Ulrich Rosenrot - Ventrue - Camarilla

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Ulrich Rosenrot - Ventrue - Camarilla

Mensagem por Songette em Qua Jan 26, 2011 11:26 pm

NOME: Ulrich Rosenrot
JOGADOR: Christian M. G. F. S.
NATUREZA: Esperto
COMPORTAMENTO: Diretor
CLÃ: Ventrue
GERAÇÃO: 8ª
REFÚGIO: Mansão
CONCEITO: Dono de rede de hospitais

-ATRIBUTOS- 3/7/5

Força: 1+1=2
Destreza: 1+1=2
Vigor: 1+1=2

Carisma: 1+3=4 (Distinto)
Manipulação: 1
Aparência: 1+4=5 (Divindade, Magnetismo)

Percepção: 1
Inteligência: 1+1=2
Raciocínio: 1+4=5 (Ganhar a Dianteira, Emboscadas)

-HABILIDADES- 9/5/13

Prontidão:
Esportes:
Briga:
Esquiva: 1
Empatia: 2
Expressão:
Intimidação: 2
Liderança: 2
Manha:
Lábia: 2

Empatia c/Animais:
Ofícios:
Condução: 1
Etiqueta: 1
Armas de Fogo: 1
Armas Brancas:
Performance: 2
Segurança:
Furtividade:
Sobrevivência:

Acadêmicos: 2
Computador: 1
Finanças: 2
Investigação: 2
Direito:
Lingüística: 1 (Língua materna: Alemão + Inglês)
Medicina: 3
Ocultismo: 1
Política:
Ciência: 1

-ANTECEDENTES- 5 + 11 pb
Geração: 5
Mentor: 3 - Susan Dalmasca (-3 pb)
Recursos: 5 (-5 pb)
Status: 3 (-3 pb)

Spoiler:
Susan Dalmasca


-DISCIPLINAS- 3
Dominação:
Presença: 3
Fortitude:

-VIRTUDES- 7

Consciência: 1
Autocontrole: 1+3=4
Coragem: 1+4=5

-HUMANIDADE-
5

FORÇA DE VONTADE +5 pb
10 (-5 pb)

PONTOS DE SANGUE
15

-QUALIDADES/DEFEITOS- (+1 pb)
Voz encantadora (2Q)
Rosto de Bebê (2Q)
Senhor de Prestígio (1Q)
Fobia Leve – Altura (1D)
Excesso de Confiança (1D)
Intolerância – Desrespeito (1D)
Objetivo Condutor - Atingir e manter o maior nível da hierarquia (3D)

(Ventrue) Alimentação seletiva – Mulheres muito bonitas (Com 4 ou mais de aparência)

-PRELÚDIO-

Spoiler:
Dr. Ulrich Rosenrot

Vestuário: Ternos longos e caros da melhor qualidade, variando entre tons de preto, cinza e vermelhos.


Estas são as memórias de Ulrich Rosenrot...
Nascido em 29 de julho de 1984... assassinado em 5 de novembro de 2009.

A
história de Rosenrot começa em Berlin – Alemanha, onde viveu até os 21
anos quando se formou em medicina na universidade Humboldt e se mudou
para Londres para assumir a diretoria da rede de hospitais da família.
Teve uma criação rígida, mas repleta de fartura e qualidade. Seu pai,
Baron Rosenrot, foi um famoso cirurgião e filantropo alemão que tornou
conhecido o nome Rosenrot na Inglaterra e sua mãe, Olga Netrebko, foi
uma talentosa soprano e belíssima modelo russa com uma leve ascendência
asiática.

Desde a adolescência foi acostumado a ter poder sobre
as pessoas, seu carisma sempre o mantinha em evidência, mas jamais se
envolveu seriamente em um relacionamento.
Com 23 anos de idade seu
pai morreu em um acidente de avião, Rosenrot assumiu os hospitais como
único dono e sua mãe voltou para Berlin para cuidar do restante das
posses da família. Sua ambição o levou a expandir a rede para os Estados
Unidos, passou a morar em Upper east side em Nova Iorque e se
estabeleceu rapidamente criando parcerias com seu carisma singular.
Desde então seu nome só é visto entre a nata da sociedade.

Em
fevereiro de 2009 Rosenrot foi apresentado à Susan Dalmasca, uma
poderosa representante do Bank of America, um dos maiores bancos dos
Estados Unidos, que se mostrou muito interessada em seus negócios.
Dalmasca era radiante, estar em sua presença era como estar enfeitiçado,
ninguém era capaz de negá-la. Em seis meses os dois se tornaram grandes
parceiros, mas Rosenrot, mesmo artificialmente apaixonado, desconfiava
de Dalmasca. Ela só era vista durante a noite, fazia negócios suspeitos,
controlava pelo menos metade da cidade e, ao obter certa autoridade em
seus hospitais e acesso ao banco de sangue, eram notados desvios de
estoque nos registros. Quanto mais ele suspeitava de Susan, mais lhe
parecia que ela estava premeditando suas suspeitas, o testando deixando
rastros de propósito para que ele os seguisse.

Em 5 de novembro
de 2009 os Hospitais Rosenrot receberam uma grande demanda de pacientes à
beira da morte e todos tinham uma relação indireta com Susan. Rosenrot
juntou as provas que acumulara e foi até a mansão de Dalmasca, foi
anunciado e liberado pelos porteiros, adentrou a mansão, encontrou Susan
e jogou as provas sobre a mesinha à sua frente exigindo
satisfações.Susan fechou delicadamente o notebook ao seu colo, o
depositou sobre a mesinha em cima das provas e permaneceu sentada
elegantemente no sofá à frente da lareira artificial olhando para
Rosenrot que sentia-se cada vez mais enfeitiçado pelo olhar de Dalmasca.

-“Vieste até mim ao invés de ir à polícia... por quê?”
-“Porque não é a atenção dela que tu queres... é a minha. Não é ela que estás testando... sou eu. Estou aqui para a conclusão.”
Susan sorriu de forma sedutora. -“Ousado, devo admitir.”
-“Não
temo a ti, Susan. Os covardes morrem muitas vezes antes de sua
verdadeira morte... os valentes provam a morte apenas uma vez.”
-“Bonito,
talentoso, RICO e ainda tem esse charmoso costume de citar Shakespeare
para mim... é claro que eu não gostaria de te matar, eu deveria estar
aos seus pés, não é? É onde gostarias que eu estivesse Ulrich?”
Rosenrot
se aproximou de Susan fitando seus olhos e sentou ao seu lado. - “Não
tu. Tu estás exatamente onde eu quero...” – Disse enquanto levava
suavemente a mão até o rosto dela.
-“Bem, Horácio, há mais coisas
entre o céu e a terra do que sonha a tua vã filosofia...” – Ela exclamou
enquanto agarrava a mão dele, o impedindo de tocá-la.
-“Eu não me importo... já estou longe do ponto de me importar... eu te buscaria até no abismo... como Orfeu... eu...”
Ela largou a mão dele com desprezo. - “Pare com isso Ulrich! Isso já está ficando chato!”
Ele
ficou calado por um momento e se levantou frustrado. - “Tu és uma
maldição perfeita para mim... passei a vida inteira brincando com os
sentimentos das pessoas... nada mais justo do que encontrar alguém capaz
de brincar com os meus.”
Susan se levantou e se aproximou de Rosenrot.
-“A grandeza lhe ficou grande Ulrich?”
-“Eu
não diria dessa forma...” – Ele novamente fitou os olhos dela. –“Eu
diria que é muito melhor viver sem felicidade do que sem amor...”
O
ar majestoso que Susan transmitia desapareceu naquele momento. Ela se
aproximou e tocou o peito de Rosenrot sentindo as batidas de seu coração
por um momento e então o abraçou. – “Há uma citação que te cabe melhor:
O destino de uma nação pode ser evitado apenas por uma tempestade de
paixão transbordante, mas somente aqueles que são passionais podem
provocá-la...”
Rosenrot sentiu o corpo de Susan perdendo todo o seu
calor enquanto ela o abraçava, mas estava longe de se importar. Ela se
afastou fitando a boca dele e continuou. – “Tens o que queres de mim. O
que fizer agora vai determinar o resto de sua existência...”
Rosenrot
a beijou imediatamente, sua língua sentiu algo pontiagudo em sua boca,
mas ele estava além do ponto de imaginar o que poderia ser, ou mesmo
ligar. Ela se afastou novamente e olhou bem para ele deslizado seus
dedos por seus cabelos e então, sem nenhuma palavra de aviso ou
conforto, cravou as presas em seu pescoço.

Após o abraço Susan
revelou a verdadeira natureza de suas jogadas e apresentou a ele o
submundo que estava oculto à sua volta. O apresentou à sociedade como
seu pupilo inspirando prestigio entre os mais velhos e inveja dentre os
demais neófitos. Rosenrot passou a ser treinado, soube que sua senhora
era uma anciã que fazia parte da Primigênie e, da mesma forma que as
conquistas e falhas dela recaiam sobre seus ombros, as dele recairiam
sobre os dela que não hesitaria em destruí-lo.
Um ano após sua morte, Rosenrot já detinha a confiança de Dalmasca e cobiçava um lugar na hierarquia.


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