Alexander Romanov - Gangrel - Camarilla

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Alexander Romanov - Gangrel - Camarilla

Mensagem por Arcebispo Altobello em Ter Mar 29, 2011 2:49 pm

Nome: Klaus
Personagem: Alexander Romanov
Clã: Gangrel
Natureza: Sobrevivente
Comportamento: Durão
Geração: 10°
Refugio: Apartamento alugado
Conceito: Caçador/biólogo


Experiência:


ATRIBUTOS (7 - 5 - 3)

Físicos (7)
- Força: +1 + 2
- Destreza: +1 +3 (reflexos de felino)
- Vigor: +1 + 2

Sociais (3)
- Carisma: +1 + 1
- Manipulação: +1 + 2
- Aparência: +1

Mentais (5)
- Percepção: +1 + 2
- Inteligência: +1 + 1
- Raciocínio: +1 + 2



HABILIDADES (13 - 9 - 5)

Talentos (9)
- Prontidão: 2
- Esportes: 2
- Briga: 2
- Esquiva: 2
- Empatia:
- Expressão:
- Intimidação: 1
- Liderança:
- Manha:
- Lábia:

Perícias (13)
- Empatia c/ Animais: 1
- Ofícios:
- Condução: 1
- Etiqueta:
- Armas de Fogo: 3
- Armas Brancas: 2
- Performance:
- Segurança:
- Furtividade: 3
- Sobrevivência: 3

Conhecimentos (5)
- Acadêmicos:
- Computador:
- Finanças:
- Investigação:
- Direito:
- Lingüística: 1 (romani: língua dos ciganos)
- Medicina:
- Ocultismo: 2
- Política:
- Ciências: 2


VANTAGENS

Antecedentes (5)
geração: 3
recursos: 2
mentor: 1 [-1PB]
---------------


DISCIPLINAS(3)
metamorfose: 2 [-7PB]
animalismo: 1
fortitude: 1
-------------




Virtudes (7)
- Consciência ou Convicção: +1 + 2 [-4PB]

- Autocontrole ou Instinto: +1 + 3

- Coragem: +1 + 4


HUMANIDADE: 6 [-1PB]

FORÇA DE VONTADE: 8 [-3PB]


QUALIDADES e DEFEITOS
Fobia (+1 Gravidas)
Novato ( +1)
sentido aguçado ( -1 audição)

OBS:
Foi abraçado em 2009 aos 32 anos de idade.

Em seu apartamento possui armas que utilizava em seu tempo de caça.

Seu senhor aparece de tempos em tempos na cidade, por vezez falando com Alexander, outras não.

Embora morasse com Sofie, ele nunca chegou a se casar com a moça.




PRELÚDIO
Alexander Romanov

Nasceu no estado de Louisiana em 1977, de família humilde, seu pai era um pescador e caçador, sua família morava nos pântanos, em uma pequena comunidade.
Seu pai então o ensinou como viver da terra, caçar, pescar o que fosse necessário para sobreviver.
Cresceu como uma criança normal, frequentava a escola da comunidade de manha e a tarde saia à caça com o pai.
Na sua maturidade já era um exímio atirador, havia se tornado o melhor caçador da pequena cidade, todo o dia se aventurava pelas florestas dos pântanos de Louisiana, assim possuía um interesse pela flora e a fauna, assim enquanto fazia suas expedições pelo local ele aprendia muito e desenvolveu um gosto pela área de biologia.
Certo dia ao se aventurar muito longe ele acabou se perdendo, porém já estava anoitecendo, ele então decidiu montar acampamento e voltar ao amanhecer, mas a noite não seria fácil...
Alexander estava à frente da fogueira, seu olho aberto focalizando na imensidão negra que tomava conta de tudo a sua volta, ele segurava bem seu rifle, atento a qualquer coisa que pudesse chamar sua atenção. Foi então que um ruído chamou a atenção do rapaz, e típico de alguém que primeiro atira e depois pergunta, ele mira e rapidamente atira, sabia que havia acertado, mas não ousou levantar para ver o que era, ficou quieto, foi então surpreendido por algo que vinha em sua direção rapidamente, não dando nenhuma chance para Alexander, nem mesmo de ver a criatura direito, mas o que ele enxergou era perturbador, um homem com olhos vermelhos, com longas garras nas mãos e presas afiadas, logo essa “coisa” estava por cima dele, por ventura Alex era um jovem atlético, saudável e forte e não teve dificuldade para jogar a coisa para trás utilizando as pernas, porém o bicho era insistente e mais forte que ele com toda certeza, Alexander se adiantou para pegar a arma, mas a criatura foi mais rápida, acertando o rosto dele com um bofetão, que fez com que Alex desmaiasse quase que instantaneamente.

De manha o rapaz acordara assustado, porém nada havia ali, provavelmente tudo não passara de pesadelo, os únicos indícios dos acontecimentos era uma dor de cabeça, porém isso era típico de uma noite mal dormida, então rapidamente ele tomou seu rumo de volta a cidadezinha.
Porém aquele sonho realmente perturbará Alexander, que decidiu então se mudar, iria para cidade grande, estudar biologia, foi então que se mudou para Nova Iorque, passou momentos difíceis na selva de pedra, estudava de manha e a noite trabalhava como vigia noturno do Central Park, conseguia um dinheiro razoável e um apartamento alugado perto de seu emprego, nessa época ele conhecera Sofie, uma linda jovem que fazia faculdade junto com ele, não demorou muito os dois estavam namorando e vivendo juntos, depois de alguns meses para grande felicidade de ambos, Sofie estava grávida.
Mas infelizmente depois de se formar não conseguiu emprego na área que queria e continuou trabalhando como vigia no parque. Mas isso não tirava a grande felicidade de Alexander, ele seria pai, foi então o dia tão esperado, Sofie estava em trabalho de parto, Alexander estava aguardando fora da sala, na recepção, ele estava preocupado pois era uma gravidez de risco, mas mantinha esperanças, foi então que a noticia veio, seu filho um menino, havia nascido morto, aquilo fora um choque e trouxe muita dor a Alexander e então outro baque, Sofie não resistira ao parto e falecera. Logo Alexander estava sem chão, sem filho e sem o amor de sua vida, podia algum dia superar imensa dor?
A vida não fora fácil daí em diante, ele não podia ver uma mulher grávida, que a dor já voltara, nem mesmo olhar algum recém nascido, esses dois fatores faziam ele lembrar tudo que perdera, mas Alexander era determinado, enxugava as lágrimas e seguia em frente com a cabeça erguida, o máximo que podia.
Continuara a trabalhar como vigia até que em uma noite de trabalho comum, durante sua ronda, ele foi surpreendido, a mesma criatura que ele tivera um pesadelo a anos atrás estava a sua frente, ele avançou para cima de Alexander antes que o mesmo pudesse se recuperar do choque, logo ele sentiu as presas da criatura em seu pescoço, ele não podia se mexer, mas estranhamente sentira um enorme prazer, embora não fosse maior do que medo que sentira no instante, mas não durara muito logo ele percebeu que o fim estava próximo e tudo ficou escuro.

Alexander acordou, mas seus olhos não abriram, ele tentou mexer um braço, mas os músculos não respondiam, ele estava preso dentro de sua mente, nem mesmo seus olhos se mexiam. Foi então que ele se lembrou dos últimos acontecimentos, então estaria morto? Era assim a morte? Uma eternidade aonde só sua mente sobrevive? Alexander sentiu medo, mas seu coração não mais acelerou com tal sentimento, ao menos ele podia sentir que ainda possuía um coração, um corpo, talvez nesse instante ele estivesse dentro de um caixão. Porém algo o surpreende totalmente, uma voz, sua mente ficou em silencio como se o estranho pudesse ouvi-lo e então a voz disse.
-Sinto que acordou, pensei que você seria fraco e não resistiria. Deve estar faminto, para sua sorte eu estou bem humorado e acabei por trazer um lanche!
A voz era rouca e estranha, mas de alguma forma parecia familiar aos ouvidos de Alexander, ao ouvir as palavras do rapaz, ele ficou logo analisando e então sentiu a sede, aquilo era torturador, nunca sentira dor tão imensa, mas não sabia dizer ao certo o porque e aquilo o incomodava.
-Anda, levante-se! Ainda não consegue?
Então Alex ouviu o som do homem se levantando e saindo do cômodo, mas antes que pudesse fazer algo, ele estava de volta arrastando algo, enquanto arrastava resmungava.
-Crianças, não conseguem nem mesmo levantar um dedo nas noites atuais, não se faz mais neófitos como antes.
Foi então que Alexander sentiu sua boca ser aberta e em seguida algo fora derramado em sua garganta. O líquido era viscoso e quente, um tanto quanto estranho, mas logo isso seria ignorado, à medida que o sangue passava pelos lábios de Alexander, ele podia sentir o prazer, aquilo era excepcional, nunca provara algo tão bom que fizesse se sentir tão, vivo e poderoso, reparara também que o líquido eliminava a dor em seu interior, era como estar tendo um orgasmo, mas nada disso tirou a atenção de Alexander, seus anos de caçador o fazia ter o sangue frio um controle sobre suas emoções, até das mais poderosas, assim a preocupação em sua mente ainda martelava, será que aquilo era uma espécie de droga? Quem é esse homem? Estaria o curando do ataque da criatura?
-Isso beba tudinho! Agora deixe com que o sangue entre em seus músculos e levante logo porra!
Um choque se abateu sobre Alexander, sangue, aquilo que ele estava bebendo era sangue? De forma estranha o que o homem dissera fazia sentindo ele podia sentir o líquido entrar em seu organismo em seus músculos era como se o corpo estivesse pronto para agir, foi então que ele apenas deixou com que tudo fluísse e rapidamente abriu os olhos e se levantou.
Estava em um quarto, muito quanto ferrado diga-se de passagem, em uma cama que caia aos pedaços, a sua frente sentado em uma cadeira de madeira estava o homem, vestes maltrapilhas, um casaco de couro marrom que ia até suas canelas, uma calça jeans e camiseta preta, seu rosto estava com barba por fazer, ele possuía um olhar penetrante e estava sorrindo, mostrando longos caninos afiados.
Aquilo não assustou Alexander, não após tudo o que ele passara, logo ele abriu a boca, tentando falar, não conseguindo, se concentrou por alguns segundos, deixando que o que seja que for que estava em seu corpo fluísse até a língua, no começo sua fala fora estranha, mas logo ao final da frase já estava falando normalmente.
-O que aconteceu?
O homem a sua frente revirou os olhos, resmungando.
-Você tem sorte, se eu não tivesse prometido a “vaca da Blair” que iria te instruir bem, eu não estaria aqui nem mesmo quando você acordasse!
Ele deu uma risada e prosseguiu.
-Eu não pude acreditar, enquanto eu me preparava para selecionar alguém pródigo para a transformação, eu vi você, o maldito caipira que atirou em mim anos atrás, coragem tua me enfrentar aquela noite, ainda mais jovem como era, então eu soube, era você que merecia o abraço.
As palavras dele não faziam sentido, então o bicho que ele atirara a anos era um homem, mas e os olhos e as garras? Alexander continuava a se martelar algumas questões, mas antes que ele pudesse de fato questionar o homem já estava falando.
E foi uma longa noite, aonde o velho que por acaso se chamava Jack, falou sobre tudo que Alexander deveria saber, o que era um vampiro, ensinou as tradições, a camarilla, sobre toda a merda de controle, explicou sobre os Gangrel, a honra que era ser desse clã, até mesmo ensinou termos simples do linguajar Romani que os Gangrel utilizavam entre si e etc...
Alexander ficou pasmo, com tanta informação, mas era bom aprendiz, embora ainda processasse as informações ele ia guardando tudo em sua mente.
Foi então que recebeu uma péssima notícia, seu senhor, estaria fora da cidade já na noite seguinte e por isso estava dando um curso relâmpago, logo estaria com a própria vida em risco, mas antes ele seria apresentado a príncipe na mesma noite.

Foi assim que a vida imortal de Alexander começou, no ano de 2009, com seus 32 anos eternizados.
Ele passara os últimos dois anos vivendo sua vida imortal de forma calma, ele ainda trabalhava no Central Park, porém na maioria das vezes não ficava realmente no parque, caçava pelas bandas do parque, capturando aqueles que ficassem de alguma forma sozinho, principalmente os mendigos que se aventuravam pelo parque a noite ou qualquer um que estivesse nas redondezas, se tornara um exímio caçador, utilizava as táticas que aprendera em vida, mas utilizando as vantagens de um imortal.
Por vezes devido a essa habilidade, ele fazia favores a outros vampiros, caçando alguém ou até mesmo outro vampiro, tudo em troca de um preço justo.
Também passara a estudar, a biologia vampírica, utilizando seus conhecimento conquistados na faculdade, procurando explicações, para a fisiologia de um corpo morto estudando cada vez que pode todas as propriedades de sua características, por vezes apresentando suas descobertas a outros vampiros, variando com o estado se humor em que ele se encontra.
assim segue a não-vida de Alexander, um caçador talentoso e cientista pródigo.


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