se você quiser fazer outra coisa essa noite, não tem problema. Mas por favor, tome cuidado. A cidade não é mais segura. - Dizia ele. Um Brujah pedindo "por favor"? Realmente aquilo devia ser sério.

Alex aguardava com um olhar de curiosidade estampado em seu rosto. E agora? Destruiria as esperanças que o pobre humano tinha alimentado? Ou trocaria uma noite de ação por um simples jantar? Marx aguardava a resposta.


Rafael Ramirez, 7:45 da manhã


[OFF: Como deixou óbvio que ações tomaria, vou adiantar as coisas]

O policial trocava um tranquilo dia de folga, para voltar a sua rotina. Realmente fazia sentido que fosse chamado de "El Loko". Afinal, quem tomaria uma escolha dessas? Tratava de ir para o departamento de polícia.

Chegando lá, Rafael não ficava de arrudeios, ia direto para sala do chefe. Lá encontrou ele e mais um homem sentado em frente a sua mesa. O policial tratou de levantar-se para apresentá-lo.

-Rafael, esse é o Detetive Fernandes. Seu trabalho será protegê-lo enquanto ele realiza a investigação. - Disse ele apontando para o homem de cabelos e olhos castanhos, pele morena clara, alto, magro e usando roupa casual, nada que deixa estampado que tratava-se de um detetive. Em seguida, apontou para Rafael, apresentando-o ao homem. - E esse é um dos nossos melhores policiais, Rafael Ramirez, o famoso "El Loko". - Ele sorriu. O detetive respondeu com um leve aceno de cabeça, e então o chefe voltou a falar. - Agora vão! O local ainda está intacto para ser analisado.

O detetive levanta-se e Rafael o segue, descendo até a rua, onde estava o carro que usariam. O detetive entrava pela porta do motorista e acenava com a cabeça para que Rafael entrasse no do passageiro.

-Importa-se de irmos no meu carro? - Disse ele, falando pela primeira vez com Ramirez.


Derryl Hirt, 19:11h da noite


[OFF: Post inicial é bem pequeno mesmo, não se preocupe, depois melhora. xD]

Derryl tinha acordado cedo naquela noite. Tinha feito seus costumes higienicos de sempre e vestido-se [sinta-se a vontade para descrever essas partes se quiser]. Ainda não tinha se alimentado, mas não sentia necessidade de sangue no momento. Alexander o cumprimentou como de costume e saiu logo em seguida, não informando para onde iria. Liza encontrava-se na mansão, sempre atenciosa e gentil, procurando algo que seu amado Derryl precisa-se. Eles estavam com a noite livre, Derryl já havia dado suas aulas da semana. Liza propos que saissem para um jantar romântico, mas Derryl quem de fato decidia o que fariam, e se ela de fato o acompanharia.


Johnny Winter, ???


[OFF: Já que decidimos que você mesmo faria a postagem inicial, estou aguardando. Só não abuse nas vantagens. xD]
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Re: Destinos póstumos de uma não-vida (Crônica Oficial)

Mensagem por Johnny Winter em Ter Maio 10, 2011 1:57 am

NYC, Kips bay. 23:11.

Eu odiava cidades grandes. Especialmente as gigantes o suficiente para serem anarquistas devido à própria natureza humana e administrativa de ser.

Ter deixado Massachussets parecia não ter sido uma boa idéia. Lá, pelo menos, a força independente e da Camarilla, me dava uma sensação de mais segurança. Mesmo que, talvez, ilusória. Já Nova York... Era uma pocilga de condenados e, acredite, é bom que você saiba andar por aqui quando pisa em amaldiçoado território.

Meu guia de estradas e mapas dos EUA, muitas vezes, era a melhor arma e estratégia que eu tinha para continuar vivo. E cruzar Nova York e, continuar vivo, era exatamente o meu plano. Nada de parecer suspeito demais, apenas continuar investido em meus negócios e avaliar possíveis investimentos, devorar um e outro humano e, fora. Sem ter que se envolver com causa alguma, ou atrair atenção de um principado instável demais pra cima de mim.

Apesar de ter cruzado a Queens-Midtown Expy e ter chegado em Kips Bay como um humano qualquer, que viaja muito rápido em sua Ducati 1198 preta(Meu luxo pessoal dos pequenos frutos que eram minhas ações e títulos do governo, afinal, não ter tantos gastos é uma das vantagens de não se estar vivo), eu ainda me sentia tenso. Não podia dizer que estava seguro, mas por hora, não sentir aquele calafrio demais de perigo, talvez signifique que eu venha à ter uma noite tranqüila.

Eu queria entender tudo que eu vivi e fiz nesses últimos 19 meses. As mortes, o sangue extremamente prazeroso, meus impulsos impetuosos e essa maldita condição. Não só me entender, queria chegar à uma conclusão sozinho, sem anciõezinhos ditanto caminhos de sabedoria, pelo qual, eu deveria trilhar. Por isso estava perambulado sem rumo pelo país inteiro.

Parei numa daquelas bancas que ficam abertas 24 horas, que só existem em cidades como Nova York(por mais irônico que pareça), para comprar um catálogo de hotéis e identificar, de forma superficial, claro, qual seria o melhor para minha curta estadia nesse inferninho. E por melhor, entende-se livre de 'administração' vampírica.

Paguei o dono da banca sem dirigir um olhar para ele, ainda atento ao que procurava. Não demorou muito para encontrar um forte potencial à vaga. Era mais ou menos ali perto: 28th Street, The Park South Hotel. Três estrelas e meia e suficientemente longe do Central Park e do Sul predatório de NY. Perfeito.

Montei em minha menina e rumei para lá.


Última edição por Johnny em Ter Maio 10, 2011 9:26 am, editado 1 vez(es)
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Re: Destinos póstumos de uma não-vida (Crônica Oficial)

Mensagem por Darkiel Blackheart em Ter Maio 10, 2011 8:46 am


O tremere começava seus estudos de uma forma frustrada e só fora reveladas coisas que já sabia ,impaciente ele decide partir para o próximo tipo de criatura e no final das contas nenhuma das pesquisas indicadas lhe rendera bons resultados ,resolve procurar por Akevasha ,mas observa que a capela estava bem agitada tenta encontrá-la ,mas com toda aquela movimentação parecia impossivel.
Quando subitmente um rapaz magricelo fala com ele e avisa sobre um comunicado do regente da capela .

- Então essa é a razão dessa aglomeração de feiticeiros?...claro que irei

Sem dar muita atenção para o magricelo ele segue seu caminho na direção da sala onde o regente falaria a todos os membros da capela.
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Re: Destinos póstumos de uma não-vida (Crônica Oficial)

Mensagem por Dylan Dog em Ter Maio 10, 2011 8:55 am

durante o banho lembro-me que estaria com a noite livre, é interessante, pois já não tinha uma folga a um certo tempo, ou simplesmente o estresse começava a me afligir a mente, enfim, era melhor me arrumar bem...

*ia até o closet,escolhia um terno, não sabia o motivo mas se sentia bem com roupas elegantes, e como marca registrada do clã, os ternos sempre pretos, bem pretos, era estranho, mas após vestir seu clássico conjunto (que já não usava a alguns dias também), camisa presta desabotoada no ultimo botão próximo a gola, o terno armani, a calça social e os sapatos, todos negros, estranhamente ficaram mais negros, como se as sombras o vestissem junto*

- melhor não colocar gravata, hoje não é um dia para formalidades.

* sai do quarto, comprimenta Alexander que como sempre está de saída e não da satisfação, mas não é preciso, ele tem celular e sabe se virar bem, encontra-se com Liza e a comprimenta com um beijo como sempre*

- Boa noite querida.

Liza propos que saissem para um jantar romântico

- Acho uma boa idéia querida, mas sabes que eu não posso me alimentar como um humano mais, em todo o caso tem aquele barzinho para Cainitas, exceto pelo fato de ser muito frequentado pela Camarilla e eles adoram pedir favores ou saber como vão os processos, é a melhor escolha para um jantar com um vampiro.

*me preparo para sair, pego as chaves do carro (fica por decisão do mestre qual o carro), mas antes de descer, entrar no carro a rumar para a cidade, enquanto espero Liza se aprontar, ligo para Alexander e lhe pergunto:*

- Alô?, meu senhor, não quero ser chato, mas sabes que nossa condição requer cautela, assim sendo, eu poderia pegar algum armamento no arsenal da mansão?

OFF: as armas disponivéis ficam a critério do mestre, mas sugiro apenas pistolas e revolvers, em quesito de armas brancas já é mais variada, mas ainda fica a critério do mestre.

*ruma até o arsenal, pega uma pistola e uma adaga quais quer ou de indicação de seu mestre, guarda a pistola na cintura e a adaga na manga do braço direito em uma suporte específico, vai até o carro, adentra o veículo, da a partida, da um beijo de leve em Liza em por fim sai em direção a cidade e em seguida ao bar cainita*

- coloque o cinto Liza, sempre é bom ter prudência.

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Re: Destinos póstumos de uma não-vida (Crônica Oficial)

Mensagem por Rafael Ramirez em Ter Maio 10, 2011 10:52 pm

Off:
Te adicionei no msn, pois tinha algumas dúvidas pra tirar quanto a cena.
Mas, pra não correr o risco de perder a postagem, vamos lá xD

On:
Ramirez era um homem extremamente dedicado a sua causa, à sua natureza. Para ele, viver era respirar as ruas, patrulhar as ruas, livrá-las dos delinquentes e aloprados. A folga lhe servia somente de mero descanso físico, mas não mental.

De qualquer modo, como estava de folga, não iria até ao distrito fardado. Pegava sua pistola e escopeta de uso privado, juntamente de uma pequena caixa de munição para cada arma, sendo que a escopeta e caixas de munição, eram colocadas dentro de uma mochila

Como normalmente fazia, ia caminhando até o Distrito. Trajava uma camisa preta, calça jeans azul escuro e óculos escuros. Saudava todos os colegas de farda, os quais retribuíam o cumprimento de forma respeitosa e entusiasmada.

Quando adentrava a sala do chefe, Ramirez tirava os óculos escuros e prestava uma rápida continência ao seu superior. Posteriormente, somente se limitava a ouvir os dizeres do chefe.

Agora compreendia porque fora chamado.Não deveria investigar nada, mas sim, prestar proteção a um detetive maricas. Bem, pelo menos ele também parecia possuir descencia latina.

Quando o chefe ordenava a saída, Ramirez prestava uma nova continência e imediatamente deixava o recinto, seguindo o detetivo em silêncio. Quando ele finalmente falava, Ramirez respondia:

- Detetive, não quero desrespeitá-lo, mas o senhor certamente conhece minha reputação e quais tipos de ato a minha presença pode desencadear. Como fui designado para protegê-lo, sou obrigado a sugerir que o senhor pegue ao menos, um colete a prova de balas... *Ramirez falava respeitosamente, sempre olhando diretamente nos olhos de Fernandes, prestando muita atençao nas expressões do homem* Quanto ao veículo, a minha viatura é blindada, penso que ela seria mais adequada para patrulharmos. O senhor acha melhor que eu coloque meu fardamento? *fazia uma pequena pausa, e depois continuava* Achei que o chefe fosse me designar para algo mais... particular, e portanto, trouxe minhas armas particulares e vim trajado informalmente.

Talvez, para Fernandes, tudo soasse um pouco estranho. O modo como Ramirez falava com ele - respeitoso, educado e subordinado -, e até mesmo a forma correta de expressar-se não condiziam nem um pouco com o apelido que ele recebera.
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Re: Destinos póstumos de uma não-vida (Crônica Oficial)

Mensagem por Rachel em Qua Maio 11, 2011 11:04 pm

Antes que eudesse a resposta, meu celular toca.* Atendendo o celular*

-Rachel, temos algo importante para essa noite. - O Sabá está começando uma espécie de guerra pela conquista da cidade. A Camarilla está com problemas, e a Príncipe me pediu ajuda. - É perigoso, e eu não quero que você se arrisque contra sua vontade. Se você quiser fazer outra coisa essa noite, não tem problema. Mas por favor, tome cuidado. A cidade não é mais segura.

-Alo! Marx! * Escutando ele falar atentamente *

" Maravilha, enfim uma ação "

- Mas é claro que quero ajudar, não tenho nada pra fazer, então me diz o que devo fazer. Onde te encotro?

Olho para o humano que estava parado na minha frente e faço um gesto com amão pedindo para ele esperar.

- Marx só vou resolver uma coisa aqui, em 1 minuto não desligue porfavor.

Tampo o celular com a mão e falo pra Alex bem baixinho:

- Me desculpa mas hoje não vai dar pra saimos, tenho uma coisa muito importante pra resover.Eu te procuro.

Volto a falar com Marx.

- Pronto resolvido aqui, agora me diz onde e quando devo te encontrar, ou você vem pra ca?

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Re: Destinos póstumos de uma não-vida (Crônica Oficial)

Mensagem por No one em Qui Maio 12, 2011 11:31 pm

[OFF: A chuva queimou meu mouse, portanto não terei como postar hoje. Assim que comprar outro, preparo o post de vocês.]
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Re: Destinos póstumos de uma não-vida (Crônica Oficial)

Mensagem por No one em Sab Maio 14, 2011 1:39 am

Darkiel Blackheart, 23:00h da noite


Seguindo para sala do Regente sem dar muita atenção para o louro, Darkiel mistura-se a grande massa de vampiros feiticeiros que lotava a sala. Pouco mais de 10 minutos depois, o Regente levantava de sua poltrona, que ficava numa parte mais alta e reservada da sala, de modo que permitia que ele visse a todos os presentes.

-Boa noite a todos. Serei direto, para poupar o tempo de vocês. A cidade de Nova York encontra-se em um início de guerra, da Camarilla com o Sabá. Blair, a Príncipe da cidade, está solicitando reforços. E nossa capella, sempre fiel a Seita, cederá alguns de seus feiticeiros para ajudar nessa disputa. Nenhum de vocês foi selecionado ainda, na verdade, não haverá seleção. Os que estiverem dispostos a arriscar sua não-vida ao participar dessa sangrenta guerra, serão aceitos. Em troca de arriscarem suas vidas, se forem bem sucedidos nessa tarefa, ganharão prestígio comigo e com o clã em geral, podendo ter acesso aos melhores livros da Capella. - Disse ele friamente, sem demonstrar nenhum sentimento ou expressão - Mas sugiro que não desperdicem suas existências a toa. A menos que saibam lutar, nem pensem que voltarão vivos dessa. - Concluiu ele.

Todos os feiticeiros começavam a cochichar entre si, como se fossem Harpias. A recompensa era boa, mas valeria a pena arriscar sua pele por algum respeito e livros melhores? Os Tremere ainda estavam para decidir.


Rachel Tylbett, 21:15h da noite


Alex ficava desapontado, mas assentia com a cabeça e ia embora. Pelo menos ela disse que o procuraria, já era alguma coisa. Marx responde.

-Venha para o Elysium agora. A Príncipe vai se pronunciar as 9 horas. Estou te esperando na recepção.

Rachel segue para o Elysium [explique como chegou até lá]. Chegando lá, encontra com seu mentor na recepção, como esperado. Ambos pegam um elevador para o ultimo andar. O lugar estava super movimentado, uma grande reunião estava planejada. Rachel e Marx esperam alguns minutos, até que a Príncipe pede que 7 membros entrem. Logo em seguida, outros 7. E por fim, eles são chamados, junto a outros 5 membros aleatórios [futuramente descrevo eles]. As portas da sala da Príncipe eram abertas e os membros entravam.

A sala era grande e luxuosa. A Príncipe sentava em seu trono, com um vestido negro e apertado que realçava sua pele pálida, sua aparência era atraente até mesmo para mulheres. Diante dela tinha uma mesa enorme, repleta de cadeiras luxuosas de cada lado, até chegar ao fim.

-Sentem-se. - Disse Blair, com uma voz realmente encantadora.


Rafael Ramirez, 8:15h da manhã


O detetive realmente pareceu surpreso, e isso ficava claro em sua expressão.

-Concordo, perdoe-me pela imprudência. Vamos lá dentro pegar os coletes. E não precisa estar fardado não, me sinto melhor com você assim. - Disse ele, voltando ao departamento.

Quando voltaram a rua, Fernandes pede para que Ramirez leve-o até a sua patrulha [Essa parte fica a seu critério]. Já dentro do carro, o homem guia Ramirez por longos minutos, até que chegassem ao local da tragédia [Pode descrever o que conversaram até lá].

-É aqui! - Disse ele, fazendo Rafael parar diante de um prédio. - A vítima mora num apartamento desse prédio.

Ao descer, Ramirez vê várias patrulhas estacionadas na frente do lugar. Seus companheiros de trabalho o cumprimentam formalmente. Fernandes logo o guia para o apartamento da vítima, no 1ª andar. A porta estava aberta, com 3 policiais dentro.

-Podem se retirar agora, preciso analisar o local. - Disse ele para os homens, e em seguida eles sairam.

Caminhando até o quarto da vítima, eles viam um quarto qualquer que aparentemente estava normal, tudo arrumado, tudo no lugar certo, cama, guarda-roupa, bancadas... Mas o que chamava a atenção dos dois era a mulher morta em cima da cama. Seu corpo estava intacto, suas roupas também, porém não havia uma gota de sangue sequer no corpo da falecida. Estava completamente drenada. Fernandes analisava o corpo prestando atenção nos mínimos detalhes.

-Muito curioso, não acha? Nunca vi um caso assim antes. E sequer temos suspeitas. - Disse ele, um pouco desapontado.


Johnny Winter, 23:25h da noite


Partindo com sua moto, Johnny sentia-se vivo novamente por alguns instantes, com aquele vento forte e aquela adrenalina que sentia em seu corpo morto quando acelerava sua máquina. Não demorou muito até que chegasse no local desejado.



Não era muito luxuoso, mas também não era pobre, e dava para passar o resto da noite tranquilamente. Entrando na recepção, uma jovem moça loira e pálida atrás do balcão falava com ele.

-Boa noite senhor, em que posso ajudá-lo? - Disse ela, com uma voz doce e gentil.

[OFF: Sei que é provável que peça só um quarto, mas existem outras possibilidades, por isso não adiantei as coisas.]


Derryl Hirt, 19:35h da noite


- Acho uma boa idéia querida, mas sabes que eu não posso me alimentar como um humano mais, em todo o caso tem aquele barzinho para Cainitas, exceto pelo fato de ser muito frequentado pela Camarilla e eles adoram pedir favores ou saber como vão os processos, é a melhor escolha para um jantar com um vampiro.

Liza faz um biquinho e uma cara de decepção.

-Tudo bem amor. O bar cainita parece ótimo. - Disse ela, recuperando a animação.

Dizendo isso, ela parte para o seu quarto para se arrumar. Derryl também segue para o seu e termina de arrumar os últimos detalhes de sua roupa e cabelo. Terminando, ele liga para seu mentor.

- Alô?, meu senhor, não quero ser chato, mas sabes que nossa condição requer cautela, assim sendo, eu poderia pegar algum armamento no arsenal da mansão?

-Sim, pode. Aproveito para lhe avisar algo importantíssimo... O Sabá está em guerra contra a Camarilla pela pose da cidade, por isso é realmente bom se previnir. Cuide-se. - Responde a voz no outro lado da linha, desligando em seguida.

*ruma até o arsenal, pega uma pistola e uma adaga quais quer ou de indicação de seu mestre, guarda a pistola na cintura e a adaga na manga do braço direito em uma suporte específico, vai até o carro, adentra o veículo, da a partida, da um beijo de leve em Liza em por fim sai em direção a cidade e em seguida ao bar cainita*

Derryl havia pego armas simples, e o carro que escolhera era um dodge-viper-srt10-2006, um tanto quanto luxuoso.



Alertou Liza e então seguiram para o bar. Alguns minutos depois eles chegam, Derryl estaciona o carro e segue para lá com Liza. Por fim entram no local.



-Parado ai! - Um homem alto e musculoso de pele pálida bloqueia os dois com os braços enormes. Ele observa Derryl por alguns segundos e enfim libera a passagem. - Podem passar.

O local estava mais ou menos cheio, como nas outras noites em que Derryl apareceu lá. Como o local não estava lotado, ele podia sentar-se tanto numa mesinha como no balcão.
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Re: Destinos póstumos de uma não-vida (Crônica Oficial)

Mensagem por Darkiel Blackheart em Sab Maio 14, 2011 8:20 am

O vampiro chega até a sala observando na direção da cadeira mais alta ,observa que não estava atrasado ,afinal o regente não havia começado a falar ,ele então se senta ,ajustando a cadeira para se sentir mais confortável e é nesta hora que o líder da capela começa o seu pronunciamento .Fica surpreso com a proposta ,pois estava precisando de ter acesso a livros melhores já que não tinha tido muito sucesso em suas pesquisas anteriores .
Sabia que aqueles pesadelos iriam continuar se não fizesse alguma coisa acabaria como um malkaviano,louco de pedra ,analisa os riscos,afinal sua pericia com as lutas não eram das melhores,mas se lhe dessem uma arma daria para fazer algo que prestasse ou até mesmo o uso de suas disciplinas poderiam ajudá-lo um pouco nessa guerra.
Vendo a possibilidade de fazer qualquer coisa para se livrar daqueles pesadelos ,ele se levanta ,pensa no respeito ainda maior que alcançaria nos livros que teria em mãos,o conhecimento , o poder ,caso conseguisse retornar e por fim fala :

- Sei os riscos que representa,já lutei com o sabá antes...e por isso eu digo que vou...não para ser bajulado quando voltar...mas digamos que tenho motivos pessoais que não posso ignorar...

Olha em volta a reação de seus irmãos e depois observa o regente ,tentando decifrar o que ele estaria imaginando diante da sua atitude de mais uma vez confrontar o Sabá.
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Re: Destinos póstumos de uma não-vida (Crônica Oficial)

Mensagem por Rafael Ramirez em Sab Maio 14, 2011 4:03 pm

Ramirez pegava dois coletes, ambos com os dizeres escrito "Police", na parte da frente e atrás.

Além disso, deixaria todos os seus pertences particulares no distrito, fazendo uso do "kit" essencial de patrulha: pistola, escopeta, spray de pimenta, lanterna, cacetete e algemas, bem como, algumas munições extras.

A viatura de Ramirez ficava no estacionamento da própria delegacia. Ele mesmo ia guiando a viatura, colocava a escopeta em um local próprio, que ficava um pouco atrás do cambio do veículo.

Durante o trajeto, Ramirez sempre se demonstrava muito educado e respeitoso. Limitou-se a questionar fatos como o local onde Fernandes teria nascido e onde morava, bem como, questionava quando ele havia ingressado na corporação, uma vez que até aquele dia, nunca tinha ouvido falar naquele homem. Além disso, fazia questão de questionar sobre as notas do rapaz durante o curso de formação, e se ele já teria se envolvido em alguma situação real de conflito com armas ou corpo-a-corpo. Por fim, também questionava o homem porque ele decidiu entrar para a polícia.
[Achei melhor descrever o diálogo dessa forma, pois não precisamos "voltar no tempo". Pode responder em texto também, não precisa ser em forma de diálogo]

Todas estas questões eram importantes, pois desta forma, Ramirez poderia saber que tipo de policial estava protegendo.

Ramirez parava a viatura em frente ao prédio. Como nenhum dos dois permaneceria na guarda do veículo, desligava-o e legava as chaves consigo. Cumprimentava os companheiros de farda com um rápido aceno, sempre seguindo o detetive.

Quando chegavam ao apartamento, Ramirez seguia exatamente os mesmos passos do detetive, a fim de não contaminar a cena do crime. Ficava parado, próximo a porta do quarto, deixando o detetive realizar seu trabalho. Quando ele questionava, Ramirez abria um sorrisinho irônico e respondia:

- Não, não é curioso detetive...

"Mas que merda, o chefe me chamou pra atender uma porra de um infarto? Só espero não perder meu dia de folga a toa." Pensava.
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Re: Destinos póstumos de uma não-vida (Crônica Oficial)

Mensagem por Johnny Winter em Dom Maio 15, 2011 5:16 pm

NYC, Park South Hotel 23:25.

Cortar entre os carros, correndo o mais rápido que puder com minha moto, me fazia divagar.

Era uma coisa de natureza humana, eu sei. Diferente do monstro que agora sou, antes minha barriga sentiria aquele calafrio, eu teria uma sudorese leve entre as mãos e meu coração bateria mais rápido, com a adrenalina fluindo em minha corrente sanguínea e, aquela sensação de liberdade nascendo em meu ser.

Mas meu coração não bateu. Eu não fiquei ansioso. Apenas tive um ligeiro impulso de que talvez, provar antigas e prazerosas emoções, poderiam me dar aquela sensação de vida e não de trevas. Coisa muito difícil, afinal trevas é o que sou. E fica mais difícil não morder alguém e não matar uma pessoa sendo um Lasombra. Afinal, nossa disciplina característica é praticamente o próprio estomago da besta. Para ativá-la, ela exige sangue. E muito .

A fachada do Park South Hotel era de arquitetura característica da Nova York do século XIX e isso me agradou. O local parecia discreto, simples e longe das tramas que os membros travavam entre si. Se bem que isso é quase impossível, afinal qualquer vagabundo com um par de caninos mais salientes sabe que NY é um palco de uma luta que nunca cessa.

Por isso eu queria me mandar daqui o quanto antes.

Continuei alerta quando estacionei minha moto na vaga privada do hotel. Por segurança, utilizo sempre aquelas travas anti-roubo para motos, afinal não seria legal perder meu único bem. E o primeiro que comprei depois que comecei a viver uma não-vida bancando o acionista do diabo. Peguei minha mochila com minhas poucas coisas: notebook, um pouco de pó, um caderno de anotações, celular, meus mapas e meu guia de hotéis e pontos turísticos de NY e entrei no hotel.

Passei pelo hall, observando as pessoas. Apenas alguns turistas passantes, querendo desfrutar dos prazeres noturnos de Nova York. Mal sabem eles que existem prazeres muito mais nefastos e hediondos que poderiam ansiar de uma noite. E eu adoraria concedê-los à esses merdinhas cegos em realidade.

A loira gostosinha que me atendeu tinha um olhar vago de quem, ou está cansada demais, ou não gosta do emprego que tem. Que pena pra ela. Mas talvez ela se interesse por drogas... Ou por mim e meu charme gótico e galante de ser. E se ela se interessar, acho que toparia usá-la para satisfazer a minha sede viciada em troca de pequenos prazeres humanos. Espero que ela não morra depois.

- Boa noite senhor. Em que posso ajudá-lo?

- Quero um quarto. O que bate menos luz possível durante o dia. Odeio acordar cedo. E por favor, cuidem de minha moto. Vocês não iriam gostar nada se acontecesse algo com ela... – Dei uma piscadela com um sorriso cretino para a atendente, mordendo meus lábios rapidamente em seguida. Nada melhor do que insinuar um namorico.

Mulher se torna um jogo fácil depois que se adquire essa aura atrativa sobrenatural e característica de vampiros. É só você imaginar que está morrendo de vontade de comer uma lasagna deliciosa, que foi preparada com carinho... O resto é instinto natural de predador, condenado aos prazeres da carne, digo, do sangue.

Quem sabe se eu forçar a todas as antigas necessidades e desejos humanos e, as novas de predador, eu não descubra algo realmente útil sobre o mal que me tornei...
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Re: Destinos póstumos de uma não-vida (Crônica Oficial)

Mensagem por Dylan Dog em Dom Maio 15, 2011 10:10 pm

*me sento em uma mesa e faço o pedido básico de todo o Cainita (vitae numa taça) e deixo Liza pedir o que mais lhe agradar no cardapio*

- vamos jantar e voltar pra casa, fiquei sabendo que a Camarilla está em guerra com o sabá pela posse da cidade, não é seguro para mim andar por ai e ainda mais com você por perto... me conte como vai o trabalho?

*a mudança de assunto é repentina mostrando a vontade de não estragar a noite com preocupação, mas via-se que em seu rosto triste agora havia preocupação, afinal os Guardiões do sabá podem querer ajuda de memebros do clã*

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Re: Destinos póstumos de uma não-vida (Crônica Oficial)

Mensagem por No one em Seg Maio 16, 2011 8:34 pm

Darkiel Blackheart, Rachel Tylbett & Derryl Hirt [horários variáveis]


[OFF: Estou dando uma agilizada nas coisas e indo logo para parte que interessa. Também estou juntando vocês na mesma cena.]


[Dois dias atrás]


Darkiel decide lutar novamente contra o Sabá. Estaria ele abusando da sorte? Já tinha sobrevivido uma vez, e viu a recompensa que desde então carrega em seu nome, o Status e o poder. Dessa vez, se sobrevivesse, não estaria ganhando nada com a Camarilla, mas sim com seu próprio clã. Tal fato o deixava excitado, afinal, era a chance de obter conhecimento e livrar-se de uma vez por todas daqueles terríveis pesadelos. O Tremere analisa a expressão do Regente, mas o mesmo não demonstrava emoção alguma. O Regente nada disse de imediato, esperou que outros membros se pronunciassem. Quando dez feiticeiros haviam decidido lutar, ele finalmente falou.

-Isso é o suficiente. Os dez que decidiram lutar, podem acompanhar meu carniçal até o Aeroporto. Enquanto aos outros, retirem-se, por favor. - Disse ele calmamente, sempre inexpressivo.

Todos os feiticeiros começam a se retirar da sala em silêncio, com excessão dos dez que haviam se oferecido para lutar, e do Regente, é claro. O Carniçal que estave o tempo todo ao lado de seu mestre, esperou que a grande maioria saisse e por fim pediu para que os dez o acompanhassem. Cada um deles foi designado a ir diretamente para o Aeroporto, sem sequer fazer as malas. O dinheiro e as roupas não eram problemas, tudo seria pago pela Capella. A meia-noite os feiticeiros embarcaram no avião para Nova York. Entre eles, Darkiel reconheceu o loiro magro que o havia avisado sobre a reunião, e o mesmo sentou-se com ele durante a viagem, tagarelando sobre assuntos da Capella [Pode descrever a conversa se quiser]. Ao chegar na tão esperada cidade, os feiticeiros se estabeleceram em um Hotel 5 estrelas para passar o dia, visto que não teriam como aproveitar o restante da madrugada até o amanhecer.


[Um dia atrás]


Rachel fora chamada por seu senhor para comparecer na reunião que aconteceria no Elysium. Lá também estavam os dez feiticeiros que chegavam para prestar serviços na cidade. Muitas pessoas esperavam pelo chamado da Príncipe, que estava chamando grupos de sete cainitas por vez. Por fim chegava a vez de ambos, Rachel e Darkiel, que eram convocados no mesmo grupo. Além dos dois, o grupo também contava com o senhor de Rachel, um homem de cabelos negros que também era alto e musculoso, uma mulher de cabelos castanhos e traços animalescos, um homem magro de pele morena que emanava uma presença sinistra, e uma criança do sexo feminino de aproximadamente 9 anos que possuia uma aparência angelical. Quando entravam na sala, a Príncipe olhava diretamente para todos.

-Sentem-se. - Diz ela, com uma voz tão bela quanto sua aparência física. A Príncipe trajava um vestido preto que realçava ainda mais sua atraente pele pálida.

Quando por fim todos se acomodavam nas cadeiras luxuosas que acompanhavam a grande mesa da sala, Blair volta a falar.

-Como todos sabem, o Sabá está tentando recuperar a posse da cidade, e por isso, está atacando os membros da Camarilla com tudo que tem. Os locais dos ataques são os lugares que mais são frequentados pelos membros da Camarilla. Infelizmente nem todos os nossos membros tem consciência da guerra que está começando. O trabalho de vocês será proteger um desses locais. Vocês devem estar lá todas as noites, até que ele esteja novamente seguro. Em troca, lhes darei o que quiserem ao completar suas tarefas, desde que seja plausível. - Diz ela, encerrando o discurso e esperando por alguma negação ou pergunta.

[OFF: Como Darkiel aceitou a tarefa, creio que não terá nenhuma posição negativa sobre a missão. E Rachel também transpareceu estar disposta, por isso adiantei as coisas e passei logo essa cena. Mas caso tenham alguma dúvida, podem fazer a pergunta mesmo assim, que no próximo post eu passo a resposta da Príncipe.]

Como todos pareceram aceitar suas posições, a Príncipe prepara-se para dispensá-los.

-O lugar é um bar, chamado The Nightmare Bar, muito frequentado por cainitas da nossa Seita. Os que souberem onde fica, podem ir. Os que não souberem, peçam ao Senescal para levá-los até um de nossos motoristas. Estão dispensados. - Finaliza Blair.

Dai por diante, todos seguem para o bar, cada um a sua maneira. Os cainitas se conhecem um pouco, o suficiente para saber o nome de cada um. Naquela noite, nada de errado aconteceu no bar.


[Dia atual, 20 da noite]


Derryl estava ciente do perigo que corria naquele lugar. Talvez se o tivessem avisado antes, ele sequer passaria perto de lá. Mas tentava relaxar e mudava de assunto, não querendo estragar a noite de Liza.

-Ah, o trabalho vai bem, como sempre. Mas não vamos falar sobre isso agora, né amor? Olha, o jantar já ta vindo. Como isso aqui é rápido, ein? - Comentava ela.

O garçom chega entregando a taça e o prato de Liza. Derryl completa sua reserva de sangue com a taça e Liza nutri suas necessidades humanas.

Enquanto isso, Rachel, Darkiel, Marx e os outros vigiavam o bar espalhados pelo local como seguranças. Não demora muito até que um grupo suspeito de 8 cainitas entra no bar. Os mesmos passam no teste de auspícius do segurança, porém um deles possuia algo de errado em sua alma.

-Você não pode entrar aqui. Deverá se retirar ou eu chamarei reforços. - Disse o segurança ao identificar veios negros na alma do vampiro magro, de aparentemente 20 anos, cabelos lisos e brancos e olhos profundamente negros.

-Lamento, mas acho que não terás tempo suficiente para isso... - Responde o cainita, abrindo um sorriso maligno que deixava suas presas a mostra. E em menos de um segundo a cabeça do segurança está rolando pelo chão do bar, virando pó logo em seguida. O homem lambe o sangue deixado em sua espada. - Podem começar a brincadeira, crianças! - Grita ele para os outros sete.

Os vampiros do Sabá sacam suas armas, e os da Camarilla fazem o mesmo. Um banho de sangue começa. Mais cabeças rolam e viram pó. Alguns sortudos conseguem fugir, enquanto outros são dilacerados antes mesmo de poder gritar.

Janna, a mulher de traços animalescos do grupo da Camarilla, cria garras em suas mãos e mata facilmente um dos inimigos do Sabá. Lucy, a Sádica Tremere, cria chamas em cima de uma das criaturas inimigas, e desvia do ataque da mesma com grande flexilibidade. Marx cravava suas presas no homem de cabelos brancos, e ele fazia o mesmo com ele, ambos mordiam-se com força. O que Rachel faria? Deixaria seu senhor lutar sozinho? Mas a Brujah não tinha tempo para pensar, era atacada logo em seguida.

Spoiler:
??? rolou 7 dados de 10 lados com dificuldade 6 para ataque com espada que resultou 3, 8, 3, 7, 2, 9, 3 - Total: 3 Sucessos

Era uma jovem negra de idade aparente de 20 anos, ela atacava com uma espada e um sorriso no rosto. Rachel precisava agir logo, ou então receberia o ataque em cheio.

O grandalhão do grupo da Camarilla levava socos em cheio de outro cainita tão grande quanto ele. O homem de pele morena da Camarilla lubrificava sua arma com um líquido verde e dilacerava a cabeça de uma mulher do Sabá. E Darkiel? O que faria? Ele também era atacado por um cainita de facas, duas vezes.

Spoiler:
??? rolou 6 dados de 10 lados com dificuldade 6 para ataque com facas que resultou 3, 4, 10(10,6),, 2, 10(10,6), 3 - Total: 6 Sucessos

??? rolou 5 dados de 10 lados com dificuldade 6 para ataque que resultou 8, 5, 5, 7, 9 - Total: 3 Sucessos

Os ataques estavam prestes a acertar o feiticeiro em cheio. Conseguiria ele desviar? A tensão estava grande para todos ali dentro.

Derryl, o "inocente" cainita que tinha ido apenas jantar com sua namorada, não ficava de fora. Uma mulher de cabelos negros e olhos de gato parava a sua frente e analisava sua expressão. Liza entrava em posição de combate, estava pronta para proteger seu amado a todo custo.

-Você não é da Camarilla... pobre jovem, perdido no meio de uma guerra que não terá chance de fugir. Se juntará a nós ou a eles? - Diz ela, num tom sádico. Ela também estava em posição de combate, e tinha garras em suas mãos.

E agora? O que Derryl faria? Ele parecia não ter escolha: Ou se juntava ao monstro, ou lutaria contra ele.


[OFF: Qualquer dúvida sobre o combate podem perguntar por MP.]


Rafael Ramirez, 8:30h da manhã


[OFF: Respondendo as perguntas...

Local de nascimento e formação: Brasil, São Paulo
Moradia atual: Nova York
Ingressamento na coorporação: Ingressamento recente, recebeu uma oferta de trabalho e aceitou.
Notas na faculdade: Excelentes
Treinamento especial: Especialista em armas de fogo
Motivo de virar policial: Oferta de emprego muito boa]


Fernandes olha com desconfiança para Rafael, e segundos depois, dá um tapa na testa.

-Desculpe, esqueci de lhe falar. Apesar de não terem realizado todos os exames médicos, já foi constatado que esse corpo encontrasse sem nenhuma gota de sangue. O que torna o caso ainda mais curioso, é que não tem nenhuma marca que indique que a pele foi perfurada. - Diz ele, ainda olhando para o rosto da mulher. - O pior de tudo é que ainda não temos nenhuma suspeita. Ela não tinha parentes próximos, nem namorado, nem marido e os poucos amigos que tinha, não a viam a algum tempo. - Diz ele pensativo. - Poderia se retirar por um momento? Preciso fazer minhas análises, e me concentro melhor sozinho.

O policial não é bobo, pergunta se algum policial já vistoriou o local antes.

-Sim, porém deixaram tudo intacto. Não queriam que eu perdesse nenhum detalhe. - Responde ele.

Rafael se retira por alguns instantes, e Fernandes fecha a porta. O policial aproveita para dar uma olhada no apartamento.



Era um lugar bonito e bem organizado, agradável de se viver. O policial imagina que Fernandes levaria algum tempo procurando pistas, mas para sua surpresa, ele é chamado alguns minutos depois. E quando volta, encontra um Fernandes totalmente diferente de antes. Não tinha mudado sua aparência, porém seu rosto não demonstrava nenhuma expressão. O Detetive entrava no modo frio e calculista, esquecendo quaisquer simpatia que tivesse criado pelo policial nos ultimos minutos.

-Senhor Rafael, gostaria que desse uma olhada em algo que encontrei. - Ele apontava para o cadáver pelado em cima da cama, quando Rafael se aproxima, o Detetive aponta para barriga da falecida, próximo ao umbigo. E lá ela podia ver que as cicatrizes formavam "Rafael Ramirez El Loko". - Quando a despi, não foi difícil encontrar isso. O que tem a dizer em sua defesa? - Dizia Fernandes, dirigindo-lhe um olhar inexpressivo.


Johnny Winter, 23:30h da noite


A recepcionista parecia surpresa com atitude do vampiro. Ela era realmente uma gracinha [aparência 3]. Porém, não pareceu muito interessada no La Sombra, apenas balançou a cabeça positivamente.

-Trevis, pode acompanhá-lo até o quarto 13. - Diz ela para o homem encarregado pelas malas. - Senhor, aqui está a chave. - Ela entrega a chave para Johnny.

O homem o acompanha até o quarto, e com um leve movimento de cabeça, se retira. Johnny entra no quarto.



O cainita tinha algumas horas livres até o amanhecer.


Última edição por Kyle Raymond em Ter Maio 17, 2011 1:08 am, editado 3 vez(es)
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Re: Destinos póstumos de uma não-vida (Crônica Oficial)

Mensagem por Dylan Dog em Seg Maio 16, 2011 10:35 pm

*ativa rapidez, o fluxo de sangue em seu corpo aumenta muito (-1PDS)*

*olhando para Liza*

- Querida, esse não é um bom momento para você atuar...

*passa a mão no rosto de Liza com delicadeza, por mais que sua expressão no demonstrasse nada, em seu coração temia pela vida de Liza, por mais estranho que aquilo fosse, olha nos olhos da Cainita em sua frente*

- você deve saber que não sou a favor da violência, na verdade me abstenho das richas de vocês, por tanto, me deixe ir em paz ou pagará por sua ignorância

OFF: daqui em diante fica a critério do mestre, como não sei se posso ativar duas disciplinas no mesmo turno então, no caso de eu não poder ativar as duas eu coloco 2 PDS em vigor.

*Ativa Tenebrosidade nv 2 a mortalha das trevas em volta de si*

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Re: Destinos póstumos de uma não-vida (Crônica Oficial)

Mensagem por Rachel em Seg Maio 16, 2011 11:52 pm

Após a reunião com a principe, Marx e eu seguimos para o bar chegando junto com os outros.

Marx , Darkiel e eu vigiavamos o local como seguranças, até que um grupo de 8 cainitas entram no bar, mas a algo de errado com um deles .



-Você não pode entrar aqui. Deverá se retirar ou eu chamarei reforços. - Disse o segurança ao identificar veios negros na alma do vampiro magro, de aparentemente 20 anos, cabelos lisos e brancos e olhos profundamente negros.

-Lamento, mas acho que não terás tempo suficiente para isso... - Responde o cainita, abrindo um sorriso maligno que deixava suas presas a mostra. E em menos de um segundo a cabeça do segurança está rolando pelo chão do bar, virando pó logo em seguida. O homem lambe o sangue deixado em sua espada. - Podem começar a brincadeira, crianças! - Grita ele para os outros sete.

Vendo a reação do cainita e os ataques começar* ativo minha rapidez* "agora é hora de brincar hehehe"Fico atenta a tudo e a todos...Vendo Marx lutar não tive tempo de ir ajuda-lo pois em minha direção vinha uma jovem negra , ela vinha com uma espada e um sorriso no rosto. Com minha rapidez ativada, me esquivo dela.


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Re: Destinos póstumos de uma não-vida (Crônica Oficial)

Mensagem por Darkiel Blackheart em Ter Maio 17, 2011 8:41 am

[Dois dias atrás]

Observando a quantidade de membros que aceitara entrar na luta ,Darkiel se sente mais orgulhoso pelo seu clã esperava um quantidade inferior ,mas 10 tremeres já era um pequeno exército .Observa a reação do regente ,mas o sujeito mantinha uma apatia em seus olhos que só fazia dar uma raiva que Blackheart tentava disfaçar,em seguida é solicitado que sigam o carniçal do regente ,sem nem mesmo fazer as malas ,o cainita então o segue e logo já estavam em um aeroporto embarcando em um avião direto para New York .
Subitamente quando esperava que ficaria sozinho durante a viagem para sua surpreza o louro magricelo se senta ao seu lado ,a mesma hora o ancião faz uma expressão de tédio que loiro magricelo parecia ignora pois logo começa tagarelar sem parar ,Darkiel por sua vez apenas se mantinha em silêncio ,distante e isolado em seus próprios pensamentos.
Finalmente chegavam em Nova York ,porém devido ao horário ,já não era mais possivel aproveitar nada da madrugada e o mais prudente a se fazer depois de estabelecido no hotel 5 estrelas era descansar e ter o sono diurno para no dia seguinte se encontrar com a príncipe.

[Um dia atrás]

A noite chegara mais uma vez e sem perda de tempo ,Black Heart segue para o encontro com a príncipe Blair ,naquele instante ele coonhece a brujah que também faria parte do que pretendia auxiliar na defesa contra o sabá ,esta era a bela Rachel Tylbett,que o tremere admira disfarçadamente seus dotes por alguns instantes,mas sem nada falar ,pois a estonteante principe surge e começa a falar dando mais detalhes da situação e o que exatamente era preciso fazer ,no caso tinha que proteger um local de possivel ataque da seita inimiga .

Blair fala de uma possivel recompensa que o tremere não deixa passar em vão então complementa :

- Uma cadeira entre os menbros do conselho de anciões é plausível para você minha senhora ?

Após a resposta o tremere pede para o senescal mostrar onde ficava o tal lugar ,a primeira noite fora tranquila e nada aconteceu menos mal...

[Dia atual, 20 da noite]

Darkiel apenas andava pelo local como um segurança ,atento a todos os fatos a sua volta,observa a entrada de 8 vampiros que passaram no teste de auspício do segurança ,porém um outro sujeito surge que aparentemente havia indícios de ser um membro dos inimigos e tudo acontece tão rápido que antes mesmo do feiticeiro se aproximar a cabeça do segurança rolava sobre o chão ,observando que as coisa iriam esquentar ,o ancião tremere se concentra e começa a queimar parte da vitae em seu corpo para aumentar seus atributos .

[off :Uso de 3 pontos de sangue,+2 em destreza + 1 em força]

Logo que a batalha é revelada os vampiros sacam suas armas ,o feiticeiro apenas olha a sua volta tentando encontra o cainita que matara o segurança ,porém esse já estava no meio da batalha com Marx ,mais combates eram vistos por Darkiel que se mantinha em estado de alerta em todas as direções ,quando um outro sujeito fica frente a frente e avança com tudo em um ataque duplo atravéz do uso das facas .
Black Heart tenta se esquivar do ataque inimigo :

Spoiler:

TESTE DE ESQUIVAS

Destreza +2 (Ps) + Esquiva = 8

Quantidade aleatória (1,10) : 10
Quantidade aleatória (1,10) : 8
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Re: Destinos póstumos de uma não-vida (Crônica Oficial)

Mensagem por Darkiel Blackheart em Ter Maio 17, 2011 9:23 am

Após a tentativa de esquiva ,Darkiel olha para o inimigo profundamente e tenta dominar a sua mente :

- Entregue-me

Ele dizia se referindo as facas que o vampiro portava...
Spoiler:

TESTE DE DOMINAÇÃO

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Re: Destinos póstumos de uma não-vida (Crônica Oficial)

Mensagem por Rafael Ramirez em Qua Maio 18, 2011 9:32 pm

Ramirez ouvia os comentários do detetive totalmente desinteressado pelo assunto.

Se tinha sangue, se não tinha, se tinha furo, se não tinha, pouco importava. Provavelmente existiriam milhares de explicações científicas para aquela situação. Talvez o assassino fosse algum médico, pensava.

Quando o detetive pedia que ele se retirasse, somente se certificava se os outros policiais haviam vistoriado todo o apartamento em busca de suspeitos. Diante da resposta positiva, deixava o quarto, mas ficava parado logo ao lado da porta, apenas observando a sala.

Não muito tempo depois, Fernandes o chamava. Ramirez imediatamente retornava ao local, mas ficava parado, ainda perto da porta. Novamente, não queria contaminar a cena do crime.

Quando Fernandes pedia que ele desse uma olhada de perto no cadáver, Ramirez via claramente seu nome escrito no corpo da mulher, fato que muito lhe surpreendia. Aquele fato em nada lhe agradava, pois estavam usando inocentes para chamar sua atenção.

Contudo, quando Fernandes o indagava sobre o que ele tinha a dizer em defesa, Ramirez parecia enfurecer-se. Algumas veias chegavam a saltar de seu rosto e seu rosto ficava levemente avermelhado, demonstrando nítida raiva e inconformismo.

Olhava diretamente nos olhos do detetivo, ainda tentando conter o excesso de raiva, e gritava:

- Olha aqui seu filho da pu** , eu só espero que você não esteja falando sério... *Fazia uma breve pausa, mas logo em seguida erguia o dedo indicador na altura do rosto de Fernandes* E nem se atreva a dirigir outra acusação contra mim! *Gritava*

Off:
Em itálico, o que ele falou em espanhol.
Se quiser e achar necessário, pode rolar um intimidate. xD
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Re: Destinos póstumos de uma não-vida (Crônica Oficial)

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