Morpheu Monagort - Gangrel Urbano - Independente

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Morpheu Monagort - Gangrel Urbano - Independente

Mensagem por Antony Salon em Dom Abr 03, 2011 8:44 am

Nome: Daivid
Personagem: Morpheu Monagort
Clã: Gangrel (Urbano)
Natureza: Sobrevivente
Comportamento: Caçador de Emoções
Geração: 8º
Refugio: Ruas de Nova York
Conceito: " Sou um sobrevivente sob escombros dos valores mortos."


Experiência:


ATRIBUTOS (7 - 5 - 3)

Físicos (7)
- Força: +1 +3 (Especialização: Braços Fortes.)
- Destreza: +1 +4 (Especialização: Reflexo rapido & felino.)
- Vigor: +1

Sociais (3)
- Carisma: +1 +3 (Especialização: Engraçado)
- Manipulação: +1
- Aparência: +1

Mentais (5)
- Percepção: +1 +4 (Especialização: Atento,Experiente)
- Inteligência: +1 +1
- Raciocínio: +1


HABILIDADES (13 - 9 - 5)

Talentos (13)
- Prontidão: +3 +1 (-2 PB) (Especialização: Emboscadas)
- Esportes: +3
- Briga: +3 +1 (-2 PB) (Especialização: Garras)
- Esquiva:+3 +2 (-4 PB) (Especializações: Esquivar-se, Finta)
- Empatia:
- Expressão:
- Intimidação:
- Liderança:
- Manha:
- Lábia: +1

Perícias
- Empatia c/ Animais:
- Ofícios:
- Condução:
- Etiqueta:
- Armas de Fogo:
- Armas Brancas:
- Performance:
- Segurança: (3)
- Furtividade: (3)
- Sobrevivência: (3)

Conhecimentos (5)
- Acadêmicos:
- Computador:
- Finanças:
- Investigação: +2
- Direito:
- Lingüística:
- Medicina:
- Ocultismo: +3
- Política:
- Ciências:


VANTAGENS

Antecedentes (5)
-Geração: +5
---------------


DISCIPLINAS(3)
RAPIDEZ: +1
METAMORFOSE: +1
OFUSCAÇÃO: +1
-------------



Virtudes (7)
- Consciência ou Convicção: +1

- Autocontrole ou Instinto: +1+3

- Coragem: +1 +4


HUMANIDADE: 5

FORÇA DE VONTADE: 5 +2 (-2 PB)


DEFEITOS
Fobia Grave (Palhaço.) +3 PB
Inimigo +2 PB (Antonius.)
Identidade Trocada +1 PB(Informante da Camarila)
Exclusão de Presa +1 PB (Drogado.)

QUALIDADES
Temerario -3 PB
Noção do Perigo -2 PB
Vontade de Ferro -3 PB
Ambidestro -1 PB
Diablerie Escondida -3 PB


OBS:


PRELÚDIO

Sempre fui nerde, pelo menos achava que era. Minha vida na infância não foi nada fácil, sou órfão de pai e mãe, minha mais velha lembrança de criança começava já no Orfanato Stuart, um orfanato localizado próximo a Londres. Um orfanato caindo aos pedaços que recebia subsidio do governo para se manter mas que certamente a corrupção das próprias freiras fazia com que vivêssemos na marginalidade da sociedade.
Nunca soube o que era vida boa, gostávamos de nos arriscar nos corredores noturnos do orfanato para roubar comida na cozinha, o senhor Moggle um gordo que emanava um cheiro forte de gordura sempre vasculhava os corredores. Vez e outra um de nós era pego nessa trajetória até a cozinha e levava algumas belas surras, outras vezes o que era pego nem sempre voltava....
Fui pego uma vez, me lembro de ficar sentado em uma cadeira com uma lâmpada bem a minha frente, um vulto se mantinha de pé atrás dessa lâmpada com seus dentes amarelados a mostra, não dava para ve-lo muito bem enquanto o mesmo se escondia na escuridão...antes não tivesse olhado mais atentamente e o palhaço não tivesse se mostrado, sua boca pintada de vermelho me amedrontava , com sua maquiagem pesada ele arrancou minhas calças e ... é melhor deixar para lá, tem coisas que não preciso citar. Foi a primeira vez que vi um palhaço, e a ultima que desejei ver...
Cresci no orfanato, poucos saiam de la com famílias, outros morriam. Poderia se dizer que era apenas uma vida sem lei onde nem os governantes se preocupavam. As crianças se batiam por comida, o bullying era nosso mais fiel parceiro. Eu sempre fui fraco meus dotes físicos nunca me ajudaram, apenas poderia dizer que era rápido, mas não poderia ficar correndo para sempre. Descobri uma maneira de sobreviver aquilo, me aliei aos mais fortes e com minha carisma ganhei a confiança dos mesmos.
O orfanato continha uma biblioteca, eu não sabia ler mas via a irmã Isabel ficar olhando aqueles livros horas e horas e outras vezes ate mesmo chorar lendo-os. Pedi a ela para me ensinar a ler, ninguém ali tinha interesse em ensinar algo a ninguém, mas a irmã Isabel era diferente...era bonita, tinha olhos azuis, seu rosto era branco feito o luar. Nunca me esqueço dela segurando meu rosto e abrindo aquele sorriso branco dizendo as únicas palavras menos agressivas que já tinha ouvido até então "Claro que lhe ensino pivete...". Minhas noites eu passava na biblioteca, lia bastante, gostava principalmente de livros de investigação mas em uma noite algo mudou...revirando as estantes encontrei um livro grosso de capa dura com símbolos estranhos na capa, primeira coisa que fiz foi abrir o mesmo para verificar seu conteúdo. O livro não tinha muita coisa útil nas primeiras paginas..., a escrita era feita a mão e a leitura era difícil, mas me esforcei e aquele livro passou a ser meu companheiro, nele se encontrava a chave para ser forte, contava a historia do pior e melhor predador da criado, o diário de um vampiro...
Comecei a ficar fissurado na historia dos cainitas, sempre procurava por mais informações na biblioteca, revistei tudo de cabo a rabo...cheguei ate a entrar nos quartos das irmãs mas nada encontrei. A idade de sair do orfanato chegou, eu me retirei do mesmo indo para o mundo...sofri muito com o tal, mas aprendi alguns ofícios. Trabalhei limpando uma academia por um tempo e as vezes praticava alguns esportes, meu físico foi ficando invejável, cheguei ate a lutar algumas lutas amadoras de boxe, mas nada deu certo. O que eu mais queria era me tornar aquele ser invejável descrito nas paginas daquele diário, porem todos os locais descritos sempre narravam que para um mortal a morte era certa para se aventurar la. Eu precisava de poder e esse poder precisava de min.
Encontrei Irmã Isabel nas ruas de Londres, a mesma havia saído do convento. Apesar dos anos terem sido cruéis comigo a beleza da mesma era única, ela era a única que poderia chamar de amiga, começamos a nos ver mais vezes...ela vinha me trazer comida e foi com a mesma que tive a minha primeira relação, meu primeiro amor, após algumas goladas de vinho me senti tão apaixonado que me atraquei com Isabel na sala de sua casa. Passou-se algum tempo e adquiri uma doença lastimável...Gripe. A cura estava distante e minha Isabel nunca retornava para casa, ela fazia longas viagens e as vezes passava semanas ou ate meses fora de casa. Me lembro de estar em casa deitado quando senti o cheiro de seu perfume, a mesma se movia em minha direção com um olhar simples, eu nunca havia notado o poder que estava debaix do meu nariz, talvez um pecado para alguem tão atencioso, procurei tanto para fora que esqueci de olhar dentro de casa... Isabel nunca havia se exposto a luz do sol, seu olhar estava serio focado e sem perguntar ou qualquer outra coisa senti um prazer que nunca sentira na vida. Os dentes de minha amada cravados em meu pescoço era o começo de minha nova vida, de meu verdadeiro poder...

O tempo se passou e aprendi a controlar meu dom, Isabel não me tratava mais como um amante mas como um filho, nos deliciávamos com a noite, ela me ensinou a lutar em nosso estilo, ainda não tinha o dom de criar garras mas faziamos alguns ajustes representado-as. Um certo dia um homem se adentrou em nossa casa, ele vinha de longe e chegou a conversar horas e horas com Isabel dentro de seu escritório, temi até pelo pior mas logo tudo foi desvendado.
Gerrard era um vampiro do Clã tzimice, um bom e velho amigo de Isabel. O tal demônio começou a morar conosco e logo criamos ali um laço de amizade, ficou difícil três vampiros morando na mesma casa e dividindo o rebanho, mas era suportável. Eu aprendia mais e mais, e cheguei ate a aprender que erros normalmente ocorrem nas transformações para a não vida, e isso até chegou a ocorrer comigo. O beijo me curou da doença que me matava, mas não conseguiu recuperar meu vigor para o que era antes... Isabel me ensinou também a nunca tomar sangue de um drogado, pois as drogas nos afetam e para a nossa vida um erro pode ser fatal.
Eu era designado para varias missões simples de assassinato por Isabel e Gerrard, ambos cainitas muito fortes e respeitados no meio vampiresco, mas em uma dessas missões eu tive que me disfarçar...Gerrard me fez uma operação para aparentar um certo informante da camarila, executei com maestria a mesma como sempre fiz e retornei para casa, ao adentrar notei a casa quieta, ao abrir a porta do escritório um ser me olhou sobre o cadaver agonizante de Isabel. O mascarado não êxito em vir me atacar, tentando me apunhala e com uma adaga, a briga foi ferrenha mas consegui botá-lo para correr. Nunca descobri quem era mas sei que o disgraçado matou a minha Isabel e meu amigo gerrard.
Na briga com o mascarado um bilhete com cartão postal de nova york caiu no chão, decidi então ir atrás do mesmo e me vingar por Isabel e gerrard, mas algo mudou em mim ultimamente, não me sinto mais tão humano como antigamente...acho que os constantes cainitas que matei errado pode ter alterado a minha humanidade... porem ainda desejo encontrar o disgraçado que fez isso e lhe aplicar alguns corretivos, uma boa morte final...mas o que desejo mesmo nesse exato momento é ser Forte e procurar sempre aquela força interior que desde o orfanato brotou em min. Tenho um inimigo que me persegue a algum tempo, Antonius...só consegui descobrir isso até esse momento, ele veio atrás de mim pois tenho o rosto do tal informante, não deu tempo de gerrard me concertar novamente. Vivo em nova york a 5 anos e sei que essa cidade esta mudando, acho que logo terei minha oportunidade... gosto de aventuras, gosto de emoção...veremos o quanto da para brincar.



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