Luke "Cage" - Brujah AT - Sabá

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Luke "Cage" - Brujah AT - Sabá

Mensagem por Arcebispo Altobello em Sab Mar 19, 2011 8:01 pm

Estou postando uma nova ficha. Está tudo bem explicado. Gastos de experiência e pontos bônus. Link do ultimo xp em que ganhei e etc...

Personagem: Luke 'Cage'
Clã: Brujah Antitribu
Natureza: Sobrevivente
Comportamento: Valentão
Geração: 8º
Refugio: Hotel beira de estrada
Conceito: Mercenário

Experiência: 18/20 (total de xp no fórum é de 39, dividido por 2 dá 19.5 que arredondando passa para 20)
http://vampiros-a-mascara.forum-livre.com/t1305-xp-noctem-vaga-per-umbras#27862

ATRIBUTOS (7 - 5 - 3)

Físicos (7)
- Força: 5 (Punhos de Ferro, Braços Poderosos)
- Destreza: 4 (Reflexos Rápidos)
- Vigor: 2

Sociais (3)
- Carisma: 2
- Manipulação: 2
- Aparência: 2

Mentais (5)
- Percepção: 3
- Inteligência: 2
- Raciocínio: 4 (Ganhar a Dianteira)

HABILIDADES (13 - 9 - 5)

Talentos (13)
- Prontidão: 3
- Esportes: 1
- Briga: 3
- Esquiva: 3
- Empatia:
- Expressão:
- Intimidação: 2
- Liderança:
- Manha: 1
- Lábia:

Perícias (9)
- Empatia c/ Animais:
- Ofícios:
- Condução: 1
- Etiqueta:
- Armas de Fogo: 3
- Armas Brancas: 3
- Performance:
- Segurança: 1
- Furtividade:
- Sobrevivência: 1

Conhecimentos (5)
- Acadêmicos: 1
- Computador:
- Finanças:
- Investigação: 2
- Direito:
- Lingüística:
- Medicina:
- Ocultismo: 2
- Política:
- Ciências:

VANTAGENS

Antecedentes (0)
Geração: 5
Recursos: 1
---------------

DISCIPLINAS (4)
Presença:
Potência: 5
Rapidez: 1
--------------

Virtudes (5)
- Consciência ou Convicção: 1
- Autocontrole ou Instinto: 2
- Coragem: 5

HUMANIDADE: 3
FORÇA DE VONTADE: 5

QUALIDADES (7)
Existência Abençoada (5)
Noção do Perigo (2)
Frieza Lógica (1)
Ambidestro (1)

DEFEITOS (7)
Vicio - Nicotina (3 Pontos de Defeito)
Vitae Infertil (5 Pontos de Defeito)

PONTOS BÔNUS
- 7 em Disciplinas (Potência)
- 9 em Qualidades
- 6 em Antecedentes

EXPERIÊNCIA:
- 10 em Rapidez
- 4 em Vigor
- 4 em Inteligência

ARMAMENTOS
1 - Colt Anaconda 6 35 2 6 C
http://digitalsushi.com/midashi/website.mirrors/guns/world.guns.ru/handguns/colt_anaconda.jpg
1 - Espada F+2
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/8/83/Sabre-seconde-guerre-mondiale-p1000712.jpg
1 - Cantil metálico
http://www.lojadepresentesbrasil.com.br/images/produtos/218.jpg
1 - Bolsa de Viagem
http://img519.imageshack.us/img519/8606/bolsadeviagem.jpg

PRELÚDIO
Nasci no Brooklyn, Nova York. Meu pai era militar e minha mãe faleceu ao me dar a luz. Viviamos o verdadeiro sonho Americano. Tinhamos dois carros, moravamos em uma bela rua, meu pai ganhava o suficiente e em casa nunca faltava nada. Sempre fui filho unico e sempre tive tudo o que queria mas aprendi a dar valor a cada coisa que ganhava, muito disso vinha do meu pai que tinha uma conduta impecavel. Como Militar, Tenente do exercito Americano ele sempre levava a rigidez, o comportamento e o tratamento do trabalho para a casa. Tinhamos horarios para acordar, almoçar e jantar, sempre pratiquei atividades fisicas e poucas vezes comia guloseimas. Meu sonho era crescer e me tornar um homem que nem meu pai. Por incentivo dele, também sonhava em seguir a carreira militar.

Sempre que ia dormir meu pai me contava sobre as batalhas que já tinha enfrentado, me contava com detalhes as estrategias usadas e como venceu cada uma delas. Aquilo me deixava empolgado pois, queria passar pelas mesmas experiencias, queria poder contar as mesmas historias para o meu filho quando tivesse. Comecei a estudar em colegio militar quando era adolescente. Comecei desde de cedo a cumprir ordens e respeitar horarios. Sempre ia do colegio para casa e de casa para o colegio. Tinha poucos amigos e poucas vezes saia de casa, era estudioso e muito bem comportado. Não gostava de ser chamado atenção e nem de cometer erros bobos, quando me formei, sabia que minha carreira estava apenas começando. Comecei como soldado, recebia ordens e fazia tudo para qualquer um, era uma chatice mais eu sabia que tinha que superá-las, sabia que não poderia desistir facilmente. Recebi treinamentos especias, aprendi a atirar, a me defender, a criar e seguir estrategias e etc... As coisas das quais mais gostava de fazer era de atirar e aprender novos movimentos de defesa, me fascinava como você podia desarmar alguém com simples golpes.

Em minhas primeira missões eu fui um verdadeiro fracasso, fiquei apavorado com coisas bobas e quando voltamos para a base eu queria me matar, meu sonho podia ser arruniado por eu não ter tido controle o suficiente diante das adiversidades. Por sorte, não desisti facilmente e levantei a cabeça. Nas proximas missões eu fui o melhor sendo elogiado pelo Sargento e sendo exemplo para os demais, infelizmente quando você é exemplo de alguma coisa você se torna alvo também. Alguns não iam com a minha cara, achavam que eu não trabalha igual aos demais por ser filho de militar condecorado. Sempre tentei ignorar certas coisas mais meu maior defeito era ser cabeça quente, tinha pouca paciencia para determinadas coisas e me irritava facilmente com piadas e desaforos. Passei algumas noites preso por não conseguir me controlar em determinadas situações e quando isso acontecia meu pai me reprimia. Suas palavras me faziam me sentir a pior pessoa do mundo, suas criticas eram pesadas e eu me perguntava se aquilo era realmente para mim.

As provocações aumentaram, antes eram somentes xingamentos e brincadeirinhas, agora já são empurrões e alguns tapas. Quando isso acontecia eu tentava me retirar o mais rapido para não brigar mais eles cercavam e a confusão começava, as coisas foram ficando cada vezes piores e meu pai começou a ter desgosto, foi quando ele começou a beber compulsivamente. Nada podia fazer pois estava preso há base. O desgosto maior foi quando armaram para cima de mim, roubaram algumas armas e munições quando eu estava de plantão. Eu sabia que alguns ali dentro faziam determinadas coisas, coisas erradas nas quais eu nunca entraria e nunca entregaria a ninguém, sabia que vida de dedo duro durava pouca e por isso mantive em segredo determinadas coisas. Quando me acusaram de roubo de armas eu fui a jugalmento. Meu pai apareceu na primeira mas nas outras ele não deu as caras. Fui julgado e condenado. Fui expulso e nunca mais eu poderia seguir nenhuma carreira militar, minha ficha ficou suja, o meu nome ficou sujo, o sonho tinha acabado para mim.

Quando cheguei em casa, estava decepcionado comigo mesmo e já me preparava para ouvir as coisas que meu me falaria mas para minha surpresa e total tristeza ele tinha se matado. Tinha cometido suicidio e eu sabia o motivo, sabia quem tinha sido o culpado, sabia que o responsavel por tudo aquilo, era eu. Chamei a policia, eles tiraram o corpo e enterrei meu pai dois dias depois, ele teve um enterro militar e todos seus amigos do exercicito foram, nenhum deles conseguia olhar na minha cara, foi a pior sensação do mundo depois de ver meu pai morto. Minha vida estava acabada, meus sonhos estavam destruidos e eu não sabia o que fazer da vida, como me sustentaria? Comecei a vender as coisas para pagar as contas, todas as entrevistas de emprego que fazia eram uma merda. A entrevista se saia bem, eu tinha um bom perfil mais quando descobriam do que me acusaram eu perdia o emprego na hora. Perdi carros, roupas, objetos pessoais e com tudo a casa. Fui morar em um lugar horrivel, era o inverso do qual eu morava. Confusões todos os dias, tiroteios, gangues, drogas...

Quando estava totalmente sem saber o que fazer, a quem recorrer, descobri através de boatos que um clube fazia lutas clandestinas e que se você sobrevivesse poderia ganhar um bom dinheiro, ouvia informações que mortes rolavam por lá e que a coisa era séria. O dinheiro valia a pena somente para quem era louco o suficiente para fazer um negocio desse, eu já não tinha mais nenhuma esperança e fui ver com os meus proprios olhos. O clube era longe, era afastado da cidade e a luta acontecia no andar de baixo, ninguém entrava armado, o local era bem vigiado e parecia reunir todo o tipo de gente, de punks drogados há aposentados procurando por diversão. A minha primeira visita foi somente para observar o lugar, ter um conhecimento e depois ter uma opinião concreta. Via duas lutas e realmente eram brutais. Em uma delas o cara saia com o olho totalmente fechado devido as pancadas que recebeu e com um dos braços quebrados, detalhe, ele tinga ganho. A organização do lugar chamava a atenção, tinham cameras de seguranças, seguranças com pontos eletronicos vigiando quem entra e quem sai. As lutas acabavam e eu ia para casa, precisava pensar se isso era realmente o que eu queria fazer.

Acordava ainda com a duvida da noite passada, seria que realmente esse seria o meu destino? lutar clandestinamente, estar sujeito a morte para ganhar alguns trocados? Sim, estava decidido o que iria fazer, naquela mesma noite eu procuraria alguem na qual pudesse me ajudar, eu não teria mais nada a perder. A noite chegava, eu me preparava e ia para o clube, chegava cedo, nenhuma luta tinha começado, procurava alguém que pudesse me ajudar, encontrava um cara alto, vestido com roupas de coro e com um cabelo moicano, tinha tatuagens espalhadas pelo corpo e ostentava um ar de maioral. Trocavamos algumas informações, nada demais, ele mal olhava para mim, estava mais empolgado em assistir o video da ultima luta em que o cara morria estrangulado. Já inscrito para a minha primeira luta, eu me aquecia, procurava me isolar até o inicio do combate, tudo era muito novo para mim e eu estava ancioso. A luta dava inicio, o cara era mais pesado do que eu e parecia ser mais lento. Nas primeiras movimentações era notavel sua dificuldade para andar para o lado esquerdo, isso indicava que ele tinha alguma coisa na perna. Sentia a força do seu soco minutos depois, ele batia forte mais sem muita tecnica, mesmo assim era o suficiente para abrir um corte em meu labio. Usava os chutes para atrair sua atenção e minar sua resistência, assim que ele abrisse a guarda eu entraria com os socos. Segundos depois ele fazia exatamente o que eu estava imaginando, com sua perna machucada ele tentava a agarrar a minha perna e abria a guarda, os socos iam conectando até ele cair ao chão e ficar por lá, a vitoria tinha sido minha. Ainda faltavam mais dois.

A noite foi ficando cada vez mais animada. Parece que quanto mais tarde ficava mais violentas as lutas terminavam. Chegava a minha vez de enfrentar meu segundo adversario, esse não tinha nenhum problema aparente e era mais magro do que eu. Os dois primeiros minutos somente mantinhamos a distancia, ele se aproximava com algumas tentativas mais nada muito ameaçador. Acertava um cruzado seguido de um soco na costela, ele revidava com um chute no estomago e dois socos no rosto. A luta ia continuando, ambos se acertavam mais nenhum dois dois queriam desistir, eu ja estava morto, meus braços pareciam estar pesando toneladas e meu olho esquerdo estava totalmente fechado. Em um golpe de sorte eu acabava a luta e saia carregado, me sentava em um banco e tentava me recuperar para a luta final. A luta vinha e eu conseguia fazer o inchaço do olho diminuir, entrava confiante pois meu adversário tinha tido uma primeira luta tinha sido cansativa. Lutavamos feito dois loucos, nos batiamos com toda a força que nos restava, por sorte ou destino, eu conseguia acertar uma joelhada e ele caia no chão, fazendo assim com que eu saisse com a vitoria e com o dinheiro. Ganhava $10.000 junto com alguns hematonas e algunas pontos. Me levavam para casa, tomava uma aspirina para evitar a dor e então dormia profundamente.

Com o passar do tempo fui me acostumando com o meu novo trabalho. Todas as noites eu saia e voltava carregado para a casa, não era sempre que eu ganhava mais a maioria da vezes eu me saia melhor. Com o dinheiro, eu conseguia melhorar o apartamento no qual estava vivendo, acertava os alugueis atrasados e comprava suplementos para melhorar meu desempenho. A vontade era tanta de ganhar que chegava a tomar dosagens de anabolizantes, eu tinha virado um ogro de forte. Sentia que minha força tinha aumentado junto com o meu tamanho e que isso com certeza me ajudaria nas lutas. Fui apelidade de CAGE pelos torcedores, nunca me tornei nenhum campeão meu jeito de lutar era unico, envolvia força, coração, garra, tecnica e tudo isso misturado a muito sangue e dinheiro. Com o tempo fui me tornando mais sadico, não ligava mais para quebrar a perna de alguem ou até matar, fui me transformando aos poucos em um cara totalmente frio, sem compaixão e sem razão, tudo aquilo no qual eu tinha aprendido com o meu pai, eu tinha esquecido. Em todas as lutas que eu fazia, independente do resultado, sempre tinha um cara me observando, sentia seus olhares sobre mim quando eu lutava, era estranho pois não o conhecia. Uma noite, chovia muito e eu tinha acabado de perder a luta, estava do lado de fora do bar, sentando na esquina me recuperando dos golpes quando esse homem apareceu e me fazia uma proposta.

- Te dou mais força, mais velocidade, mais resistência. Você nunca morrerá, nunca envelhecerá, será jovem para todo o sempre. A unica coisa que você deverá fazer é ser fiel a mim. Acha justo?

Não sei se era por conta dos remedios que eu estava tomando ou se realmente acreditei em suas palavras, mais eu concordava quase que de imediato. O cara me passava um cantil e falava para beber o que tinha dentro, eu bebia sem pestanejar. Aquilo tinha um gosto horrivel mais dentro de poucos minutos me sentia forte, parecia que nem tinha lutado.

- Volte lá para dentro e arrebente todos!

Suas palavras me davam animo o suficiente para entrar e lutar mais dez lutas. Como eu tinha perdido a primeira e tinha saído por que estava muito machucado eu voltava inteiro e pedia para lutar, anunciava que lutaria de graça contra quem quisesse tentar. Subia no ringue e lutava com o primeiro que aparecia, quebrava seu braço somente com um chute, o segundo vinha e o arremessava longe, e assim foi indo, não sei o que tinha naquele cantil mais tinha me dado uma força sobre-humana. Saia do clube totalmente realizado, tinha batido em mais de três caras e nada tinha me acontecido, o homem me acompanhava e me falava que poderia me dar muito mais.

- Isso foi apenas uma amostra. Se renda a mim que você terá disso para sempre.
- O que eu tenho que fazer? - Perguntava afoito
- Apenas pedir.
- Eu quero... Eu quero...

O homem ao escutar abria um sorriso onde mostrava seus dentes afiados, voltava seu olhar a mim e via seus olhos vermelhos. Vinha em minha direção e me mordia, chupando todo o meu sangue. Minhas forças iam indo embora junto com a minha consciencia. Acordava e me encontrava totalmente sujo de terra, o homem no qual tinha me mordido estava de pé há minha frente, ele me ajudava a levantar e iamos para dentro de uma casa. Este tinha sido meu primeiro e unico contato com o sobrenatural, pois apartir dali eu fui transformado em vampiro, já não pertencia mais ao mundo dos vivos, eu apenas me alimentava deles. Tudo aquilo que ele havia prometido estava a minha frente. Com o passar do tempo e com a ajuda de Gerald, fui me adpatando ao estilo de vida, fui aprendendo a como lidar com tudo isso, fui uma criança da noite sadica e violenta como meus irmãos de clã, tinha muita força e isso me fazia me achar a criatura mais forte do mundo. Como o tempo é o dono da razão fui amadurendo e me transformando e um Brutus diferentes dos demais. Não usava mais penteados e cortes de cabelo chocantes, piercings dolorosos ou roupas surradas. Me vestia com um sobretudo, botas, calças e camisas de cores escuras, já sabia o por que de ter sido escolhido, havia sido escolhido pelas minhas habilidades e pela capacidade de raciocinio em momentos complicados, fui escolhido pela minha força e meu instinto de sobrevivência, fui escolhido por que não tinha mais humanidade. Soube que apezar de ter passado longos anos aprendendo coisas, descobria que ainda não era considerado um vampiro pelos demais, o método pá na cabeça no qual fui submetido, que consiste reunir algumas vítimas, Abraçá-las com a menor quantidade de sangue possível, golpeá-las na cabeça com uma pá e enterrá-las em uma cova coletiva. Os recém Abraçados acordam rapidamente e precisam se desenterrar a fim de sacir seu frenesi, geralmente às cuastas dos vampiros mais fracos enterrados com eles. Esse método é simples, relativamente rápido e muito eiciente para destruir a Humanidade que existe nas vítimas... Não me tornava um membro do Sabá. Hoje em dia eu luto noite após noite para conquistar meu espaço. Vivo em New York, minha cidade natal e faço serviços para comprar meus equipamentos e manter uma vida 'normal'. Não tenho amigos, Gerald se foi, estou sozinho... Construindo degrau por degrau. Sei que nós, os Brutus somos conhecidos por ter pouca inteligência e muito musculo, mais eu sou diferente, não quero ficar o resto da não-vida servindo de buxa de canhão, quero me tornal alguém grande e poderoso.
"Não importa o que aconteça, não importam os obstáculos, eu sempre vou superá-los. Sozinho ou em grupo a completa indisposição em aceitar a derrota frequentemente faz a diferença entre o sucesso e o fracasso. Não consigo aceitar determinados tipos de pessoas que aceitam menos do que elas podem alcançar. O poder é que faz as coisas acontecerem e eu o quero. Ser robusto e ameaçador já não animam minhas noites como antes, meu prazer é em pertubar aqueles que não tem ambições. O poder dá direito, o poder é o que importa e apenas os que tem devem ser respeitados. Nunca fui um cara piedoso e não é agora que vou ser, simplesmente faço as coisas do meu jeito."

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"Subirei aos céus, erguerei meu trono acima das estrelas de Deus
E lá, mais alto que as nuvens, serei como o Altíssimo." 
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